perspectivas

Quarta-feira, 22 Fevereiro 2017

Maria de Lurdes Rodrigues: é burrinha que nem um tamanco

 

A Lurdinhas (que não tem filhos) apresentou o seguinte gráfico para justificar a ideia segundo a qual “a carreira profissional feminina não impede a procriação suficiente e necessária”.

ng8312378

feminismo_trabalho_domestico_webNa Europa, o único país que atinge a taxa de natalidade necessária à reposição populacional é a França (2,1 filhos por mulher), mas essa taxa de natalidade deve-se à imigração islâmica e à poligenia islâmica. Todos os restantes países da Europa não atingem os 2 filhos por mulher — e a Lurdinhas exulta, porque sempre podemos importar “escravas sexuais islâmicas”.

A Irlanda é um país onde até há pouco tempo, o aborto era proibido por lei — o que significa que a taxa de natalidade vai diminuir na Irlanda também, como diminuiu drasticamente em Portugal depois da lei do aborto de 2007.

Islândia, Suécia, Reino Unido, Noruega, Bélgica, Holanda, Dinamarca — são países de imigração islâmica e poligénica.

O Islamismo não permite o aborto nem contraceptivos; a poligenia faz com que uma “família” islâmica possa atingir 10 filhos ou mais. As mulheres imigrantes muçulmanas, em geral, não trabalham fora de casa e não usam contraceptivos.

Na Irlanda, a tradição do trabalho doméstico da mulher (ainda) está muito arreigado. É uma questão de cultura antropológica.

É claro que existe uma relação directa entre o trabalho da mulher fora de casa, por um lado, e a taxa de natalidade, por outro lado. Um círculo quadrado é uma impossibilidade. Só a burrinha da Lurdinhas não vê.

feminismo

Uma cultura em que a mulher pretende ser homem, está condenada à extinção. Ou há uma revolução em Portugal que elimine (literalmente) as Lurdinhas & amigos, ou Portugal está no caminho da extinção como país, povo, cultura e identidade nacional.

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Domingo, 19 Fevereiro 2017

O sistema de ensino da geringonça: é tudo uma questão de crenças

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:52 pm
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“A frase seguinte (“matemática e Português perderão horas para as ciências sociais”) é ainda mais engraçada: em primeiro lugar, pela omissão das aspas em “ciências” que antecedem o adjectivo “sociais” (ainda me hão-de explicar quais são as ciências que não podem levar com o adjectivo “sociais”); em segundo, porque, o que realmente falta aos alunos proto-asnos é mais marxismo cultural.

A exultação dos asnos

¿Foi para isto que o “progressérrimo” Carlos Fiolhais apoiou a geringonça? — ¿para ver as ciências da natureza relegadas para segundo plano por aquilo a que se convencionou chamar de “ciências” sociais?

A Raquel Varela exulta: afinal, a tese dela segundo a qual “as ciências são todas exactas” venceu dentro da geringonça: a matemática passou a ser tão “exacta” quanto o é a antropologia dos chimpanzés do Gabão.

Para a geringonça, todas as ciências são crenças; ¿se 1 + 1 = 2? É uma crença!. E cabe à religião antropoteísta liderada pelo sumo-sacerdote António Costa (acolitado pelo Adão e Silva) dizer quais são as crenças mais correctas.

Afinal, e segundo a geringonça, a matemática é uma merda, porque tem lógica; para a esquerda, tudo o que tem lógica é uma merda. A matemática e a língua portuguesa são crenças obsoletas que terão que ser substituídas por crenças correctas, por exemplo, a crença segundo a qual “uma mulher é um homem que é um macaco que é um cão que é um dinossauro que é uma ameba”.

Quarta-feira, 15 Fevereiro 2017

A eutanásia e a autonomia do indivíduo

 

Um artigo escrito por um Diogo Costa Gonçalves, acerca da eutanásia e com o título “Eutanásia e o ‘mito da autonomia’”:

“Sucede, porém, que a autonomia é um mito: um novo dogma moderno com pouco sustentação na realidade. Não, não somos autónomos!”


“Autonomia” é também, e em primeiro lugar, o livre-arbítrio de S. Tomás de Aquino. Em segundo lugar, é sobretudo a “autonomia” segundo Kant que resume o conceito de livre-arbítrio de S. Tomás de Aquino.

No sentido comum ou vulgar, autonomia é a capacidade de um indivíduo ou de um grupo de determinar ele próprio o seu modo de organização e as regras em relação às quais se submete.

Mas, no sentido filosófico (ética) e moral, a autonomia pode ser uma de duas coisas:

1/ Em Kant, é a característica da vontade que se submeteu livremente à lei moral sancionada pela razão pura prática, por respeito a essa lei, e excluindo qualquer outro móbil.

2/ liberdade moral do sujeito que age de acordo com o que a sua razão lhe dita e não por simples obediência às suas paixões.


Em Kant, a autonomia é simultaneamente liberdade negativa e liberdade positiva.

A liberdade negativa é aquela que consiste em não ser impedido de agir — a de não ser impedido por outrem naquilo que desejamos fazer, ou a liberdade de se exprimir sem censura.

Em contraponto, a liberdade positiva é a liberdade do cidadão-legislador, segundo o princípio de autonomia de Kant, que consiste em tomar parte nas decisões políticas e públicas, e de co-exercer a autoridade em geral.

Segundo Kant, uma acção não pode ser verdadeiramente moral se não obedece a razões sensíveis, exteriores à razão legislativa. Por exemplo, segundo Kant, se ajo por amor à Humanidade, não ajo por dever, mas por sentimento. Ora, uma acção cuja máxima se baseia num sentimento não pode aspirar à universalidade e servir de lei a todo o ser racional.

Em contrapartida, e seja qual for o meu sentimento em relação à Humanidade, “tratar a Humanidade na minha pessoa e na pessoa de qualquer outro, sempre simultaneamente como um fim, e não simplesmente como um meio”, é a máxima exigível universalmente, um dever para todos; a vontade que determina a sua acção a partir dela, é uma vontade autónoma, na medida em que se submete livremente à lei da razão pura prática.


Os que defendem a legalização da eutanásia e afins (que são todos de esquerda, mesmo que digam que não são de esquerda) utilizam o conceito de “autonomia” de forma abusiva e falaciosa, porque não cabe em nenhuma das duas noções de “autonomia” supracitadas. É neste sentido que o Diogo Costa Gonçalves tem razão: em nome da “autonomia” (vista apenas como liberdade negativa), negam-se deveres (liberdade positiva), por exemplo, o dever de solidariedade.

Ou seja: a autonomia (enquanto livre-arbítrio) não é um mito, como diz o Diogo Costa Gonçalves. O que que esquerda faz (por exemplo, Rui Rio, que diz que não é de esquerda) é interpretar erroneamente o conceito de “autonomia”; é ver só uma parte do conceito de “autonomia”, ou seja, vê-lo à luz das paixões (sentimentalismo), e não à luz da razão que universaliza a vontade e a lei moral. De resto, o Diogo Costa Gonçalves tem razão:

“Se a dependência é vista como um fardo, como um indignidade, o direito a uma morte rápida e indolor transforma-se facilmente num dever de morrer dignamente, de não ser pesado, de não onerar o outro com a minha existência.

Não tenhamos dúvidas: é isto o que está em debate na eutanásia. O sofrimento do outro – por quem, infelizmente, poucos realmente se interessam – é apenas um pretexto emocional para a discussão… tudo mais (menos cuidados paliativos, mais consentimento informado, etc.) são minudências de uma discussão que só não vê quem não quer.”


 

O utilitarismo da esquerda contemporânea

Segunda-feira, 13 Fevereiro 2017

Bom humor, perante a estupidez da Fernanda Câncio

 

Para o esquerdalho, uma mulher que abortou é “uma mulher com coragem”. E foi a “coragem das mulheres” abortadeiras que ditaram a “grande derrota da Igreja Católica”.

A tonta não se contenta com a violação de uma regra ética: pretende que a sua transgressão se converta em regra nova; a perversidade desperta sempre a secreta admiração da imbecil que escreve umas coisas em um qualquer pasquim do Regime.

Uma estupidez não deixa de o ser, só porque há quem morra por ela; e é costume apregoar direitos para se poder violar deveres; portanto, não se tratou de “coragem das mulheres”, mas de estupidez de mulheres e de homens — a novela romântico-pornográfica, da Fernanda Câncio e da esquerda em geral, abortará sempre, porque a cópula não é um acto do indivíduo, mas é uma actividade da espécie.

E perante a estupidez da escriba — detentora de um alvará de inteligência concedido pela merda das elites que temos —, sorrimos: porque as derrotas nunca são definitivas quando se aceitam com bom humor. O mundo da Fernanda Câncio (e do politicamente correcto) parece invencível; como o dos dinossauros desaparecidos.

Segunda-feira, 30 Janeiro 2017

A Maria Filomena Mónica e a eutanásia

 

Por vezes pergunto-me como foi possível que gente como (por exemplo) a Maria Filomena Mónica (burrinha todos os dias, mas com aqueles ares de gaguez intelectual) ganhou a dimensão cultural que tem neste país.

No Ocidente, as leis foram evoluindo com base na tradição judaico-cristã. Deste ponto de vista, o corpo é o invólucro da alma, o que o tornaria sagrado. Segundo esta concepção, tudo o que acontece aos doentes terminais faria assim parte do desígnio divino”.

Ó Filomena: não é só no Ocidente, porra! Lê um poucochinho e deixa-te de merdices.

Lê o que dizem as correntes mais populares do Hinduísmo acerca da morte (do ser humano); e do Budismo popular (da religião popular budista, e não da filosofia intelectualóide budista), e do xintoísmo, do Confucionismo, e dos monoteísmos também (incluindo a religião do Zoroastro). Não digas asneiras, Filó! Já só nos faltavas aqui tu a botar umas bacoradas pela boca afora…!

E outra coisa, Filó: em ética, não existe uma “versão científica”. Mete essa merda na tua cabecinha bacoca!

E o progresso — ou “evolução” da sociedade, como dizes — não é uma lei da natureza: basta uma geração de bárbaros da tua espécie para se futricar uma civilização inteira…. ¿topas?

O importante, ó Filomena, não é saber se “o progresso da medicina alterou tudo” ou nada: o importante é a cultura antropológica de uma sociedade que pode existir com determinadas características em um tempo em que o Homem pode viajar para Marte, ou noutro tempo em que ainda havia o médico de aldeia. São os valores da ética, Filozinha, que são universais e intemporais (¿sabes o que é um axioma, Filó?). Valores. Mas não os confundas com notas de Euro.

A tua menção de Stuart Mill, Filozinha, é colada com cuspe. Devias ler o que um outro utilitarista (Bertrand Russell) escreveu sobre ele; e também o que G.E. Moore escreveu acerca do utilitarismo. E se “nenhuma opinião deve ser suprimida” (com dizes), talvez não seja má ideia trazer à colação a opinião de Mengele acerca dos judeus: encaixava que nem uma luva na tua discussão sobre a eutanásia.

Sábado, 28 Janeiro 2017

Quando os “factos alternativos” correspondem à verdade que o politicamente correcto detesta

 

“num programa de televisão, uma conselheira do recém eleito presidente do EUA afirma uma mentira, o jornalista confronta-a com isso mesmo e apresenta factos, ela, muito desenvolta, diz que se baseia em “factos alternativos", ao que o jornalista responde que “factos alternativos, não são factos, são falsidades”… ela nega, ele…”

Helena Damião

¿E qual é a mentira? Não interessa saber. O que interessa à Helena Damião é a narrativa segundo a qual  “uma conselheira do recém eleito presidente do EUA afirma uma mentira”.

Naturalmente que, para a Helena Damião, os jornalistas apresentam sempre factos (os jornalistas não mentem) — isto se os jornalistas forem de esquerda: se forem de direita, os jornalistas apresentam sempre mentiras.

Mas afinal ¿qual era a mentira? A CNN publicou esta imagem da tomada de posse de Donald Trump:

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só que a imagem da CNN foi tomada às 10 horas da manhã, muito antes do discurso de Donald Trump. Mas a Helena Damião diz que a mentira não é da imprensa: é do Donald Trump. Ver mais informação factual e documental, aqui.

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Domingo, 15 Janeiro 2017

O partido liberal português que é socialista

 

Começo a ter pouca vontade de escrever aqui no blogue. Um dia destes fecho-o sem anunciar que foi fechado — porque, por exemplo, quando leio que se pretende fundar um partido liberal que fica situado entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, não me apetece escrever sobre o assunto, e sobre nada. Apetece-me insultar os filhos da puta.

“Liberalismo” vem do latim “liberalis”, que significa “benfeitor”, “generoso”.

Em filosofia política, o liberalismo é o conceito do qual John Locke foi um dos primeiros representantes, e que faz do sujeito individual, dotado de direitos inalienáveis (direito à propriedade, à liberdade, etc.), a fonte e o centro das relações sociais.

Em economia política — que é o que nos mais interessa num partido liberal! —, o liberalismo é o princípio associado ao liberalismo político de que se falou acima, mas segundo o qual as leis do mercado devem continuar a ser livres, pois são naturais (por exemplo, a lei da oferta e da procura), e dependem delas mesmas o equilíbrio entre a produção, a distribuição e o consumo (Adam Smith).

A função do Estado liberal deve ser a de garantir os direitos individuais, e a sua autoridade apresenta, então, limites: os seus diferentes poderes (executivo, legislativo, judicial) devem ser separados. Para o liberal, a igualdade é reduzida à igualdade de direitos, e não à igualdade social. A igualdade social, própria do Partido Socialista e da Esquerda em geral, supõe que o Estado intervenha para “corrigir o livre jogo da sociedade civil”, o que é sempre interpretado pelo liberalismo como funesto para a liberdade.

Ou seja, um liberal não é um socialista.

Dizer que o novo partido liberal fica politicamente situado entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, é dizer que o liberalismo é socialismo.

Sexta-feira, 13 Janeiro 2017

Existe um plano da ONU de genocídio dos brancos

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:15 am
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Sexta-feira, 6 Janeiro 2017

¿O termo “casa da Mariquinhas” também já é proibido pelo politicamente correcto?

 

É inútil explicar à Fernanda Câncio que meter um pénis no ânus (por exemplo), para além de não ser natural (mas isso há outras coisas que não são naturais), faz mal à saúde. E mesmo usando preservativo, há doenças que não são evitáveis. Mas a Fernanda Câncio é daqueles casos em que “quem tem uma vagina, tem uma mina…”; mas o tempo encarregar-se-á de fazer esgotar a mina: a tudo se chega enquanto a vida dura.


O André Azevedo Alves tem razão.

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

Theodore Dalrymple

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

Coincidência: o Leopildo (¿ou Leopoldo?) assumiu a gerência, e o Alberto Gonçalves foi despedido do Diário de Notícias

 

“O Alberto Gonçalves, pessoa que não conheço socialmente a não ser das redes sociais, como aliás boa parte dos amigos mais chegados das redes sociais, e autor de colunas de opinião no Diário de Notícias e na revista Sábado com um sentido de crítica e de humor cáusticos quase sempre dirigidas ao governo e aos partidos de esquerda que o apoiam, com especial incidência sobre os socialistas e os bloquistas que lhe dedicam publicamente um odiozinho especial e se dão ao trabalho de o comentar, acabou de ser despedido do Diário de Notícias, jornal do grupo Global Media presidido pelo advogado Proença de Carvalho.”

A censura só conta quando é feita pela direita.

Com democracia desta, venha o Salazar.

Segunda-feira, 2 Janeiro 2017

O coimbrinha Pio Abreu

 

Eu tenho uma aversão natural aos coimbrinhas. Tudo o que seja coimbrinha cresceu à sombra de um qualquer alvará de inteligência. É o caso de um tal Pio Abreu: um coimbrinha chapado.

“Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens.”

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Ao contrário do que diz o coimbrinha, o índice de mortalidade precoce da mulher tem aumentado nos Estados Unidos; e tudo leva a crer que na Europa também.

O senhor Pio Abreu pode ter todos os PhD de todas as universidades do mundo; mas é um idiota chapado. 

O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas.”

Vamos seguir a lógica: a completude abrange um maior leque de características do que a incompletude. E, no entanto, o estúpido coimbrinha Abreu diz que a homogeneidade é mais completa do que a heterogeneidade.

Eu não quero aqui defender o contrário do que defende o Abreu, ou seja, não quero aqui dizer que “a mulher é uma versão incompleta do homem”, porque isso faria de mim um estúpido do mesmo calibre do Abreu — mas não devemos contrariar a lógica para ir ao encontro da estupidez coimbrinha do Abreu.

Sábado, 24 Dezembro 2016

Se o PNR (Partido Nacional Renovador) incomoda os me®dia, talvez comece a votar nele

Filed under: Política — O. Braga @ 1:03 pm
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Parece que a opinião do PNR (Partido Nacional Renovador) é censurada pelos me®dia.

“É vergonhoso que pessoas com carteira de Jornalista não tenham o menor código de ética, deontológico, e pratiquem a mais descarada e consciente censura. Tal é a posição manifestada na referida conversa, por Sónia Cerdeira, Liliana Valente, Sílvia Caneco, Bárbara Baldaia, Adriano Nobre, Joana Haderer e Miguel Marujo, jornalistas de órgãos de comunicação social como o Público, Expresso, Diário de Notícias, Sol, Visão, TSF e Lusa.”

Vou ter que repensar as minhas opções políticas.

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