perspectivas

Domingo, 21 Maio 2017

Como um deputado socialista escapou a trabalho comunitário e à prisão

Filed under: corrupção,Partido Socialista,Política,PS — O. Braga @ 6:48 pm

 

Um artigo de uma tal Sílvia Caneco foi apagado pela revista Visão. Mas ficou o CACHE. Ó Sílvia!: C’um caneco! Também guardei o CACHE em ficheiro PDF, para memória futura.

Como um deputado escapou a trabalho comunitário

“Deputado do PS foi condenado a trabalho comunitário por conduzir embriagado, mas faltou às sessões. Salvou-se de ir preso com a ajuda de um membro da sua comissão política”.

deputado-escapa-a-justiça

Este papa Chico está a criar confusão na Igreja Católica.

 

A confusão, em si mesma, não é necessariamente má quando se sabe que se trilha um caminho positivo; o problema é que ninguém tem um vislumbre de certeza — nem mesmo o Chico — de que o caminho escolhido pela actual elite clerical católica é o melhor caminho.

Por isso é que o Chico ataca descaradamente os cardeais que manifestaram dúvidas em relação à encíclica papal “A Alegria do Adultério”. Para o Chico, perguntar é ofensa; “os quatro cardeais perguntaram e ofenderam, e dividiram a Igreja Católica”. Não foi o Chico que dividiu a Igreja Católica: foram os 4 cardeais.

A justificação melíflua do Chico para atacar os 4 cardeais que fazem perguntas é a seguinte: os cardeais transformam a doutrina  (da Igreja Católica) em ideologia  (política) — que é exactamente que o Chico e os seus apaniguados fazem!: misturar a religião e a política. O Chico cabrão acusa os outros de fazerem aquilo que ele próprio faz.


Eu já começo a reparar alterações na liturgia da missa.

Por exemplo, o Padre aqui da freguesia já começou a entrar em diálogo com os participantes na missa que se transforma em uma espécie de “brainstorming” de analfabetos funcionais. E depois, o Padre mete os pés pelas mãos nos “diálogos com os crentes”, como aconteceu hoje em plena homilia na missa, por exemplo, quando, em resposta a uma pergunta de um participante na missa, tentou explicar “racionalmente” “o que é o Espírito Santo”. 1 

A hierarquia da Igreja Católica portuguesa — o Bispo do Porto, nomeadamente —, em vez de implementar as modernices que transformam a Eucaristia em uma “pseudo-sessão de reflexão colectiva New Age”, deveria ensinar, por exemplo, os sacerdotes a explicar simbolicamente o que é a Santíssima Trindade, tal como explicou Santo Agostinho há dois mil anos nas “Confessiones”: a realidade humana também é trinitária: nós somos, nós amamos, nós conhecemos.

Nós experimentamo-nos a nós próprios e ao mundo na perspectiva da primeira pessoa (eu sou), na perspectiva da segunda pessoa (eu amo um tu) e na perspectiva da terceira pessoa (eu conheço um ele, uma ela, uma coisa). Eu encontro-me no mundo como um eu, encontro o tu de um outro ser humano, e tudo isto acontece dentro do espaço e do tempo, dentro das estruturas e coisas que são descritas com os pronomes ele e ela. O nosso mundo constrói-se a partir do eu, do tu e das coisas. O mundo aparece-nos nesta trindade: é sempre o mesmo mundo, mas eu tenho uma relação tríplice com ele.

As propriedades de Deus, que são determinantes para a minha existência no tempo e na eternidade, e pelas quais posso orientar a minha vida em confiança e segurança, revelam-se-me no contexto destas três categorias. É neste contexto que o cristão faz as experiências fundamentais sobre a essência interior de Deus, experiências essas que têm o poder de interpretar todas as outras experiências do mundo.

Bastaria ao Padre ter previamente lido Santo Agostinho para explicar simbolicamente ao povo o que é a Santíssima Trindade.

Mas os padres andam confusos com as modernices do Chico. Os padres já não sabem quem é Santo Agostinho: só sabem quem são os teólogos da moda, os supra-sumos do espírito do tempo, os novos fariseus como o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues.


Nota
1. Na Idade Média, os diálogos entre o Padre e os crentes também existiram, mas era sempre no fim da missa, antes de as pessoas abandonarem a igreja — e não em plena homilia!

Sábado, 20 Maio 2017

Estudo recente: o conceito de “pénis” é uma construção social

 

O Bloco de Esquerda e o Partido Socialista vão ficar exultantes!


“Abstract: Anatomical penises may exist, but as pre-operative transgendered women also have anatomical penises, the penis vis-à-vis maleness is an incoherent construct. We argue that the conceptual penis is better understood not as an anatomical organ but as a social construct isomorphic to performative toxic masculinity.

Through detailed post-structuralist discursive criticism and the example of climate change, this paper will challenge the prevailing and damaging social trope that penises are best understood as the male sexual organ and reassign it a more fitting role as a type of masculine performance.

1. Introduction

The androcentric scientific and meta-scientific evidence that the penis is the male reproductive organ is considered overwhelming and largely uncontroversial. It is true that nearly all male-gendered persons who were also male at birth have a genital organ that, among other purposes, carries the duct for the transfer of sperm during copulation. This organ is usually identified as the penis, and for many “males” it serves the role of their reproductive organ. There are, however, many examples of persons with penises who will not reproduce, including those who have sustained injury, are unable to coerce a mate, are uninterested in producing offspring, are medically infertile, or identify as asexual. While these examples may still constitute “males,” it is distinctly fallacious to identify their penises as reproductive organs. Furthermore, there are many women who have penises. These are specifically pre-operative transgendered women and chromosomal “males” who choose to identify as women without indicating a desire to transition (…).”

The conceptual penis as a social construct

Conforme se explica aqui, trata-se de uma paródia de dois professores universitários americanos.

 

A anti-igreja diz que houve “visões subjectivas” em Fátima, mas nada de aparições objectivas

 

Num cruzamento com semáforos, um automóvel embateu numa bicicleta. Instintivamente corri para o ciclista para saber se ele estava bem, e comecei a berrar com o automobilista. Foi então que alguém me disse que o ciclista tinha passado o sinal vermelho… ou seja, o meu instinto foi o de proteger o mais fraco (o ciclista), mas eu estava errado porque a culpa do acidente tinha sido do ciclista.

O que eu quero dizer é o seguinte: aconteceu um facto objectivo, mas eu interpretei esse acontecimento à minha maneira, interpretei esse facto conforme uma certa “inclinação” endógena e subjectiva. O facto de a minha interpretação ser subjectiva não retira ao acontecimento a sua objectividade — ou seja: não é por eu interpretar de uma certa forma subjectiva que o acidente deixou de ocorrer objectivamente.


relampago_vaticano_webUma situação análogaanalogia, mas não uma comparação ! — aconteceu com os três pastorinhos de Fátima em 1917: aconteceu “qualquer coisa” de objectivo, factual; e cada uma das crianças interpretou o fenómeno subjectivamente, dando lugar a pequenas discrepâncias na descrição do fenómeno.

E é baseando-se nessas pequenas diferenças subjectivas de relato devidas às interpretações, que a anti-igreja se encontra em um processo de colocar em causa a objectividade da aparição de Nossa Senhora de Fátima.

O Santo João Paulo II, antes de ser Papa e na década de 1970, já nos tinha prenunciado o aparecimento da anti-igreja, que é hoje representada pelo Chico Bergoglio e seus acólitos: em Portugal, temos por exemplo, a representação da anti-igreja em Anselmo Borges, o Bispo rabeta Carlos Azevedo, o Frei Bento Domingues, o Padre estalinista Mário Oliveira, entre outros. Les bons esprits se rencontrent…

A anti-igreja é indistinguível da ideologia secularista que obliterou a Lei Natural e os 10 mandamentos.

Quarta-feira, 17 Maio 2017

A classe política espanhola falsificou as estatísticas da violência doméstica

 

A classe política espanhola falsificou os números estatísticos para justificar uma “lei de violência de género” em que só a mulher é vítima.

“Y como la cifra real de víctimas no correspondía a ese esquema (había casi empate técnico de muertes masculinas y femeninas en el ámbito doméstico) se falsearon las cifras y se amañaron las estadísticas, eliminando las muertes de menores, ancianos y hombres, de suerte que apareciera únicamente la mujer.

Era preciso justificar que se iba a hacer una Ley de Violencia de Género y, sobre todo, era preciso justificar el maná de la Unión Europea del que se iban a beneficiar consejerías, expertos, psicólogos sociales, despachos de abogados y asociaciones feministas.”

A chave da vigarice da “lei de violência de género” é… 24 mil milhões de Euros!, para alimentar uma série de chulos e putas politicamente correctos que se abotoam com o dinheiro “dado” pela União Europeia.

Ley de Violencia de Género / Así falsearon PP y PSOE la cifra de mujeres maltratadas

A simbologia da “libertação” da mulher vale mais do que a vida de qualquer homem

 

An "extraordinary" Oxford University student who stabbed her ex-boyfriend in the leg may avoid jail as it would affect her career prospects, a judge has said.

Oxford student Lavinia Woodward ‘may avoid jail’ for knife attack

A estudante de medicina em Oxford, Lavinia Woodward, espetou uma faca da cozinha no seu namorado. O juiz inglês decidiu não lhe aplicar pena de prisão para não prejudicar os seus estudos de medicina.


Numa sociedade machista, como é a sociedade ocidental — machista, sexista, homofóbica, transfóbica, patriarcal, etc. —, temos que manifestar a nossa admiração por aquele juiz que, entre dois valores — uma faca espetada num homem, por um lado, e um curso superior de uma mulher, por outro lado —, escolheu o mais elevado, porque a ferida da facada acaba por sarar, ao passo que a interrupção do curso de medicina retiraria àquela mulher a hipótese de pertencer à futura elite da sociedade.

E mesmo que o namorado tivesse morrido em consequência da facada, ela não deveria ser presa, porque a simbologia da “libertação” da mulher vale mais do que a vida de qualquer homem.

Terça-feira, 16 Maio 2017

O que é moderno é melhor do que o antigo (diz implicitamente o Anselmo Borges)

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:33 am

 

Durante a guerra colonial, havia a chamada “psique” ou “acção psicológica”. De pouco nos valeu: de repente, um punhado de capitães — de mal com a vida — acabou com o esforço da propaganda.

O Anselmo Borges também anda em acção de propaganda, ou em “acção psicológica”; de nada lhe vai valer, porque a guerra dele é contra a Natureza Humana — não obstante o argumento falacioso ad Novitatem do “mundo moderno” (“O que é moderno lava mais branco!”).

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Segunda-feira, 15 Maio 2017

Ela deve estar c’o penso

 

Ela pensa que pensa, quando deve estar com o penso.


Pelo menos desde 1891, com a encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII, que a Igreja Católica faz uma crítica àquilo que se convencionou chamar de “capitalismo selvagem”, que se reduz ao darwinismo social que é aliás, a substância ideológica de um certo tipo de “libertarismo” que caracteriza, por exemplo, Nozick ou Ayn Rand.

Mas recuemos à Idade Média.

A Igreja Católica, ou instituições ligadas à Igreja Católica, fundaram em Itália de fins do século XV, a rede de Bancos Monti Di Pietá (que deu origem ao nosso Banco Montepio) para combater a especulação financeira dos judeus que emprestavam dinheiro a juros altíssimos. Reparem bem: os primeiros Bancos do mundo foram fundados pela Igreja Católica do século XV! E já não falamos na actividade bancária dos Templários no século XIII, e dos franciscanos menores do século XII que inventaram o Prémio de Seguro de Risco.

Portanto, a Igreja Católica nunca foi contra o capitalismo; a Igreja Católica era contra o abuso de posição privilegiada de um certo tipo de capitalismo que o católico G. K. Chesterton resumiu assim:

« Quando eu uso o termo capitalismo, eu quero significar o seguinte: “A condição económica na qual existe uma classe de capitalistas, mais ou menos reconhecível e relativamente pequena, em cuja posse está concentrada a maioria do capital e de tal forma que uma larga maioria dos cidadãos servem esses capitalistas em troca de um salário”.

Este estado de coisas, em particular, pode existir e existe mesmo, e devemos ter uma qualquer designação para ele e uma qualquer forma de o discutir. Mas essa palavra (capitalismo) é, sem dúvida, uma má palavra, porque é utilizada no sentido de significar outras realidades diferentes.

Algumas pessoas identificam “capitalismo”, por um lado, com “propriedade privada”, por outro lado. Outras supõem que “capitalismo” significa qualquer coisa que envolva o uso de capital. Mas se este tipo de uso da palavra “capitalismo” é literal, também é demasiado alargado e abrangente. Se o uso do capital é “capitalismo”, então tudo é capitalismo. O bolchevismo é capitalismo e o comunismo anarquista é capitalismo: e todos os esquemas revolucionários, selvagens que sejam, continuam a ser capitalismo. »

→ G.K. Chesterton: "The Outline of Sanity."

ou ainda:

“Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.”

→ G. K. Chesterton : ‘The Uses of Diversity.’

(Demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas).


O “capitalismo selvagem”, de que nos falou o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI, é o tipo de capitalismo que tem muito poucos capitalistas — que é o capitalismo defendido pelo Nozick e pelos pseudo-libertários que falam em nome de Von Mises.

O que nós precisamos — e é o que a Igreja Católica sempre defendeu — é um capitalismo com muitos capitalistas, e se possível, um capitalismo que promova, em cada cidadão, um capitalista. Ora, é este tipo de capitalismo do “cidadão capitalista” que os Rothschild, os Rockefeller, e outros globalistas, não querem ver no mundo (por várias razões que não cabem agora aqui).

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O que se passa com o papa Chico é coisa diferente. João Paulo II visitou Cuba para atenuar a perseguição aos católicos por parte do regime comunista, em troca de uma visibilidade internacional de pseudo-tolerância religiosa cubana.

Em contraponto, o Chico tem uma predilecção especial por todos os ditadores de Esquerda da América Latina, por um lado, e, por outro lado, o Chico é contra o capitalismo privado mas é a favor do capitalismo de Estado. Ou seja, o Chico é, no mínimo, socialista (para não dizer comunista).

Chama-se “capitalismo de Estado” ao sistema no qual o Estado é proprietário dos meios de produção. Ora, nunca foi este o tipo de capitalismo (de Estado) defendido pelos Papas João Paulo II e Bento XVI; jamais!

Quando a Maria João Marques está com o penso, pensa que pensa.

Domingo, 14 Maio 2017

Olha que não, João Miguel Tavares! Olha que não!

 

“A tese oficial da Igreja, que deveria ser mais conhecida, é esta: Nossa Senhora não apareceu na Cova da Iria, mas dentro da cabeça de Lúcia”.

João Miguel Tavares


fbd-2-webO João Miguel Tavares abre o seu texto com as declarações do Bispo rabeta acerca de Fátima; mas ao mesmo tempo considera S. Paulo como um dos precursores da racionalização da fé — o mesmo S. Paulo que classifica o comportamento tendencial do Bispo rabeta de “passiones ignominiae”, “usum contra naturam” e “turpitudinem operantes” (Romanos 1, 26-27).

O João Miguel Tavares pega na opinião de meia-dúzia de lunáticos ditos “católicos” — entre eles o Bispo rabeta Carlos Azevedo, o chanfrado Anselmo Borges, o gnóstico da Antiguidade Tardia Frei Bento Domingues, o marxista empedernido Torgal Ferreira, entre outros — e o João Miguel Tavares conclui que o que eles dizem é “a tese oficial da Igreja Católica acerca de Fátima”.

O que o João Miguel Tavares poderia ter dito, com propriedade, é que hoje não existe uma tese oficial da Igreja Católica acerca de praticamente nada — porque o Chico colocou em causa dois mil anos de História e tradição da Igreja Católica, e criou um cisma na Igreja Católica de que é tabu falar-se nos me®dia de que o João Miguel Tavares faz parte.

Ao contrário do que o João Miguel Tavares diz, a Igreja Católica do Chiquinho tende para uma maior irracionalização da fé, porque este papa inverte os parâmetros da racionalização da fé segundo a tese do Santo Anselmo de Aosta no “Prolosgion (mas isto talvez seja areia a mais para a camioneta do João Miguel Tavares).

¿Por que é que o Salvador ganhou o festival da Eurovisão?

 

Há “coisas” que ajudam muito!

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Dantes era a t-shirt do Che; hoje é a t-shirt dos “refugiados” Maomerdas. É chique! Está na moda! Fica bem! Ajuda muito a ganhar a Eurovisão.

Sábado, 13 Maio 2017

A mente de uma tal Faranaz Keshavjee cristalizou no sistema ortorrômbico

 

Eu não sei quem é essa tal Faranaz Keshavjee, mas parece que é amiga de gente importante na política e na religião. E escreveu esta merda. O leitor tenha paciência e leia; não que eu lhe recomende merda, mas que é preciso ler merda para podermos apreciar qualquer escrito sublime. Sem o vislumbre da merda não podemos dar valor ao que realmente nos transcende em beleza. Por isso é que Deus permitiu a existência do Islamismo: para que possamos dar valor a religiões superiores e mais sublimes como o Budismo ou o Cristianismo.

Segundo a Faranaz Keshavjee (que eu ainda não vi), o profeta Maomerdas “foi um pioneiro do feminismo islâmico” (sic).

O profeta do Islão parece ter tido a inspiração liberal e libertadora, ao falar de Maria como falou, e reconhecer-lhe o protagonismo, dedicando-lhe um capítulo inteiro do Alcorão. Esta minha ideia poderá servir de hipótese de trabalho, a partir da qual se possa investigar sobre os primórdios de uma matrilinearidade islâmica, ou de uma nova ordem social assente numa teologia mais paritária em matéria de género. Independentemente de estar certa ou errada relativamente a uma profecia de paridade de género, o que é certo é que precisamos urgentemente de teólogas e juristas do sexo feminino. Tenho-o dito, por exemplo, a estudantes de direito que me consultam para conhecer a Sharia islâmica”.

Essa senhora Faranaz Keshavjee (que eu não vi) só pode estar a brincar; ou como escreveu o Olavo de Carvalho, ela fala para o imbecil colectivo de que fazem parte as luminárias intelectualóides referidas no texto.

Um indivíduo que tinha nove mulheres, e uma delas apenas com 9 anos de idade, é, segundo a opinião da Keshavjee “que não vi”, é um “pioneiro do feminismo islâmico”. Se o Maomerdas pedófilo é “o pioneiro do feminismo islâmico”, imaginem agora o que será o machismo islâmico!

feminismo-islamico-web

“A teologia de tipo matrilinear ausente nas teologias abraâmicas poderá ser tema para debates e tenho a certeza de que produziria novidades interessantes a este mundo (ainda) profundamente misógino”.

Se existe “teologia matrilinear” implícita, é no Judaísmo — onde um filho de uma judia é automaticamente judeu, e um filho de um judeu não é automaticamente judeu. Não há nada de “matrilinearidade” no Islamismo, absolutamente nada.

O papa que não acredita em milagres

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,Fátima,Bergoglio,Antonio Socci — O. Braga @ 7:30 pm

 

Antonio Socci escreveu o seguinte acerca das palavras do Chico em Fátima, na noite de 12 de Maio passada:

« Ha sostenuto che si commette una “grande ingiustizia contro Dio e la sua grazia, quando si afferma in primo luogo che i peccati sono puniti dal suo giudizio” perché bisogna “anteporre che sono perdonati dalla sua misericordia”. Ripete: “dobbiamo anteporre la misericordia al giudizio” ».

HA DISTRUTTO ANCHE FATIMA E IL MESSAGGIO DELLA MADONNA (nella foto : Bergoglio in piedi davanti al SS. Sacramento – come al solito – con l’inginocchiatoio lasciato inutilizzato) : Lo Straniero

Ou seja: « [O Jorge] sustentou a ideia segundo a qual se comete uma grande injustiça contra Deus e contra a sua Graça quando se afirma que os pecados são punidos pelo juízo de Deus”, porque “é necessário antepôr a misericórdia ao juízo” (é preciso dar primazia à misericórdia em detrimento do juízo) ». 1

Conclui Socci que o alvo do Chiquitito Bergoglio é a mensagem de Fátima, segundo a irmã Lúcia recebeu da aparição.

E, das três hipóteses seguintes, uma é verdadeira: 1/ ou Deus é mau (segundo a opinião do Chico) ao condenar tantas almas à eterna tortura (inferno); 2/ ou o Chiquinho não acredita nas aparições (o que explica as teorias subjectivistas de “visões” em vez de “aparições”, de anticatólicos como por exemplo Anselmo Borges, do Frei Bento Domingues, o Bispo paneleiro Carlos Azevedo, o Bispo comunista e marxista Torgal Ferreira, e outros senis e asnos); 3/ ou o Jorginho está a acusar a mãe de Jesus (Maria) de cometer uma “grande injustiça em relação a Deus”.

Segundo Socci, o papa escolhido pelos cardeais não acredita em milagres e/ou em aparições (tal qual o Anselmo Borges, o Frei Bento Domingues, o Bispo panasca, o Torgal comuna, etc., e a Nova Teologia), porque ele (o Chico) disse no livro/entrevista “O Céu e a Terra”:

“Eu sinto uma imediata desconfiança em relação às curas milagrosas, mesmo quando se tratam de revelações ou visões; são coisas que me colocam na defensiva. Deus não é uma espécie de Correio que envia mensagens continuamente”.

Conclui Socci, e bem, que o Deus do Bergoglio não é o Deus dos católicos.

O Deus dos católicos é o Deus de Newton que dizia que sem a permanente intervenção de Deus no Universo, o equilíbrio do Universo e das suas leis não seria possível.

Ou é o Deus de Orígenes, que escreveu que “o Logos (o Filho) olha constantemente para o Pai, para que o mundo possa continuar a existir” [Nicola Abbagnano] — o que coincide com a opinião de Newton.

O papa Bergoglio, eleito pelos cardeais do Novus Ordo Seclorum, não é um papa católico: é um papa deísta (deísmo) e gnóstico (gnose); para o Chico, Deus criou o mundo e afastou-se.

Na entrevista a Scalfari (diz Socci), o Chico disse: “Eu acredito em Deus. Não em um Deus católico, porque não existe um Deus católico”. Ora, isto está escrito e nunca foi desmentido pelo anormal Jorginho. Temos um papa que pretende conduzir a Igreja Católica para fora do Catolicismo — para gáudio, por exemplo, de bestas do calibre do Anselmo Borges e do Bispo Roto Carlos Azevedo.


Nota

1. Não sei como é possível antepôr a misericórdia ao juízo, porque o juízo é a condição da misericórdia; sem juízo não há misericórdia possível, porque só podemos perdoar aquilo que foi previamente julgado. Quando um papa diz que “é possível perdoar um acto sem o julgar previamente”, revela um elevado grau de deficiência cognitiva (não seria de esperar outra coisa de um argentino, senão uma burrice alardeada), por um lado, e, por outro lado, revela o estado intelectual pútrido da cúria romana que o elegeu.

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