perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

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Quarta-feira, 14 Janeiro 2015

O que é preciso saber do Islão

As pessoas que comentam nos me®dia a tragédia do Charlie Hebdo deveriam ler o Alcorão antes de dizer asneiras. Mas para além daquilo que está explícito e escarrapachado no Alcorão, há outras características do Islão que são mais difíceis de detectar pelo leitor incipiente.

1/ o dogma fundamental do Islão é a palavra incriada (não criada pelo Homem)

As palavras exaradas no Alcorão foram (segundo o Islão) ditadas directamente por Deus; e, alegadamente, existe mesmo um exemplar do Alcorão no Céu. E por isso Alá é o juiz supremo que legitima que mais de 200 versículos do Alcorão incitem directamente à violência e ao assassínio.

No Cristianismo, passa-se uma coisa muito diferente: os Evangelhos são assumidamente escritos por homens — os apóstolos — baseando-se nas palavras ouvidas de Jesus Cristo — assim como Platão escreveu o que ouviu de Sócrates.

No Islão, sem uma hermenêutica da Revelação chega-se invariavelmente ao terrorismo.

A liberdade, segundo o Islão, não é uma realidade moral: antes é uma submissão total e inegociável à palavra ditada directamente por Alá, o Alcorão. Se não houver inteligência no Islão, a fé conduz inexoravelmente à  morte e ao assassínio. (more…)

Terça-feira, 25 Junho 2019

A instrumentalização da ciência por parte da ideologia; ou a estupidez do Mealha Estrada


“¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?”

(Groucho Marx)


Vemos aqui um texto de um tal Miguel Mealha Estrada (nome alentejano, aposto) que é o exemplo da manipulação da ciência por parte de uma ideologia política — assim como o conceito nazi de “Untermensch” é pura manipulação ideológica da ciência.

O Mealha Estrada é um “nazi ao contrário”.

A existência de ideologias perigosas e desumanas não justifica que se escamoteie ou que se suprima a verdade científica.

O Mealha Estrada fala em “eugenia”. Vemos, por exemplo, um caso de uma mulher britânica a quem o Estado impôs o aborto contra a vontade da própria:

“London, England, Jun 21, 2019 / 11:15 am (CNA).- A British judge has authorized doctors to perform an abortion on a pregnant Catholic woman with developmental disabilities and a mood disorder, despite the objections of the woman’s mother and the woman herself. The woman is 22 weeks pregnant”.

A “eugenia” é um fenómeno cultural que teve origem na “Esquerda progressista” (defensora de um Estado plenipotenciário) e no puritanismo esquerdopata — desde os intelectuais puritanos progressistas ingleses do princípio do século XIX (por exemplo, Bernard Shaw era um eugenista confesso), até à escola filosófica de Margaret Sanger nos Estados Unidos que esteve na origem do Planned Parenthood.


O eugenismo é um fenómeno cultural de Esquerda.


A negação da existência de diferentes raças é tão psicótica quanto o é a afirmação inequívoca da superioridade de uma qualquer raça em relação a outras.

Por exemplo, as tribos Germânicas que invadiram e destruíram o império romano eram consideradas pelos romanos (por exemplo, por Santo Agostinho) “bárbaras e incivilizadas” — e, por isso, inferiores aos romanos. Mas foram os descendentes dessas tribos Germânicas (ditas “bárbaras”) que foram decisivos no desenvolvimento da ciência na Europa a partir do século XVIII (a partir do século XVII, o centro da Europa passou de Roma para Londres e Berlim).

Portanto, a ideia segundo a qual “uma determinada raça é superior a outra” é, no mínimo, discutível.

Mas que existem raças, é uma evidência irrefutável: só o Estrada Mealha não vê. Aliás, um dos dois cientistas responsáveis pela descoberta do ADN — o americano James Watsonfoi condenado na praça pública pelo politicamente correcto e por estúpidos da laia do Mealha Estrada, exactamente porque afirmou a realidade científica (genética, sociológica e cultural) das diferentes raças.

Ademais, aconselho a leitura do livroThe Bell Curve escrito pelos cientistas Richard J. Herrnstein e Charles Murray, em que se demonstra a diferença entre raças (o que não significa necessariamente “superioridade de uma raça sobre outra”).

O Mealha Estrada é o protótipo do estúpido esquerdopata que fala em nome da ciência.


O “orgulho gay” no Canadá (pobres crianças …!)

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Domingo, 23 Junho 2019

Perante os factos e perante a ciência, a Esquerda recorre ao ataque pessoal

O secretário de Estado da Inducação, um tal João Costa (ver foto), depois de ler um artigo do Padre Portocarrero de Almada acerca da Ideologia de Género, optou por insultar o Padre em vez de rebater as suas (do Padre) ideias.

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O recurso sistemático ao ataque ad Hominem é uma característica da Merda que compõe os quadros do Partido Socialista.

A ler: → O secretário de Estado da (má) Educação

Sintomas de uma sociedade moribunda (2)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:52 pm
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Sintomas de uma sociedade moribunda (1)

Filed under: Decadência do Ocidente — O. Braga @ 7:35 pm

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A vantagem de ser Maomerda

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:26 pm

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O Paquistão informa que vai censurar este blogue

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:02 pm

Recebi um email dos serviços do WordPress informando-me que o Paquistão bloqueou o acesso a este blogue por causa de uma imagem aqui publicada. Segue referida imagem do email do WordPress:

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A imagem que o Paquistão não gosta e censura é a seguinte:

maome

Aproveito o ensejo para informar o Paquistão (e o Afeganistão, e o Azerbaijão, e os OutrosQueParaLáEstão) do seguinte:

— Ide para a vossa grandessíssima alternadíssima que vos pariu!

O filho-de-puta do Chico

Filed under: Chico burrico,papa Chico — O. Braga @ 6:28 pm

Sexta-feira, 21 Junho 2019

O carro eléctrico não tem futuro! Não se deixem enganar pela Esquerda!

Sexta-feira, 14 Junho 2019

O STF brasileiro e a criminalização da homofobia

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:18 pm
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Vivemos num tempo em que a intolerância das elites em relação ao povo (a nova versão da “República de Platão”) é disfarçada pela ostentação pública de assumidas virtudes.

Senão vejamos esta notícia no Observador (partamos do princípio de que os factos relatados pela referida notícia correspondem à verdade):

« O Supremo Tribunal Federal brasileiro (STF) permitiu na quinta-feira a criminalização da homofobia e transfobia como forma de racismo, com pena de prisão que pode ir de um a cinco anos de prisão, além de multa.

O STF determinou, por oito votos a favor e três contra, que casos de agressões e actos preconceituosos contra cidadãos LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) sejam enquadrados como crime de racismo, até que o Congresso crie leis específicas para o tema. »

Reparem bem, caros leitores, como se mistura ali “agressões” (atentados objectivos à integridade física de pessoas ou bens), por um lado, e “actos preconceituosos” que não se enquadrem na categoria de “agressão física” , por outro lado. Esta mistura é venenosa e pretende causar confusão jurídica.

A punição dos atentados contra a integridade física de pessoas (sejam as pessoas homossexuais, ou não) já está tipificada na lei penal brasileira — não seria necessário que o STF brasileiro viesse legislar sobre esta matéria, uma vez que a lei penal brasileira abrange já este tipo de crimes. O que, de facto, o STF vem transformar em crime é o chamadopreconceito em relação aos homossexuais ou à homossexualidade”.


Encontrei aqui uma definição (uma noção) de “homofobia” :

« Repulsa ou preconceito contra a homossexualidade ou os homossexuais ».

Se esta definição nominal está correcta (ou seja, se corresponde à definição real), então segue-se que a repressão legal da repulsa em relação à homossexualidade (ou seja, a repressão legal da homofobia) traduz-se na promoção cultural da homofilia por via legislativa — isto porque é logicamente impossível existir uma posição neutral entre a Neutralidade (que é o que a proposta do STF do Brasil reclama), por um lado, e a Não-neutralidade, por outro lado.


RhuanHá dias ouvi o esquerdista José Pacheco Pereira na televisão (TVI24) afirmar (grosso modo) que “os velhos são naturalmente discriminados / prejudicados em relação aos jovens”. É pura verdade; mas não passaria pela cabeça de um careca misantropo que um qualquer tribunal superior viesse legislar sobre a criminalização desta discriminação gerontológica.

Há determinados factos da vida humana em sociedade que não são possíveis de criminalizar sem cairmos em uma espécie qualquer de totalitarismo — que é o que acontece com a ingerência legislativa do STF do Brasil quando criminaliza a repulsa natural de um qualquer cidadão em relação à homossexualidade. O STF brasileiro fundamenta assim o acto legislativo que assumiu:

« Todo o preconceito é violência. Toda a discriminação é causa de sofrimento, mas aprendi que alguns preconceitos causam mais sofrimentos do que outros, porque alguns são feridas curtidas já em casa, na qual a discriminação castiga a pessoa desde o seu lar, afasta pai de filho, irmãos, amigos, pela só circunstância de tentar viver o que se tem como sua essência e que não cumpre o figurino sócio-político determinante e determinado”, declarou a magistrada Carmen Lúcia, citada pela imprensa local, ao declarar-se favorável à criminalização da homofobia. »

Existem dois tipos de “preconceitos”: o preconceito positivo, que é aquele que está aberto à discussão, e o preconceito negativo, que é aquele que se fecha em tabu ou em dogma , recusando assim a discussão dos seus preceitos.

Neste sentido, todas as opiniões de todas as pessoas são, a priori, preconceituosas; a diferença é que algumas pessoas estão abertas à discussão, e outras fecham-se nos seus dogmas.

Portanto, a ideia segundo a qual “Todo o preconceito é violência” é absurda, e revela a indigência intelectual da magistrada do STF brasileiro (ela necessita urgentemente de frequentar o curso de filosofia de Olavo de Carvalho).


Curiosamente, o STF brasileiro não legislou sobre a Ideologia de Género  que matou o menino Rhuan Maycon; nem vimos os me®dia, em geral, e o Observador em particular, a perder muito tempo a falar do crime hediondo e diabólico que duas lésbicas perpetraram em nome da Ideologia de Género — exactamente porque falar muito do assassinato do menino Rhuan poderia ser considerado “crime de homofobia”.

Quinta-feira, 13 Junho 2019

A Direitinha politicamente correcta. Educadinha. Caladinha.

Filed under: PSD,Rui Rio — O. Braga @ 5:29 pm
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Quarta-feira, 12 Junho 2019

Quando o Bloco de Esquerda e a Direitinha se abraçam

Cerca de 180 directores de empresas americanas concordam com a Esquerda radical (de tipo “Bloco de Esquerda”): “a restrição do aborto é má para o negócio”.

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Vemos como a Direitinha (tipo Insurgente) concorda com a esquerda radical (tipo Bloco de Esquerda), nesta como noutras matérias. Talvez por isso é que a Catarina Martins disse (eu ouvi) que “O Bloco de Esquerda é a salvação do capitalismo”.


Recordando um texto de Olavo de Carvalho:

« Há muitos motivos para você ser contra o socialismo, mas entre eles há dois que são conflituantes entre si: você tem de escolher. Ou você gosta da liberdade de mercado porque ela promove o Estado de Direito, ou gosta do Estado de Direito porque ele promove a liberdade de mercado. No primeiro caso, você é um “conservador”; no segundo, é um “liberal”.

(…)

Ou você fundamenta o Estado de Direito numa concepção tradicional da dignidade humana, ou você o reinventa segundo o modelo do mercado, onde o direito às preferências arbitrárias só é limitado por um contrato de compra e venda livremente negociado entre as partes.

(…)

O conservadorismo é a arte de expandir e fortalecer a aplicação dos princípios morais e humanitários tradicionais por meio dos recursos formidáveis criados pela economia de mercado. O liberalismo é a firme decisão de submeter tudo aos critérios do mercado, inclusive os valores morais e humanitários.

O conservadorismo é a civilização judaico-cristã elevada à potência da grande economia capitalista consolidada em Estado de Direito.

O liberalismo é um momento do processo revolucionário que, por meio do capitalismo, acaba dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de Direito. »

— Olavo de Carvalho, “Por que não sou liberal” ; ler o resto.

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