perspectivas

Sábado, 28 Março 2015

O que os me®dia nunca dirão!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:56 pm

Sexta-feira, 27 Março 2015

GermanWings: co-piloto alemão tinha ligações à Jihad islâmica

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:40 am

 

Aqui.

germanwings

É evidente!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:24 am

Quarta-feira, 25 Março 2015

Neologismo: “Climocondríaco”

Terça-feira, 24 Março 2015

O Varoufucker não usa gravata, mas abotoa-se bem !

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:52 pm
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“O ministro das Finanças grego colocou a sua casa de férias a arrendar por um preço semanal de cinco mil euros, noticia o Daily Mail.

Segundo este diário britânico, Varoufakis terá considerado que seria errado manter a luxuosa casa na sua posse, numa altura em que o país enfrenta elevadas medidas de austeridade e terá decidido que o melhor era livrar-se da mesma. Refere o Daily Mail, que a casa não ‘condizia’ com o seu novo cargo político.”

Varoufakis arrenda casa de luxo por cinco mil euros por semana

Segunda-feira, 23 Março 2015

Alex Tsipras viaja em classe económica para Berlim, para se encontrar com Angela Merkel

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:17 pm
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O Carlos Fiolhais anda enganado por pseudo astrólogos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:41 pm
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Quando a Lua cheia recente causou a maior maré do século, é natural que o Carlos Fiolhais ande aluado, e pior fica quando não tem consciência disso. Quando temos consciência de que a Lua influencia a nossa psique e, em consequência, o nosso comportamento, sabemos lidar melhor com os nossos possíveis desvarios. Mas o Carlos Fiolhais, na sua auto-intitulada qualidade de cientista, nega que a Lua tenha qualquer influência na sua (dele) psique e comportamento. E por isso, quando está aluarado, só diz disparates.

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Vamos ver se ele aprende — embora burro velho não tome andadura.

A astrologia não prediz acontecimentos: indica apenas fases de mutações — como, por exemplo, as mutações das fases da Lua — e de transformações do indivíduo (e não propriamente de uma comunidade ou de uma sociedade inteira). Quando o Carlos Fiolhais (ou outra pessoa qualquer) vir um “astrólogo” prever acontecimentos, terá então razões objectivas e sem aluamentos para o considerar um charlatão.

O José Pacheco Pereira e o mealheiro de Karl Marx

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:47 am
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No último programa domingueiro do José Pacheco Pereira na SICn, este apresentou uma pequena estatueta de Karl Marx que tinha uma ranhura do cocuruto e que servia de mealheiro; chegou mesmo a colocar no mealheiro marxiano três moedinhas de cobre e zinco, como fazem os “católicos agnósticos” nos peditórios da santa missa. No caso de José Pacheco Pereira, o peditório era outro, mas não consta que os portugueses em geral dêem moedinhas para ele.

mealheiro-das-caldasO José Pacheco Pereira poderia ter-se lembrado de um mealheiro das Caldas, o que teria a vantagem de ser produto português. Mas não: lembrou-se de um mealheiro de Karl Marx com três moedinhas escurinhas.

Se a ideia do José Pacheco Pereira era a de sugerir aos partidos políticos marxistas a ideia da poupança, então o caso assume contornos graves: o que o José Pacheco Pereira sugere aos partidos de Esquerda é que mintam ao povo, que prometam despesas e prebendas, ganhem as eleições, e depois entrem em cortes na despesa a que ele (o José Pacheco Pereira) chama de “poupanças”: se os cortes vêm da Esquerda, são “poupanças”; quando vêm da Direita são “cortes” — um pouco à  laia do maniqueísmo da tolerância repressiva do marxismo cultural.

Por outro  lado, é uma contradição em termos que um socialista conceba a poupança do dinheiro que não é dele —  a não ser que seja um socialista banqueiro, daqueles que surgiram depois do 28 de Abril de Troca-o-Passo. Pedir a um socialista que poupe o dinheiro dos outros é a mesma coisa que pedir a um cleptómano que deixe de roubar.

Portanto, sugiro ao José Pacheco Pereira que se deixe do verdadeirismo do mealheiro de Karl Marx, e caia na realidade comprando um das Caldas, porque é preciso puxar para cima o que é português (porque para baixo já vai ele). 

Domingo, 22 Março 2015

A grande arte que se faz hoje é orgulho de uma civilização

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:41 pm
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Na escultura podemos ver o rei de Espanha, D. Juan Carlos, vomitando e a ser sodomizado pela feminista e sindicalista Domitila Barrios de Chúngara que, por sua vez, está a ser sodomizada por um lobo. Tudo isto de passa sobre um tapete de capacetes nazis. Esta peça de “arte” é de autoria da “artista” austríaca Inès Doujak e será exposta no Museu de Arte Contemporânea, em Barcelona.

arte-moderna-espanhola

Quinta-feira, 19 Março 2015

Verdadeirismo

Filed under: A vida custa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:42 pm
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Proponho “verdadeirismo” em lugar de “verdadeiridade”, porque o conceito inglês de TRUTHINESS está subjacente ao irracionalismo que voltou a estar na moda e que está ligado a certas ideologias políticas. “Verdadeirismo” é um “ismo” e tem uma conotação política clara.

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Domingo, 15 Março 2015

Um ateu só pode ser ou burro, ou casmurro, ou ignorante

Filed under: A vida custa,filosofia — O. Braga @ 3:48 am
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“Nenhum facto pode ser verdadeiro ou real, ou nenhum juízo pode ser correcto, sem uma razão suficiente.” — Leibniz

No seu livro “Filosofia Quântica” (edição americana, páginas 191/192), o físico francês Roland Omnès  fala-nos do “efeito de túnel” ou “salto quântico” (tradução livre):

“Mesmo um objecto do tamanho da Terra pode estar sujeito a um efeito de túnel, pelo menos em princípio. Enquanto a força gravitacional do Sol impede a Terra de se afastar através de um movimento contínuo, contudo o nosso planeta poderia subitamente encontrar-se na órbita da estrela Sírio mediante um efeito de túnel.

(…)

Felizmente, mesmo que o determinismo não seja absoluto, a probabilidade da sua violação é extremamente pequena. Neste caso, a probabilidade da Terra se afastar do Sol é tão pequena quanto a de 10^200 (1 seguido de 200 zeros). (…) Em termos práticos, é um acontecimento que não terá lugar.

(…)

Uma característica destas flutuações quânticas [o efeito de túnel] que violam o determinismo [das leis da física clássica], é a de que não podem ser replicadas (repetidas).

Imaginemos que um efeito de túnel foi observado por muitas pessoas: elas vêem uma pequena pedra  subitamente aparecer em um lugar diferente do que estava há milésimos de segundo. Essas pessoas realmente viram o fenómeno, mas nunca serão capazes de convencer mais alguém; nunca poderão demonstrar de forma irrefutável que o fenómeno se possa repetir. Tudo o que essas pessoas podem fazer é jurar: “Juro que a pedra estava ali, à  minha esquerda, e que subitamente apareceu à  minha direita!”. Em resposta, as pessoas que não assistiram ao fenómeno atribuirão esse juramento a gin ou whisky em demasia, outras dirão que aquela gente está maluca, e as pessoas que assistiram ao fenómeno acabarão por se convencer de que foram vítimas de uma alucinação.”


O Ludwig Krippahl escreve o seguinte:

“Hipóteses acerca de milagres ou magia devem ser relegadas ao fim da lista porque não as conseguimos testar. É sempre melhor optar por hipóteses testáveis pois só essas permitem corrigir erros.”

Por exemplo, um efeito de túnel pode ser possível em pequenos objectos — a probabilidade de efeito de túnel aumenta na proporção inversa da massa de um objecto. O efeito de túnel em uma onda quântica é coisa corriqueira. O efeito de túnel em um átomo é coisa vulgar. O efeito de túnel em uma molécula é altamente provável. À  medida em que a massa de um objecto aumenta, diminui a probabilidade de efeito de túnel — o que não significa que o efeito de túnel em uma pequena pedra, por exemplo, seja improvável ou inverosímil.

Se é praticamente impossível que a Terra saia da sua órbita por efeito de túnel, a probabilidade de efeito de túnel  aumenta muitíssimo quando se trata de uma pequena pedra, por exemplo. No entanto, o efeito de túnel não é um milagre no sentido teológico do termo; mas, se acontecesse um fenómeno destes visto por um grupo de pessoas, o Ludwig Krippahl iria dizer que “milagres ou magia devem ser relegadas ao fim da lista porque não as conseguimos testar — e com alguma razão diz ele o que diz, porque como escreveu Roland Omnès, o fenómeno de efeito de túnel de uma pequena pedra visto por aquele grupo de pessoas seria praticamente irrepetível e, portanto, não seria “testável”.

E continua o Ludwig Krippahl:

“Portanto, a forma racional de concluir acerca do que existe não é escolhendo boas razões. É organizando a informação relevante numa interpretação consistente que dependa o menos possível de premissas gratuitas e assente o mais possível em hipóteses testáveis e informativas.”

Confunde-se aqui “boas razões”, por um lado, com as “razões suficientes” de que nos falava Leibniz. Quando se diz “boas razões”, quer-se dizer “razões suficientes”.

Por outro  lado, um fenómeno como o efeito de túnel não é “testável” estatisticamente, mas nem por isso é impossível — a não ser que o Ludwig Krippahl, do alto da sua sabedoria ateísta, considere o físico Roland Omnès como um idiota ignorante (eu não ficaria espantado se tal acontecesse). Aliás, note-se que Roland Omnès é agnóstico, mas mais humilde do que o Ludwig Krippahl. 

Outra burrice do Ludwig Krippahl é falar em “vários deuses propostos por aí”, em vez de se ater à  possibilidade de um princípio causal do universo a que o Cristianismo chama de Deus, o Taoísmo de Tau, o Judaísmo chama de Yahweh, o Islamismo chama de Alá, etc.. — o que apenas revela, da parte dele, uma total ignorância da história das religiões, e, portanto, ele fala daquilo que absolutamente desconhece, o que é lamentável.

O que o Ludwig Krippahl pretende dizer, em resumo, com aquele relambório contra as “crenças religiosas”, é o seguinte:

O critério da verdade é a verificação  1. Tudo o que não é verificável é de verdade duvidosa”.

Por um lado, o fenómeno relatado por Roland Omnès do efeito de túnel de uma pequena pedra, sendo possível, não seria nunca, jamais, verificável. Portanto, mesmo que o dito fenómeno seja visto por um grupo de pessoas, é considerado pelo Ludwig Krippahl como uma falsa crença talvez devido a uma alucinação daquelas pessoas (ou muito vinho à  mistura).

Mas, por outro  lado, essa proposição (“o critério da verdade é a verificação”)  não é, ela própria, verificável! — o que significa que a ciência parte do mesmíssimo princípio metafísico que fundamenta as religiões; mas duvido que alguma vez o Ludwig Krippahl derreta o alcatrão que tem no cocuruto da sua (dele) cabeça para perceber uma coisa tão simples.


Nota
1. Processo que permite estabelecer a verdade de uma proposição. A verificação demonstrativa pertence à ordem do cálculo, no que diz respeito às ciências formais.

Nas ciências empíricas, é discutível falar de “verificação”. Karl Popper demonstrou que se pode estabelecer experimentalmente a falsidade de uma hipótese, embora não seja possível estabelecer a sua verdade (falsificabilidade). Quando a hipótese passa com sucesso um controlo que a poderia ter “falseado”, é melhor falar, em vez de “verificação”, de confirmação ou de corroboração, que são sempre “até prova em contrário”.

Sexta-feira, 13 Março 2015

A mania republicana de apanascar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:25 am
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“E daqui remeteu-se Portugal a uma dignidade serôdia mantendo uma ortografia com regras fabricadas em larga medida em 1945 por brasileiros que logo as renegaram com pregão à falsa fé, até hoje, de ser aquela uma ortografia… lusitanizante! — Pois não havia de sê-lo nada, nem um só pedacinho?!…

E para cúmulo flagelar-se disso Portugal por complexo de não sei quê, rebaixando-se a uma indignidade imprópria por tornar ainda a negociar com os párias do português, tomando-lhe agravos como se nada fossem, indo a ponto de descurar o valor diacrítico das consoantes etimológicas para a linguagem escrita e falada dos portugueses apenas e só porque os brasileiros esquizofrènicamente as desprezam como desprezam o que seja português.

Se não é isto mania, fixação obstinada, prazer mórbido em servir de capacho, não sei o que seja.”

- De «preguntar»…

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