perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

Adenda (3 de Agosto de 2020):

 

“Em sectores como a investigação criminal são já evidentes os sinais de que dificilmente se aceitará que as investigações não confirmem as teses dos activistas que funcionam como milícias mediáticas da esquerda radical, veja-se como o homicídio de Bruno Candé foi logo definido como racismo e, se por acaso a investigação não confirmar essa certeza antecipada, já se sabe que alguém vai ter o seu nome escrito nos jornais.

A geringonça, imagem com o seu quê infantil de estrutura desajeitada, é na verdade uma trituradora cada vez mais pesada das vontades e competências.”

Helena Matos


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Sábado, 19 Junho 2021

O monhé manhoso já merece uma lápide

“O momento, registado por uma mãe em vídeo, mostra cinco agentes armados, da Guarda Nacional Republicana (GNR), em Vila Pouca de Aguiar, a levar a filha depois de alegadamente terem ameaçado arrombar-lhe a porta de casa.

(…)

A menina de 12 anos foi retirada da guarda da mãe, divorciada e desempregada, por alegadamente recusar-se a usar máscara na escola, tendo sido levada para a casa da avó paterna.”

Os portugueses têm que deixar de ser “mansos”; quando um desses “cães grandes” do Terreiro do Paço “amochar”, pode ser que os cabrões comecem a ter mais respeito pelo povo.

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Quinta-feira, 17 Junho 2021

Na Alemanha, o embrião de uma galinha vale mais do que o embrião de um ser humano

Filed under: A vida custa,aborto,Alemanha — O. Braga @ 7:33 pm

O parlamento alemão fez passar uma lei que proíbe que os embriões de galináceos, com 6 dias de existência, sejam mortos — alegadamente porque os embriões são “sensíveis à dor”. A mesma lei proíbe a morte dos embriões por causa da prática de selecção de sexo dos futuros galináceos.

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Na Alemanha, a vida de um embrião de uma galinha está mais protegida do que a de um embrião humano — na Alemanha, o aborto de embrião humano é legal até ao fim do primeiro trimestre de gravidez; e mesmo por outras razões facilmente invocáveis, o aborto pode ser legal, mais tarde durante toda a gravidez.


“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.”

(G. K. Chesterton)

A ditadura sanitária do monhé manhoso, em Lisboa

Filed under: Esta gente vota,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:30 pm
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Quarta-feira, 16 Junho 2021

Coágulos sanguíneos devido às “vacinas” do COVID-19 (Estados Unidos)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:48 pm
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Podem fazer aqui o “download” do ficheiro Excel

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(“Naturalmente que não me acontece a mim! Só acontece aos outros! Negacionista! Fassista!”).

O monhé manhoso quer pôr a juventude toda a fumar maconha

Filed under: Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:11 pm

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O monhé Costa é um criminoso lesa-Pátria

Filed under: imigração,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 5:06 pm

“Algumas horas depois de o termos referido aqui no Blasfémias começa a ser noticiada a Operação Marhaba, ou seja a abertura de uma rota marítima com Marrocos, para já durante o Verão.”

Marrocos estuda rota marítima directa para Portimão neste Verão

O monhé manhoso incentiva, pela calada e com o apoio do Bloco de Esquerda, a imigração islâmica clandestina e ilegal para Portugal.

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Putin e o João Bidé : a linguagem corporal diz quase tudo

Filed under: João Bidé,Putin — O. Braga @ 4:43 pm

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A selecção gaulesa de futebol

Filed under: imigração,politicamente correcto — O. Braga @ 9:39 am

A noção politicamente correcta de “diversidade” = “ausência de europeus”.

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Agora imaginem que a selecção francesa de futebol fosse composta apenas por brancos… — “Que horror! São fassistas, esses franceses…”

Domingo, 13 Junho 2021

As elites políticas adoram fazer de conta que o povo é burro

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:39 pm

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Sábado, 12 Junho 2021

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico e o princípio da falsificabilidade de Karl Popper

O Henrique Sousa explana aqui (e muito bem!) as razões por que a teoria do Aquecimento Global Antropogénico é uma teoria  metafísica (é uma teoria que não pode fazer parte das Ciências da Natureza), na medida em que não é falsificável.


Para que se compreenda o que se quer dizer, vejamos a seguinte proposição:

“Todos os deuses falam grego”.

¿Será que esta proposição pode ser considerada como sendo passível de investigação científica? ¿Como é que eu posso ter a certeza de que “todos os deuses falam grego”?!

Esta proposição poderia fazer parte da ciência (da investigação científica) se alguém pudesse demonstrar que existe (pelo menos) um deus que falasse latim (por exemplo) — o que faria com que a referida proposição pudesse ser falsificada, porque a ciência parte do princípio segundo o qual toda a regra ou categoria tem (implicitamente) excepções (indução).

E são as excepções (demonstráveis) à regra geral que definem a falsificabilidade de uma teoria, e por isso, são as excepções que estipulam que uma teoria pode fazer parte de uma investigação científica.

Portanto, a proposição “todos os deuses falam grego” é uma proposição metafísica; não pode fazer parte das Ciências da Natureza enquanto não for encontrada uma excepção à regra proposicional que seja demonstrável.


Vejamos outra proposição:

“Todos os cisnes são brancos”.

A partir do momento em que alguém demonstre que existe (pelo menos) um cisne preto, esta proposição é falsificada, e por isso ela pode passar a fazer parte de uma investigação científica. A partir do momento em que a proposição “todos os cisnes são brancos” é falsificada, deixa de ser uma proposição metafísica e passa a ser uma proposição científica.

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¿Como vão os seus testículos?

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:59 am

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Quinta-feira, 10 Junho 2021

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco!

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD — O. Braga @ 9:21 pm

¿Como foi possível que o Partido Social-democrata recrutasse um radical esquerdista como o José Pacheco Pereira?! Cavaco Silva e Pedro Santana Lopes têm culpas no cartório.

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Se lerem este texto, verificarão que pouca diferença existe entre o Luís Fazenda, ou o Mário Tomé, por um lado, e o José Pacheco Pereira, por outro lado. De facto, estão alinhados pelo mesmo diapasão ideológico; a diferença é que o último é mais dissimulado, e, por isso, muito mais perigoso.

O José Pacheco Pereira acusa, de facto, a Direita (qualquer Direita) de pretender restaurar uma ditadura corporativista em Portugal — exactamente no momento em que assistimos, em Portugal, à paulatina instauração de um Totalitarismo de Veludo por parte da Esquerda. E mais: para o José Pacheco Pereira, qualquer tipo de Direita é sempre “Direita radical” (não existe Direita que não seja “radical”).

Para o Pacheco, quem não condena radicalmente — em bloco e irracionalmente — o Estado Novo, é “fassista”; quem consegue vislumbrar alguma coisa de positivo — por coisa pouca que seja — nos 48 anos de ditadura de Salazar, é de “extrema-direita”.

Quem não deve, não teme!, ó Pacheco! E da maneira que apoia politicamente o Costa Manhoso, ele tem muito a temer.

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