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Segunda-feira, 24 Julho 2017

A boa informação da SIC NOTÍCIAS

Filed under: comunicação social,me®dia,merdia,SIC NOTÍCIAS — O. Braga @ 6:13 pm

 

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Deixaram que eles trepassem; e agora aguentem!

 

A extrema-esquerda foi promovida politicamente pelas elites e pelos me®dia, e agora a sociedade portuguesa tem que a aturar. O exemplo do que eu quero dizer fica expresso neste texto de um médico (Luís Carvalho Rodrigues), e a propósito da opinião do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

“A ciência médica não tem, portanto, verdades sobre a homossexualidade, como não tem nem deve ter verdades sobre coisa nenhuma. Nem, de resto, são elas necessárias. O respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade.”

Luís Carvalho Rodrigues

É verdade que não existe qualquer “verdade científica” acerca da causa da homossexualidade — ao contrário do que a extrema-esquerda defende. Por exemplo, não é cientificamente verdade que exista um gene gay, ou que a homossexualidade seja congénita; não há qualquer verificação científica nesse sentido. Há uma remota possibilidade de que a epigenética tenha alguma influência na afirmação da homossexualidade, mas também não é claro, do ponto de vista da verificação, de que tal aconteça.

O que pode existir (e existe, mas o médico Luís Carvalho Rodrigues faz de conta de que não existe) são as consequências de uma vida homossexual activa: se o senhor dr. Luís Carvalho Rodrigues quiser, faço-lhe uma lista das doenças derivadas directamente do comportamento homossexual activo; e aqui já não estamos no âmbito da ética: estamos já no campo da verificação científica.


Quando o dr. Gentil Martins afirmou que a homossexualidade é uma “anomalia”, fez uma avaliação ética, e não propriamente uma avaliação científica — embora uma Curva de Gauss revele que a homossexualidade é de facto uma anomalia, e aqui já estamos na área da estatística.

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Ao contrário do que o Bloco de Esquerda afirmou no seu sítio oficial, o dr. Gentil Martins não disse que a homossexualidade é uma “aberração”: disse que é uma “anomalia”. Reparem no modus operandi da extrema-esquerda: alteram as palavras a seu bel-prazer no sentido da manipulação política.


Diz o médico médico Luís Carvalho Rodrigues que “o respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade”. Porém, o último DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) emitido pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) já considera a pedofilia como uma “orientação sexual”. Se o médico Luís Carvalho Rodrigues não sabe, deveria saber; e espero que o médico Luís Carvalho Rodrigues tenha filhos menores.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” → Nicolás Gómez Dávila

Não temos respeito pelos desvios sexuais, mas temos respeito pela pessoa, apesar dos seus desvios sexuais. Nós respeitamos pessoas, e não necessariamente comportamentos. A homossexualidade não é uma raça, ao contrário do que defende a extrema-esquerda. Foi isto que o dr. Gentil Martins compreendeu e quis dizer, mas que o médico Luís Carvalho Rodrigues não compreendeu.

Domingo, 23 Julho 2017

Os pretos da Cova da Moura e os brancos da África do Sul : a filha-da-putice comunista

 

A mulher do Frankenstein — à semelhança da Fernanda, a tal que “cansava” o Sócrates — fala de “racismo na Cova da Moura”.

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Diz ela (a mulher do Frankenstein) que ninguém fala da Cova da Moura, e que, por isso, é alegadamente uma manifestação do racismo dos brancos. Mas o racismo contra os brancos já não é mau: até é muito bom porque (alegadamente) ajusta as contas da História, como acontece na África do Sul, onde a minoria branca é tratada de uma maneira tal que faz com os pretos da Cova da Moura sejam uns privilegiados.

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Quando (alegadamente) ninguém fala dos pretos da Cova da Moura, é racismo. Quando ninguém fala dos brancos da África do Sul, que se lixem estes porque merecem ser todos assassinados.

Sábado, 22 Julho 2017

Os dois instrumentos da nova ditadura: a manipulação da ciência pela política, e a redução da ética ao Direito Positivo

 

Se lermos este texto de uma tal Ana Matos Pires, verificamos a manipulação da ciência por parte de uma determinada ideologia política; e se lermos este texto sobre a posição de Isabel Moreira, verificamos a redução da ética (e da moral) ao Direito Positivo.

Em contraponto, sugiro ao leitor um texto do Bernardo Sacadura, por um lado, e por outro lado um texto de José Ribeiro e Castro, acerca do mesmo tema: as afirmações do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

Não sei o que será mais grave: se a redução da ética ao Direito Positivo, ou a manipulação política da ciência (cientismo). O Bernardo Sacadura escreveu, com verdade, o seguinte:

« O argumento para desclassificar os actos homossexuais como uma patologia segue o mesmo racional de revisionismo histórico. Tipicamente é apontado que desde os anos 70 a homossexualidade deixou de ser doença.

Convém recordar que o que aconteceu foi que através de uma votação muito disputada a Associação de Psiquiatras Americanos deixou de classificar a homossexualidade como uma doença (que diria Einstein deste extraordinário método cientifico?). Ou seja, somos obrigados a aceitar que a partir desta decisão tomada por votação tudo o que até então era verdade passou a mentira, e que os próprios que votaram contra esta decisão e continuam a não acreditar devem ser desconsiderados. »

Portanto, a decisão da APA (Associação Americana de Psiquiatria) acerca da “homossexualidade saudável” foi uma decisão política, e não o resultado de uma verificação científica.

A psiquiatria é uma ciência social, ou seja, não é uma ciência da natureza (como são, por exemplo, a biologia, a Física, a bioquímica, etc.: são ciências experimentais ou empíricas); nem é uma ciência matemática (ou ciência formal).

 

A Ana Matos Pires ou é burra, ou faz-se de burra. Não é possível a uma ciência social (ou ciência humana) seguir exactamente o método científico idêntico ao que seguem as ciências da natureza. Que não se engane o povo! A decisão de retirar a homossexualidade da DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi uma decisão política.

 


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Quanto à Isabel Moreira, é uma burra retorcida; já não tem remédio: à medida que envelhece, vai-se assemelhando às bruxas da Baixa Idade Média.

Aquilo que é legal pode não ser eticamente recomendável. Reduzir a ética ao Direito Positivo revela a estupidez malévola da Isabel Moreira.

Por exemplo, os comunistas tornaram legais os Gulag, mas nem por isso esses campos de concentração eram eticamente recomendáveis. E o holocausto nazi era legal, mas não consta que fosse eticamente legítimo. Mas para a bruxa deputada do Partido Socialista, aquilo que é legal é automaticamente legitimado pela ética; ou aquilo que é considerado ilegal, em um determinado momento, já não é eticamente recomendável.

Esta gentalha pretende enganar o povo. E vão pagar por isso; é uma questão de tempo.

Sexta-feira, 21 Julho 2017

O tractor soviético K-701

 

O José Ribeiro e Castro quebra a espiral do silêncio promovida pelo tractor soviético K-701.

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O Anselmo Borges e o Ouroboros

Filed under: Anselmo Borges,Europa,imigração,modernidade,niilismo — O. Braga @ 12:42 pm

 

Pela primeira vez, que me lembre, estou parcialmente de acordo com o Anselmo Borges — não pelas múltiplas citações (eu prefiro citar reaccionários, como por exemplo, Nicolás Gómez Dávila ou G. K. Chesterton) que ele introduz o seu (dele) texto, mas pela essência do dito.

O problema é que o Anselmo Borges faz parte da cultura niilista que ele próprio critica; é uma espécie de serpente que morde a sua própria cauda.

“A causa da enfermidade moderna é a convicção segundo a qual o Homem se pode curar a si mesmo.”

— Nicolás Gómez Dávila

Sobre o texto do Anselmo Borges:

Desde logo, Nietzsche não foi um filósofo; foi um literato. Por exemplo, poderíamos também apodar o Antero de Quental de filósofo, mas ele foi mais um literato bipolar do que um filósofo: o seu pensamento tem muitas falhas, baseou-se no panteísmo de Spinoza, e não criou um sistema ou uma doutrina coerentes. E tal como Nietzsche, morreu louco.

Aliás, esta opinião não é só minha: o insuspeito ateu e racionalista Bertrand Russell é da mesma opinião: Nietzsche foi um literato, e não propriamente um filósofo.


Ou seja, a essência do problema da modernidade (ao contrário do que implicitamente parece sugerir o Anselmo Borges) não está no louco literato Nietzsche, mas antes está no Romantismo em geral e, em particular, no Positivismo que é o Romantismo da Ciência.

Ora, o pensamento do Anselmo Borges está eivado de Romantismo — desde Rousseau até Hegel. E a única forma de sairmos da Matrix positivista e/ou romântica que caracteriza a modernidade, é sermos reaccionários — mas isso seria impossível à mente alienada do Anselmo Borges. Um reaccionário é, por exemplo, alguém que não acredita que os problemas humanos tenham (de todo!) soluções humanas; ora, esta ideia reaccionária é, aos olhos do romântico Anselmo Borges, asquerosa. O Anselmo Borges é um progressista, que acredita que o progresso é uma lei da Natureza. Um reaccionário é um eremita moderno que vive no meio da multidão.


“Quem olha sem admirar ou sem odiar, não viu nada.”

— Nicolás Gómez Dávila

ouroborosQuando o Anselmo Borges se refere (neste texto, como em todos os outros textos dele) ao “Outro”, baseia-se em uma visão niilista — na linha do protestante cristão dinamarquês Søren Kierkegaard que se mistura com o sentimentalismo do judeu francês Emmanuel Levinas (“A partir do momento em que o outro olha para mim, torno-me responsável”).

Levinas (assim como Schopenhauer) renunciam a uma fundamentação racional da sua escolha de valores: esta surge, em vez disso, espontaneamente da profundidade dos sentimentos e da (alegada) empatia fundamental. O Anselmo Borges “anda no meio disto”, com as portas abertas à arbitrariedade em nome do sentimento — mas nem todos os seres humanos têm os mesmos sentimentos, e alguns nem sequer são capazes de sentimentos empáticos; e ainda assim, para estes também terá que existir uma ética que seja válida.

Quando o Anselmo Borges defende a substituição da população europeia através da imigração massiva, fá-lo no espírito do niilismo (de Schopenhauer ou de Levinas) que “se torna responsável pelo outro”, mas que abole o princípio humano da auto-conservação. A defesa da imigração massiva na Europa (ao mesmo tempo que se defende a liberalização do aborto nas populações autóctones) é uma forma de niilismo que destrói o espírito de auto-conservação das sociedades (que caracteriza o Anselmo Borges e os chamados “progressistas”): “o racismo branco é mau; mas o racismo contra os brancos é muito bom” — é o lema dos progressistas, que inclui o papa que o Anselmo Borges tanto venera.


“O político de consciência mais delicada apenas consegue ser uma puta pudica.”

— Nicolás Gómez Dávila

Hoje vivemos em uma sociedade em que as elites alinham o seu discurso pelo mesmo diapasão de um exibicionismo moral politicamente correcto, próprio de putas pudicas. O discurso moral das putas pudicas é progressista (no sentido do “progresso” como uma lei da Natureza) e exibicionista. É neste contexto que se insere também o Anselmo Borges — para além de outros, como por exemplo, alguns militantes notáveis do CDS/PP que aparecem amiúde na televisão. Esta metástase cultural proveniente do pudor do putedo elitista apodrece o corpo social, e o Anselmo Borges faz parte dela.


“Daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos. O Homem persegue o desejo mas só captura a nostalgia”

— Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges diz que “Nossa Senhora não apareceu em Fátima e que se tratou de um fenómeno interior subjectivo”, o que ele faz é clamar pelas provas positivas (o Positivismo como uma forma de Romantismo da ciência) e cagar nas testemunhas. Mas “daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos”. Esta é mais uma razão por que o Anselmo Borges faz parte do problema moderno que ele próprio denuncia.

Quinta-feira, 20 Julho 2017

¿ Não há por aí alguém que vá ao cu ao Luís Aguiar-Conraria ?

 

É que ele parece ansioso com os “homófobos”; parece que, segundo ele, quem não leva no cu é “homófobo”. E por isso chama “homófobo” ao dr. Gentil Martins e ao dr. Abel Matos, sendo que o primeiro é um “senil homófobo”, ou seja, o dr. Martins é homófobo porque é senil: a senilidade, segundo ele, é causa de homofobia. E os burros somos nós, os “faxistas”.

Quando o Aguiar-Conraria souber definir “homofobia”, talvez seja possível começar a levar a sério aquilo que ele diz; mas enquanto ele não tem uma noção de “homofobia”, devemos recomendar-lhe umas saunas de Lisboa onde ele poderá praticar campeonatos de cu aberto.

Aquele texto não tem pénis por onde se pegue nem cu que o aguente. A única solução que nos resta é mandar o Luís Aguiar-Conraria levar no cu — que morra empalado, para que seja feliz até na morte…

Artigo censurado no Facebook (Muslim Refugee Rapes & Beats Woman Pregnant With Twins, Blames It On One ‘Un-Islamic’ Item)

Filed under: liberdade,censura,liberdade de expressão,Facebook — O. Braga @ 6:31 pm

 

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Esta notícia foi censurada no Facebook, mas não me dou por vencido: vou publicar o artigo de forma indirecta através dos blogues — nem que tenha que criar um blogue novo todos os dias.

O urso socialista caiu em sono abrupto

 

JPP-ZAROLHOPerante a merda que os socialistas têm feito no governo — para além de terem seguido à risca a receita económica e financeira das “cativações” de Passos Coelho, o que mereceu um louvor futebolístico do ministro Schäuble —, o urso socialista-radical-que-se-diz-do-PSD preferiu continuar a dormir, já lá vão 403 dias.

Quando os nossos amigos ideológicos estão no Poder, toda a merda é permitida, e a crítica é calada.

O José Pacheco Pereira não foge à regra.

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Quarta-feira, 19 Julho 2017

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa

 

Quando emitimos uma opinião, sobre qualquer assunto, é porque queremos que toda a gente concorde connosco.

Mesmo que digamos que não pretendemos obrigar alguém a seguir a nossa opinião, esta nossa pretensão negativa pretende vincular todas as pessoas que nos ouvem: queremos convencer os outros de que “não queremos convencer os outros”. Ou seja, uma opinião é sempre uma forma de coerção através da persuasão.


Este texto da Maria João Marques começa com uma contradição, que consiste em apenas aceitar a liberdade negativa e negar a liberdade positiva, por um lado, e por outro lado, ela nega (pelo menos implicitamente) que a opinião dela pretenda vincular ou persuadir quem a lê — o que é uma contradição em termos.

O problema do libertarianismo, e dos seus promotores com cabeça de alho chocho, é o de que desprezam a liberdade positiva; e depois invocam o Iluminismo para justificar esse desprezo — quando o maior filósofo do Iluminismo, Immanuel Kant, não concebeu a liberdade negativa  sem a liberdade positiva 

É claro que o libertarianismo não tem argumentos para combater a Esquerda, porque a Esquerda actual adoptou uma dialéctica utilitarista (“joga em dois carrinhos, ou em dois tabuleiros”): por um lado, é normativa quando faz uso da liberdade positiva que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do "maior número"; e simultaneamente defende a liberdade negativa (no Direito Positivo) que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista.

Os libertários só defendem a liberdade negativa — ou seja, “cada um é como é, desde que não me chateiem”.

Em suma, quando defendemos a liberdade negativa do indivíduo, temos que ter em conta a liberdade positiva do “cidadão-legislador” — e não fazer de conta que se ignora a liberdade positiva. Ou seja: “o outro é livre, mas eu tenho uma opinião acerca do tipo de liberdade desse outro, e segundo a qual eu quero que se transforme em lei”; e é assim que a Esquerda raciocina. E através da dialéctica utilitarista entre a liberdade negativa e positiva, a Esquerda vai restringindo as liberdades individuais (da maioria) em nome das “liberdades individuais” (de uma pequeníssima minoria).

Por tudo isto é que o tipo de “Direita” a que pertence a Maria João Marques já perdeu a batalha com o marxismo cultural. Ela apenas vive em estado de negação. Como escreveu o poeta, essa Direita “jaz morta e arrefece”. A “Direita” que apoiou (explicita- ou implicitamente) o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos, não tem autoridade de direito — nem autoridade de facto — para se bater contra a ideologia de género, que é a ideologia contra a qual se revolta a Maria João Marques.


Em Portugal, 1 em cada 4.500 crianças nascidas é hermafrodita. Ou seja: 0,02% das crianças nascidas é hermafrodita porque têm os dois sexos. ¿O faz a Esquerda (marxismo cultural)? “Agarra-se” a esses 0,02% e, em nome dos seus alegados “direitos”, impõe uma ditadura da minoria aos restantes 99,98% de pessoas que não são hermafroditas e que têm o sexo biologicamente definido.

Mas a Esquerda (marxismo cultural) vai mais longe: se uma pessoas com cromossomas XY se identifica subjectivamente como sendo mulher, então, segundo a Esquerda, ele deve ser tratado e identificado como mulher. É neste sentido que surgiu a polémica nos Estados Unidos em volta do processo judicial de Yvette Cormier contra o Estado do Michigan, em que ela foi expulsa de um ginásio porque apresentou uma reclamação contra a presença de um homem (que se dizia “transgénero”) no balneário feminino.

 

Ou seja, o transgenderismo é visto pela Esquerda (absurdamente) como uma forma de identidade — ao contrário do que escreveu a Maria João Marques. Seria absurdo, por exemplo, que eu me identificasse subjectivamente como negro, embora eu fosse branco; mas, para a Esquerda, já não é absurdo que alguém com cromossomas XY se identifique subjectivamente como sendo alguém com cromossomas XX (ou vice-versa).


O que está em causa é o ataque do marxismo contra a  família natural; a chamada “super-estrutura”, segundo referido por Karl Marx no seu livro “Das Kapital”, nada mais é do que a moral cristã.

A moral cristã é a “super-estrutura”, segundo o marxismo; a família natural, que é a base da moral cristã (a base da “super-estrutura”) é a inimiga a abater pelo marxismo, mas também pelo libertarismo de Ayn Rand — e por isso é que gente da laia da Maria João Marques já perdeu a guerra: resta-lhes esbracejar antes de se afogarem na corrente de lodo moral que elas próprias ajudaram a fazer correr.

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa.

Terça-feira, 18 Julho 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

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Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP ficar reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

Domingo, 16 Julho 2017

O doutor Gentil Martins tem razão: a homossexualidade é uma anomalia; e Cristiano Ronaldo é um estafermo moral

 

Em epistemologia (Thomas Kuhn) “anomalias” são falhas na investigação científica que colocam em causa o paradigma. Progressivamente o paradigma entra em crise e inicia-se um período de discussão, denominado ciência extraordinária.


Segundo o dicionário, anomalia é : “o que se desvia da norma, da generalidade”.


gentil-martins-webO Dr. Gentil Martins tem razão nos dois sentidos da palavra “anomalia” quando aplicada à homossexualidade. Por um lado, a homossexualidade “desvia-se da norma, da generalidade”. Aqui, o Dr. Gentil Martins tem razão.

Por outro lado, o problema é que o movimento político LGBTIQWERTY pretende transformar a anomalia em paradigma, ou seja, pretende normalizar a homossexualidade. Ou, por outras palavras, pretende que a anomalia  produza uma ciência extraordinária  que defenda um outro paradigma  segundo o qual a homossexualidade passe a ser a norma natural, biológica e cultural.

Contudo, segundo a Ordem dos Médicos, dizer a verdade científica é ser mal-educado. Só mentindo ao povo somos bem-educados.

Perante a liberdade de expressão do cientista Gentil Martins, a Isabel Moreira, com a sua mentalidade totalitária própria de uma Tia do lupanar político em que vivemos, pretende que o Dr. Martins seja punido pela Ordem dos Médicos por dizer o que é óbvio e evidente.

A verdade científica transformou-se em tabu, e o putedo da laia da Isabel Moreira transforma-se em uma classe de sacerdotisas que promovem o exibicionismo moral que dogmatiza posições anticientíficas através de uma nova Inquisição política. Estamos sob o primado da política sobre a ciência.

O facto de a homossexualidade ser uma anomalia, não significa necessariamente que os homossexuais sejam vítimas de violência. O argumento da Isabel Moreira é non sequitur .

Acredite, caro leitor: a Isabel Moreira tem uma deficiência cognitiva evidente; mas é considerada como “constitucionalista” pelos me®dia.

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade”.

Neste caso concreto, quando se pretende que a anomalia, que é a homossexualidade, se transforme em norma, surge a ilusão da familiaridade: existe uma ilusão psicótica segundo a qual a homossexualidade é normal, e quem disser o contrário é crucificado pelo novo tribunal do santo ofício. O rei vai nu, e quem denunciar a nudez do rei é assassinado politicamente.

O maniqueísmo político da Isabel Moreira revela a estupidez da criatura. É tempo do país colocar a Isabel Moreira ao nível da Fernanda Câncio e deixar de lhe dar crédito — a não ser por pena da imbecilidade que a criatura merece.


« Na entrevista polémica, Gentil Martins considera um “crime grave”, “degradante” e “uma tristeza” o facto do futebolista português Cristiano Ronaldo ter tido filhos recorrendo a uma barriga de aluguer. O médico insulta o internacional e ataca Dolores Aveiro, dizendo que “Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.” »

Assino por baixo (com as duas mãos).

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