perspectivas

Sexta-feira, 24 Março 2017

A cagada psicótica do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges escreveu uma cagada em dois actos. O primeiro acto enumera as futuras conquistas do chamado trans-humanismo, por exemplo:

“Já mudamos o género de um ser humano através da cirurgia e de tratamentos hormonais.”

Não, ó Anselmo Borges, não mudamos nada. Mesmo que tirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher. O “problema” está no ADN, no XX; ¿estás a perceber, ó Anselmo? Portanto, caro Anselmo Borges, vai à bardamerda, tu e mais a “mudança de género” gramatical.

“Com ela e outras formas de engenharia biológica pode pensar-se em realizar alterações profundas na nossa fisiologia, no sistema imunitário, na esperança média de vida, nas nossas capacidades intelectuais e emocionais.”

“Poderíamos realizar alterações profundas, por exemplo, no nosso sistema imunitário”, se soubéssemos o que é e como se formou o nosso sistema imunitário. Aconselho o leitor assíduo do Anselmo Borges a ler um livro do professor universitário Michael Behe “A Caixa Negra de Darwin”, porque de outro modo seria trabalhoso estar aqui a explicar a psicose do Anselmo Borges — ou melhor: o delírio interpretativo do Anselmo Borges.

O segundo acto cagado especula sobre a primeira cagada. O Anselmo Borges irrita-me, porque usa e abusa da falácia ad Novitatem, por um lado, e por outro lado, o velho gaiteiro gosta de se pavonear como sendo “pr’á frentex”.

Quinta-feira, 23 Março 2017

A impotência e o terror da classe política europeia face ao Islão

 

Aquilo a que se convencionou chamar de “secularismo” não irá travar a expansão violenta do Islão totalitário na Europa.

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Aquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita”, nada mais é do que a reacção popular (e populista) ocidental à estupidez institucionalizada promovida pela classe política dos países europeus. Como vimos recentemente com as eleições na Holanda, basta que a classe política (em geral) seja realista (olhe para a realidade e para os factos, por um lado, e para a História, por outro lado), para que a chamada “extrema-direita” seja dissipada.

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Quarta-feira, 22 Março 2017

Amanhã haverá velas, flores, vigílias e lágrimas em Westminster; e o Islão continuará a matar europeus.

Jeroen Dijsselbloem: “No sul da Europa, é só putas e vinho verde”

Filed under: Europa,União Europeia,Euro,Holanda,Norte da Europa — O. Braga @ 11:19 am

 

Na década de 1980, quando pela primeira vez visitei Amesterdão e passeei pelas ruas com lanternas vermelhas à porta e montras com mulheres nuas, comentei com alguém: “aqui na Holanda, é só putas e cerveja belga”. Afinal e agora, o ministro holandês das finanças inverteu o sentido da coisa: agora é o sul da Europa — e já não a Holanda — onde há putas nas montras e com álcool à mistura.

Bem sei que, entretanto, a Holanda mudou. Agora, as mulheres holandesas necessitam dos homens muçulmanos imigrantes — porque os homens holandeses autóctones (por exemplo, Jeroen Dijsselbloem ou Geert Wilders) já não “dão conta do recado”. Ao Jeroen Dijsselbloem só lhe resta a cerveja belga, porque, de mulheres, estamos conversados.

O homens do norte da Europa sofrem hoje do “síndroma das putas e vinho verde”: por um lado, não produzem vinho verde (o clima não o permite); e por outro lado, já não têm pedalada para as suas próprias mulheres, a ponto de serem obrigados a importar machos islamitas para as cobrir.

 

Terça-feira, 21 Março 2017

Morreu um pobre diabo, rodeado de brinquedos

Filed under: Bilderberg,Globalismo,Nova Ordem Mundial — O. Braga @ 6:56 pm
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“Some even believe we are part of a secret cabal working against the best interests of the United States characterizing my family and me as ‘internationalists’ and conspiring with others around the world to build a more integrated global political and economic structure – one world, if you will. If that’s the charge, I stand guilty, and I am proud of it.”

David Rockefeller

David Rockefeller reconhece, nas suas memórias, que traiu — em acções concretas — o seu próprio país. E nada lhe aconteceu; permaneceu impune. O mesmo acontece ainda hoje com George Soros.

Na reunião de Bilderberg de 1991, David Rockefeller afirmou a agenda política dos globalistas, apoiados pelos me®dia:

“The supranational sovereignty of an intellectual elite and world bankers is surely preferable to the national autodetermination practiced in past centuries.”1

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David Rockefeller morreu aos 101 anos depois de 7 (sete) transplantes cardíacos realizados depois dos 70 anos. Sete! PQoP! Ele certamente estaria convencido de que se fizesse mais 20 transplantes cardíacos chegaria aos 200 anos de idade.


eric_voegelin«Para um (homem), as portas da existência estão abertas de par em par, para o deixar contemplar as etapas do ser, depois a natureza inanimada, até Deus. O mundo desdobra-se largamente nele, os seus significados confrontam-se numa relação bem reflectida, e dão assim lugar a uma ordem ontológica; depois, com a valorização destas etapas do ser, formam uma ordem hierárquica, e como resposta à questão da razão de ser, reenviam a uma ordem da criação.
Um máximo de acolhimento da realidade encontra-se ligada com um máximo de racionalidade na ordem e no encadeamento, e encontra-se coroada pela transfiguração dogmática2 da experiência espiritual e religiosa numa ideia de Deus, tal como o Ocidente a desenvolveu na doutrina analogia entis3 .

A outro (homem)4 , só foi dado o prazer de olhares áridos sobre a realidade, talvez mesmo apenas um único: sobre a Natureza, sobre o dinheiro ou Poder, sobre um grande homem, sobre um povo, sobre a humanidade — o que ele tenha visto tornar-se-á para ele em Realissimum, o ser mais verdadeiro que se eleva ao lugar de Deus e lhe esconde, assim, todo o resto — nomeadamente, e sobretudo, o próprio Deus.»

(Eric Voegelin, “As Religiões Políticas”, páginas 29/30)


Notas
1. “A soberania supranacional de uma elite intelectual e de banqueiros internacionais é seguramente preferível à autodeterminação nacional praticada em séculos passados”.
2. “Há duas espécies de pessoas: as que têm dogmas mas que não reconhecem que os têm, e os que têm dogmas e reconhecem que os têm.” → G. K. Chesterton
3. Semelhança (mas não igualdade) essencial entre o ser humano enquanto criatura, e Deus enquanto criador.
4. neste caso, David Rockefeller.

Domingo, 19 Março 2017

O Lutz Brückelmann é um idiota chapado

 

Uma coisa é roubar uma bicicleta; outra coisa, bem diferente, por exemplo, é violar uma mulher; ou arrebentar uma bomba em sítio público.

Penso eu que roubar uma bicicleta não é tão grave como fazer explodir uma bomba em sítio público e matar dezenas de pessoas: mas ele há gente que pensa que não se deve generalizar no que diz respeito aos ladrões de bicicletas (aka, portugueses na estranja) e/ou aos bombistas islâmicos e/ou marroquinos.

Há por aí um inteligente que dá pelo nome de Lutz Brückelmann que diz que a Holanda só deve deportar os marroquinos que se fazem explodir em Allauhakbar , ou que assassinam em nome de uma religião, ou que violam mulheres porque não vestem Burka, etc..

Ou seja, o Brückelmann pensa que há uma cultura islâmica pacífica e compatível com a herança europeia de tradição cristã, por outro lado, e, por outro lado, uma outra cultura islâmica violenta dos marroquinos criminosos que devem ser deportados.

Vemos aqui em baixo um vídeo acerca dos muçulmanos moderados que o idiota Brückelmann não quer deportar da Holanda.

 

É caso para dizer: Lutz Brückelmann: vai à bardamerda!

Como a Isabel Moreira vê o mundo

 

Isabel Moreira: “Eu só quero ser um espírito livre. E pago o preço disso com a solidão. Os homens têm medo de mulheres livres”.


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Sábado, 18 Março 2017

O jornalismo de sacanas

Filed under: comunicação social,jornal Público,me®dia,merdia,semanário Sol — O. Braga @ 11:27 am

 

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o jornal Público.

O jornal Púbico tem uma tiragem de cerca de 13.000 unidades diárias — o que significa que está tecnicamente falido; quem está a sustentar este jornal de Esquerda é o capitalista Belmiro de Azevedo & Filho. Vemos, com perplexidade, um capitalista a subsidiar a propaganda radical de Esquerda: chegará a hora em que irão “chiar”, mas será tarde. Ainda iremos ver o senhor Paulo Azevedo a fugir para o Brasil.

Uma das características do jornal Púbico é escolha criteriosa de fotografias mal-paridas de determinadas personalidades, em relação a quem a direcção do jornal tem alguma animosidade especial. O semanário SOL está a imitar o jornal Púbico: vemos aqui em baixo a escolha da fotografia que o SOL faz sistematicamente em qualquer notícia de Joana Marques Vidal.

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É certo que, em Joana Marques Vidal, a cara não ajuda. Mas a escolha sistemática de determinadas “poses fotográficas”, que não favorecem a personagem, é própria de um jornalismo de sacanas.

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Quinta-feira, 16 Março 2017

O maniqueísmo totalitário do socialista João Galamba

 

As críticas ao jornalismo são diferentes — segundo o Galamba — se forem da Esquerda ou da Direita.

 

Ou seja, o pensamento lógico não se aplica da mesma maneira a uma pessoa de Direita ou a outra de Esquerda. A crítica lógica (seja qual for) só é válida (a tolerância repressiva) se vier da Esquerda: aliás, a julgar pelo Galamba, até a lógica-matemática é de Esquerda.

E ainda dizem que não vivemos no PREC [Processo Revolucionário em Curso].

Quarta-feira, 15 Março 2017

A incoerência do esquerdalho universitário

 

Perguntam a estudantes da Universidade de Madison (Estado americano do Wisconsin, que é tradicionalmente de Esquerda):

¿Um músico muçulmano tem o direito de recusar um contrato para tocar em um evento cristão? Todos os estudantes responderam que “sim”, que o músico muçulmano tem o direito de não tocar em um evento cristão.

E, depois, outra pergunta:

¿Um fotógrafo cristão tem o direito de recusar um contrato para tirar fotografias de um "casamento" gay? Resposta dos estudantes: “a pergunta é estúpida”.

 

Terça-feira, 14 Março 2017

O papa Chico é um Joaquim de Fiore actual

Filed under: Anselmo Borges,cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico — O. Braga @ 11:29 am
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Temos aqui mais um texto panegírico do Anselmo Borges dedicado ao papa Chiquitito. Digo o seguinte: desprezo este papa como sendo ele um agente da força do Mal. Existe um livrinho de Eric Voegelin com o título “Religiões Políticas” que toda a gente deveria ler — quanto mais não seja para compreender por que razão o papa Chiquinho é, também ele, um agente da força do Mal.

Todos os seres humanos (uns mais do que outros) têm defeitos. Nenhum ser humano é perfeito, e nenhum papa jamais foi perfeito. Mas este papa quer ser visto (pelas pessoas, em geral) como “sendo perfeito quando afirma publicamente a sua imperfeição” — o que, podemos dizer, é o cúmulo da hipocrisia; e, para isso, utiliza amiúde a utopia.

“A cidade imaginada pelo utopista é sempre de mau gosto, a começar pela do Livro do Apocalipse.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O papa Chico é uma espécie de Joaquim de Fiore actual, ideologicamente explorado pelos seus correligionários gnósticos modernos, como é o caso do Anselmo Borges. O seu mundo é imanente, e quando ele fala em “transcendência” é para enganar o povo católico.

O Anselmo Borges pode escrever uma biblioteca inteira com a apologética do papa Chiquinho, que não é por isso que a realidade se transforma através de uma fé metastática, e o papa-açorda passa a ser santo.

Segunda-feira, 13 Março 2017

A estória do sapo que não se dá conta do PREC [Processo Revolucionário em Curso]

Filed under: Bloco de Esquerda,Partido Comunista,Partido Socialista,PREC — O. Braga @ 7:26 pm
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“Aquilo que Portugal está a viver não é um PREC mas sim a destruição do centro.”Helena Matos


Vamos tentar analisar em poucas palavras este texto da Helena Matos.

A História não se repete; mas há padrões históricos que se repetem (os ciclos históricos) → “a velhice do eterno novo”, como escreveu Fernando Pessoa. Em um certo sentido, o “novo é velho”.

Em 1975, o PREC [Processo Revolucionário em Curso] foi uma tentativa de destruição do centro — só que foi uma tentativa apoiada em uma parte das Forças Armadas e no agit-prop de rua à moda do José Pacheco Pereira.


Em primeiro lugar, temos que saber o que significa “centro”. O “centro político” é sempre uma posição relativa, por um lado, e por outro lado é uma posição referencial — é uma referência que não tem uma correspondência exacta na realidade política. O “centro”, em 1975, não é o mesmo “centro” em 2017.


sapo_cozidoOs marxistas (incluindo uma parte do Partido Socialista) aprenderam com o fracasso do PREC [Processo Revolucionário em Curso] de 1975, e com a queda do muro de Berlim.

A haver uma intervenção militar marxista (que ocorreu em 1975, a 11 de Março), esta ocorrerá desta vez em um último estágio do “processo” de tomada do Poder: em vez da intervenção das Forças Armadas “à cabeça” (inicial), a tropa fechará o “processo” político de tomada do Poder totalitário.

O papel da tropa é invertido, em relação a 1975.

Ademais, os métodos de tomada do Poder totalitário são diferentes hoje, em relação a 1975: digamos que os métodos de assalto ao Poder totalitário são hoje menos abrutalhados e mais refinados, com apelos sistemáticos ao sentimentalismo (a tolerância repressiva  do marxismo cultural) e com o apoio incondicional das mulheres, em geral, à causa do politicamente correcto (embora haja excepções de mulheres que confirmam a regra).

Hoje, o perigo do totalitarismo é muito maior, porque em 1975 havia o bloco soviético e os Estados Unidos não queriam Portugal na esfera soviética. Hoje, os Estados Unidos estão se cagando para Portugal: hoje a reacção ao marxismo no Poder tem que ser indígena, e sem grande apoio da CIA e dos “Franks Carlucci”.


O que estamos a viver hoje é um novo tipo de PREC [Processo Revolucionário em Curso]; mas é um PREC da estória do sapo que não se dá conta de que vive no PREC .

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