perspectivas

Segunda-feira, 18 Setembro 2017

O Frei Bento Domingues é um porco

 

Eu tenho dito aqui do Frei Bento Domingues o que o Maomé nunca diria do toucinho, e por isso concordo com o que foi escrito aqui; mas o texto é benigno, em minha opinião.

papa-chico-comuna-webO problema que temos na imprensa portuguesa é o de que gente como o Frei Bento Domingues ou o Anselmo Borges não sofrem qualquer contraditório, têm as latrinas da opinião escatológica livres para a defecação ideológica que levam a cabo — porque gente que se diz “católica” e que têm acesso aos me®dia, como por exemplo Bagão Félix ou João César das Neves, acobardam-se (para não falar na própria Igreja Católica portuguesa que se manifesta através de um silêncio tumular).

Vamos ser directos: o Frei Bento Domingues é um porco.

O Frei Bento Domingues utiliza a lógica da Teoria Crítica aplicada à instituição da Igreja Católica.

O objectivo primevo da Teoria Crítica era o de “minar” todas as instituições da sociedade ocidental através de uma crítica “picareta”: criticar, criticar, criticar, sempre a criticar sem apresentar alternativas às instituições que existem. As instituições da civilização ocidental coincidiam com aquilo a que Karl Marx chamou de “super-estrutura”, que nada mais era senão o resultado da ética e a moral cristãs.

A mesma lógica da Teoria Crítica é utilizada pelo Frei Bento Domingues para “minar” a instituição que é a Igreja Católica: critica, critica, critica, e a alternativa que apresenta à instituição da Igreja Católica é a ausência de uma estrutura eclesiástica — ou seja, o porco defende, em termos práticos, o fim da Igreja Católica enquanto tal.

O João César das Neves escreveu um longo artigo em que pretendia demonstrar que o papa Chico não é marxista; e apenas demonstrou por que razão os economistas deviam restringir a sua opinião à economia.

O papa Chiquinho, o Frei Bento Domingues, o Anselmo Borges, por exemplo, partem de uma base ideológica que influenciou decisivamente o Concílio do Vaticano II : a chamada Nova Teologia que surge do pensamento de teólogos protestantes do século XX, como por exemplo, Karl Bath, Rudolf Bultmann ou mesmo Dietrich Bonhoeffer.

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Podemos descrever a Nova Teologia em sete pontos principais:

  1. A Nova Teologia tende a separar a fé, por um lado, da religião, por outro lado; e mesmo a contrapôr a fé à religião.
  2. A fé, segundo a Nova Teologia, pode e deve prescindir de todo e qualquer elemento sobrenatural.
  3. Deus não é transcendente — no sentido de ser uma substância ou uma realidade qualquer separada da Natureza e do mundo, e dotada de causalidade própria, podendo intervir nos acontecimentos do mundo e modificá-los.
  4. A transcendência negada a Deus (pela Nova Teologia) constitui, pelo contrário, a índole da realidade humana (influência do Existencialismo). “O transcendente não é um dever-ser infinito e inatingível (Deus), mas sim o homem próximo, determinado de vez em quando, e atingível”. → Bonhoeffer
  5. Jesus Cristo incorpora a noção de “transcendência” do ponto anterior.
  6. A Nova Teologia partilha o Milenarismo dos primeiros cristãos, mas tende a dar à escatologia um sentido puramente mundano (a utopia do Mundo Melhor, em que os seres humanos serão perfeitos e o Mal será erradicado do mundo: acontecerá, então, o paraíso na Terra).
  7. Com a negação do valor da religião, por um lado, e de todas as formas de culto religioso, por outro lado, a Nova Teologia tende a identificar-se ou com a ética (filosofia), ou com a política.


É claro que o João César das Neves não viu marxismo nenhum no papa Chicão, porque o marxismo dele está “escondido” (por assim dizer) na Nova Teologia; mas se analisarem bem as posições filosóficas e políticas do papa-açorda Chiquinho e dos cagalhões que o apoiam, verificarão que se baseiam claramente na Nova Teologia que sempre pretendeu destruir a Igreja Católica.

Por outro lado, a Nova Teologia está na base da formulação da Teologia da Libertação; quando o João César das Neves diz que o Chico “não segue o marxismo” da Teologia da Libertação, até pode ter aparentemente alguma razão; mas o burrinho não consegue ver que na base da Teologia da Libertação está o marxismo (panteísta, imanente, da esquerda hegeliana) previamente embutido na Nova Teologia.

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O Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges — e o Chiquito —, e gente dessa laia, podem enganar meio mundo; mas não enganam o mundo inteiro. E nem de propósito, um texto acerca da posição do cardeal Müller em relação ao Chicozito:

O Cardeal Müller acusa o Papa Francisco de não basear sua autoridade magisterial numa teologia “competente”.

Incomoda ao cardeal que o papa pense que “a religião e a política são uma coisa só”. O Cardeal denuncia que o Papa se preocupa mais por “questões de diplomacia e poder do que pelas questões da fé”. A fé cristã deveria estar no centro e o Papa deveria ser simplesmente um “servo da salvação”.

Pois é!: a Nova Teologia não deixa o Chiquinho ser católico.

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Quarta-feira, 13 Setembro 2017

O papa estúpido

 

O Chico está a estudar uma maneira de dar a volta à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, de forma a que a Igreja Católica aceite e recomende a pílula-do-dia-seguinte, por exemplo; e isto numa altura em que estudos científicos comprovam que as pílulas anticoncepcionais prejudicam seriamente a saúde das mulheres que as tomam.

Logicamente que o próximo passo do Chico será a aceitação do aborto por parte da Igreja Católica. O Anselmo Borges deve andar feliz.

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É este mesmo cabrão (um enorme filho de uma puta!) que diz que “quem não acredita no Aquecimento Global Antropogénico é um estúpido”. Ou melhor: quem não acredita nas “alterações climáticas”, porque o conceito de Aquecimento Global Antropogénico já deu com os burros na água porque existe o Sol — quem lhes dera que o Sol não existisse!, em nome da “ciência”!

Quem ouvir este tipo de besta pensa que o planeta Terra nunca teve “alterações climáticas”. Segundo essas bestas bípedes, só agora é que existem “alterações climáticas”. E mais!: declaram (em nome da ciência!) que controlam o curso do clima e que conhecem o futuro das “alterações climáticas”! –> A mesma ciência que no século XIX (por exemplo, com Ernst Haeckel) defendeu a ideia segundo a qual “a célula viva era uma coisa muito simples e que tinha surgido espontaneamente da lama”.

“Puta que os pariu!” (Luiz Pacheco).

Sábado, 9 Setembro 2017

Que o Anselmo Borges não se cruze comigo

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico — O. Braga @ 11:54 am

 

O meu sentimento em relação a Anselmo Borges é o de um ódio visceral, porque ele aproveita-se da tribuna pública que tem à sua disposição para espalhar um ódio comedido e hipócrita em relação à Igreja Católica. Isto é como na guerra: odiamos o inimigo que está à nossa frente apenas porque queremos proteger os amigos e a família que estão atrás de nós.

O Anselmo Borges acha que Hans Küng ou Leonardo Boff são “teólogos católicos”, e que são teólogos importantes que qualquer católico deve ler, e quiçá seguir. E depois critica o “achismo” dos outros! É caso para dizer: puta-que-pariu!

« Por exemplo, Häring, que enfrentou a velha moral, sempre aberto a conceder os sacramentos aos divorciados recasados e que nunca aceitou o princípio da condenação dos métodos anticonceptivos, defendendo a "paternidade responsável", disse depois ele próprio a Alcaína que "preferia encontrar-se frente a um tribunal de Hitler a encontrar-se outra vez no Palácio do Santo Ofício". »

Anselmo Borges

Para o Anselmo Borges, a ética muda consoante as épocas: há uma ética velha e uma ética nova.

É claro que, para o Anselmo Borges, aplica-se a falácia ad Novitatem: a ética nova é (para ele) melhor do que a ética velha — isto se considerarmos que a ética está para a moral como o musicólogo está para a música — : só uma besta quadrada e uma mente esclerosada pensa desta maneira! E depois, a cavalgadura critica o “achismo” do povo!

Para o Anselmo Borges, a “paternidade responsável” passa pela aprovação moral do aborto que ele próprio defendeu aquando do último referendo abortadeiro (terá que haver outro referendo, com a pergunta: “ ¿Você concorda em pagar do seu bolso o aborto dos outros? ”).

O resto do texto revela a filha-da-putice do personagem, a ponto de eu poder afirmar aqui peremptoriamente: se o Anselmo Borges tiver o azar de me aparecer à frente, tem garantida uma estadia de pelo menos um mês no hospital — porque eu, depois do que tenho visto, já não me importo de passar o resto da minha vida numa prisão.

Sexta-feira, 8 Setembro 2017

A Igreja Católica do papa Chico, do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues

 

Terça-feira, 25 Julho 2017

O absurdo da teologia do Frei Bento Domingues

 

Não é preciso ser teólogo para verificar o absurdo na “teologia” do Frei Bento Domingues.

“O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, dirigiu uma Carta aos Bispos diocesanos — ou àqueles que, por direito, lhe são equiparados — para lhes recordar o dever de vigiarem a qualidade do pão e do vinho destinados à Eucaristia e à idoneidade daqueles que os fabricam. Um amigo, pouco versado na linguagem litúrgica, reagiu: querem ver que a ASAE já chegou à Missa!? Acrescentei: ou será que já andam para aí a celebrar com broa de milho?

Esta Carta […] liga a verdade e a eficácia sacramental da Eucaristia à pureza de um cereal — o trigo — e ao produto da videira, o vinho fermentado ou não.

Urge uma alteração de paradigma na teologia dos sacramentos e da liturgia.”

Frei Bento Domingues : ¿Jesus não gostava de broa?


Temos aqui uma descrição hipotética da última ceia de Jesus Cristo.

Sendo hipotética ou não, ou tendo sido de outra forma, existiu — para além do conteúdo — com certeza uma forma que tradicionalmente se opõe à matéria bruta. É o formal, que respeita à forma, por oposição ao material: a distinção lógica entre verdade formal e verdade material permite precisar dois tipos de critérios que devem satisfazer os enunciados ou raciocínios, para serem verdadeiros: conformidade “formal” às regras da lógica, e adequação ao conteúdo — e portanto, adequação do sentido — dos enunciados à realidade a qual se referem.

Ou seja, a crítica do Frei Bento Domingues à preocupação do cardeal Sarah com o formalismo eucarístico é simultaneamente uma crítica a qualquer conteúdo ideológico ou de sentido que a forma requerida implica. Mas os historiadores, ao fazerem a reconstituição do menu da última ceita de Jesus Cristo, revelaram (para além do conteúdo ideológico) o simbolismo da forma que contribuiu também para dar sentido ao acontecimento.

Ou, por outras palavras, o Frei Bento Domingues é estúpido — porque ele parece preocupar-se com o conteúdo [da Eucaristia], sem que demonstre uma equivalente preocupação com a forma. E conteúdo sem forma é o absurdo, não tem sentido nenhum.

Sexta-feira, 14 Julho 2017

O Anselmo Borges, o Macron e a certeza do futuro

Filed under: Anselmo Borges,Europa,Macron,papa Chico,União Europeia — O. Braga @ 6:12 pm

 

O Anselmo Borges escreveu mais uma pérola; desta vez é uma apologia à certeza do futuro do Macron (o papa Chico deve estar em férias).

Antes da queda da URSS, o comité central do Partido Comunista da ex-União Soviética decidiu que teria que “haver mais socialismo”; dois anos depois, caiu o muro de Berlim; e o socialismo “foi prá conamaim”.

O Macron e os estúpidos como o Anselmo Borges dizem que “é preciso mais Europa” — alegadamente por causa da economia chinesa, por exemplo. O que o Anselmo Borges não sabe é que o salário médio chinês (em US Dollars) é já comparável ao português (procurem no Google); a diferença está na produtividade do trabalhador, que na China é muitíssimo maior do que em Portugal.

Mas … para a mente esclerosada, esquerdista, alentejana, do Anselmo Borges: “¿Trabalhar?! Tá Queto! Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes… e os chineses!”


trumpA mente totalitária do Anselmo Borges — à semelhança do que está hoje na moda — engendrou uma filha-da-putice (e à semelhança do papa Chico): uma Europa anti-democrática, uma espécie de leviatão ou de uma nova URSS, em que as decisões políticas são tomadas a um nível intangível pelos diferentes povos da Europa que não são tidos nem achados nas decisões políticas realmente importantes, como, por exemplo, o problema da imigração desbragada e descontrolada.

O Brexit aconteceu exactamente porque existe esta clara e evidente tendência totalitária do leviatão de Bruxelas que os estúpidos da laia do Anselmo Borges defendem — incluindo a besta do papa Chiquito.

A contradição do estúpido Anselmo Borges é evidente: por um lado, defende a imigração desregrada, alegadamente em nome dos “direitos humanos”; por outro lado, a invasão islâmica e terceiro-mundista vai transformando a “Europa dos direitos humanos” em mais uma zona do terceiro mundo, onde esses direitos humanos tendem a desaparecer com a substituição étnica e cultural que o estúpido Anselmo Borges defende.

Não tenha dúvida, caro leitor: quando falamos em Anselmo Borges, estamos a falar de um notável burro que se pavoneia com um alvará de inteligência.

Segunda-feira, 3 Julho 2017

O ‘efeito’ Francisco na Igreja Católica, e o Frei Bento Domingues

 

Quando leio alguma coisa escrita pelo Frei Bento Domingues (e pelo Anselmo Borges também), tenho imensa dificuldade em comentar — porque é difícil comentar uma narrativa desprovida de nexo racional.

fbd-2-webPor exemplo, este texto do Frei Bento Domingues: diz ele que Lutero faz falta à Igreja Católica; e (pergunto eu), ¿por que razão Lutero faz falta à Igreja Católica? O Frei Bento Domingues não diz a razão. Seria como se eu dissesse que “faz falta que os portugueses comam muito feijão”, mas não explique por que razão se deve comer tal semente. A narrativa do Frei Bento Domingues não tem nexo racional.

Antes de mais, caro leitor, veja aqui o “efeito Francisco” na Igreja Católica da Austrália. Desde que o Chico entrou no Vaticano, a Igreja Católica australiana têm vindo a decair a olhos vistos. São factos, e não uma narrativa: olhem para os números. Ora, é isto que o Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges pretendem para Portugal: o “efeito Francisco”.

Se existe inimigo interno da Igreja Católica em Portugal, é o Frei Bento Domingues.

Aos católicos, pouco interessa que o Chico seja muito popular entre ateus e agnósticos. O que interessa aos católicos é que, de facto, o “efeito Francisco” tem vindo a degradar a Igreja Católica em si mesma, como podemos ver no caso da Austrália.

Portanto, a “deformação da Igreja Católica”, a que se refere o Frei Bento Domingues, vem do próprio Chiquinho.

A ideia do Frei Bento Domingues segundo a qual a Igreja Católica do papa Chico deve adoptar a Doutrina da Justificação de Lutero, é digna de um filho-de-puta; e, a um filho-de-puta destes, só lhe falta a defesa do determinismo calvinista da salvação dos eleitos.

Sexta-feira, 23 Junho 2017

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:02 am

 

O Anselmo Borges, que (entre outros) representa, na cultura, a aberração que é o papa Chico, manifesta aqui o desejo de que houvesse uma História sem “vencidos” nem “vencedores”.

papa-freak-webÉ difícil de perceber o que o Anselmo Borges pretende dizer; ¿será que ele desejaria que os vencedores da História (a existirem) fossem outros?; por exemplo, ¿aqueles que “perderam” com a queda do muro de Berlim? Ou ¿será que ele pretenderia eliminar, da Realidade, qualquer forma de “vencedores” e de “vencidos”? (eliminando qualquer tipo de hierarquia), ¿fazendo da realidade aquilo que ele deseja?, ¿fazendo com que o universo fosse feito à medida dele?

De uma forma ou de outra, parece certo que o Anselmo Borges tem um parafuso desapertado.

Desde logo porque a interpretação hegeliana que ele faz da História — que esteve na moda nas academias durante o século XX e que influenciou até o Salazar, e que é própria dos marxistas — é incompatível com a interpretação católica original, que é uma História cíclica, na sua origem. Para o católico propriamente dito — que não é o Anselmo Borges ou o papa-açorda — a questão de saber se se vence ou se se perde na História, é praticamente irrelevante.

Sobre a concepção histórica de Hegel, que se baseia na dialéctica, Nicolás Gómez Dávila (o grande reaccionário católico que faria o Anselmo Borges vomitar de nojo, Graças a Deus) escreveu:

A negação dialéctica não existe entre realidades, mas apenas entre definições. A síntese em que a relação se resolve não é um estado real, mas apenas verbal. O propósito do discurso move o processo dialéctico, e a sua arbitrariedade assegura o seu êxito.

Sendo possível, com efeito, definir qualquer coisa como contrária a outra coisa qualquer; sendo também possível abstrair um atributo qualquer de uma coisa para a opôr a outros atributos seus, ou a atributos igualmente abstractos de outra coisa; sendo possível, enfim, contrapôr, no tempo, toda a coisa a si mesma — a dialéctica é o mais engenhoso instrumento para extrair da realidade o esquema que tínhamos previamente escondido nela.”

Este conceito de Nicolás Gómez Dávila mete o Anselmo Borges (e a sua concepção hegeliana da História) numa pia. Como se diz em inglês: Let him sink in!


É certo que houve um desenrolar da História, uma sucessão de factos que fez a História.

Os homens fazem a História que os faz; a História faz os homens que a fazem; os homens fazem a sua história sem a fazer.1

É nesta última proposição (os homens fazem a sua história sem a fazer) que reside a noção de uma influência transcendente na História — não pelo “Destino” de Vico, de Espinosa ou de Fernando Pessoa; não pela “Ideia” de Hegel, porque são ambos conceitos exclusivamente imanentes tão caros ao Anselmo Borges e ao papa-açorda; mas antes pelo conceito newtoniano de “Deus presente no universo e que, sem a Sua presença permanente, mas exógena (alguém que está presente e que condiciona uma determinada realidade, mas não pertence à essência da realidade em que está presente e que condiciona), o universo e a História não poderiam existir”.

Ao contrário do que defende o Anselmo Borges, o papa Chico não tem razão em quase nada. Por exemplo: aplicar a casuística  ao sacramento  da Eucaristia  não lembra ao careca, mas lembra muito bem a Satanás e aos seus acólitos dentro da Igreja Católica .


Nota
1. (Edgar Morin).

Quarta-feira, 21 Junho 2017

O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:05 am

 

Quando lemos um texto do Frei Bento Domingues, dá-nos a sensação de uma logomaquia: ele mistura propositadamente alhos com bugalhos, porque, no meio da confusão entre verdades e mentiras, ele tem a esperança de que absorvamos as ideias expostas de uma forma acrítica.

Em primeiro lugar, o Frei Bento Domingues tem uma obsessão com a “igualdade”.

Em matemática, a igualdade é a relação entre grandezas que permite que possam ser substituídas uma por outra.

É neste sentido que os igualitaristas ditos “católicos” — como são, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges — concebem a ideia de “igualdade”: os seres humanos e os respectivos sexos (ou as alegadas inúmeras “identidades sexuais”), são intermutáveis (podem ser substituídos uns por outros).

“Nos finais dos anos 60 do século passado, num curso de cristologia, dediquei algumas aulas a investigar, com os alunos, o contraste entre a atitude de Jesus em relação às mulheres e a sua permanente ausência nas grandes decisões de orientação da Igreja. As mulheres não tinham podido votar os documentos do concílio ecuménico Vaticano II, como também nunca tinham tido voz activa em nenhum outro Concílio. Um estudante, no debate, argumentou que, por isso, era um abuso falar de concílios ecuménicos, porque lhes faltou sempre a voz e o voto das mulheres cristãs”.

Frei Bento Domingues

Esta obsessão com a “igualdade” por parte do frade (que é característica da Esquerda) conduz inexoravelmente a sociedade a uma forma de totalitarismo mediante o controlo da linguagemcomo já está a acontecer no Canadá, por exemplo.

Ademais, é falso (Frei Bento Domingues é um mentiroso!) que Jesus Cristo tenha tratado as mulheres “em contraste com as grandes decisões da Igreja” — como afirma o frade. É mentira. Frei Bento Domingues mente!

O Frei Bento Domingues tem tamanha sapiência que se permite condenar as decisões de um papa que foi santificado pela Igreja Católica (João Paulo II). O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica.


A matéria em análise e em causa por parte do frade diz respeito à criação de “sacerdotisas” na Igreja Católica, tal como existiram sacerdotisas nas religiões pagãs. Aliás, o Frei Bento Domingues também é obcecado pelo paganismo, e pretende transformar o catolicismo em uma espécie de religião pagã.

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“When my dad retired in 1976 at 74, the Church was still a male institution. It was still taken seriously.

Since the ordination of the first women in 1994, its make-up has changed quite drastically. Between 2002 and 2012, the number of female full-time clergy increased by 41 per cent while number of full-time male clergy dropped nearly at the same rate. Now women comprise one in five members of the full-time clergy and there are far more part-time clergy the majority of whom are women”.

Women clergy will be the death of the Church of England

Com a criação de sacerdotisas, a Igreja Anglicana está hoje praticamente morta.

A Igreja Anglicana é hoje uma Igreja “colorida”. Só lhe falta agora o “casamento” entre sacerdotisas lésbicas e sacerdotes gays para transformar a Igreja Anglicana em um grupo folclórico colorido. É isto que o Frei Bento Domingues gostaria de ver na Igreja Católica: um grupo folclórico pagão.

Portanto, temos que olhar para a realidade concreta (e não para utopia do Frei Bento Domingues) e, por exemplo, olhar para o que está a acontecer às igrejas protestantes com a criação de sacerdotisas; e retirar daí as respectivas conclusões.

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar!”

Não podemos ignorar a realidade em nome da utopia — a não ser em nome da malícia de um personagem melífluo e serôdio que entrou para o clero da Igreja Católica para ser do contra e do reviralho. O Frei Bento Domingues sempre tentou minar a Igreja Católica por dentro; não há pior inimigo da Igreja Católica senão aquele que opera no seu seio.

Sexta-feira, 16 Junho 2017

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:41 am

 

papa-freak-webO papa Chiquinho nomeou os novos membros da Pontificia Academiae Pro Vita ou, em português, Academia Pontifica Para a Vida, que lida com assuntos relacionados com a bioética, como, por exemplo, o aborto.

O Chico teve a preocupação de excluir a esmagadora maioria dos membros da Pontificia Academiae Pro Vita nomeados pelo Papa João Paulo II, e pelo Papa Bento XVI. E mais: pela primeira vez, um papa nomeia para a Academia um “teólogo anglicano” (Nigel Biggar) que se declara publicamente a favor do aborto e a favor da eutanásia.

Além disso, o Chico burrico anunciou os novos estatutos da Pontificia Academiae Pro Vita, segundo os quais deixa de ser necessário aos seus membros respeitar os ensinamentos da Igreja Católica a favor da vida humana — o que significa, por exemplo, que a Catarina Martins poderia perfeitamente fazer parte da Pontificia Academiae Pro Vita com os novos estatutos aprovados pelo Chico burrico.

É neste contexto que o Anselmo Borges escreve:

“Não tem razão quando exige uma reforma profunda na Cúria Romana, que tem de estar ao serviço da Igreja universal? Não tem a Igreja de respeitar no seu seio os direitos humanos, que não pode pregar apenas para fora, nomeadamente o direito à liberdade de pensamento e de expressão? Não tem razão ao deixar campo livre à missão dos teólogos para poderem investigar?”

Para o Anselmo Borges e o Chico, “respeitar os direitos humanos” é liberalizar o aborto, por exemplo; e “o direito à liberdade de pensamento e de expressão” é poder defender o aborto livre e a eutanásia no seio da própria Igreja Católica, neste caso na Pontificia Academiae Pro Vita fundada pelo Papa João Paulo II em 1994. É esta a “investigação dos teólogos”, segundo o Anselmo Borges. Ou seja, estamos perante mais uma filha-da-putice do Anselmo Borges e do seu guru, o Chico burrico.

O caso do Anselmo Borges é uma desgraça; a pessoa Anselmo Borges, em si mesma, é uma desgraça. Propõe ele, alegadamente para que se salve a Igreja Católica ou para o seu “progresso” (como se o progresso fosse uma lei da natureza), a destruição progressiva da Igreja Católica — é um caso típico da estupidez humana segundo Cipolla.

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”.

Nós somos hoje a contra-cultura.

O Anselmo Borges faz parte da cultura dominante e integra o “sistema”. “Em um tempo (como é o nosso) em que a rebelião é a nova ortodoxia, a antiga ortodoxia é, de facto, a única rebelião que resta” (G. K. Chesterton).


marcel-lefebre-web

Segunda-feira, 12 Junho 2017

O Anselmo Borges tem a mente cristalizada no sistema triclínico-positivista

 

"Pensa-se , de facto, de modo geral, que as religiões caem do céu, havendo até quem julgue que Deus revelou directamente verdades , nas quais é preciso acreditar sem razões…

A fé, no seu nível próprio, tem razões, de tal modo que está sujeita a verificações.

Há Teologia, precisamente porque a fé exige debate público."

Anselmo Borges

( "Francisco – Desafios à Igreja e ao Mundo ")

Não sei se esta citação é do Anselmo Borges ou se é do Chico. Parece ser do Anselmo Borges acerca do Chico. Seja como for, esta citação vem de uma mente relativamente estúpida, na medida em que se pretende “intelectualizada”.


É claro, para mim, que “Deus revelou directamente verdades”, para quem as consegue vislumbrar.

Por exemplo, o teorema de Pitágoras (h^2=a^2 + b^2) é verdadeiro se aplicado a um triângulo recto; podemos dizer que o teorema de Pitágoras é uma “verdade revelada directamente por Deus”. Ou os números primos, por exemplo: quem os descobriu não os inventou, porque os números primos são axiomáticos e são revelados directamente por Deus aos homens com um QI superior ao do Chico.

Ou: “Nenhum facto pode ser verdadeiro ou real, ou nenhum juízo pode ser correcto, sem uma razão suficiente.” (Leibniz).

O resultado do teorema de Pitágoras é um facto provido de uma razão suficiente, razão essa que é axiomática, e que por isso acreditamos nela sem razões que a fundamentem do ponto de vista da causalidade científica. E aquilo que é axiomático não pode ser debatido publicamente: não cabe na cabeça de um qualquer careca (nem na do Anselmo Borges) que se discuta publicamente se o teorema de Pitágoras é verdadeiro ou falso.


Portanto, a ideia do Anselmo Borges — ou do Chico — segundo a qual “Deus não nos revelou directamente verdades”, só pode vir de um mentecapto, de alguém que tem uma mente cristalizada no sistema ortorrômbico, ou no sistema triclínico-positivista.

Nós partimos da fé para a razão (como diz o S. Anselmo de Aosta), e não da razão para a fé (como diz o Anselmo “Bosta” Borges ). O que é fundamentado racionalmente (as tais “verificações” de que fala o Anselmo “Bosta” Borges) são os valores da ética, e não a fé. A fé é confiança em Deus, e esta não depende de qualquer fundamentação racional; e por isso não depende de qualquer debate público.

O Anselmo Borges faz uma confusão diabólica entre “valores da ética”, por um lado, e “fé”, por outro lado.

Por exemplo, o que eu critico no Islamismo é a ética muçulmana (baseada na Sharia) que é demoníaca — e não a fé do muçulmano. Há que distinguir entre a fé do muçulmano e os valores da ética exarados na Sharia.

O que está sujeito a verificação são os valores da ética, e não a fé propriamente dita. E o que exige debate público é a ética subjacente a uma determinada religião, e não propriamente a fé. Vê se aprendes, Anselmo Borges, seu burrinho!.


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Sábado, 10 Junho 2017

O filho-de-puta do Chico mandou colocar a bandeira sodomita no santuário de Fátima

Filed under: cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 9:49 pm

 

“No que fizerdes, trabalhai de todo o coração — como quem o faz para o Senhor e não para os homens, sabendo que é do Senhor que recebereis a herança como recompensa.”

→ Carta de S. Paulo aos Colossenses, 3 – 23,24


bandeira-gay-no-santuario-de-fatima-web
É perfeitamente evidente que o Chico trabalha para os homens, e por isso a sua (dele) herança não será a herança do Senhor.

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