perspectivas

Terça-feira, 15 Outubro 2019

Os esquerdistas são doentes mentais

Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais…

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

Anúncios

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

Quarta-feira, 9 Outubro 2019

O José Pacheco Pereira é parecido com o Rui Tavares (e a Isabel Moreira é igual)

Filed under: Esta gente vota,José Pacheco Pereira — O. Braga @ 9:30 pm
Tags: ,

“Artigo do democrata de extrema-esquerda, Rui Tavares, no Público de hoje:

O Chega de André Ventura é de extrema-direita, fascista. Arreda, Chega pra lá!

Este democrata de extrema esquerda marxista concebe a democracia se todos os partidos forem de esquerda e no máximo tolera uma direita que eles definem como tal mas que não se distingue da esquerda”.

Livre: arreda, Chega pra lá…

jpp-marx

Segunda-feira, 30 Setembro 2019

Segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), cagar também é um “acto político”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,PAN,politicamente correcto — O. Braga @ 10:10 pm

Os antigos atenienses distinguiam a “vida privada”, por um lado, da política enquanto “vida pública”, por outro lado.

O esteio da vida privada era (para os atenienses, mas não para os espartanos) a família que, por sua vez, era a condição da liberdade (sem a família natural, não podia haver liberdade política); e é em função da “vida privada” e da família que se exerce a política enquanto “vida pública”.

Ora, o pós-modernismo reduziu a nossa vida privada ao tempo que passamos a dormir — e este fenómeno de eliminação da vida privada não é só de esquerda: os chamados “liberais” (os da "Direitinha" politicamente correcta, dos insurgentes e dos blasfemos) também defendem a redução da vida privada ao tempo de inacção durante o sono. É neste sentido que devemos compreender a seguinte citação:

« Hoje o Presidente do PAN foi a uma festa Vegan explicar que os comedores de carne andam a estragar o planeta e que “comer é um acto político”.»

Ora, se “comer é um acto político”, segue-se então que cagar também é (um acto político), porque o cagar é uma consequência do comer. Ou, como escreveu o poeta:

Dando peidos um sujeito,
para mim estava olhando
dizendo de quando em quando:
— Que me faça bom proveito!
Eu disto não satisfeito,
pus-me a comer, e dizendo:
— Se você caga, eu merendo.
E disto fizemos alarde,
assim passamos a tarde,
ele cagando, eu comendo.

(“Ele cagando, eu comendo”, de autor anónimo do século XVIII, manuscrito da biblioteca de Cardoso Marta, “Antologia de Poesia portuguesa Erótica e Satírica”, página 270 — de Natália Correia, 2000).

la-grande-bouffe-web

Um símbolo cultural da eliminação da vida privada na pós-modernidade é, por exemplo, o filme “La Grande Bouffe”, de 1973; de assinalar uma cena do referido filme em que os protagonistas se sentaram em sanitas em redor de uma mesa, e iam cagando à medida em que iam comendo e confraternizando.

Ora, se — segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — “comer é um acto político”, então segue-se que cagar para o PAN deve ser o corolário lógico da escatologia fisiológica entendida como acto público.

Quarta-feira, 25 Setembro 2019

Todos querem ver a Greta

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:47 pm

Terça-feira, 24 Setembro 2019

Os liberais, e a culpa da “extrema-direita”

quixote-webMiguel de Cervantes escreveu a obra-prima literária “D. Quixote”, cujo personagem homónimo combatia contra moinhos de vento; hoje vemos os ditos “liberais” a alinhar com a Esquerda radical no “combate às alterações climáticas” — como se nunca, jamais, em tempo algum, se tivessem verificado “alterações climáticas”; quem os ouvir, pode até acreditar que as “alterações climáticas” são um fenómeno físico pós-moderno.

O “liberal” escreve:

“O que há para fazer sobre o combate às alterações climáticas e pela mitigação dos seus efeitos não passa, como não pode passar, pelo fim da liberdade”.

O “liberal” acredita que “o clima muda”; o “liberal” é genial! — porque, alegadamente, podemos deduzir da tese do “liberal” que o clima nunca mudou ao longo de mais de um milhar de milhões de anos!

E, perante a mudança que acontece naturalmente no clima, a Esquerda e os “liberais” (passo a redundância) chegaram à conclusão de que é necessário combater essa mudança (e os burros são, alegadamente, os da “extrema-direita”).

Mesmo que seja cientificamente verificável que o Aquecimento Global Antropogénico existe de facto, as estimativas económicas dizem-nos que (o Aquecimento Global) poderá custar entre 0,2% a 2% do PIB global até 2100 se nada se fizer para o “combater”;

por outro lado, qualquer tipo de “combate” ao Aquecimento Global poderá custar mais de 20% do PIB global até 2100 — portanto, mais vale estar quieto e “deixar correr o marfim”.

Porém, o que é assinalável é que os ditos “liberais” alinhem com a Esquerda radical na treta do «combate às "alterações climáticas"». E depois, “a culpa é da extrema-direita”.


Imagem daqui

aquecimento-do-guterres-e-do-marcelo-web

O enviesamento do blasfemo

Filed under: blasfémias,Brexit,Esta gente vota — O. Braga @ 7:39 pm

Segundo o blasfemo, a rainha britânica não tem “legitimidade democrática”; mas quando o Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido se pronuncia (em termos práticos) contra os resultados válidos de um referendo, então já existe “legitimidade democrática” para colocar em causa a democracia — porque vale tudo (até arrancar olhos) para manter o Reino Unido na União Europeia.

Não passa pela cabeça do blasfemo que o Supremo Tribunal de Justiça britânico possa não ter a “legitimidade democrática” necessária para se pronunciar contra a suspensão do parlamento — porque o que está realmente aqui em causa é a “legitimidade democrática” do resultado do referendo do Brexit, que o Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido não aceita; mas o blasfemo é zarolho, porque só vê a União Europeia por entre os antolhos.

leave-web

Segunda-feira, 23 Setembro 2019

O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.


capitalism-is-killing-the-planet-web

Quarta-feira, 18 Setembro 2019

A linguagem ressabiada do liberal fodido

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:24 pm
Tags:

A questão “liberal” — em Portugal — parece-se com o “sketch” do Herman José sobre “¿Quem é o presidente da junta?”; é semelhante ao que acontece na Esquerda dos Estados Unidos: todo o candidato esquerdista pretende ser mais radical do que o seu camarada do lado: de modo semelhante, os ditos “liberais”, em Portugal, competem entre si para saber quem é mais “radicalmente liberal”.


Só alguém mentalmente diminuído pode ser contra a sua própria liberdade (entendida no sentido de “livre-arbítrio”, como capacidade de um indivíduo determinar por si próprio, espontaneamente e voluntariamente). E só um indivíduo perverso (um psicopata ou/e sociopata) pode ser contra a liberdade (livre-arbítrio) dos outros.

Porém, a tendência dita “liberal” actual (não me refiro ao liberalismo “clássico”), ou reduz a Realidade inteira à economia (a economia passa a ser a própria metafísica do “liberal” moderno), ou então o livre-arbítrio  passa a ser entendido (pelo liberal contemporâneo) como a capacidade de escolher entre dois ou mais comportamentos, sem se inclinar a priori para um lado ou para outro.

Por outras palavras, para o liberal actual, o livre-arbítrio é a capacidade de se ser a causa primeira e absoluta dos nossos actos — o que faz com que o livre-arbítrio do liberal moderno se identifique com a “liberdade da indiferença  e com o “acto gratuito”.

Aconselho o leitor a ler um livro da autoria de Patrick J Deneen, com o título “Why Liberalism Failed”, ou “Por que falhou o liberalismo”.

why-liberalism-failed-web

A crítica ao “liberalismo” contemporâneo não significa “crítica à liberdade” entendida em si mesma.

Em vez disso, a crítica ao liberalismo contemporâneo significa a crítica a uma determinada forma enviesada de conceber a “liberdade” (que é comum à Esquerda neomarxista e a um determinado tipo de “liberais”), forma essa que não tem em consideração os primeiros princípios que moldam e condicionam a Realidade.

O liberalismo contemporâneo  resulta desfavorável à liberdade porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si própria para não se auto-destruir.

Quando os “liberais” reduzem a Realidade inteira à economia, estão a fazer um favor ao monismo totalitário de esquerda.


Segunda-feira, 16 Setembro 2019

A Esquerda actual, em resumo

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 9:11 pm

Quinta-feira, 5 Setembro 2019

Parece-me claro que um locutor de jogo de futebol não pode ser gago

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 3:50 pm

Imaginem um locutor de jogo de futebol que fosse gago: ainda estaria a dar a constituição das equipas quando o jogo acabou. Trata-se de uma questão prática, e não de discriminação.

livre-web

Quarta-feira, 31 Julho 2019

A hipocrisia das palhinhas de plástico dos restaurantes de hambúrgueres McDonalds

mcdonalds-palhinhasHá muito tempo que não eu não entrava num restaurante McDonalds; hoje entrei e pedi um hambúrguer e uma cola zero.

Quando me sentei para comer, verifiquei que o copo (de plástico) com a coca-cola, não trazia a necessária palhinha (de plástico).

Fui ao balcão pedir a palhinha, e disseram-me que o McDonalds já não fornece a palhinha aos clientes (porque a palhinha pode furar um olho a uma tartaruga marinha). Mas, diz-me a funcionária, que eu posso ir buscar uma palhinha “ali ao lado do micro-ondas”.

Ou seja, o McDonalds não fornece palhinhas de plástico (porque a palhinha pode furar o olho-do-cu de uma marmota), mas podemos ir buscar a palhinha (que o McDonalds não fornece) “ali ao lado do micro-ondas”.

Em suma: por um lado, o McDonalds não fornece palhinhas; mas, por outro lado, o McDonalds fornece palhinhas.

Note-se que a cadeia de fast-food McDonalds simboliza o píncaro do sistema capitalista. Ora, é esta hipocrisia “ecologista”, oriunda da Esquerda mais radical, que é adoptada religiosamente pelos herdeiros do capitalismo americano.

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: