perspectivas

Segunda-feira, 30 Março 2015

¿Rendimento Básico Incondicional? Obviamente, não!

 

O leitor B.D. chamou-me à  atenção para a iniciativa do Rendimento Básico Incondicional, que é, nomeadamente, apoiada nas redes sociais por gente como o Paulo Querido — ¿quem não se lembra do apoio público e notório de Paulo Querido a José Sócrates? A nossa memória é curta e os sociopatas “safam-se” sempre.

Queria fazer aqui uma nota prévia, ao correr da pena: penso que não é admissível que exista, em uma sociedade civilizada (o que quer que seja que isso signifique), situações de pessoas em situação de pobreza extrema. “Pobreza extrema “pode ser definida como uma situação de estado de necessidade (notrecht), em que a pessoa não consegue garantir a si própria e/ou à  sua família (no caso de ser mãe ou pai, ou marido ou esposa) as condições mínimas de sobrevivência e de dignidade. Como escreveu G. K. Chesterton:

«Um homem honesto apaixona-se por uma mulher honesta; ele quer, por isso, casar-se com ela, ser o pai dos seus filhos, e ser a segurança da família.
Todos os sistemas de governo devem ser testados no sentido de se saber se ele pode conseguir este objectivo. Se um determinado sistema — seja feudal, servil, ou bárbaro — lhe dá, de facto, a possibilidade da sua porção de terra para que ele a possa trabalhar, então esse sistema transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça.
Se qualquer sistema — republicano, mercantil, ou eugenista — lhe dá um salário tão pequeno que ele não consiga o seu objectivo, então transporta consigo a essência de uma tirania eterna e vergonha».

— G. K. Chesterton, “Illustrated London News”, Março de 1911.


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Domingo, 29 Março 2015

O evolucionismo, segundo G. K. Chesterton

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:30 am
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Sábado, 28 Março 2015

O que os me®dia nunca dirão!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:56 pm

Sexta-feira, 27 Março 2015

GermanWings: co-piloto alemão tinha ligações à Jihad islâmica

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:40 am

 

Aqui.

germanwings

É evidente!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:24 am

Quarta-feira, 25 Março 2015

Neologismo: “Climocondríaco”

Terça-feira, 24 Março 2015

O Varoufucker não usa gravata, mas abotoa-se bem !

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:52 pm
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“O ministro das Finanças grego colocou a sua casa de férias a arrendar por um preço semanal de cinco mil euros, noticia o Daily Mail.

Segundo este diário britânico, Varoufakis terá considerado que seria errado manter a luxuosa casa na sua posse, numa altura em que o país enfrenta elevadas medidas de austeridade e terá decidido que o melhor era livrar-se da mesma. Refere o Daily Mail, que a casa não ‘condizia’ com o seu novo cargo político.”

Varoufakis arrenda casa de luxo por cinco mil euros por semana

Segunda-feira, 23 Março 2015

Alex Tsipras viaja em classe económica para Berlim, para se encontrar com Angela Merkel

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:17 pm
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O Carlos Fiolhais anda enganado por pseudo astrólogos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:41 pm
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Quando a Lua cheia recente causou a maior maré do século, é natural que o Carlos Fiolhais ande aluado, e pior fica quando não tem consciência disso. Quando temos consciência de que a Lua influencia a nossa psique e, em consequência, o nosso comportamento, sabemos lidar melhor com os nossos possíveis desvarios. Mas o Carlos Fiolhais, na sua auto-intitulada qualidade de cientista, nega que a Lua tenha qualquer influência na sua (dele) psique e comportamento. E por isso, quando está aluarado, só diz disparates.

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Vamos ver se ele aprende — embora burro velho não tome andadura.

A astrologia não prediz acontecimentos: indica apenas fases de mutações — como, por exemplo, as mutações das fases da Lua — e de transformações do indivíduo (e não propriamente de uma comunidade ou de uma sociedade inteira). Quando o Carlos Fiolhais (ou outra pessoa qualquer) vir um “astrólogo” prever acontecimentos, terá então razões objectivas e sem aluamentos para o considerar um charlatão.

O José Pacheco Pereira e o mealheiro de Karl Marx

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:47 am
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No último programa domingueiro do José Pacheco Pereira na SICn, este apresentou uma pequena estatueta de Karl Marx que tinha uma ranhura do cocuruto e que servia de mealheiro; chegou mesmo a colocar no mealheiro marxiano três moedinhas de cobre e zinco, como fazem os “católicos agnósticos” nos peditórios da santa missa. No caso de José Pacheco Pereira, o peditório era outro, mas não consta que os portugueses em geral dêem moedinhas para ele.

mealheiro-das-caldasO José Pacheco Pereira poderia ter-se lembrado de um mealheiro das Caldas, o que teria a vantagem de ser produto português. Mas não: lembrou-se de um mealheiro de Karl Marx com três moedinhas escurinhas.

Se a ideia do José Pacheco Pereira era a de sugerir aos partidos políticos marxistas a ideia da poupança, então o caso assume contornos graves: o que o José Pacheco Pereira sugere aos partidos de Esquerda é que mintam ao povo, que prometam despesas e prebendas, ganhem as eleições, e depois entrem em cortes na despesa a que ele (o José Pacheco Pereira) chama de “poupanças”: se os cortes vêm da Esquerda, são “poupanças”; quando vêm da Direita são “cortes” — um pouco à  laia do maniqueísmo da tolerância repressiva do marxismo cultural.

Por outro  lado, é uma contradição em termos que um socialista conceba a poupança do dinheiro que não é dele —  a não ser que seja um socialista banqueiro, daqueles que surgiram depois do 28 de Abril de Troca-o-Passo. Pedir a um socialista que poupe o dinheiro dos outros é a mesma coisa que pedir a um cleptómano que deixe de roubar.

Portanto, sugiro ao José Pacheco Pereira que se deixe do verdadeirismo do mealheiro de Karl Marx, e caia na realidade comprando um das Caldas, porque é preciso puxar para cima o que é português (porque para baixo já vai ele). 

Domingo, 22 Março 2015

A grande arte que se faz hoje é orgulho de uma civilização

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:41 pm
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Na escultura podemos ver o rei de Espanha, D. Juan Carlos, vomitando e a ser sodomizado pela feminista e sindicalista Domitila Barrios de Chúngara que, por sua vez, está a ser sodomizada por um lobo. Tudo isto de passa sobre um tapete de capacetes nazis. Esta peça de “arte” é de autoria da “artista” austríaca Inès Doujak e será exposta no Museu de Arte Contemporânea, em Barcelona.

arte-moderna-espanhola

Quinta-feira, 19 Março 2015

Verdadeirismo

Filed under: A vida custa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:42 pm
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Proponho “verdadeirismo” em lugar de “verdadeiridade”, porque o conceito inglês de TRUTHINESS está subjacente ao irracionalismo que voltou a estar na moda e que está ligado a certas ideologias políticas. “Verdadeirismo” é um “ismo” e tem uma conotação política clara.

Truthiness_comic

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