perspectivas

Quarta-feira, 27 Janeiro 2016

Como os russos vêem o homossexualismo

Filed under: cultura — O. Braga @ 7:22 pm
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Terça-feira, 26 Janeiro 2016

Cavaco Silva sai com dignidade

 

Cavaco Silva emendou a mão, vetando agora a lei da adopção de crianças por pares de invertidos e a lei da promoção cultural do aborto — depois de Cavaco Silva ter promulgado a lei do aborto em 2007 que surgiu de um referendo não vinculativo, segundo a Constituição.

As leis em causa voltarão ao parlamento e serão aprovadas pela maioria radical de Esquerda coordenada pelo jacobino António Costa.

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marcelo-plastic-man-webEm Portugal faltam homens de fibra, capazes de fazer rupturas; por isso é que a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa é mais do mesmo. Nisso estou de acordo com Passos Coelho: Marcelo Rebelo de Sousa é um “cata-vento”.

Precisamos de homens com coragem na política, capazes de renunciar a um cargo político, se necessário, em nome de uma convicção racionalmente fundamentada.

Vem aí a lei da eutanásia proposta pela Esquerda jacobina, e Marcelo Rebelo de Sousa promulgará a lei em nome da “unidade nacional”, em nome do “compromisso” e da “acção política ao centro”.

Quanto mais a Esquerda radicaliza, mais o centro vira à esquerda, e mais o Marcelo Rebelo de Sousa se transformará na “direita da Esquerda”. O “centro político” é exactamente isso: a “direita da Esquerda”, ou seja, o grupo dos “idiotas úteis” de Lenine.

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

António Serzedelo e a censura do pensamento que pode não ter sido pensado

 

Tulip Siddiq é uma deputada muçulmana no parlamento britânico. Vemo-la, no vídeo abaixo, a defender no parlamento a ideia da proibição de entrada de Donald Trump em Inglaterra. Um deputado conservador interpela a muçulmana e diz o seguinte:

“Muitas pessoas inglesas concordam com Donald Trump. ¿Acha que devemos expulsar essas pessoas também?”

 


Esta censura do pensamento — a polícia politicamente correcta do pensamento — pode ser constatada também no discurso de António Serzedelo, o chefe português do movimento político dos invertidos.

Alegadamente (não há provas disto), o presidente do Sporting Clube de Portugal (Bruno de Carvalho) terá dito, entre amigos, o seguinte em relação ao árbitro de futebol Luís Ferreira:

“Só não lhe dei um chuto no rabo porque, olhando para a figura dele, tive medo que gostasse”.

António Serzedelo quer que Bruno de Carvalho peça desculpa por algo de que não tem a certeza de que terá dito. Para o movimento político gayzista, a mera hipótese de alguém poder ter dito eventualmente qualquer coisa que lhe desagrade, é já motivo de censura e de detracção pública.

Domingo, 10 Janeiro 2016

Ricardo Araújo Pereira no Maxime/Titanic Sur Mer (ser gay é coisa fina)

 

O ideal do esquerdista é ser gay; ele faz tudo para parecer gay, para vencer o preconceito reaccionário do estereótipo do heterossexismo. Muitos esquerdistas ainda não conseguiram evoluir no sentido da ultrapassassem dos preconceitos da heteronormatividade, e por isso ainda não conseguiram alcançar o estatuto supremo da nossa sociedade: ser um gay reconhecido inter pares.

Para a Esquerda, ser gay é coisa fina; ser gay é melhor do que ser operário, empresário, jornalista ou funcionário público. Ser gay não é uma mera profissão ou actividade: é um estatuto social, comparável a um estatuto inerente a um cargo de natureza política mas de carácter vitalício. Esta é uma das razões por que o esquerdista almeja ser gay.

“Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal que pretende reconhecer e incentivar personalidades e/ou instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a homofobia, são entregues este sábado, dia 9, no Maxime/Titanic Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira”.

Prémios da ILGA também destacam Presidenciais

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Parece que o Ricardo Araújo Pereira tem vindo a tentar ser gay, mas a coisa não é para qualquer um; não é qualquer bicho-careta que é gay. Para se ser gay tem que se pertencer a uma casta superior, a uma elite. Ser gay é uma instituição, um ex-libris.

É provável que, no futuro, se possa ser gay através de concurso público, mas, por enquanto, o Ricardo Araújo Pereira vai ter que esperar. Ou então ele terá que fazer um curso intensivo nas saunas gay de Lisboa, ainda assim sem qualquer garantia de que o estatuto de gay lhe seja concedido.

Sexta-feira, 20 Novembro 2015

‘Somos governados por gays, lésbicas e gatunos’

 

Semanário SOL   ÚLTIMA HORA

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Sexta-feira, 16 Outubro 2015

O delírio gay vai ter que acabar; é uma questão de tempo

 

Maria é casada e mãe de dois filhos, mas o facto de ser lésbica torna a sua família diferente aos olhos da legislação europeia, retira direitos aos seus filhos e impede a família de circular livremente pela Europa.

“A realidade é contada por Maria von Känel, presidente da Rede de Associações Europeias de Famílias LGBT (NELFA, na sigla em inglês), que está em Portugal, juntamente com a mulher e os dois filhos, para participar no quarto encontro europeu de famílias arco-íris, ou seja, famílias onde há, pelo menos, uma pessoa Lésbica, Gay, Bissexual ou Transgénero (LGBT)”.

Famílias LGBT querem reconhecimento e liberdade de circulação na Europa

Como podemos verificar no texto, Maria é “casada” com uma mulher e, alegadamente, com ela teve dois filhos.

Qualquer pessoa sabe que uma mulher não pode ter filhos com outra mulher; mas os me®dia alimentam e promovem, na cultura antropológica, o delírio da segunda realidade da Ideologia de Género.

O que o cidadão vulgar questiona é a razão por que os me®dia afirmam a ideia segundo a qual “é possível a uma mulher fazer filhos com outra mulher”, ou “um homem fazer filhos com outro homem”.

E a resposta é simples: o que se pretende é destruir o casamento e a família natural que foi o esteio da civilização europeia. O retorno à barbárie é a melhor forma de controlar o indivíduo.

Quinta-feira, 27 Agosto 2015

A cassete da Isabel Moreira

 

Quando olhamos para o discurso da lésbica Isabel Moreira, verificamos invariavelmente algumas características recorrentes (a cassete):

1/ Portugal está isolado na Europa no que diz respeito à adopção de crianças por pares de invertidos;

2/ a adopção de crianças por pares de invertidos vai resolver os problemas das milhares de crianças que estão em orfanatos;

3/ a adopção de crianças por pares de invertidos, as “barriga de aluguer”, a procriação medicamente assistida sem qualquer critério restritivo, por exemplo, não são culturalmente fracturantes; pelo contrário, segundo Isabel Moreira, “são estruturantes de uma sociedade digna de igualdade”;

4/ defender a família nuclear e natural, é um retrocesso civilizacional.


isabel-moreira-straightjacket-webO ponto 1 é falso. A esmagadora maioria dos países europeus não tem adopção de crianças por pares de invertidos. É da natureza da Isabel Moreira mentir sem vergonha.

O ponto 2 é um apelo demagógico à emoção — o que é uma característica não só da Isabel Moreira mas também da Esquerda em geral. É evidente que a adopção de crianças por pares de invertidos é uma forma de instrumentalização das crianças no sentido de uma afirmação pública e legitimação de um estilo de vida anómalo e anti-social. Para Isabel Moreira, não basta que a condição homossexual seja compreendida pela sociedade: tem que ser não só aceite mas também celebrada por toda a gente.

No ponto 3, o conceito de “igualdade” passa pela afirmação do “direito à diferença”, por um lado, e por outro lado, a “igualdade” é sinónimo de “homogeneização legal” — a contradição é apenas aparente: a afirmação do direito à diferença conduz à separação cultural entre os dois sexos, que é exactamente o que pretende o movimento político gayzista de que a Isabel Moreira e o Partido Socialista de António Costa são protagonistas.

No ponto 4, o necessário ataque, por via do Direito Positivo, à família nuclear e natural portuguesa deve ser compensado com a imigração em massa de países islâmicos, com a criação artificial de uma nova classe de pessoas desenraizada culturalmente e que se constituirá como uma clientela política que perpetue a Esquerda no Poder. Ora, o governo de Passos Coelho e Paulo Portas procura defender a família nuclear e natural; logo, é considerado pela Isabel Moreira como reaccionário e troglodita.

Terça-feira, 25 Agosto 2015

Alemanha: os pais de uma menina foram para a cadeia por a retirar de uma aula de Ideologia de Género

 

A União Europeia começa a assustar. Este fenómeno que vemos no vídeo em baixo não é só alemão: é uma doença política contagiosa que tem origem no parlamento europeu controlado pelo politicamente correcto (leia-se: controlo esquerdista) e que se vai expandindo como uma metástase por todos os países da União Europeia. Alguns países vão resistindo, mas é uma questão de tempo.

Durante uma aula de “educação sexual” pornográfica — leia-se, aula de Ideologia de Género — uma menina que frequentava a 4ª classe do ensino básico na Alemanha, abandonou a aula daquilo a que se convencionou chamar de “educação sexual”, mas que de facto se trata de educação pornográfica inserida no contexto da lobotomia cultural da Ideologia de Género.

Dado que os pais da menina apoiaram a sua decisão de abandonar as aulas de educação pornográfica, foram parar à cadeia.

Segunda-feira, 6 Julho 2015

A propaganda gayzista: a conquista do poder político através da emoção e da irracionalidade

 

homosexual-baby

Fonte (via).

Quarta-feira, 1 Julho 2015

A intolerância dos gays

Filed under: Geral — O. Braga @ 6:28 pm
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« A street preacher was repeatedly punched in the head and kicked by two men at Seattle’s Pridefest this past Sunday – and the entire confrontation was caught on camera.

In disturbing video footage uploaded on Youtube and reported by Seattle’s KOMO news, two Christian street preachers can be seen standing on a grassy area. One of the preachers holds a sign that says “Jesus saves and heals,” and “Repent or else,” while the other holds a Bible. »

Seattle gay pride participants viciously beat Christian street preacher (vídeo)

Isto só agora começou. Em breve os gayzistas irão ter protecção do Estado, da mesma forma que os camisas castanhas foram protegidos pelo Estado nazi.

 

Quinta-feira, 25 Junho 2015

¿Quem organizou os “direitos dos gays” na União Europeia?

 

O irlandês Michael O’Flaherty estudou filosofia e teologia no Vaticano, e foi ordenado Padre católico em 1980.
Não se sabe se ele já tomava no cu antes de ser Padre ou se passou a tomar no cu em função do sacerdócio na Igreja Católica do Vaticano II. O que é certo é que, a partir de 1992, resolveu passar a tomar no cu às claras e deixou de ser padre.

Em 2006, o ex-padre Michael O’Flaherty organizou um campeonato de cu aberto em um hotel da cidade indonésia de Yogyakarta, e aproveitou o ensejo para escrever ele próprio aquilo que a se chamam hoje os “Princípios de Yogyakarta”. Foi ele o mentor da falácia dos “direitos dos gays”, que funciona assim:

1/

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”

Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1.

Foi a partir deste artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que O’Flaherty estabeleceu a falácia dos “direitos dos gays”.

O que o artigo defende é perfeitamente consensual; ninguém tem dúvidas da sua validade. Este artigo aplica-se a toda a gente, incluindo, por exemplo, a pedófilos, violadores sexuais, consumidores de heroína, neonazis, terroristas da Al-Qaeda, fanchonos, políticos portugueses, Mário Soares, etc..

2/

“Os gays têm direitos humanos” → “os direitos dos gays são direitos humanos”

michaeloflahertyA partir do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o teólogo O’Flaherty extrapolou falaciosamente para os “direitos dos gays”: partindo da proposição segundo a qual “os gays têm direitos humanos”, os “Princípios de Yogyakarta” do ex-padre O’Flaherty pervertem este princípio e estabelecem que “os direitos dos gays são direitos humanos”.

O raciocínio é non sequitur. Seria a mesma coisa se confundíssemos o rei “Nabucodonosor” com “Nabonocudosor”; ou se confundíssemos “as obras de arte do mestre Picasso” com “as picas d’aço do mestre de obras”.

A verdade é que gente com parafilias e outras anomalias sexuais não têm direitos diferentes, nem mais direitos, do que o comum dos mortais. O artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi assim subvertido e pervertido pelo fanchono O’Flaherty, negando precisamente a universalidade dos direitos humanos que o artigo 1 pretendia afirmar.

O ex-padre gay Michael O’Flaherty é apontado pela Comissão Europeia como o próximo director da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais (European Union Agency for Fundamental Rights).

Sexta-feira, 19 Junho 2015

O FaceBook e a agenda política gayzista

 

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