perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

ANTONIO-COSTA-taxas-web

Anúncios

Sexta-feira, 15 Fevereiro 2019

Os bolcheviques (a Esquerda) e os mencheviques (a “Direita”) actuais

Filed under: liberalismo,liberdade — O. Braga @ 8:00 pm

 

A “escravidão” é um estado existencial/ontológico; a “escravatura” é um estado político/social.

“Viver na escravidão” pode não ser a mesma coisa que “viver na escravatura”. Pode-se viver, por exemplo, na “escravidão dos vícios” (a submissão aos vícios), ou, em termos poéticos, na “escravidão do amor” (a submissão em relação ao ente amado).

Porém, os brasileiros chamam à escravatura, “escravidão” — como podemos verificar neste texto.


Contudo, o mais incómodo do referido texto é a “crítica” que faz ao conservadorismo (através da critica a Edmund Burke) — não que o conservadorismo não seja passível de qualquer crítica: não se trata disso; o problema é que a crítica em referência no texto não faz sentido (não tem lógica).

A referida crítica ao conservadorismo é escorada em uma análise de uma obra de ficção literária. O autor do texto recorre a um romance ficcional para propôr uma crítica ao conservadorismo — o que é um completo absurdo.

Aliás, este é o método tradicional da Esquerda: recorrer à narrativa ficcional, muito carregada emocionalmente (o apelo sistémico à emoção), para fazer valer os seus pontos de vista; por isso é que os “liberais” actuais fazem parte da Esquerda: estes também são “progressistas”, no sentido em que também concebem o “progresso” como uma lei da Natureza.


Vivemos em um mundo em que o confronto político entre mencheviques e bolcheviques se globalizou: a Esquerda (os bolcheviques actuais) e a dita “Direita” (os mencheviques actuais) são duas facções do mesmo partido global.
E quem não faz parte (quem não identifica com esse) desse partido dos bolcheviques e mencheviques coevos, não pode ser “progressista”.

Os bolcheviques (a Esquerda) e os mencheviques (a “Direita”) actuais, partem do princípio errado segundo o qual “existiu um progresso real e positivo nas sociedades ocidentais desde o Iluminismo até aos nossos dias” — quando, na realidade, o único “progresso” que existe realmente é o que se verifica nas Ciências da Natureza, e mesmo este progresso científico não está isento de erros, de avanços e recuos.

A liberdade a que o “liberal” actual aspira, não é a de um homem livre, mas antes é a liberdade de um escravo em dia de feira. A verdade é que a dignidade do ser humano não está na sua (pretensa e alegada) liberdade, mas antes está no tipo de restrições livremente aceites pela sua vontade.

Os mencheviques e bolcheviques de hoje justificam o alegado “progresso social moderno” retrófobo (falácia ad Novitatem) varrendo a miséria moral que defendem para baixo do tapete da ética política que sustentam — por exemplo, quando criticam a escravatura dos séculos passados, ao mesmo tempo que defendem a liberdade de matar um ser humano (aborto) chamando-lhe um “conjunto de células”.

O problema histórico da escravatura é demasiado complexo para ser abordado à luz da emoção. A escravatura é tão antiga quanto a prostituição. Ainda hoje existem escravos que o “liberalismo progressista” não conseguiu eliminar (por exemplo, nos territórios libertados pelas revoluções da chamada “Primavera Árabe” progressista). As sociedades actuais diferenciam-se meramente no estatuto dos seus escravos e no nome que lhes dão. É tudo uma questão de semântica.

Quarta-feira, 13 Fevereiro 2019

Os novos pecados da Igreja do Chico

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:33 pm

 

novos pecados web

Terça-feira, 12 Fevereiro 2019

A Esquerda, a Estimulação Contraditória e a Dissonância Cognitiva das massas

 

Quando se trata de contrariar os Maome(r)das na Europa, os esquerdopatas da laia do Ludwig Krippahl andam caladinhos que nem ratos — porque quem tem cu, tem medo! Eles não se atrevem!

Mas quando se trata de bullying sobre a tradição europeia originária, os cobardes da laia dele são os grandes heróis da televisão.


É assim que a comida islâmica, dita “Halal”, espalha-se por todos os supermercados europeus, com o beneplácito do politicamente correcto (aka marxismo cultural): mesmo que nós não queiramos, podemos estar a comprar comida Halal; mas nunca se verão filhos-de-puta da Esquerda criticar a carne Halal no supermercado próximo de si; por outro lado, veremos sempre (e necessariamente) os cabrões esquerdopatas criticar a tourada portuguesa, onde o touro não é morto na arena.


Os ditos “libertários de esquerda” (da laia do Ludwig Krippahl) revelam-se quando proíbem aquilo com que não concordam. É tudo farinha do mesmo saco totalitário marxista.


halal-web

Mas o que mais me chateia nos ditos “libertários de esquerda” é que usem e abusem da Estimulação Contraditória e da dissonância cognitiva como armas de controlo político das massas — por exemplo: ao mesmo tempo que, por um lado, eles criticam (e tentam mesmo proibir) a tradicional matança anual de um porco por parte de um pobre transmontano (para fazer os tradicionais enchidos caseiros, e para salgar um presunto), por outro lado eles calam-se cumplicemente em relação à sangria Halal dos animais dos seus amigos Maome(r)das (porque o maometanismo também é crítico da civilização ocidental: “O inimigo do meu inimigo, meu amigo é”; ou “Les bons esprits se rencontrent…” ).

É inexoravelmente de filhos-de-puta desta estirpe que é composta a Esquerda.

Domingo, 10 Fevereiro 2019

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

Sexta-feira, 8 Fevereiro 2019

“É inevitável que haja escândalos”

 

Um excelente artigo acerca dos me®dia e a violência doméstica, no Porta-da-Loja.

Em França, 1 mulher é morta pelo seu parceiro a cada 3 dias, o que dá uma média de 120 mulheres mortas por ano. Eu não sou (nem de perto, nem de longe) especialista na matéria, mas seria preciso saber qual é o “salto psicológico” que permite que se passe da mera lambada (da vulgar violência doméstica) para o assassinato do cônjuge; ¿quais são as causas desse “salto psicológico”? — mesmo sabendo que cada ser humano é único e irrepetível, devem existir categorias de nexos causais objectivos que permitam explicar o fenómeno do referido “salto psicológico”.

O que me parece é que a repressão (biológica, psicológica, social, cultural, legal) sobre o homem não ajuda a resolver o problema — como se pôde constatar em Espanha, onde a repressão sobre o homem teve um efeito contrário e fez aumentar os assassinatos de mulheres.

“É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa!” (S. Lucas, 17, 1).

Cipolla, através d’ As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio) que faz com que seja impossível eliminar totalmente o assassinato de mulheres pelos seus companheiros (“é inevitável que haja escândalos”).

O que podemos fazer é estudar as causas (sociais, culturais, biológicas), do fenómeno e atacar o problema sem humilhar o homem em geral. O que a classe política portuguesa está a fazer é seguir o exemplo das políticas de Espanha, que se revelaram improfícuas.

O Nicolas Maduro consegue ser pior do que o António Guterres

Filed under: Venezuela — O. Braga @ 3:57 pm
Tags: ,

 

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2019

The Whites’ Privileges in South Africa

Filed under: Geral — O. Braga @ 9:51 pm

O “racismo negro é inocente” (ou o “Bom Selvagem” de Rosseau)

 

Uma preta chamada Cláudia Silva escreve no jornal Púbico acerca do racismo, invocando a ideologia de uma americana branca radical de Esquerda (marxismo cultural).


1/ A ideia segundo a qual “só os brancos podem ser racistas” (que a tal Cláudia Silva invoca), é uma das maiores filhas-da-putice (é uma forma de racismo encapotada) que a Esquerda inventou para destruir a cultura europeia e ocidental:

“Para entendermos bem o que é o racismo, precisamos primeiro de diferenciá-lo do mero preconceito e discriminação. Preconceito refere-se a um pré-julgamento de uma pessoa com base no grupo social ou racial à qual ela pertence. Discriminação consiste em pensamentos e emoções, incluindo estereótipos, atitudes e generalizações que são fundamentadas em pouca ou nenhuma experiência e que são projectadas em todas as pessoas de tal grupo. Neste sentido, pessoas negras podem discriminar pessoas brancas, mas elas não têm o poder social ou institucional que transforma o preconceito e discriminação delas em racismo. O impacto do preconceito delas em relação às pessoas brancas é temporário e contextual. Pessoas brancas detêm o poder institucional para imbuir o preconceito racial em leis, políticas públicas e educacionais, práticas e normas societárias, de uma forma que uma pessoa negra não tem. Logo, uma pessoa negra pode exercer preconceito e discriminação, mas não pode ser racista, defende Diangelo”.

 

 

Ora, a África do Sul actual desmente a Esquerda.

(more…)

Segunda-feira, 4 Fevereiro 2019

A islamização crescente da cultura europeia (2)

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 8:34 pm

 

O Movimento Furkan islâmico (“Furkan Vakfi”) pretende impôr a lei islâmica (Sharia)  e uma teocracia na Alemanha.

http://bit.ly/2TuS5LJ

A islamização crescente da cultura europeia

Filed under: imigração,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 8:10 pm
Tags:

 

Marcus Franz, médico austríaco e ex-deputado ao parlamento da Áustria, diz que as raparigas austríacas (leia-se, “austríacas  brancas”) já começaram a usar o véu islâmico para evitar serem acossadas sexualmente na rua, ou ser mesmo violadas por imigrantes muçulmanos.

 

Estou de acordo com a Catarina Martins em relação a uma possível intervenção militar americana na Venezuela

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,Venezuela — O. Braga @ 3:43 pm

 

Donald Trump disse ontem que “todas as opções (incluindo a invasão militar) estão disponíveis em relação à Venezuela” — o que revela que os filhos-de-puta dos neocons já tomaram conta da agenda política de Trump.

Uma das promessas eleitorais de Donald Trump foi a de reverter/contrariar a política globalista defendida pela aliança tácita entre os neocons do partido republicano (os militares, Bush, Bolton, etc.), por um lado, e os liberais do partido Democrata (Pelosi, Schumer), por outro lado — o que significaria não só a retirada das tropas americanas dos vários cenários de guerra onde ainda estão presentes (por exemplo, Síria), mas também uma política externa isolacionista de não-ingerência nos assuntos internos de outros países.

Ora, Donald Trump tem vindo a ceder às exigências dos neocons.

Paleo-conservadores, como por exemplo James Woods, Clint Eastwood, ou Ann Coulter, têm vindo a denunciar publicamente o não-cumprimento das promessas eleitorais de Donald Trump.

A ameaça de Donald Trump de invasão militar da Venezuela é inaceitável e intolerável.

Não queremos viver num mundo onde os Estados Unidos se arrogam do direito de atacar países cujas políticas não agradem aos filhos-de-puta dos globalistas.

 

Quinta-feira, 31 Janeiro 2019

O pensamento empedernido do galopim do carvalho

 

O galopim escreveu:

“Foram as pedras e os fósseis, que muitas delas trazem dentro, que nos deram a conhecer a origem e a evolução da Terra e da Vida, ao longo de centenas de milhões de anos (Ma). Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida e, através do cérebro humano, adquirir capacidade de pensar”.


Só uma pessoa com os neurónios enrijecidos e fossilizados, cristalizados no sistema ortorrômbico ou triclínico, pode afirmar que o cérebro humano adquiriu capacidade de pensar a partir das pedras e da matéria inerte.

O galopim tem um pensamento empedernido; da mente dele já não sai nada senão ideias fossilizadas.

O galopim faz lembrar o alemão Ernst Haeckel, que no século XIX afirmava que a célula viva era uma coisa muito simples e que surgia espontaneamente da lama depois de uma chuvada. Mas o Ernst Haeckel tinha atenuantes: no século XIX ainda não existia, por exemplo, a bioquímica — ao contrário do galopim que viveu a passagem do século XX para o XXI, e que é de facto um burro catedrático!

O galopim do carvalho é uma besta! Mas é solenemente citado por outras bestas alcandoradas na Academia coimbrinha, como é, por exemplo, o Carlos Fiolhais.

Mas reparem bem na besta: “Foi nesta evolução que matéria inerte, como são os átomos de oxigénio, hidrogénio, carbono, azoto e outros como fósforo e enxofre, em muito menores percentagens, se combinou a ponto de gerar a vida”.

Trata-se de um pensamento dogmático; trata-se de uma religião — a organização da matéria inerte é vista como detentora de um sentido metafísico que tem por objectivo final a geração da inteligência humana.

O galopim é tão burro (quase tão estúpido quanto é o Carlos Fiolhais ) que, na sua saga contra a metafísica, não consegue ver que ele próprio defende uma espécie de religião.


Ver o artigo do galopim em formato PDF.

Página seguinte »

Site no WordPress.com.