perspectivas

Quarta-feira, 19 Outubro 2022

Para memória futura: os principais responsáveis pela implementação da Ideologia de Género nas escolas portuguesas

isabel moreira costa os homens podem engravidar web

Isabel Moreira, Eurico Brilhante Dias, Miguel Costa Matos, Edite Estrela, Pedro Delgado Alves, Porfírio Silva, Susana Amador, Alexandre Quintanilha, Alexandra Leitão, Maria Begonha, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Eunice Pratas, Eduardo Alves, Francisco Dinis, Tiago Soares Monteiro, Joana Sá Pereira, Pedro Anastácio, Lúcia Araújo Silva, Anabela Real, Paulo Araújo Correia, Rosa Venâncio, Marta Freitas, Francisco Oliveira, Rosário Gamboa, Patrícia Faro, Catarina Lobo, Pompeu Martins, Palmira Maciel, Ana Isabel Santos, Maria João Castro.

meninas nas escolas web

Lista daqui.

Serão julgados como criminosos; ou pela História, ou pelos tribunais.

Terça-feira, 28 Junho 2022

Temos muito trabalho de “limpeza” pela frente

Filed under: família,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 4:19 pm

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Este tipo de gente tem que ser erradicado da nossa cultura.

(fonte)

Sexta-feira, 2 Dezembro 2022

Mais uma Marcelada tamanha

Filed under: Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 12:02 pm

Estudei a História de Portugal do (insuspeito / maçon) Oliveira Martins, de “trás pr’á frente” e da “frente pr’a trás”; tenho em minha casa toda a obra do (excêntrico) José Hermano Saraiva acerca da História de Portugal, que já li e reli várias vezes — e nunca eu soube que os ciganos tivessem tido qualquer papel relevante na guerra da independência que se seguiu ao 1 de Dezembro de 1640.

Temos, pois, um Marcelo Qualquer que parece saber mais da História de Portugal do que os maiores historiadores portugueses da modernidade. A tudo se chega, enquanto a vida dura…

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Quinta-feira, 1 Dezembro 2022

Esperemos que a Isabel Moreira viva muitos anos, para que o povo a leve a tribunal

Filed under: eutanásia,Isabel Moreira — O. Braga @ 10:37 am

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Segunda-feira, 28 Novembro 2022

A família nuclear da Esquerda

Filed under: família — O. Braga @ 11:27 am

¿O que é o partido IL (Iniciativa Liberal)?

Filed under: Iniciativa Liberal — O. Braga @ 11:18 am

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Quinta-feira, 17 Novembro 2022

A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

Terça-feira, 15 Novembro 2022

O investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro, José Castanheira, e o investigador do Instituto Dom Luiz da Universidade de Lisboa, Pedro Matos Soares

Filed under: Aquecimentismo,aquecimento global antropogénico,Globalismo — O. Braga @ 7:35 pm

Convém avisar o Carlos Fiolhais (o cacique-mor da “investigação”) de que é preciso recomendar o reforço da verba do Estado despendida com estes dois “investigadores”; aliás, sou de opinião de que o Orçamento de Estado deve canalizar dinheiro em barda para estas duas criaturas — porque são cães que conhecem o dono.

A um cão que conhece o dono, não deve faltar nada.

A ideia segundo a qual “o CO2 é poluente”, revela o “peseteiro” que há em um determinado “investigador”. E a ideia segundo a qual “quanto mais CO2 na atmosfera, maior é o Aquecimento Global”, revela a filha-da-putice de quem se serve da ciência para fundamentar uma ideologia política.

“Investigadores” como o José Castanheira ou/e o Pedro Matos Soares venderam a alma ao diabo.

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E enquanto os “investigadores”, pagos a peso de ouro para mentir ao povo, tratam de manter viva a narrativa do “Aquecimento Global Antropogénico”, realiza-se (desde há dois anos) a maior transferência de riqueza para os super-ricos globalistas registada na História.

Governos, os me®dia, as agendas políticas de tecnocratas globalistas e de multinacionais são apresentadas (pelos me®dia) como sendo “virtuosas” e “progressistas”, escondendo um roubo massivo aos povos do mundo que lança para a miséria muitos milhões de pessoas mais pobres do planeta — e tudo isto em nome do “progresso”, como aconteceu recentemente (por exemplo) no desastre “ecologista” no Sri Lanka, e como está a acontecer na perseguição governamental globalista aos agricultores na Holanda.

Só assim se justifica a presença de Klaus Schwab (o líder do "World Economic Forum", de Davos) na cimeira do G20 — ele que não representa nenhum governo de qualquer país do mundo.

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Queremos reduzir o carbono, diz a Greta

Filed under: Aquecimentismo,aquecimento global antropogénico — O. Braga @ 6:14 pm
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Quinta-feira, 10 Novembro 2022

Este presidente da república tem que ser deposto (para bom entendedor…)

Filed under: Marcelo Rebelo de Sousa,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:40 pm

O presidente da república deve ser, supostamente, um contrapeso do Poder de uma maioria absoluta; mas não é: pelo contrário, o actual presidente da república é um catalisador da acção política da maioria socialista.

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Ora, um presidente da república que se comporta politicamente como um braço do Poder Executivo, tem que ser eliminado: não está lá a fazer nada de útil.

Neste momento, não há ninguém que nos proteja do despotismo iluminado do Monhé das Cobras.

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A estupidez do Frei Bento Domingues

Quando eu era rapazote, ouvi uma “anedota” de um ateu que rezava assim:

“Um indivíduo andava na rua de dedo em riste, perfurando o ar. Quando lhe perguntaram por que razão andava ele de dedo em riste, respondeu: — ‘¿Então não dizem que Deus está em todo o lado? Estou a tentar meter-lhe o dedo no cu.’”

Achei esta “anedota” de muito mau gosto. De modo semelhante, o Frei Bento Domingues produz uma série de chistes de muito mau gosto, por exemplo:

Os seres humanos são biologicamente iguais. É um dado da natureza. Mas tornar-se irmão é outra coisa, mesmo para os que são filhos dos mesmos pais”.

fbd-2-webÉ absolutamente falso que os seres humanos sejam “biologicamente iguais”. Podem ser equivalentes: mas “ser equivalente” não é o mesmo que “ser igual”. Só um ignorante ou um psicótico pode afirmar uma coisa dessas. E mais: o Frei Bento Domingues, na sua provecta idade, deveria saber que um indivíduo (ou uma pessoa) está (ontologicamente) mais próximo de Deus do que de outro indivíduo.

Outra frase do frade:

“Quando escuto a expressão “povo de Deus”, pergunto: se apenas esses são povo de Deus, de quem são os outros povos?”

Em primeiro lugar, a expressão “povo de Deus” não é necessariamente (nem geograficamente) exclusiva. Em segundo lugar, o frade parte do princípio de que as culturas antropológicas (que determinam as respectivas religiões, ou vice-versa) são todas iguais: por exemplo, para o frade, a cultura alemã que criou Bach e Mozart é igual à cultura dos (então) canibais da Papua. Esta obsessão pela igualdade (e pelo nivelamento por baixo) cria autênticos estúpidos do calibre do Frei Bento Domingues. “A igualdade é a condição psicológica prévia de decapitações científicas e frias” (Nicolás Gómez Dávila).

Face à Igreja triunfante e militante de antes do Concílio do Vaticano II, o novo clero católico conciliar incorpora-se na nova Igreja claudicante. O clero claudicante do após Concílio do Vaticano II substituiu a cruz dos campanários, dos templos católicos, por cata-ventos; e a angústia deste novo clero face à pobreza de multidões, obscureceu a sua consciência de Deus.

O Frei Bento Domingues faz parte da plêiade de estúpidos (que inclui o Anselmo Borges) que, desde a década de 1960, atacam ferozmente a Igreja Católica; e são os mesmos estúpidos que agora pretendem reformá-la.

Segunda-feira, 7 Novembro 2022

O problema complexo da interpretação da realidade

Filed under: A vida custa,filosofia — O. Braga @ 3:36 pm

O Ludwig Krippahl fala aqui acerca das “discussões” nas redes sociais (por exemplo, FaceBook) que, bastas vezes, conduzem a cortes abruptos nas conversas, e recusa sistemática em aceitar a opinião alheia.

A verdade é que o importante (em uma discussão nas redes sociais) não é convencer o antagonista; o importante (em uma discussão no FaceBook, por exemplo), é ajudar à formação de opinião das pessoas que “assistem” à discussão — porque os antagonistas obedecem (em juízo universal), cada um deles, a uma interpretação pré-racional da realidade, que, se for colocada em causa, pode levar a uma (muito) desconfortável Dissonância Cognitiva.

A Razão é baseada na construção de conceitos.

Porém, se a interpretação (da realidade, ou dos factos) se baseasse somente em uma dedução conceptual de novos conceitos, a partir de conceitos anteriores (modus ponens), então e neste caso, qualquer tentativa de interpretar a realidade seria inútil.

Ou seja, todas as manifestações da vida individual (humana) são precedidas de uma interpretação do mundo (da realidade, dos factos), ou/e de uma hipótese de fundo que não é produto de uma reflexão racional acerca do sentido da vida e/ou sobre o valor das coisas que são desejáveis.

Quero dizer: cada ser humano vive a partir de uma determinada cosmovisão; e esta (cosmovisão) nunca é resultado de reflexões racionais.

Essa cosmovisão é sempre resultado de uma interpretação pré-racional das experiências feitas (pelo indivíduo) no mundo; e nunca é possível comprová-la (a essa cosmovisão individual) em termos experimentais ou científicos. Segue-se que essa interpretação pré-racional (individual) está intrinsecamente relacionada com a idiossincrasia espiritual de cada indivíduo (S. Tomás de Aquino), e não com a experiência em si e propriamente dita.

Por exemplo: se alguém pensar que a vida não obedece a nenhum valor superior; ou que a vida não tem qualquer sentido; ou que não existe, na vida, nada absolutamente seguro; ou que tudo depende do ponto de vista que se assume (sofismo); ou mesmo que nem sequer vale a pena viver, ou que a morte é o fim absoluto de tudo —, então, dentro de cada um destes referidos juízos, a Existência é sempre interpretada em relação à Totalidade do conceito de Realidade. Quando, por exemplo, alguém goza a vida sem quaisquer limitações éticas e físicas (ou seja, “à tripa forra”), também já fez uma interpretação pré-racional da Existência.

Este juízo interpretativo (individual) é pré-racional (sensibilidade); não é resultado de uma reflexão racional do indivíduo. E, muitas vezes, esse juízo interpretativo só pode ser alterado mediante uma metanóia resultante de uma situação-limite (por exemplo, a experiência de felicidade e de sofrimento, de nascimento e de morte, de desejo e de satisfação, de velhice e de despedida; o conceito de “limite” inclui o facto de existir uma continuação para além desse limite, assim como a linha do horizonte é um limite que pressupõe a existência de algo para além dela).

Sexta-feira, 4 Novembro 2022

O Porto Canal é a estação de televisão mais esquerdista que existe em Portugal

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:54 pm
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Na sua aflitiva demanda de audiência, o Porto Canal compete irracional- e desenfreadamente com os outros canais abertos de televisão no sentido da assunção de posições políticas de extrema-esquerda — ele é uma espécie de concurso:

¿Qual é o canal mais “Bloco de Esquerda”? O Porto Canal, com certeza!

O Porto Canal é composto por uma parolada orgulhosa; uma saloiada arrogante e com ares de intelijumência; gente com alvará de inteligente cagando postas de pescada: ao Porto Canal aplica-se bastamente o conceito de Imbecil Colectivo: um grupo de pseudo-elitistas, politicamente radicais de uma cidade de província, que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se uns aos outros.

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Domingo, 30 Outubro 2022

A compaixão narcísica do progressista Soromenho

Filed under: Aquecimentismo,Esta gente vota — O. Braga @ 11:09 am

« Desde 1988, que o estatuto jurídico do clima como "preocupação comum da humanidade" perpetua um equívoco grosseiro, que tem levado os Estados e os sistemas económicos sob sua jurisdição, a tratar o clima como nulidade jurídica e externalidade económica. Há aqui um duplo erro. O primeiro, de diagnóstico, por desconhecer que o clima é uma "propriedade emergente", resultante da combinação e equilíbrio de todos os campos e dinâmicas que constituem o software activo do Sistema-Terra (atmosfera, biosfera, etc.), absolutamente incompatível com a rígida concepção de soberania territorial prevalecente nas relações internacionais. O segundo erro, de terapia, por conceber as negociações climáticas como um clube de poluidores, e não como uma assembleia universal permanente que incentive todos os contributos positivos para a preservação da estabilidade climática e ambiental global.»

Frágil luz em noite espessa

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