perspectivas

Quarta-feira, 21 Setembro 2016

Eu estou atónito;

 

completamente incrédulo, como aquelas pessoas que dizem que se beliscam para se certificarem que não estão a ter um pesadelo.

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Mas o que me deixa atordoado, não é o que se passa nos me®dia do país: em vez disso, é que se leve a sério o que se passa no país. Ou seja, o que poderia ser uma boa comédia desfasada da realidade, passou a ser uma tragédia que explora o absurdo ao seu limite possível.

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Quinta-feira, 15 Setembro 2016

A Catarina Martins e os Comandos

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 1:54 pm
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O problema da Catarina Martins e das esganiçadas do Bloco de Esquerda em relação aos Comandos, é o de que nunca se viu uma mulher-Comando. Os Comandos são “sexistas”. Quando puserem os Comandos a fazer aeróbica juntamente com as manas Mortágua, o Bloco de Esquerda perde o seu preconceito.

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Quarta-feira, 20 Julho 2016

José Sá Fernandes custa muito mais do que 24 mil Euros anuais ao país

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:30 am
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“Segundo afirmações de José Sá Fernandes, vereador dos Espaços Verdes da capital (Bloco de Esquerda), os 30 brasões florais que representam as armas das cidades capitais de distrito e das antigas províncias no Ultramar têm um custo de manutenção de 24 mil euros anuais.”

Lisboa: fim dos brasões na Praça do Império gera polémica

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Segunda-feira, 18 Julho 2016

Portugueses e turcos nunca se deram bem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:26 am
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Eu não simpatizo com o Erdogan; mas quando vemos o Bloco de Esquerda a atacá-lo, não podemos também gostar dos golpistas. Os turcos não têm uma cultura de matriz europeia. Ponto final.

O QI médio turco é de 89, o que aproxima a Turquia da ingovernabilidade. A cultura islâmica promove o casamento entre primos direitos, o que é uma das causas do baixo QI dos turcos.

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A arbitrariedade política turca é de tal forma que o Erdogan pretende reintroduzir a pena-de-morte para crimes do passado — o que vai contra o definido pelo Iluminismo no Direito (por exemplo, com Reimarus): uma lei punitiva não se aplica retroactivamente; não devemos criar uma lei hoje para punir um crime de ontem.

Portugueses e turcos nunca se deram bem. Os portugueses, sempre em minoria, causaram terror entre os turcos.

Segunda-feira, 4 Julho 2016

O gayzismo é um movimento político totalitário

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui um artigo em que utiliza várias vezes a palavra “homofobia”. ¿O que é “homofobia”? Se partirmos da definição nominal de “homofobia”, segundo a qual esta é o “ódio aos homossexuais”, então não sou homófobo. A propósito, passo a contar uma história verdadeira.


Há alguns anos, eu era director de Planeamento de uma grande empresa industrial aqui no norte. Um dia, dois subordinados meus (homens), foram “apanhados” na casa-de-banho depois do horário normal de trabalho. Eu já tinha saído da empresa, pelo que só no dia seguinte soube do evento. Fui chamado ao director-geral (um senhor inglês) que me comunicou que os dois homens seriam sujeitos a um processo disciplinar tendo em vista o despedimento. Eu utilizei os seguintes argumentos:

1/ os dois homens — entre muitos outros — tinham ficado a fazer horas extraordinárias por causa de uma encomenda urgente; quando eles foram “apanhados”, já foi depois das 22 horas. Portanto, o acto foi praticado fora do horário normal de trabalho.

2/ um dos dois trabalhadores apanhados é muito competente;

3/ se se tratasse de um homem e de uma mulher “apanhados” na casa-de-banho e nas mesmas circunstâncias (fora do horário de trabalho), ¿o tratamento seria o mesmo?

Perante isto, o director-geral fez apenas uma admoestação por escrito aos dois funcionários que não foram despedidos. Se eu tivesse ódio aos homossexuais — se eu fosse “homófobo” — não os teria salvo do despedimento.


Então, ¿por que razão eu faço aqui críticas ao movimento político gay? Porque se trata de um movimento político que é totalitário (não existe tal coisa como “identidade gay”), por um lado, e, por outro lado, é um movimento político que é manipulado e/ou instrumentalizado por outros movimentos políticos intrinsecamente totalitários (por exemplo, o Bloco de Esquerda: o libertarismo do Bloco de Esquerda é apenas aparente).

Domingo, 12 Junho 2016

O libertarismo de Esquerda é uma treta

 

“Entre um mundo sem qualquer forma de coerção e outro em que alguma (por vezes, muita) coerção é compensada por certos serviços e bens, a esmagadora maioria das pessoas preferirá o segundo”.

O nó górdio do libertarianismo

Os dados estatísticos dizem que a esmagadora maioria das mulheres preferem “a coerção do Estado compensada por certos serviços e bens”, e que uma minoria de homens tem essa preferência. Não quero com isto dizer que as mulheres não sejam “pessoas”: quero dizer que as “pessoas” são do sexo masculino ou do sexo feminino, e que os interesses dos dois sexos são diferentes.

Em qualquer seita, como em qualquer sociedade, um dos “segredos” do Poder está no controlo das mulheres: controlem as mulheres e os homens (em geral) seguem-nas de forma canina, mesmo que não concordem com elas. O que se passa hoje é que o controlo das mulheres é realizado através do fomento de uma “indisciplina cultural feminina”: a mulher é controlada (pela Esquerda) deixando-a em “roda livre”, porque se sabe que a mulher sacrifica a sua liberdade em favor da segurança do “guarda-chuva” do Estado.

A “liberdade da mulher”, propalada pela Esquerda, é apenas a tendência da mulher de se sujeitar ao Estado. igualdade-diversidade

Até há pouco tempo, eu pensava que a democracia fosse um sistema político racional — ou, pelo menos, mais racional do que os outros. Mas hoje verifico que a democracia conduz à negação da democracia, na medida em que o corolário do “caminho democrático para o socialismo” (porque as mulheres são maioritárias na sociedade e têm direito a voto, e porque o protagonismo das mulheres na política tem vindo a aumentar) significa, a prazo, a negação da democracia na medida em que o indivíduo se vai diluindo no colectivo.

Naturalmente que a Esquerda dita “libertária” diz que defende os “direitos do indivíduo” — o que nos causa alguma confusão: ¿como é possível que o Bloco de Esquerda, por exemplo, defenda os “direitos do indivíduo” e, simultaneamente, tenha uma visão colectivista da sociedade?

O reconhecimento social de toda a espécie de “direitos” e “liberdades” tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública, em que, finalmente, a omnipresente encenação da liberalização dos costumes encobre uma propensão para o mimetismo, um seguidismo, e um conformismo sem precedentes. Ou seja, o “libertarianismo” sob tutela do Estado pode levar ao anonimato e à indistinção do indivíduo — e a Esquerda sabe disso.

O que a Esquerda “libertária” está a criar é um aumento progressivo da tutela da organização burocrática do Estado em que, por um lado, se afirma a singularidade do indivíduo, mas por outro lado, esse indivíduo é concebido de forma abstracta e em um anonimato generalizado. Quando o Bloco de Esquerda diz que defende os “direitos do indivíduo”, nada mais faz do que aumentar o poder do Estado sobre o indivíduo — o que é uma contradição em termos.

Portanto, o libertarismo de Esquerda é uma treta.

Quinta-feira, 2 Junho 2016

O Partido Socialista de António Costa e o subsídio de coito

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:57 am
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Com o Partido Socialista de António Costa e o Bloco de Esquerda no Poder, os trabalhadores poderão solicitar aos patrões um subsídio de coito: eles vão às prostitutas e pedem uma factura, com nº de contribuinte, para apresentar na empresa. A empresa terá sempre a vantagem de deduzir o IVA e de utilizar o subsídio de coito para complementar os salários dos trabalhadores.

Algumas empresas já oferecem aos trabalhadores um subsídio de alimentação; agora podem complementar os benefícios sociais com o subsídio de coito.

E se a frequência dos lupanares for indicada através de prescrição médica que a recomende como forma de terapia alternativa, as empresas podem estabelecer convénios com clínicas de prostituição, no sentido do tratamento colectivo dos seus trabalhadores.

Estamos em presença de um verdadeiro progresso social. Parabéns ao Partido Socialista de António Costa.

Sexta-feira, 27 Maio 2016

Assunção Cristas está errada:

Filed under: Política — O. Braga @ 12:24 pm
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as vacas voam!

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Siga os conselhos do Bloco de Esquerda: 5 maneiras de saber se você é sexista

 

Quinta-feira, 26 Maio 2016

A Direita não se dá conta de como a Esquerda já ganhou a batalha ideológica do género

 

Repare-se no que escreveu a Maria Teixeira Alves:

“Nem queria acreditar quando li, assim de raspão (porque já nem vale a pena ralar-me com esta espiral de loucura em que vivemos) que o Bloco de Esquerda quer legalizar a mudança de sexo aos 16 anos. Já para beber só aos 18, tal como guiar e comprar cigarros!”.

catarina-martins-neanderthal-webO problema da Maria não é a “mudança de sexo”, entendida em si mesma: o problema dela é que a “mudança de sexo”, (seja o que isso for) se realize aos 16 anos de idade. Para a Maria, a “mudança de sexo” parece ser inócua e admissível, por exemplo, a partir dos 21 anos de idade.

Ou seja, a Catarina Martins já ganhou a batalha; mas ainda não ganhou a guerra (porque o futuro a Deus pertence).

O que o Bloco de Esquerda e a Catarina Martins defendem é uma monstruosidade; é uma desumanidade. Dizer que um transgénero é mulher, é o mesmo que dizer que não é um ser humano — na medida em que a sua mente é considerada independente dos respectivo corpo (biológico). Para além de a ideologia do Bloco de Esquerda ser anticientífica, a verdade é que a Lei governa pessoas de corpo inteiro, e não “mentes”.

Ao retirar, do Direito, a importância do corpo biológico do ser humano, o Bloco de Esquerda pretende minar o fundamento do próprio Direito — porque o corpo biológico é constitutivo daquilo que somos enquanto seres humanos e cidadãos. A dessexualização dos conceitos de “homem” e de “mulher” significa a expurgação do conceito de “corpo biológico” em relação ao Direito Positivo — sendo que a Lei apenas pode governar pessoas com corpos biológicos.

O movimento ideológico transgénero e/ou de género, defendido pelo Bloco de Esquerda, ataca principalmente a mulher.

Por exemplo, quando o Bloco de Esquerda defende que os homens podem ser mulheres, transformam o aborto em uma questão que não é tipicamente feminina — porque, alegadamente, os “homens” também podem engravidar. O seja, o Bloco de Esquerda recusa a ideia de que a mulher possa pertencer a uma categoria jurídica distinta da do homem: a mulher torna-se invisível na lei, na sociedade e na política.

Mesmo que retirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher.

Retirar o sexo biológico a uma pessoa é o mesmo que transformá-la em coisa nenhuma. O sexo de uma pessoa não é nem uma parte da pessoa, nem é uma propriedade do corpo: o sexo é algo constitutivo da essência/natureza fundamental do próprio corpo. O sexo biológico é algo que nós somos, e não algo que nós temos.

Perante a impossibilidade de redefinir realmente as realidades naturais que se chamam “homem” ou “mulher”, o Bloco de Esquerda (e a Esquerda em geral) jogam com as palavras chamando “homem” a uma mulher e “mulher” a um homem. Mas, no Direito, essas palavras (homem e mulher) deixaram de ter corpos biológicos por detrás delas: ao retirarmos o sexo biológico da Lei, retiramos desta todos os corpos biológicos, tornando-os invisíveis no Direito Positivo. E este é o pior totalitarismo que podemos conceber.

Quinta-feira, 19 Maio 2016

A malandragem dos malandros da geringonça

 

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Terça-feira, 10 Maio 2016

A Esquerda platónica e a dessexualização da sociedade

 

Segundo escreveu Plutarco no “Licurgo”, as mulheres de Esparta não viviam socialmente separadas dos homens, como acontecia com as mulheres respeitáveis em qualquer outra cidade da Grécia. As raparigas tinham o mesmo treino físico dos rapazes, e uns e outras faziam ginástica nus e em conjunto. Pretendia-se (segundo Plutarco) que as raparigas fortalecessem o corpo na corrida, na luta, no arremesso do dardo, etc., para que tivessem filhos robustos; e embora se apresentassem nuas durante o exercício conjunto com os rapazes, não havia nisso desonestidade nem entrega: tudo era jogo e actividade lúdica, (alegadamente) sem qualquer impulso lascivo.

O que Plutarco quis dizer é que a mulher espartana era preparada para uma procriação que garantisse uma prole robusta e saudável, garantindo-se assim o sucesso na guerra. Porém, e como escreveu Aristóteles já depois da queda de Esparta, a família natural (1 homem + 1 mulher = filhos) não era um factor importante na sociedade espartana; o casamento era apenas instrumental. Por exemplo, uma mulher casada mas sem filhos era obrigada pelo Estado espartano a procurar outro homem (que não o marido) para ver se teria maior êxito do que o marido em gerar cidadãos. As leis de Esparta privilegiavam a procriação, tendo em vista a guerra. Segundo Aristóteles, o pai espartano de três filhos estava isento de serviço militar, e o pai de quatro filhos estava isento de todos os encargos do Estado.

Em Esparta existia um sistema “totalitário” (devemos adaptar este conceito ao século VII a.C.) que orientava a sociedade para a guerra através do incentivo à procriação e à pureza da raça. Porém, a família natural, como unidade básica da sociedade, era apenas um instrumento, e não valorizada em si mesma. Em Esparta, a diferença entre sexos era esbatida (atenuada) tendo em vista a procriação eugénica. Aristóteles escreveu que 2/5 das terras de Esparta eram propriedade de mulheres; e daí a grande redução do número de cidadãos, que seriam dez mil no tempo do Licurgo, mas quando os tebanos derrotaram Esparta, o número de cidadãos espartanos não ultrapassava o milhar.

Ou seja: se, por um lado, a igualdade da mulher espartana em relação ao homem, tinha como objectivo a procriação eugénica, por outro lado, o acesso da mulher à propriedade reduziu a procriação porque se perverteu a família natural através da anarquia do matriarcado que desresponsabiliza o homem. O grande Licurgo enganou-se.


Baseando-se no mito de Esparta, Platão escreveu a sua utopia na “República”. A família natural também é abolida: os amigos — diz Platão — devem ter tudo em comum, incluindo mulheres e filhos. As raparigas deverão ter uma educação igual à dos rapazes, incluindo a arte da guerra. As mulheres serão em tudo iguais aos homens: “a mesma educação que faz um bom magistrado terá igual efeito em uma mulher”. O casamento segue o padrão mítico de Esparta: os noivos e noivas serão (aparentemente) juntos à sorte (aleatoriamente), mas a verdade é que os governantes da cidade decidirão quem casa com quem, segundo princípios eugénicos.

Todas as crianças devem ser separadas dos pais ao nascer, e ter-se-á todo o cuidado em que os pais as não conheçam, e nem elas aos pais (deixaria de existir uma árvore genealógica das crianças, tal como acontece parcialmente hoje já, com a adopção de crianças por pares de invertidos). Crianças deformadas e filhos de pais inferiores eram eutanasiadas ou abortadas. Nos casamentos feitos pelo Estado, as pessoas não têm opinião: têm de pensar segundo o seu dever para com o Estado e não segundo as emoções vulgares que os poetas malditos (segundo Platão, que não gostava dos poetas) costumam celebrar.

Na utopia de Platão, como não se sabe quem são os pais, pode-se chamar “pai” a quem quiser que tenha uma idade conveniente — e o mesmo quanto a “mãe”, “irmão” e “irmã”. E não há casamento entre “pai” e “filha”, ou “mãe” e “filho”; em geral mas não absolutamente, devem evitar-se os casamentos de “irmão” e “irmã”. No fundo, Platão proibia todos os casamentos, excepto os de “irmão-irmã”, que considera excepção rara.

O que Platão pretendia — seguindo o modelo de Esparta — era a diminuição das emoções privadas (tal como defende hoje a socialista Isabel Moreira), removendo os obstáculos ao domínio do espírito público (domínio do Estado) e incentivando a ausência da propriedade privada.


Hoje, o politicamente correcto parece adoptar o mito de Esparta e os princípios da utopia de Platão embora de forma enviesada.

Essa nova utopia é a da esquerda pós-modernista que se manifesta em Portugal no Bloco de Esquerda e no Partido Socialista (que o Partido Comunista parece querer imitar), e que se traduz na guerra cultural e jurídica contra a família natural. E, nesta nova utopia, são da maior importância os direitos LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género. Tal como em Esparta e na utopia de Platão, o combate contra a família natural é concebido como um meio de absolutização do Estado e tendo em vista a eliminação da propriedade privada.

O movimento político LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género pretende a abolição legal dos sexos — como podemos verificar na actual guerra politicamente correcta contra a distinção entre os WC masculino e feminino. Ou seja, pretende-se a dessexualização da sociedade, em que deixam de existir legalmente o masculino e o feminino. E, a partir do momento em que a humanidade é dessexualizada por via da Lei, acabamos em uma sociedade desumanizada na qual não existe uma mãe legal, ou um pai legal, ou irmãos e irmãs legais sem a autorização do Estado (tal como na utopia de Platão). Por exemplo, hoje já vemos que, em vez de pai e mãe, os documentos de registo das crianças têm “progenitor A” e “progenitor B”: os termos “pai” e “mãe” estão a ser juridicamente eliminados. Nessa sociedade defendida pela Esquerda, as relações humanas mais íntimas sofrem um duro golpe: a família natural é abolida por lei e de facto.

Uma sociedade dessexualizada defendida pela Esquerda (e pela maçonaria mais radical e jacobina) é, em última instância, uma sociedade totalitária porque erradica da Lei e da cultura as mais básicas relações humanas, e principalmente a ligação entre a mãe e filho.

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