perspectivas

Terça-feira, 12 Dezembro 2017

Votos de um Santo e Feliz Natal

Filed under: Geral — O. Braga @ 10:28 am

 

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Domingo, 10 Dezembro 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our ‘feminist’ government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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Sábado, 9 Dezembro 2017

Óli Fáque !

Filed under: RTP,Donald Trump — O. Braga @ 6:43 pm

 

“Depois de derrotado na questão do aquecimento global o seguidor de Mussolini sofreu novo revés e é já voz corrente em Washington, nome que na América se dá a Washington, que a administração do admirador de Himmler vai cair antes do Christmas, nome dado aqui na América ao Natal.”

Do nosso enviado à América, Marcinho Ribas

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A Direita que é de Esquerda

 

Há uma certa “Direita” que prefere que sejam os muçulmanos a controlar a cidade de Jerusalém, em vez dos judeus; porque, dizem eles, “o Estado de Israel é sionista”.

Ora, esta Direita é uma espécie de Esquerda. Se ouvirmos o que diz, por exemplo, o MRPP ou o Bloco de Esquerda acerca de Israel, é “papel carbono”. Temos uma “Direita” que é de Esquerda.

Por princípio, e salvo situações excepcionais: entre a liberdade de culto e o totalitarismo religioso, prefiro a liberdade.

Eu prefiro que Jerusalém seja controlada pelos judeus e que toda a gente tenha liberdade religiosa (incluindo os muçulmanos, obviamente), do que a cidade ser controlada pelos muçulmanos que exercem sempre repressão política sobre cristãos e judeus (Jizya).

Isto não significa que eu subscreva (ou apoie) a cultura e os movimentos políticos judaicos através da História da Europa.

Por exemplo, concordo com Fernando Pessoa em relação ao grupo dos trezentos. Mas se tivesse que escolher entre viver em uma sociedade controlada por judeus, ou em uma outra controlada por maomedanos, do mal o menos: prefiro a primeira.

Sexta-feira, 8 Dezembro 2017

A hipocrisia de Ribeiro e Castro não ajuda nada

 

A Constituição serviu para aprovar o referendo acerca da legalização do aborto, mas segundo o Ribeiro e Castro e a Isabel Moreira (les bons esprits se rencontrent…), a Constituição já não serve para aprovar o referendo sobre a eutanásia.

Ou seja, segundo aquelas duas avantesmas, “a Constituição é clara” em 2017, mas não era “clara” em 1997 e em 2007. Ou seja: puta-que-pariu!

A Constituição só é “clara” quando convém às cavalgaduras que nos controlam.

É pena que o Ribeiro e Castro se sirva de um assunto sério, como é o da legalização da eutanásia, como instrumento de arremesso político contra a liderança do actual CDS/PP. É por causa de hipócritas deste calibre que Portugal caiu já na merda.

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A Igreja Católica e o dogma da Imaculada Conceição

Filed under: catolicismo,Igreja Católica — O. Braga @ 6:53 pm

 

O Padre Pio de Pietrelcina faz um resumo eloquente do papel teológico católico de Maria, Mãe de Jesus:

« Quando entrares numa igreja e vires a imagem de Maria, diz-lhe: “Eu te saúdo, Maria, e dá os meus cumprimentos a Teu Filho, Jesus” » .

Qualquer pessoa com dois dedos de testa entende intuitivamente (mesmo que não concorde com ele) este símbolo da função de Maria na teologia católica. Foi neste contexto simbólico (que já vinha desde os primórdios do Cristianismo) que o Papa Pio IX instituiu o dogma da Imaculada Conceição.

blessed-mother-mary-webUm dogma é uma afirmação (comunitária da experiência) humana sobre a Realidade que está para além daquilo que é alcançável através da linguagem.

Porém, não podemos esquecer que o Papa Pio IX foi alvo de violência vinda da maçonaria inimiga fidagal da Igreja Católica. A proclamação do dogma da Imaculada Conceição tem também — para além dos precedentes teológicos de que fala aqui o Domingos Faria — uma causa política.

Quase tudo o que escreveu o Domingos Faria acerca do dogma da Imaculada Conceição não tem importância relevante se compreendermos mensagem do Padre Pio de Pietrelcina acerca da função teológica de Maria — porque, em bom rigor, só podemos falar daquilo que não é individual. Não podemos falar, com autoridade, grande coisa acerca de Maria enquanto indivíduo.

Os dogmas delimitam o espaço de uma comunidade, e por isso o dogma só faz sentido dentro de uma comunidade (colectivo) — na tentativa de exprimir aquilo que não pode ser expresso, mas que “quer ser exprimido”.

Mas não é só o divino que é inexprimível: o individual também não pode ser compreendido através de palavras ou de pensamentos (por isso é que devemos julgar os seres humanos pelos seus actos, e não por meras manifestas intenções!), porque as palavras são uma forma de linguagem; e a linguagem consiste em conceitos universais (e não é possível exprimir o individual em conceitos universais).

A Esquerda é uma anedota !

 

Da Esquerda espanhola já vi muita coisa absurda — como, por exemplo, a defesa de largar cadáveres humanos nas montanhas para alimentar as aves de rapina, em vez de lhes dar um funeral católico.

A última anedota da Esquerda espanhola vem de Madrid, pela mão da respectiva alcaidessa Manuela Carmena (na imagem), eleita com o apoio do partido Podemos (o Bloco de Esquerda de Espanha).

Com o fim de evitar aglomerações no centro de Madrid por ocasião do Natal, a Manuela Carmena teve uma brilhante ideia: criar ruas de sentido único para peões!

Esta parece uma medida digna de António Costa e da geringonça! Se o Merdina sabe disto, vamos ter sentido único para peões no Rossio!

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Quinta-feira, 7 Dezembro 2017

Donald Trump e a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém

Filed under: comunicação social,Donald Trump,Israel,me®dia,merdia — O. Braga @ 7:01 pm

 

A merda dos me®dia andam a dizer que Donald Trump mudou a capital de Israel de Telavive para Jerusalém — e as pessoas acreditam na merda dos me®dia que temos!

O que aconteceu foi que os Estados Unidos de Donald Trump mudaram a embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, o que é coisa muito diferente. Outros países já seguiram o exemplo dos Estados Unidos, como por exemplo a República Checa. Qualquer país pode mudar a cidade de embaixada dentro de um país sem que a capital desse país mude.

Temos aqui em baixo uma imagem de uma moeda que foi cunhada há 1.949 anos. Repito: há mil novecentos e quarenta e nove anos. Na cara da moeda vemos escrito “Shekel de Israel” (Shekel é o nome da moeda israelita), e na coroa da moeda vemos escrito Jerusalém Sagrada” em hebreu básico.

Ora, há 1.949 anos ainda não tinha nascido o Maomé (nem havia Maomerdas), e os palestinianos eram todos judeus sob o jugo do império romano. ¿Entenderam?!, ¿ou precisam que eu faça um desenho…?

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Isabel Moreira, a dona da Constituição

 

Em Portugal há uma dona da Constituição: é a deputada socialista e “constitucionalista” Isabel Moreira. Ninguém se atreve a contestar qualquer “opinião” da Isabel Moreira acerca da Constituição — porque a Isabel Moreira não dá opiniões: dá ordens! No âmbito da Constituição, a Isabel Moreira ordena.

Ora, chateia-me que haja alguém que se considere dona da Constituição ! Faz-me lembrar a figura do “dono de um jogo de futebol”: ao fim de 45 minutos de jogo não gostou do que viu, e mandou repetir tudo de novo!

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Quarta-feira, 6 Dezembro 2017

O Pedro Arroja diz que o que é estrangeiro é que é bom

Filed under: Justiça,Pedro Arroja — O. Braga @ 6:10 pm

 

Há dias, um imigrante mexicano que matou involuntariamente uma mulher californiana, quando disparou uma arma, foi totalmente ilibado por um tribunal de S. Francisco. Naturalmente que o Pedro Arroja dirá que “a justiça amaricana é que é boa, pá!” — porque o tuga gosta de ser pequenino como ele é.

O problema da promiscuidade entre a política, por um lado, e a justiça, por outro lado, existe em qualquer sistema jurídico, incluindo o “amaricano” que o Pedro Arroja tanto gosta — como podemos ver pelo veredicto escandaloso do tribunal que absolveu um imigrante ilegal, apenas por ele ser ilegal.

O Pedro Arroja tem vindo a publicar uma série de artigos em que defende que a justiça “amaricana” é que é boa, e que a justiça portuguesa não presta porque é “inquisitorial” (diz ele), porque, diz ele, alegadamente o juiz de instrução é o acusador e também o juiz do julgamento.

Se o Pedro Arroja falasse verdade, então o nosso sistema judicial não estaria de acordo com a nossa Constituição (Artº 18 e Artº 32). Ou seja, a ser verdade o que Pedro Arroja defende, o nosso sistema judicial seria inconstitucional (vejam o absurdo!) – para além de contrariar o estipulado no Artº 263 do CPP.

Alguém que diga ao burro do Pedro Arroja o seguinte:

No processo crime, podem participar vários juízes:

  • O juiz de instrução, que actua durante a investigação que é feita no processo-crime
  • O juiz de julgamento, que intervém quando no final da investigação se decide acusar o arguido e levá-lo a julgamento. Este juiz vai decidir se o arguido é condenado ou absolvido e, em caso de condenação, qual a pena a aplicar.
  • Os juízes dos tribunais de recurso, que têm a função de apreciar e decidir sobre os recursos que são apresentados.

A ideia defendida pelo Pedro Arroja segundo a qual o juiz de instrução é necessariamente o juiz de julgamento, é falsa!. O Pedro Arroja defende o indefensável, ao mesmo tempo que atira areia para os olhos dos leitores. Deixei de seguir o blogue dele, porque de outro modo fico neurótico como ele.

Segunda-feira, 4 Dezembro 2017

Judith Butler não pode ser levada a sério

 

Dei com um texto assinado pelo Padre José Eduardo de Oliveira e Silva (brasileiro) acerca da ideologia de género segundo a americana Judith Butler. Convém dizer que os americanos, em geral e salvo honrosas excepções, sempre foram péssimos em criação filosófica.

Vejamos o que escreveu o Padre acerca da teoria da Judith Butler :

“Como ela mesma afirma, «o meu trabalho consiste em delinear a última etapa da batalha filosófica contra a vida do impulso, o esforço filosófico de domesticar o desejo como uma instância de lugar metafísico, a luta por aceitar o desejo como princípio de deslocamento metafísico e dissonância psíquica e o esforço orientado por deslocar o desejo  com o fim de derrotar a metafísica  da identidade» (Subjects of desire, p. 15).

Obviamente, para ela, como o desejo não se realiza de acordo com um sujeito que lhe dê suporte, o «eu» seria apenas um discurso. Não haveria um “ser” por detrás do desempenho do género. Seriam estes desempenhos, estas acções, que constituiriam a ficção do sujeito, pois esta ficção seria requerida pelo discurso que nós herdamos da metafísica  da substância, discurso que, segundo ela, precisamos superar (Problemas de género, p. 56)”.


judith-butler-webEu nunca li nada escrito por aquela criatura, mas, a julgar pela amostra, ela contradiz-se — porque o conceito de “género” (por contraposição ao “sexo”) baseia-se na cultura narcísica pós-moderna que se apoderou da nossa sociedade, narcisismo esse que pressupõe a absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

A ideia da criatura, segundo a qual “o desejo pode existir sem sujeito”, é um absurdo; e está em contradição com a essência da ideologia de género que, embora considere que os “papéis de género” são construções culturais e sociais, baseia a sua doutrina na absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

Se, como escreve o Padre, para a Judith Butler “a feminilidade e a masculinidade são acções desligadas da biologia”, teríamos que saber qual a origem alternativa da feminilidade e da masculinidade — porque se “a masculinidade e a feminilidade não provêm da biologia”, ¿provêm de onde!? ¿qual a sua origem, a sua causa? ¿onde fomos (e ela própria, também) buscar os conceitos de “masculinidade” e de “feminilidade”?

Convém aqui falar novamente do conceito de “ideologia” segundo Hannah Arendt: todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.


“Reduzir a filosofia à análise linguística equivale a assumir que apenas há pensamento alienígena.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Por exemplo, para a Judith Butler (e segundo o Padre), “a linguagem é o conjunto de actos, repetidos ao longo do tempo, que produzem efeitos de realidade que acabam sendo percebidos como ‘factos’.

O nazi Goebbels disse a mesma coisa de outra maneira: “uma mentira mil vezes repetida acaba por se tornar verdade”.

Aqui há (da parte da Butler) uma inversão de valores lógicos: para ela, não são os dados da experiência que determinam os conceitos elaborados pela linguagem, mas antes é a linguagem que inventa a realidade a seu bel-prazer e independentemente de qualquer objectividade. Aqui, a Butler já volta à absolutização do sujeito, quando anteriormente negou ao sujeito a sua ontologia.

O conceito de “construção variável da identidade” (segundo a Butler) é uma contradição em termos — porque se a identidade é variável, deixa de ser idêntica. Ou seja, o princípio axiomático (axioma) sobre o qual a Butler constrói a premissa está logicamente ferido de morte.

O texto é longo e não há paciência para o dissecar aqui. Apenas resta dizer que o que a Judith Butler produz, não é filosofia: é ideologia.

Para que valha a pena falsificar notas de Euro, terá que haver notas legais; de modo semelhante, a noção de “ideologia” carece de fundamento se não houver uma teoria de autenticidade acerca do mundo objectivo. E o relativismo axiológico da Judith Butler (“a verdade não existe”) não é teoria da Razão, mas antes é uma ideologia do orgulho.

O FaceBook e a liberdade de expressão

Filed under: Facebook,liberdade de expressão — O. Braga @ 12:52 pm

 

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