perspectivas

Segunda-feira, 13 Julho 2020

O discurso político kafkiano do governo de António Costa

Filed under: António Costa,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 5:02 pm

antonio-costa-wc-webDesde 2015 que eu venho aqui chamando à atenção para a periculosidade política de António Costa — não é por acaso que o José Pacheco Pereira o apoia quase incondicionalmente.

António Costa tem um discurso melífluo, mascarado de tolerante mas que esconde um ressentimento endógeno em relação ao português comum. Comparado com António Costa, José Sócrates é (ideologicamente) um menino de coro.

Quando a Ministra-Filha-do-Vieira-da-Silva se propõe “monitorizar o discurso de ódio na Internet”, o que o governo do António Costa pretende é instituir — na cultura portuguesa e com implicações no ordenamento jurídico — e legitimar politicamente a “armadilha kafkiana”.


Na sua obra “O Processo”, Franz Kafka relata a estória de um homem que é acusado de crimes que nunca são especificados e definidos pela acusação.

E mais: quando o referido arguido nega que tenha praticado os tais “crimes não-especificados”, a acusação conclui “logicamente” que a negação da prática desses crimes (não-especificados) é sinal “evidente” de culpa que decorre naturalmente de ele ter — de facto — praticado esses “crimes” (não-especificados).

Ou seja: a negação da prática de um crime (não-especificado) é a prova necessária da sua prática.

Chama-se a isto, em Retórica, a “armadilha kafkiana”. Ou, neste caso, a “armadilha do Costa”.  


Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

Adenda (3 de Agosto de 2020):

 

“Em sectores como a investigação criminal são já evidentes os sinais de que dificilmente se aceitará que as investigações não confirmem as teses dos activistas que funcionam como milícias mediáticas da esquerda radical, veja-se como o homicídio de Bruno Candé foi logo definido como racismo e, se por acaso a investigação não confirmar essa certeza antecipada, já se sabe que alguém vai ter o seu nome escrito nos jornais.

A geringonça, imagem com o seu quê infantil de estrutura desajeitada, é na verdade uma trituradora cada vez mais pesada das vontades e competências.”

Helena Matos


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Segunda-feira, 3 Agosto 2020

A normalização do normal

A cidade americana de Somerville estendeu aos grupos “poliamorosos” os direitos civis concedidos pelo Estado às pessoas unidas pelo matrimónio — por exemplo, os direitos decorrentes da Segurança Social e da assistência médica, assim como o direito dos membros dos grupos “poliamorosos” a visitar os seus “cônjuges” nos hospitais.

Rapidamente o "casamento" poliamoroso será legalizado no Estado de Massachusetts.

poliamoria-web

Em um verbete anterior, esbocei a diferença de propósitos entre o marxismo cultural do Bloco de Esquerda — mas também do Livre, do PAN, e mesmo da ala radical do Partido Socialista de que faz parte o António Costa —, por um lado, e o liberalismo de Stuart Mill — do IL (Iniciativa Liberal) e de um certo PSD de Rui Rio —, por outro lado. Chamei à atenção para o facto de, não obstante os métodos de acção política serem semelhantes, os fins a alcançar (num e noutro caso) são díspares, senão mesmo opostos.

Segundo Fernando Pessoa, os liberais são “aqueles que cuja teoria do progresso inculca a ideia de que ele se faz por uma lenta alteração da sociedade, não tanto nem somente dentro de moldes em que essa vida social se encontra vasada”. (…) “Para o liberal, os moldes (culturais) alargam-se mas a sua forma fica”.

O problema (que Fernando Pessoa não terá visto) é o facto de o “progresso” não obedecer a uma qualquer lei da natureza, por um lado; e por outro lado, o facto de só existir progresso na ciência; e mesmo na ciência, o progresso é estabelecido em função de determinados pontos de referência assinalados epistemologicamente “a posteriori” — como escreveu o reaccionário Nicolás Gómez Dávila: “duvidar do progresso é o único progresso”.


Depois da normalização legal da eutanásia, a legalização e a normalização do “casamento” poliamoroso será uma das prioridades do Bloco de Esquerda e do IL (Iniciativa Liberal) e com ajuda preciosa dos me®dia — embora por razões diferentes. O problema é que o IL (Iniciativa Liberal) não se dá conta de que está a fazer o jogo político destrutivo e totalitário do Bloco de Esquerda.

Quando foi da normalização legal do "casamento" gay, os políticos (do Bloco de Esquerda ao PSD, e mesmo no CDS de Paulo Portas) disseram-nos que “a homossexualidade era coisa normal”, não obstante apenas cerca de 2% da população ser homossexual. O termo “normal” passou a ter uma dimensão abstrusa, produto de um nominalismo radical que infesta a cultura das “elites” políticas actuais.

Quando dizemos que o comportamento característico especifica- e exclusivamente de apenas 2% da população “é normal”, estamos a adoptar uma concepção acientífica da realidade social e cultural.


Precisamos de contrariar esta elite política; e para isso necessitamos de um partido político burkeano forte (burkeano, de Edmund Burke):

  • um partido político que defenda a coesão social e os interesses da maioria (mesmo que o católico bonzinho Seara Duque não concorde) e dos seus costumes;
  • um partido político que se oponha sistematicamente à humilhação do povo por parte da elite política (como esta faz constantemente, por exemplo, quando diz que “o povo português é racista”. A humilhação do povo tem o propósito de o submeter e controlar);
  • um partido que defenda os pressupostos morais básicos e as normas fundamentais que caracterizam a vida boa comunitária;
  • um partido que defenda o respeito pela autoridade, a começar pelos pais e extensível aos idosos em geral;
  • um partido que dê valor à família e apoie políticas de nascimento de crianças;
  • um partido que reconheça as nossas dívidas históricas em relação aos mortos, heróis nacionais incluídos.

Esse é o partido da normalização do normal.

Sábado, 1 Agosto 2020

José Seara Duque, o católico bonzinho

O católico bonzinho é aquele que segue piamente o papa Chiquinho (e o Anselmo Borges): se o Chico manda que ele se lance a um poço, o católico bonzinho despenha-se a ele e à sua família inteira; não faz a coisa por menos.

Quando um determinado católico não é manifestamente “bonzinho”, então segue-se que é “populista”. É esta a mensagem do católico bonzinho José Seara Duque, expressa aqui.


Ainda não percebi o que significa “populismo”. A própria Wikipédia diz o seguinte: “não existe uma única definição do termo”. Se por “populismo” entendermos “demagogia”, então a nossa classe política inteira é certamente populista.

Quando o católico bonzinho Duque se insurge contra a actual elite, pode estar a assumir uma atitude populista — segundo a Wikipédia: “Populismo é um conjunto de práticas políticas que se justificam num apelo ao "povo", geralmente contrapondo este grupo a uma "elite".”


papa-lutero-webO “católico bonzinho” difere do "católico fervoroso", na medida em que o primeiro (por exemplo) não jejua às Sextas-feiras. O católico bonzinho não é fã de sotainas; prefere os padres com calças de ganga, se possível, rotas. O católico bonzinho adora as hóstias na mão, e concorda em fechar igrejas porque o Estado pode e manda.

O católico bonzinho é religiosamente muito inclusivo: “inclusivamente” Maomé e Lutero (e até mesmo os ex-canibais da Papua ou o Candomblé dos trópicos); e quem não “inclui” Maomé e Lutero (e o Candomblé), é populista.

O católico bonzinho não é maniqueísta; mas os católicos que não são bonzinhos são “populistas”.

Tal como ordena o chefe Chiquinho, o católico bonzinho defende as suas ideias sem qualquer tipo de consequência política — porque o católico bonzinho, é bonzinho, e detesta a acção política. E quem actua politicamente no reino da cristandade, é populista.

Tal como filósofo cristão bonzinho Kierkegaard, o católico bonzinho fica paralisado perante o livre-arbítrio, face à possibilidade de escolha — exactamente porque é bonzinho: o católico bonzinho é suicidário, dá sempre a outra face política aos marxistas; e quando um qualquer católico expulsa os vendilhões do templo, então este é populista.

O católico bonzinho é aquele que pretende submeter a autoridade secular da Igreja Católica à autoridade do Estado. Aliás: o católico bonzinho é aquele que não se importa de submeter qualquer tipo de autoridade à autoridade do Estado — o católico bonzinho é cúmplice do despotismo.

Sexta-feira, 31 Julho 2020

A diferença ética e ontológica entre o Bloco de Esquerda e o IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: animalismo,ética,marxismo,marxismo cultural,Peter Singer — O. Braga @ 6:28 pm
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Nicolás Gómez Dávila escreveu o seguinte, acerca do regime de democracia representativa:

“Hay que repetirlo y repetirlo: la esencia de la democracia es la creencia en la soberanía de la voluntad humana.”

Desta vez não concordo com ele. A democracia americana, tal como estipulada originalmente pela Constituição dos Estados Unidos, não prescinde de Deus: a vontade humana, neste caso, só existe com o beneplácito da vontade de Deus.

Se a vontade humana for uma consequência da vontade de Deus, então a vontade humana torna-se dependente de um primeiro princípio, ou de um axioma — ou de um “dogma” como se escreve aqui. E, sendo dependente, a vontade humana não é soberana, mesmo que o ser humano viva em democracia.

O facto de se viver em democracia não significa necessariamente que se imponha, na cultura antropológica  a crença  na soberania da vontade humana.


O que está a acontecer é uma revolução cultural e uma mudança de paradigma. Há cada vez mais pessoas que salvariam o seu cão em vez de um vizinho (des)conhecido de se afogar. O Humanismo está em falência não por ser errado, mas porque não tem sabido reconhecer no Animalismo um inimigo fatal.”

Em defesa dos direitos humanos ou introdução ao artigo de Joaquim Grave


Existe uma diferença de propósitos entre o liberalismo (utilitarismo) de Stuart Mill, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado.

O liberalismo utilitarista de Stuart Mill [representado actualmente em Portugal pelo IL (Iniciativa Liberal) e pelo PSD de Rui Rio] tinha (em finais do século XIX) como preocupação a organização da sociedade em benefício de seres humanos considerados “extraordinários” e extravagantes (os novos “super-homens” da nova aristocracia burguesa), e por isso obrigando toda a gente a “libertar-se” das restrições das tradições e dos costumes.

O marxismo cultural (representado em Portugal pelo Bloco de Esquerda, partido Livre, e uma parte do Partido Socialista, PAN) pretende o fim das restrições dos costumes como uma forma de minar a sociedade por dentro, tendo em vista um fim oposto ao do liberalismo: a instauração de um totalitarismo que imporá um “paraíso na Terra”, e que (alegadamente) surgirá espontaneamente na sequência de uma espécie de “apocalipse” (Fé Metastática).

O liberalismo utilitarista conduz a um social-darwinismo (uma sociedade organizada em benefício dos mais fortes). O marxismo cultural conduz a um totalitarismo distópico de tipo previsto no romance “1984” de George Orwell.

Ou seja, os meios são semelhantes entre uma e outra ideologia; mas os fins (os propósitos) são diferentes.

A preocupação do liberalismo utilitarista de Stuart Mill é com as “normas sociais opressivas” (a “libertação” em relação à opinião pública); em contraponto, os marxistas culturais servem-se da guerra contra as “normas sociais opressivas” para uma “destruição criativa”, radical e utópica da sociedade, tendo em vista um “paraíso” totalitário.


Uma sociedade sem tabus é um “círculo quadrado”.

especismo-2-webQuando se diz (na citação) que “o que está a acontecer é uma revolução cultural e uma mudança de paradigma”, o que se pode dizer é que o que está em causa é uma tentativa (por parte dos marxistas culturais) de mudar os tabus que regem a nossa sociedade — porque eles sabem muito bem que uma sociedade sem tabus é um “círculo quadrado”.

O aborto, o eugenismo, a eutanásia e o infanticídio são cada vez mais defendidos abertamente pelo movimento ecologista; os direitos dos animais em geral são equiparados aos direitos humanos.

Para que o aborto, o eugenismo, a eutanásia e o infanticídio deixem de ser tabus culturais, a Esquerda tem que encontrar (e impôr) novos tabus culturais — por exemplo, a censura da linguagem em nome de uma total discricionariedade subjectivista, a negação da existência dos dois sexos em nome da “igualdade”, a deslocalização do conceito de “opressão” da economia (marxismo clássico) para a psicologia — tornando a liberdade de expressão o grande problema da sociedade, e não a solução preconizada pelo Iluminismo; e o maniqueísmo de Marcuse traduz-se no conceito de tolerância repressiva: o marxismo cultural entende a liberdade de expressão como um mal que tem que ser erradicado.


end-espexcismo-webO movimento ecologista e animalista internacional trabalha arduamente para conduzir a humanidade à barbárie eugenista e anti-humanista a que já assistimos no princípio do século XX, nomeadamente com a ligação íntima entre os “Green Wing” alemães (Wandervögel) e o movimento nazi.

Hitler e Himmler eram vegetarianos e consideravam os direitos dos animais a par e equivalentes aos direitos humanos (Hitler gostava mais de cães do que de pessoas) ; a política nazi do “Blut und Boden” (Sangue e Chão) é indissociável da sua componente ideológica ecologista, que se desenvolveu a partir dos filósofos românticos como Nietzsche e do mito dogmático darwinista.

Mais tarde no século XX, alguns “filósofos” seguiram a tradição “revolucionária” de menorização da importância do ser humano no contexto da Natureza, nomeadamente Marcuse e/ou Heidegger; mas também, por exemplo, pelo Padre jesuíta (e, por isso, panteísta) Pierre Teilhard Chardin que muitos "católicos fervorosos" prezam.

Porém, o verdadeiro guru do animalismo ecologista actual é Peter Singer.

Para que se tenha uma ideia do enorme problema que os portugueses têm entre mãos, grande parte dos professores de filosofia em Portugal doutrinam as nossas crianças com a teoria do “especismo”, da autoria de Peter Singer (a ler: A incoerência da teoria ética de Peter Singer).

Em Portugal, um dos exímios intérpretes de Peter Singer é Pedro Galvão, que os “professores de filosofia” que estão na moda tanto respeitam.

Para a actual Esquerda, a mulher não existe

Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.

cnn-cervix-web

A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).

A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.

A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.

Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.

A História repete-se.

O ressentimento (ou mesmo ódio) que os judeus (em geral) têm em relação aos europeus

Filed under: judeus — O. Braga @ 12:29 pm

"The white race is the cancer of human history; it is the white race and it alone — its ideologies and inventions — which eradicates autonomous civilizations wherever it spreads, which has upset the ecological balance of the planet, which now threatens the very existence of life itself. What the Mongol hordes threaten is far less frightening than the damage that western ‘Faustian’ man, with his idealism, his magnificent art, his sense of intellectual adventure, his world-devouring energies for conquest, has already done, and further threatens to do."

Susan Sontag, Jewish author

susan-sontag-web

Quinta-feira, 30 Julho 2020

A Carolina Deslandes e as gravuras paleolíticas de Foz Côa

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,Esta gente vota — O. Braga @ 7:40 pm

Deitar-me com a Carolina Deslandes seria como “comer” uma série de gravuras paleolíticas de Foz Côa.

Carolina Deslandes

Terça-feira, 28 Julho 2020

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


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Segunda-feira, 27 Julho 2020

O estado a que chegou o ensino estatal nos Estados Unidos da América

Vemos aqui em baixo as fotografias dos terroristas dos Black Lives Matter/ANTIFA presos no fim-de-semana passado, na cidade de Portland (Estado de Oregon), na sequência de actos de violência contra a polícia federal.

As fotografias que têm uma cruz — ou as fotografias coloridas — são de professores do sistema de ensino do Estado.

Agora imagine, caro leitor, o nível miserável do ensino estatal nos Estados Unidos. Pobres crianças!

professores-antifa-web

Domingo, 26 Julho 2020

Os marxistas do Black Lives Matter e os estereótipos de raça

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 2:04 pm
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A actual obsessão política pela “igualdade” entre cidadãos, impede que determinados grupos sociais se possam desenvolver / modificar do ponto de vista da sua cultura comunitária. E da obsessão pela “igualdade” faz parte a “guerra” contra os “estereótipos” rácicos, étnicos e culturais — a demonização dos estereótipos é uma forma de negação da realidade, por um lado; e por outro lado é uma forma de negação (por parte da Esquerda) do método científico.

Um dos métodos utilizados pela Esquerda no sentido de obnubilar a realidade e os factos, é a utilização sistémica da falácia "Tu Quoque", em que os estereótipos de uma determinada comunidade são negados porque (alegadamente) a sociedade em geral também adopta esses estereótipos.

Ou seja: segundo a Esquerda, os estereótipos são estendidos a toda a sociedade, e por isso (alegadamente) deixam de fazer qualquer sentido quando aplicados a uma comunidade cultural e rácica especifica.

Por exemplo, o grupo marxista “Black Lives Matter” publicou um gráfico em que pretende demonstrar que os estereótipos da comunidade negra dos Estados Unidos são falsos (ver a parte superior do gráfico em baixo).

Porém, se fizermos umas contas e estabelecermos a proporcionalidade dos estereótipos comportamentais / criminais, verificamos (ver a parte inferior da imagem) que se os negros praticassem crimes na mesma proporção que os brancos, então os números da comunidade negra deveria ser a referida na imagem em cor verde (e não a vermelho). O único dado estatístico a favor dos negros é o da condução sob efeito de álcool ou estupefacientes — de resto, os estereótipos de raça e de cultura negra impõem-se como válidos. blm-pretalhada-web

Sábado, 25 Julho 2020

O Público bloqueia o público

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:48 am

Sexta-feira, 24 Julho 2020

Os reaccionários recrutam-se na primeira fila de uma revolução

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 3:24 pm

“Como Saturno, a Revolução devora os seus próprios filhos (Jacques Mallet Du Pan) 

racismo-blm-web

“O revolucionário só descobre o “autêntico espírito da revolução” perante o tribunal revolucionário que o condena.”

Nicolás Gómez Dávila

A nacionalidade portuguesa está em saldo

Filed under: Bloco de Esquerda,Portugal — O. Braga @ 2:46 pm

O Bloco de Esquerda — o campeão do fomento do aborto em Portugal — pretende que a nacionalidade portuguesa seja atribuída às crianças que nasçam em Portugal, ainda que os respectivos pais sejam estrangeiros e não residam no país.

Por um lado, o Bloco de Esquerda promove activamente o aborto de crianças portuguesas autóctones, e uma cultura abortifaciente; mas, por outro lado, o Bloco de Esquerda pretende dar a nacionalidade portuguesa a crianças estrangeiras cujos pais nem sequer vivem em Portugal.

E depois, os iluminados do esquerdalho — de tipo “José Pacheco Pereira” — dizem-nos que a substituição da população portuguesa (autóctone), por estirpes estrangeiras, é uma “Teoria da Conspiração da extrema-direita”.

Esta proposta do Bloco de Esquerda não foi (ainda!) aceite pelo resto da Esquerda que adoptou (por enquanto) uma outra: os filhos dos imigrantes legais (com autorização de residência) ou que fixaram residência há pelo menos um ano, e que nasceram em território nacional, passam automaticamente a ter a nacionalidade portuguesa.

¿Quem votou contra este atentado ao valor da nacionalidade portuguesa? PSD, CDS, IL (Iniciativa Liberal) e CHEGA.

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