perspectivas

Sexta-feira, 6 Maio 2016

A parada militar da Ministra Constança Urbano de Sousa

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:47 pm
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Ministra Constança Urbano de Sousa
Atenção aos detalhes, à escolha dos materiais, à perfeição do corte do casaco que valoriza a silhueta e que confere essa allure tão característica do estilo Chanel. Os bolsos são verdadeiros bolsos. Em vez de botões, usa o ZIP, o que lhe concede um olhar prático. Calças tipo “slack girls” de pin-up sensual, e sapatos Chanel em Couro Kid Offwhite com ponta em Spyke Ouro.

Nada que se compare com a velha e gasta Margaret Thatcher.

margaret-tatcher-tropas

Foto daqui.

A direita lambe-cus da esquerda

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:55 am
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Há um idiota que escreve no Insurgente que dá pelo nome de Carlos Guimarães Pinto:

“Eu concordo com muitos dos argumentos aqui expostos pelo Luis Aguiar-Conraria. Também a mim me preocupa alguma obsessão da direita com as questões de costumes, como se o estado devesse intervir (ou sequer tivesse a capacidade de o fazer de forma relevante) na forma como a sociedade evolui. Com excepção da questão do aborto, da qual não falarei agora, alinho em geral nas causas do liberalismo nos costumes. Não partilharia alguns artifícios retóricos usados pelo Luis, mas não serei eu a atirar a primeira pedra nestes assuntos”.

A opção laica

O idiota preocupa-se com a “obsessão da Direita com as questões de costumes”, o que parece significar, por contraposição, que a Esquerda não se preocupa com os costumes. “A Direita é obsessiva em matéria de costumes, mas a Esquerda não é”. Segundo o idiota, com a Esquerda, o Estado não intervém na forma como a sociedade evolui.

Existe uma certa “direita lambe-cus da esquerda”: passam a vida a lamber o cu à esquerda. Vive de um permanente sentimento de culpa em relação à esquerda. É uma direita masoquista, que passa a vida a bater com mão no peito perante o altar do radicalismo de esquerda.

O José Pacheco Pereira e sanha contra Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 10:39 am
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Na Quadratura do Círculo de ontem, até o Jorge Coelho teve que se desmarcar do Pacheco em relação a Angola. Por vezes dá-me a ideia de que, para o Pacheco, qualquer rico é corrupto; ele não o diz, mas pensa — a não ser que o rico seja mentor dele, como é o Bilderberger Pinto Balsemão: nunca ouvirão o Pacheco criticar Bilderberg ou o Chico dos Porsches.

¿Se há corrupção em Angola? Com certeza, assim como há corrupção em Portugal; e parece que o Partido Socialista de António Costa protege os corruptos, convidando-os para cerimónias oficiais de inaugurações.

Existem presos políticos em Angola? Sim, mas também existem presos políticos na França socialista do progressista e maçon François Hollande que o Pacheco tanto preza.

Boris Le Lay

A Esquerda faz merda, e a Direita pede desculpa

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:16 am
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“Lamentando o tom "agressivo" e "crispado" das bancadas à esquerda, Assunção Cristas insistiu que é possível tentar "um mínimo consenso na matéria" e respondeu às críticas afirmando que o governo do qual fez parte esteve sob um programa de ajustamento financeiro assinado pelo governo PS.

A deputada argumentou que o Governo PSD/CDS conseguiu, apesar do programa de ajustamento "salvaguardar muitos apoios à família" até "progredir" assim que o país se viu livre da `troika´.”

Abono de família aumenta nos três primeiros anos

Vem aí um quarto resgate de Portugal, provocado pela Esquerda. E a Direita vai ter que pedir novamente desculpa ao povo por ter salvo o país.

Quinta-feira, 5 Maio 2016

O condicionamento psicológico do politicamente correcto é terrível

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:24 pm
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jeremy_clarksonJeremy Clarkson, ex-apresentador do programa Top Gear da BBC, relata aqui um episódio ocorrido na BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation).

Clarkson é adepto do Chelsea, e deu o nome de Didier Dogba ao seu novo cão. Um dia foi chamado pelo seu chefe Danny Cohen, e deu-se o seguinte diálogo:

Danny Cohen: “Sei que você tem um cão novo a que chamou Didier Dogba. É racista”.

Jeremy Clarkson: “Não é racismo. Na nossa família somos todos adeptos do Chelsea.”

Danny Cohen: “Ora diga-me se o cão não é preto…!”

Jeremy Clarkson: “É um Terrier Escocês. ¿Será que lhe deveria dar o nome de John Terrier?”

O politicamente correcto cria um condicionamento psicológico generalizado de tipo inquisitorial que tolhe a liberdade individual.

O Luís Aguiar-Conraria é um idiota chapado

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 5:22 pm
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Quando o conceito de “direito” é distorcido de tal forma que se transforma em exigência de quebra de outros direitos fundamentais, não estamos em presença de “direitos”, mas de atentados à liberdade.

Por exemplo, em Espanha, o Podemos pretende introduzir na Constituição o “direito ao trabalho” e o “direito à despesa pública” — o que significa que qualquer desempregado poderá processar judicialmente o Estado por não ter trabalho.

A característica fundamental dos direitos clássicos do liberalismo é a de que o seu exercício, por parte de qualquer pessoa, não implica a usurpação de direitos de outras pessoas.

Ora, isto não acontece, por exemplo, com a adopção de crianças por pares de invertidos, em que estão envolvidos os direitos das crianças à sua árvore genealógica; nem acontece com a procriação medicamente assistida para todo o bicho careta, em que há crianças que nascem sem pai conhecido; nem acontece com as "barriga de aluguer" (a chamada “maternidade de substituição”), em que a criança é tratada como um objecto que se compra e se vende, e em que a mulher é tratada com um animal hospedeiro.

Mas é impossível que o Luís Aguiar-Conraria compreenda coisas tão simples como estas. É um idiota chapado. É um liberticida que usa e abusa do conceito de liberdade.

Assunção Cristas é bem-comportada e respeita a Esquerda

 

Um diplomata português foi preso pela polícia belga porque tirou uma fotografia a um edifício público em Bruxelas. A sorte dele é que era diplomata e foi libertado no mesmo dia: se fosse um simples cidadão português, ficaria de molho na cadeia.

Ao mesmo tempo que este clima de pânico acontece na Bélgica, a Esquerda (incluindo o José Pacheco Pereira e o papa Chiquinho) continua a defender a entrada livre de imigrantes islâmicos na Europa, a ponto de a União Europeia se preparar para autorizar a livre circulação de 77 milhões de turcos muçulmanos nos países da União.

Em Inglaterra, prepara-se uma lei que considera uma pessoa como “extremista” se não concordar com o "casamento" gay; e sendo “extremista”, é preso. Entramos no crime por ter uma opinião; quem afirmar publicamente o seguinte: “Não concordo com o "casamento" gay!”, é considerado “extremista” por lei e vai para a cadeia. Embora o cunservador David Cameron concorde com a lei, esta tem origem na Esquerda britânica. A repressão da liberdade de expressão é uma glória da Esquerda.

Diz a BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation) que, em Inglaterra, crianças com idade de três anos de idade são objecto de cirurgias para serem transexuais. Qualquer dia mudam-lhes o sexo à nascença.

Dei aqui alguns factos (e poderia dar muitos mais) que demonstram o estado de insanidade da cultura antropológica na Europa, a que nos conduziu a Esquerda. Ou limpamos a nossa casa, ou entramos em guerra.


No contexto desta cultura europeia insana, Assunção Cristas pretende revitalizar a natalidade em Portugal. ¿E como? Seguindo as mesmas receitas da Esquerda, ou sejam, paliativos.

O “faxista” Viktor Orbán implementou na Hungria — onde a taxa de IRS é única e universal, de 14% — algumas medidas a favor da natalidade que deveriam ser seguidas pela “direita” portuguesa:

  • se um avô ou avó cuidam dos netos enquanto os pais trabalham, têm direito a uma prestação social (adicional) equivalente a uma pensão mínima de velhice;
  • os patrões que empreguem pais que tenham pelo menos 3 filhos ficam isentos de prestações sociais (a “taxa única”) durante três anos (em relação a esses pais, obviamente), e depois ficam sujeitos a uma taxa única de 14% em vez da taxa normal de 27% durante os dois anos seguintes;
  • o pai ou a mãe têm direito, durante os primeiros três anos da criança nascida, ao trabalho em tempo parcial (part-time);
  • o Estado deposita a prazo em um Banco, e em nome da criança, um determinado valor que acumulará juros até poder ser levantado quando a criança tiver 18 anos;
  • ¼ das despesas com a criança (saúde, educação, etc.) são deduzidas em sede de IRS — para além dos normais incentivos fiscais em vigor no governo português de Passos Coelho e que o António Costa eliminou;
  • 32.000 Euros supridos (oferecidos) pelo Estado para aquisição ou obras em habitação própria, a famílias que se comprometam a ter pelo menos 3 filhos nos 10 anos seguintes.

Não veremos jamais Assunção Cristas propôr medidas destas. Jamais! Ela está demasiado comprometida com a mentalidade de Esquerda para correr o risco de ser faxista.

A União Europeia tornou-se em um instrumento de repressão política

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:50 am
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A União Europeia pretende estabelecer uma multa de 250.000 Euros por cada imigrante que um qualquer país recuse acolher. Isto significa que a Comissão Europeia pretende penalizar a Hungria em 500 milhões de Euros, e a Polónia em 1,6 mil milhões de Euros, só porque estes dois países recusam receber imigrantes islâmicos.

Estabelece-se assim um princípio perigoso. Nada impede que, no futuro, a União Europeia imponha uma multa, por exemplo, de 1 milhão de Euros por cada soldado que um determinado país recuse enviar para uma guerra qualquer que seja do interesse exclusivo dos países do directório (Alemanha e França).

Quando entramos na União Europeia, sabíamos que não havia almoços grátis; mas o que acontece hoje, é que não só os almoços não são grátis, como também já nos dizem qual é o tipo de dieta que temos que seguir. E qualquer dia proíbem-nos de comer.

Quarta-feira, 4 Maio 2016

O Bloco de Esquerda quer liderar a malandragem

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O Bloco de Esquerda diz que "é preciso uma resposta económica e política garanta um aumento sustentado dos rendimentos do trabalho, com criação de emprego e que seja capaz de aumentar a capacidade produtiva do país e atacar o endividamento externo". Como? Com base em três eixos: controlo do sistema financeiro e combate à corrupção, descarbonização da economia e coesão territorial e reposição de direitos laborais, combate à precariedade e maior redistribuição da riqueza. Isto, claro, sem esquecer a velha bandeira da renegociação da dívida.

Bloco exige "nova estratégia" para maioria de esquerda sobreviver

Controlo do sistema financeiro passa pela nacionalização da Banca; e os Bancos que não sejam nacionalizados terão um membro do Bloco de Esquerda no Conselho de Administração. Combate à corrupção significa combate aos salários altos dos administradores das empresas privadas e públicas — porque quem ganha muito dinheiro é necessariamente corrupto.

Descarbonização da economia significa a obrigatoriedade de andar de bicicleta. O imposto automóvel terá que aumentar (excepto para os membros do Bloco de Esquerda, que ficam isentos), o litro da gasolina passará para 5 Euros para que o Estado possa oferecer uma bicicleta a toda a gente.

Coesão territorial significa a garantia de que toda a gente que teima em viver no interior reaccionário possa emigrar para Lisboa, onde o Bloco de Esquerda é popular. Reposição dos direitos laborais é obrigar a economia privada a pagar os custos do Paraíso na Terra que o marxismo prometeu mas ainda não conseguiu cumprir. os-malandros-web

Os amigos do papa Chiquinho

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:05 pm
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Marco Pannella — figura histórica da esquerda radical italiana, paneleiro inveterado (como diz o seu próprio nome), gayzista, abortista, ateu, anti-católico furioso, líder do Partido Radical — fez anos e recebeu um presente do papa Chiquinho.

Marco_Pannella

Militant pro-avortement, pro gay, bi-sexuel, athée, anti-clérical, leader du Parti Radical, Marco Pannella reçoit un cadeau du pape François

papa-freak-web

Les bons esprits se rencontrent…

O tipo de censura que o José Pacheco Pereira gosta

 

Ele há dois tipos de censura: a boa censura (defendida pelos “intelectuais” “progressistas” como o José Pacheco Pereira) e a má censura (a Salazarista).

O Primeiro – Ministro húngaro, Viktor Orbán esteve em Portugal, onde no dia 15 de Abril, participou na Conferência da Internacional Cristã Democrata. Que se saiba apenas o Jornal “Expresso” noticiou o evento.

Entretanto quase todos os órgãos de comunicação social (OCS) verteram horas de imagens, som e resmas de escrita, sobre a multitude de jogos de futebol entretanto ocorridos.

As eleições presidenciais na Áustria deram, na 1ª volta, o apuramento para o despique final, um candidato tido de extrema – direita, juntamente com outro de extrema – esquerda (camuflado com o rótulo de ecologista), com a “originalidade” da derrota clamorosa de todos os candidatos do “centrão”.

Pois o país ficou a ignorar, praticamente tais resultados e o que se passou…

Adamastor

A boa censura é aquela que garante o pensamento único e que impede o contraditório. É a censura correcta, a que o José Pacheco Pereira e quejandos gostam. É a censura do agit-prop pachequiano que impede as pessoas de pensar — porque essa coisa de as pessoas pensarem, é perigoso!, tão perigoso que justifica a lobotomia colectiva da pseudo-informação e da sub-informação.

Para justificar a boa censura, o José Pacheco Pereira utiliza palavras-mestras: fascista, nazi, direita radical, racistas, xenófobos, etc.. Com um nome destes colado nas costas, a censura e a caça às bruxas ficam automaticamente justificadas.

Terça-feira, 3 Maio 2016

Sou de esquerda e sou uma vaca tirolesa

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 4:30 pm
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Camaradas progressistas e camarados progressistos do Bloco de Esquerda:

Vemos neste vídeo abaixo (com subtítulos em inglês) uma reportagem com perguntas a estudantes e estudantas suecos e suecas, em que se pergunta, nomeadamente, se uma mulher pode ser um homem. As respostas são unânimes: se uma mulher se assumir como homem e quiser ser um homem, então essa mulher é um homem.

Subtítulos em inglês

Porém, o problema começa quando a entrevistadora faz duas perguntas. A primeira: se uma pessoa quiser medir 10 metros de altura, ¿passará a ter 10 metros de altura? E, a segunda: se uma pessoa sueca quiser ser japonesa, ¿passará a ser japonesa? As respostas a estas duas perguntas não são claras — porque os estudantes e estudantas entrevistados e entrevistadas não são suficientemente progressistas (e progressistos).

É nosso dever ensinar as pessoas que, se alguém assume que tem 10 metros de altura, então passa a ter mesmo 10 metros de altura.

Eu, por exemplo, sou uma vaca tirolesa: vemos na fotografia abaixo, a mulher que é homem, e eu. Se alguém negar que a vaca tirolesa sou eu, atenta contra a minha autonomia e deve ser censurado no programa da SIC “¿E se fosse consigo?”.

vaca-tirolesa

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