perspectivas

Sábado, 23 Julho 2016

Era um alemão persa — disse a RTP

 

precisa-se-terrorista-webA RTP3 entretinha-se a defender a tese segundo a qual o terrorista de Munique era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico, ou seja, de “extrema-direita”: um tal professor Luís burrinho discursava sobre as maleitas do “terrorismo de extrema-direita”, para deleite da apresentadora escolhida a dedo pela televisão que deveria ser de todos nós — e eis que a polícia alemã vem dizer (em bom alemão) de que se tratava de “um iraniano de Munique”.

Aquilo foi um choque nos paineleiros da RTP3! Afinal não era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico… Ganda nóia!

Mas a apresentadora não se deixou ficar: como dizia o filósofo, “os tolos perdem as esperanças mas não perdem as ilusões”; e vai daí fez uma correcção ao comunicado da polícia alemã: o terrorista é um “germano-iraniano”! — disse ela. Ou seja, é uma alemão persa, o que é diferente de um persa alemão. No futuro, poderá haver, por exemplo, um alemão-persa-italiano-português-espanhol-chinês; o que não poderá haver é um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico.

Finalmente, a RTP3 conclui que o atentado terrorista não teve nada a ver com o Islão, porque o homem é um alemão persa — excepto de que se tratava de um muçulmano.

Sexta-feira, 22 Julho 2016

O Islão não consegue ver a luz do progresso e da civilização ocidental

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 2:17 pm
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Quando leio este texto do Paulo Rangel, quase acredito que David Hume tinha razão:

“Ora, se olharmos para a tríade dos três grandes atentados ocorridos em França – Charlie Hebdo (Paris, 2015), Bataclan (Paris, 2015) e Promenade des Anglais (Nice, 2016), também neles encontramos um padrão, mas desta feita com um escopo simbólico, com uma busca de sentido.

Começando pelo hediondo atropelamento de Nice, visa-se aí os valores da República Francesa. A escolha do 14 de Julho e do seu significado – a trilogia liberdade, igualdade, fraternidade e a implantação da laicidade – não podia ser mais reveladora.”

David Hume dizia que os nexos causais relativas a verdades de facto (em contraponto às verdades de razão, que são certezas) são apenas produto de crenças (o hábito), ou de fé. O Paulo Rangel atribui a causa do atropelamento de Nice ao dia 14 de Julho; Hume diria que o atropelamento colectivo aconteceu porque estavam reunidas as condições para que tal acontecesse: uma grande aglomeração de pessoas que viam o fogo de artifício; o facto de ser 14 de Julho é acidental. Acontece que o Paulo Rangel tem o hábito de ver nexos causais políticos em tudo, assim como João César das Neves vê economia em tudo o que mexe.

“Estes três episódios fatídicos ocorridos em França não são, por isso, manifestações de uma simples cultura de “morte”, destinada a amedrontar e a cercear os passos às comunidades de vida ocidentais.

Eles pretendem também passar uma “ideologia” alternativa, prenhe de valores de severidade, de contenção, de austeridade e de recato nos estilos de vida pessoal, familiar, comunitária e pública. Apelam ao desprendimento do prazer e do lazer, ao total aniquilamento do indivíduo e à sua fusão nos corpos e agregados sociais, à concentração no divino e no religioso – execrando o profano, o laico, o dessacralizado. O sentido destes atentados é, por isso, sem surpresa, um sentido essencialmente religioso – mesmo quando os seus autores não tinham vidas nem historiais conformes ao Corão.”

gay pride Chicago02Diz o Paulo Rangel que os atentados islâmicos “apelam ao desprendimento do prazer e do lazer”; talvez ele tenha razão; por exemplo, as paradas gay e as manifestações públicas das FEMEN são hoje dois tipos de “prazer e lazer” que a cultura ocidental tem para oferecer ao mundo islâmico. E é frustrante que o Islão se recuse a ver a luz da civilização e do progresso.

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Quinta-feira, 21 Julho 2016

Deputados do Partido Social Democrata que votaram com o Bloco de Esquerda a lei da "barriga de aluguer"

 

Margarida Mano, Margarida Balseiro Lopes, António Leitão Amaro, Simão Ribeiro, Duarte Marques, Lima Costa, Sérgio Azevedo, Paula Teixeira da Cruz, Costa Silva, Teresa Leal Coelho, Álvaro Batista, Miguel Santos, Fátima Ramos, Ângela Guerra, Firmino Pereira, Luís Vales, Regina Bastos, Pedro Pinto, Rubina Berardo, Cristóvão Norte.

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Terça-feira, 19 Julho 2016

O José Pacheco Pereira, a Banca portuguesa, e Angola

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:28 pm
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Lembramo-nos das críticas (por exemplo, do José Pacheco Pereira) em relação ao investimento angolano na Banca portuguesa; e agora vemos isto:

FMI aponta os casos de Portugal e de Itália como sendo de risco para a economia mundial até 2017.

O capital angolano era (alegadamente) “podre” e “mau”; e parece que é melhor não haver capital nenhum: é preferível uma Banca falida do que uma Banca com capital angolano. O José Pacheco Pereira deve andar feliz: quanto mais se destrói Portugal, mais ele (e os seus compagnons de route) rejubilam.

Domingo, 17 Julho 2016

O aldrabão Daniel Oliveira e as vítimas do terrorismo na Europa

 

Em um determinado programa de televisão de ontem, o Daniel Oliveira afirmou o seguinte acerca do terrorismo:

  • nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve muitas mais vítimas de ataques terroristas na Europa do que nas décadas depois de 2000;
  • temos que nos habituar ao terrorismo, porque ele sempre existiu, e apenas aumentou a sua visibilidade devido aos me®dia e à Internet.

Podemos ver neste gráfico abaixo (fonte) que, de facto, nas décadas de 1970, 80 e 90, houve mais vítimas de terrorismo na Europa (de cor azul), mas tratou-se do terrorismo da ETA do país basco, do IRA da Irlanda, e do Baader-Meinhof na Alemanha — ou seja, tratou-se de um terrorismo direccionado principalmente contra as elites políticas e/ou contra as forças policiais ou militares.

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daniel_oliveira-webjpgA ETA, o IRA ou o Baader-Meinhof não atacavam deliberadamente crianças e mulheres inocentes: atacavam polícias, militares e dignitários políticos; e não existia, durante essas três décadas, o terrorismo suicida islâmico, que é o que mais sofisticado que podemos conceber em termos de terror.

Vemos a vermelho na imagem, os ataques terroristas islâmicos na Europa que, a partir da década de 2000, aumentaram geometricamente e que implicam, na maior parte dos casos, a figura do kamikaze islâmico, por um lado, e por outro lado o ataque indiscriminado às populações em geral, incluindo mulheres e crianças.

Note bem: uma coisa é um ataque do IRA a um quartel de tropas britânicas na Irlanda que faz 100 mortos; outra coisa é o recente ataque islâmico de Nice que faz outras tantas mortes, mas em que as vítimas não são militares e muitas delas são crianças e mulheres. Não é possível confundir estes dois tipos de terrorismo, e só a mente perversa do Daniel Oliveira poderia misturar as duas coisas.

Uma coisa é a guerra convencional em que as populações inocentes são, em geral, poupadas; outra coisa, bem diferente, é uma guerra islâmica em que o inimigo é a população em geral. E dizemos, “não”: a este tipo de guerra não ficaremos habituados nem indiferentes, nem que passemos a deportar muçulmanos e o Daniel Oliveira também.

Sexta-feira, 15 Julho 2016

“A ameaça é o populismo”

 

“O que nos ameaça é o alastramento do populismo, mas eu não me deixarei intimidar por ameaças”.

François Hollande, entrevista a 14 de Julho de 2016

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Para a Raquel Varela, os verdadeiros terroristas são os que denunciam o terrorismo

 

O Iluminismo transportou consigo a própria negação do Iluminismo, através do Romantismo. A Raquel Varela faz lembrar Rousseau:

“A organização colectiva das pessoas é a única forma de sairmos vivos do declínio histórico que estamos a viver e que faz o declínio do feudalismo parecer uma brincadeira de meninos”.

É claro que “o declínio histórico que estamos a viver” não tem nada a ver com as ideias da Raquel Varela. Ela é impoluta (entre outras coisas). Atira a pedra e esconde a mão; comete o crime sem deixar impressões digitais; e continua a ter acesso aos me®dia em posição de Vampe.

Conclui a Raquel Varela o seu raciocínio romântico afirmando que o camião de Nice foi conduzido por um terrorista ou por um louco (ela não tem a certeza se é terrorista ou louco), e que se trata de uma excepção, porque há muitos camiões que não são conduzidos por terroristas ou loucos; e por isso, não devemos generalizar o comportamento dos condutores de camiões e considerá-los todos terroristas ou loucos.

“A distopia é usar o excepcional e torná-lo na norma, usar a barbárie e concluir que nada podemos fazer a não ser fugir. Fugir para onde? e de quem?”

E — continua a Raquel Varela —, quem denuncia publicamente esses actos isolados e excepcionais dos poucos condutores loucos ou terroristas, está a usar a barbárie para criar o pânico social, ou seja, os verdadeiros terroristas são os que denunciam o terrorismo.

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O Rui Ramos é um idiota chapado

 

A estupidez do Rui Ramos clama aos céus; faz a crítica da situação em que se encontra a Europa face à islamização, mas não apresenta soluções; o Rui Ramos encarna uma espécie de “Teoria Crítica” da Direita politicamente correcta: critica tudo e todos, mas não apresenta soluções.

Diz o Rui Ramos que “os terroristas abusam do Islão”; o seu discurso é muito parecido com o do Bloco de Esquerda. A filha-da-putice do Ramos é indizível — como se a acção dos terroristas não fosse recomendada pelo próprio Alcorão. Ele faz a crítica da situação a que chegamos, mas continua a dizer que “o Islão não é nada daquilo”.

O Rui Ramos não aguentaria um debate público de cinco minutos com gente consciente; ele vale-se da inconsciência do politicamente correcto, e sabe que a gente consciente é afastada sistematicamente dos me®dia. O Rui Ramos é um idiota perigoso.

Quinta-feira, 14 Julho 2016

A filha-da-putice puritana do PAN (Pessoas-Animais-Natureza)

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:22 pm
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Segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), a rainha de Inglaterra pertence à barbárie.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para proibir a circulação de veículos de tracção animal na via pública. O projecto de lei identifica como alvos da proposta as “carroças”, “charretes” e “carruagens”.

PAN quer proibir carroças e charretes na via pública

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Um dia destes, os animalistas irão proibir as rondas a cavalo da GNR.

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Caro leitor: torna-se impossível aturar esses filhos-de-puta que tratam as excepções como regras.

¿Há gente que maltrata os animais? Há, sempre haverá, como sempre houve. Os que os filhos-de-puta dos animalistas dizem é que as excepções constituem a regra; e, generalizando, entram em um puritanismo bacoco que pretende proibir, pelo simples prazer mórbido de proibir.

Thomas B. Macaulay escreveu o seguinte no século XIX (em relação a puritanismo dos Quacres) : “os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores”.

Quando os filhos-de-puta dos animalistas generalizam os maus tratos dos animais, não pretendem defender os animais, mas antes pretendem retirar o prazer humano da lide com os animais. É neste contexto que os filhos-de-puta dos animalistas pretendem proibir o voo da águia Vitória no estádio da Luz: os filhos-de-puta dos animalistas pretendem retirar aos adeptos do Benfica o prazer de ver a águia a voar no seu estádio.

Quarta-feira, 13 Julho 2016

O marxismo é o ópio dos intelectuais.

Filed under: Esta gente vota,A vida custa — O. Braga @ 10:28 am
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Naturalmente que o conceito de “intelectual” vulgarizou-se, como podemos ver em Raquel Varela. Um intelectual é hoje uma pessoa que diz umas coisas; e sobretudo é uma pessoa que leu Karl Marx sem ter lido, por exemplo, David Hume ou Karl Popper.

Se lermos este textículo da Raquel Varela, não constatamos apenas ignorância: sobretudo a estupidez da criatura.

Naturalmente que, para a Raquel Varela, não existia “angústia social” na URSS ou em Cuba; ou então, esses países traíram a revolução: a verdadeira revolução está para chegar, à semelhança do Messias judeu da escatologia. A verdadeira revolução irá acabar com as “angústias social e religiosa” e com a “dor real” da existência humana: passaremos todos a ser super-homens.

É (também) por existirem criaturas como a Raquel Varela que sou um reaccionário: não acredito que os problemas fundamentais do ser humano tenham soluções humanas.

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Terça-feira, 5 Julho 2016

O liberal Henrique Raposo é contra os referendos

 

“Se a democracia directa é veneno, um referendo à Brexit é 605 forte, ideal para suicídios. E “suicídio” é mesmo a palavra certa. Para começar, é o suicídio da própria ideia de democracia. Impressiona ver como ninguém contesta um referendo que colocou 17 milhões contra 16 milhões, impressiona ver como a maioria das pessoas encara um decisão política como se estivéssemos perante um jogo de futebol, como se ganhar por um fosse suficiente para uma decisão desta magnitude, no fundo, impressiona ver a derrota silenciosa da democracia constitucional, representativa e liberal perante a barbárie da democracia directa. Isto não é democracia. Um referendo não é democracia.

Um referendo, sobretudo um referendo que aborda questões dramáticas como a secessão de uma confederação de estados, não é a democracia que desenvolvemos no Ocidente”.

Henrique Raposo

Muitas vezes fico espantado com os “liberais” que temos. Vejam como o Henrique Raposo confunde Democracia Directa, por um lado, com Democracia Participativa, por outro lado. Hoje, ser liberal é não confiar no povo; e se não confiam no povo, melhor seria que os liberais fossem coerentes e assumissem o absolutismo político.

Segundo o raciocínio do Henrique Raposo, o referendo do Brexit foi mau porque “colocou 17 milhões contra 16 milhões”; a) chegamos à conclusão de que a maldade do referendo está no seu resultado, e não no referendo em si mesmo: se o resultado do referendo fosse de 32 milhões contra 1 milhão, o Henrique Raposo já não teria problemas com o referendo do Brexit; b) mas, simultaneamente, o Henrique Raposo utiliza o resultado do referendo para criticar todos os referendos, entendidos em si mesmos.

Ficam algumas perguntas: ¿por que razão “o referendo não é democracia”? ¿O que é “a democracia que desenvolvemos no Ocidente”? O Henrique Raposo não dá respostas; a visão que ele tem da democracia é dogmática.

A teoria do Contrato Social foi inventada no século XVII (Hobbes, Locke) e no século XVIII (Rousseau). Não sei se o Henrique Raposo (e os liberais) se deu conta de que, há trezentos anos, não havia nem Internet nem globalização. Quem se atém religiosamente à doutrina clássica do Contrato Social não se actualizou: o mundo mudou, mas parece que continuamos a viver no século XVIII. O Contrato Social foi criado basicamente por três razões:

1/ combater a arbitrariedade do Poder;
2/ afirmar a ordem social como resultado de uma convenção (contra Aristóteles);
3/ combater o direito divino dos reis.

Hoje, em vez de combater “o direito divino dos reis”, o Contrato Social serve para combater o “direito divino da classe política”. E em tudo, os três pontos supracitados mantêm-se válidos: o que mudou são os meios e instrumentos da sua aplicação.

Segunda-feira, 4 Julho 2016

Os liberais que vieram da extrema-esquerda.

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:27 pm
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Não seria justo que nos recriminássemos pelos devaneios utópicos da nossa juventude, no tempo em que acreditávamos que podíamos construir um Mundo Melhor e o Homem Novo do futuro. Eu nunca acreditei nisso: sempre fui naturalmente reaccionário e céptico; sou um reaccionário inato; mas reconheço que não somos todos iguais.

O Mundo Melhor do Homem Novo, que a estupidez imberbe proclama, não é baseada no passado — como aconteceu com o Renascimento, que se baseou no regresso ao passado: o Mundo Melhor do Homem Novo actual projecta-se absurdamente em um futuro que é impossível conhecer. Portanto, o Mundo Melhor dos “progressistas” não é baseado em nenhuma experiência histórica, mesmo que revestida de alguns mitos como aconteceu no Renascimento.

Em suma, ninguém está livre de ter sido um estúpido na sua juventude.

Porém, quando a estupidez do efebo se desvanece e se adopta o ideário do liberalismo político, é suposto que os princípios básicos da democracia prevaleçam no nosso pensamento. E “democracia” significa “representação popular”.

O que eu não consigo perceber é como um dito “liberal” apoia a construção de um leviatão europeu, em que decisões políticas fundamentais são tomadas à revelia da representação dos povos da Europa, e em que o parlamento europeu não tem poder real de decisão; e ao mesmo tempo que apoia uma instituição não-democrática, critica quem defende o princípio da democracia no Reino Unido; mas diz-se de si mesmo “liberal”!

Ninguém está livre de ter sido um estúpido na sua juventude; mas, quem mal começa, tarde ou nunca se endireita.

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