perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

Adenda (3 de Agosto de 2020):

 

“Em sectores como a investigação criminal são já evidentes os sinais de que dificilmente se aceitará que as investigações não confirmem as teses dos activistas que funcionam como milícias mediáticas da esquerda radical, veja-se como o homicídio de Bruno Candé foi logo definido como racismo e, se por acaso a investigação não confirmar essa certeza antecipada, já se sabe que alguém vai ter o seu nome escrito nos jornais.

A geringonça, imagem com o seu quê infantil de estrutura desajeitada, é na verdade uma trituradora cada vez mais pesada das vontades e competências.”

Helena Matos


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Segunda-feira, 15 Fevereiro 2016

Salazar et la révolution au Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 7:58 pm
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“Sous la direction de Salazar, l’Etat ne confisque pas la vie de ceux qui le constitue, mais fait en sorte que la personne humaine conserve tous ces droits naturels. La liberté chrétienne n’est pas le libéralisme ni le libertarisme”.

Salazar et la révolution au Portugal (Mircea Eliade)

 

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Terça-feira, 20 Outubro 2020

Eu não vou tão longe… mas o professor Aguilar tem alguma razão

Filed under: feminismo,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 9:22 pm

O Observador é um jornaleco sem credibilidade maior; e é no contexto dessa parca credibilidade que o Observador publica esta notícia acerca do professor de Direito Francisco Aguilar.

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Vemos aqui outra notícia (ver ficheiro PDF), mais elaborada, que também fala do referido professor. A verdade é que o professor Aguilar compara o “feminismo político”, por um lado, e o “nazismo”, por outro lado.

O “feminismo político” é coisa diferente da minha hipotética vizinha feminista que “assapa” no marido; mas é claro que este tema é demasiado complicado para os jornaleiros do Observador.

Mulheres feministas (“com testículos”), sempre existiram; mas o “feminismo político” é um fenómeno social recente que decorre da evolução (¿ou será “involução”?) do pensamento marxista (desde o conceito de “mulher” e do “casamento”, segundo Engels) até ao Pós-modernismo ideológico actual.

Paradoxalmente, a descrição do feminino, vindo da parte de um professor cristão, coincide essencialmente com a descrição das mulheres vindas do anti-cristão Nietzsche. O professor cristão acaba concordar com Nietzsche ateu no que respeita às mulheres.

Eu não vou tão longe…

… mas, a verdade é que o Feminismo Político tem contribuído para destruição do tecido e coesão sociais — isto é um facto! —, contribui para a atomização da sociedade e para a extrema dependência do cidadão em relação ao Estado; e por isso, o Feminismo Político deve ser considerado um alvo ideológico a abater por parte de qualquer cidadão bem-formado.

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feminismo-e-isto-webQuando o professor confunde o Feminismo Político, por um lado, e a “mulher” entendida individualmente, por outro lado, ele caiu na armadilha montada pelo marxismo cultural.

O marxismo cultural  — ou “politicamente correcto” — tende a negar as (diferentes) categorias da Realidade, mediante (através de) um nominalismo radical e absoluto que pulveriza ad infinitum a categorização do universal que caracteriza necessariamente o pensamento científico. O marxismo cultural (a Esquerda actual) é, por sua própria natureza, anti-cientifico.

A negação (ou o esbatimento) das categorias universais da realidade — que é característica do nominalismo radical do politicamente correcto — tende a impôr, na cultura antropológica, um relativismo ético insidioso que cria uma sociedade de emasculados e cobardes.

Todo o edifício actual do Direito é construído tendo como base fundamental as teorias de Engels (mutatis mutandis, de Marx) acerca da família — e isto é tão evidente que até escandaliza o mais incauto observador. Mas a culpa disto não é das mulheres: é culpa de uma ideologia que foi preferencialmente pensada, adoptada e propalada por homens.

O Feminismo Político é uma ideologia de origem maioritariamente masculina.

Apesar do discurso hiperbólico e exagerado, e de analogias indevidas, a tese do professor Aguilar é uma “pedrada no charco” no contexto da cultura vigente — ou seja, parece-me que o exagero e a hipérbole utilizadas pelo professor tiveram a função de tornar socialmente visível o problema da “marxização” crescente da cultura ocidental.

Se o professor tivesse sido “meigo” nos conceitos e nas palavras, não teria a atenção que teve nos me®dia; e, neste sentido, o professor foi inteligente.

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Segunda-feira, 19 Outubro 2020

Isto não é totalmente anedota: a universidade de Cornell decidiu que a língua inglesa é racista

A universidade americana de Cornell decidiu que a disciplina de Língua Inglesa vai deixar de se chamar “Língua Inglesa”, e vai passar a chamar-se “Hdljhdskja7epoksdpskjkd.”

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O argumento das luminárias de Cornell, justificativo para o cancelamento do nome “Língua Inglesa” (provavelmente a conselho do Rui Tavares e da Joacine "Vai-te Katar" Moreira), é o de que o conceito de “Língua Inglesa” é extremamente racista. E vem daqui o novo nome: “Hdljhdskja7epoksdpskjkd.”

A jornalista esquerdista da NBC, Savannah Guthrie, durante a recente entrevista a Donald Trump

Filed under: comunicação social,Donald Trump,me®dia,merdia — O. Braga @ 5:37 pm

Uma imagem vale mais do que mil palavras

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Ser jornalista, hoje, é ser criminoso; é ser inimigo da democracia; é tomar o partido exclusivista dos poderosos.

O Estado de Direito da Isabel Moreira

Filed under: António Costa,Isabel Moreira,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:08 pm
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Nos Estados Unidos, onde a Constituição tem mais de duzentos anos, existe hoje uma Esquerda que pretende alterá-la radicalmente: desde logo, pretende eliminar a 2ª Emenda da dita Constituição, que é a que garante o uso e porte de armas aos cidadãos; depois, a Esquerda pretende limitar a abrangência política da 1ª Emenda, que diz respeito à liberdade de expressão e ao ónus da prova judicial; e, finalmente, a Esquerda americana pretende também alterar a 25ª Emenda da Constituição, que diz respeito aos critérios de avaliação da capacidade (física, intelectual) do presidente da república.

De repente, o cidadão americano comum percebeu que, para a Esquerda, a Constituição não passa de um conjunto de palavras que pode ser alterado a seu (da Esquerda) bel-prazer; para a Esquerda, nada há de sagrado na Constituição; aliás, para a Esquerda, o sagrado não existe fora dela própria: a própria Esquerda constitui-se como o “sagrado universal” [“O homem é a medida de todas as coisas”].


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Portanto, o conceito de “Estado de Direito” segundo a Esquerda é ideologicamente muito frágil; e a própria Isabel Moreira constata isto mesmo, quando ela “rosna” em direcção ao Monhé das Cobras e ao Homem de Borracha:

“Numa publicação na rede social Facebook com o título "Não nos ameacem", a deputada do PS e constitucionalista, apela a António Costa e a Marcelo Rebelo de Sousa para que não tentem convencer os portugueses pelo medo. “Não nos tentem convencer a aceitar medidas inconstitucionais acenando com cenários de confinamento ou de estado de emergência”, escreve Isabel Moreira.”

marcelo-plastic-man-webA Isabel Moreira sabe perfeitamente que a Constituição é (como se fosse, a título de analogia) uma espécie de folha de cálculo do Excel, onde podemos lá escrever o que pudermos (no sentido de Poder político); por isso, o conteúdo da Constituição torna-se irrelevante, em termos práticos; e o que se torna mais importante (como é evidente) — no processo de semântica dita “democrática” do Direito Positivo — é a forma ou “processo de promulgação das leis”: ou seja, o estrito e rigoroso cumprimento da forma pode (em muitos casos) justificar a alteração (em termos práticos) do conteúdo da base legal dos fundamentos positivos da lei.

Por isso é que muitos textos constitucionais fazem referência a Deus — por exemplo, Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Nicarágua, Noruega, Paraguai, Peru, Polónia, Rússia, África do Sul, Suécia (!), Suíça, Ucrânia, Venezuela, a maioria das constituições estaduais nos Estados Unidos, mas já não no Portugal maçónico do 28 de Abril e troca o passo e na Espanha jacobina pós-franquista.

A referência de algumas Constituições em relação a Deus (o que não existe no Portugal da maçonaria irregular) invoca os fundamentos metajurídicos da lei positiva, que se baseiam na Lei Natural, do Direito Natural, e na Tradição, por um lado; e por outro lado, tem a função de fazer ressaltar e sublinhar (na cultura antropológica) a ideia segundo a qual o Estado não detém um Poder absoluto (assim como os reis medievais não detinham — teoreticamente — um Poder absoluto) face ao Poder Absoluto de Deus.

A posição pueril assumida pela Isabel Moreira de “guardiã” da Constituição maçónica portuguesa, não passa de “fogo de vista” para “inglês ver”, ou de procura de protagonismo político.

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Sexta-feira, 16 Outubro 2020

Os terroristas muçulmanos deveriam ser esquartejados (um membro de cada vez)

Filed under: França,Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 9:37 pm

Quando começarmos a aterrorizar os terroristas muçulmanos, então ganharemos a guerra que os filhos-de-puta islamitas nos movem.

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O Kosta Tiranete precisa de um abanão letal

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:11 pm
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O Kosta pecisa de um fuinho na moleiinha!

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Quarta-feira, 14 Outubro 2020

Importem imigrantes em massa; e institucionalizem a eutanásia para todos e a pedido do freguês. E a viva a Geringonça !

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,geringonça — O. Braga @ 5:36 pm

O Pacheco Pereira deve andar sorridente!

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O Diogo Faro e o Ricardo Araújo Pereira: os cromos do regime

Filed under: marxismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 12:05 pm

Existe por aí um indivíduo que dá pelo nome de Diogo Faro que é uma contradição com pernas, por um lado, e por outro lado é um símbolo da actual “elite” social e cultural (ruling class).

Não quero com isto dizer que seja possível a qualquer ser humano viver isento de contradições; afinal, o nosso pensamento desenvolve-se a partir de opostos, e portanto a contradição é sempre uma tentação. O próprio conceito de “matéria” é contraditório em si mesmo (v. quântica).

No entanto, é precisamente a procura das contradições que estimula o conhecimento e o progresso científico. Embora vivamos em um mundo de contradições (de opostos), é função da inteligência humana tentar sempre discernir a contradição e a lógica.

O que é assustador é o facto de a forma de pensar do Faro coincidir com a forma de pensar das “elites” que nos comandam. E por isso é que o Faro tem uma projecção social esdrúxula.

«

(…)

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

O Árctico a derreter, a Amazónia a desaparecer, as barreiras de corais a morrer e a Terra a secar.

O fascismo cresce na rua e nos governos, o nazismo ecoa nas redes sociais, o autoritarismo mantém-se firme em tantos países e as democracias abanam como se os seus pilares fossem feitos de areia. O racismo continua a matar, a homofobia continuar a matar, a xenofobia continua a matar, o machismo continuar a matar. Não só matam como são normalizados e até promovidos e aplaudidos. Trabalhamos cada vez mais para viver para cada vez menos, enquanto a desigualdade económica cava um poço entre ricos e pobres tão grande quanto o buraco na camada de ozono. Vivemos em competição e não cooperação, o individualismo mais egoísta prevalece sobre qualquer amor comunitário e do bem comum. Dependemos das redes sociais para ser indivíduos únicos e perdemos para as redes sociais a nossa sanidade mental. E a nossa privacidade. Já nada é nosso. Somos controlados, manipulados e subjugados sem disso dar conta. O livre-arbítrio era dos filósofos, agora é dos plutocratas. E o mundo por todos os lados parece mesmo desabar.

(…)

As alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra e a potencial crise de refugiados climáticos.»

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Qualquer político do regime actual concordaria com este discurso do Faro; ou, se não concordasse, ficaria em um silêncio emasculado — mesmo quando os factos nos demonstram o contrário!: por exemplo, a Gronelândia ganhou cerca de 350 mil milhões de toneladas no gelo, apenas em 2019!

greta-taxes-webPara as elites — e para os profetas oficiais do regime, como o Faro —, os factos são irrelevantes; o Iluminismo é rejeitado, a irracionalidade voltou a estar na moda, e impera um novo tipo de obscurantismo que defende o irracional, alegadamente em nome de uma versão acientífica e utópica de “ciência”.

O discurso oficial do regime — amplificado pelos “cromos” do regime, como o Diogo Faro ou o Ricardo Araújo Pereira — é uma mistura de Teoria Crítica e pregação escatológica.

A Teoria Crítica é uma espécie de ácido que dissolve o tecido da realidade social, política, existencial e metafísica: o Diogo Faro é uma picareta falante que pretende transformar a realidade em um inferno.

A pregação escatológica apela a uma soteriologia em função de um putativo “fim do mundo” que se aproxima: à laia da Greta, o profeta Diogo Faro apela ao arrependimento dos Hílicos contemporâneos: “Arrependei-vos!”, diz ele: “O fim está próximo!”

A tentativa de negar a Natureza Humana (por exemplo, quando o Faro diz que infelizmente “vivemos em competição e não cooperação”) tem como objectivo a humilhação do indivíduo (por via da Estimulação Contraditória) ; isto é, se o ser humano é, por sua própria natureza, competitivo, segue-se que a crítica da elite política actual em relação à competição humana, é uma forma de anulação do indivíduo enquanto ser humano, reduzindo-o (através da dissonância cognitiva generalizada) a um mero instrumento da acção política por parte da elite.

Por fim: a ideia peregrina das elites actuais, segundo a qual “as alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra, através do aumento de impostos e da estatização da economia.

É como se dissemos que “a rotação da Terra poderia ser parada se o Bloco de Esquerda tivesse o Poder absoluto”. Ou como se dissemos que “o facto de o clima mudar” — como tem mudado desde que existe atmosfera na Terra — “é culpa do capitalismo”.

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

Segunda-feira, 12 Outubro 2020

A ideia do futuro da Europa, segundo a Esquerda e os auto-denominados “liberais”

Filed under: A vida custa,Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 5:53 pm

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LISBOA EM 100 ANOS web (more…)

A “geração melhor preparada de sempre”, ou o Partido Socialista do Monhé das Cobras

Filed under: China,Democracia,Partido Socialista — O. Braga @ 9:37 am

Em um tuite entretanto apagado pelo próprio, o presidente da juventude socialista, Tiago Santos, escreveu o seguinte:

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“Relembrando que Trump perdeu nos votos, ou seja no voto popular. Xi JINPING é nomeado por diversos órgãos muitos democraticamente eleitos.

Acho que a definição de democracia vai para além da democracia representativa. E por muito que a democracia seja importante.”

É esta gente que critica e condena o CHEGA e o André Ventura.

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Domingo, 11 Outubro 2020

“Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos” — Mateus 22, 14

Filed under: António Costa — O. Braga @ 11:47 am

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Sexta-feira, 9 Outubro 2020

O papa Chico e a divisão na Igreja Católica

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:41 am

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17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes:

Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá casa sobre casa. 18 Ora, se Satanás também está dividido contra si mesmo, ¿como há-de manter-se o seu reino? Pois vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demónios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demónios, ¿por quem os expulsam os vossos discípulos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 20 Mas, se eu expulso os demónios pela mão de Deus, então o Reino de Deus já chegou até vós.”

(…)

23 “Quem não está comigo, está contra mim. E quem não junta comigo, dispersa.”

(Lucas, 11, 17- 23)

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