perspectivas

Domingo, 31 Março 2019

Este CDS de Assunção Cristas é uma desgraça

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:51 am
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asscristas-mesquita1-webParece que um tal Armindo Leite teve uma divergência de opinião qualquer com a deputada socialista Isabel Moreira no FaceBook; e parece que o Armindo Leite chamou a Isabel Moreira de “fufa”, que é como quem diz: “alguém que anda a bater pratos”.

Até aqui, este seria um assunto privado a ser dirimido entre dois adultos que participavam numa qualquer discussão política no FaceBook.

Acontece que, por acidente, o tal Armindo Leite pertence à concelhia do CDS de Barcelos.

Ora, aquilo que seria um acidente (uma coincidência), foi utilizado pela Isabel Moreira como uma acção política de auto-vitimização (como está na moda, na Esquerda), e foi transformado pela idiota  Assunção Cristas em um acontecimento nacional quando esta pede desculpa a Isabel Moreira por um acto privado no FaceBook de um tal Armindo Leite.

Este CDS de Assunção Cristas é uma desgraça!

É preciso limpar a actual cáfila lisboeira  politicamente correcta que controla o CDS e que está a destruir o partido — porque se todos os partidos passam a ser iguais (se em vez de “liberdade de expressão” passamos a ter “discurso de ódio”), então toda a luta pela liberdade que o CDS incorpora na sua história fica colocada em causa por uma avantesma herdeira política do Paulo Portas.

E já agora: se se trata de insulto ou injúria (“fufa”), ¿por que razão a Isabel Moreira não processa judicialmente o tal Armindo Leite?

E ¿por que razão a Assunção Cristas não perde uma oportunidade para se colocar ao lado da Esquerda nas chamadas “causas fracturantes”?

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Quinta-feira, 22 Dezembro 2016

O João Miguel Tavares é homófobo

 

"A revolução é como Saturno: devora os seus próprios filhos".

Georg Büchner, a propósito de Georges Danton e de João Miguel Tavares

Um guei conhecido, de seu nome Milo Yiannopoulos, é considerado pela Esquerda anglo-saxónica como um “paneleiro perigoso” porque é (entre outras coisas) contra o "casamento" gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos.

Vejam aqui em baixo um vídeo com o tal “paneleiro perigoso”:

 

Sábado, 19 Novembro 2016

Ensinando o Pai-Nosso ao Padre jesuíta Gonçalo Portocarrero de Almada

 

“I protest against the power of mad minorities to treat the majority as if it were another minority. But still more do I protest against the conduct of the majority if it surrenders its representative right so easily”. → G. K. Chesterton


“Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” [Mateus, 18, 1-8]


Depois destas duas citações, vou citar o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada:

“O que é, ou não, natural tem muito que se lhe diga. Sem entrar no fundo da questão, pode-se dizer que é natural o que se observa na generalidade das pessoas e que, por isso, se atribui à natureza humana. Ora, no mundo inteiro, cerca de 97% da humanidade sente-se atraída pelo sexo oposto: pode-se dizer portanto que, em termos sociológicos, essa é a tendência mais natural, sem que o seu contrário seja anormal. Neste sentido, o celibato, que contraria uma inclinação generalizada, não é tão natural quanto o casamento, sem que por isso seja nenhuma anormalidade. Ser superdotado também não é natural, embora seja, como é óbvio, excelente”.

Ou seja, para o Padre, “há tendências mais naturais do que outras”. Naturalmente que se ele comparar o ser humano com o peixe-palhaço, chegará à conclusão de que a ideologia de género é natural.

Por outro lado, o Padre compara a “não-naturalidade” do celibato — que é um esforço que contraria o desejo de um fim próximo, em função do desejo de um fim último: ou seja, o celibato é uma virtude —, por um lado, com a “não-naturalidade da homossexualidade”, por outro lado — como se a homossexualidade fosse também uma “virtude não-natural”.


Mais adiante, o Padre escreve:

“A propósito, esclareça-se que a Igreja não reprova a tendência homossexual, nem muito menos as pessoas – algumas, por certo, católicas – que, por vezes contra a sua vontade e com grande sofrimento, se reconhecem nessa situação. O que a Igreja reprova são os comportamentos contrários ao que, segundo a Bíblia, entende ser o recto uso da sexualidade humana, sejam esses actos praticados por um homem ou uma mulher, uma pessoa solteira ou casada, com tendência homossexual ou heterossexual”.

Isto seria o mesmo que o Padre dissesse: a igreja não reprova a tendência psicopata do assassino em potência: o que a Igreja Católica reprova é o acto do homicídio”. Obviamente é falso. O Padre cai na casuística que os jesuítas inventaram e que o papa Chico utiliza de forma adestrada na destruição da doutrina católica.

A verdade, o que o Padre jesuíta Gonçalo Portocarrero de Almada escamoteia, é a seguinte: a Igreja Católica condena, em graus e termos diferentes e como é lógico, a tendência homossexual e o acto homossexual.

É falso dizer que “a Igreja não reprova a tendência homossexual”, porque isso seria afirmar que a Igreja Católica aprova o conatus gay, o que teria como consequência a impossibilidade lógica de condenar o próprio acto homossexual.

Segunda-feira, 4 Julho 2016

O gayzismo é um movimento político totalitário

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui um artigo em que utiliza várias vezes a palavra “homofobia”. ¿O que é “homofobia”? Se partirmos da definição nominal de “homofobia”, segundo a qual esta é o “ódio aos homossexuais”, então não sou homófobo. A propósito, passo a contar uma história verdadeira.


Há alguns anos, eu era director de Planeamento de uma grande empresa industrial aqui no norte. Um dia, dois subordinados meus (homens), foram “apanhados” na casa-de-banho depois do horário normal de trabalho. Eu já tinha saído da empresa, pelo que só no dia seguinte soube do evento. Fui chamado ao director-geral (um senhor inglês) que me comunicou que os dois homens seriam sujeitos a um processo disciplinar tendo em vista o despedimento. Eu utilizei os seguintes argumentos:

1/ os dois homens — entre muitos outros — tinham ficado a fazer horas extraordinárias por causa de uma encomenda urgente; quando eles foram “apanhados”, já foi depois das 22 horas. Portanto, o acto foi praticado fora do horário normal de trabalho.

2/ um dos dois trabalhadores apanhados é muito competente;

3/ se se tratasse de um homem e de uma mulher “apanhados” na casa-de-banho e nas mesmas circunstâncias (fora do horário de trabalho), ¿o tratamento seria o mesmo?

Perante isto, o director-geral fez apenas uma admoestação por escrito aos dois funcionários que não foram despedidos. Se eu tivesse ódio aos homossexuais — se eu fosse “homófobo” — não os teria salvo do despedimento.


Então, ¿por que razão eu faço aqui críticas ao movimento político gay? Porque se trata de um movimento político que é totalitário (não existe tal coisa como “identidade gay”), por um lado, e, por outro lado, é um movimento político que é manipulado e/ou instrumentalizado por outros movimentos políticos intrinsecamente totalitários (por exemplo, o Bloco de Esquerda: o libertarismo do Bloco de Esquerda é apenas aparente).

Quarta-feira, 22 Junho 2016

Camaradas! Os homossexuais são gente pacífica !

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:59 pm
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Os faxistas andam por aí a dizer que os homossexuais são violentos, o que não é verdade! Dizem eles:

Mas os faxistas dizem que eles eram homossexuais — o que é falso!

Camaradas: não acreditem nos faxistas!.

Esses assassinos eram sociopatas e homófobos — como muito bem disse a Raquel Varela!. Os homossexuais são incapazes de agredir alguém, e muito menos de matar. Os faxistas deveriam ser presos por crime de ódio quando dizem coisas dessas.

A luta continua! A vitória é certa!

Quinta-feira, 16 Junho 2016

O problema é o de que uma fobia não é uma convicção

 

Uma fobia, por definição, não é racionalizada; uma “fobia racionalizada” é uma contradição em termos.

A fobia pertence ao domínio da emoção, e não ao da razão. Por exemplo, uma pessoa que sofre de aracnofobia, pode até ter consciência da sua fobia, mas não consegue lidar com ela de forma racional (não a consegue racionalizar). A fobia é irracional; e por isso não é uma convicção — porque uma “convicção” é mais do que uma simples crença: é uma crença que passou pelo crivo da razão.

O conceito de “homofobia”, não passa de isso mesmo: um conceito alargado; não existe uma definição clara e concisa de “homofobia”. Homofobia é pau para toda a colher. Em princípio, a homofobia deveria ser o “medo em relação a homossexuais”, e pertenceria ao domínio da emoção.

Um homófobo, porque actua no âmbito da emoção, nunca planearia de uma forma cerebral o assassínio de centenas de pessoas.

terror-franca-20anosO planeamento do morticínio da cidade de Orlando foi racional. Um homófobo pode matar o seu parceiro sexual, em um momento de exaltação emocional; mas porque aquele actua às ordens da emoção, é improvável que ele arquitecte um assassínio em massa que necessita de um cérebro frio e calculista.

O mais que podemos dizer do morticínio da cidade de Orlando é que ele foi perpetrado por um sociopata; mas, como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma determinada ideologia.

Hannah Arendt definiu “ideologia política” como “a lógica de uma ideia” que contém três elementos de natureza totalitária: 1/ a pretensão de explicar tudo; 2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência; 3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

A ideologia que determinou o morticínio da cidade de Orlando e muitos outros, é o Islamismo. Eu penso que o Islamismo deveria ser proibido na nossa sociedade, por ser uma ideologia que atenta contra a liberdade básica dos cidadãos.

Mas, para a Esquerda, reconhecer que o Islamismo é totalitário, seria fatal — porque seria reconhecer publicamente que a sua própria ideologia também é totalitária. Para a Esquerda, as ideologias têm que ser salvaguardadas: para a Esquerda, é uma questão de vida ou de morte.

Quando a Esquerda recorre à psicologia (que é subjectiva por excelência) para justificar factos humanos objectivos, entramos em terreno pantanoso. Em ciência, devemos procurar as soluções mais simples e evitar complicar ainda mais aquilo que, já de si, é complicado. obama-islam-web

Quarta-feira, 15 Junho 2016

O João Malheiro vai ter que responder no Tribunal do Santo Ofício

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:43 pm
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O João Malheiro afirmou, em um programa de televisão, que o comportamento gay faz mal à saúde.

¿Então?, faxisto?! Faxista!

Um gay é alguém que se sacrifica pelo outro; levar com um pénis no ânus várias vezes por semana, deve ser deprimente: trata-se de um sacrifício litúrgico que reflecte um certo rito de penitência soteriológica de expiação dos pecados.

O João Malheiro deveria ser empalado pelo Tribunal do Santo Ofício do Bloco de Esquerda, para saber dar valor ao ritual rectal de salvação.

Para o Daniel Oliveira, os nazis era homófobos

 

Os nazis enviaram centenas de milhares de homossexuais para os campos de concentração porque os membros do partido nazi eram homófobos — defende implicitamente o Daniel Oliveira.

Depreende-se que, segundo o Daniel Oliveira, o problema do nazismo em relação aos homossexuais não estava na ideologia nazi, mas antes estava na homofobia dos membros do partido nazi. E os nazis enviaram ciganos para morte porque eram ciganófobos; e mataram judeus porque era judeófobos.

Segundo o Daniel Oliveira, o problema dos nazis eram as diversas fobias que tinham, e não a ideologia. As ideologias não existem; apenas existem fobias.

Terça-feira, 14 Junho 2016

A Esquerda dividida entre dois amores

Filed under: Política — O. Braga @ 10:27 am
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No caso do massacre da cidade de Orlando, a Esquerda entrou em dissonância cognitiva (como é o caso da Raquel Varela e António Costa), porque as vítimas e o agressor fazem parte de dois grupos protegidos pelo politicamente correcto.

A Esquerda, dividida entre apoiar um dos grupos protegidos em detrimento do outro, decidiu classificar o morticínio como sendo produto de homofobia: a Esquerda recorre a uma linguagem da psicologia para fugir à ideologia.

“Este parolo [António Costa] chama-lhe “homofobia”. Portanto, o labrego-mor desta terrinha onde Judas perdeu as botas acha que um indivíduo mata 50 pessoas por medo (fobia) de pessoas do mesmo sexo. É, é isso: matou-as por medo, coitadinho, que estava assustadinho. Agora já não tem mais medinho, terrores nocturnos e suores frios, está curadinho. É um milagre, para gáudio de meio-milhar de aspirantes a labregos que metem o coraçãozinho no tweetzinho do sociopata que nos governa”.

os-malandros-web

Quarta-feira, 18 Maio 2016

Um recado para a Esquerda e para o lóbi LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

 

“Um direito digno desse nome não caduca quando a força bruta do Estado acaba.” — Rousseau


Com a intenção de celebrar “o primeiro dia nacional contra a homofobia e a transfobia”, esta terça-feira de manhã “a bandeira arco-íris” foi hasteada nos Paços do Concelho da Câmara de Lisboa. Poucas horas depois, por razões que o presidente do município diz desconhecer, a bandeira foi, no entanto, retirada.

O estranho caso da “bandeira arco-íris” desaparecida da Câmara de Lisboa

Terça-feira, 29 Março 2016

O “Conto de Fodas Gay”, por Elisabete Rodrigues

 

A Elisabete Rodrigues escreve aqui um conto de fodas gay:

macho-gay“O príncipe estava há muito apaixonado por Francisco, o filho do mordomo principal. Francisco era um rapaz forte e doce, muito perspicaz e com um sentido de humor extraordinário. Os olhos de um azul profundo hipnotizaram o Duarte para sempre. O Francisco fazia-o feliz”.

O príncipe não gostava de gays efeminados; ele era mais machos “fortes e doces”. Mas nem por isso era homófobo; era mais tipo “machão gay”, com couros e pêlos na venta.

“Quando o baile terminou Duarte sentiu que chegara o momento de contar toda a verdade aos pais. Apesar de antecipar o sofrimento que lhes ia causar, não podia continuar a adiar esta conversa e fê-lo com Francisco presente.

« Mãe, pai, eu e o Francisco amamo-nos e queremos ficar juntos, constituir família. Se eu chegar a ser rei desta terra é o Francisco que estará ao meu lado.»”

Eles mamavam-se e queriam construir família; parir pela barriga das pernas ou pelo cu.

Terça-feira, 2 Fevereiro 2016

A língua de pau da Esquerda: o testiculismo prevalente, o preconceito escrotal e a hormonofobia

 

“O que constitui ainda uma resistência à promulgação da lei da adopção de crianças por casais do mesmo sexo é o heterossexismo prevalente, o preconceito sexual e a homofobia”.


O trecho foi escrito por Diana Martins Correia que diz de si mesma ser médica. Há três perguntas que devemos fazer:

  • ¿O que é “heterossexismo”?
  • ¿O que é “preconceito sexual”?
  • ¿O que é “homofobia”?

Quando perguntamos, por exemplo, ¿o que significa heterossexismo?, pretendemos uma noção de “heterossexismo” — e não um conceito de “heterossexismo”. Porém, desafio qualquer inteligente de Esquerda a definir “heterossexismo”, “preconceito sexual” e “homofobia”. Venham daí as definições!

Seria exactamente o mesmo se a dita médica escrevesse, por exemplo, o seguinte:

“O que constitui ainda uma resistência à promulgação da lei da adopção de crianças por casais do mesmo sexo é o testiculismo prevalente, o preconceito escrotal e a hormonofobia”.

A noção de “testiculismo prevalente” é o que você, caro leitor, quiser — porque tal noção não existe verdadeiramente. Você pode elaborar em um conceito de “testiculismo prevalente” escrevendo 25 livros sobre o termo, mas nunca se chega a uma noção. É uma palavra-mestra ideológica.

De modo semelhante, o “preconceito escrotal” é uma palavra mágica que não tem significado concreto (não existe uma noção de “preconceito escrotal”), embora se possa inventar um conceito tão abrangente de “preconceito escrotal” que permita qualquer interpretação subjectiva do termo.

A “hormonofobia” seria, por definição (ou seja, noção), uma fobia em relação às hormonas. Mas, que se saiba, não consta que exista, por parte de alguém, um medo irracional em relação ao sistema hormonal.

Ou seja, “heterossexismo prevalente”, o “preconceito sexual” e “homofobia” são abstracções delirantes, conceitos artificialmente construídos e sem aderência à realidade, desprovidos de quaisquer noções que lhes dêem um sentido preciso e claro. É língua de pau.

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