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Sábado, 31 Março 2018

Há no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:17 pm

 

O Anselmo Borges destila ódio contra a Igreja Católica, todas as semanas nos me®dia. Trata-se de um ressentimento difícil de explicar racionalmente.

“As piruetas do teólogo moderno não lhe granjearam nem mais uma conversão e nem menos uma apostasia”.
→ Nicolás Gómez Dávila


Esta semana, ele começa por dizer que “Jesus nunca falou em pecado original” (um argumento semelhante, invocado comummente pelos mentecaptos do calibre dele, é o de que “Jesus nunca criticou os gays, os punks, os ganzados, a cocaína, os Queers e os transgéneros, etc.”).

Há um fenómeno cultural normal que é a assunção epistemológica do passado, que a filosofia medieval chamou de modus ponens. Ou seja, no tempo e espaço de Jesus, toda a gente assumia como válida a doutrina do pecado original do Génesis — não era necessário sequer falar dela: era assumida pela própria cultura antropológica!. Não lembra ao careca (mas lembra ao burrinho Anselmo Borges) dizer que, na Palestina de Jesus, as pessoas não sabiam o que era o Génesis. Além disso, em João 9, 1-12, fala-se do pecado herdado.

« “Cristã” não é a sociedade onde ninguém peca, mas antes é a sociedade onde muitos se arrependem ». → idem

Na semana em que o papa Chico vem dizer que não existe inferno e que as almas pecadoras “desaparecem” (contrariando o catecismo da Igreja Católica), o Anselmo Borges vem dizer que a doutrina da Igreja Católica revela um “Deus sádico”.

Ou seja: o Chico nega o inferno, e o Anselmo, para não lhe ficar atrás, nega o pecado original.

Diz o Anselmo Borges que “Jesus amou a todos, por palavras e obras”; o que Anselmo Borges quer dizer, certamente, é que “Jesus fez umas valentes orgias gay porque ele amava a todos”; além disso, segundo Anselmo Borges, Jesus amava as putas abortadeiras porque “elas estavam sempre a amar”; para o Anselmo Borges, o “amor” justifica tudo.

Aliás, é assim que o Anselmo Borges certamente interpreta a passagem de Marcos 14, 46-52, que relata a estória do jovem que fugiu todo nu, apenas coberto por um lençol, quando Jesus se encontrava no horto de Gethsemani: a julgar pela mundividência do Anselmo Borges cerca das Escrituras e da Igreja Católica, o Anselmo Borges interpreta, com certeza, a presença do jovem nu como alguém que consolava Jesus antes da chegada dos soldados.

“A teologia, em mãos torpes, torna-se na arte de ridicularizar o mistério” → ibidem

papa-chico-comuna-webHá no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante.

A politização da doutrina da Igreja Católica, conduzida sistematicamente pelo Anselmo Borges, é o mais aviltante que podemos conceber. Jesus dizia que o Seu Reino não era deste mundo; o Anselmo Borges — na sequela do Chico — pretende transformar Jesus em uma bitola política mundana e imanente.

Toda a narrativa falsa do Anselmo Borges acerca de Jesus Cristo assenta na falácia de Parménides. E essa falsidade histórica do Anselmo Borges é causa do maior asco possível. Anselmo Borges é asqueroso, porque engana propositadamente os incautos. Ele é aquilo que o povo diz ser um filho-de-puta.

O Anselmo Borges transforma Jesus Cristo em uma espécie de Che Guevara, e di-lo com grande orgulho — como o Chico disse esta semana que tem “orgulho em ser revolucionário”.

“O diabo elege, a cada século, um demónio diferente para tentar a Igreja Católica. O actual é singularmente subtil. A angústia da Igreja perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus. A Igreja cai na mais astuciosa das tentações: a tentação da caridade”.
→ Ibidem

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Sexta-feira, 30 Março 2018

A mundividência gnóstica do papa Chiquinho: o diabo é o Donald Trump.

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 2:45 pm

 

Em uma entrevista concedida ao seu (dele) amigo ateu Eugénio Scalfari, o papa Chicuzinho afirmou que o “inferno não existe” e que as almas condenadas apenas “desaparecem”.

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Segunda-feira, 19 Março 2018

O novo “bispo” do Porto, o cata-vento Manuel Linda, não é bem-vindo

Filed under: Igreja Católica,Manuel Linda,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 8:00 pm

 

« D. Manuel Linda, 61 anos, que se diz fã do papa Francisco a “200%”, garante que conhece vários casais de divorciados recasados que, “por motivos de fé e da sua convicção interior”, vivem em abstinência sexual. “Mas temos de nos perguntar: isso é mesmo família? Estou convencido de que não é bem família“, considera o novo bispo do Porto. »

O Manuel Linda é um cata-vento e agente agit-prop.

« Na entrevista, D. Manuel Linda conta também como percebeu que o papa Francisco estava “interessado de forma pessoal” no seu nome para a diocese do Porto; garante que apesar de ser “absolutamente contra” o aborto e a eutanásia, não vai passar o seu tempo “na praça pública” a denunciar propostas que choquem com a doutrina da Igreja, preferindo propor a doutrina “a quem a queira ouvir”. »


“Três personagens, no nosso tempo, detestam profissionalmente o burguês:

o intelectual — esse típico representante da burguesia;

o comunista — esse fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses;

o clérigo progressista — esse triunfo final da mente burguesa sobre a alma cristã.”

→ Nicolás Gómez Dávila


cataventoA estratégia dos apaniguados do papa Chico (como é o caso do Manuel Linda) é o da assunção da contradição sistemática (a estratégia política da estimulação contraditória) — aliás, como acontece com o Bloco de Esquerda; por exemplo, quando o Bloco de Esquerda defende a legalização da eutanásia, por um lado, e por outro lado (e simultaneamente) pretende promover (legalmente) o estatuto do “cuidador informal”, como se não houvesse qualquer contradição nas duas situações: a contradição é fundada no facto de se pretender que, em juízo universal, a eutanásia estará ligada à “liberdade” de quem pretende sujeitar-se a ela.

O Manuel Linda diz que não vai denunciar publicamente as propostas anticatólicas do Bloco de Esquerda. Estamos, portanto, conversados acerca da “catolicidade” do Manel.

O Manel Linda é um exemplo daquilo que não pretendemos ter na Igreja Católica. Essa gentalha não faz a Igreja. Essa escumalha, que tomou conta do Vaticano, terá que ser varrida pelo povo católico. É uma questão de tempo.

Essa gente acredita na imanência, e não na transcendência: por isso é que a ideologia política, que é imanente por excelência, é a principal forma de acção deste clero que tomou de assalto o Vaticano.

Porém, os “católicos” que seguem uma mundividência imanente (que são os do agrado do Manel) tendem a afastar-se da Igreja (secularização da doutrina); e os católicos que seguem o princípio transcendente da doutrina da Igreja, tendem a afastar-se deste clero imanente e a resistir à heresia que o Chico transporta consigo.


“Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento”.
→ Nicolás Gómez Dávila

Terça-feira, 13 Março 2018

“Teólogo” Anselmo Borges é a mãezinha dele

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:23 am

 

« Para o teólogo Anselmo Borges (e colunista do DN), aquele "gesto histórico" marcará para sempre o seu legado. "Será sempre lembrado por isso. É um gesto de humildade, de significado histórico", apontou, e o próprio Bento XVI "queria que fosse significativo".

O Papa Francisco tem 81 anos e "já disse que não sai a pontapé" – enfrentando assim os seus "grandes opositores e inimigos dentro da Igreja, nomeadamente dentro do Vaticano". "Mas também já disse que, quando não puder, resignará", apontou o também professor de Filosofia. »

Francisco já disse que não sai a pontapé

Em primeiro lugar, “teólogo” é a puta-que-pariu; não é qualquer merda que é teólogo — ou filósofo; actualmente, qualquer bicho-careta é “filósofo”.

Em segundo lugar, os apaniguados do Chicuzinho fizeram com que o papa Bento XVI “saísse a pontapé”, porque Bento XVI foi notoriamente obrigado a sair do seu cargo pela máfia de que faz parte o Marujo, o Anselmo Borges e o comunista Frei Bento Domingues. Chegou a hora de se fazer justiça, e de dar um pontapé nos fundilhos deste papa-açorda.

Quarta-feira, 7 Março 2018

A guerra dos comunas “católicos” contra a Igreja Católica

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda,TSF — O. Braga @ 10:34 am

 

Hoje, na TSF (antes das 10), dei com o jornalista comuna Fernando Alves a entrevistar um tal António Marujo que é um outro jornalista esquerdista que se diz “católico”. O tema da conversa era o da “mulher e a Igreja Católica”.

millet-angelus-camponeses-rezando-web400Surpreende-me como uma estação de rádio privada, como é a TSF, coloca um jornalista comuna a fazer guerra psicológica contra as populações e logo às primeiras horas do dia.

Como é timbre destes comunas infiltrados na Igreja Católica e que se dizem “católicos”, a narrativa costumeira é o de que “a mulher sempre foi desprezada pela Igreja Católica” — o que é absolutamente falso (se tivermos em consideração a cultura antropológica europeia ao longo do tempo).

O cursinho de Comunicação Social que o senhor António Marujo tirou, não lhe dá qualquer autoridade de direito ou intelectual para julgar a acção da Igreja Católica em relação à mulher e em termos relativos, isto é, sem que se caia na falácia de Parménides.

Estes comunas “católicos” criticam a Igreja Católica medieval, por exemplo, à luz da moral actual — mesmo sem se ter a certeza de que os parâmetros morais actuais são globalmente melhores do que os medievais.

Eu não tenho a certeza da superioridade moral do senhor António Marujo em relação a um camponês analfabeto da Idade Média.

Através da falácia de Parménides — que é uma falácia lógica que resulta da comparação de tempos diferentes, por exemplo, estabelecer a certeza de um determinado futuro baseando-se no presente, ou fazer juízos de valor acerca de um passado longínquo, estabelecendo como paradigmas de análise, os valores do presente —, o António Marujo diz que a Igreja Católica ostracizou a mulher: o que é absolutamente falso. É claro que nunca veremos a marujada comuna desta vida a criticar o Islão, este sim pejado de ideologia misógina.

“Católicos” marxistas, como é o caso do António Marujo, são incompatíveis com o catolicismo. Ponto final. Nós toleramo-los, da forma que toleramos os tolos, os ignorantes e os inconsequentes.

Sexta-feira, 16 Fevereiro 2018

O Domingos Faria sabe mais de ética católica do que o S. Tomás de Aquino

 

Aristóteles dizia que quando partimos de um princípio errado, todo o nosso raciocínio consequente (por mais “lógico” que seja) está errado. É o caso do Domingos Faria: parte de um princípio errado e por isso incorre (através da lógica mesma) em uma interpretação delirante dos factos.

O primeiro princípio errado é o seguinte: não são os “católicos mais conservadores” ou “mais tradicionalistas” que defendem a ideia segundo a qual o adultério é um pecado mortal: é o próprio Chico a quem chamam de "papa" que defende essa ideia — a não ser que o Domingos Faria venha agora com a ideia peregrina segundo a qual o Chico é um “radical ortodoxo”…!

O adultério é um pecado grave ou mortal na exacta medida em que viola o 9º Mandamento.

O segundo princípio errado do Domingos Faria é o seguinte: ele parte do princípio de que a moral católica se aplica, hoje e necessariamente, a toda a sociedade — o que é falso. A moral católica, hoje como era no tempo de Santo Agostinho, aplica-se aos católicos. Não se deve exigir coercivamente de um pagão moderno que siga a moral católica.

Ademais, o Domingos Faria abusa do conceito de “intenção” (de boas intenções está o inferno cheio) ou de “intencionalidade”. Uma boa intenção pode atenuar um erro, mas não o elimina (S. Tomás de Aquino): o Domingos Faria pensa como um luterano, com a teoria da justificação, em que a moral não é objectiva.

O protestantismo transformou a interiorização do Cristianismo em simples idiossincrasia que permite que perguntemos ao indivíduo pela sua religião, depois de lhe termos perguntado qual a sua côr preferida e qual o seu clube de futebol.


O Domingos Faria deveria saber que a ética católica se distingue, em muito, da ética de Kant, e muito mais da ética intencionalista de Abelardo.

Para o católico, a boa intenção (ou a falta de consciência) é apenas e só uma atenuante — assim como Jesus Cristo disse à mulher adúltera: Vai à tua vida, mas não voltes a pecar!, ou seja, tens atenuantes mas não repitas a receita. Existe em Jesus Cristo uma reprimenda implícita em relação ao comportamento da mulher adúltera. Podemos constatar isto mesmo na ética de S. Tomás de Aquino:

1/ o ser humano tende necessariamente para o seu fim; como todos os seres vivos, tem um arbítrio: move-se por si mesmo e escolhe certos actos entre outros; mas, diferentemente dos outros seres vivos, o Homem é capaz de se representar o objecto do seu desejo na ausência deste, porque pode tornar, ou não, presente um objecto como desejável — e por isso, o arbítrio do Homem é livre (Suma Teológica, I, 59,3);

2/ no Homem, a vontade é um desejo informado pelo intelecto (idem);

3/ a contingência da escolha releva dos juízos racionais que propõem a alternativa dos actos possíveis. Mas, a partir do momento em que o Bem se apresenta ao intelecto, este deseja-o naturalmente — mesmo se mantém a capacidade de se abster! A falta consiste em querer um bem particular que não é o bem devido, e explica-se pela mediação do intelecto: este pode apresentar ao desejo um objecto menos perfeito do que o Bem, e arrastar então o homem para uma escolha desviante (para uma falta). A raiz do pecado reside no intelecto e a liberdade humana consiste em querer o que é racional (o que corresponde a uma ordem cósmica!) — quando o intelecto apresenta ao apetite o Bem verdadeiro e não um bem aparente;

4/ a lei (ética) é uma “ordenação da razão” que tem “em vista o bem comum” para “aquele que tem o encargo de velar pela comunidade”, e “exige promulgação” (Suma Teológica, I,II,90,4). De Deus ao mais humilde homem, passando pelo príncipe, escalona-se toda uma hierarquia de legisladores: cada homem é livre, dotado de uma razão autónoma e legisladora, mas submetida à razão do Legislador Supremo — uma vez que toda a lei exprime a razão divina!;

5/ a lei manifesta-se em três graus: a lei divina, que é sabedoria eterna de Deus; a lei natural, que é a tradução da lei divina na ordem natural; e a lei humana, que é a sua formulação positiva e particular. Neste edifício insere-se a doutrina da virtude: um acto é moralmente bom quando é virtuoso: o vício é contra a natureza. Ora, como o ser humano é racional, o bem moral é aquilo que está de acordo com a razão (Ibidem, I,II,71,2): como em Aristóteles, S. Tomás de Aquino demonstra que a virtude consiste em ordenar as nossas paixões segundo a razão e não em suprimi-las (como defendeu o estoicismo).

6/ cada ser humano está condicionado pelo seu próprio intelecto. Neste contexto, um acto apenas é moral se se conforma com o ditame da consciência. O acto cometido por uma consciência errónea continua a ser mau em si mesmo e distinto daquele que obrigaria uma consciência bem informada. E obedecer à sua consciência errada nada retira à falta prévia de não ter informado a sua consciência: se apenas podemos obedecer à nossa má natureza, temos o dever de a substituir por uma melhor sempre que pudermos.


O exemplo da “provável viúva”, dado pelo Domingos Faria, não “cola”. A lei do Direito Positivo dos “cinco anos de espera da viúva” (ou viúvo) tem origem na tradição católica que seguiu a tradição do Direito romano do tempo de espera do cônjuge provavelmente morto na guerra. Portanto, não se coloca o problema da “presumível viúva que comete adultério”. Na lei católica medieval, um cruzado desaparecido em combate, por exemplo, obrigava a sua esposa a uma espera de cinco anos — salvo se houvesse testemunho fidedigno de que o marido se encontrava cativo dos mouros; de outro modo, ao fim do tempo de espera, a viúva estava livre para casar novamente porque o marido era suposto morto pela própria comunidade.


Quem estudou filosofia, sabe que a tese do Domingos Faria é idiota. Ele pode até perceber muito de lógica, mas contradiz-se quando nega a lógica através de uma defesa da casuística.

O problema da Igreja Católica actual é que gente como o Domingos Faria ou o Anselmo Borges pretende saber mais de ética católica do que S. Tomás de Aquino, por exemplo.


Finalmente: Santo Agostinho não era contra o divórcio e/ou contra o segundo casamento.

Segundo Santo Agostinho:

1/ o divórcio de mulher e homem cristãos (católicos) não é tolerável nem permitido pela Igreja Católica. Mas se um dos cônjuges não for católico e pretender o divórcio do outro cônjuge que é católico (ou vice-versa), a Igreja Católica deve aceitar esse divórcio, por um lado, e permitir que o cônjuge católico divorciado volte a casar, desta vez pela Igreja Católica, com um novo cônjuge católico.

2/ a união sexual do homem e da mulher é natural e é boa. O bem do casamento não é somente a procriação (procriação = colaboração com a obra do Criador), mas é também a união indissolúvel (figura simbólica da união de Jesus Cristo com a Igreja).

3/ a virgindade antes do casamento não é um bem absoluto, mas é “a melhor das coisas boas”: a virgindade é preferível, mas não condição necessária do casamento. O que é um bem em si é o casamento.

Segunda-feira, 12 Fevereiro 2018

A casuística jesuíta da Nota do Cardeal Patriarca de Lisboa acerca do Amoris Laetitia

 

Eu não compreendo as reclamações do animal Anselmo Borges e do psicótico Frei Bento Domingues em relação ao Cardeal Patriarca de Lisboa no que diz respeito à “Nota para a recepção do capítulo VIII da exortação apostólica ‘Amoris Laetitia’” — porque o D. Manuel Clemente apenas tenta servir de charneira (de “mediador”, por assim dizer) entre a tradição da Igreja Católica, por um lado, e os ditos “progressistas” que pretendem realmente destruir a Igreja Católica, por outro lado.

Ou seja: o Cardeal Patriarca de Lisboa não discorda — no essencial — da opinião das duas bestas aludidas em epígrafe.

A revolta do esclerosado Anselmo Borges e do néscio Frei Bento Domingues contra o Cardeal Patriarca de Lisboa só se explica por razões políticas intestinas à Igreja Católica portuguesa que extrapolam a encíclica Amoris Laetitia — porque, no que respeita à encíclica, o cardeal de Lisboa segue as indicações do Chico, a quem chamam de “papa”.


A casuística é um ramo da teologia moral que se desenvolveu principalmente com a Contra-Reforma da Igreja Católica (a partir de finais do século XV) que proporcionou aos Jansenistas a ocasião para atacar os jesuítas que abordavam os casos de consciência dos penitentes católicos como simples problemas jurídicos e, nas suas apreciações, introduziram noções como “restrição mental” – que possibilita a mentira – e “direcção de intenção” – que justifica um crime pelo motivo segundo o qual se cometeu.

Pascal criticou a casuística e os jesuítas.


papa-açorda

A noção de “discernimento” (que faz parte da Nota do Cardeal Patriarca de Lisboa) revela a ambiguidade moral propositada da casuística do jesuíta Chico a quem chamam de “papa”.

Ou seja, o Chico — e também o Cardeal Patriarca de Lisboa, para além das duas cavalgaduras indígenas supracitadas — aborda os casos de consciência dos penitentes católicos como simples problemas jurídicos (neste caso, os casos de consciência em relação ao casamento e divórcio), em que a noção de “discernimento” é de uma subjectividade de tal modo que pode justificar uma qualquer violação da lei moral católica:

«Como deve ser entendida esta abertura? Certamente não no sentido de um acesso indiscriminado aos sacramentos, como por vezes acontece, mas de um discernimento que distinga adequadamente caso por caso.

Quem pode decidir?

Do teor do texto e da mens do seu Autor (o Chico), não me parece que haja outra solução a não ser a do foro interno (do divorciado). De facto, o foro interno (do divorciado recasado) é o caminho favorável para abrir o coração às confidências mais íntimas e, se se tiver estabelecido no tempo uma relação de confiança com um confessor ou com um guia espiritual, é possível iniciar e desenvolver com ele um itinerário de conversão longo, paciente, feito de pequenos passos e de verificações progressivas.

Portanto, não pode ser senão o confessor, a certa altura, na sua consciência, depois de muita reflexão e oração, a ter de assumir a responsabilidade perante Deus e o penitente, e pedir que o acesso aos sacramentos se faça de forma reservada.

Nestes casos, não termina o caminho de discernimento (cf. AL, 303: discernimento dinâmico) para se alcançarem novas etapas em ordem ao ideal cristão pleno.» E acrescentou: «Precisamente a delicadeza de saber discernir, caso por caso, a vontade de Deus sobre essas pessoas, pede-nos a nós, sacerdotes, que nos preparemos bem para sermos capazes de tomar essas graves decisões».

Para o Chico, “não devemos julgar ninguém” (“¿Quem sou eu para julgar?”, perguntou o Chico); mas, quando convém ao Chico, o confessor já deve assumir juízos de valor subjectivos sobre alguém, e em nome de Deus.

Em nada, absolutamente nada no que diz respeito ao Amoris Laetitia, D. Manuel Clemente diverge do Chico a quem chamam de “papa”.

A procura de protagonismo me®diático por parte do sacana Borges e do atoleimado Bento Domingues tem apenas como leit motiv discrepâncias políticas e ideológicas: acontece que o Cardeal Patriarca de Lisboa não é marxista, o que incomoda alguns comunas filhos-de-puta que se reclamam hoje donos do catolicismo.

Sábado, 3 Fevereiro 2018

A Teoria Crítica do Chico

 

A julgar por este texto do Anselmo Borges, o discurso do Chico é um espécie de Teoria Crítica actualizada. A Teoria Crítica não faz outra coisa senão criticar tudo e todos: martela, martela, pimba, pimba…!

Em relação às críticas sistemáticas feitas pelo Chico durante a sua viagem à América do Sul:

“¿Quem é ele para julgar?!”

papa-freak-web

Domingo, 14 Janeiro 2018

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia a acção da máfia alfazema no seio da Igreja Católica do papa Chiquinho

 

Um bom gestor de recursos humanos fala muito mais nas virtudes das pessoas que tem sob sua responsabilidade, do que nos seus defeitos; e quando fala dos defeitos dos seus subordinados, é sempre em privado, evitando os holofotes da opinião pública.

cardeal_coloridoUm patrão que passa a vida a maldizer os seus empregados, não vai longe no negócio. É isto que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada parece não ter compreendido, no que diz respeito ao papa Chico.

Por outro lado, não é insignificante ou irrelevante que o papa seja “este” ou “aqueloutro” — como parece dizer o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. E quando criticamos as ideias de uma pessoa (seja papa ou não), temos a obrigação de dizer claramente por que as criticamos.

Por exemplo, os clérigos (entre eles o anterior cardeal patriarca de Lisboa) que criticaram os papas antecessores (Bento XVI e João Paulo II), nunca se atreveram a afirmar publicamente o teor das suas críticas: eram eminências pardas que manobravam na sombra, sem que o povo católico suspeitasse da conspiração da máfia alfazema que apoia claramente este papa.

Quando o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada faz referência à infalibilidade da Igreja, invocando Mateus 16,18 — convém citar o que diz o trecho de Mateus:

“também eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela.”

Em primeiro lugar, Cristo referia-se a Pedro, e não a um qualquer papa. A “Igreja edificada” seria uma consequência de Pedro. Em segundo lugar, o facto de “as portas do Abismo nada poderem contra ela” não significa que a Igreja seja necessariamente infalível em um dado momento ou em uma dada moda de época — porque se assim fosse, por exemplo, o papa Bórgia teria sido infalível, o que não me parece ser uma boa ideia.

O Padre pode enganar o Zé Pagode; mas não engana quem já leu umas coisas da História. E eu não li muito, mas li umas coisitas, o suficiente para dizer ao Padre que “papas há muitos”. E concordo com S. Roberto Belarmino:

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é licito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

— São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Livro II, Capítulo 29.


comunion-for-adulterers-webEm relação à aberração ideológica que é o Amoris Laetitia, o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada diz que é uma “questão de interpretação”:

“É verdade que a ‘Amoris laetitia’, que é susceptível de uma leitura coerente com o precedente magistério da Igreja, foi também interpretada por alguns eclesiásticos de forma contrária à doutrina católica”.

Mais uma vez, o Padre quer enganar o pagode, sugerindo que o problema é de “interpretação”. Mas a gente não anda a dormir, e vamos lendo umas coisas porque ainda não desaprendemos de ler português, embora não saibamos o latinório do Padre (se é que os padres ainda sabem latim!).

Esta semana, o Acta Apostolicae Sedis, que é o órgão oficial do Vaticano responsável pela promulgação apostólica, publicou a infame e desprezível carta do papa Chicão aos bispos de Buenos Aires, declarando, ademais, que não há outras interpretações (“no hay otras interpretaciones”) do Amoris Laetitia senão aquela exarada na famigerada carta aos bispos argentinos.

É claro que o facto de o pagode não ler inglês favorece o Padre e comandita; mas eles podem enganar o povo durante algum tempo, mas não o enganarão pelo tempo todo.

A interpretação do Amoris Laetitia, segundo Chiquinho, é a seguinte: qualquer par em estado de mancebia pode participar na comunhão eucarística. Ponto final. É está “interpretação” do Chicozinho que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia.

Em suma: é lamentável que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada venha defender o indefensável, e que se coloque ao nível do psicótico Frei Bento Domingues e do marxista Anselmo Borges.

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Domingo, 7 Janeiro 2018

Morreu Peter Sutherland: globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico

Filed under: Globalismo,imigração,papa Chico,papa-açorda,Puta que os pariu — O. Braga @ 7:08 pm


Sexta-feira, 5 Janeiro 2018

O Anselmo Borges é um mentiroso sem vergonha.

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:21 pm

 

É nossa obrigação moral (não só um dever, mas uma obrigação) continuar a denunciar vigaristas intelectuais da laia do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues. Não nos cansemos de criticar sistematicamente essa gentalha.

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Quinta-feira, 4 Janeiro 2018

O papa Francisco ao serviço dos mais ricos do mundo

Filed under: Globalismo,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:51 am

 

Na homilia de Natal, o papa-açorda comparou a viagem de Maria e José para Belém, por um lado, com os imigrantes económicos que invadem a Europa, por outro lado. A comparação é estúpida; mas neste papa, tudo é estúpido. Maria e José foram para Belém por causa de uma ordem do imperador Augusto que exigia o recenseamento da população; os imigrantes económicos vêem para a Europa para viver à custa do Estado sem trabalhar. Só um papa estúpido poderia comparar o que é incomparável.

Este papa trabalha para a elite globalista — aquela de que faz parte George Soros e comandita. O papa palhaço serve os interesses da alta finança globalista que pretende impôr às nações do mundo uma Nova Ordem Mundial multicultural e globalizada onde as entidades supra-nacionais assumirão o Poder.

O papa palhaço faz-se de “pobre” para enganar os católicos, mas ele está do lado dos mais ricos do mundo.

oc-papa-palhaçoPor exemplo, quando o papa estúpido nomeou o judeu Peter Sutherland para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações — sabendo que Sutherland é uma personalidade Globalista e ao serviço dos mais ricos do mundo (por exemplo, ao serviço do Banco Goldman Sachs).

Peter Sutherland foi presidente do Banco Goldman Sachs de 2005 a 2015 (de onde actualmente é director não-executivo); foi presidente do grupo Bilderberg (ao qual ainda pertence); foi presidente da B.P. (British Petroleum) e da secção europeia da Trilateral; e foi a escolha do papa Chico para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações.

Peter Sutherland é um globalista total e absoluto, com ligações muito próximas à plutocracia internacional e supra-nacional, uma eminência parda da mundialização do Poder político e do desenraizamento capitalista ao serviço da alta finança internacional. E o papa Chiquinho alinha com essa gente, ao mesmo tempo que engana os pacóvios com uma falsa modéstia e hipocrisia.

A ideologia do papa Chicozinho coincide com a ideologia (por exemplo e entre outros globalistas) de George Soros.

As confusões e as contradições do Chico são propositadas, para enganar o povão. A inspiração da ideologia do Chicozinho vem do capitalismo financeiro mundialista — para o qual, as “homogeneidades” (isto é, as identidades históricas e culturais que estão na base da diversidade e da variedade dos povos) são um obstáculo e um problema, porque o consumidor global não deve ter (literalmente) qualquer identidade, não deve pertencer a qualquer comunidade, deve ser cosmopolita e nómada, “sem tabus” e “sem preconceitos” (como se isso fosse possível!) — e, já agora, também sem escrúpulos — e de “sexo variável”.

Para o papa Chicão (assim como para Peter Sutherland e George Soros), a “homogeneidade cultural” de um povo é um obstáculo (uma chatice) que resiste à “integração sem limites”; é um “atentado à caridade”. Na confusão ética de que o Bergoglio faz alarde, a “homogeneidade cultural” de um povo é considerada um mal moral que deve ser eliminado.


Convém dizer ao Bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente, que ele tem a obrigação moral de resistir às orientações políticas e ideológicas deste papa, em vez de o seguir caninamente como tem feito até agora.


Aquilo que nos parece ser “amor pelos pobres e pelas periferias” (nas palavras de idiotas úteis como, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges), é, na realidade, exactamente o contrário do que o papa palhaço apregoa: porque o que pertence propriamente a todos — aos pobres e aos ricos; aos doentes e aos saudáveis; aos prisioneiros e aos trabalhadores — é a pertença a uma pátria e a uma identidade, é adesão a uma cultura e a uma civilização, é a língua nativa e a educação. E quando os pobres são privados de quase tudo, possuem pelo menos esta herança imaterial e intemporal; este património espiritual, artístico, intelectual e moral que faz parte de cada nação da Europa e do mundo.

É esta riqueza civilizacional transcendente — que é superior a todos os bens de consumo — que os ideólogos do multiculturalismo e do “vivermos juntos” (incluindo este papa satânico) pretendem retirar aos pobres de todo o mundo.


“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Adenda: Morreu Peter Sutherland, globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico.

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