perspectivas

Sábado, 18 Novembro 2017

As feministas querem censurar a linguagem e destruir o discurso do senso-comum

Filed under: feminazismo,feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 6:16 pm

 

As putas feministas (passo a redundância) não gostam da linguagem do Bruno de Carvalho; e, vai daí, pretendem censurar-lhe a linguagem e destruir o discurso do senso-comum.

FEMINISMO-FEMINILIDADE-web

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A contradição fundamental de João César das Neves

Filed under: Igreja Católica,joão césar das neves,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:02 am

 

“João César das Neves diz que António Costa está a seguir uma política exactamente igual à de José Sócrates, que conduziu o país para a crise. O SAPO 24 falou com o professor no seu gabinete na Católica Lisbon School of Business and Economics, o número 5319, povoado de livros e de imagens de Nossa Senhora.

Com uma fotografia do papa Francisco a passar no ecrã do seu computador, a conversa girou em torno do dinheiro, da religião, da ética e da felicidade. E daquilo que o governo, e cada um de nós, pode fazer em relação a isso”.

João César das Neves: “O país é socialista. Somos um país que adora o Estado e os carinhos do Estado.”

O João César das Neves respeita e defende um papa manifestamente socialista, e simultaneamente critica o socialismo prevalecente em Portugal.

Não nos enganemos: o que o papa Chiquinho defende não é a doutrina social da Igreja Católica: é a Teologia da Libertação disfarçada para enganar os tolos.

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Quem não concorda com a metafísica do Carlos Fiolhais, é ignorante

 

“Donald Trump não será um ditador, embora tenha tiques ditatoriais. É simplesmente um ignorante que desvaloriza o conhecimento científico para impor a sua agenda unilateral e egoísta”.

Rerum Natura : “a ciência e os seus inimigos”


É muito difícil aturar gente como o Carlos Fiolhais — desde logo porque assumem uma condição de superioridade moral e exibem o monopólio da virtude. Naturalmente ao Carlos Fiolhais diz que o Donald Trump é “ignorante” porque este duvida da teoria  do Aquecimento Global Antropogénico (sublinho: é uma teoria, porra!).

Quem não acredita na fé do Aquecimento Global Antropogénico é um relapso que tem que ser castigado.

É óbvio que o Carlos Fiolhais é como uma melancia: vermelho por dentro e verde por fora. Os novos malthusianos são comunistas disfarçados de humanistas. O Carlos Fiolhais faz parte daquela “ciência” que pretende 1/ reduzir a taxa de natalidade das mulheres; 2/ elaborar um modelo de população humana “cientificamente defensável” tendo em vista a redução da natalidade humana.

O Carlos Fiolhais é uma contradição com pernas: diz ele que, “em ciência, tem razão quem tem provas” (falta saber o que é uma “prova”); mas quando alguém lhe diz que “não há provas de que exista um Aquecimento Global Antropogénico”, o Carlos Fiolhais chama-o de “ignorante”, fazendo uso de uma putativa autoridade de direito que lhe permite escrever livros autoritaristas acerca da ciência.

Para o Carlos Fiolhais, “a ciência precisa da liberdade de pensamento” — excepto aquela liberdade do pensamento em relação ao qual ele não concorda. Tudo o que vá contra a fé cientificista do Carlos Fiolhais é “ignorância”.

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Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:32 pm

 

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Voando sobre um ninho de cucos – a “justiça inquisitorial”

 

Já só nos faltava que gente da Não-Esquerda se armasse aos cucos, como é o caso do Pedro Arroja :

“Um leitor questionou a analogia que venho fazendo entre o juiz de instrução e a Inquisição, pedindo-me para explicar.

A explicação está em cima. Aquilo que caracteriza o juiz de instrução, tal como o inquisidor, é o facto de ele ser ao mesmo tempo o investigador criminal (isto é, o acusador) e o juiz.”

Segundo o Pedro Arroja, em Portugal (e não só), o juiz-de-instrução é simultaneamente o único juiz do julgamento (passo a redundância) e da sentença; para ele não existe um colectivo de juízes no julgamento; não existe o direito de o réu solicitar a escusa do juiz por razões objectivas; e presume que não existem tribunais de recurso.

Os verdadeiros problemas da nossa justiça são o custo exorbitante (a justiça portuguesa não é para pobres) e a demora (os processos arrastam-se nos tribunais por tempo indeterminado).

Eu não gosto do nosso sistema de justiça que foi sendo construído a partir da cultura da Revolução Francesa — mas também não exageremos…!

Quarta-feira, 15 Novembro 2017

¿A actriz é a mulher do actor?

Filed under: A vida custa,língua portuguesa — O. Braga @ 5:39 pm

 

No tempo da “Outra Senhora”, uma “embaixatriz” não era (apenas) a mulher do embaixador: era também o equivalente feminino de “embaixador” (conforme a primeira enciclopédia Luso-Brasileira de finais da década de 1950).

Com o 28 de Abril de mil novecentos e troca-o-passo, os dicionários passaram a conter o substantivo “embaixadora”, como sendo o feminino de “embaixador”; e “embaixatriz” passou a ser (apenas) “a mulher do embaixador”.

Seguindo o mesmo raciocínio, a “actriz” é a mulher do “actor”, e “actora” é o feminino de “actor”.

Terça-feira, 14 Novembro 2017

A diferença entre Jesus de Nazaré, e o Maomé

Filed under: cristianismo,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 6:58 pm

 

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O Chico Burrico e os seus amigos fanchonos

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 3:42 pm

 

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Segunda-feira, 13 Novembro 2017

A Justiça depende do fundamento ideológico do Estado

Filed under: Locke,Pedro Arroja,Rousseau,vontade geral — O. Braga @ 5:58 pm

 

Não duvido que o Pedro Arroja perceba muito de economia, mas quando aborda temas de índole histórica ou filosófica, mete os pés pelas mãos.

“Existem dois sistemas de justiça criminal – o sistema inquisitorial (v.g., Portugal, Espanha, Rússia) e o sistema adversarial (v.g. Inglaterra, EUA).”

Pedro Arroja


O Pedro Arroja inventa teorias; mas a verdade é que já está tudo inventado. E ele inventa teorias porque não sabe a origem das diferenças políticas existentes.

O “sistema” a que o Pedro Arroja chama de “inquisitorial” teve origem em Rousseau e no conceito de "Vontade Geral" adoptado pela Revolução Francesa e que permaneceu mesmo depois dos jacobinos terem sido afastados do Poder político em França.

(more…)

A estratégia da auto-vitimização politicamente correcta

 

Da Fernanda Câncio, a gente já sabe da anormalidade; mas a besta do Paulo Baldaia, foi uma surpresa. Com o seu artigo, o Paulo Baldaia sancionou pessoalmente merda desta.

O feminismo de terceira geração — o chamado “feminazismo” — caracteriza-se pela auto-vitimização que se transforma em uma forma de agressão anti-masculina. Assumir-se como vítima endémica passou a ser uma forma de agressão, não só para o feminazismo, mas também para o marxismo cultural em geral (a chamada “política identitária”). Vemos aqui em baixo um exemplo da auto-vitimização da “política identitária” marxista cultural.

 

Outra característica do feminazismo — de que a Fernanda Câncio é o perfeito exemplo — é a falácia da generalização : pega-se em meia-dúzia de exemplos (ou uma dúzia, que seja) e cria-se uma lei geral que conduz invariavelmente à auto-vitimização.

O politicamente correcto tem imensa dificuldade em conceber um juízo universal, o que é característica de um nominalismo radical e irracional. A mente marxista cultural é anti-científica.

Finalmente, o feminazismo assume um novo tipo de puritanismo religioso. Quem ler a Fernanda Câncio é transportado para o tempo dos calvinistas do século XVII em Inglaterra.

Domingo, 12 Novembro 2017

No PPD/PSD faltam tomates

 

Não me surpreendeu a posição do José Pacheco Pereira em relação o golpe-de-estado de Outubro de 1917 (a que os comunas chamam de “revolução”) patrocinado pelo império alemão, posição essa expressa neste artigo.

O que me surpreende é que no PPD/PSD não haja alguém com tomates para o colocar com dono.

O José Pacheco Pereira sempre foi um perfeito idiota (um produto político de Cavaco Silva que não fez o liceu); e com o avançar da idade vai ficando pior.

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