perspectivas

Sexta-feira, 22 Maio 2015

Dez deputados socialistas apoiaram a lei do cultivo de marijuana do Bloco de Esquerda

 

“PSD, CDS e PCP rejeitaram hoje, na generalidade, o projecto do Bloco de Esquerda que pretendia legalizar o cultivo de canábis para consumo pessoal e criar um enquadramento legal para a existência de clubes sociais de canábis.

O diploma do Bloco de Esquerda teve o apoio de dez deputados socialistas: Maria Antónia Almeida Santos, João Paulo Pedrosa, Paulo Campos, João Galamba, Elza Pais, Vieira da Silva, Pedro Nuno Santos, Isabel Moreira, Pedro Delgado Alves e Gabriela Canavilhas.”

PSD, CDS e PCP chumbam projecto do Bloco para legalizar cultivo de canábis

Dez deputados socialistas já é alguma coisa. António Costa pode ter esperança.

antonio costa marijuana web

Quinta-feira, 14 Maio 2015

Por detrás do nominalismo radical “de género” do Bloco de Esquerda está uma religião política totalitária

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 11:59 am
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“É importante que rapidamente se passe à elaboração de leis respeitadoras da auto-determinação das pessoas, da democratização do género que deixe de ter as velhas gramáticas binárias e passe a poder compreender o género como diversidade.”

O género como democracia (via)

1/ A qualidade do que é diverso — a “diversidade” — é muitas vezes confundida com o “outro”, entendido como “contrário do mesmo”; mas este adjectivo (“diverso”) deveria utilizar-se para aquilo que implica não só a multiplicidade e a diferença em relação ao “mesmo”, mas ainda e sobretudo para aquilo que leva esta multiplicidade e esta diferença até ao infinito virtual (possível ou em potência) ou actual (em acto).

O “diverso” — se for apresentado no sentido de “diversidade” na citação em epígrafe — reúne em si tudo o que não pode ser incluído no discurso filosófico e/ou científico. O “infinito” designa aquilo que não tem limites, sejam estes actual- ou absolutamente “impossíveis” ou “possíveis” (por exemplo, neste último caso, o tempo).

O infinito — que o conceito de “diversidade” implica — em ciência política, é uma impossibilidade objectiva; transforma a ciência política em um dogma controlado de uma forma arbitrária por uma determinada colecção de indivíduos alcantilada ao Poder.

Neste cenário, qualquer tipo de categorização (concepção de categorias) é tida como uma forma de “opressão”, e a categorização, possível e tolerável, é reduzida ao indivíduo (cada indivíduo é uma categoria, um átomo diferente de outro átomo mas tratado de forma igualitária pela elite política; a atomização da sociedade): estamos em presença de um dogma de uma religião política que nega não só a filosofia e até a ciência, mas também nega a própria sociedade enquanto tal (seja esta qual e como for).

2/ o nominalismo é uma forma de ver o mundo segundo a qual este é compreendido como sendo composto exclusivamente por objectos particulares (sem interligação com outros objectos, sem categorias), e o conhecimento e os conceitos são reduzidos ao conhecimento de objectos particulares e independentes.

O nominalismo radical elimina a interacção entre seres humanos, e concebe o uso da linguagem em um contexto de abstracção da interacção social. O nominalismo radical, quando aplicado em política, leva à atomização da sociedade que é a melhor forma de a controlar.

3/ por detrás do nominalismo radical do Bloco de Esquerda está uma religião política totalitária.

Quarta-feira, 29 Abril 2015

O discurso absurdo do politicamente correcto é que não tolera o absurdo no discurso

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 3:48 pm
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Uma das características nefastas do politicamente correcto é a incapacidade da assunção do absurdo, exactamente porque vive e alimenta-se do absurdo. Na companhia de um grupelho politicamente correcto, é impossível contar uma anedota de alentejanos sem que sejamos olhados de soslaio; e uma anedota de gays, então, nem sequer tem direito a um sorriso amarelo.

Muitas vezes as anedotas são de mau gosto; mas não deixam de ser anedotas. Mas Francisco Louçã, e outros da sua (dele) laia, entendem o anedotário à letra: não concebem o absurdo no discurso talvez porque pretendam ter o monopólio cultural do absurdo. E sem a imposição do absurdo “intelectual” na sociedade, teríamos o Francisco Louçã a cavar batatas.

Segunda-feira, 23 Março 2015

Catarina Martins, o Bloco de Esquerda e as “medidas de natalidade”

Filed under: Política,politicamente correcto,Portugal — O. Braga @ 7:00 am
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Lemos aqui um artigo que nos fala de Singapura e como este pequeno país está em extinção por ter a mais pequena taxa de natalidade do mundo. Durante as décadas de 1960 e 1970, o governo de Singapura lançou campanhas de infertilização das suas mulheres e de aborto gratuito; porém, na década de 1980 tentou inverter, sem sucesso, a situação de natalidade negativa quando se verificou que o país caminhava a passos largos para a extinção. E esse insucesso tem a ver com os valores que foram inculcados na cultura antropológica dos habitantes de Singapura.

Singapura, tal qual a conhecemos hoje, tem certamente os seus dias contados. catarina-martins-neanderthal-web

O Bloco de Esquerda (na companhia do Partido Comunista) foi o paladino-mor da defesa do aborto gratuito e pago pelo Estado — portanto, aborto para toda a gente, a nossas expensas, através dos nossos impostos. Foi também o grande defensor da proliferação, através dos Centros de Saúde, de todo o tipo de anti-conceptivos a baixo custo e subsidiados pelo Estado, através do famigerado “planeamento familiar”.

O resultado está à  vista: Portugal, tal como  Singapura, está em extinção.

Agora, tal como a criminosa que pensa que não deixou impressões digitais no local do crime, a Catarina Martins e o Bloco de Esquerda vêm propôr “medidas para aumentar a natalidade”. Depois de terem contribuído decisivamente para a destruição da cultura antropológica portuguesa tradicional e da família natural, o Bloco de Esquerda vem agora fazer de conta de que não teve nada a ver com a criação do problema.

Quando a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, em um discurso recente dirigido a jovens universitários, lhes disse (mais ou menos isto):

“vocês são jovens: multiplicai-vos: não estejam à  espera do melhor momento para terem filhos, porque esse melhor momento, ideal, nunca chegará”,

ela traduziu em palavras o bom-senso que pode garantir o futuro do nosso país. Não sei se ainda se vai a tempo de evitar o desastre, porque a cultura antropológica portuguesa foi já formatada por uma ideologia niilista de que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são os principais responsáveis — mas também o Partido Socialista de gentalha como a Isabel Moreira, e mesmo do Partido Social Democrata de feminazistas como a deputada Teresa Leal Coelho ou a ministra da justiça Paula Teixeira da Cruz.

Tal como o problema demográfico português se apresenta hoje — ou a nação, a cultura e a língua portuguesas históricas se extinguem, e o país é ocupado por gente de outras paragens, ou então este processo de extinção da nação portuguesa só pode ser revertido através da suspensão do liberalismo político e da repressão violenta do movimento revolucionário em geral. Não há terceiro excluído.

Domingo, 22 Fevereiro 2015

Resquícios do Neanderthal em Portugal

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 7:28 pm
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catarina-martins-neanderthal-web

Quinta-feira, 25 Setembro 2014

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido como partido político

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:49 am
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“Um ano depois de ter trazido o piropo para a discussão pública com uma primeira intenção de o criminalizar, o Bloco de Esquerda insiste no assunto. O partido leva esta quarta-feira à discussão no plenário do Parlamento uma proposta que classifica como crime o assédio sexual – onde se inclui o assédio verbal – e outra para perseguição.”

Bloco leva piropo ao Parlamento com punição até três anos

Por detrás do aparente libertarismo do Bloco de Esquerda está um totalitarismo feroz que se revela a espaços. ¿O que leva um partido político a considerar o piropo — por mais ordinário que seja — uma forma de “assédio sexual”?!


És como um helicóptero: “gira” e “boa”.
Ó fêvera!, junta-te aqui à brasa.
Ó jóia!, anda aqui ao ourives.
Ó filha!, aperta aqui que é mais fofo.
Ó jeitosa!, és mais apertadinha que os rebites de um submarino.
¿Andas na tropa? É que já marchavas…
Tantas curvas e eu sem travões!
¿Usas cuecas TMN? É que tens um rabinho que é um mimo.
Ó filha!, agora já percebo porque é que tenho a talocha nas mãos.
Ainda dizem que as flores não andam.
Que rica sardinha para o meu gatinho!
Só a mim é que não me calha uma destas na rifa!


O assédio sexual, conforme previsto no Código Penal, implica uma qualquer situação de dependência em relação ao agressor (ou agressora) — seja uma dependência económica, hierárquica, social, etc.. — que retira à vítima o seu direito ao exercício de livre-arbítrio. Ora, não vejo como é que um trolha empoleirado em um andaime estabelece uma relação de poder ou de domínio sobre uma qualquer “boazona” que passa.

O Bloco de Esquerda pretende proibir o discurso — qualquer discurso. Esta coisa abstrusa de tentar transformar um piropo em um crime punível com pena de prisão faz parte de uma visão estratégica orwelliana de proibição do discurso.

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido como partido político. Um partido que se arvora exclusivista no discurso, pretendendo punir criminalmente todo o discurso que não seja o seu, deveria ser extinto e os seus caudilhos deveriam ser presos por crime de atentado contra a democracia.

Quinta-feira, 11 Setembro 2014

Os dirigentes do Bloco de Esquerda andam a “snifar boé de coca”

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:07 am
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“É uma péssima notícia para o povo europeu, porque facilmente se percebe que Carlos Moedas não tem quaisquer pergaminhos na área da educação e ciência”.

Mariana Mortágua, deputada e dirigente do BE

Eu sempre ouvi dizer que existem “povos europeus” (no plural), mas é a primeira vez que ouço falar em “povo europeu”. “Povo europeu” pressupõe a existência de uma nação europeia; e, que eu saiba, não existe uma nação europeia. Nunca existirá!

Anda muito “drunfo” a circular nas cabeças dos dirigentes do Bloco de Esquerda. Se eles conseguem ver na Europa um “povo europeu”, imagine o leitor as doses de cocaína que aquela gente anda a snifar! Trata-se de um caso de polícia.

Domingo, 7 Setembro 2014

O perigo que representa António Costa em um possível governo socialista

 

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escreve aqui (e bem!) um artigo acerca da recente supressão dos brasões das antigas possessões ultramarinas na Praça do Império, em Lisboa. O vereador radical da Câmara Municipal de Lisboa responsável por aquele acto de vandalismo político e cultural, faz parte do elenco camarário da cidade de Lisboa liderado por António Costa.

jacobinosTrata-se de um prenúncio do que pode acontecer com um governo de António Costa: a esquerda mais radical entrará em um futuro governo socialista pela “porta do cavalo”; o Bloco de Esquerda terá luz verde para vandalizar Portugal em larga escala, por exemplo, mudando nomes das ruas e de freguesias que tenham uma conotação religiosa, eliminando feriados religiosos, nacionalizando igrejas e transformando-as em museus depois de lhes ter obliterado o nome histórico — em suma, um pouco como o que aconteceu com o jacobinismo da I República.

Talvez as pessoas, em geral, não se tenham dado conta: estamos a viver um prelúdio de um PREC [Processo Revolucionário em Curso] suave, porque ataca a sociedade pela cultura antes de chegar à economia. A esquerda radical chegou à conclusão que não pode actuar na economia sem formatar primeiro a cultura do povo.

A estratégia dos radicais (tolerados por António Costa) já não é a da década de 1970, em que a economia foi nacionalizada mas depois houve uma inversão contra-revolucionária; agora, pretendem lobotomizar o povo, destitui-lo de auto-estima histórica, imbuir na cultura portuguesa um sentimento de culpa em relação à História que paralise a acção da construção do futuro — porque um povo sem passado não tem futuro.

O que António Costa e os jacobinos que o acompanham pretendem é roubar o passado a Portugal, para que, colocados sem perspectiva de futuro, o povo baixe os braços e aceite uma intervenção radical e comunista na economia sem qualquer reacção.

Sábado, 16 Agosto 2014

“Pelo cu; políticas anais” em nome do progresso

 

Existe um partido político espanhol semelhante ao Bloco de Esquerda que dá pelo nome de “Podemos”. Uma das activistas mais notórias do referido partido, Beatriz Gimeno, escreve o seguinte no seu blogue:

“Me gustaría contribuir a problematizar la siguiente cuestión: dado el profundo simbolismo asociado al poder y a la masculinidad que tiene en la cultura patriarcal la penetración (a las mujeres), ¿qué podría cambiar, que importancia cultural tendría una redistribución igualitaria de todas las prácticas, de todos los placeres, de todos los roles sexuales, incluida la penetración anal de mujeres a hombres?”

Ela está a falar a sério! Isto não é para rir!

“Me interesa mucho el culo masculino como lugar de la vergüenza y como espacio altamente simbólico donde se concentra la pasividad entendida como feminización (degradante) y como lugar de placer inasumible para los hombres heterosexuales.

La penetración anal o vaginal tiene importantes significados simbólicos en torno a los cuales se concentra una parte importantísima del discurso sexual patriarcal especialmente en lo que hace referencia a la feminidad/pasividad (impotencia) y masculinidad/actividad (agencia, potencia) Y, sin embargo, el ano es una de las principales zonas erógenas para hombres y mujeres, pero especialmente para los hombres.

Estoy convencida, cada vez más, que para que se produzca un verdadero cambio cultural tienen que cambiar también las prácticas sexuales hegemónicas y heteronormativas y que sin ese cambio, que afecta a lo simbólico y a la construcción de las subjetividades, no se producirá un verdadero cambio social que iguale a hombres y mujeres.”

Ou seja, para as feministas e para os progressistas, a sexualidade feminina é equivalente ao sexo gay. E por isso, tomar no cu deve tornar-se obrigatório, para que os homens e mulheres sejam iguais.

Domingo, 29 Junho 2014

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido por lei

 

“Este ano, a 9.ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto tem como tema a família LGBT e a parentalidade LGBT.”

Bloco de Esquerda vai levar co-adopção ao parlamento em Setembro

Segundo o Bloco de Esquerda, existe uma “família LGBT” e uma “parentalidade LGBT”.

Aparentemente, e seguindo este raciocínio, a “família” é concebida como uma marca de automóvel: existem as marcas Opel, Mercedes, Renault, etc.. Mas é só aparentemente, porque, segundo o raciocínio do Bloco de Esquerda, os conceitos de “família LGBT” e de “parentalidade LGBT” não têm definição — uma vez que LGBT é uma sigla genérica para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros.

Teríamos, por isso, que conceber, por exemplo, uma “família de bissexuais”, ou uma “família de transgéneros” que, segundo o Bloco de Esquerda, também deveriam ter direito a adoptar crianças.

Ou seja, o Bloco de Esquerda defende a ideia segundo a qual um “casal de transgéneros” também deveria ter o direito a adoptar crianças — o que é um absurdo, porque o transgénero procura quase sempre o sexo oposto ao daquele que se diz ser o seu, a não ser que exista um “transgénero lésbico” ou uma “transgénera gay” (um azar nunca vem só!). Portanto, o conceito de “casal de transgéneros” não é praticamente materializável na realidade.

Por outro lado, por exemplo, um “casal de bissexuais” proclamado por lei, embora possa existir na prática, é suruba. Já imaginaram um “casal de bissexuais” a adoptar crianças?! É “swing”, na certa. E o Bloco de Esquerda pretende incluir as crianças dentro de um ambiente de deboche sexual.

O Bloco de Esquerda pretende transformar a adopção de crianças como parte de um processo político de aculturação do “síndroma do bonobo”.

Terça-feira, 27 Maio 2014

As novas causas fracturantes do Bloco de Esquerda

Filed under: A vida custa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 8:09 am
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O Bloco de Esquerda necessita urgentemente de novas causas fracturantes, sob pena de o partido cair no olvido e quiçá na extinção. Por isso, e como simpatizante manifesto e reconhecido do Bloco de Esquerda, faço aqui algumas sugestões:

  • legalização da distribuição gratuita de heroína e cocaína através da rede de farmácias (para além da marijuana e do haxixe);
  • legalização da eutanásia a pedido do cliente, em hospital público e grátis;
  • legalização da eutanásia para crianças com qualquer deficiência;
  • legalização da eutanásia coerciva para os idosos;
  • reconhecimento da necrofilia como orientação sexual e legalização do casamento necrófilo;
  • regulação legislativa do direito do cidadão à licantropia;
  • regulação do direito dos mendigos a cagar livremente na relva dos parques ou jardins públicos.

Segunda-feira, 17 Março 2014

O doutor miraculoso

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:46 am
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joao semedo web

Respigado aqui.

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