perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

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Quinta-feira, 4 Junho 2020

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

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Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

il-amn-web

É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

CONTRA-CULTURA-web

Segunda-feira, 1 Junho 2020

O Anacleto e a Palhaça

Filed under: Bloco de Esquerda — O. Braga @ 8:23 pm

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Em exibição constante nos me®dia nacionais.

COVID-19: o Brasil iguala Portugal no número de mortes (por milhão de habitantes)

Filed under: Brasil — O. Braga @ 2:32 pm
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Mesmo assim, países como a Espanha, a Itália, o Reino Unido ou a Bélgica, deviam abster-se de criticar o Brasil; deviam ter vergonha na cara.

Olhar para o número de mortes em termos absolutos (sem contar com a população total), para poder criticar o Bolsonaro, é narrativa estratégica de filho-de-puta esquerdista.

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O José Pacheco Pereira é constrangedoramente patético

Filed under: Cuidado que esta gente tem opinião!,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 10:04 am

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Alguma vez, alguém no seu perfeito juízo ¿poderá estabelecer qualquer semelhança entre o Observador, por um lado, e o Breitbart co-fundado por Steve Bannon?!

¿Como é possível àquele burro fazer esta comparação?!!

¿Comparar o Observador com a Fox News?!!!! Interpretação delirante! Ou o tipo está a ficar senil.

Isto aqui é uma orquestra, quem diz o contrário é tolo…

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,extrema-esquerda — O. Braga @ 9:39 am

Domingo, 31 Maio 2020

As “elites” exigem um pensamento único, alegadamente em nome do “progresso”

Depois de ouvir ontem (no noticiário da TSF das 12:30 horas) o director da Polícia Judiciária Luís Neves a defender — implícita- mas claramente perceptível — a possibilidade de criminalização da opinião dos cidadãos, leio este artigo acerca da opinião de uma dita “socióloga” Sofia Aboim (ler em ficheiro PDF) que se mostra muito preocupada com as opiniões dos cidadãos que se opõem à agenda política da Esquerda radical.

Para entendermos melhor o que se passa hoje com o movimento dito “da Esquerda progressista”, passo a transcrever uma passagem do livro “¿Porque Está a Falhar o Liberalismo?” de Patrick J. Deneen (2019, página 119):

«[hoje] os filhos dos guerreiros culturais da Esquerda [democrática] dos anos 1980 já não estão preocupados com um cânone mais representativo e inclusivo. Estão mais interessados em defender a causa da autonomia igualitária [individual], agora oposta às velhas normas liberais da liberdade académica e da liberdade de expressão, em nome daquilo a que alguns chamam a “justiça académica” e “maior representação universitária”.

Embora um ponto em comum seja o apelo a maior diversidade, o projecto actual [de Esquerda] de “diversificação” cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica (…).

A coberto das diferenças de raça, de um número explosivo de géneros e da variedade de orientações sexuais, a única mundividência substantiva avançada é a do liberalismo moderno: a ascensão do “indivíduo autónomo”, apoiado pelo Poder e pela ajuda do Estado e o seu controlo cada vez maior [do Estado] sobre as instituições (…).»


Hoje, a dita “Esquerda democrática” já não é a mesma que era na década de 1980; desde finais da década de 1990 que a Esquerda democrática tem paulatinamente “evoluído” para o que se convencionou chamar de “marxismo cultural” (que o José Pacheco Pereira, entre outras bestas esquerdopatas, negam que exista).

censura-gayzista-webHoje, a “Esquerda democrática” é apenas uma parte do Partido Socialista (a outra parte do Partido Socialista é claramente marxista cultural); é também e sobretudo o PSD de Rui Rio; e incluía também o CDS de Assunção Cristas que, com a ascensão do “Chicão”, deixou a área do socialismo democrático — o que preocupa imenso o José Pacheco Pereira e a Sofia Aboim, entre outras avantesmas que defendem a ideia de um “leque alargado de Esquerda” do MRPP ao CDS.

O que preocupa o director da Polícia Judiciária e a Sofia Aboim é (implicitamente) a necessidade urgente de censura política da opinião das pessoas que não se enquadram em uma alegada da homogeneização da opinião (a imposição coerciva de um pensamento único).

É neste sentido que Deneen diz que “o projecto actual [de Esquerda] de ‘diversificação’ cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica”.

Para Sofia Aboim (que neste caso representa a opinião maioritária da actual “ruling class”), é preocupante que o cidadão comum português não seja militante do movimento gayzista — bem dia o mestre Nicolás Gómez Dávila : “Já não basta que o cidadão se resigne às imposições arbitrárias progressistas; o Estado moderno exige cúmplices”.

Esta exigência de pensamento único, por um lado, e a ameaça velada de censura de opinião, fazem parte da agenda política do marxismo cultural que os esquerdopatas dizem que não existe.

Sábado, 30 Maio 2020

Luís Neves tem que sair da direcção da Polícia Judiciária

Filed under: geringonça,liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 1:04 pm

Uma coisa é criminalizar (acções) actos violentos (como consta do Código Penal) ; outra coisa, bem diferente, é tentar criminalizar a opinião — que é o que fez hoje, na estação de rádio TSF, Luís Neves, o director da Polícia Judiciária.

censura-geringonça

O director da Polícia Judiciária, Luís Neves, confunde acções, por um lado, com opiniões, por outro lado.

Para Luís Neves — por exemplo e segundo ouvi hoje na TSF — qualquer opinião contra o comportamento sexual guei, é opinião criminosa; e quem emite esse tipo de opinião (nas redes sociais) deve ser investigado e preso.

E quem for de opinião que se deve acabar com a imigração, segundo o Luís Neves, deve ser investigado e preso. Foi isto que eu ouvi hoje na TSF da boca de Luís Neves.

A tentativa de criminalização da opinião (restrição da liberdade de expressão), defendida hoje em directo na TSF por Luís Neves, acontece na sequência da forte influência totalitária do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista no actual regime político da Geringonça.

Pessoas como Luís Neves devem ser banidas de qualquer tipo de liderança política e/ou institucional. Eu diria mais: Luís Neves deve ser banido sumariamente do funcionalismo público.

Não é um problema cultural — isso parece certo!

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:42 am

PROBLEMA-GENETICO-WEB

Quinta-feira, 28 Maio 2020

Päivi Räsänen, vítima da polícia política dos panões

Filed under: Al Gayeda,gaystapo,Gayzismo,Ingaysição,Salafismo Gay — O. Braga @ 9:24 pm

Um determinado comportamento individual não pode ser colocado na mesma categoria de uma determinada característica genética individual.

Por exemplo, o comportamento de um “roto” não pode ser comparado (ou colocados na mesma categoria) com a cor da pele de um negro.

Comparar um negro, por um lado, com um “abafador de palhinhas”, por outro lado, é insultuoso para o negro. A esmagadora maioria dos negros são bons pais de família.

Até hoje não há qualquer confirmação científica que demonstre que o comportamento de um “arrombado” é geneticamente transmitido. Não há tal coisa como um “gene guei”. Segundo a lógica darwinista, a transmissão genética do “apanascamento” é improvável: seria contra-natura — e contraditório em relação a teoria de Darwin — que o comportamento “invertido” se impusesse na selecção natural — embora haja uma teoria que diz que é possível transmitir geracionalmente a “viadagem” através da epigenética.


Paivi-Rasanen-webPäivi Räsänen é uma deputada ao parlamento finlandês pelo Partido Democrata-cristão finlandês, é médica e foi Ministra da Administração Interna da Finlândia entre 2011 e 2015.
Päivi Räsänen é cristã luterana. O marido de Päivi Räsänen é um pastor luterano, doutorado em teologia.

Em 2004, Päivi Räsänen escreveu um artigo que explicava (na opinião dela) a posição do cristianismo — e da Bíblia — em relação à ética sexual. Desde então, a polícia política finlandesa, coordenada pelo lóbi político guei, não a tem deixado em paz.

O ensaio de 2004 de Päivi Räsänen tem como título “Male and Female He Created Them: Homosexual relations challenge the Christian concept of humanity.”

A 2 de Março de 2020, Päivi Räsänen foi (mais uma vez) interrogada pela polícia política gayzista; o interrogatório durou cinco horas e meia. Ela já tinha sido interrogada e investigada pela polícia política gayzista no Outono de 2019 (interrogada durante quatro horas seguidas!), sendo que, naquela ocasião, a polícia política não conseguiu vislumbrar qualquer crime da parte de Päivi Räsänen.

Apesar de ter sido ilibada em 2019, o sistema político controlado pelos “panisgas” (à semelhança e imagem dos nazis) voltou a abrir um processo de investigação contra Päivi Räsänen, invocando novos dados de incriminação. Segundo Päivi Räsänen, ela será sujeita a — pelo menos — mais dois interrogatórios por parte da polícia política da “viadagem”, que poderão levar a um processo judicial por delito de opinião.

As ditas investigações “gayzistas” incluem a participação dela em um programa de televisão, durante o qual a Päivi Räsänen falou sobre a Bíblia, sobre Jesus Cristo, e sobre os conceitos cristãos de “pecado” e “graça”; e também um programa de rádio em que ela foi entrevistada sob o tema “¿O que Jesus Cristo pensaria acerca do movimento político guei?”. Ambas as entrevistas voltaram a ser (em 2020) alvo de investigação por parte da polícia política controlada pelos “rabolhos”.

Só em 2019, Päivi Räsänen foi sujeita a quatro interrogatórios policiais sob o pretexto de “discurso de ódio”.

Quem disser publicamente que “não concorda em tomar no cu”, incorre em “discurso de ódio”.

Isto significa que, para não incorrermos em “discurso de ódio”, temos todos que dizer que “gostamos de tomar no cu” — porque, de outro modo, a polícia política dos “rabolhos” abre um processo de investigação criminal. Somos todos obrigados (pela polícia política “rabeta”) a gostar de “tomar no cu”.

Não é possível discordar em relação ao comportamento dos “panilas”.

Segundo a Päivi Räsänen, esta perseguição política tem como finalidade “restringir a liberdade de expressão e de religião”, e é uma tendência de sinificação dos países da Europa. Trata-se de uma tentativa de instalação de um novo tipo de fascismo a nível europeu (União Europeia).


“O simples facto de existir um interrogatório policial acerca das minhas opiniões é uma ameaça às liberdades de expressão e de religião, funcionando como um meio de intimidação política.”
→ Päivi Räsänen

O caso de Päivi Räsänen é preocupante; mas, um dia destes, a conspiração “boiola” vira-se contra os conspiradores; e depois, os “arrombados” irão chorar baba e ranho, e berrar que “a Rússia de Putin e a Hungria de Orbán são fassistas!”.

Quarta-feira, 27 Maio 2020

A Esquerda e a falsa dicotomia da necessidade do confinamento do COVID-19

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 9:00 pm
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Existe uma falsa dicotomia — uma espécie de maniqueísmo ideológico — por parte dos esquerdopatas, como por exemplo, o José Pacheco Pereira: segundo a Esquerda, quem defende o fim do confinamento do COVID-19 é um monstro capitalista e fassista.
Para a Esquerda, há que destruir a economia, tendo a esperança em uma espécie de “mão invisível” que irá recriar, a partir das cinzas, uma economia virtuosa, e liberta do “capitalismo de merda”.

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Um exemplo desta falsa dicotomia — embora muito bem disfarçada, com manipulação estatística: a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular — pode ser visto neste escrito do Ludwig Krippahl (ver ficheiro PDF).

“A política não é a arte de impor as melhores soluções, mas em vez disso, é a arte de evitar as piores.”
Nicolás Gómez Dávila 

Quando o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, diz que “o COVID-19 é uma espécie de gripe”, o que ele pretende é exorcizar o medo que a Esquerda pretende inocular na população.

Trata-se de uma desvalorização da ameaça, por parte de Jair Bolsonaro, que assim responde ao veneno cultural que a Esquerda (com o apoio dos ditos “liberais”) tenta inocular na economia brasileira, e minando assim a actividade económica do país.

Porém, para a Esquerda, esta atitude de Jair Bolsonaro é “convenientemente” interpretada ad Litteram.

E depois temos gente como o Ludwig Krippahl a falar “em nome da ciência” — ignorando a estratégia política do Jair Bolsonaro, que adopta essa posição “da gripe” em reposta a uma outra estratégia política esquerdopata (a estratégia escatológica do “fim do mundo”) que o Ludwig Krippahl faz de conta que não existe.


A percentagem de mortes por COVID-19 tem que ser sempre calculada em relação à população total de uma dada amostra — por uma razão simples: é praticamente impossível testar toda a população de um país médio, como por exemplo, a Espanha. Quando o Ludwig Krippahl faz cálculos de mortalidade a partir de hipóteses de taxa de infecção, ele está a especular; e depois diz ele que “eu é que sou o cientista”.

Por exemplo: quando se calcula o número de mortes em função dos casos detectados/testados (“esquecendo”, por exemplo, os assintomáticos, que são provavelmente muitos), a taxa de mortalidade é enormemente sobre-estimada. Por aqui se vê a dificuldade da “estatística” que o Ludwig Krippahl acha que é coisa simples.

Quando o Ludwig Krippahl fala em “1% de taxa de mortalidade” do COVID-19, não está a falar de “número total de mortos por milhão”: em vez disso, ele está a falar de uma estatística que existe em função de um total de infectados que ele próprio não sabe quantos são. E por isso ele está a especular, alegadamente em nome da “ciência”. Cientismo puro!

Ora, se não temos os dados correctos para uma aferição estatística em função das infecções reais e totais, temos que calcular a taxa de mortalidade a partir do total da população de uma dada amostra (Crude Death Rate), e até um determinado momento.

A estatística calculada (até hoje) em Nova Iorque, por exemplo, revela-nos que a taxa de mortalidade do COVID-19, na faixa etária das pessoas com menos de 65 anos (7.254.525 pessoas com menos de 65 anos, num total de 8.398.748 habitantes), é de 0,09% (86 mortes por 100.000 habitantes) até à hoje, e independentemente de eventuais e possíveis patologias associadas — e, portanto, o tal Rui Lima do FaceBook, que o Ludwig Krippahl tanto critica, não anda longe da verdade. E a taxa de mortalidade geral do COVID-19 (relativa a todas as faixas etárias) em Nova Iorque é de 279 mortes por 100.000 habitantes (até hoje), ou seja, 0,28% em relação à população total de Nova Iorque.

O problema da mortalidade do COVID-19 está na faixa etária acima dos 65 anos, como é evidente.

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Ao contrário do que diz a Esquerda, defender o fim do confinamento não significa necessariamente desproteger a população sénior (com mais de 65 anos).

É esta falsa dicotomia que alimenta a sanha da aliança entre a plutocracia globalista que dita a lei da selva, por um lado, e a Esquerda internacionalista, obediente e caciquista que pretende aplicar a lei da selva, por outro lado.


“Bolshevism and Big Business are very much alike; they are both built on the truth that everything is easy and simple if once you eliminate liberty. And the real irreconcilable enemy of both is what may be called Small Business”.
→ G. K. Chesterton

Em geral (salvo honrosas excepções), a mulher que se diz “de direita” é quase sempre de Esquerda

Filed under: direitinha educadinha,direitinha paneleira,imigração — O. Braga @ 1:33 pm

Quando o jornal Observador surgiu, confesso que senti alguma esperança no jornalismo português; mas depressa essa esperança se desvaneceu — não porque o projecto fosse má ideia, mas antes porque muitos dos protagonistas do projecto são de má qualidade.

Dou como exemplo da “má qualidade” que pulula no Observador, a “advogada” Inês Azevedo (¿será ela advogada, ou licenciada em Direito? São coisas diferentes).

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Desde logo, a idade média dos portugueses (segundo o censo de 2019) não é 46 anos (como diz a referida avantesma), mas antes é de 44 anos. E depois, a idade média dos portugueses é similar à da média da União Europeia que é de 43 anos de idade. E, ademais, a taxa de fertilidade portuguesa é de 1,41 (2019) filhos por mulher, e não de 1,3 (como escreve o estupor).

Eu aposto que o referido estupor não tem filhos; e depois defende a importação de carne para canhão.

mlp-imigrationEstudos credíveis têm revelado que não existe uma ligação entre a imigração, por um lado, e o aumento da produtividade, por outro lado — a não ser que os imigrantes se sujeitem a condições de trabalho inumanas, como acontece em algumas áreas no sul dos Estados Unidos.

Pelo contrário!, quando os imigrantes são sujeitos às mesmas leis laborais dos autóctones europeus, a produtividade dos países europeus diminui — como acontece hoje, por exemplo, com a Suécia.

Na Alemanha, por exemplo, metade da população turca imigrante (cerca de 5 milhões) não trabalha e vive à custa do Estado alemão (ver ficheiro PDF). É isto que aquele estupor “causídico” defende para Portugal.

É-me muito difícil compreender a estrutura mental de estuporadas como a referida “advogada”. Normalmente, são as mulheres que defendem um aumento da imigração — quiçá, a procura subconsciente e ninfomaníaca de um pénis africano. Por razões desta ordem, eu defendo que as mulheres devem ter um acesso restrito na definição das políticas a seguir.

Em vez de defenderem medidas de incentivo à natalidade portuguesa — como está a fazer, por exemplo, a Hungria —, este tipo gentinha defende uma substituição da população europeia: é disto que se trata: a defesa da imigração não é um problema económico (nem pode ser, porque a imigração faz baixar a produtividade de um país), mas antes é um problema ideológico e político (o anti-europeísmo e a substituição da população europeia).

Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia

Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018), eu-burocratas-400ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!

Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.

O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.

O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).

Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.

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