perspectivas

Segunda-feira, 10 Setembro 2018

A Esquerda aliou-se aos mais ricos do mundo para destruir os povos da Europa

 

Renate Künast, do partido “Os Verdes” da Alemanha, e que foi Ministra do Consumo de um governo de Angela Merkel, escreveu o seguinte no Twitter:

“O europeu moderno é o que é por causa dos velhos europeus se misturarem com o povos modernos que vêm de África”.

Reparem que os “velhos europeus” são os brancos alemães; e os “povos modernos” são os pretos imigrantes (tentativa de imposição de uma deriva do sofisma ad Novitatem na cultura antropológica): os europeus são “velhos”; e os “modernos” são os pretos.

Isto é exactamente o que a Esquerda pensa, em toda a Europa, sem tirar nem pôr.

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Estamos a assistir, na Europa, a mais um genocídio massivo, desta vez por via da substituição compulsória da população europeia.

E, mais uma vez, o genocídio resulta de uma aliança entre o movimento revolucionário (a Esquerda), por um lado, e a plutocracia internacional globalista (os mais ricos do mundo), por outro lado.

Já vimos “filmes” parecidos com este, no passado recente — por exemplo: o movimento político eugenista teve origem nos meios académicos de Oxford e Cambridge em finais do século XIX, na sequência da afirmação da moda darwinista nos meios intelectuais (por exemplo, com Bernard Shaw, que defendeu o eugenismo); e, mais tarde, já no princípio do século XX, foi nos Estados Unidos que o eugenismo se afirmou com gente como Margaret Sanger e com o multimilionário John Ford, que serviram de inspiração ao regime nazi (o nazismo fez parte do movimento revolucionário do século XX, e por isso, pertenceu à Esquerda).

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Segunda-feira, 17 Setembro 2018

Steve Bannon dá um KO à jornalista chefe do jornal The Economist

 

Domingo, 16 Setembro 2018

¿Qual é a semelhança entre a Theresa May e a Assunção Cristas?

 

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Sábado, 15 Setembro 2018

A complexidade do pensamento do João César das Neves acerca de Donald Trump

 

Os “intelectuais” portugueses são a prova provada daquilo a que Olavo de Carvalho chamou de “imbecil colectivo” — por exemplo, quando vemos o João César das Neves a perguntar ¿quem é Donald Trump?

dating-a-nazi-webAntes de ser eleito presidente dos Estados Unidos, Donald Trump era uma figura pública muito estimada no seu país — e a tal ponto que o próprio Obama afirmou (há anos) que “Donald Trump é o exemplo do sonho americano”. Mas o burrinho João César das Neves questiona-se sobre quem é Donald Trump

Depois, o burro tergiversa sobre o conceito de “totalitarismo”, escrevendo asneiras à boleia de Hannah Arendt. Meu caro João: a Hannah Arendt não tem culpa de você ser burro!

O burrinho (mas com alvará de inteligente!) escreve que Putin é um “tirano orgânico” — mas a Angela Merkel é (seguramente) democrata: ela foi eleita quatro vezes seguidas, e ele também; mas ele é “tirano orgânico”, e ela é democrata.

É assim que a merda dos intelectuais que temos interpretam a realidade (a começar pelo José Pacheco Pereira, que comanda o imbecil colectivo). Quando convém aos intelectualóides de urinol da nossa praça, a democracia é tirania ou vice-versa.

O problema do João César das Neves — assim como o de toda a classe política portuguesa, com excepção, talvez, do Partido Comunista — é o alinhamento com a plutocracia globalista: quem não alinha com o globalismo dos mais ricos do mundo, ou é chanfrado ou é nazi. E como Donald Trump desafia o globalismo, ou é chanfrado ou é uma espécie de nazi. O pensamento do João César das Neves acerca do Donald Trump resume-se a isto.

Sexta-feira, 14 Setembro 2018

A aliança entre o neomarxismo gramsciano e a plutocracia globalista, espelhada no Vaticano

 

Vivemos (actualmente) num mundo muito estranho, em que, por exemplo (e entre muitos outros), Sergey Brin, um dos fundadores da Google e bilionário com uma fortuna avaliada em cerca de 50 mil milhões de Euros, parece defender o socialismo que a Catarina Martins (Bloco de Esquerda) também defende. Pelo menos, Sergey Brin e Catarina Martins estão de acordo em uma coisa: com o princípio trotskista do internacionalismo militante que conduz à abolição de fronteiras.

Ou seja, entre o Bloco de Esquerda e a plutocracia globalista, existem objectivos políticos em comum.

O conceito de “sinificação” é exactamente a construção política de um novo tipo de fascismo, em que o poder político é estritamente controlado por uma elite plutocrata que concessiona (trata-se de uma partilha de poder tacitamente acordada) a gestão da política totalitária à Esquerda neomarxista local — como acontece, por exemplo, na China; e daí o nome “sinificação”: é a extensão e adaptação do sistema político chinês às diversas regiões do mundo.

A União Europeia é um exemplo de “sinificação”: os plutocratas globalistas (por exemplo, Sergey Brin ou George Soros, entre muitos outros, ou instituições globalistas como por exemplo a Goldman Sachs) controlam a construção paulatina e sistemática de um sistema político que começa por ser não-democrático (o poder político na União Europeia não é eleito), mas que se encontra já em um processo de construção acelerada de um leviatão totalitário e achinesado.

Na Europa, a abertura de fronteiras está ligada ao projecto gramsciano de destruição da cultura cristã ou daquilo que ainda resta dela, que se alia ao projecto plutocrata de sistemática procura de mão-de-obra barata.

Para a marxista Catarina Martins, é essencial a destruição da cultura antropológica fundada no Cristianismo (seguindo o cânone de Gramsci); e para o globalista e plutocrata Sergey Brin, é essencial o suprimento constante de mão-de-obra escrava ou muito barata. Les bons esprits se rencontrent…

E é assim que o Brin e a Catarina estão de acordo com a abolição de fronteiras que tem levado à islamização (e latrinização) de muitos países europeus, por um lado, e por outro lado à diabolização de quem se opõe a uma política latrinária de fronteiras abertas e de corrupção da cultura autóctone (por exemplo, Matteo Salvini, Viktor Órban).

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Neste contexto, vemos a diferença entre as posições do papa Chicozinho, por um lado, e as de Sua Eminência o Dalai-lama, por outro lado.

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Quinta-feira, 6 Setembro 2018

Os palhaços do Rerum Natura, “donos da ciência”, voltam à carga !

 

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico é, como está explícito, uma teoria.

Em epistemologia, uma teoria deriva, por indução, de dados experimentais; mas isto não significa que não existam outros dados experimentais que contradigam e coloquem em causa a referida teoria…!

Segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

Mas para os idiotas e palhaços do Rerum Natura, em ciência existem indicadores infalíveis para a verdade. Ou seja, a palhaçada no Rerum Natura funciona à base de dogmas. E quem não segue um determinado dogma politicamente correcto, é “negacionista”.

Quando uma das principais luminárias da Universidade de Coimbra é o Carlos Fiolhais, não admira que a referida universidade tenha deixado a lista das melhores 500 universidades do mundo. E, a continuar assim, mais vale fechar a tasca.


O palhaço David Marçal fala em “consenso” científico em torno da ideia da “origem humana” das “alterações climáticas”. E é baseado nesse tal “consenso” que o palhaço pretende proibir — porque a ideia é essa: proibir! Se ele pudesse, proibia !— a realização de uma conferência no Porto que sugere outros caminhos e outras metodologias para a análise do problema climático.

O Carlos Fiolhais e o David Marçal pretendem impôr um discurso ex-cátedra; ou seja, pretendem impôr uma autoridade de direito  em nome da “ciência” — e, desde logo, o David Marçal incorre na falácia Ad Verecundiam: ele não é cientificamente qualificado para impôr paradigmas na matéria em discussão. A opinião dele não passa disso mesmo: opinião.

Um eventual “consenso científico”, a existir, não é garantia de verdade científica, e muito menos de certeza. Os palhaços do Rerum Natura são intelectualmente desonestos.

Dou um exemplo.

Lorentz elaborou uma teoria segundo a qual todos os corpos na Terra se submetem a uma contracção momentânea na direcção do movimento de rotação da Terra através do “éter circundante” (a teoria da contracção, de Lorentz). Ficou assim “explicado” o resultado da experiência Michelson-Morley, que mostrou que a velocidade a que a luz se desloca é a mesma em todas as direcções na superfície terrestre: esta experiência era inconsistente com a teoria do éter, segundo a qual a velocidade a que a luz se desloca deveria ser mais baixa na direcção do movimento da Terra através do éter, do que numa direcção perpendicular a este movimento.

A teoria da contracção de Lorentz estabeleceu a concordância entre a teoria e a experimentação; e, naquela época, também existiu um “consenso científico” que validou a teoria de Lorentz. Mas a teoria de Lorentz estava errada!.

Invocar o “consenso científico” para calar opiniões divergentes, ou mesmo impedir métodos diferenciados de investigação, só pode vir de palhaços que se consideram os “donos da ciência”.

Palhaços!

A defesa esquerdista da imigração islâmica é um instrumento de acção política totalitária

Filed under: cultura,cultura antropológica,Esquerda,esquerdalho,totalitarismo — O. Braga @ 6:09 pm

 

¿Quem é que defende a imigração livre de muçulmanos? Resposta: a Esquerda.

¿Quem é que defende a criminalização da misoginia, que é uma das características da cultura islâmica? A Esquerda.

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Aparentemente, quando defende a livre imigração de muçulmanos, a Esquerda não sabe que a cultura islâmica é radicalmente misógina — porque, de outra forma, não se compreende que a Esquerda defenda a entrada em massa de um tipo de população cuja cultura vai contra os princípios elementares defendidos pela própria Esquerda.

Mas não se trata de ignorância, por parte da Esquerda. Esta contradição esquerdista é intencional; a Esquerda entra em contradição propositadamente. A contradição e a incoerência fazem parte da estratégia política da Esquerda (estimulação contraditória).

O ideário político da Esquerda é totalitário por sua própria natureza; os seus princípios mergulham no conceito de Razão de Estado e do Absolutismo régio, por um lado, e, por outro lado, no princípio espartano de “Vontade Geral” de Rousseau.

Qualquer indivíduo que se diga de Esquerda defende (implícita- ou explicitamente) a ideia da construção de um sistema político e social totalitário — mesmo que o libertarismo circunstancial que ele defenda não passe de um meio e de uma forma de desregulamentação (por assim dizer) e de desmantelamento de uma determinada cultura antropológica.

O esquerdista vive fascinado pelo totalitarismo; e acredita que ele próprio foi escolhido (pelo destino) para pertencer à classe social ou elite que conduzirá a sociedade à sua própria salvação sob um indispensável sistema totalitário. Trata-se de uma crença soteriológica que transforma o sentimento de inferioridade endógeno do esquerdista em um complexo de superioridade.

Para conseguir impôr (paulatina- e progressivamente) o ideário totalitário na cultura antropológica, o ideólogo esquerdista necessita de reduzir toda a realidade social e cultural ao Direito Positivo (todas as normas têm que ser traduzidas em leis positivas, fazendo desaparecer as leis não-escritas que compõem a moral, e obnubilar os valores da ética vigente), por um lado; e por outro lado, o esquerdista necessita que os factos passem a ditar a construção do Direito Positivo (que é uma forma de se poder escolher discricionariamente os factos que se mostrem mais relevantes para a construção dessa sociedade totalitária, através da tentativa de legitimação do conceito político falacioso de “Vontade Geral“).

Ou seja, para o esquerdista, os factos fazem o Direito Positivo — excepto aqueles factos que não interessam para a construção do totalitarismo que defendem.

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O exemplo de uma práxis esquerdista deste tipo é protagonizado pela Isabel Moreira (que está no Partido Socialista como poderia estar no Bloco de Esquerda). O aparente “libertarismo” da Isabel Moreira é circunstancial, e existe apenas como um instrumento político de desregulamentação e desmantelamento de um status quo social e cultural: o libertarismo do esquerdista produz a “terra queimada” social e cultural, sobre a qual se construirá a futura sociedade totalitária.

Quando a Esquerda defende a entrada massiva de muçulmanos, por um lado, e por outro lado defende a criminalização da misoginia, o que a Esquerda pretende é impôr, na cultura antropológica, a aceitação unânime do princípio totalitário da Absolutização do Direito Positivo (redução da cultura antropológica e da moral, ao Direito Positivo) — que é o princípio segundo o qual os valores da ética, e a própria moral, desaparecem da cultura antropológica para serem substituídos pela normalização elitista e totalitária imposta através do Direito Positivo.

Ou seja, a defesa esquerdista da imigração islâmica é apenas um instrumento de acção política totalitária.

Comparado com isto, o Bloco de Esquerda é de direita

 

A Esquerda americana pretende descriminalizar o tráfico de drogas (duras e leves) e descriminalizar o roubo em estabelecimentos comerciais (por exemplo, uma pessoa rouba num supermercado e depois não lhe acontece nada).

 

Terça-feira, 4 Setembro 2018

O palhaço David Marçal e a pseudo-ciência do Aquecimento Global Antropogénico

 

O blogue Rerum Natura tem dois palhaços residentes: o Carlos Fiolhais e o David Marçal. Ambos falam de “ciência” com autoridade de direito; e quem se atreve a contradizê-los pratica “pseudo-ciência”.
O David Marçal faz a distinção entre “negacionismo” (do Aquecimento Global Antropogénico), por um lado, e “cepticismo”, por outro lado — como se um céptico não fosse um “negacionista” por sua própria natureza…!
Ora, o cepticismo em relação a uma teoria é sempre uma forma de negacionismo; o céptico nega sempre, e muitas vezes até face a inferências consideradas válidas.

Mas os palhaços do Rerum Natura já não falam em “Aquecimento Global Antropogénico”: a palhaçada mudou, e agora falam de “mudanças climáticas” (como se o clima nunca tivesse mudado!, ao longo de milhares de milhões de anos…). Cambada de idiotas! E dizem eles que “fazem ciência”!

A principal estratégia do David Marçal é a utilização recorrente do ad Hominem: por exemplo, para demonstrar que Fulano não tem razão e pratica pseudo-ciência, o Marçal diz (por exemplo) que Fulano é supersticioso porque vai à missa de Domingo. Fica assim “provado” que Fulano não tem razão com a sua teoria e que adopta a pseudo-ciência.

Os palhaços do Rerum Natura fazem lembrar os inquisidores da Idade Média; quem não concorda com o politicamente correcto globalista (sob a batuta política de George Soros e outros muitos plutocratas globalistas) é imediatamente apodado de “herege”; quem tem uma teoria diferente é condenado à fogueira da censura me®diática. Essa gente mete nojo aos cães…!

Segunda-feira, 3 Setembro 2018

A filha-da-putice da Raquel Varela

 

Depois de a Esquerda anti-capitalista (P.T.), e do Foro de S. Paulo, ter governado o Brasil durante 13 anos consecutivos (desde 2003 até Agosto de 2016); e em que o património cultural, financeiro e económico do Brasil foi sendo paulatinamente delapidado pelos revolucionários esquerdistas no Poder — a comunista, petista e chavista Raquel Varela vem dizer (a propósito do incêndio do museu no Rio de Janeiro) que a culpa do incêndio foi do “capitalismo sem oposição”.

Isto já não é descaramento: é mesmo filha-da-putice!

O Anselmo Borges, e a religião do onanismo sentimental da sociedade efeminizada

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica — O. Braga @ 10:01 am

 

Para o Anselmo Borges, o apelo à emoção é uma componente da mística religiosa. Em uma sociedade efeminizada (onde o feminino passou alegadamente a ter a maior influência possível), o apelo à emoção é uma tremenda arma política. Os ideólogos da laia do Anselmo Borges apelam à emoção mas de uma forma fria e cerebral, tendo em vista recolher dividendos políticos.

Este texto do Anselmo Borges revela de facto a identificação da mística com (o apelo à) a emoção, por um lado, e por outro lado identifica a ética com a mística.

Porém, a verdade é que uma ética que perde a sua rigidez heteronómica redunda sempre em onanismo sentimental — que é exactamente o que os ideólogos da estirpe do Anselmo Borges pretendem: transformar a ética num choradinho promovido por mulheres e controlado cultural- e politicamente por homens ditos “feministas” ou realmente efeminados. É esta a estratégia política do neomarxismo que impregnou a Igreja Católica.

O Anselmo Borges é um personagem extremamente perigoso, porque faz da ambiguidade uma estratégia retórica, e da ambivalência uma arma persuasiva. E procede assim com o à-vontade e bonomia que causariam inveja ao sofista Protágoras.

Quando reduz a religião à política, o Anselmo Borges reduz a religião à imanência — nomeadamente quando escreve:

“A mística Santa Teresa de Ávila também dizia que Deus anda na cozinha no meio das panelas. Para sublinhar que quem julga encontrar Deus fora do mundo lida apenas com as suas ilusões”.

Reparem na sugestão sub-reptícia : “quem pensa que Deus está fora do mundo anda enganado, ou seja, só e apenas no mundo podemos encontrar Deus”.

Ora, não seria certamente a intenção de Teresa de Ávila dar a interpretação imanente do Anselmo Borges. Não é por Deus estar no mundo que Ele se confina ao mundo, como sugere sub-repticiamente o Anselmo Borges.

Imanência pura, ou uma forma de ateísmo panteísta à moda de Espinosa. É é a partir da pura imanência que o Anselmo Borges constrói o seu (dele) conceito de “misticismo”, à semelhança dos monismos religiosos, o que revela de facto uma forte influência da Nova Teologia.

Sábado, 1 Setembro 2018

A política nos me®dia

Filed under: comunicação social,Maçonaria,me®dia,merdia,Política — O. Braga @ 11:39 am

 

tv_propaganda-web« O que há nas nossas (salvo seja) televisões não é política. É propaganda do “sistema”, tão solícita que envergonharia o “sistema” caso este tivesse pingo de vergonha.

É prestação de serviços, disfarçada de “objectividade”, às espectaculares figuras que mandam nisto. É um interminável rol de “comentadores” indignos de comentário.

É o descaramento dos “debates” desprovidos de contraponto ou decoro.

Às vezes, arrisca-se breve incursão por temas “internacionais”, espaço reservado à condenação do sr. Trump e das “mudanças climáticas”, fora outros desabafos assim profundos.

Para escrever sobre política, meus caros, é vital ignorar aquilo que as televisões vendem no lugar da política: uma feira de horrores sem o bálsamo do cuspidor de fogo ou, se não incluirmos certas activistas, da mulher barbuda.»

O fim da televisão (O Homem-a-dias)

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