perspectivas

Segunda-feira, 17 Março 2014

O doutor miraculoso

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — orlando braga @ 7:46 am
Tags: ,

 

joao semedo web

Respigado aqui.

Sábado, 22 Fevereiro 2014

Qual é a diferença entre a posição de Manuela Ferreira Leite e a do Bloco de Esquerda em relação à adopção de crianças por pares de invertidos?

 

Aparentemente, nenhuma.

Qual é a diferença entre a posição de Manuela Ferreira Leite e a do Bloco de Esquerda em relação à adopção de crianças por pares de invertidos?

 

Aparentemente, nenhuma.

Domingo, 8 Dezembro 2013

Definição de “Daniel Oliveira”

 

Um radical de esquerda é um descendente ideológico dos antigos puritanos cristãos que, com a passagem do tempo e das gerações, chegaram à conclusão de que são mais santos do que o próprio Deus.

Quarta-feira, 13 Novembro 2013

A narrativa do Daniel Oliveira: “¿Democracia? Sim! Mas sem capitalismo!”

 

Eu não sei como é possível ser contra o capitalismo e, simultaneamente, defender "o aumento do consumo no mercado interno". Quem ler este relambório do Daniel Oliveira, chega à seguinte conclusão: ele não é comunista, mas é contra o capitalismo!

É assim que o Bloco de Esquerda e a Esquerda moderna (e de "vistas largas"!)  se apresentam aos povos da Europa:

melancia«Nós não somos comunistas (cruzes canhoto!). O que nós somos é contra o capitalismo — o que é (evidentemente!) uma coisa muito diferente!

O facto de sermos contra o capitalismo não significa que sejamos comunistas, porque somos a favor do capitalismo de Estado. Ora, ser a favor do capitalismo de Estado não tem (absolutamente!) nada a ver com o comunismo.

E por isso é que fazemos uma análise crítica da China: porque os chineses são simultaneamente comunistas e capitalistas de Estado — o que é uma contradição em termos. ¿Perceberam? Não?!!!! Então votem no Bloco de Esquerda que a gente explica!»

Terça-feira, 5 Novembro 2013

O “nosso querido papa Francisco”, ou o Antístenes moderno que procura a glória

 

Quando o Daniel Oliveira solta loas ao Papa Francisco I, alguma coisa está errada: ou o Daniel Oliveira pensa que o Papa se aproxima das teses do Bloco de Esquerda, ou encontra-se num processo de metanóia reaccionária.

É claro que o Daniel Oliveira não se preocupa com a ostentação da pobreza do Papa — porque a pobreza também pode ser ostensiva: por exemplo, a pobreza do cínico: a ostentação da pobreza escondida sob a capa rota e depauperada de Antístenes, o cínico, que, seminu e envolto na sua capa rota, dizia que Platão era um vaidoso e que “se comportava como um cavalo que se pavoneia”. E Sócrates, vendo que Antístenes exibia ostensivamente a parte mais degradada da sua capa, dizia-lhe: “ Vejo, pelo teu manto, ó Antístenes, que procuras a glória!” [citação de Diógenes Laércio].

Pois, assim é: “vejo pelo teu manto, ó Francisco, que procuras a glória!”

diogenes webO que preocupa Daniel Oliveira é a necessidade da diluição dos símbolos da Igreja Católica. Tudo o que seja a destruição do simbolismo católico é caro a Daniel Oliveira. E por isso é que ele pretende escrever como um católico, sendo ateu e marxista.

E depois, o Daniel fala com toda a veneração possível, na tolerância e na humildade do “querido papa Francisco”.

Ah!, a tolerância! Como é bela a tolerância! E mais bela ainda é a “tolerância repressiva” segundo o evangelho do nosso camarada Marcuse! E mais belo, ainda, foi quando o “nosso querido papa Francisco” despediu dois jornalistas da Rádio Vaticano por lhe tecerem críticas em um jornal da cidade de Roma. É que o “nosso querido papa Francisco” pratica a tolerância boa contra aqueles que praticam a tolerância má.

Domingo, 20 Outubro 2013

Algumas considerações acerca do marxista Daniel Oliveira

 

“Os bárbaros era governados pela violência e os escravos eram obrigados a trabalhar: e uma vez que a acção violenta e o trabalho pesado se assemelhavam, na medida em que não precisam da palavra para ser efectuados, bárbaros e escravos eram άνευ λόγου 1 , significando isto que as suas relações não primavam pelo uso da palavra. O trabalho, para os gregos, era essencialmente um assunto privado, não político, mas a violência implicava uma relação e estabelecia um contacto, ainda que negativo, com os outros homens.

A glorificação que Marx faz da violência contém, assim, a negação mais especifica do λόγου 2 , da palavra, essa forma de relacionamento diametralmente oposta e que tradicionalmente se considerava mais próxima do Homem. A teoria marxista das super-estruturas ideológicas repousa, no fim de contas, nessa hostilidade de cunho anti-tradicionalista, que o autor 3 manifesta em relação à palavra e na concomitante glorificação da violência. ”

(Hannah Arendt, “Entre o Passado e o Futuro”, Relógio d’Água Editores, 2006, pág. 37)


"Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos daniel oliveira obama png webos cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem."

(Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”)


“Tentar manter boas relações com um comunista é como fazer festas a um crocodilo. Nunca sabemos se devemos afagá-lo debaixo do queixo ou bater-lhe por cima da cabeça. Quando abre a boca, nunca sabemos se está a sorrir ou a preparar-se para nos comer.”

(Winston Churchill)


1. άνευ λόγου : grego, que significa "sem discurso".
2.
λόγου : grego, que significa "discurso".
3. Karl Marx.

Sábado, 19 Outubro 2013

Para o Bloco de Esquerda, o nacional-socialismo é “extrema-direita”

 

NATIONAL SOCIALISM: A LEFT-WING MOVEMENT

by Povl H. Riis-Knudsen

*originally written for Nordland Foblag

nazi white pride«For far too many years it has been widely accepted that National Socialists are extreme right-wingers, and only rarely have they hesitated to refer to themselves as such. At a certain point, however, it became the official policy of the World Union of National Socialists to avoid the term "right-wing," claiming that National Socialism does not fit into the pattern of "right" and "left" and instead ought to be considered as standing above this distinction. This most certainly was a step in the right direction, but at this time and within the context of the current struggle it might, however, be a good idea to reconsider the whole question about political wings and make a few points clear concerning the meaning of the terms "right" and "left" and their application to today’s political scene.»


Entre o nazismo do Bloco de Esquerda e a extrema-direita de Passos Coelho, tem que existir um meio-termo virtuoso, em que o Estado e a soberania dos países são assumidos sem quaisquer radicalismos, e em que a tradição, os valores cristãos da ética e a cultura são respeitados.

Para o Bloco de Esquerda, o controlo férreo da economia de um país é característica de “extrema-direita”. Esta história está muito mal contada. Ou, como dizia o nazi Goebbels: “Uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”. A Esquerda e os me®dia esquerdistas do pós-guerra continuam a utilizar o slogan de Goebbels.

O facto de o partido nazi ser anti-Estalinista não significa que tenha sido de extrema-direita: muitos movimentos socialistas europeus daquela época (incluindo os sociais-democratas alemães) foram anti-Estalinistas.

De facto, a extrema-direita é aquela que defende um Estado tão minimalista que um país e um povo inteiro se tornam servos da plutocracia internacional. Extrema-direita é Passos Coelho, ou pelo menos parece ser.

(more…)

Domingo, 1 Setembro 2013

Um artigo científico para Isabel Moreira ler

A deputada lésbica do Partido Socialista, Isabel Moreira, afirmou, numa entrevista, que é preciso “separar a maternidade dos afectos”, fazendo alusão à necessidade de vulgarização do negócio das “barriga de aluguer”. O sítio scientificamerican.com publica um artigo interessante acerca da relação entre a mãe e o nascituro.

Isabel Moreira não sabe o que diz – quando a vemos na televisão, com aquele ar postiço de doutorice asnal, com uma pose de quem sabe muitas coisas mas não consegue explicar-se, com aquela ignorância bem escondida por detrás de um alvará de inteligência.

- Cientistas descobriram que células do nascituro coexistem no cérebro da mãe .

mom-web.jpg«The link between a mother and child is profound, and new research suggests a physical connection even deeper than anyone thought. The profound psychological and physical bonds shared by the mother and her child begin during gestation when the mother is everything for the developing fetus, supplying warmth and sustenance, while her heartbeat provides a soothing constant rhythm.

The physical connection between mother and fetus is provided by the placenta, an organ, built of cells from both the mother and fetus, which serves as a conduit for the exchange of nutrients, gasses, and wastes. Cells may migrate through the placenta between the mother and the fetus, taking up residence in many organs of the body including the lung, thyroid muscle, liver, heart, kidney and skin. These may have a broad range of impacts, from tissue repair and cancer prevention to sparking immune disorders.»

Sábado, 31 Agosto 2013

A piropofobia da Adriana Lopera e a psicologia do piropo

O jornal Púbico publica algumas frases de Adriana Lopera, a piropófoba do Bloco de Esquerda , como segue:

“O assédio verbal é uma frase que um homem diz a uma mulher no espaço público, na rua. Por exemplo, num metro cheio, ninguém diz nada porque sabe que está a fazer algo de errado. O piropo, algo bonito, que um amigo ou um companheiro nos diz baseia-se numa relação humana“,

“Está a falar do nosso corpo, da nossa estrutura física, é sobre nós, vindo de um estranho e nós não pedimos opinião. Isso é agressão verbal“.

Há pessoas muito amargas e amargadas pela vida, e não há nada mais a fazer senão tentar compreender essa amargura. Parece ser este também o caso de Adriana Lopera, feminista encardida do Bloco de Esquerda. Vamos desconstruir os seus (dela) pseudo-argumentos.

(more…)

Sexta-feira, 30 Agosto 2013

Duas lésbicas do Bloco de Esquerda querem proibir os piropos

“Ó Jóia!, vem cá ao Ourives!” (piropo)

piropo-masculino.jpg

Chego a sentir pena das lésbicas, tão frustradas são por não terem homem. E em função dessa frustração inconsciente, querem proibir as mulheres em geral de qualquer contacto com homens. A verdade é que o piropo não é só masculino: a mulher também tem a sua forma peculiar de piropo que passa por uma abordagem indirecta, ao passo que o piropo masculino é directo.

piropo-mulher.jpg

O Bloco de Esquerda é um partido político incoerente: por um lado, é o paladino da expressão pública desbragada e incontrolada do desejo homossexual e das paradas gay; mas, por outro lado, quando se trata dos relacionamentos entre os dois sexos, pretende proibir a expressão pública do desejo.

Muitos casamentos felizes e famílias unidas começaram com um piropo. Ele há piropos e piropos.

Segunda-feira, 26 Agosto 2013

Sérgio Lavos, um filho de puta

Filed under: Esta gente vota — orlando braga @ 10:07 am
Tags:

«Sinto nojo de viver num país onde o Presidente da República mantém-se em silêncio durante semanas, não proferindo qualquer declaração pela morte de três bombeiros no combate aos incêndios, e vem lamentar a morte de um dos filhos de puta do nosso ajustamento, António Borges de seu nome, o homem que se regozijava com o abaixamento dos salários e com a pobreza geral dos portugueses. Ter um presidente da República abaixo de cão dá nisto. »

- dixit Sérgio Lavos, um filho de puta

Existe uma diferença entre um filho da puta, por um lado, e um filho de puta, por outro lado. No primeiro caso, a puta é indefinida; no segundo caso, o filho da puta tem nome próprio. Um indivíduo que afirma que alguém que faleceu há dois dias é um “filho de puta”, só pode ser “filho de uma grandessíssima alternadíssima puta”: só uma perversidade endógena e hereditária pode justificar tal comportamento.

Tipos como o Sérgio Lavos, gostaria de os encontrar cara a cara. Deus o livre que isso aconteça.

Página seguinte »

The Rubric Theme Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 449 outros seguidores