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Domingo, 15 Julho 2018

Continua a Intifada do Anselmo Borges contra o Inferno

Filed under: Anselmo Borges,ética,Igreja Católica,Moral,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 12:28 pm

 

Escreveu o Anselmo Borges:

« Lídia Jorge foi educada no catolicismo. Mas aos 16 anos afastou-se da Igreja, pois "vivia com revolta com o pensamento dogmático" e por causa da ideia de inferno, "dizia que não era possível que existisse uma instância tão injusta que condene para a eternidade pessoas que apenas vivem 50, 60, 70 anos". Aqui, lembrei-me de Óscar Lopes que também me disse que abandonou a Igreja por causa do inferno. E a argumentação de Lídia Jorge é forte. »


Convém que se diga ao Anselmo Borges o que o Chesterton escreveu: “Em boa verdade, só há dois tipos de pessoas: aquelas que aceitam dogmas e sabem disso, e aquelas que aceitam dogmas mas que não têm consciência disso”.

papa-freak-webMuita gente, como por exemplo, o Anselmo Borges ou a Lídia Jorge, aceitam dogmas e não têm consciência disso; e depois rebelam-se contra os dogmas dos outros. A partir do momento que uma mera verdade evidente passe a ser muito disputada, passa a ser dogma. Tão simples quanto isto.

Para ilustrar a sua aversão ao Inferno, o Anselmo Borges invoca David Hume. Não poderia ter feito pior escolha. David Hume foi alguém que duvidou da sua própria sombra, ou seja, dogmatizou a sua própria dúvida. O Anselmo Borges anda em “boas” companhias.

A Intifada dos Chiquistas (os sequazes do papa Chico) contra o Inferno tem como base um problema ético e moral: ¿como lidar com o problema do Mal?

A estratégia dos chiquistas é o de tentar desvalorizar o negativo tanto quanto possível, esbatendo assim o seu contraste com o positivo. É esta a estratégia chiquista, que consiste em obnubilar os valores da moral cristã, esbatendo a diferença entre o mal e o bem segundo a ortodoxia católica.

Dizem eles que é uma estratégia “inclusiva”: em nome da “inclusividade”, os chiquistas terraplanam a ética, em uma política de terra queimada.

Nesta “inclusividade” ética dos chiquistas, cabe tudo o que seja legal: se um dia, por absurdo (mas já acredito que tudo seja possível!), o assassínio passasse a ser legal, o Anselmo Borges viria a terreiro dizer que não seria “justo que a Igreja Católica condenasse os homicidas à pena do Inferno”. A ética do papa Chico e dos sequazes baseia-se na lei dos homens de cada época. E à medida em que as elites vão legalizando o que de mais hediondo existe, o Inferno do Chico vai-se tornando mais exíguo.

O papa Chico é diabólico. Esta é uma verdade que se pode transformar em dogma. Basta que a disputem.

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Sexta-feira, 13 Julho 2018

A Igreja do papa Francisco

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:56 pm

 

A igreja da paróquia de La Breña, Ilhas Canárias, Espanha. A Igreja do papa Chicozinho e do pároco Fernando Báez.

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(fonte)

O silêncio do Vaticano (e do papa Chico) acerca de Mary Wagner

 

Mary-Wagner_300_webAlguma vez ouviram ou viram o Anselmo Borges, por exemplo, a referir-se de algum modo, à católica Mary Wagner?

Não viram nem nunca verão, porque o Anselmo Borges é um sacerdote católico que apoia o aborto de seres humanos, e por isso a Mary Wagner é um caso a “abafar” pela narrativa oficial da Igreja Católica do papa Chicão.

O mesmo se passa com o Frei Bento Domingues: casos como o da Mary Wagner devem ser escondidos da opinião pública, e por isso não consta de crónicas ideologicamente comedidas e politicamente correctas.

A Igreja Católica que temos hoje é uma vergonha! Uma Vergonha Hedionda! Amaldiçoados sejam os actuais dignitários principais da Igreja Católica!


Mary Wagner foi presa outra vez, por ter entrado em uma “clínica” de abortos em Toronto, Canadá, levando rosas vermelhas para as mães que ali se encontravam à espera de abortar, tentando persuadi-las a escolher a vida para os seus filhos.

Foi por isto que Mary Wagner foi presa mais uma vez — e o papa Chicozinho e os seus sequazes mantêm um silêncio cúmplice em relação à tirania abortista do sistema implementado pela “elite” globalista.

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Quinta-feira, 12 Julho 2018

O Frei Bento Domingues e Bertrand Russell

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 8:49 am

 

Quem ler este texto do Frei Bento Domingues e não souber o que ele tem escrito nos últimos anos, certamente pensará tratar-se de um texto comedido acerca de Jesus Cristo, e uma apologia modesta do chamado “papa Francisco”. Mas nós sabemos as ideias do Frei Bento Domingues; e burro velho não toma andadura.

Mas, mesmo assim, o referido texto não é assim tão “comedido”. As premissas éticas do Frei Bento, espelhadas naquele texto, coincidem, em grande medida, com as do ateu e anticristão Bertrand Russell — a “ética do desejo” de Bertrand Russell —, o que é deprimente quando vindo de um clérigo da Igreja Católica. E absolutamente extraordinário!

« Em última análise, a resposta à graça da livre conversão à boa e imaginativa hierarquização dos nossos desejos pode ajudar a diminuir a loucura mundana. Encarar a vida como o desenvolvimento de todos os talentos para ajudar, de modo competente, as capacidades dos que não tiveram oportunidades é, talvez, um bom caminho para a nova civilização proposta pelo Papa Francisco».

Também na primeira parte do texto verificamos que o Frei Bento Domingues explora (de uma forma que o próprio Bertrand Russell faria) o problema da Teodiceia. Bertrand Russell foi um pacifista, uma espécie de “cristão sem religião” — à semelhança do Frei Bento Domingues (o da Nova Teologia e do Concílio do Vaticano II). Mas ambos não conseguiram uma coerência mínima aceitável em teoria ética.

Sábado, 7 Julho 2018

Os sequazes da seita do Anselmo Borges (e do Chico) são muito perigosos, porque são vigaristas e aldrabões

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 7:03 pm

 

Diz o Anselmo Borges que o papa Chicão afirma que “todos são chamados à santidade, isto é, à plenitude, à perfeição, à alegria, na vida do quotidiano”. “À perfeição”. Talvez a primeira vez que se ouviu um apelo geral dos crentes “à perfeição”, houve uma guerra civil sangrenta em Inglaterra (Cromwell).

padre_pio_webO argumento do Chiquinho e do Alselminho, o da necessidade de “perfeição” e de “santidade” é, por um lado, um argumento gnóstico (gnosticismo da Antiguidade Tardia). É o mesmo argumento que “paralisou” o pensamento de Kierkegaard; é o mesmo argumento que serviu para que Nietzsche se risse dos cristãos. É o argumento que desumaniza o católico, ao mesmo tempo que — em nome de uma putativa “perfeição” — exige do católico uma permissividade ética em relação à relapsia ou/e em relação ao anti-natural, tudo isto por amor à necessidade de “santidade”.

Por outro lado, o argumento da possibilidade universal da “perfeição” e da “santidade”, pretende democratizar o estatuto de “santo”. O estatuto de “santo” passou a ser democrático e subjectivo, e o Alselminho está orgulhoso por isso. Basta que a gente ache de nós próprios que somos perfeitos, e pronto!, passamos a ser santos! ¿Não é uma maravilha, esta novidade do papa Chicozinho?!

Dizia Nicolás Gómez Dávila : “As hierarquias são celestiais; no inferno é tudo igual”.

A bitola do Chicão e do Alselminho é a igualdade infernal. Toda a gente pode ser santa! Basta que uma pessoa se julgue santa!

“Realize o seu sonho: seja necessariamente santo! Adira à Igreja Católica do Chicozinho!”

Além disso, segundo o Alselminho e o Chicozinho, “não é preciso orar muito para ser santo”. Basta a gente querer ser santo — “e prontos”!, já está! Ser santo é como ser transgénero: a gente sente que é, e por isso passa “tomaticamente” a ser.
É tão democrático ser santo como ser transgénero. E isso de “orar muito” é para os idiotas como o Padre Pio de Pietrelcina.

Sexta-feira, 29 Junho 2018

A porcaria do Anselmo Borges

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 12:34 pm

 

Devo dizer que, só de ler o que o Anselmo Borges escreve, fico com náuseas — o que de facto revela o nojo que eu tenho em relação àquela criatura.

Quando eu leio, por exemplo, que a igreja protestante sueca deixou de utilizar a palavra “Senhor” e a palavra “Ele” (com referência a Deus) alegadamente “para ser mais inclusiva”, o Anselmo Borges escreve o seguinte acerca da relação entre e a Igreja Católica e as igrejas protestantes:

“Precisamos de caminhar juntos, não como irmãos separados, mas como "irmãos diferentes", reconhecendo na diferença uma riqueza histórica, espiritual, teológica, que a todos pode e deve enriquecer. A Igreja una assenta na diversidade e não na uniformidade”.

Não está em causa que a igreja protestante sueca acabe com o “Senhor”; nem está em causa que uma igreja “cristã” protestante sueca liderada por uma “Bispa” lésbica retire os crucifixos dos seus templos para não ofender os muçulmanos; ou não está em causa que a igreja episcopal americana celebre "casamentos" gay. Cada comunidade é livre de fazer aquilo que quiser.

O que me causa nojo é o Anselmo Borges usar o estatuto do sacerdócio católico para defender implicitamente uma posição acrítica (e de neutralidade ética e teológica) da Igreja Católica em relação às diversas maluqueiras religiosas que possam existir por aí. É nisto que o Anselmo Borges é nauseabundo. Um grande porco, à imagem do papa-açorda que o inspira.

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Sexta-feira, 18 Maio 2018

O Purificacionismo do Anselmo Borges

 

Está muito na moda dizer: “Eu não concordo!; mas não critico…”. Assim ficamos sempre de bem com o mundo. A “tolerância” é assim transformada em “permissividade”.

Por exemplo, quando uma fulana me disse: “Eu não concordo com o aborto, mas não critico quem aborta”. Ou quando o Anselmo Borges diz: “Fulano não concorda com o marxismo, mas diz que o ‘marxismo é fascinante’”. A ideia que se pretende fazer passar à populaça é a de que “se não concordas, cala a boca!” em nome da “tolerância”. Pois eu digo: “se não concordas, bota a boca no trombone!”.


“O diálogo entre os comunistas e os católicos tornou-se possível desde que os comunistas falsificam Marx e os católicos deturpam Cristo” — Nicolás Gómez Dávila

A ideia do Anselmo Borges segundo a qual “sem Karl Marx não haveria uma Doutrina Social da Igreja Católica” (naturalmente que ele diz que “foi o outro que disse isso!, não fui eu!”) é a mesma coisa que dizer, por exemplo, que “sem a revolução burguesa de 1789, não haveria Doutrina Social da Igreja Católica”; ou que “se Jesus não tivesse vivido, não haveria o papa Chico”. Ou que “se a minha bisavó tivesse asas era um Boeing 747”. Só quem não leu a encíclica Rerum Novarum pode dizer que existe uma qualquer recôndita ligação ideológica entre Karl Marx e a Igreja Católica (como insinua o Anselmo Borges).

Para além da “permissividade” de que falei acima, hoje está na moda citar outrem ao mesmo tempo que se diz que “não concordo necessariamente com ele”; ou então cita-se alguém, mas sem qualquer comentário acerca da citação. É uma forma de se transmitir a ideia que se pretende, mas sem se comprometer ideologicamente. Como dizia a Ivone Silva: “Com simples um vestido preto, nunca me comprometo!”. É uma manifestação de esperteza saloia; e, nesta matéria, o Anselmo Borges é pós-doutorado.


Hoje existe disseminada a ideia de queum católico deve ser um marxista mas sem a violência que Karl Marx defendeu”. Ou seja, alegadamente um católico deve ser uma espécie de “marxista pacífico”. Os católicos actuais deturpam Jesus Cristo. É neste sentido estrito que o papa Chico, o cardeal bávaro Marx e o Anselmo Borges, entre outros, são marxistas. Por isso é o cardeal Marx e o Anselmo Borges absolvem o Karl Marx — porque a nova utopia é a de “um marxismo sem violência”.

A falácia do Anselmo Borges e do cardeal Marx revela-se na transposição literal — que ambos fazem — da teoria de Karl Marx que se referia à relação entre o proletariado e o capitalismo industrial, por um lado, para a relação que existe hoje entre os movimentos sociais e o capitalismo global, por outro lado.

O cardeal Marx escreve (com a aquiescência bovina no Anselmo Borges):

“Hoje começamos a ver os efeitos sociais, políticos e ecológicos que o capitalismo mundial, global e desenfreado tem. E a doutrina social católica nunca negou a análise marxista do capitalismo e das ameaças que dele decorrem. Karl Marx obrigou a pensar problemas que não estão resolvidos. Isto vale também para o carácter fetichista da mercadoria e a alienação.”

Vemos ali, no trecho, em primeiro lugar, um esboço de como o marxismo tradicional evoluiu para uma nova ideologia (que é marxista, na sua essência) que já recebeu o nome de “Purificacionismo”, que é uma nova versão puritanista do gnosticismo moderno. Sobre o Purificacionismo falarei com mais detalhe noutra altura.

Mas, em segundo lugar, é absolutamente falso que “a doutrina social católica nunca negou a análise marxista do capitalismo”: basta lermos a encíclica Rerum Novarum para percebermos que o Anselmo Borges mente. E a alusão ao “carácter fetichista da mercadoria e da alienação” revela o carácter puritano da nova ideologia Purificacionista que já contaminou a Igreja Católica através do papa Chico e seus acólitos.


O Anselmo Borges escreve:

« (1) Também se deve a Marx perceber que "o mercado não é tão inocente como se apresenta nos manuais dos economistas; por detrás há enormes interesses".

(2) Ele mostrou que "os direitos humanos, sem partilha material, permanecem incompletos", exigindo-se, portanto, "atender às relações reais concretas". Ao acentuar o empírico, "ele é um dos primeiros cientistas sociais que devem ser levados a sério". »

Há, na citação supra, duas ideias-força que advém directamente de Karl Marx e que caracterizam também o Purificacionismo: a primeira, a de que o interesse pessoal determina as nossas convicções (porque, alegadamente, são os “enormes interesses que estão por detrás” que determinam as convicções acerca do mercado). Ora, crer que o interesse pessoal determina exclusivamente as nossas convicções, converte-se um uma convicção que pode determinar a nossa acção, e de tal modo que o motivo de toda a convicção chega a ser o exclusivo interesse pessoal. Por isto vemos a lógica abstrusa de que parte o Karl Marx, e que os intelectuais marxistas e Purificacionistas seguem; mas as contradições e as incoerências da ideologia são úteis porque emprenham as crenças simples com mistérios gnósticos (ver estimulação contraditória).

A outra ideia-força Purificacionista (e marxista) é a subordinação de toda a realidade à economia — por exemplo, quando Irene Khan, que foi Secretária-geral da Amnistia Internacional, afirmou, em uma entrevista ao Financial Times (21 de Maio de 2005), que

«se quisermos falar hoje de “direitos humanos”, para a maioria das pessoas do mundo isso não significa grande coisa. Falar de “liberdade de expressão” a uma pessoa que não saber ler um jornal, ou falar em “direito ao trabalho” a uma pessoa desempregada; os Direitos Humanos não significam nada a não ser que se mude alguma coisa nestas matérias».

Ora, isto é exactamente o que Karl Marx, o cardeal Marx, o papa Chico e o Anselmo Borges defendem: a subordinação de toda a realidade — social, cultural, política, metafísica, etc. — à economia.

O que é extraordinário na opinião da (então) Secretária-geral da Amnistia Internacional, é a de que o estatuto de “prisioneiro político”, entendido em si mesmo e na sua condição, é insuficiente para merecer uma campanha humanitária quando há gente esfomeada e desempregada que não presta atenção à condição de “prisioneiro político”. Infere-se que, na opinião da criatura, que a Amnistia Internacional não tem meramente que lutar pelos direitos dos prisioneiros políticos, mas sobretudo tem que lutar por uma mudança económica global.

É claro e evidente que o novo clero instalado no Vaticano é marxista! Mas segue a versão marxista actualmente falsificada que é o Purificacionismo. Mas repare, caro leitor: o Purificacionista Anselmo Borges (na linha ideológica do marxismo) defende uma forma de globalismo, embora diferente do globalismo dos neocons americanos, e diferente do globalismo islâmico.

Purificacionistas e os Globalistas do Império estão de acordo em uma coisa: querem acabar com o Estado-Nação e com as identificações nacionais (ou seja, querem acabar com a democracia, porque sem Estado-Nação não é possível a democracia).

Sexta-feira, 4 Maio 2018

O Anselmo Borges defende a criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias

 

anelmo-borges-webPara além da criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias, o Anselmo Borges defende também uma negociação contratual colectiva das condições de trabalho nos conventos femininos, um salário mínimo para as freiras, e a negociação das carreiras profissionais da freiraria. Para conseguir este desiderato, o Anselmo Borges pretende substituir o clericalismo alegadamente “machista” por um sindicalismo freiral feminista.

Ademais, o Anselmo Borges defende a ideia segundo a qual Jesus Cristo teria dito que toda gente é igual, e que todos nós deveríamos usar uniformes iguais para parecermos todos iguais. Parafraseando o papa Francisco e a Catarina Martins, o Anselmo Borges diz que as mulheres são iguais aos homens; que Jesus Cristo teria dito que os fariseus eram iguais aos samaritanos, que os assassinos são iguais aos virtuosos, e que a mãe dele é igual ao pai dele, etc..

Além disso, o Anselmo Borges quer uma mulher-papa — neste caso, seria talvez uma mulher-mama. Em vez de termos papa-mulheres (como foi, por exemplo, o papa Bórgia), teríamos mulheres-papa. E, segundo o Anselmo Borges, quem não defende a ideia de uma mulher-papa é misógino fassista xenófobo homófobo racista sexista & escroto patriarcal.

Sábado, 31 Março 2018

Há no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:17 pm

 

O Anselmo Borges destila ódio contra a Igreja Católica, todas as semanas nos me®dia. Trata-se de um ressentimento difícil de explicar racionalmente.

“As piruetas do teólogo moderno não lhe granjearam nem mais uma conversão e nem menos uma apostasia”.
→ Nicolás Gómez Dávila


Esta semana, ele começa por dizer que “Jesus nunca falou em pecado original” (um argumento semelhante, invocado comummente pelos mentecaptos do calibre dele, é o de que “Jesus nunca criticou os gays, os punks, os ganzados, a cocaína, os Queers e os transgéneros, etc.”).

Há um fenómeno cultural normal que é a assunção epistemológica do passado, que a filosofia medieval chamou de modus ponens. Ou seja, no tempo e espaço de Jesus, toda a gente assumia como válida a doutrina do pecado original do Génesis — não era necessário sequer falar dela: era assumida pela própria cultura antropológica!. Não lembra ao careca (mas lembra ao burrinho Anselmo Borges) dizer que, na Palestina de Jesus, as pessoas não sabiam o que era o Génesis. Além disso, em João 9, 1-12, fala-se do pecado herdado.

« “Cristã” não é a sociedade onde ninguém peca, mas antes é a sociedade onde muitos se arrependem ». → idem

Na semana em que o papa Chico vem dizer que não existe inferno e que as almas pecadoras “desaparecem” (contrariando o catecismo da Igreja Católica), o Anselmo Borges vem dizer que a doutrina da Igreja Católica revela um “Deus sádico”.

Ou seja: o Chico nega o inferno, e o Anselmo, para não lhe ficar atrás, nega o pecado original.

Diz o Anselmo Borges que “Jesus amou a todos, por palavras e obras”; o que Anselmo Borges quer dizer, certamente, é que “Jesus fez umas valentes orgias gay porque ele amava a todos”; além disso, segundo Anselmo Borges, Jesus amava as putas abortadeiras porque “elas estavam sempre a amar”; para o Anselmo Borges, o “amor” justifica tudo.

Aliás, é assim que o Anselmo Borges certamente interpreta a passagem de Marcos 14, 46-52, que relata a estória do jovem que fugiu todo nu, apenas coberto por um lençol, quando Jesus se encontrava no horto de Gethsemani: a julgar pela mundividência do Anselmo Borges cerca das Escrituras e da Igreja Católica, o Anselmo Borges interpreta, com certeza, a presença do jovem nu como alguém que consolava Jesus antes da chegada dos soldados.

“A teologia, em mãos torpes, torna-se na arte de ridicularizar o mistério” → ibidem

papa-chico-comuna-webHá no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante.

A politização da doutrina da Igreja Católica, conduzida sistematicamente pelo Anselmo Borges, é o mais aviltante que podemos conceber. Jesus dizia que o Seu Reino não era deste mundo; o Anselmo Borges — na sequela do Chico — pretende transformar Jesus em uma bitola política mundana e imanente.

Toda a narrativa falsa do Anselmo Borges acerca de Jesus Cristo assenta na falácia de Parménides. E essa falsidade histórica do Anselmo Borges é causa do maior asco possível. Anselmo Borges é asqueroso, porque engana propositadamente os incautos. Ele é aquilo que o povo diz ser um filho-de-puta.

O Anselmo Borges transforma Jesus Cristo em uma espécie de Che Guevara, e di-lo com grande orgulho — como o Chico disse esta semana que tem “orgulho em ser revolucionário”.

“O diabo elege, a cada século, um demónio diferente para tentar a Igreja Católica. O actual é singularmente subtil. A angústia da Igreja perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus. A Igreja cai na mais astuciosa das tentações: a tentação da caridade”.
→ Ibidem

Sexta-feira, 30 Março 2018

A mundividência gnóstica do papa Chiquinho: o diabo é o Donald Trump.

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 2:45 pm

 

Em uma entrevista concedida ao seu (dele) amigo ateu Eugénio Scalfari, o papa Chicuzinho afirmou que o “inferno não existe” e que as almas condenadas apenas “desaparecem”.

(more…)

Segunda-feira, 19 Março 2018

O novo “bispo” do Porto, o cata-vento Manuel Linda, não é bem-vindo

Filed under: Igreja Católica,Manuel Linda,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 8:00 pm

 

« D. Manuel Linda, 61 anos, que se diz fã do papa Francisco a “200%”, garante que conhece vários casais de divorciados recasados que, “por motivos de fé e da sua convicção interior”, vivem em abstinência sexual. “Mas temos de nos perguntar: isso é mesmo família? Estou convencido de que não é bem família“, considera o novo bispo do Porto. »

O Manuel Linda é um cata-vento e agente agit-prop.

« Na entrevista, D. Manuel Linda conta também como percebeu que o papa Francisco estava “interessado de forma pessoal” no seu nome para a diocese do Porto; garante que apesar de ser “absolutamente contra” o aborto e a eutanásia, não vai passar o seu tempo “na praça pública” a denunciar propostas que choquem com a doutrina da Igreja, preferindo propor a doutrina “a quem a queira ouvir”. »


“Três personagens, no nosso tempo, detestam profissionalmente o burguês:

o intelectual — esse típico representante da burguesia;

o comunista — esse fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses;

o clérigo progressista — esse triunfo final da mente burguesa sobre a alma cristã.”

→ Nicolás Gómez Dávila


cataventoA estratégia dos apaniguados do papa Chico (como é o caso do Manuel Linda) é o da assunção da contradição sistemática (a estratégia política da estimulação contraditória) — aliás, como acontece com o Bloco de Esquerda; por exemplo, quando o Bloco de Esquerda defende a legalização da eutanásia, por um lado, e por outro lado (e simultaneamente) pretende promover (legalmente) o estatuto do “cuidador informal”, como se não houvesse qualquer contradição nas duas situações: a contradição é fundada no facto de se pretender que, em juízo universal, a eutanásia estará ligada à “liberdade” de quem pretende sujeitar-se a ela.

O Manuel Linda diz que não vai denunciar publicamente as propostas anticatólicas do Bloco de Esquerda. Estamos, portanto, conversados acerca da “catolicidade” do Manel.

O Manel Linda é um exemplo daquilo que não pretendemos ter na Igreja Católica. Essa gentalha não faz a Igreja. Essa escumalha, que tomou conta do Vaticano, terá que ser varrida pelo povo católico. É uma questão de tempo.

Essa gente acredita na imanência, e não na transcendência: por isso é que a ideologia política, que é imanente por excelência, é a principal forma de acção deste clero que tomou de assalto o Vaticano.

Porém, os “católicos” que seguem uma mundividência imanente (que são os do agrado do Manel) tendem a afastar-se da Igreja (secularização da doutrina); e os católicos que seguem o princípio transcendente da doutrina da Igreja, tendem a afastar-se deste clero imanente e a resistir à heresia que o Chico transporta consigo.


“Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento”.
→ Nicolás Gómez Dávila

Terça-feira, 13 Março 2018

“Teólogo” Anselmo Borges é a mãezinha dele

Filed under: Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:23 am

 

« Para o teólogo Anselmo Borges (e colunista do DN), aquele "gesto histórico" marcará para sempre o seu legado. "Será sempre lembrado por isso. É um gesto de humildade, de significado histórico", apontou, e o próprio Bento XVI "queria que fosse significativo".

O Papa Francisco tem 81 anos e "já disse que não sai a pontapé" – enfrentando assim os seus "grandes opositores e inimigos dentro da Igreja, nomeadamente dentro do Vaticano". "Mas também já disse que, quando não puder, resignará", apontou o também professor de Filosofia. »

Francisco já disse que não sai a pontapé

Em primeiro lugar, “teólogo” é a puta-que-pariu; não é qualquer merda que é teólogo — ou filósofo; actualmente, qualquer bicho-careta é “filósofo”.

Em segundo lugar, os apaniguados do Chicuzinho fizeram com que o papa Bento XVI “saísse a pontapé”, porque Bento XVI foi notoriamente obrigado a sair do seu cargo pela máfia de que faz parte o Marujo, o Anselmo Borges e o comunista Frei Bento Domingues. Chegou a hora de se fazer justiça, e de dar um pontapé nos fundilhos deste papa-açorda.

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