perspectivas

Segunda-feira, 6 Julho 2015

A propaganda gayzista: a conquista do poder político através da emoção e da irracionalidade

 

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Fonte (via).

Quarta-feira, 1 Julho 2015

A intolerância dos gays

Filed under: Geral — O. Braga @ 6:28 pm
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« A street preacher was repeatedly punched in the head and kicked by two men at Seattle’s Pridefest this past Sunday – and the entire confrontation was caught on camera.

In disturbing video footage uploaded on Youtube and reported by Seattle’s KOMO news, two Christian street preachers can be seen standing on a grassy area. One of the preachers holds a sign that says “Jesus saves and heals,” and “Repent or else,” while the other holds a Bible. »

Seattle gay pride participants viciously beat Christian street preacher (vídeo)

Isto só agora começou. Em breve os gayzistas irão ter protecção do Estado, da mesma forma que os camisas castanhas foram protegidos pelo Estado nazi.

 

Quinta-feira, 25 Junho 2015

¿Quem organizou os “direitos dos gays” na União Europeia?

 

O irlandês Michael O’Flaherty estudou filosofia e teologia no Vaticano, e foi ordenado Padre católico em 1980.
Não se sabe se ele já tomava no cu antes de ser Padre ou se passou a tomar no cu em função do sacerdócio na Igreja Católica do Vaticano II. O que é certo é que, a partir de 1992, resolveu passar a tomar no cu às claras e deixou de ser padre.

Em 2006, o ex-padre Michael O’Flaherty organizou um campeonato de cu aberto em um hotel da cidade indonésia de Yogyakarta, e aproveitou o ensejo para escrever ele próprio aquilo que a se chamam hoje os “Princípios de Yogyakarta”. Foi ele o mentor da falácia dos “direitos dos gays”, que funciona assim:

1/

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”

Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1.

Foi a partir deste artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que O’Flaherty estabeleceu a falácia dos “direitos dos gays”.

O que o artigo defende é perfeitamente consensual; ninguém tem dúvidas da sua validade. Este artigo aplica-se a toda a gente, incluindo, por exemplo, a pedófilos, violadores sexuais, consumidores de heroína, neonazis, terroristas da Al-Qaeda, fanchonos, políticos portugueses, Mário Soares, etc..

2/

“Os gays têm direitos humanos” → “os direitos dos gays são direitos humanos”

michaeloflahertyA partir do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o teólogo O’Flaherty extrapolou falaciosamente para os “direitos dos gays”: partindo da proposição segundo a qual “os gays têm direitos humanos”, os “Princípios de Yogyakarta” do ex-padre O’Flaherty pervertem este princípio e estabelecem que “os direitos dos gays são direitos humanos”.

O raciocínio é non sequitur. Seria a mesma coisa se confundíssemos o rei “Nabucodonosor” com “Nabonocudosor”; ou se confundíssemos “as obras de arte do mestre Picasso” com “as picas d’aço do mestre de obras”.

A verdade é que gente com parafilias e outras anomalias sexuais não têm direitos diferentes, nem mais direitos, do que o comum dos mortais. O artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi assim subvertido e pervertido pelo fanchono O’Flaherty, negando precisamente a universalidade dos direitos humanos que o artigo 1 pretendia afirmar.

O ex-padre gay Michael O’Flaherty é apontado pela Comissão Europeia como o próximo director da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais (European Union Agency for Fundamental Rights).

Sexta-feira, 19 Junho 2015

O FaceBook e a agenda política gayzista

 

Facebook-OC

Quinta-feira, 28 Maio 2015

O Observador e o problema intelectual da “cagadeira de género”

 

Eu já me referi à fraca qualidade intelectual dos colaboradores do Observador, salvo honrosas excepções. Eis um exemplo do que eu quis dizer (ver ficheiro PDF). Perante o absurdo (via), é muito difícil fazer uma análise; mas vamos começar por esta notícia:

“The speed with which the transgender agenda is moving may end up making the same-sex marriage debate look slow and deliberative by comparison. And now Scholastic, the children’s publisher that specializes in distributing and selling books through schools, is poised to bring the issue to a middle school classroom near you. The medium is George, the story of an eight year old boy named George who desperately wants to be considered a girl.”

Scholastic Publishing Novel on Transgender Eight-Year-Old By Self-Described ‘Fat Queer Activist’

Começam a aparecer livros para educar “crianças transgéneros” de 6, 7 ou 8 anos de idade.

Esta ideia vem da Revolução Francesa (Helvetius, Condorcet) segundo a qual o ser humano pode ser totalmente formatado através da educação. O determinismo congénito em relação ao ser humano (“o gay já nasce assim”) é apenas uma ferramenta de luta ideológica, porque o lóbi político gayzista sabe perfeitamente que “o gay não nasce assim”. Pelo contrário, na sequência dos ideólogos da Revolução Francesa, o ser humano é visto como uma “tábua rasa que não nasce assim”, e o tipo de educação determina totalmente o seu futuro. A premissa é behaviourista (ver behaviourismo): o ser humano pode ser adestrado como qualquer animal.

out of the closetJames Mill seguiu à risca a ideia de Helvetius na educação do seu filho Stuart Mill; e no fim da sua vida, Stuart Mill escreveu que o seu pai estava errado: a educação é apenas um dos muitos factores que orientam o ser humano, por um lado, e por outro lado não é possível através da educação erradicar os fundamentos da Natureza Humana.

Se não há diferença intelectual entre sanidade e insanidade, então o lunático que julga ser um ovo escalfado deve ser criticado por estar em minoria ou por o governo não concordar com ele.

Ou seja, criticar o lunático que julga ser um ovo escalfado torna-se ilegítimo, porque, em princípio, não se deve criticar as minorias, sejam quais forem. Isto resume o tipo de raciocínio dessa gente.

Mas se lhe acrescentarmos a ideia revolucionária de que a educação é tudo o que define o ser humano, forma-se a ideia segundo a qual educar alguém para pensar que é um ovo escalfado é absolutamente legítimo e são. Mas existe aqui um problema: não é possível afirmar que o lunático que pensa que é um ovo escalfado é saudável sem definir, em contraposição, o conceito de “insanidade” — porque sem uma diferença entre sanidade e insanidade, ninguém sabe o que é uma coisa e/ou outra.

“Kathleen Taylor, a neurologist at Oxford University, said that recent developments suggest that we will soon be able to treat religious fundamentalism and other forms of ideological beliefs potentially harmful to society as a form of mental illness.”

Religious fundamentalism could soon be treated as mental illness

A solução para o problema da diferença intelectual entre sanidade e insanidade, é considerar que o fundamentalismo religioso é uma doença mental.

Naturalmente que haveria que definir “fundamentalismo religioso”, mas o que se pretende é precisamente fugir a qualquer definição — porque uma das características dos ideólogos românticos que congeminaram a Revolução Francesa (por exemplo, Helvetius, Condorcet, Rousseau) é o horror às definições; tudo o que for racional é rejeitado pelo romantismo revolucionário que coloca a volição (a vontade) acima de qualquer outro atributo humano.

Portanto, “fundamentalista religiosa” pode ser aquela velha beata que vai à missa todos os dias; ela passará a ser uma doente mental. Ou pode ser um qualquer católico. Se se evita uma definição de “fundamentalismo religioso”, qualquer pessoa religiosa cai na categoria de “fundamentalista religiosa”.

Em contraponto, o fanchono que frequenta diariamente uma sauna gay é considerado absolutamente saudável em nome do “amor ao pecado” (porque é pecado não amar o pecado), assim como é saudável educar as crianças com livros que contam a estória de um menino de oito anos que é transgénero. Ser um lunático que pensa ser um ovo escalfado é saudável, e quem, como eu, faz análises racionais e preocupa-se com definições passa a ser “doente mental”.

A racionalidade passa ser “racionalmente” entendida como doença mental. Só se salva o ovo escalfado.

Para o lóbi político gayzista — e para a elite política em geral, que se aproveita de uma nova tendência política totalitária — não se trata constatar diferenças entre seres humanos, porque é evidente que eu sou diferente do meu vizinho. Do que se trata é de afirmar o direito à diferença!, que é outra coisa, bem diferente.

O conceito de “direito à diferença” refuta-se a si mesmo — porque se os direitos do Homem fundamentam-se no princípio da igualdade natural de todos os seres humanos, o “direito à diferença” é a negação dessa igualdade natural fundamental. Enquanto que os românticos da Revolução Francesa apoiaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o novo tipo de romantismo politicamente correcto refuta-os em nome do “direito à diferença”.

Além de ser contraditória em termos, o conceito de “direito à diferença” é radicalmente nocivo à sociedade, na medida em que a reivindicação de direitos especiais e exclusivistas de determinados grupos sociais — por exemplo, o feminismo, ou o homossexualismo —, pode conduzir a um retrocesso do princípio de igualdade natural, não só entre os dois sexos mas também entre os seres humanos em geral.

O “direito à diferença” é um absurdo e um perigo iminente de retorno à barbárie. É é a barbárie do lunático que pensa que é um ovo escalfado que as elites políticas procuram, pensando que assim podem controlar melhor a sociedade. É um novo modelo de totalitarismo que surge.

Terça-feira, 26 Maio 2015

Ou concordas com os fanchonos e fufas, ou fechas o teu negócio

 

¿Faz algum sentido que um casal de noivos católicos devolva as alianças que comprou para o seu casamento religioso, só porque soube posteriormente que as alianças foram feitas por um joalheiro homossexual que até é activista da ILGA? Sinceramente, não acredito que isso acontecesse, porque o que estava em causa era a compra de alianças, e não quem as fez.

Por exemplo, seria irracional que um católico se recusasse a comer em um restaurante só porque o cozinheiro fosse gay; mas a racionalidade só se aplica a quem não é gay: os gays têm todo o direito reconhecido, política- e publicamente, de serem irracionais.

(more…)

Quinta-feira, 21 Maio 2015

A tolerância gay

 

Um grupo de energúmenos gays — passo a redundância — ataca uma manifestação a favor do casamento na Irlanda, e envia uma menina de 10 anos para o hospital. São estes os tolerantes.

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Quinta-feira, 26 Março 2015

O ableísmo homossexual

 

A melhor definição de “ableism” pode ser encontrada aqui:

«

“Ableism” é a ideia de que palavras comuns, usadas todos os dias, devem ser consideradas ofensivas em relação a certas pessoas com determinadas incapacidades e/ou anomalias.

Por exemplo:

Dizer “maluco” é “ableism”, e é ofensivo em relação a pessoas malucas.

Dizer “mudo” é “ableism”, e é ofensivo em relação a pessoas mudas.

Dizer “caminhar” é “ableism”, e é ofensivo a pessoas em cadeiras de rodas.

Dizer “invertido” é “ableism”, e é ofensivo para os gays”.

»


“Ableism” não é exactamente a mesma coisa que “capacitismo”, pelo menos no sentido dado aqui. O ableism não se aplica somente a pessoas com incapacidades físicas: também se aplica a qualquer tipo de característica, seja psicológica ou física, que afaste um determinado indivíduo da normalidade (qualquer que seja) constatada por uma curva de gauss. Se Albert Einstein vivesse hoje, poderia eventualmente acusar a sociedade de “ableism” por “tornar invisíveis” as pessoas com uma inteligência superior à média.

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À falta de melhor, e dado que “capacitismo” não é a mesma coisa que “ableism”, vamos importar o neologismo “ableísmo”.

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O ableísmo impõe a ideia segundo a qual a sociedade é sempre culpada pela situação do indivíduo que, em qualquer aspecto da sua identidade (ou falta dela), se afaste da normalidade necessariamente imposta pela curva de gauss. O ableísmo pretende impôr à sociedade a ideia de que não existe qualquer tipo de normalidade, que o indivíduo é incategorizável, não existem categorias que classifiquem o ser humano, e portanto o pensamento racional e a ciência são também formas de ableísmo.

Por outro lado, o ableísmo projecta para a sociedade a culpa do comportamento pouco saudável de um indivíduo. Por exemplo, se um gay tem um cancro anal ou apanhou a SIDA, sente-se pouco à vontade em falar do seu problema e, por isso, ele diz que a sociedade o tornou invisível e que é vítima de ableísmo. A culpa é sempre da sociedade e nunca da putativa vítima de ableísmo.

Como é normal num blogue politicamente correcto como é o Jugular, os homossexuais são, alegadamente, “tornados invisíveis pela sociedade”, o que (alegadamente) constitui uma forma de ableísmo em relação aos homossexuais.

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O que torna o ableísmo insuportável é que inibe qualquer discurso: qualquer palavra proferida pode ser tida subjectivamente como uma forma de ableísmo. A vítima de ableísmo vive, como é óbvio, da sua subjectividade, e por isso qualquer interpretação subjectiva do homossexual pode ser uma forma de ableísmo. Ou seja, o próprio ableísmo impõe as barreiras ao discurso e à comunicação de que se queixa que não existem.

Por exemplo, se um médico se dirige a um homossexual de uma forma que este considere subjectivamente “paternalista”, o gay queixa-se de ableísmo. Ou se o médico diz ao gay que não convém ter muitos parceiros sexuais, automaticamente isso é interpretado como uma forma de ableísmo. No limite, não há nada que se possa dizer a um gay que não possa ser interpretado por ele como ableísmo.

Tornando o discurso impossível através da subjectivização das posições do homossexual, o movimento político gayzista consegue aquilo que pretende: a supremacia real da condição homossexual em relação ao comum dos mortais.

Sob a forma de vitimização ableísta, o comportamento gay (qualquer que seja) passa a ser inatacável, por um lado, e por outro lado a sociedade é sempre responsável pelas consequências objectivas de tal comportamento.

É evidente que não se procura a “igualdade”: em vez disso, procura-se uma superioridade ontológica do homossexual, na medida em que qualquer discurso ou debate são coarctados à partida, e é a subjectividade do homossexual que dita as regras do jogo. Não se procura a aceitação do homossexual: procura-se a sua celebração cultural como casta superior.

Sábado, 17 Janeiro 2015

Escolas para meninos gays, para se lhes limpar o rabo

 

Um lóbi político gayzista inglês que dá pelo nome de LGBT Youth North West vai abrir em Manchester uma escola primária para “meninos gays”. O Estado financia cada “menino gay” com 21 mil Euros por ânus, perdão, por ano.

Parte-se do princípio de que um menino de 6 ou 7 anos já é gay…!

É claro que os professores dos meninos serão gays, para lhes irem ensinando a “arte” — um pouco como o Padre Frederico (o tal que fugiu para o Brasil): ele tinha dois Renault Clio: um que Clió cu e o outro Clió missal.

Pensando bem, nem acho mal que criem escolas para gays; pelo contrário, deveriam construir cidades inteiras.

Sexta-feira, 24 Outubro 2014

A ILGA Portugal, os me®dia, e a destruição linguagem

 

ilga filhos de gays

Repare-se na linguagem: “Portugal ainda não protege filhos de casais homossexuais”. Parece que os “casais” homossexuais dão filhos.

Um gay adopta uma criança, por exemplo, e automaticamente a criança passa a ser “filha” de outro gay com quem ele vive. Através da destruição da linguagem e do senso-comum, pretende-se a destruição da família natural.

Se um homem tem uma filha, essa filha tem uma mãe. E se uma mulher tem um filho, esse filho tem um pai. Mas o politicamente correcto elimina, da cultura, a noção de maternidade e de paternidade naturais. E os me®dia aplaudem. E depois temos toda a gente a dizer que existe uma crise de natalidade em Portugal.

Se um homem tem uma filha de uma mulher e depois casa-se com outra mulher, ninguém diz que a filha é da segunda mulher do referido homem. Mas se um gay tem um filho de uma mulher e depois “casa-se” com um outro gay, os me®dia e o politicamente correcto dizem que o filho é também do outro gay com quem ele vive. Os gays passam a parir pelo cu.

fascista familiar

Segunda-feira, 13 Outubro 2014

Um texto de uma feminista inteligente

 

Nem tudo está perdido: ainda há mulheres inteligentes:

“The “unfit mother” trope is very important, because it helps justify taking women’s children, eggs, or the use of their uteri. Darnelle is right. Many families headed by gay male couples are built upon exploitation of women. Practically speaking, Scott Rose and his compatriots have formed a men’s rights group that seeks to use women as breeders. These egg donors and surrogate mothers supply infants for a bustling market full of same-sex couples, for whom reproduction is naturally and biologically impossible.

In the name of equality, groups such as GLAAD (which employs Jeremy Hooper as a consultant) have pushed through gender identity laws that have legally erased women. The term “woman” now legally can refer to the way that a man chooses to identify himself. Once women have been erased legally as a group and as individuals, it is not hard to erase “mothers.” This lends support to the practice of using one woman’s eggs and another woman’s womb to supply children for gay male couples, obscuring the concept of motherhood and making it seem dispensable.”

Ruthless misogyny

Quinta-feira, 21 Agosto 2014

¿O que é o homofascismo?

 

Saiba a resposta: → 300 Articles You Have to Read to Understand What Is Meant by the Term “Homofascism”

homofascism

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