perspectivas

Quarta-feira, 18 Julho 2018

Alexandria Ocasio-Cortez, o futuro brilhante da Esquerda americana

 

“A taxa de desemprego está baixa porque toda a gente tem dois empregos.”

(Alexandria Ocasio-Cortez)

Alexandria Ocasio-Cortez-web

Anúncios

Quinta-feira, 14 Junho 2018

O Rui Tavares só se preocupa com a morte de pretos; os brancos que se lixem

 

¿Já viram ou ouviram o Rui Tavares (ou alguém da Esquerda) preocupar-se minimamente com o genocídio dos brancos na África do Sul?

Não viram nem verão, porque, para o Rui Tavares, os “cabrões e grunhos” brancos merecem ser assassinados pelos pretos. É assim que o filho-de-puta (não tem outro nome!) do Rui Tavares pensa.

Mas quando um só preto é assassinado por brancos, o Rui Tavares acende uma velinha de aniversário e até constrói umas alminhas no local.

Por isso é que a Esquerda não tem autoridade moral para falar de racismo; e por isso é que eu (como muita gente), que não era racista, já considero uma conversão.

rui tavares web

Segunda-feira, 21 Maio 2018

A eutanásia da apedeuta Maria Filomena Mónica

 

“Em política, o que parece, é”; e parece-me que a Maria Filomena Mónica é ignorante. Escreve ela:

« A relutância em se aceitar a eutanásia ou o suicídio assistido provém, em muitos casos, de os objectores estarem a viver num tempo que já não existe: quando avós, pais e filhos viviam debaixo do mesmo tecto, quando não havia ressonâncias magnéticas, quando os doentes jamais eram ouvidos pelos médicos. Agradável ou desagradável, esse mundo acabou. »

Quem ler o que ela escreveu, ficará provavelmente com a ideia de que “a eutanásia é uma coisa do tempo actual” — quando a eutanásia era culturalmente aceite e praticada entre os gregos e os romanos antigos em que “avós, pais e filhos viviam debaixo do mesmo tecto”. O próprio Aristóteles defendeu a legitimidade da prática da eutanásia de crianças nascidas com deficiências físicas. E Sócrates (o grego) teve uma espécie de “suicídio assistido” ajudado pelos seus discípulos — para além de centenas de relatos documentados da aceitação social e cultural da eutanásia na Antiguidade, sendo que o Cristianismo veio introduzir na cultura antropológica europeia uma diferenciação fundamental nesta e noutras práticas culturais (por exemplo, no sacrifício pagão de crianças, e seres humanos em geral).

Ora, o problema de gente da laia da Maria Filomena Mónica é o Cristianismo, que, na opinião dessa gentalha, deve ser estripado da cultura antropológica.

Neste sentido, podemos dizer que a legalização da eutanásia é um retrocesso civilizacional (a não ser que se considere que o Cristianismo foi ele próprio um retrocesso civilizacional, como defenderam Engels e Nietzsche).

Maria Filomena Mónica é um erro de “casting” na cultura portuguesa. Uma pessoa que tenha um mínimo conhecimento de História não deveria invocar a eutanásia para lhe aplicar o argumento ad Novitatem.

Ademais, há que saber o que é uma “vida digna”; estamos aqui a lidar com a subjectividade de uma apedeuta que é detentora de um alvará de inteligência (o rei vai nu!) — em primeiro lugar, porque se existe ontologicamente uma “vida digna” é porque certamente existe (ontologicamente também) uma “vida indigna”, e aqui entramos em uma forma de “fascismo niilista” que está na moda mas que também não é coisa de hoje.

Não existe um consenso sobre a “dignidade” ou “indignidade” da vida humana.

Quando a burrinha invoca o relativismo ético do utilitarismo de Stuart Mill, nega a própria noção de “ética” — porque os valores fundamentais da ética não podem (necessariamente) depender da moda de cada tempo; e as questões relacionadas com a vida e com a morte fazem parte do rol dos valores fundamentais da ética.

Sexta-feira, 11 Maio 2018

A hipocrisia puritana do Júlio Machado Vaz

 

Hoje ouvi na rádio pública (Antena 1, rádio do Estado) o Júlio Machado Vaz insurgir-se contra as touradas e, de uma forma implícita, a defender a proibição das touradas — argumentando, por exemplo, que “a tourada não é uma tradição em Portugal porque, de um total de 308 concelhos, apenas em 40 se realizam espectáculos de tourada” (este argumento é o mais estúpido que alguém poderia conceber: como se uma tradição pudesse ser considerada como tal independentemente da cultura antropológica; como se fosse necessário que a maioria dos concelhos de Portugal tivesse praças-de-touros para que a tourada fosse considerada tradição em Portugal.

julio machado vaz webO Júlio Machado Vaz, que hoje ouvi defender publicamente (implicitamente) a proibição das touradas em nome do alegado “sofrimento do touro”, é o mesmo Júlio Machado Vaz que fez campanha a favor da legalização do aborto gratuito pago pelo Estado (ou seja, abortos pagos por todos os portugueses).

Quando se trata do sofrimento de um ser em que já bate um coração, o Júlio Machado Vaz “chuta para canto”, porque entra em dissonância cognitiva, por um lado; e por outro lado porque ele adopta uma agenda política tenebrosa que pretende substituir uma série de tabus tradicionais e seculares por outros tabus anti-naturais.

Neste caso, o Júlio Machado Vaz (e a Esquerda em geral) pretende substituir um tabu tradicional, que eticamente impede o aborto, por um novo tabu que proíbe a tourada (eliminando o tabu do aborto da cultura antropológica). O Júlio Machado Vaz sabe que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado; e por isso sabe que é imprescindível substituir os tabus tradicionais por outros tabus que permitam (ou que facilitem) o assalto totalitário ao Poder.

Este fenómeno político e cultural, de que é exemplo o Júlio Machado Vaz, ganhou um nome nos Estados Unidos : Virtue signalling”. Traduzindo em português: “Sinalização de Virtudes”. No fundo, trata-se de um tipo de puritanismo hipócrita que, na esteira cultural da Reforma protestante, se caracteriza por uma “guerra” contra a tradição.

Os esquerdistas actuais são os herdeiros culturais de Lutero e/ou Calvino. “Nietzsche, o grego; Karl Marx, o cristão protestante” (Albert Camus).

« Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »Thomas B. Macaulay 

Esse puritanismo hipócrita, de Sinalização de Virtudes e anti-tradicionalista que esteve sempre presente na cultura europeia cristã através do gnosticismo anti-cristão, evoluiu para o gnosticismo puritano moderno.

Ernest Sternberg, professor da universidade de Bufallo, Estados Unidos, escreveu um ensaio sobre as novas tendências da Esquerda a nível global que crescem actualmente sobre os escombros do marxismo-leninismo. O ensaio tem o título genérico de “Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For”“Purificando o Mundo: O que pretende a nova ideologia radical”.

Ernest Sternberg chama ao novo tipo de esquerdismo (renascido do marxismo cultural) que desponta e se organiza a nível internacional, de “Purificacionismo” (trata-se de uma religião monista !). O nome dado por Ernest Sternberg (Purificacionismo) está intimamente ligado ao movimento puritano inglês dos princípios da idade moderna, que Eric Voegelin descreve com uma minúcia surpreendente na sua obra “A Nova Ciência da Política”.

Sexta-feira, 4 Maio 2018

O Anselmo Borges defende a criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias

 

anelmo-borges-webPara além da criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias, o Anselmo Borges defende também uma negociação contratual colectiva das condições de trabalho nos conventos femininos, um salário mínimo para as freiras, e a negociação das carreiras profissionais da freiraria. Para conseguir este desiderato, o Anselmo Borges pretende substituir o clericalismo alegadamente “machista” por um sindicalismo freiral feminista.

Ademais, o Anselmo Borges defende a ideia segundo a qual Jesus Cristo teria dito que toda gente é igual, e que todos nós deveríamos usar uniformes iguais para parecermos todos iguais. Parafraseando o papa Francisco e a Catarina Martins, o Anselmo Borges diz que as mulheres são iguais aos homens; que Jesus Cristo teria dito que os fariseus eram iguais aos samaritanos, que os assassinos são iguais aos virtuosos, e que a mãe dele é igual ao pai dele, etc..

Além disso, o Anselmo Borges quer uma mulher-papa — neste caso, seria talvez uma mulher-mama. Em vez de termos papa-mulheres (como foi, por exemplo, o papa Bórgia), teríamos mulheres-papa. E, segundo o Anselmo Borges, quem não defende a ideia de uma mulher-papa é misógino fassista xenófobo homófobo racista sexista & escroto patriarcal.

Segunda-feira, 30 Abril 2018

O Yoga muda o ADN

 

Alguém me disse (com ar muito sério!) que “o Yoga muda o ADN”. Mas não só: os me®dia também afirmam que “o Yoga altera o ADN”.

Can yoga change your DNA?

Antes mais vamos definir ADN:

“O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo”.

A pessoa que me disse aquilo acredita que o Yoga muda o ADN no sentido da “mudança da sequência do ADN”; por exemplo, através da prática do Yoga seria alegadamente possível que um branco se transforme em um negro, ou vice-versa. E os me®dia, em vez de esclarecer o povo, ainda ajudam a confusão.

Em primeiro lugar faz-se a confusão entre “genética”, por um lado, e “epigenética”, por outro lado.

A prática do Yoga (como a prática de qualquer outro comportamento reiterado, como por exemplo o alcoolismo) pode influir na epigenética (o que não implica alterações na sequência do ADN; e, em segundo lugar, confunde-se “fisiologia” ou “congenialidade biológica”, por um lado, com “genética”, por outro lado.

Por exemplo, o processo de formação do feto é congénito (é um processo biológico) que assenta em uma base genética (sequência do ADN).

O que pode alterar, através da epigenética, é a expressão dos genes (o modo como os genes se manifestam), e não a sequência genética do ADN.

Quinta-feira, 26 Abril 2018

O idiota Marcelo e o populismo

 

Hoje não se discutem ideias: colocam-se rótulos nas pessoas. Por isso é que o Marcelo Rebelo de Sousa é um idiota.

Segundo o idiota Marcelo, quando alguém não concorda com uma determinada mundividência defendida pela plutocracia internacionalista, então esse alguém é “populista”. O seja, quem não concorda com o George Soros (ou com o Bilderberger Pinto Balsemão), por exemplo, ou é fassista ou é populista.

Populismo” é o termo utilizado pelos “democratas” — como é o caso do Marcelo Rebelo de Sousa — quando a democracia os assusta.

Esta coisa de colocar rótulos nas pessoas com que não concordamos, e sem dar mais explicações, é irracional. A irracionalidade voltou a estar na moda.

Segundo a Wikipédia, o populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite privilegiada; mas eu diria que não se trata de uma “elite privilegiada” — porque não tenho qualquer problema em relação aos privilégios concedidos pela sociedade a certos indivíduos —, mas antes de uma elite (elite que não é um escol) que não se identifica com o povo (sendo que “povo” é o conjunto de membros de uma determinada nação).

Por isso, a melhor definição de “populismo” é a seguinte:

O populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite ilegítima, elite essa que é exclusiva- e politicamente escorada no conceito anti-democrático e jacobino de "Vontade Geral".

Ou seja, o idiota Marcelo Rebelo de Sousa nega a democracia ao mesmo tempo que diz defendê-la, na medida em que apoia o leviatão anti-democrático que é a União Europeia, alegadamente em nome da “luta contra o populismo”. E os estúpidos do regime vêm logo apoiar em uníssono o idiota-mor Marcelo.

emplastro de lisboa web

Quarta-feira, 18 Abril 2018

O prestidigitador Marcelo Rebelo de Sousa

 

Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito PR porque se especializou na propaganda de manipulação de massas, sempre em colaboração estreita com quem coordena os me®dia.

Parte da técnica de manipulação de massas do Marcelo Rebelo de Sousa passa pela prestidigitação política que é a arte de fazer com que o real deixe de o ser aos olhos da populaça. Parafraseando Groucho Marx: “¿Acreditas no que eu te digo ou naquilo que os teus olhos mentirosos vêem?!”. Marcelo Rebelo de Sousa faz essa mesma pergunta aos portugueses e espera que acreditem nele.

mrs-alcorao-web

Por exemplo, quando Marcelo Rebelo de Sousa diz que “o Alcorão é fascinante e inspirador”: do que se trata aqui é de prestidigitação política, da tentativa de alterar o olhar sobre a realidade obliterando aquilo que a própria realidade é. É claro que há sempre quem ache (por exemplo) o “Mein Kampf” (do Hitler) “fascinante e inspirador”; ele há gostos para tudo; mas quem o acha “fascinante e inspirador” não poderia ter chegado à chefia do Estado português. Talvez o Marcelo Rebelo de Sousa aspire pelo sultanato, mas para isso já temos o Cerdogan aqui tão perto…

mrs-extrema-esquerda-web

O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Outro exemplo de prestidigitação política é a afirmação de Marcelo Rebelo de Sousa de que “não existe extrema-esquerda em Portugal”. Faz lembrar o Anselmo Borges quando diz que “o diabo não existe”. O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Quando a Esquerda radical está próxima do Poder (através do oportunismo e do utilitarismo político do monhé António Costa), o presidente da república vem dizer que a Esquerda radical já não é radical — na mesma semana em que a Esquerda aprovou uma lei que permite a “mudança de sexo” (como se fosse possível mudar de sexo…!) aos 16 anos de idade e sem consentimento dos pais da criança (a lei da ideologia de género), e na mesma semana em que a Esquerda anunciou que as propostas-de-lei da eutanásia estão prontas para aprovação no paralamento.

É neste contexto de normalização do radicalismo de Esquerda que o “católico do Vaticano II” Marcelo Rebelo de Sousa se prepara para não vetar a lei da ideologia de género aprovada pela Esquerda radical.


marcelo-plastic-man-web

A normalização do que é radical e extremo não lhe retira o radicalismo. Por exemplo, quando o partido nazi foi eleito para o Reichtag em 1933, o extremismo ideológico nazi foi “normalizado” no sentido em que assumiu o Poder; mas não foi por ser “normalizado” que o partido nazi deixou de ser extremista.

A Não-esquerda portuguesa (não existe Direita organizada em Portugal) elegeu um presidente da república que faz a propaganda política e ideológica da Esquerda radical ! — o que é extraordinário! A tudo se chega enquanto a vida dura… nunca pensei ver a “Direita” a promover a agenda política da Extrema-esquerda.

Sexta-feira, 13 Abril 2018

A língua viperina do Anselmo Borges

 

“Se se trata somente de organizar um paraíso na Terra, os sacerdotes sobram. O diabo basta”.

Nicolás Gómez Dávila 


Não sei se o Anselmo Borges continua a ser sacerdote da Igreja Católica; se for esse o caso, há muito tempo que a Igreja Católica o deveria ter “despedido” — não digo “excomungado”, mas “dispensado” pela Igreja Católica. Ele não faz falta; o diabo basta.


Desta vez o Anselmo Borges vem dizer que “o diabo não existe” — o que é a melhor forma de ser diabólico. E o diabo agradece muito ao Anselmo Borges.

“O maior erro humano não é o de anunciar que Deus morreu: é o de acreditar que o Diabo está morto”.

Nicolás Gómez Dávila 

O Anselmo Borges não tem autoridade — nem de facto, nem de direito — para “decretar” seja o que for em matéria teológica.

O Anselmo Borges é um indivíduo intelectualmente medíocre quando não percebe as suas limitações. É esta mediocridade, por um lado, e o acesso aos me®dia e à ruling class, por outro lado, que transformam o Anselmo Borges em um indivíduo particular- e perigosamente nefasto à nossa sociedade.

O Anselmo Borges faz parte da merda que nos governa.


“O erro não se faz notar senão à sombra da verdade. Até o diabo se escapa, aborrecido, de onde o Cristianismo se extingue.”
Nicolás Gómez Dávila 

A ideia do Anselmo Borges em relação ao diabo e às suas (do diabo) manifestações terrenas, é análoga à dos positivistas em relação à ciência: “se as possessões demoníacas não foram ainda todas explicadas pela ciência, irão ser explicadas um dia, nem que seja daqui a 4.000 milhões de anos”.

Ou assemelha-se à ideia do zoólogo Richard Dawkins [o mesmo que diz agora que, afinal, temos que voltar a adoptar a cultura cristã] que afirmou (mais ou menos isto) que “se uma imagem da Virgem Maria descer do altar de uma igreja pelos seus próprios meios, e sair desta pelas suas próprias pernas, terá que haver necessariamente uma explicação positivista e naturalista para esse facto”.

É neste contexto cultural, positivista e naturalista, que se insere o Anselmo Borges: não me surpreenderia (absolutamente) nada que ele passasse a escrever no blogue do Carlos Fiolhais. Há nas duas avantesmas coimbrinhas o mesmo tipo de benevolente condescendência paternalista em relação ao estatuto de inferioridade do homem religioso.

Quinta-feira, 12 Abril 2018

A ‘diversidade’ e a ‘inclusão’ que servem para ‘dividir para reinar’

 

A Marta Mucznik escreve aqui um artigo em que comete vários erros de análise e de avaliação; desde logo, confunde ‘Lisboa’ com ‘Portugal’, na velha tradição do Estado Novo segundo a qual “Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem”.

identity-web

(more…)

Terça-feira, 27 Março 2018

Acerca de uma certa imbecilidade e embotamento ético dos “liberais” portugueses

Entre a segurança e a liberdade, e não havendo a possibilidade de termos ambas as condições, eu prefiro a liberdade — até porque a liberdade individual é meio-caminho andado para se obter a segurança. Nisso estou de acordo com o “liberal” que escreveu isto.


Em Portugal (e com excepção de uma minoria da classe alta), quem não trabalha para o Estado (ou no Estado) não tem nem segurança nem liberdade: simplesmente não existe. Em Portugal, a classe média é uma classe do Estado.

Porém, com o actual governo da geringonça esquerdista em Portugal, começam já verificar-se restrições à liberdade individual e colectiva (sim!, porque a liberdade também é colectiva na medida em que a liberdade é um epifenómeno político, e a política pertence à Pólis), e hoje a segurança praticamente não existe senão para os funcionários do Estado.

Em Portugal (e com excepção de uma minoria da classe alta), quem não trabalha para o Estado (ou no Estado) não tem nem segurança nem liberdade: simplesmente não existe. Em Portugal, a classe média é uma classe do Estado. (more…)

Sexta-feira, 23 Março 2018

Um dia destes, se Deus quiser, o Pacheco irá desfiar-nos o rosário das suas (dele) virtudes…

 

"Trump é um ego-maníaco desequilibrado com um carácter sinistro, vingativo e imprevisível, cuja única motivação parece ser o seu narcisismo patológico."Pacheco Pereira, Sábado, 22/03/2018.

JPP-ZAROLHO

Página seguinte »

Site no WordPress.com.