perspectivas

Segunda-feira, 4 Julho 2016

O gayzismo é um movimento político totalitário

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui um artigo em que utiliza várias vezes a palavra “homofobia”. ¿O que é “homofobia”? Se partirmos da definição nominal de “homofobia”, segundo a qual esta é o “ódio aos homossexuais”, então não sou homófobo. A propósito, passo a contar uma história verdadeira.


Há alguns anos, eu era director de Planeamento de uma grande empresa industrial aqui no norte. Um dia, dois subordinados meus (homens), foram “apanhados” na casa-de-banho depois do horário normal de trabalho. Eu já tinha saído da empresa, pelo que só no dia seguinte soube do evento. Fui chamado ao director-geral (um senhor inglês) que me comunicou que os dois homens seriam sujeitos a um processo disciplinar tendo em vista o despedimento. Eu utilizei os seguintes argumentos:

1/ os dois homens — entre muitos outros — tinham ficado a fazer horas extraordinárias por causa de uma encomenda urgente; quando eles foram “apanhados”, já foi depois das 22 horas. Portanto, o acto foi praticado fora do horário normal de trabalho.

2/ um dos dois trabalhadores apanhados é muito competente;

3/ se se tratasse de um homem e de uma mulher “apanhados” na casa-de-banho e nas mesmas circunstâncias (fora do horário de trabalho), ¿o tratamento seria o mesmo?

Perante isto, o director-geral fez apenas uma admoestação por escrito aos dois funcionários que não foram despedidos. Se eu tivesse ódio aos homossexuais — se eu fosse “homófobo” — não os teria salvo do despedimento.


Então, ¿por que razão eu faço aqui críticas ao movimento político gay? Porque se trata de um movimento político que é totalitário (não existe tal coisa como “identidade gay”), por um lado, e, por outro lado, é um movimento político que é manipulado e/ou instrumentalizado por outros movimentos políticos intrinsecamente totalitários (por exemplo, o Bloco de Esquerda: o libertarismo do Bloco de Esquerda é apenas aparente).

Anúncios

6 comentários »

  1. Interessante a tua história. No entanto, eu os teria despedido por terem usado as instalações da empresa para a sodomia. É, exatamente aí que há o problema. Porque os sodomitas querem (e serem aceitos) se comportar sexualmente (impulso) em todos os lugares. E não adianta querer equiparar o ato homossexual como o heteressoxual, julgando-os como tendo o mesmo valor, porque isso não procede. A humanidade prosseguiria se a prática homossexual fosse suprimida, o que não é verdade com relação aos heterossexuais. Sem politicamente correto: um beijo público entre um casal é normal; entre uma dupla gay é anormal.

    Não gosto de gays/lésbicas por um juízo moral do ato que lhes torna gay/lésbica. Isso é um direito natural meu. Gosto e desgosto de quem quero. Mas não os odeio a ponto de querer lhes matar. Só não os quero perto de mim e de minha família. Eles praticando lá no quarto deles o que quiserem, é problema deles. Mas, nas dependências da empresa, considero errado, passível de punição.

    Comentar por Cinéfilo Realista (@cinerealista) — Segunda-feira, 4 Julho 2016 @ 8:45 pm | Responder

    • Eu não afirmei que as relações sexuais têm todas o mesmo valor. O que eu afirmei é que, se fossem uma mulher e um homem apanhados no WC depois da hora de trabalho, provavelmente seriam advertidos mas não seriam despedidos (como, aliás, acontece em muitas empresas).

      O que estava em causa era o despedimento de duas pessoas. Este facto é independente de eu gostar, ou não, do acto sexual invertido. Duas pessoas iriam ser despedidas (e uma delas era pai de filhos) e ver as suas vidas arruinadas; ademais, uma delas era uma pessoa muito competente e que fazia falta aos quadros da empresa.

      Eles foram apanhados depois da hora de trabalho e em um local relativamente recatado: não estavam a exibir-se em público.

      Não devemos confundir o indivíduo homossexual, por um lado, com o movimento político gay, por outro lado.

      É legítimo que odiemos quem nos quer tirar a liberdade (o movimento gay), mas não penso que seja racional que odiemos um desgraçado só porque ele toma no cu: posso sentir piedade, mas não sinto ódio.

      Comentar por O. Braga — Terça-feira, 5 Julho 2016 @ 10:12 am | Responder

  2. Sr. Orlando, que obras consideraria o essencial de John Locke?

    Comentar por Eu Mesmo — Terça-feira, 5 Julho 2016 @ 10:32 am | Responder

  3. A comparação entre homossexualismo e heterossexualismo só ocorre porque há uma campanha muito forte por parte dos gayzistas no sentido de empurrar goela abaixo das pessoas a obrigatoriedade de aceitar como normal algo que efetivamente não é. A propósito, não se pode esquecer que o homossexualismo foi historicamente combatido em todas as sociedades, a despeito dos casos de reis promíscuos que gays gostam de destacar como se fosse regra em todas as sociedades, como se a rejeição ao homossexualismo fosse uma mera imposição do Cristianismo.
    A imposição do gayzismo é de tal sorte absurda que a sociedade se cala diante da imposição por parte do Estado de pagar impostos para bancar cirurgias que mutilam homens e mulheres, como se a “mudança de sexo” propalada pela mídia fosse efetivamente possível e normal. Qualquer pessoa de bom senso sabe, e a psicologia séria endossa isso, que para ser feliz é fundamental uma pessoa saber se aceitar, respeitar minimamente as características físicas com que nasce.
    A medicina, ao menos os segmentos mais mercenários da classe, vende falácias como “troca de sexo”, a mídia os promove e a política, por meio de movimentos gayzistas, obrigam a sociedade a financiar experiências macabras de automutilação em pessoas emocionalmente perturbadas, quando o caminho deveria ser em sentido rigorosamente inverso. Os segmentos menos esclarecidos da sociedade são as principais vítimas, que embarcam mais facilmente nessas fantasias macabras promovidas pela mídia.
    Reportagens mostram casos de homens ou mulheres que não aceitavam sua condição sexual nata. No entanto, se mostrassem uma mulher ou homem alegando que não enxergavam seus olhos castanhos ou seus cabelos crespos como seus, logo, só são capazes de viver se tiverem olhos azuis e cabelos lisos o que se pode concluir?
    Que a sociedade deve bancar tratamentos estéticos para dotar tais pessoas de cabelos liso e olhos azuis? A imposição gayzista supera o limite do doentio e a sociedade perde completamente o senso de realidade, ao aderir sem discernimento a uma causa que, além de opressora, e onerosa, quando tratamentos médicos caros bancados pelo sistema de saúde pública deveriam ser dirigidos para tratar problemas de saúde de fato, leva pessoas desorientadas a se perder cada vez mais em suas confusões psicológicas, tornando-se candidatos ao suicídio, após experiências macabras e mutilações pelas quais todos pagam a partir dos impostos.

    Comentar por Katia Almeida — Quarta-feira, 4 Janeiro 2017 @ 10:30 pm | Responder


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

AVISO: os comentários escritos segundo o AO serão corrigidos para português.

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Create a free website or blog at WordPress.com.