perspectivas

Quinta-feira, 22 Setembro 2016

Manuel Maria Carrilho e a sociedade emasculada de Engels

 

O Pedro Arroja põe-se a jeito com algumas teorias abstrusas; por exemplo, a de que a sociedade portuguesa é feminina. Se “a sociedade portuguesa é feminina” (como diz o Pedro Arroja), ¿o que dizer das sociedades alemã e nórdicas, por exemplo?

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isabel-moreira-jc-webO que se está a passar na Europa é um fenómeno cultural marcadamente marxista (gramsciano) que passa pela instrumentalização dos me®dia no sentido da emasculação do homem, e a promoção de uma sociedade matriarcal (matriarcado) tal como aconselhado por Engels.

E, por outro lado, a emasculação do homem é defendida como uma solução para o Aquecimento Global, uma vez que o feminismo defende a ideia de que os flatos dos bebés causam o Aquecimento Global; ou seja: para o feminismo politicamente correcto marxista, quanto mais paneleiros, menos Aquecimento Global.

Nessa sociedade de eunucos e emasculados, por um lado, e de amazonas lésbicas, por outro lado, o homem tem um estatuto social inferior — como podemos inferir da opinião da Isabel Moreira acerca Manuel Maria Carrilho.

Na sociedade de Engels, a mulher tem sempre razão nos seus actos (mesmo quando pratica o infanticídio, por exemplo). E o modelo da sociedade de Engels voltou a estar na moda com merda de gente como o panasca Foucault ou psicopata Peter Singer que é ensinada nas nossas universidades.

Sexta-feira, 17 Junho 2016

A Isabel Moreira tem um raciocínio estalinista

 

Afirmar que a Isabel Moreira tem um raciocínio medieval é um insulto à Idade Média. A Isabel Moreira tem um raciocínio estalinista.

“Ao cuidado de Henrique Monteiro que não sabe, claramente, o que são os denominados ‘crimes de ódio’ ou ‘incidentes de ódio’. Apenas para perceber que por exemplo, difamar com base na orientação sexual, como noutras categorias historicamente reprimidas, é efectivamente um crime agravado, por exemplo”. Foi assim que Isabel Moreira começou um texto no Facebook direccionado a Henrique Monteiro.

Isabel Moreira

isabel-moreira-jc-webSe eu afirmar publicamente, por exemplo, que “está provado cientificamente que o tipo de comportamento sexual gay é um problema grave de saúde pública”, incorro em “crime de ódio”, porque (tal como a Isabel Moreira disse) a minha afirmação pode ser interpretada como “difamação”.

Dizer a verdade, para a Isabel Moreira, é “difamar”.

A Isabel Moreira não está a falar de violência física — que é punível pelo Código Penal, em geral, e não só em relação às “minorias historicamente reprimidas”. A Isabel Moreira refere-se à necessidade de criminalização da opinião: quem tiver uma opinião que não coincida com o politicamente correcto, incorre em “crime de ódio”, ou em “incidente de ódio” que também deverá ser punível.

O que a Isabel Moreira e o politicamente correcto fazem, é colocar em um mesmo plano, a opinião, por um lado, que pode até corresponder à verdade dos factos; e, por outro lado, a violência física ou atentado à integridade física de alguém.

Ao considerar que a opinião — mesmo que falsa — é comparável à violência física, a Isabel Moreira revela o totalitarismo do movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e do politicamente correcto.

Domingo, 5 Junho 2016

A Isabel Moreira diz que a Assunção Cristas é “pragmática”; e que isso é negativo

 

A Isabel Moreira tentou ser civilizada (coisa rara nela) em relação a Assunção Cristas, fazendo-lhe uma crítica ideológica:

“No que toca à substância, Cristas, depois de 4 anos de saque, com um povo inteiro à espera de consistência ideológica em substituição da tecnocracia, optou pelo pragmatismo. Ora, o pragmatismo é a negação de uma estrutura ideológica, é a gestão do país caso a caso, sem fio condutor, é um saco sem fundo e, por isso, o vazio. O único partido de direita que podia apresentar-se resgatando a tal da substância das suas raízes, a democracia cristã e a doutrina social que suspendeu por quatro anos, afirma-se como a esquina do pragmatismo”.


isabel-moreira-jc-webPartamos do princípio de que o que a Isabel Moreira escreve, corresponde à verdade.

O pragmatismo, é em si mesmo, uma ideologia; e mesmo que o “pragmatismo” seja sinónimo de “empirismo”, também é ideologia. Mesmo uma pretensa “ausência de ideologia” é uma forma de ideologia.

Por outro lado, “democracia cristã” não é sinónimo de “socialismo”.

A Isabel Moreira reduz “ideologia” à “lógica de uma ideia” (Hannah Arendt) do pensamento totalitário:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

Por isso é que, quando Assunção Cristas não se afasta da experiência e do “real social”, a Isabel Moreira faz-lhe uma crítica ideológica.

Outra das características da “lógica de uma ideia” é o delírio interpretativo (uma doença mental que aflige a maior parte dos esquerdistas e a Isabel Moreira em particular), e a recusa de valorizar a realidade e de ter em devida consideração a natureza das coisas. Na Isabel Moreira há a tendência para substituir a ciência pelo Direito Positivo, ou seja, por uma construção de raciocínios que parte de uma base subjectiva, discricionária e arbitrária.

Quinta-feira, 2 Junho 2016

Não há pessoa mais abjecta, na sociedade portuguesa, do que Isabel Moreira

 

Ia lendo este artigo acerca das invectivas da Isabel Moreira em relação a Assunção Cristas, até que surgiu este trecho escrito pela deputada socialista:

“Para Cristas não basta que a religião de cada um seja respeitada e que cada pessoa escolha matricular os seus filhos numa escola de cariz religioso. Não: Cristas quer o mesmo que o Cardeal Patriarca. A líder quer usar o falso slogan liberdade de escolha para arregimentar com menos custos mais pessoas para a sua doutrinação abjecta de padronização comportamental de toda uma sociedade”.

A Isabel Moreira tem todo o direito de defender posições jurídicas acerca do que quiser; mas, como figura pública, não tem que transportar para o Direito Positivo e para a política nacional, a sua condição de lésbica desbragada e a do putedo que a acompanha.

Não há nada mais abjecto do que uma puta — não confundir “puta” com “prostituta”; uma prostituta é uma pessoa digna, ao passo que uma puta está ontologicamente isenta de qualquer dignidade. Qualquer prostituta de rua tem muitíssimo mais dignidade do que a Isabel Moreira. E entre as putas mais abjectas de Portugal está a Isabel Moreira, que se serve da confiança que os portugueses depositaram nela para fazer ataques públicos soezes à religião.

Terça-feira, 12 Abril 2016

Ainda sobre o Colégio Militar

 

“O Subdirector do Colégio Militar (CM) – Instituição das mais antigas e prestigiadas do país, com provas dadas e obra feita – deu uma entrevista a um órgão de comunicação social, na passada semana. Nessa entrevista teceu considerações sobre como os casos de homossexualidade detectados no colégio – cujo corpo de alunos é formado, lembra-se, por menores e onde existe internato – são tratados, diria, que desde sempre”.

A DEMISSÃO DO GENERAL COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTUGUÊS

É um facto que “o corpo de alunos [do Colégio Militar] é formado, lembra-se, por menores e onde existe internato”. Por isso é que existe o estatuto de “menoridade” que implica a ideia de que o menor de idade não se encontra em idade ou em uma situação de consentimento sexual.

Ora, é o conceito de “consentimento sexual” dos menores de idade que é colocado em causa pela Isabel Moreira, que escreve sob pseudónimo (não tem coragem de dar a cara):

“A única conclusão possível a tirar é que, segundo o douto general, a não discriminação em função da orientação sexual não é para se aplicar na sua plenitude a adolescentes. Really?!”

Como bem escreveu a Helena Matos, os direitos de braguilha defendidos pelos radicais têm como objectivo o abaixamento progressivo e progressista da idade de consentimento sexual das crianças, tendo em vista a aceitação cultural da pedofilia — o que não significa automaticamente “legalização da pedofilia”!

A estratégia dos radicais é semelhante à do papa Chico em relação aos recasados: sem revogar a doutrina da Igreja Católica, o papa-açorda Francisco defende uma maior “aceitação cultural” em relação aos recasados. Ou seja, pretende-se abolir formalmente a norma através da aceitação cultural, sem ter que se assumir explicitamente essa abolição; a lei passa a ser progressivamente letra morta, até que seja revogada “naturalmente” pelo direito consuetudinário.

Domingo, 13 Março 2016

A Isabel Moreira também está no Schlumpf ?!

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:49 am
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“Estou no Tinder. E no Grindr. E no Schlumpf [site de fisting vaginal]. E na Remax. E na Casa do Alentejo de Vila Nova de Poiares”.

A complexidade do tema confunde-me. É que se uma pessoa está no Tinder não pode estar no Schlumpf — a não ser que tenha o dom da ubiquidade. “Ser ou não ser, eis a questão”.

¿Como é que uma pessoa pode estar na Casa do Alentejo de Vila Nova de Poiares, e estar no Grindr?! Obviamente que se ela estiver no Skype, pode estar simultaneamente na Associação de Bombeiros de Freixo-de-espada-à-cinta e no Schlumpf. ¿Será que a Isabel Moreira está no Skype?

Herbert Spencer tinha razão: à medida que a sociedade evolui, a complexidade aumenta.

Segunda-feira, 22 Fevereiro 2016

A Isabel Moreira e a preocupação com o Estado

 

foi cesarianaA Isabel Moreira sabe bem que a lei é a melhor forma de exercer a tirania; e a tirania é o poder de uma minoria sobre a maioria. Por isso é que ela se preocupa tanto com a lei e com o Estado que a impõe.

Ela sabe que a “celebração” que ela invoca é minoritária, e por isso é que a adopção de crianças por pares de invertidos não foi referendada. E retira deste facto a necessidade de o Estado impôr coercivamente a toda a sociedade — sobretudo aos “prevaricadores”, que são maioritários — ou o silêncio dos medrosos ou a anuência dos emasculados.

O texto da Isabel Moreira é um manifesto totalitário, embora em nome da “igualdade”; ou seja, é uma contradição em termos. “O esquerdista modifica as definições, para nos persuadir que transformou as coisas.” — Nicolás Gómez Dávila

E é em nome dessa “igualdade” auto-contraditória que ela compara a raça e a dita “orientação sexual”: ou seja, segundo ela, um negro existe na mesma condição de um gay — negros que são casados, têm família natural e filhos, são comparados com pessoas que optam por um estilo de vida sexualmente promíscuo e niilista.

A Isabel Moreira insulta os negros com a mesma desfaçatez com que pretende impôr à maioria a ideia de que a igualdade é sinónimo de medo imposto pela força bruta do Estado; ela  modifica as noções do senso-comum para nos persuadir (à maioria) que as coisas são transformadas.

Sexta-feira, 29 Janeiro 2016

As herdeiras das bruxas que não morreram

Filed under: Política — O. Braga @ 3:49 pm
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¿Por que é que a Isabel Moreira se preocupa tanto com o veto de Cavaco Silva?

 

isabel-moreira-bw-nomeSe os vetos de Cavaco Silva em relação à lei da adopção de crianças por pares de invertidos e à lei da promoção cultural do aborto, irão ser anulados brevemente na assembleia da república, Isabel Moreira deveria estar em paz e sossego e com a consciência tranquila. Mas não está. Isabel Moreira anda preocupada com Cavaco Silva.

A razão dessa preocupação é a seguinte: Cavaco Silva resistiu. O pensamento único e politicamente correcto não admite resistência.

Mas não só: Isabel Moreira sabe essas leis são passíveis de revogação, por parte da sociedade, em qualquer momento futuro. Ninguém conhece o futuro, e a Isabel Moreira também não (esta proposição é propositada).

A partir do momento em que a Isabel Moreira — e a Esquerda, em geral, mas não só a Esquerda — concebe a política apenas como um meio para atingir determinados fins, ela perdeu legitimidade política e abriga-se só na legalidade — porque a política é uma forma de associação que é um fim em si mesma, baseada na legitimidade.

Como escreveu Rousseau, “um direito digno desse nome não pode ser um direito que caduca quando a força bruta do Estado acaba”. É isto que preocupa a Isabel Moreira; e justifica-se a preocupação dela.

Domingo, 15 Novembro 2015

A análise ‘finérrima’ da Isabel Moreira acerca do terrorismo islâmico em Paris

 

A Isabel Moreira é finérrima; por isso só faz análises finas. Sei do que falo, porque conheci uma senhora finérrima, filha de um ministro de Salazar, que até teve aulas de harpa e dança.

A análise da Isabel Moreira é tão finérrima que até estabelece um paralelismo entre o holocausto nazi, por um lado, e por outro lado aquilo a que ela chama de “xenofobia da extrema-direita” em relação à imigração em massa de muçulmanos. Ou seja, o povo português e francês têm que ser substituídos por outros povos, porque são maioritariamente faxistas.

Se um povo não serve, substitui-se o povo por um outro ( ¡ que horrível cheiro a povo ! ).

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Uma grande parte — senão mesmo a maioria — dos judeus perseguidos na Alemanha nazi nem sequer eram religiosos propriamente ditos (no sentido de frequentarem regularmente as sinagogas). Os judeus alemães estavam perfeitamente integrados na cultura alemã e misturados etnicamente com os alemães; não consta que andassem a matar gente nas ruas; mas, para a Isabel Moreira (que teve aulas de harpa e ditos finos), o holocausto é comparável à “xenofobia” em relação à invasão massiva de muçulmanos.

E, finalmente um dito fino da Isabel Moreira (sem acompanhamento de harpa):

“A desconstrução (dos faxistas ) passa por repudiar todas, todas as estratégias de acantonamento de povos, de grupos, de pessoas, de instituições ou de Partidos”.

Ou seja, a “desconstrução dos faxistas” passa pela descategorização da realidade (a negação das categorias) em nome da ciência política.


o islamismo e o pc-web

Quinta-feira, 5 Novembro 2015

A Isabel Moreira e o sistema de quotas para mulheres

 

“As quotas que fazem com que 35% do Parlamento português seja feminino continuam a ser necessárias para que as mulheres tenham acesso ao poder? Isabel Moreira e Teresa Leal Coelho, embora estejam sentadas em bancadas diferentes, a primeira na do PS e a segunda na do PSD, concordam: sim”.

As quotas para mulheres continuam a ser uma necessidade


O sistema de quotas para mulheres na política (e não só) vai contra o princípio da igualdade de oportunidades, uma vez que é dada preferência às mulheres. Ademais, vai contra o princípio da valorização do mérito, uma vez que as mulheres eleitas por quotas não necessitam de qualquer mérito pessoal para assumir a função de deputadas. quotas

Acontece que o nosso actual sistema político da chamada “democracia representativa” não é democrático — e é este sistema não-democrático que serve de base para o argumento das quotas para as mulheres.

quotas-mudança-de-sexoE não é democrático porque o papel dos partidos políticos é crucial na escolha dos candidatos a deputados, o que impede que as mulheres (e homens) se candidatem com maior liberdade e auto-iniciativa. Ou seja, a Isabel Moreira, e quejandas feminazistas como por exemplo a Teresa Leal Coelho, valorizam a actual partidocracia (não democrática) também porque precisam desta para impôr um sistema de quotas para mulheres que é, em si mesmo, antidemocrático.

O sistema de quotas para mulheres é antidemocrático, porque os cidadãos deveriam poder escolher os deputados que elegem independentemente de serem homens ou mulheres.

Para isso, o sistema da actual “democracia representativa” deveria ser alterado e reformado no sentido de dar maior independência dos candidatos a deputados em relação às cúpulas partidárias. Mas é isto que a Isabel Moreira e as feminazistas não querem, porque se assim fosse, as mulheres seriam confrontadas com a realidade da meritocracia; o que a Isabel Moreira e a Esquerda querem para as mulheres é o facilitismo no acesso ao Poder.

O sistema de quotas para mulheres significa que os políticos sejam eleitos em função do seu sexo, e não em função do seu mérito. Por cada mulher eleita com o sistema de quotas e não por mérito próprio mas só porque é mulher, há um homem ou uma outra mulher com mérito que não são eleitos.

A introdução de quotas para mulheres alimenta a “guerra entre os sexos” que tanto agrada à lésbica Isabel Moreira.

Terça-feira, 27 Outubro 2015

A diferença entre a Esquerda e a Direita é a liberdade responsável

 

O Partido Socialista espanhol anunciou que se ganhar as eleições em Dezembro, vai proibir as aulas de religião e moral, mesmo nos estabelecimentos de ensino privados. Obviamente que o Partido Socialista espanhol tem o apoio de toda a Esquerda radical espanhola (Podemos & Cia.).

É provável que, com a deriva radical esquerdista do Partido Socialista de António Costa, um governo de Esquerda em Portugal venha também proibir as aulas de religião e moral no ensino privado. A diferença entre a Esquerda e a Direita é sobretudo a liberdade responsável.

Outra diferença entre a Esquerda e a Direita é a de que as leis de Esquerda são consideradas irrevogáveis pela Direita. Dou um exemplo:

a lei do aborto foi revista e reformulada pela coligação Partido Social Democrata / CDS/PP. A radical socialista Isabel Moreira anuncia a anulação da reforma da lei. Seria previsível que um próximo governo maioritário de Direita voltasse a introduzir a reforma anulada pelos radicais; mas provavelmente isso não acontecerá, porque a Direita move-se menos por convicções e valores do que pelo cálculo. Muitos dos votos da coligação de Direita são de pessoas de outras áreas políticas que não concordam com a lei do aborto esquerdista.


barriga-de-aluguerOutra lei radical anunciada é a adopção de crianças por pares de invertidos, que terá como consequência a normalização do estatuto de filho-de-puta (na medida em que a herança genealógica é intencionalmente coarctada, na lei, como princípio válido) , que até agora era uma condição excepcional na lei. Até agora, a adopção de crianças sem pai e/ou mãe era exclusiva de casais (naturais, obviamente: mulher e homem) que assumiam, de forma simbólica na educação da criança adoptada, o papel e função de ambos os sexos.

A adopção de crianças por pares de invertidos introduz na lei a validade do “grau zero” da árvore genealógica da criança — ao contrário do que acontece com a adopção de crianças por casais, em que a ausência de uma árvore genealógica é vista pela lei como um mal a remediar através da adopção. Com a adopção de crianças por pares de invertidos, esse mal é validado por lei.

Em termos de princípio da lei, a adopção de crianças por pares de invertidos colide com a obrigatoriedade de assunção da paternidade por parte do homem. Qualquer bom advogado poderá pegar na lei da adopção de crianças por pares de invertidos e, com ela, refutar a lei que obriga ao homem assumir a paternidade de uma criança — porque o espírito da lei é contraditório.


Outra lei radical é a procriação medicamente assistida para toda a gente. Até agora, a procriação medicamente assistida é exclusiva para pessoas casadas (ver definição de casamento). A procriação medicamente assistida para toda a gente vai incentivar o negócio das “barriga de aluguer” que sacrifica e explora as mulheres mais pobres, para além de transformar a criança em um objecto que se compra e vende. É este o desiderato de radicais sinistros como a Isabel Moreira.


Em Espanha, prepara-se a fundação de um novo partido de Direita, alternativo ao P.P. espanhol e ideologicamente semelhante ao UKIP (United Kingdom Independent Party) britânico. Em toda a Europa surge uma nova Direita que tende a substituir paulatinamente uma “direita” submetida aos radicais de Esquerda (como é o caso do Partido Social Democrata português). É possível que um partido dessa nova Direita surja em Portugal, depois de aparecer em Espanha. Será uma Direita do não-compromisso com os radicais esquerdistas, uma Direita que defenderá a irreversibilidade absoluta das suas propostas.

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