perspectivas

Quinta-feira, 5 Dezembro 2019

NÃO-ME-CAÇA-O-PITO !

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:13 pm

“Eu não devia estar aqui. Eu deveria estar na minha escola, do outro lado do oceano. E vocês vêm até nós, jovens, para pedir esperança. Como vocês ousam? Vocês roubaram os meus sonhos e a minha esperança com as vossas palavras vazias”.

“As pessoas estão a sofrer e estão a morrer. Os nossos ecossistemas estão a morrer. Nós estamos vivenciando o começo de uma extinção em massa. E tudo o que vocês fazem é falar de dinheiro e de contos de fadas sobre um crescimento económico eterno.

Como vocês se atrevem?”

(Greta Thunberg)

NÃO-ME-CAÇA-O-PITO !


Segunda-feira, 2 Dezembro 2019

O Chico diz que “as pessoas tristes não são cristãs”

“Pope Francis has declared that sad people are not Christians, so let’s all be cheerful, guys, and we’ll be saved!”

Pope says that sad people are not Christians

vamos-fugir-para-o-Egipto-web

Domingo, 1 Dezembro 2019

A "Direitinha" insurgente estupidificada

Donald Trump promulgou uma lei que proíbe o animal crushing (ver significado); mas essa lei não proíbe nem a caça, nem as garraiadas texanas com touros, nem outras actividades desportivas que impliquem a utilização de animais (por exemplo, não proíbe o tiro aos pombos, nem proíbe as touradas no Estado do Novo México).

E, nisto, vem um estúpido da "Direitinha" educadinha e politicamente correcta dizer que “chamar marxista cultural a tudo o que não encaixa numa certa cartilha e fazer um policiamento constante é basicamente uma nova versão de politicamente correcto (só que um politicamente correcto da direita)”.

Ademais, o burro em causa confunde o sufrágio das mulheres defendido pelas sufragistas do princípio do século XX, por um lado, com o feminismo de tipo “Betty Friedan” (que é o que impera ainda hoje no Ocidente), por outro lado — o que revela uma enorme ignorância; ou então revela-se, no burro, a Lei de O’Sullivan em todo o seu esplendor.1

Nota
1. De acordo com o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Quarta-feira, 27 Novembro 2019

O cabrão do Rui Tavares deve estar arrependido…

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:02 pm
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Quarta-feira, 20 Novembro 2019

Acerca do porreirismo do José Mário Branco

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 4:23 pm

estaline-gajo-porreiro-webNão me interessa saber se o JMB era um gajo porreiro ou não; provavelmente era um gajo porreiraço, dentro ambiente  do Nacional-porreirismo que governou Portugal desde o 28 de Abril de Troca-O-Passo.

Há quem diga que Estaline era um gajo porreiro nas suas relações privadas; assumo que sim, que Estaline era um gajo porreiríssimo e que até gostava de crianças. Gajos porreiros como o JMB só não se transformaram em “mini-estalines” porque não lhes surgiu a oportunidade para tal.

Eu conheci gajos porreiros em Moçambique, que depois da tomada do Poder absoluto pela Frelimo em 1975, militaram no partido único e se transformaram em autênticos filhos-de-puta. A minha experiência diz-me que o grau de porreirismo de um gajo é independente do seu potencial de filha-da-putice.


A propósito do porreirismo do JMB, dedico duas citações do ex-comunista Edgar Morin a este e a estoutro, como seguem:

« O marxismo, que relativiza a moral dos outros, situa-se no plano da ética absoluta quando denuncia os crimes capitalistas e imperialistas. Assim, a ideologia coloca-se num trono auto-cêntrico, no lugar da Terra no sistema de Ptolomeu, no lugar do Sol no sistema de Copérnico. Torna-se o centro de referência absoluto».

→ Edgar Morin (“Pour sortir du XX siècle”, 1981)


« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

→ Edgar Morin (Idem)

Para os que justificam a filha-da-putice em potência do JMB por causa da sua (dele) arte, aconselho a leitura deste artigo.

Terça-feira, 19 Novembro 2019

Gente perigosa controla a nossa cultura

Filed under: Esta gente vota,Raquel Varela — O. Braga @ 6:34 pm

A Raquel Varela tem que “crescer e ser adulta, em vez de viver de emoções fáceis”.

raque-varela-wc-web

Não existe qualquer possibilidade de se construir uma sociedade perfeita (o paraíso na Terra, ou a imanentização do éschatos), a não ser na mente revolucionária do tipo de pessoas psicóticas como a Raquel Varela.

Na cabeça da Raquel Varela, a culpa de todo o Mal já não é do Diabo (que, alegadamente, já não existe): o mal passou a ser “culpa do capitalismo” (que é o novo diabo).

Ou o Mal já não é a “ausência do Bem” (como defendeu, por exemplo, positivamente, S. Tomás de Aquino): para a Raquel Varela e para os seus confrades utopistas, o Mal é a ausência da sociedade utópica, tornada real por uma plêiade gnósticos modernos que controla a nossa cultura.

Temos aqui, chapado, o romantismo gnóstico que marcou o processo revolucionário moderno (desde Montaigne até Karl Marx, passando por Rousseau e os seus amigos jacobinos).

Para a Raquel Varela, a sociedade utópica que ela imagina é isenta de mal: não há, nessa sociedade utópica da Raquel Varela, mulheres que tentam o infanticídio dos filhos “por causa do capitalismo”.

Esta gente (do tipo da Raquel Varela) concebe a Natureza Humana, de tal forma que lhe seja possível a coacção total por parte do Estado, no sentido da limitação (a bel-prazer das elites gnósticas) das vontades egoístas de cada indivíduo — porque se “a culpa é do capitalismo”, a ausência do capitalismo elimina automaticamente a culpa que possa existir em relação às falhas da sociedade utópica engendrada em pleno delírio interpretativo.

Por isso é que a Raquel Varela continua a fazer de conta que não existiram mais de 100 milhões de vítimas da utopia romântica socialista, e só no século XX. É isto que nós temos, alcandorada a líder de opinião na televisão do Estado.


Há mais de dois mil anos, Jesus Cristo (referindo-se às crianças, vítimas de violência) constatou aquilo que a Raquel Varela não consegue ver:

“ É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa! Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar, do que escandalizar um só destes pequeninos.” »

— (S. Lucas, 17, 1 – 2).

Em qualquer tipo de sociedade, haverá sempre mulheres (ou homens) que pratiquem o infanticídio; “é inevitável”, porque faz parte do avesso minoritário da Natureza Humana. O problema é o de saber como a sociedade deve lidar com este tipo de fenómenos, se os reprime ou tolera — e  independentemente de a sociedade ser “capitalista” ou outra coisa qualquer.

Sexta-feira, 15 Novembro 2019

Manuel Luís Goucha questiona André Ventura sobre homossexualidade

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 5:45 pm

Diálogo hipotético:

André Ventura : “Eu sou contra que se ensine a crianças de seis anos o que é o sexo anal”.

Goucha : “¿Você é contra os homossexuais?!!!!”

goucha-cod-web

Segunda-feira, 4 Novembro 2019

O nacionalismo é a defesa da nação

einstein-estupidez-webEnquanto agenda política monárquica for influenciada por gente como o João Távora — pobre causa!; não vai longe…!

Escreve o João Távora :

« O socialismo é a aposta no conflito entre classes sociais (e seus derivados). O nacionalismo é a aposta no conflito entre uma nação e os forasteiros. Tem de haver qualquer coisa no meio para as pessoas razoáveis».

Já me aconteceu perguntar-me se o João Távora tem os neurónios todos interligados… por exemplo, quando ele compara o “socialismo”, por um lado, com o “nacionalismo”, por outro lado — como se fossem coisas comparáveis.

Vivemos num tempo muito triste e sombrio, em que quem gosta da sua nação é diabolizado por gente com QI infra-humano. Gente como o João Távora deve ser afastada da Causa Monárquica.


A nação  é uma comunidade natural em que cada indivíduo se inscreve em função do seu nascimento, da existência de uma História, de uma língua e de uma cultura antropológica comuns.

A nação  não é a mesma coisa que Estado .


Afirmar que a “defesa da nossa comunidade” (a defesa da nação) significa necessariamente “conflito com forasteiros”, não é só estúpido em si mesmo: é também fazer de todos nós, estúpidos.

Até toca castanholas !

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 4:17 pm
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Domingo, 27 Outubro 2019

Para o liberalismo, a defesa da Família Natural é uma forma de “homofobia”

O liberalismo (pós-moderno) criou uma falsa dicotomia entre os direitos naturais da família, por um lado, e os direitos naturais dos homossexuais, por outro lado.

Para o liberalismo, defender a família natural é sinónimo de “homofobia”:

« O presidente da Polónia considerou hoje, dia em que se assinala o “Rainbow Friday”, organizado por grupos LGBT nas escolas polacas para promover a diversidade sexual, que a “família é a base da sociedade e da pátria”.

“A família é a base absoluta da sociedade. Sem família, não haverá nação, não haverá Polónia”, disse Andrzej Duda, político ligado ao partido no poder no país, o nacionalista-conservador Lei e Justiça.

Questionado sobre a efeméride que vai ser assinalada nas escolas polacas por grupos LGBT (sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros), Duda disse que a “família é de fundamental importância e deve ser apoiada pelo Estado e merece protecção total”.

Andrzej Duda evitou assim com esta afirmação referir-se directamente à “Rainbow Friday”, que visa promover a tolerância e o respeito pela diversidade sexual entre os estudantes.»

Presidente polaco defende a família tradicional em dia de sensibilização LGBT

familia-natural-web

Para o liberalismo (pós-moderno), a “família natural” mudou de nome: agora, os liberais chamam-na de “família tradicional”, porque, para o liberal, tudo o que venha da Natureza vai contra a “autonomia” do indivíduo.

Para os liberais, a ideia de “autonomia” já não se baseia no conceito kantiano de “autonomia” , mas antes é apenas e só a autonomia do desejo (individual) entendido em si mesmo, desligada de qualquer concepção de "telos" (ética teleológica) e dissociado de quaisquer normas da Lei Natural (Jusnaturalismo).

Neste contexto, a Família Natural é considerada (pelo liberalismo e pelos seus me®dia) como oposta à “autonomia do indivíduo”.

Ora (como defendeu Soljenítsin), o liberalismo revela assim a sua incapacidade de promover a autonomia: a auto-limitação [por parte do indivíduo] é quase inédita: todos se esforçam para uma maior expansão do limite extremo dos enquadramentos legais eticamente permissivos”.

Por exemplo: o casamento foi uma instituição (ainda no tempo do liberalismo clássico), passou a ser um contrato na sociedade liberal pós-moderna, e hoje é uma espécie de “amizade permitida pela polícia”.

É neste quadro ideológico (decadente) que quem defende a Família Natural é hoje considerado “homófobo” pelos liberais.

Para não sermos “homófobos”, temos hoje que contribuir activamente para a destruição da Família Natural na cultura antropológica.

Terça-feira, 15 Outubro 2019

Os esquerdistas são doentes mentais

Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais…

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

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