perspectivas

Sábado, 18 Novembro 2017

A contradição fundamental de João César das Neves

Filed under: Igreja Católica,joão césar das neves,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:02 am

 

“João César das Neves diz que António Costa está a seguir uma política exactamente igual à de José Sócrates, que conduziu o país para a crise. O SAPO 24 falou com o professor no seu gabinete na Católica Lisbon School of Business and Economics, o número 5319, povoado de livros e de imagens de Nossa Senhora.

Com uma fotografia do papa Francisco a passar no ecrã do seu computador, a conversa girou em torno do dinheiro, da religião, da ética e da felicidade. E daquilo que o governo, e cada um de nós, pode fazer em relação a isso”.

João César das Neves: “O país é socialista. Somos um país que adora o Estado e os carinhos do Estado.”

O João César das Neves respeita e defende um papa manifestamente socialista, e simultaneamente critica o socialismo prevalecente em Portugal.

Não nos enganemos: o que o papa Chiquinho defende não é a doutrina social da Igreja Católica: é a Teologia da Libertação disfarçada para enganar os tolos.

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Terça-feira, 14 Novembro 2017

O Chico Burrico e os seus amigos fanchonos

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 3:42 pm

 

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Domingo, 5 Novembro 2017

Os jesuítas são a burguesia da Igreja

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:34 pm

 

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Um Calígula no Vaticano

Filed under: papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:50 am

 

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O Chico Burrico e o casamento dos sacerdotes: quando o facto faz o direito

 

tabus webVemos aqui um parolo da Madeira a citar o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues quando defende o fim do celibato dos sacerdotes católicos.

O argumento é sempre o mesmo: “há padres que fornicam”. A partir de um facto (o de haver padres que fornicam), pretende-se criar um putativo direito (o fim do celibato dos padres) — como se o fim do celibato dos padres acabasse com a tendência fornicadora promíscua dos padres que já fornicam.

Além disso, esquece-se o papel que os diáconos e diaconisas poderiam desempenhar na Igreja Católica. Por exemplo, se as hóstias já estiverem previamente consagradas por um sacerdote, um diácono pode conduzir uma missa:

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.”Wikipédia

Mas não vemos ninguém na Igreja Católica do Chico, incluindo o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, falar do diaconato. Não interessa falar disso.

A falácia do argumento do parolo madeirense é a que alimenta a sanha destruidora da Igreja Católica que orienta o Chico que habita o Vaticano — por exemplo, quando a referida besta se prepara para legalizar o casamento dos sacerdotes no interior do Brasil, alegando “falta de padres” ao mesmo tempo que se esquece da figura bíblica do diácono.

Essa mesma falácia é a que alimenta o argumento da legalização da pedofilia, por exemplo:

“se existem pedófilos, então temos um facto; e se o facto existe, há que instituir o direito”.

Ou seja, “se é um facto que os pedófilos existem, então há que legalizar a pedofilia”.

Demonstramos aqui como um facto não cria necessariamente o direito. Aliás, a Esquerda (de que faz parte o Chiquitito) sabe perfeitamente disso; por exemplo, não é porque é um facto que existem capitalistas que o capitalismo passa a ter características de um direito inquestionável.

Portanto, convém dizer aos parolos deste país, o seguinte: ao longo de mais de 2000 anos da Igreja Católica, sempre houve sacerdotes que fizeram filhos, e muitas vezes nas mulheres dos outros.

Mas não é porque isso é um facto que vamos instituir um direito.

Não é casando os padres que fazem filhos nas mulheres dos outros que vamos acabar com a promiscuidade sexual desses padres. Mais: sabendo que existem padres homossexuais, só falta ao parolo madeirense, ao Anselmo Borges, ao Frei Bento Domingues e ao Chiquinho defender a instituição do "casamento" gay para os sacerdotes da Igreja Católica.

 

Terça-feira, 31 Outubro 2017

Lutero foi um homicida, e suicidou-se

Filed under: Lutero,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:28 pm

 

“O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: "Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505", Bona, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerónimo Buntz.

(…)

Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma "neurose de angústia gravíssima", do tipo que leva ao suicídio (Roland Dalbies, em "Angústia de Lutero").

O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes.”

Martinho Lutero, homicida e suicida

A Igreja Católica do filho-de-puta do Chico: católicos são expulsos da igreja por rezarem o terço

Filed under: Igreja Católica,Lutero,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 3:02 pm

 

Dia 28 de Outubro de 2017, na catedral católica de St. Michael e St. Gudula em Bruxelas, Bélgica, rezava-se uma missa protestante em celebração dos 500 anos da revolução luterana. A missa foi conduzida pelo pastor protestante Steven Fuite, e nela estava presente o cardeal “católico” e Arcebispo de Bruxelas, Jozef De Kesel.

Um grupo de jovens católicos que rezava o terço foi expulso da igreja por ordem do próprio cardeal “católico”.

 

Domingo, 29 Outubro 2017

A opinião do cardeal de Lisboa — D. Manuel Clemente — acerca de Lutero, é anticatólica

 

Ando tão afastado da actual Igreja Católica do papa Chiquinho que nem sabia que o Bispo de Lisboa já tinha recebido o cardinalato. E leio a notícia: «Cardeal Patriarca de Lisboa vê Lutero como "grande fonte de inspiração"».

A opinião do cardeal de Lisboa acerca de Lutero é totalmente falsa. D. Manuel Clemente não resistiria a 5 minutos de troca de texto comigo. Aliás: a opinião do cardeal de Lisboa é anticatólica.

Toda a gente sabe que a chamada “Reforma” de Lutero teve um fundamento político, e não propriamente teológico.

Por isso é que o cardeal de Lisboa mente. E a prova disso é que grandes porções da Alemanha (por exemplo, a Baviera) manteve-se católica apesar de Lutero, porque a política bávara não seguiu o paradigma político dos príncipes alemães do norte.

O cardeal de Lisboa segue, de forma canina, a opinião anticatólica do papa Chiquitito acerca de Lutero. Se o Chico fosse da opinião que nos devêssemos lançar a um poço, o cardeal de Lisboa seria o primeiro a lançar-se ao poço.

O que o cardeal de Lisboa faz de conta que não sabe (ou, se calha, não sabe mesmo!) é o seguinte:

  • Lutero separou a Fé, por um lado, e a Razão, por outro lado.
  • Lutero separou a acção humana, por um lado, das consequências dessa acção, por outro lado.

Por favor leiam dois textos que reduzem o cardeal de Lisboa à insignificância intelectual que ele merece:

Sábado, 21 Outubro 2017

O Chico burrico e a pena-de-morte na Igreja Católica: o Chico é mentiroso

 

O catecismo da Igreja Católica diz o seguinte (2267) acerca da pena-de-morte:

papa-che- web“ A doutrina tradicional da Igreja, desde que não haja a mínima dúvida acerca da identidade e da responsabilidade do culpado, não exclui o recurso à pena de morte, se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor.

Contudo, se processos não sangrentos bastarem para defender e proteger do agressor a segurança das pessoas, a autoridade deve servir-se somente desses processos, porquanto correspondem melhor às condições concretas do bem comum e são mais consentâneos com a dignidade da pessoa humana.

Na verdade, nos nossos dias, devido às possibilidades de que dispõem os Estados para reprimir eficazmente o crime, tornando inofensivo quem o comete, sem com isso lhe retirar definitivamente a possibilidade de se redimir, os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes”.

O Chico burrico, que diz ser “papa”, tem levantado uma celeuma dizendo que a Igreja Católica defende a pena-de-morte — o que não é verdade: o Chico é mentiroso. Só um burro de alto coturno não consegue interpretar o catecismo de forma lógica e conveniente.

Portanto : 1/ a Igreja Católica não defende a aplicação da pena-de-morte, salvo “se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor”; 2/ há dizer ao Chico burrico que não há nada a alterar na doutrina da Igreja Católica.

Quinta-feira, 19 Outubro 2017

Um papa burrinho

Filed under: cardeal Bergoglio,Igreja Anglicana,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:28 pm

 

O Chico é simultaneamente contra o chamado Aquecimento Global Antropogénico, e contra o controlo da população mundial.

Ora, acontece que quem é responsável pela propaganda ideológica do falso Aquecimento Global Antropogénico são os que compõem a aliança estratégica entre a plutocracia globalista e o marxismo internacionalista, por um lado, e por outro lado são os mais ricos do mundo que defendem o controlo da população mundial — porque, ao longo da História, as famílias numerosas sempre amedrontaram os poderosos.

Mas o papa Chico consegue o milagre da negação do princípio da não-contradição. Esse milagre devesse à burrice da criatura: não se trata de perversidade: é burro mesmo!

Quando o Chico chegou ao pontificado, fiz a carta astral dele; e logo naquela altura verifiquei que o sujeito teria a probabilidade de sérias limitações cognitivas. O Chico é um “revolucionário” no sentido modernista, mas Deus não o favoreceu intelectualmente.

O Chico é burrinho.

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Sábado, 14 Outubro 2017

O “diálogo sincero” do papa Chico, segundo o Evangelho do Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:13 pm

 

« Ainda os diálogos do Papa Francisco e de Dominique Wolton: Politique et société.

Se há palavra que atravessa o livro todo é a palavra diálogo. "Como é que a Igreja poderia contribuir hoje para a mundialização?", pergunta Wolton. E Francisco: "Pelo diálogo. Penso que sem diálogo hoje não é possível. Mas um diálogo sincero, mesmo se for preciso dizer na cara coisas desagradáveis." »

Anselmo Borges


“O diálogo sincero acaba em cuecas.” — Nicolás Gómez Dávila

 

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Segunda-feira, 9 Outubro 2017

O papa do mundo, e não um papa de Deus

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:39 am

 

Mais um texto do Frei Bento Domingues. Cada parágrafo mereceria (quiçá) um comentário, o que faria enorme o texto/comentário. Somos obrigados a resumir o texto, sob pena de o tornarmos fastidioso, e mesmo prolixo.

O Frei Bento Domingues domina a técnica da mentira denunciada pelo poeta Aleixo:

“Prá Mentira ser segura / E atingir profundidade, / Tem que trazer à mistura / Qualquer coisa de verdade”.

Por exemplo, em nome da “Misericórdia”, o Frei Bento Domingues abole o juízo crítico (nos outros!, porque ele e os da laia dele — os Pneumáticos da Igreja Católica — não prescindem do direito de julgar os outros).

A “Misericórdia” do Frei Bento Domingues serve para que se absolvam os pecados, e não já os pecadores como se absolviam na Igreja Católica original. Diz o frade, citando o papa Chiquinho:

“Devemos antepor a misericórdia ao julgamento e, em todo o caso, o julgamento de Deus será sempre feito à luz da sua misericórdia”.

Na Igreja Católica original, eram os pecadores que eram absolvidos; na Igreja do papa Chiquito e do Frei Bento Domingues, são os pecados que são absolvidos, e, por isso, já não há pecadores.

Ou melhor: os pecadores que existam são aqueles a quem os pecados não são (propositadamente) absolvidos pela Nova Igreja do papa Chico e dos seus apaniguados: nunca a Igreja excomungou de facto tanta gente como agora; e, paradoxalmente, os membros da Igreja passaram a ser involuntária- e maioritariamente quem não faz parte dela.

Este não é um “papa das periferias”: em vez disso, é um papa do “não-catolicismo”. Para ele, a “periferia” é tudo aquilo que não pertence ao mundo católico, ou à realidade católica propriamente dita.

“Quando a lei e a moralidade entram em contradição, as pessoas ou perdem o sentido da moral, ou perdem o respeito pela lei”

Walter E. Williams.

Vejam a vídeo/conferência de Walter E. Williams no fim do texto.

Perante a contradição permanente que o papa Chico introduziu entre moral, por um lado, e lei (canónica ou outra), por outro lado (por exemplo, quando admite a comunhão adúltera) — ou os católicos perdem a confiança (perdem a fé) em Deus que suporta a moral que o papa coloca em causa, ou passam a desprezar a nova lei emanada do novo Poder instalado no Vaticano.

Colocado entre estas duas vias da contradição papal, eu prefiro enviar ao “papa” e aos seus acólitos o meu muito profundo e incomensurável desprezo.

 

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