perspectivas

Sexta-feira, 29 Julho 2016

A União Europeia e o materialismo marxista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:33 am
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O materialismo marxista do século XIX (conforme a 1ª Internacional) tinha três características principais:

  1. a negação de Deus;
  2. a negação da pátria;
  3. a negação da propriedade privada.

A Constituição da União Europeia (o Tratado de Lisboa) difere dessas três características do materialismo marxista apenas no ponto 3.

Portanto, a Esquerda marxista europeia já teve sucesso em dois pontos essenciais: 1/ a negação do papel fundamental da religião na sociedade e na civilização; 2/ a negação da pátria como lugar da nação que é fundamental para a instituição da democracia.

A luta da Esquerda marxista é agora restrita à limitação ou mesmo negação da propriedade privada. Sem Deus e sem pátria, a vitória da Esquerda marxista é certa.

Quinta-feira, 28 Julho 2016

Papa Chico: um enorme erro de casting

 

Quem elegeu o papa Chiquinho bem pode limpar as mãos à parede. A culpa não é dele: é dos cardeais que o elegeram; e não me venham falar do Espírito Santo: é política pura e dura!

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Quando Chico fala dentro de um avião, ou entra mosca ou sai asneira. Durante a viagem para a Polónia, o Chico afirmou, a propósito da degolação do Padre Jacques Hamel, que “todas as religiões querem a paz”.

Para além de o Chiquitito não se ter pronunciado directa e pessoalmente acerca do assassínio do sacerdote (remeteu para um comunicado do Arcebispo de Rouen), não teve em consideração o exemplo do Iraque (entre outros países): dos cerca de 3 milhões de cristãos que existiam no Iraque há apenas 10 anos, restam cerca de 400 mil. Se isto não é uma guerra religiosa, então o Chico é um Imã da Mafoma.

Este papa é o pior desastre que poderia acontecer à Igreja Católica. Pior do que aquela criatura é difícil de imaginar.

O Ocidente ainda não percebeu o arquétipo mental do muçulmano comum

 

Os me®dia franceses (com excepção do Le Figaro) pretende tornar anónimos os terroristas islâmicos, não publicando os nomes e as fotos dos terroristas.

Em termos objectivos, o que resulta desta decisão dos me®dia (patrocinada pelo governo de François Hollande e pela maçonaria) é que o público, em geral, deixará de saber se um ataque terrorista é islâmico ou de outra índole qualquer; e aumentará a informação paralela (nos blogues), e proliferarão as teorias de conspiração.

Por outro lado, a Justiça não funciona da mesma maneira que os me®dia. Logo que uma investigação judicial é lançada, a Justiça não pode esconder os nomes dos arguidos no processo.

Parte-se de um princípio errado — o de que a não divulgação dos nomes e das fotos dos terroristas terá um efeito preventivo nas futuras acções de terror. O princípio está errado porque o que interessa aos mentores do terrorismo islâmico é o terror real (concreto, físico) causado nas comunidades de que são alvo; a divulgação, nos me®dia, desses actos (o terror virtual) tem uma importância secundária para os mentores do terror, até porque os islamitas têm canais próprios de difusão de informação.


Os me®dia ocidentais dizem amiúde o seguinte: “O terrorismo mata mais muçulmanos do que não-muçulmanos, e, por isso, o terrorismo islâmico não tem como alvo apenas os não-muçulmanos”.

jacques-hamelEsquecem-se do seguinte: segundo o Alcorão, todos os muçulmanos sunitas que são vítimas inocentes da Jihad têm entrada directa do paraíso com as suas 72 virgens. Se o atentado terrorista de Nice matou muçulmanos sunitas, estes (segundo o Alcorão) já estão no paraíso na companhia das 72 virgens; e portanto, a morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, é justificada pelo Alcorão. A morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, até é vista pelo Alcorão como um facto positivo.

É esta inversão da cultura europeia que confunde o Ocidente: o verdadeiro catolicismo não pretende o martírio (ao contrário do que acontece no Islamismo): para o católico, o martírio é um mal que a comunidade católica terá que aceitar a contra-gosto. Os católicos vêem o assassínio do Padre Jacques Hamel como um mal, não obstante o martírio; mas se o cidadão Jacques Hamel fosse muçulmano, o seu martírio seria visto pela comunidade muçulmana como um bem.

Quarta-feira, 27 Julho 2016

A polícia francesa perde a paciência

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:45 pm
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Uma refugida islâmica recusa-se a sair de um campo de refugiados ad hoc que foi fechado pela polícia francesa.

É inevitável que, depois dos atentados terroristas islâmicos em França, a própria polícia francesa comece a perder a paciência com os “refugiados”: muita desta gente é mesmo refugiada de guerra, mas a maioria são imigrantes económicos ou gente da pior espécie. Cabe ao poder político estabelecer critérios de selecção que distinga os que são realmente refugiados, e os oportunistas; e é isto que os países da Europa não sabem fazer.

Donald Trump e a “carta LGBT” [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:35 pm
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Um político nunca faz aquilo que pensa, mas antes aquilo que julga ser mais eficaz.

Apagar a História

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:47 am
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“Atacar uma igreja, matar um Padre, é profanar a república” → François Hollande

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A maior parte dos sacerdotes católicos mártires franceses foram assassinados pela república.

O convite à resignação, perante o terrorismo islâmico

 

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” — Nicolás Gómez Dávila

Perante o terrorismo islâmico que degolou um sacerdote dentro de uma igreja francesa , “a única solução é rezar”diz o Padre Portocarrero de Almada. Recordemos o que nos disse Dietrich Bonhoeffer: “O silêncio em relação ao Mal é, em si mesmo, um mal: Deus não deixará de nos responsabilizar. Não falar é falar. Não agir é agir”.

Não chega rezar. É preciso agir. Se “a única solução é rezar”, o Padre Portocarrero de Almada torna-se cúmplice do mal. Quando não agimos, absolvemos os pecados, e não o pecador.

Dietrich  Bonhoeffer

Terça-feira, 26 Julho 2016

Como acabar com o terrorismo islâmico na Europa

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:33 pm
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“Trigo limpo, farinha amparo”. “Para grandes males, grandes remédios”.

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A completa incongruência da geringonça

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 4:38 pm
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Passam uma lei segundo a qual as empresas privadas não podem participar no capital das empresas de transportes públicos; mas, por outro lado, passam outra lei segundo a qual as empresas privadas podem passar multas de trânsito — o que deveria ser reservado às forças policiais. A geringonça é isto: uma coisa e o seu contrário.

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Segunda-feira, 25 Julho 2016

O conceito neoliberal de casamento

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:11 pm
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O casamento é um arranjo prático e útil que assegura o benefício mútuo entre dois agentes económicos com diferentes rendimentos. O amor é um “commodity” do lar, não transaccionável em mercado.

E na medida em que o amor produz casamentos eficientes, o amor entre duas pessoas aumenta a possibilidade de essas duas pessoas se manterem casadas.

Este texto poderia ter sido escrito pela Raquel Varela

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:06 pm
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antistigma1“Calma aí com os julgamentos precipitados. Só porque um senhor sírio aparece de machete na rua não significa que o amor não deva prevalecer perante o ódio. O mais certo é ter sido um senhor sírio refugiado e portador de machete de extrema-direita a comemorar os 5 anos do atentado do norueguês nazi. Até porque ninguém comemora os atentados do Che excepto em t-shirts giras. Se a mulher morta o tivesse amado, poderia ainda ter uma cabeça para nos alertar do perigo de não amar preventivamente. Esta mulher foi vítima do seu próprio preconceito à posteriori. Se calhar nem estava grávida. Talvez tenha sido um senhor sírio refugiado portador de machete que é maluco, como o de ontem e o de segunda-feira. Toda a gente sabe que não faltam malucos à solta. Quais as probabilidades de um maluco ser um refugiado sírio portador de machete? Como diz a Helena Araújo, são só coisas que acontecem.”

São coisas que acontecem

nonconfundir

Feuerbach

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:18 am
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Segundo Feuerbach, o fundamento e o objecto da religião é o ser do homem. A religião é um fenómeno antropológico; Deus não existe fora do Homem.

Estas premissas foram consideradas “geniais”, não só por Karl Marx, mas também por uma certa casta de “livres-pensadores” do século XIX até hoje. Por aqui vemos a miséria que grassa no pensamento intelectual do modernismo.


Seguindo este raciocínio de Feuerbach, podemos dizer que o fundamento e o objecto da Lógica é o ser humano. A lógica é um fenómeno antropológico: os axiomas da lógica não existem fora do Homem.

Se o Homem não existisse, não existiria a Lógica; aliás, todo o universo existe porque o Homem existe: se não existisse o Homem, o universo não existiria. Antes de o Homem aparecer na Terra, não existia o planeta. Essa coisa dos dinossauros é uma invenção da religião.


Feuerbach foi dos pensadores mais estúpidos de que há memória, e só ganhou notoriedade devido a Karl Marx.

É claro que a Lógica é um fenómeno antropológico!: nunca veremos um cão entretido com silogismos! E é claro que a religião é um fenómeno antropológico: nunca veremos um gato a rezar o Terço.

Mas da mesma forma que o Homem intui a lógica, também intui a religião. A lógica e a religião são descobertas, e não criações do Homem como afirma Feuerbach. O ser humano não criou a lógica: intuiu-a e foi descobrindo; de modo semelhante, o ser humano não criou Deus: intuiu-o e foi descobrindo, através de diversas diferenciações culturais ao longo da sua existência.

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