perspectivas

Quinta-feira, 7 Janeiro 2021

A morte anunciada da democracia na América

1/ Há mais de dez anos, eu fiz referência, neste espaço, ao conceito de “sinificação”. Naquela altura, muita gente se riu daquilo a que chamou de “teoria da conspiração”. Hoje, verificamos como o fascismo chinês tende a ser copiado (pelas elites) não só na Europa, mas também nos Estados Unidos. (more…)

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

Adenda (3 de Agosto de 2020):

 

“Em sectores como a investigação criminal são já evidentes os sinais de que dificilmente se aceitará que as investigações não confirmem as teses dos activistas que funcionam como milícias mediáticas da esquerda radical, veja-se como o homicídio de Bruno Candé foi logo definido como racismo e, se por acaso a investigação não confirmar essa certeza antecipada, já se sabe que alguém vai ter o seu nome escrito nos jornais.

A geringonça, imagem com o seu quê infantil de estrutura desajeitada, é na verdade uma trituradora cada vez mais pesada das vontades e competências.”

Helena Matos


(more…)

Quarta-feira, 20 Janeiro 2021

Existe uma agenda política totalitária promovida pelo jornalixo (Sinificação)

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia,Sinificação — O. Braga @ 8:38 pm

Terça-feira, 19 Janeiro 2021

Jornalismo de merda

Filed under: comunicação social,Geral,me®dia,merdia — O. Braga @ 8:39 pm

Segunda-feira, 11 Janeiro 2021

Assunção Cristas diz que pertence a uma “direita diferente” — graças a Deus !

Filed under: André Ventura,Assunção Cristas,CDS/PP,CHEGA — O. Braga @ 2:06 pm

Assunção Cristas defende (no texto à direita; clique na imagem para ampliar) uma Direita com pena máxima de 25 anos (por exemplo) para assassinos em série. Neste aspecto (como em muitos outros), a direita da Assunção Cristas é de Esquerda. É a chamada “direitinha educadinha”, domesticada pela Esquerda (e pela maçonaria irregular).

asscris-direitas diferentesAdemais, a Assunção Cristas mente: André Ventura nunca defendeu pessoalmente a pena-de-morte.

Escreve, a referida criatura, que a Igreja Católica não defende a prisão perpétua — o que é falso: não há nada, no Direito Canónico, que interdite a prisão perpétua; e, até há pouco tempo, o catecismo da Igreja Católica admitia a pena-de-morte em circunstâncias especiais.

Não fica bem, à senhora Assunção Cristas, meter no mesmo saco ético, a pena-de-morte, por um lado, e a prisão perpétua, por outro lado. O método argumentativo tortuoso e insidioso da criatura faz lembrar o do Adolfo Mesquita Nunes (Les bons esprits se rencontrent…).

Outro argumento dela : “o assassino em série pode-se arrepender”. Questiono-me como esta senhora pode ser licenciada em Direito, porque o conceito de “revisão de pena” parece não fazer parte do seu (dela) universo ideológico.

Quando a pobre criatura compara a vida de um assassino em série, por um lado, e a vida de S. Paulo, por outro lado — podemos verificar a confrangedora indigência da sua (dela) argumentação.

Assunção Cristas apoia Marcelo Rebelo de Sousa; e este apoia António Costa. ¿Será preciso dizer mais alguma coisa?!

Assunção Cristas é a principal responsável pelo descalabro eleitoral do CDS/PP. Ela destruiu o partido. Mas, ainda assim, a pobre criatura continua a apregoar publicamente as suas virtudes de Esquerda, em nome de uma putativa e alegada “direita diferente”.


Nota: acerca da “invasão do capitólio” nos Estados Unidos — que a criatura invoca patética- e subliminarmente como sendo da responsabilidade do André Ventura — no final da sua (dela) escrevinhação, vejam (aqui em baixo) um conjunto de parangonas dos me®dia acerca dos distúrbios continuados e violência (de Maio a Setembro) por parte dos grupos radicais de esquerda Black Lives Matter e Antifa.

Jamais veremos que Assunção Cristas tecer qualquer crítica pública à violência esquerdista — quem se mete com a Esquerda, leva!: Ó Assunção, olha que a Isabel Moreira anda vigilante! Não saias da linha!

E caso para dizer: bardamerda!, Assunção!

imprensa-blm-web

Quarta-feira, 6 Janeiro 2021

O ataque ad Hominem do Adolfo Mesquita Nunes a André Ventura

amn-web


Uma das características do Adolfo Mesquita Nunes — que é comum aos gueis, em geral — é a ambiguidade (deliberada, insidiosa e tortuosa) no discurso: trata-se de gente habituada (e experimentada) a distorcer os factos, de modo a adequá-los à sua forma (identitária e exclusivista) de conceber o mundo.

Ser de direita, por exemplo (e digo eu), é ser contra o lóbi político gayzista — de que faz parte o Adolfo Mesquita Nunes — que pretende transformar a identidade “invertida”, em um privilégio cultural e social; ser de direita, por exemplo, é ser contra a ideia propalada subliminarmente (pelo lóbi político gayzista) na nossa cultura, segundo a qual “tomar no cu é factor decisivo para aumentar o QI do indivíduo”.

Portanto, “ser de direita” é ser contra indivíduos — ou contra comunidades étnicas e/ou culturais que actuam uniforme- e identitariamente — que assumem posições ou posturas anti-sociais claras e evidentes.

O facto de “cada um de nós é uma pessoa” (sic) não significa que recusemos a categorização de indivíduos e/ou de comunidades (étnicas ou culturais) em função de critérios objectivos — e essa recusa de categorização, em nome de uma alegada “recusa de estigmatização”, é característica da Esquerda … e do Adolfo Mesquita Nunes.

A principal razão por que o CDS “caiu no poço” é a de gentinha como Adolfo Mesquita Nunes e Assunção Cristas.

Sábado, 2 Janeiro 2021

O Chico, o papa-açorda filho de um cabrão, nunca menciona a palavra “Jesus Cristo” em mensagens seculares

Filed under: Chico burrico,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 1:20 pm

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Sexta-feira, 1 Janeiro 2021

Como a China ganha a guerra sem disparar um tiro

Filed under: China — O. Braga @ 11:44 am
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Imagens da cidade chinesa de Wuhan (de onde saiu o vírus COVID-19 de um laboratório de “alta segurança”), à esquerda; e da cidade de Nova Iorque, à direita  — na madrugada do dia 1 de Janeiro de 2021.

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Quinta-feira, 31 Dezembro 2020

Um exemplo de Eurofobia nos me®dia

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Eurofobia,marxismo cultural — O. Braga @ 10:29 am

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A “Eurofobia” pode ser definida como “o medo irracional de que, em qualquer lugar do universo, os povos autóctones da Europa possam ter as suas próprias escolas, vizinhanças, bairros, lugares de culto religioso, comunidades, e/ou nações”.

Quarta-feira, 30 Dezembro 2020

“Uma mão lava a outra” (como o Monhé das Cobras manipula os me®dia)

DN-nota positiva- web

O Poder, no Portugal socialista do Monhé das Cobras, está em roda livre.

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 8:03 pm

A política dissimulada do monhé faz lembrar o acordo que José Sócrates fez com o povo português: o povo podia criticá-lo à vontade e, em contrapartida, o José Sócrates fazia tudo o que queria.

A diferença entre o Sócrates e o monhé é a de que o primeiro não era tão dissimulado quanto é segundo…

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O jornaleco “Observador” transformou-se em (mais um) bastião do politicamente correcto.

Vejamos uma parangona do pasquim: Família iraquiana chegou hoje e será acolhida em Loures”.

Em boa verdade, trata-se de três homens em idade militar, embora (alegadamente) da mesma família — não obstante saibamos nós, antecipadamente, que os ditos “refugiados” dizem sempre que são “todos da mesma família”.

Vamos dar de barato que os três iraquianos são da mesma família, e que são mesmo “refugiados”. Antes de mais, vamos definir “refugiado”: a Wikipédia diz o seguinte:

Refugiado é toda pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar o seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países”.

Se dermos como boa esta definição de “refugiado”, ficamos sem saber bem por que razão, dos 632 refugiados acolhidos por Portugal no âmbito da ACNUR, 253 chegaram do Egipto (presume-se que são egípcios) e 378 da Turquia (presume-se que são turcos), que são dois países onde não existe qualquer tipo de guerra que justifique que Portugal acolha gente daqueles países.

E mesmo que os referidos refugiados não sejam nem egípcios nem turcos, ficamos sem saber por que razão não foram acolhidos nos países limítrofes aos seus países de origem e com quem partilham a mesma cultura islâmica.

Não é por acaso que os “refugiados” que Portugal do monhé está a acolher são (presumivelmente) todos de cultura islâmica.

A política socialista eurofóbica do Monhé das Cobras passa por minar (a partir de dentro) a cultura portuguesa, por um lado, e por outro lado criar instabilidade política de origem islâmica à semelhança da que existe, por exemplo, actualmente em França.

Quinta-feira, 24 Dezembro 2020

Votos de um Feliz Natal !

Filed under: Geral — O. Braga @ 10:30 am

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Este ano, a quadra de Natal tem sido atípica. Ainda assim desejo-vos um Feliz Natal (se possível, em família) e um Próspero Ano Novo!

Quarta-feira, 16 Dezembro 2020

Os esquerdistas dizem, amiúde: “ninguém celebra o aborto”

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 10:10 pm

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