perspectivas

Sexta-feira, 25 Setembro 2020

Os ritos da religião liberal

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,religiões políticas — O. Braga @ 7:31 pm

Domingo, 13 Setembro 2020

A menopausa mental da Maria João Marques

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Quinta-feira, 27 Agosto 2020

A classe vem do berço

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:11 am
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Segunda-feira, 24 Agosto 2020

As elites estão a tentar baixar o QI médio dos povos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:08 am
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Sexta-feira, 21 Agosto 2020

Progressistas (3)

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 11:17 am

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Progressistas (2)

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:05 am

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Segunda-feira, 17 Agosto 2020

O COVID-19 é o pretexto ideal para o “fare niente” do funcionalismo público

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:01 pm
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slow-people-webPara estar hoje às 9:30 em uma repartição pública, eu tive que fazer uma marcação há mais de um mês.

A Loja do Cidadão estava vazia; as pessoas com marcação — feita há mais de um mês — iam sendo chamadas a um ritmo de trabalho próprio do Terceiro Mundo.

O governo da geringonça socialista está a transformar Portugal em um país do Terceiro Mundo.

Nunca os funcionários públicos estiveram tão bem, em Portugal: não ganham mal, por um lado, e por outro lado trabalham a uma velocidade “a gasóleo”.

Devagar, devagarinho… porque o trabalho nunca acaba. E, alegadamente, o responsável é o vírus. Que rico vírus!

A obrigatoriedade do uso de máscara é um meio político de castração psicológica do cidadão

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:52 am
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Se houver alguém por aí que tenha argumentos para rebater a informação expressa nesta imagem (em baixo), coloque-os em comentário.

Não procure censurar a opinião dos outros! Rebata com argumentação!

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Sexta-feira, 14 Agosto 2020

Progressistas

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:03 pm

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Terça-feira, 11 Agosto 2020

O liberalismo começou por ser democrático, mas hoje traduz a burocracia da servidão democrática

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:13 pm
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Ao ler este texto acerca da opinião crítica de Isabel Moreira sobre a (pretensa) obrigatoriedade do uso de máscaras na via pública, podemos verificar que a crítica de Isabel Moreira se baseia no formalismo processual jurídico e em um determinado conceito (lockeano) de “Estado de Direito”. Esta forma de ver o problema é arrepiante.

“É bom perceber que a OM lida apenas com um aspecto da pandemia. Com todo o respeito, a ideia de ‘máxima prevenção’ não é admissível num Estado de direito. Usar máscaras na rua ou condicionar mais ainda os eventos referidos na notícia é uma compressão muito complexa da liberdade nas suas diversas dimensões”, começou por escrever a deputada socialista, numa publicação partilhada no Facebook.

hcq-zinc-webA visão do mundo através de lentes do formalismo processual jurídico traduz uma mundividência burocratizada da realidade, por um lado, e acientífica, por outro lado. Dou um exemplo ilustrativo:

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, decretou o estado de emergência e o respectivo recolhimento obrigatório nacional por causa de quatro novos casos de COVID-19 a nível nacional — e estes quatro novos casos de COVID-19 dizem respeito a pessoas da mesma família!.

¿Justifica-se um estado de emergência de um país inteiro por causa de quatro novos casos de COVID-19 em uma mesma família?

A “lógica” que está por detrás da recomendação da Ordem dos Médicos da obrigatoriedade de uso de máscaras na rua, é a mesma “lógica” que subjaz ao decreto da primeiro-ministra da Nova Zelândia; ou seja, aparentemente não há lógica nenhuma; mas só aparentemente.

Para entendermos melhor a tal “lógica que não existe”, vou citar G. K. Chesterton: “O bolchevismo e o grande capital, são parecidos; ambos são sustentados pela ideia segundo a qual tudo se torna mais fácil e simples depois que se elimina a liberdade; e o inimigo irreconciliável de ambos é aquilo a que se convencionou chamar pequenas e médias empresas [no original: ‘Small Business’]”.

Se restringirmos a liberdade do indivíduo, este ficará mais disposto a pagar caríssimo pela restituição da liberdade perdida.

Quando as poderosas multinacionais farmacêuticas fazem uma campanha (através dos me®dia vergonhosamente manipulados) contra o Protocolo de Zelenko, fazem-no por uma razão: a Hydroxychloroquina é um produto muito barato e acessível a quase todas as bolsas. Ora, um medicamento barato, em princípio, não dá grande lucro. Para as grandes farmacêuticas globalistas, aceitar a receita do Protocolo de Zelenko significaria perder dinheiro (no sentido em que deixam de ganhar dinheiro).

Para as multinacionais farmacêuticas globalistas, é necessária uma vacina caríssima, por um lado, e por outro lado a descoberta de um cocktail de medicamentos caríssimos (pago pelos Estados dos países) para lidar com o COVID-19 — e por isso, também, é que o anúncio recente da descoberta de uma vacina na Rússia contra o COVID-19 foi imediatamente classificada, pelos me®dia ocidentais, como sendo uma “vigarice russa”.

Tal como acontece com a Ordem dos Médicos e com os caciques políticos portugueses, a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a primeira-ministra da Nova Zelândia (por exemplo) obedecem também à “lógica” das grandes multinacionais globalistas — que incluem não só as grandes farmacêuticas, mas também os poderes fácticos globalistas que promovem o eugenismo e o abortismo (por exemplo, através da vacinação obrigatória), e defendem a versão contemporânea e actualizada da teoria da população de Malthus (por exemplo, Bill Gates, George Soros, o Charles da casa real britânica, Al Gore, os cabecilhas da Esquerda americana em geral, etc. ).

Ora, a Isabel Moreira utilizou a visão burocrática do formalismo processual jurídico para assim evitar uma análise científica e política adequada ao problema da restrição das liberdades no contexto da COVID-19 (não nos esqueçamos de que as revoluções são partos sangrentos das burocracias) — porque, se restringirmos a liberdade do indivíduo, este ficará mais disposto a pagar caríssimo pela restituição da liberdade perdida.

Sábado, 1 Agosto 2020

José Seara Duque, o católico bonzinho

O católico bonzinho é aquele que segue piamente o papa Chiquinho (e o Anselmo Borges): se o Chico manda que ele se lance a um poço, o católico bonzinho despenha-se a ele e à sua família inteira; não faz a coisa por menos.

Quando um determinado católico não é manifestamente “bonzinho”, então segue-se que é “populista”. É esta a mensagem do católico bonzinho José Seara Duque, expressa aqui.


Ainda não percebi o que significa “populismo”. A própria Wikipédia diz o seguinte: “não existe uma única definição do termo”. Se por “populismo” entendermos “demagogia”, então a nossa classe política inteira é certamente populista.

Quando o católico bonzinho Duque se insurge contra a actual elite, pode estar a assumir uma atitude populista — segundo a Wikipédia: “Populismo é um conjunto de práticas políticas que se justificam num apelo ao "povo", geralmente contrapondo este grupo a uma "elite".”


papa-lutero-webO “católico bonzinho” difere do "católico fervoroso", na medida em que o primeiro (por exemplo) não jejua às Sextas-feiras. O católico bonzinho não é fã de sotainas; prefere os padres com calças de ganga, se possível, rotas. O católico bonzinho adora as hóstias na mão, e concorda em fechar igrejas porque o Estado pode e manda.

O católico bonzinho é religiosamente muito inclusivo: “inclusivamente” Maomé e Lutero (e até mesmo os ex-canibais da Papua ou o Candomblé dos trópicos); e quem não “inclui” Maomé e Lutero (e o Candomblé), é populista.

O católico bonzinho não é maniqueísta; mas os católicos que não são bonzinhos são “populistas”.

Tal como ordena o chefe Chiquinho, o católico bonzinho defende as suas ideias sem qualquer tipo de consequência política — porque o católico bonzinho, é bonzinho, e detesta a acção política. E quem actua politicamente no reino da cristandade, é populista.

Tal como filósofo cristão bonzinho Kierkegaard, o católico bonzinho fica paralisado perante o livre-arbítrio, face à possibilidade de escolha — exactamente porque é bonzinho: o católico bonzinho é suicidário, dá sempre a outra face política aos marxistas; e quando um qualquer católico expulsa os vendilhões do templo, então este é populista.

O católico bonzinho é aquele que pretende submeter a autoridade secular da Igreja Católica à autoridade do Estado. Aliás: o católico bonzinho é aquele que não se importa de submeter qualquer tipo de autoridade à autoridade do Estado — o católico bonzinho é cúmplice do despotismo.

Sábado, 25 Julho 2020

O Público bloqueia o público

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:48 am

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