perspectivas

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

Coincidência: o Leopildo (¿ou Leopoldo?) assumiu a gerência, e o Alberto Gonçalves foi despedido do Diário de Notícias

 

“O Alberto Gonçalves, pessoa que não conheço socialmente a não ser das redes sociais, como aliás boa parte dos amigos mais chegados das redes sociais, e autor de colunas de opinião no Diário de Notícias e na revista Sábado com um sentido de crítica e de humor cáusticos quase sempre dirigidas ao governo e aos partidos de esquerda que o apoiam, com especial incidência sobre os socialistas e os bloquistas que lhe dedicam publicamente um odiozinho especial e se dão ao trabalho de o comentar, acabou de ser despedido do Diário de Notícias, jornal do grupo Global Media presidido pelo advogado Proença de Carvalho.”

A censura só conta quando é feita pela direita.

Com democracia desta, venha o Salazar.

Anúncios

Sábado, 24 Setembro 2016

A censura política no YouTube

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:03 pm
Tags: , , , , , ,

 

A “turma brazuca” ignorante e esquerdista que faz a censura política no YouTube, censurou-me um vídeo. Trata-se de censura política, pura e dura.

O vídeo retrata a realidade de como a mulher é tratada no Islão; não se trata de “violência gratuita” ou de “incitação à violência” — conforme a ignara inteligência “brazuca” expõe: o vídeo trata, em vez disso, de denunciar uma ideologia política (o Islamismo) que trata a mulher abaixo de animal irracional, e que é protegida por mentecaptos como os que censuraram o vídeo.

Ultimamente assistimos a uma fortíssima deriva censória e totalitarizante no YouTube e no Twitter.

Segunda-feira, 21 Março 2016

O lápis azul da União Europeia

 

“Os Estados devem fazer uso de várias medidas para sancionar a circulação "de discursos de ódio", mas tentando ao máximo salvaguardar a liberdade de expressão, recomendou aos seus 47 Estados membros, entre eles Portugal, o órgão interno do Conselho da Europa responsável por políticas anti-racistas”.

Estados devem sancionar "discursos de ódio"

A União Europeia começa a entrar em terreno movediço. ¿O que é “discurso de ódio”? O artigo responde:

“O "discurso de ódio" é definido como assentando na tese "de que uma pessoa ou um grupo são superiores a outros"”.

Por exemplo, quando eu digo que “a cultura islâmica trata a mulher abaixo de cão”, ¿isto é “discurso de ódio”? Quando eu digo que a cultura alemã, por exemplo, é superior à cultura turca, ¿incorro em “crime de ódio”?

O grande Fernando Pessoa escreveu o seguinte:

visado“O patriotismo, vimos nós e demonstrámos, é a base do instinto social — é, mesmo, o único instinto social verdadeiro; não é, de resto, mais que um egoísmo colectivo, ou, melhor, a forma colectiva do egoísmo, base de toda a vida psíquica.

Demonstrámos também que, ao contrário da inteligência, que busca compreender, e, pois que o busca, não pode odiar o que compreende, o instinto odeia tudo quanto não seja ele, que o instinto é, portanto, radicalmente antagonista. No campo individual, isto dá a ânsia da concorrência, a tendência constante para esmagar e entravar o esforço alheio (no que individual) que é a base da vida da humanidade, a causa dolorosa de toda a civilização.

Se o amor é a fonte de toda a vida individual, o ódio é a fonte de toda a vida social. É do ódio entre homem e homem que a civilização nasce, e não só do ódio entre o homem e o homem, como do ódio entre nação e nação”.

→ Fernando Pessoa (“Do sufrágio político e da opinião pública”)

O que a “elite” política europeia pretende é eliminar o instinto dos povos da Europa, reduzindo os cidadãos dos vários países a uma massa amorfa.

Essa gente tem que ser combatida, nem que seja a tiro.

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

António Serzedelo e a censura do pensamento que pode não ter sido pensado

 

Tulip Siddiq é uma deputada muçulmana no parlamento britânico. Vemo-la, no vídeo abaixo, a defender no parlamento a ideia da proibição de entrada de Donald Trump em Inglaterra. Um deputado conservador interpela a muçulmana e diz o seguinte:

“Muitas pessoas inglesas concordam com Donald Trump. ¿Acha que devemos expulsar essas pessoas também?”

 


Esta censura do pensamento — a polícia politicamente correcta do pensamento — pode ser constatada também no discurso de António Serzedelo, o chefe português do movimento político dos invertidos.

Alegadamente (não há provas disto), o presidente do Sporting Clube de Portugal (Bruno de Carvalho) terá dito, entre amigos, o seguinte em relação ao árbitro de futebol Luís Ferreira:

“Só não lhe dei um chuto no rabo porque, olhando para a figura dele, tive medo que gostasse”.

António Serzedelo quer que Bruno de Carvalho peça desculpa por algo de que não tem a certeza de que terá dito. Para o movimento político gayzista, a mera hipótese de alguém poder ter dito eventualmente qualquer coisa que lhe desagrade, é já motivo de censura e de detracção pública.

Domingo, 26 Maio 2013

A espiral do silêncio e a censura nos me®dia portugueses

De facto, em Portugal não existe liberdade de imprensa: em vez disso, existe pseudo-informação e sub-informação. Alguns blogues fazem a contra-corrente e o contraditório, mas não atingem a maioria da população que, face à censura na comunicação social, entra em espiral do silêncio.

Por exemplo, a censura dos me®dia portugueses em relação ao fenómeno social francês da luta popular contra o casamento invertido e contra a adopção de crianças por pares de fanchonos faz com que a maioria das pessoas em Portugal entrem em espiral do silêncio, porque cada um pensa que a sua opinião é minoritária – quando, afinal, se trata de uma opinião maioritária!

Face a uma falsa sensação de isolamento de opinião, induzida pela censura da informação nos me®dia, as pessoas calam-se. O que faz falta é dizer à maioria que, afinal, não estão sós e que a sua opinião é maioritária!.

Quinta-feira, 25 Abril 2013

Frade católico agredido pela polícia de François Hollande

“We are in the midst of huge battle between the supernatural order of the universe with Christ as its king, and the naturalistic souless order imposed by these politicians who believe in man-made utopias. These luciferian agents cannot possibly understand that man’s destiny is to be with God, who will call us everyone of us to account. They cannot buy us off.”

— Via The Thinking Housewife › A Report from Paris

frade frances espancado pela policia 400 web.jpg

Repressão política e censura na França de François Hollande

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 9:54 pm
Tags: , ,

“A woman was arrested tonight at place du Trocadéro, as she was driving home from the demonstration. Her crime: a flag of the Manif Pout Tous was waving on her car. As he questioned her, the police officer admitted that his orders were to stop any car sporting the colors of the Manif Pour Tous.” — via : Imbeciles obeying imbeciles

Uma mulher foi detida pela polícia de Paris quando conduzia o seu carro com uma bandeira do movimento Manif Pour Tous – que é contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de avantesmas – provavelmente presa no vidro. O polícia que a deteve disse-lhe que tinha ordens para prender qualquer pessoa que conduzisse um carro exibindo uma dessas bandeiras.

As elites políticas não aprendem com a História. É surpreendente como se esquecem de acontecimentos históricos recentes, como por exemplo a tentativa de Estaline de “apagar” Trotski de todos os documentos oficiais da ex-URSS, incluindo fotografias oficiais do Estado soviético e do Partido Comunista. Não adiantou nada; e a URSS caiu!

A censura tem dois grandes inconvenientes para os tiranos como François Hollande: 1/ não “apaga” a História; 2/ é contraproducente, porque acicata a resistência e torna-a mais sofisticada e apetecível, para além de despertar uma curiosidade acrescida por parte do povo.

Terça-feira, 22 Janeiro 2013

Novo endereço do blogue Gates of Viena

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 6:41 pm
Tags: , ,

O blogue Gates of Viena, que foi sujeito a censura pelo Blogger (Google), voltou à rede, desta vez em plataforma WordPress. O endereço é o seguinte: http://gatesofvienna.net/ .

Embora eu não concorde com grande parte do que se escreve naquele blogue, perfilho a opinião de Voltaire: “Não concordo com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até à morte o vosso direito de dizê-la”. A censura da opinião só se justifica em caso de alarme social que coloque em causa a segurança pública.

Quinta-feira, 6 Dezembro 2012

A sub-informação dos me®dia portugueses

Um árbitro faleceu hoje na Holanda na sequência de ferimentos que sofreu após ser atacado por vários jovens jogadores, com idades entre os 15 e os 16 anos, durante um jogo amador de futebol.

O incidente ocorrera no domingo, em Almere, cidade localizada a cerca de 35 quilómetros de Amesterdão. Richard Nieuwenhuizen, funcionário do Buitenboys que serviu como um dos árbitros auxiliares do encontro do clube frente ao Niew Sloten, foi atacado por vários jogadores da equipa visitante.

O jornal De Telegraaf escreve que quatro ou cinco jogadores do Niew Sloten terão empurrado o árbitro para o chão, antes de o pontapearem e espancarem repetidamente.

via Árbitro morre na Holanda após ser espancado por jogadores de 15 e 16 anos – Desporto – Sol.

Ao ler esta notícia do hebdomadário Sol, há já alguns dias, pensei: “a decadência da cultura germânica parece evidente. Se jovens holandeses de 15 e 16 anos agridem um árbitro causando-lhe a morte, a cultura antropológica holandesa está pelas ruas da amargura…”.

Hoje, li esta outra notícia que contém alguns detalhes que os me®dia politicamente correctos esconderam:

All the media are reporting that three young men kicked a football umpire todeath in Holland. I read this report back yesterday around 6 p.m. After that I looked for a few German links, then after that at in at least six Dutch newspapers, however, I found no statements about the background of the perpetrator, for of course, I had a suspicion. Only this morning came the reader tip (Thanks to void!) with the confirmation! It was three Moroccan immigrants!

via Moroccans Beat Line Judge to Death in Holland – Politically Incorrect – English Version.

Os três jovens que agrediram o fiscal-de-linha holandês até à morte são marroquinos (ou filhos de imigrantes marroquinos). Mas o leitor não encontra em nenhum me®dia português esta informação: o simples facto de se mencionar a origem cultural dos jovens delinquentes é considerado, pelos me®dia politicamente correctos portugueses, “um horror!”. Por isso, essa informação é deliberadamente escondida do público.

Chama-se a isto “sub-informação”. A sub-informação é uma espécie de auto-censura política nos me®dia actuais, e do tipo que vigorava no tempo de Marcelo Caetano.

Segunda-feira, 19 Novembro 2012

Pinto Balsemão defende a censura de opinião (2)

Na Era da informação em que vivemos, a repressão política e/ou censura da opinião estão condenadas a falhar.

Poderão ter algum sucesso durante algum tempo, mas será sempre “chuva de pouca dura”. Censurar a opinião é hoje “tapar o sol com uma peneira”. A única forma de tratar a “desinformação” — segundo a opinião de Pinto Balsemão, apoiada implicitamente por José Pacheco Pereira — será sempre através de mecanismos sociais e comunicacionais de pedagogia que combatam a “desinformação” (o que quer que este termo signifique) mediante o uso da razão e da lógica (formal e/ou informal).
(more…)

Domingo, 18 Novembro 2012

Pinto Balsemão defende a censura de opinião

«O papel da Internet e das redes sociais na configuração do espaço público foi hoje questionado num debate em Coimbra, tendo o empresário Pinto Balsemão admitido a necessidade de limitar o que for “desinformação”.»

via Pinto Balsemão admite que será necessário "limitar desinformação" da Internet | iOnline.

Não fiquei surpreendido — infelizmente — quando li isto.

Pode parecer estranho que alguém que representa o grupo de Bilderberg em Portugal — como é o caso de Pinto Balsemão — e, portanto, o representante por excelência em Portugal do anonimato anárquico segundo o conceito de G. K. Chesterton de Idade Sem Nome; que é proprietário de um canal de televisão e de um hebdomadário; que é um ex-jornalista; — dizia eu, que pode parecer estranho que essa pessoa defenda claramente a censura de opinião: mas, de facto, não é estranho.

A posição de Pinto Balsemão prende-se com o projecto de sinificação globalista defendido por uma certa elite plutocrata representada pelo grupo de Bilderberg, a que Fernando Pessoa, no seu tempo, chamou de Grupo dos Trezentos.

Quanto a José Pacheco Pereira, citado no artigo: a personagem é inarrável: a sua defesa explicita e abnegada do conceito de “vontade geral”, de Rousseau, revela bem o totalitarismo em potência que se esconde naquela mente doentia. Mas voltemos a Pinto Balsemão. Oiçamos um excerto de uma palestra dele acerca da censura no Estado Novo:

O que Pinto Balsemão defende é perigoso, porque dá azo a que “se deite o bebé fora com a água do banho”, ou que “pague o justo pelo pecador”. O que Pinto Balsemão defende é uma censura mitigada da opinião que pode levar a patamares mais radicais de censura: ele defende a quebra de um princípio fundamental de um regime livre e democrático.

Quarta-feira, 3 Outubro 2012

Censura gay / homossexualista no Facebook

O meu artigo censurado pelo Facebook é o seguinte:

https://espectivas.wordpress.com/2012/09/17/o-feminazismo-e-a-construcao-paulatina-do-homofascismo/

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.