perspectivas

Quinta-feira, 25 Outubro 2018

QI baixo, mas com alvará de inteligente

 

O Ludwig Krippahl voltou ao problema da Teodiceia. Parece um disco de vinil riscado. Baixo QI: não há argumento racional que valha.

 

Sobre o problema da Teodiceia, ler o que eu escrevi aqui em 2014. Qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe o texto (a não ser que a sua carreira profissional dependa de um alvará de inteligência politicamente correcto).

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A Assunção Cristas e o Asno de Buridan

 

Temos aqui um “post” no Corta-fitas assinado por Henrique Pereira dos Santos.

Diz ele que a Assunção Cristas assumiu uma “posição moderada” ao afirmar que, entre Hadad e Bolsonaro, ela não votaria em nenhum deles. Ou seja, para a Assunção Cristas não há voto útil — a não ser que o voto útil seja no CDS dela.

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A Assunção Cristas — que visitou a mesquita de Lisboa e foi orgulhosa- e alegremente tratada como um ser humano de segunda classe — diz que é a representante da Não-esquerda em Portugal. E por isso é que até a Mariana Mortágua se ri dela.

Diga-se, em abono da verdade, que não estou a ver a Mariana Mortágua a visitar a mesquita de Lisboa e ser por lá tratada como um ser inferior…

A Assunção Cristas, tal como o tal Henrique e quejandos, padece de um Complexo de Inferioridade Moral imposto pela Teoria Crítica  marxista cultural.

Esse complexo de inferioridade moral impõe-lhes o politicamente correcto como uma espécie de “burocracia do espírito”.

Perante as invectivas (muitas vezes irracionais e até fazendo lembrar a Inquisição medieval) do marxismo cultural, a Não-esquerda entra em pânico moral e, no caso vertente, a Assunção Cristas faz lembrar o Asno de Buridan  (a “liberdade da indiferença”, o grau mais limitado da liberdade).

Segunda-feira, 24 Setembro 2018

A pertinência ideológica da camarada Raquel Varela

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:03 pm

 

Sábado, 22 Setembro 2018

Os irmãos Dupont e Dupond, na TSF aos Sábados

 

O Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva fazem lembrar as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin.

Direi mesmo mais !: as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin, fazem lembrar o Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva.

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Terça-feira, 21 Agosto 2018

Verdade, verdadinha…

Filed under: A vida custa,imigração — O. Braga @ 2:44 pm

 

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Agora já não se chama “vagina”: passa a ser “buraco frontal”

 

Na sua guerra contra a Natureza, a Esquerda pretende agora abolir o nome “vagina”, porque (alegadamente) o conceito de “vagina” é discriminatório em relação aos transgéneros.

Assim, a Esquerda pretende substituir o nome “vagina” por “buraco frontal”.

É assim que as esganiçadas do Bloco de Esquerda, por exemplo, passam a ter um “buraco frontal”.

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Sexta-feira, 17 Agosto 2018

O jornal Púbico é uma anedota (¿aquela pocilga ainda não fechou?!)

 

“O PÚBLICO continuará a ser o lugar onde todas as opiniões cabem, excepto as que promovam valores atentatórios ao nosso estatuto editorial, sejam o racismo, a xenofobia, a homofobia ou a apologia da violência.”

Os compromissos da Direcção Editorial


O anti-racismo fica muito bem ao jornal Púbico, mas nunca vi nesse pasquim uma só notícia sobre o racismo negro na África do Sul e acerca do ostracismo em relação aos brancos neste país (por exemplo, quando existe agora um partido político reservado exclusivamente a negros).

Ou seja, quando se trata de discriminar os brancos, o jornal Púbico é racista.

Em relação à “apologia da violência”: é crime. O incitamento público à violência é punível pelo Código Penal. Portanto, era o que faltava que o jornal Púbico não cumprisse a lei…

Em relação à xenofobia, parece que existe uma xenofobia boa e outra má; a má é a xenofobia portuguesa, porque, por exemplo, as xenofobias moçambicana e/ou sul-africana são silenciadas pelos me®dia, a xenofobia chinesa é tabu me®diático, e ninguém fala da xenofobia japonesa. O que convém ao jornal Púbico é seguir à risca as ordens dos plutocratas globalistas contra qualquer resquício da pátria portuguesa. E, portanto, tudo o que mexe é xenófobo.

Quanto à “homofobia”, até hoje não encontrei uma definição real do conceito. Se ser contra a homofobia é ser homófilo, convém então que todo o corpo redactorial do jornal público venha a terreiro revelar que “saiu do armário”.

Sábado, 11 Agosto 2018

Pragmatismo e resistência

 

A Raquel Varela confunde aqui “resignação” e “revolta”, por um lado, com “pragmatismo” (não necessariamente no sentido a doutrina americana) e “resistência”, por outro lado.

Temos a obrigação de substituir a linguagem emocional das mulheres e dos românticos na política, por uma linguagem mais racional. A “resignação” e “revolta” são próprias de românticos adolescentes e/ou de mulheres emocionalmente desequilibradas.

O pragmatismo está relacionado com a eficiência da acção em uma dada situação. O pragmático é prático; mas não tem que ser resignado. Encarar a realidade tal como ela se nos apresenta, e tentar resolver os problemas em função das situações dadas, é uma característica do pragmático — e do resistente, também. A resignação não resolve problemas: pelo contrário, o homem resignado não é pragmático porque entra por uma espiral situacionista negativa, ao passo que o pragmático é um homem positivo.

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A “resistência” está intimamente ligada ao “pragmatismo”. São conceitos “casados”.

Segundo Maine de Biran, “o real é aquilo que resiste” — nota: o real não é aquilo que “se revolta”: antes, é aquilo que “resiste”. Resistência e revolta são conceitos diferentes. O homem resistente é um pragmático; o revoltoso é um romântico… ou (em juízo universal) uma mulher.
Ou melhor dizendo: a resistência que não tenha em conta o pragmatismo, é uma revolta; e uma revolta conduz sempre a um estado de resignação. Ou ainda, como dizia Nicolás Gómez Dávila: “Ninguém se revolta contra a autoridade, mas antes contra aqueles que a usurpam.”

A utopia implica uma revolta, e não uma resistência. Quando se fala da “impotência do mundo”, não é do pensamento que pensamos: antes, é da impotência do pensador que caracteriza a utopia, e que se opõe ao pragmatismo.

Por exemplo, é pragmático pensarmos que a facilidade com que o capitalismo industrial (burguês) constrói e destrói (obedecendo a meros imperativos de rentabilidade), transforma o homem médio em um nómada intelectual, moral e físico. Hoje, aquilo que é permanente, estorva.

Mas aquilo que é permanente também estorva os revolucionários como a Raquel Varela, que também pretendem destruir para construir — não por uma questão de rentabilidade, mas por causa de uma utopia que já matou mais de 100 milhões de pessoas no século XX.

Bem-aventurados sejam os revolucionários que não vivem o futuro da revolução! — porque o revolucionário só descobre o “verdadeiro espírito da revolução” quando está em presença do tribunal revolucionário que o condena. As revoluções têm como única função destruir os sonhos utópicos e românticos que as causam.

Hoje todos sabemos que “transformar o mundo” (como defende a utopia da Raquel Varela) é sinónimo de “burocratizar o ser humano”.

Aliás, o politicamente correcto é uma espécie de burocratização do pensamento. E a burguesia moderna (não confundir com a burguesia das guildas, até finais do século XVIII) nada mais é que a classe revolucionária predominante; e a actividade revolucionária das jovens esganiçadas do Bloco de Esquerda (ou a da Raquel Varela, em tenra idade; ou a do jovem José Pacheco Pereira a correr à frente da polícia nas manifs do Porto), nada mais é do que o rito de passagem entre adolescência e a burguesia.

Domingo, 5 Agosto 2018

O Figueiredo é maroto

 

Eu já sabia que os me®dia são marotos — quando noticiam (por exemplo) que o “violador exorcista” é sacerdote católico, escamoteando o facto de o referido “senhor Padre” ter sido expulso da Igreja Católica em 1972 (ainda antes do 28 de Abril de Troca-o-passo). Temos uma me®dia que esconde os factos a seu bel-prazer.

O que eu não sabia era que o Figueiredo também é maroto; um maroto grisalho.

Sexta-feira, 27 Julho 2018

O conceito de “sensibilidade natural” é uma treta ideológica

Filed under: A vida custa,animalismo,ética,Esta gente vota,Moral — O. Braga @ 5:19 pm

 

Publica-se aqui um texto do Marquês de Condorcet acerca da “misericórdia pelos animais” (Condorcet acreditava que o progresso é uma lei da Natureza, e inspirou Augusto Comte):

“Se uma criança está acostumada a ver os animais sofrer com indiferença ou mesmo prazer, o germe da sensibilidade natural, o primeiro princípio activo de toda a moralidade, é destruído e, mesmo no que diz respeito aos homens, é destruída neles toda virtude, sem a qual não são mais do que um cálculo de interesses, uma combinação fria da razão”.

Desde logo, ficamos sem saber o que é “sensibilidade natural”.

Na linha do romantismo de Rousseau, Condorcet acreditava que o bom selvagem ficava em paz com a natureza e com a humanidade, depois de comer um bom jantar. Porém, os descobrimentos do mundo demonstraram, por exemplo, que a “sensibilidade natural”, entre alguns povos arcaicos, se manifestava através de ritos religiosos de canibalismo (Mircea Eliade explica isto muito bem).

Afinal, a “sensibilidade natural” que o Condorcet via nas crianças do seu tempo não era tão “natural” quanto ele pensava — era, em vez disso, uma sensibilidade moral marcada pela cultura cristã. Mas ele acreditava que todas as crianças, do mundo inteiro, tinham uma sensibilidade semelhante (senão mesmo idêntica) à das crianças francesas — porque, alegadamente, essa sensibilidade seria “natural” (inerente à Natureza Humana e independentemente da cultura antropológica).

Portanto, Condorcet estava errado neste ponto. “Sensibilidade natural” não significa nada.

Por outro lado, Condorcet estava errado quando colocou, no mesmo plano de análise, os animais e os seres humanos:

“A misericórdia pelos animais tem o mesmo princípio da piedade dos homens”.

G. K. Chesterton escreveu o seguinte: “Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos”.

Basta estudar um pouco de História para saber que Chesterton diz a verdade: a relação entre o ser humano e os animais é muito complexa, e Condorcet simplificou o que é complexo em função de uma ideologia (aliás, Condorcet foi um dos “ideólogos” materialistas, que reduziram o ser humano a uma espécie de “matéria animada”).

Esta frase de Chesterton é hoje muito pertinente, quando se defende o aborto de um ser humano como um “direito humano”, ao mesmo tempo que os touros adquirem uma espécie de “direitos humanos”.

corridaDepois, “misericórdia” não é a mesma coisa que “piedade”, embora as duas palavras tenham origem no latim, e os dois conceitos actuais derivam claramente da cultura cristã.

O tal “princípio” ( que se refere Condorcet) seria o “mesmo” em uma sociedade atomizada (como é a actual), onde a coesão social fosse escassa, onde a solidariedade humana fosse parca. Ora, nós verificamos que nas sociedades rurais, onde os seres humanos vivem comunidade e onde a coesão e a solidariedade sociais são maiores, é exactamente onde existe, com maior proeminência, a tradição das touradas e da caça.

Ou seja, a quantidade de “misericórdia pelos animais” não é inversa- ou directamente proporcional ao volume da “piedade dos homens” em circulação na sociedade; não existe sequer um nexo causal evidente entre o grau de “misericórdia pelos animais”, por um lado, e a quantidade de “piedade dos homens” uns pelos outros, por outro lado — e tanto assim é que o revolucionário Condorcet foi vítima mortal dos seus próprios correligionários da Revolução Francesa. Parece que a “piedade dos homens” não se aplicou a ele e a milhares de outros homens: “A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa” (Pierre Chaunu, historiador francês).

Não há nenhum “princípio” que coloque no mesmo plano as relações entre seres humanos, por um lado, e as relações entre seres humanos e os animais, por outro lado. Só podemos compreender este tipo de analogia se vindo de um romântico inveterado, ou de uma mulher.

Sexta-feira, 20 Julho 2018

Ainda não batemos no fundo…

 

“Estive no Canal Q a debater a interpretação histórica do nazismo. Creio que o racismo não foi a causa mas a consequência, a causa foi a crise de 29 e o temor da revolução por parte quer da URSS quer do SPD”.

Raquel Varela


“A separação entre ciência fundamental e aplicada, ou entre ciências sociais e exactas é fictícia”.

Raquel Varela


1/ a Raquel Varela deverá estudar melhor a Idade Média na Alemanha. Em Portugal e em Espanha, o “problema judeu” não foi um problema de “raça”: foi um problema de conversão ao catolicismo. Na Alemanha medieval, a situação cultural foi totalmente diferente.

2/ toda a gente tem direito a “comes e bebes”; longe de mim querer tirar o tacho à Raquel Varela. Que se refastele à fartazana à mesa do Orçamento de Estado.

Mas se “a História está sujeita a interpretações”, então segue-se que as ciências sociais (por exemplo, a História) não são tão exactas quanto as ciências formais (a matemática), ou mesmo quanto as ciências da natureza.

Ou seja: ao contrário do que a Raquel Varela disse, a separação entre ciências sociais, por um lado, e as ciências exactas, por outro lado, não é fictícia.

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Quarta-feira, 18 Julho 2018

Alexandria Ocasio-Cortez, o futuro brilhante da Esquerda americana

 

“A taxa de desemprego está baixa porque toda a gente tem dois empregos.”

(Alexandria Ocasio-Cortez)

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