perspectivas

Terça-feira, 25 Agosto 2015

Alemanha: os pais de uma menina foram para a cadeia por a retirar de uma aula de Ideologia de Género

 

A União Europeia começa a assustar. Este fenómeno que vemos no vídeo em baixo não é só alemão: é uma doença política contagiosa que tem origem no parlamento europeu controlado pelo politicamente correcto (leia-se: controlo esquerdista) e que se vai expandindo como uma metástase por todos os países da União Europeia. Alguns países vão resistindo, mas é uma questão de tempo.

Durante uma aula de “educação sexual” pornográfica — leia-se, aula de Ideologia de Género — uma menina que frequentava a 4ª classe do ensino básico na Alemanha, abandonou a aula daquilo a que se convencionou chamar de “educação sexual”, mas que de facto se trata de educação pornográfica inserida no contexto da lobotomia cultural da Ideologia de Género.

Dado que os pais da menina apoiaram a sua decisão de abandonar as aulas de educação pornográfica, foram parar à cadeia.

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Domingo, 20 Outubro 2013

Edite Estrela: uma mulher execrável

 

Edite Estrela é a autora de um relatório que pretende transformar em lei, para todos os países da União Europeia:

1/ o aborto como um “direito humano”;

2/ a restrição, ou mesmo proibição, da objecção de consciência em relação ao aborto por parte dos profissionais de saúde;

3/ negação do princípio do papel principal dos pais na educação sexual dos seus filhos (ver § 47 do documento);

4/ e, finalmente, a imposição da “educação sexual” (dentro e fora da escola) segundo os critérios do chamado Standards for Sexuality Education in Europe, que reza assim:

Children aged 0-4 should be informed about: “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”,different family relationships”, “the right to explore gender identities”, “the right to explore nakedness and the body, to be curious”, etc. and they should develop “curiosity regarding own and others‘ bodies” and “a positive attitude towards different lifestyles”.

Children aged 4-6 should be informed about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”, “same-sex relationships”, “sexual feelings (closeness, enjoyment, excitement) as a part of all human feelings”,“different kinds of (family) relationship”, “different concepts of a family”, and should develop “respect” for those different lifestyles and concepts.

Children aged 6-9 should go on learning about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body (masturbation/self-stimulation)”, but they also should be informed about “different methods of conception” and “the basic idea of contraception (it is possible to plan and decide about your family)”

Children aged 9-12 should be informed about “first sexual experience”, “orgasm”, “masturbation”, and should learn to “make a conscious decision to have sexual experiences or not” and “use condoms and contraceptives effectively”.

Sexta-feira, 29 Outubro 2010

A Al Gayeda anda preocupada com a educação das crianças dos outros

Filed under: Gayzismo — O. Braga @ 9:07 am
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Em 2006, o núcleo duro da Al Gayeda reuniu-se na cidade Indonésia de Yogyakarta para decidir sobre o destino e futuro das crianças dos outros.

Dessa reunião saiu a formação da Ingaysição — uma task force de acção junto das ONU no sentido de retirar autoridade aos progenitores das crianças e de instituir, contra a vontade dos pais das crianças, uma educação sexual em relação a crianças a partir de tenra idade.

O problema não é a educação sexual em si mesma; o problema é o tipo de educação sexual que a Al Gayeda e a Ingaysição pretendem impôr ao mundo, em letra de lei, através da ONU. Para a Ingaysição, a educação sexual não se resume ao ensino básico da biologia e do sistema reprodutivo; a Al Gayeda vai mais longe: pretende incluir na definição de educação sexual o combate político e ideológico contra a “heteronormatividade” e contra o “heterossexismo” — ou seja, a Al Gayeda pretende, através da ONU, e em termos práticos, decretar por lei que só os gays têm direito à repulsa sexual em relação a outrem.

Por outro lado, esta estratégia terrorista da Al Gayeda visa a próxima legalização da pedofilia. Reparem na lista de países que apoiaram a Al Gayeda e a Ingaysição na sua proposta: a União Europeia (que só se representa a si própria e não representa Portugal, por exemplo), a Suíça, a Noruega, o Canadá e a Argentina. Todos os outros países do mundo foram contra a Al Gayeda e contra a Ingaysição.

Em resumo: essa gente não se reproduz e quer mandar na educação dos filhos dos outros.

Terça-feira, 26 Outubro 2010

Se eu fosse gayzista, defendia a proibição da ciência

Mais um estudo científico recente — de Outubro de 2010 — demonstra que as crianças educadas por gays e lésbicas correm um alto risco de contaminação cultural e de alteração biológica no desenvolvimento da estrutura do cérebro. (more…)

Terça-feira, 14 Setembro 2010

Vergonha Nacional

« Não reconheço a nenhum professor o direito de perguntar a um aluno seu quais as partes do corpo que lhe dão prazer sexual quando tocadas ou aquilo que o excita sexualmente. Muito menos a crianças de seis anos à luz de um “currículo pedagógico” obrigatório. Se um jovem adulto liceal ou universitário admite que um professor se intrometa assim na sua privacidade, terá algum problema de carácter e só permitirá a ofensa se o quiser, quando até sabe que está a pagar ao professor para este lhe transmitir coisas sérias e úteis e não para ser ensinado a tocar-se. »

Vergonha Nacional (ler o resto)

Segunda-feira, 13 Setembro 2010

O discurso platónico-republicano da esquerda

Feministas e lésbicas devem ser tratadas como machos ou, não sendo possível, pelo menos como mulas.

« Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter? » escreve a senhora.

Porém, a senhora não define “formação de carácter”; nem interessa definir, porque mantendo o conceito sem uma noção, a esquerda pode sempre transformar o carácter das nossas crianças naquilo que lhe aprouver.
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Sexta-feira, 7 Agosto 2009

Falta de penetração vaginal pode explicar pior saúde mental nos homossexuais

Eu não tinha dado conta desta notícia; não vi nada sobre isso nem nos telejornais nem na rádio durante as minhas deambulações automobilísticas. É possível que tenha passado nos me®dia mas provavelmente em notícia de rodapé, como convém aos me®dia em notícias deste cariz para não incomodar o Bloco de Esquerda, a Juventude Socialista e a paneleiragem em geral. Soube dessa notícia na blogosfera.

«Falta de penetração vaginal pode explicar pior saúde mental nos homossexuais. Estudo aponta desvantagens ao preservativo.
(…)
A troca de secreções entre os dois sexos, por conterem agentes antidepressivos, e uma maior intimidade, são alguns dos argumentos apresentados. Já um dos potenciais da investigação pode ser ajudar a explicar a elevada incidência de problemas mentais entre homossexuais, como têm vindo a demonstrar estudos recentes.»

A ser verdade essa conclusão científica, não só o gayzismo perde um dos seus grandes argumentos ― o argumento utilitarista da felicidade e bem-estar sexual, porque nas relações homossexuais por via anal ou outra, não só não existe troca de secreções entre os dois sexos que garante a possibilidade de agentes antidepressivos, e uma maior intimidade dos relacionamentos heterossexuais que contribuem para aliviar os problemas mentais ―, como coloca os “psquiatreiros” deste país (como o Daniel Sampaio) em muitos maus lençóis quando defendem a distribuição de preservativos a crianças em início de puberdade.

Nota: caso a notícia incomode o party socratino e seja retirada do ar, pode ler aqui a notícia em PDF.


Email me (espectivas@nullgmail.com)

Quarta-feira, 8 Julho 2009

Para Sarah Fawcett, o HPV foi fatal

Sara Fawcett

Sara Fawcett

Sarah Fawcett foi vítima do HPV, também conhecido como Vírus Papiloma Humano que é transmitido por via sexual. Contra o HPV, os preservativos não têm qualquer eficácia na protecção porque este vírus transmite-se através do simples contacto com a pele durante as relações sexuais.

Só nos Estados Unidos, um estudo efectuado revelou que uma em quatro mulheres, com idades entre os 14 e os 59 anos, estão infectadas com o HPV, ou seja, mais de 25 milhões de mulheres americanas.

A probabilidade destas mulheres poderem vir a desenvolver o cancro anal ― que foi a causa da morte de Sarah Fawcett ― ou o cancro do útero ou mesmo o cancro oral, acentua-se dramaticamente a partir dos 50 anos de idade. Noventa e nove porcento dos casos de cancro uterino deve-se à infecção com o HPV.

As vacinas contra o HPV apresentam vários inconvenientes:

Portanto, a melhor e única maneira de evitar a transmissão do HPV é através de uma cultura de estabilidade nas relações sexuais.
É isto que José Sócrates e a “ministra-sinistra” deveriam mandar ensinar às nossas crianças, em vez de distribuírem preservativos nas escolas que não são eficazes na prevenção da infecção com o HPV, ou defenderem as vacinas contra o HPV em crianças com 9, 10 ou 11 anos ― o que é criminoso.

Terça-feira, 9 Junho 2009

Estudo científico revela que as crianças adquirem a homossexualidade por aculturação e educação

adopcaoUma das bandeiras da propaganda gayzista protagonizada pelo activismo gay da ILGA, da Ex-aequo e outras organizações patrocinadas pelo governo de José Sócrates, é o slogan segundo o qual “a homossexualidade não se pega” e que, portanto, as crianças podem perfeitamente ser educadas por duplas de gays, e o homófobo é “lélé da cuca”.

O argumento segundo o qual “a homossexualidade não se pega” foi recentemente utilizado pelos gayzistas patrocinados pelos governo de Sócrates e pelo Bloco de Esquerda para defender não só o “casamento” gay como a adopção de crianças por duplas de avantesmas.
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Quarta-feira, 27 Maio 2009

‘Deseducação sexual’

Devemos terçar armas nas lutas do momento mas sem temer pelos valores vitais. Em breve, as posições extremistas contra o matrimónio e a castidade, hoje julgadas indiscutíveis e gritadas com fúria, serão tão cómicas e obsoletas como são as ideias económicas do Bloco de Esquerda, tão respeitadas há 50 anos (altura em que também o PS as defendia). As tolices acabam sempre vencidas. O mal são as vítimas que criam entretanto.
Felizmente, não são os partidos, deputados e especialistas em educação que dão aulas, mas os professores. Professores que em geral têm filhos e amam a família. O mundo é sempre melhor que a caricatura legal.

João César das Neves (PDF)

Quarta-feira, 20 Maio 2009

A copralalia pedagógica da ‘educação sexual’ da professora de Espinho

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