perspectivas

Sábado, 3 Dezembro 2016

O modus operandi da Esquerda: “Se odeias alguém, acusa-o de ódio.”

 

“If you hate somebody, just accuse them of hatred. Now you’re morally justified in hitting them in the head with a bag of rocks.”

“El "delito de odio" consiste en que los que te odian te denuncian por odiarles. Todo muy jurídico.”


Dei com este artigo no sítio do Bloco de Esquerda.

catarina-martins-neanderthal-web“As formas de racismo, xenofobia, homofobia e misoginia que estamos a ver não são novas. As cruéis campanhas contra Obama recordaram-nos que estavam aí. A simpatia em relação a polícias que mataram pessoas negras desarmadas foi outro sinal muito claro. O horrível tratamento dos migrantes que vêm do Sul e o ardor da islamofobia também o foram. Mas tudo isto parecia para muitos de nós tão irracional e aberrante que não era possível imaginar que metade dos cidadãos surfariam essa onda de podridão. Trump modelou um racismo e uma misoginia sem vergonha aos quais se acomodaram uma enorme quantidade de pessoas para votar nele.

Outro enorme grupo de pessoas foram tocadas e comovidas pelo seu discurso racista e sentiram-se finalmente libertadas do superego censor dos movimentos feministas e anti-racistas. A única coisa que as denúncias públicas do racismo de Trump fizeram foi levar esse ódio à clandestinidade. Trump conseguiu emancipar uma paixão racista que sempre tinha estado expressa, por exemplo, naquilo que conhecemos como cultura policial. O discurso amoroso de Hillary só ajudou a dar alento à vida furtiva do ódio. E Trump pôde monopolizar a raiva dos homens brancos de classe trabalhadora”.

Vejamos a visão que o Pablo Iglesias do Podemos (o Bloco de Esquerda espanhol) tem do feminismo.

“Porta-voces varones que son mujeres”.

 

Vemos, tanto no texto do Bloco de Esquerda como no vídeo do Podemos, uma total desorientação ideológica.

Por exemplo, no Bloco de Esquerda parte-se do princípio de que os homens brancos (que, alegadamente, são todos racistas, xenófobos, homófobos, etc.) foram suficientes para ganhar as eleições americanas. Reparem no discurso: é psicótico. Esta gente sofre de psicose grave.

Mas o problema mais grave é que esta esquerda radical será, a breve trecho, fonte e causa de violência feroz na sociedades democráticas — como já está a acontecer nos Estados Unidos, quando esta Esquerda contesta os resultados das eleições com violência nas ruas.

Para esta esquerda, quem votou em Trump não deveria existir: é uma aberração ontológica; e em última instância, deverá ser fisicamente eliminado.

Para esta esquerda, basta acusar alguém de “ódio” para estar legitimado o seu terrorismo urbano. E se alguém reage ideologicamente contra esse terrorismo urbano, a esquerda denuncia-o por ódio.

Quarta-feira, 30 Novembro 2016

Não há uma alma caridosa que anuncie um voto de pesar pela morte de Hitler? É que “todas as mortes são de lamentar…”

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:01 pm
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hitler-simpatico“Ao i, Simão Ribeiro afirmou que “nunca conseguiria votar favoravelmente um voto de pesar como aqueles que foram propostos à Assembleia da República, em que entre outras coisas, tentam branquear quem realmente foi Fidel, chegando mesmo a afirmar que Castro foi um construtor de paz e justiça social”. O deputado não nega, no entanto, “a relevância de uma figura incontornável” e afirma que seria incapaz de votar contra um pesar pela morte de alguém.

O vice-presidente da bancada do PSD Sérgio Azevedo anunciou ontem em plenário que o grupo parlamentar apresentará também uma declaração de voto sobre a morte de Fidel Castro. Ao i, Azevedo afirmou: Todas as mortes são de lamentar e o PSD nunca se opôs no parlamento a que os vários partidos prestassem homenagem póstuma a quem os inspira na sua doutrina. Foi o caso do PCP e é, pelos vistos, o caso do PS. O PSD é um partido humanista e contribuiu sempre para a estabilidade das relações diplomáticas com Cuba, mas isso não impede que estejamos nos antípodas daquilo que Fidel Castro representou e que não condenemos com veemência as atrocidades do seu regime que cortaram a liberdade e a dignidade humana em todas as suas dimensões.”

O Partido Social Democrata continua a mesma merda. Merece desaparecer como partido político.

“Homofobia” é a pata-que-os pôs! É Pedofilofobia, estúpido!

 

Os mesmos que celebram a vida de Fidel Castro e o seu regime como um exemplo, são os mesmos que utilizam a liberdade de expressão para minar o senso-comum que nos resta na cultura antropológica.

“A ministra francesa (socialista) da Saúde, Marisol Touraine, vai levar a tribunal os autarcas conservadores que inviabilizaram nas suas cidades a exibição de cartazes da campanha contra a sida que contam com imagens de homens a abraçar-se e a beijar-se.

“Pela vida, por um fim de semana… Com um amante, com um amigo, com um desconhecido… As situações variam, assim como a protecção”, lê-se num dos outdoors, com a mensagem acompanhada pela fotografia de um homem a abraçar outro pelas costas,

A campanha conta com a apresentação de cartazes em 130 cidades francesas, mas em 12 delas surgiram entraves das autoridades locais que os têm procurado remover.

O autarca de Aulnay-sous-Bois, próximo de Paris, encontra-se entre os que removeram os posters, substituindo-os por imagens com a frase “Proteger as nossas crianças”. Também o autarca de Angers ordenou que fossem retirados os cartazes colocados junto a escolas”.

Ministra francesa processa autarcas por homofobia

ministra-fancesa-homofobia
Ou seja, dá-nos a ideia de que os países da Europa precisam de uma espécie de Fidel Castro de cor oposta.


Os socialistas, e a esquerda em geral, pretendem passar a mensagem segundo a qual “tomar no cu faz bem à saúde e faz crescer as crianças”, conforme vemos nesta outra notícia:

“EVIDENCE has emerged that the views of the Paedophile Information Exchange influenced policy-making at the National Council for Civil Liberties when it was run by former Labour Health Secretary Patricia Hewitt”.

‘We can’t prove sex with children does them harm’, says Labour-linked NCCL

Ou seja, diz a esquerda de que não há provas de que enrabar putos lhes faça mal. E mais: segundo a opinião da Esquerda, não só não faz mal, como até faz bem aos putos serem enrabados.

“Childhood sexual experiences, willingly engaged in, with an adult result in no identifiable damage”.

E mais: a perseguição aos pedófilos é um preconceito inaceitável, porque os pedófilos só fazem bem às crianças quando lhes vão ao cu:

“The present legal penalties are too high and reinforce the misinformation and prejudice. The duty of the court should be to inquire into all the relevant circumstances with the intention, not of meting out severe punishment, but of determining the best solution in the interests of both child and paedophile.”

Isto já não vai com falinhas mansas e argumentos racionais. Precisamos, na Europa, de um enorme paredão de sinal contrário ao de Fidel.


« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin

Sábado, 26 Novembro 2016

A vitória de Pirro de Fidel Castro que o Maltês enaltece

 

Anda por aí um maltês que se diz “politólogo” (Deus sabe como ele chegou à cátedra).

“Fidel Castro, hoje falecido aos 90 anos, foi um «vencedor da História», «lançou a transição» e «subscreveu esta paz dos bravos» comentou hoje José Adelino Maltez, professor universitário”.

O politólogo que diz de si mesmo que é “liberal”; e que lambe o cu a um ditador; “vencedor da História” é a pata-que-o-pôs! Pirro teve uma vitória mais decente.

Desde que seja de Esquerda, o liberal português refastela-se, lambujeiro, no esfíncter do ditador.

Quinta-feira, 24 Novembro 2016

Um exemplo chapado do “liberal” português

 

“Donald Trump é certamente o presidente dos EUA eleito com a plataforma de apoio e programa menos liberal (sentido clássico) e mais intervencionista desde Franklin Roosevelt. E não apenas isso. É o mais inexperiente e, (o que é o pior) personagem com personalidade de todo não recomendável para coisa nenhuma. Muito menos para presidir aos EUA. Em suma, um sujeito verdadeiramente perigoso, para todos nós”.


lobotomyPara o típico estúpido liberal português (por exemplo, Pedro Marques Lopes), os impostos têm que ser progressivos. Por isso, quando Donald Trump diz que pretende a mesma taxa de IRS para os mais ricos e para os mais pobres (como acontece na Hungria do faxista Viktor Órban, onde o IRS é de 15% para toda a gente), então segue-se que “ele não é liberal”.

Ser “liberal”, em Portugal, é seguir John Rawls de forma envergonhada ou não assumida.

Quem defende a mesma taxa de IRS para toda a gente é “intervencionista e não é liberal” — diz o estúpido liberal português que, de uma forma ou de outra, se habituou a mamar nas tetas do Estado.

Quando Donald Trump quer cortar na despesa com a NATO, por exemplo; ou cortar na despesa exigida na ONU pelos alucinados do Aquecimento Global antropogénico; e, com esse dinheiro que se poupa, investir em infraestruturas nacionais (estradas, pontes, etc.) — diz o estúpido que “ele não é liberal, mas é intervencionista”: o liberal estúpido português que se preze, acredita no lero-lero aquecimentista da Esquerda radical, por um lado, e, por outro lado, acredita que os Estados Unidos devem andar a plantar guerras em todo o lado (como aconteceu com a Primavera Árabe do Obama e da Hillary Clinton, controlados por George Soros).

Quarta-feira, 23 Novembro 2016

O Leopildo volta a atacar; a solução é um tirinho no animal

 

De vez em quando, o Leopildo ataca. Desta vez, acerca dos chamados “refugiados”.

“Enrico Letta diz na entrevista que publicamos nesta edição que a crise dos refugiados está para durar décadas, acha inadmissível a recusa de alguns países do Leste em aceitar estrangeiros, elogia Portugal pelo modo como tem sido solidário, tem enormes esperanças em António Guterres à frente da ONU para lidar com o drama e relembra que a grande maioria dos migrantes dos últimos tempos vêm do Afeganistão, do Iraque e da Síria, três países em guerra e com culpas atribuíveis ao Ocidente”.

Sem ter medo dos refugiados


Com esta gente, não servem argumentos racionais: a corja já só vai à bala!

1/ criam-se guerras locais ou civis (por exemplo, a “Primavera Árabe”, a mando da plutocracia internacional, George Soros e comandita) fora da Europa, para depois se justificar o acolhimento dos chamados “refugiados”.

Isto não é feito por acaso — e por isso é que o Leonardo, só à bala. Há uma intenção: a de acabar com as nações (sinificação), por um lado, e a de impôr a lei, a tradição e os costumes na base de Constituições forjadas discricionariamente por gente como a George Soros, Bilderbergers e a Trilateral. Há gente que pensa que é Deus em nome do “humanismo”, e o Leopoldo é um deles. Só à bala.

2/ o segundo argumento dessa cambada de mentecaptos (da laia do Leopildo), que pensa que a flexibilidade humana é infinita, é o da “baixa taxa de natalidade dos países europeus”.

Primeiro, os filhos-de-putas legalizaram o aborto discricionário e a pedido da mulher e pago pelo Estado; criaram cargas fiscais pesadas para casais com filhos; aliviaram a carga fiscal para as mães solteiras, cujas crianças muitas vezes têm pai incógnito; destruíram a família natural na cultura antropológica indígena. E depois, quando a taxa de natalidade da mulher europeia baixa em consequência da política suicida desses filhos-de-putas, dizem que é preciso importar imigrantes muçulmanos.

3/ o que se está a passar na Europa, com a autêntica invasão muçulmana (institucionaliza-se a violência muçulmana), passa ao lado do Leopardo. Esta gente serve-se da comunicação social para mentir descaradamente aos povos da Europa, são os lacaios de uma elite plutocrata com uma agenda política anti-humana e desumana. Só à bala.

Terça-feira, 22 Novembro 2016

Diagrama político dos me®dia portugueses

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:58 pm
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diagrama dos merdia-web

Segunda-feira, 21 Novembro 2016

A esperança direitinha em François Fillon

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:11 pm
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A direitinha aposta na continuidade em França, mas com uma cara nova: François Fillon. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes: só muda o nome do comandante.

A vantagem de François Fillon em relação a Sarkozy é a de não ter os “rabos de palha” que este tem; e a vantagem de François Fillon em relação a Alain Juppé é a de este último ser um candidato do sistema (tal como era Hillary Clinton). Mas em quase tudo, François Fillon será a continuidade da política de François Hollande.

A direitinha pensa que encontrou o candidato ideal: muda-se a cara, mantendo-se o cu.

François Fillon é uma espécie de Angela Merkel de França.

Os “católicos politicamente correctos” (passo a contradição em termos), eternos bem-pensantes, incapazes de reconhecer a origem do mal que os aflige e que eles denunciam — irão votar François Fillon. Mas a islamização da França irá continuar, sob os auspícios de François Fillon; a política de imigração será exactamente a mesma da praticada por François Hollande; e a política externa francesa pouco mudará, mantendo-se a aliança com Merkel na hostilidade a Putin (e agora, a Trump).

A possível eleição de François Fillon significaria “empurrar os problemas com a barriga”; e quanto mais tempo se adiam as soluções para os problemas civilizacionais que atormentam a Europa e a França, mais violentas serão essas soluções no futuro.

Domingo, 20 Novembro 2016

O palhaço Pedro Marques Lopes

 

Nos Estados Unidos, grande parte dos assassinos e psicopatas têm três nomes; em Portugal, a maioria dos palhaços que escrevem nos me®dia têm três nomes. Por exemplo, Pedro Marques Lopes. O que muda é o grau de sociopatia.

O palhaço Pedro Marques Lopes escreveu o seguinte acerca de Donald Trump:

“Não perceber que ter como líder da maior potência mundial um indivíduo que nega grande parte dos valores da democracia, que acha que se se tem armas nucleares são para ser usadas, que nega o aquecimento global, que tem criacionistas e racistas confessos no seu gabinete, que advoga armas nas salas de aulas, que quer acabar com a progressividade dos impostos, que se devem abandonar os doentes na rua se não tiverem dinheiro para pagar um médico, que quer negar a entrada de pessoas no país só por que são fiéis de uma certa religião é um dos maiores ataques à nossa civilização, à nossa forma de vida, está cego.”

Só faltava dizer que Donald Trump come criancinhas ao pequeno-almoço e a dá injecções atrás das orelhas aos velhinhos. Aquele texto, se não tivesse maiúsculas, poderia ter sido escrito pela Fernanda Câncio (de tão estúpido que é).

Por exemplo, o racismo é muito mais uma característica dos darwinistas (incluindo o darwinismo social) do que dos criacionistas; mas o palhaço faz uma ligação directa ente criacionistas e racistas. De resto, aquele texto não tem ponta por onde se lhe pegue — para além das invectivas a um texto de António Barreto que ele não compreendeu, e em relação a quem o palhaço não tem estaleca sequer para lhe lamber os pés.

 

pedro-marques-lopes-idiota-inutil

Sábado, 19 Novembro 2016

Ensinando o Pai-Nosso ao Padre jesuíta Gonçalo Portocarrero de Almada

 

“I protest against the power of mad minorities to treat the majority as if it were another minority. But still more do I protest against the conduct of the majority if it surrenders its representative right so easily”. → G. K. Chesterton


“Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” [Mateus, 18, 1-8]


Depois destas duas citações, vou citar o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada:

“O que é, ou não, natural tem muito que se lhe diga. Sem entrar no fundo da questão, pode-se dizer que é natural o que se observa na generalidade das pessoas e que, por isso, se atribui à natureza humana. Ora, no mundo inteiro, cerca de 97% da humanidade sente-se atraída pelo sexo oposto: pode-se dizer portanto que, em termos sociológicos, essa é a tendência mais natural, sem que o seu contrário seja anormal. Neste sentido, o celibato, que contraria uma inclinação generalizada, não é tão natural quanto o casamento, sem que por isso seja nenhuma anormalidade. Ser superdotado também não é natural, embora seja, como é óbvio, excelente”.

Ou seja, para o Padre, “há tendências mais naturais do que outras”. Naturalmente que se ele comparar o ser humano com o peixe-palhaço, chegará à conclusão de que a ideologia de género é natural.

Por outro lado, o Padre compara a “não-naturalidade” do celibato — que é um esforço que contraria o desejo de um fim próximo, em função do desejo de um fim último: ou seja, o celibato é uma virtude —, por um lado, com a “não-naturalidade da homossexualidade”, por outro lado — como se a homossexualidade fosse também uma “virtude não-natural”.


Mais adiante, o Padre escreve:

“A propósito, esclareça-se que a Igreja não reprova a tendência homossexual, nem muito menos as pessoas – algumas, por certo, católicas – que, por vezes contra a sua vontade e com grande sofrimento, se reconhecem nessa situação. O que a Igreja reprova são os comportamentos contrários ao que, segundo a Bíblia, entende ser o recto uso da sexualidade humana, sejam esses actos praticados por um homem ou uma mulher, uma pessoa solteira ou casada, com tendência homossexual ou heterossexual”.

Isto seria o mesmo que o Padre dissesse: a igreja não reprova a tendência psicopata do assassino em potência: o que a Igreja Católica reprova é o acto do homicídio”. Obviamente é falso. O Padre cai na casuística que os jesuítas inventaram e que o papa Chico utiliza de forma adestrada na destruição da doutrina católica.

A verdade, o que o Padre jesuíta Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia, é a seguinte: a Igreja Católica condena, em graus e termos diferentes e como é lógico, a tendência homossexual e o acto homossexual.

É falso dizer que “a Igreja não reprova a tendência homossexual”, porque isso seria afirmar que a Igreja Católica aprova o conatus gay, o que teria como consequência a impossibilidade lógica de condenar o próprio acto homossexual.

Quinta-feira, 17 Novembro 2016

“Mansplaining”: a nova arma feminista e politicamente correcta contra o homem

 

macho-betaO termo “Mansplaining” aplica-se quando um homem explica qualquer coisa a uma mulher sem que esta lhe tenha pedido qualquer explicação.

Por exemplo, se uma mulher estiver a fazer uma manobra de condução errada, e eu for ajudá-la a estacionar o carro dando-lhe instruções, incorro em Mansplaining e, por isso, sou sexista e um porco machista.

Portanto, ajudar uma mulher espontaneamente e sem que ela peça ajuda é “Mansplaining”, ou seja, é uma manifestação de sexismo e machismo javardo. Para não sermos sexistas nem porcos, temos que nos abster de ajudar as mulheres e/ou explicar-lhes o que quer que seja.

Mas há aqui um problema: se uma mulher nos pedir uma qualquer explicação sobre um qualquer assunto, e nós não dermos essa explicação, também somos sexistas e porcos machistas.

A única forma de (nós, homens) não sermos sexistas e machistas porcos, é obedecer às ordens das mulheres.

Terça-feira, 15 Novembro 2016

A Maria João Marques merecia viver sob a lei islâmica

 

mjmQuem frequenta este blogue sabe que não simpatizo com o Islão, e muito menos com a lei islâmica (Sharia); mas quando leio (quando me chamam à atenção) os textos da Maria João Marques, apetece-me mudar de ideias.

Vou chegando à conclusão de que a mulher ocidental, em geral, não dá o devido valor à liberdade que a sociedade lhe concedeu. A Maria João Marques é o exemplo chapado do feminismo estúpido e estupidificante.

Mas vamos ao texto:

 

1/ Na imagem abaixo vemos, a cor azul, as zonas dos Estados Unidos de maioria crónica da Esquerda (partido democrático) que a Maria João Marques apoia; e imediatamente abaixo as maiores taxas de criminalidade nos Estados Unidos.

 

crime-rate

No entanto, a Maria João Marques escreve isto:

Apelando a um eleitorado que maioritariamente nunca saiu dos Estados Unidos (os estados tradicionalmente votantes nos republicanos são os que têm a menor taxa de passaportes emitidos), a proposta de um orgulhosamente sós calhou bem. Trump propõem-se estancar mais que o movimento internacional de mercadorias; foi também da circulação informação, de ideias, de tecnologia.

Não é só nos Estados Unidos que as ideias protecionistas e isolacionistas têm fôlego. O Brexit não é nada além disso, e vamos ver para onde irá a União Europeia. São também umas ideias filhas diletas da ignorância”.

Desde logo, a obediência ao Acordo Ortográfico diz bem da estupidez da criatura; vou percebendo por que razão o Observador não vai longe. E surpreende que, para a Maria João Marques, o povo ordeiro (aquele que gosta da lei e da ordem) são os ignorantes: para a Maria João Marques, os espertos e inteligentes vivem nas zonas da Esquerda marcadas a azul.

2/ Liberais de pacotilha, como é o caso da Maria João Marques, são “submarinos da Esquerda internacionalista ” — porque não distinguem, por exemplo, o livre comércio, por um lado, e o Dumping, por outro lado; quando o chamado “livre comércio” alimenta uma escandalosa e formidável competição económica desleal, vemos gente estúpida (como é o caso da Maria João Marques) a defendê-lo.

Quando a competição económica não tem lei nem regras justas; quando vale tudo, e até uma escravatura moderna — vemos o escumalho a que chamam “liberais” lambendo as suas escrófulas ideológicas.

trabalho infantil no mexico

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