perspectivas

Quinta-feira, 26 Fevereiro 2015

Andamos afastados de Deus

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:58 pm

Esquecemo-nos de agradecer-Lhe as mais pequenas coisas, os pequenos milagres a que assistimos todos os dias: os nossos pequenos milagres e os dos outros. A nossa sociedade está profundamente doente.

Sábado, 21 Fevereiro 2015

A Troika mudou de nome

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:45 am
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A pedido do governo grego, a Troika mudou de nome: agora chama-se τρόϊκα.

Para a Esquerda, esta mudança de nome é muito importante, porque se acredita que mudando o nome das coisas, estas deixam de ser o que são. Por exemplo, se a Esquerda chama a uma pedra, “pau”, a pedra deixa automaticamente de ser pedra e “vira” pau (neste caso seria um varapau pelas costas deles abaixo!), como que por magia.

Quarta-feira, 18 Fevereiro 2015

O Rerum Natura do Carlos Fiolhais, a satireta e o sátiro

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 2:09 pm
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satiroO blogue Rerum Natura, de Carlos Fiolhais  e comandita, critica os “gurus de cafés” e convida os leitores a assistir a uma conferência sobre “liberdade de expressão” e a defesa do direito à sátira, em que uma das palestrantes é … Fernanda Câncio!

Já estou como o Sá de Miranda: “M’espanto às vezes, outras m’avergonho…”

Deve haver ali uma confusão no Rerum Natura, porque “sátira” não é a mesma coisa que “satireta” [sátira de pouco merecimento]. A sátira, como crítica social, tem sempre muito de racional e de razoável; satireta é outra coisa.

Ademais, não devemos confundir — como confunde o Rerum Natura — “satirista” (que é o autor da sátira propriamente dita), por um lado, com “sátiro” (que é um semi-deus pagão com pés e pernas de bode, libidinoso e cínico, devasso e dissoluto).

Domingo, 15 Fevereiro 2015

O Recentismo

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:18 pm
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O Recentismo é uma teoria de desconstrução da História segundo a qual , por exemplo, Jesus Cristo terá nascido no ano de 1053 e crucificado no ano de 1086; e as cruzadas terão acontecido logo após a morte de Jesus Cristo em 1086… o Livro do Apocalipse terá sido escrito em 1486, e o Antigo Testamento terá sido escrito na Baixa Idade Média.

Isto significa que Portugal não poderia ter sido fundado em 1143, porque nesta data não havia Antigo Testamento e os textos da Igreja Católica do tempo da fundação da nacionalidade portuguesa já faziam referência ao Antigo Testamento. Portanto, Portugal terá sido fundado em fins da Idade Média e D. Afonso Henriques simplesmente não existiu ou viveu no século XV. Provavelmente, a I dinastia portuguesa não existiu e os descobrimentos portugueses terão começado no século XVII… !

O Recentismo é uma teoria russa que coloca em causa a História ocidental e ataca a Igreja Católica: diz que foi a Igreja Católica que aldrabou a História da Europa. Na modernidade tudo é possível, incluindo colocar em causa factos históricos documentados. Nenhum documento histórico é hoje considerado fiável pelo Recentismo.

A historiadora Marion Sigaut e a Revolução Francesa de 1789

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:36 pm

 

Sobre o Observador

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:58 am

 

Há boa gente e inteligente que escreve no Observador. Por exemplo, Helena Matos, Gonçalo  Portocarrero de Almada, entre outros. Mas a maioria é gente com discurso arrevesado e sem grande capacidade crítica — porque também existe um politicamente correcto da Não-Esquerda.

A Não-Esquerda é composta por um conjunto de pessoas que não concorda com a esquerda em questões de economia, mas está de acordo com a esquerda em tudo o resto.

É o caso da maioria dos escribas do Observador: pertencem à Não-Esquerda. Por exemplo, a ética utilitarista é absolutamente coincidente na Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Socialista) e na Não-esquerda (Partido Social Democrata). Existe uma facção do CDS/PP que fecha a Não-Esquerda à Direita.

O Partido Comunista foi, até há pouco tempo, uma incógnita: começou por ser um partido anti-utilitarista — na linha de Karl Marx —, mas hoje já patrocina o “casamento” gay, a adopção de crianças por pares de invertidos, o tráfico de crianças, a legalização das drogas, e por isso já não existe uma distinção clara entre o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista.

Durante algumas semanas fui acompanhando o Observador. Mas já não sigo. Aquilo é mau demais. É muitíssimo melhor, ainda assim, o Blasfémias ou o Insurgente: pelo menos têm capacidade crítica aguda.

Sábado, 14 Fevereiro 2015

Os problemas estúpidos, por vezes, têm lógica

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:50 pm
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A Helena Damião fala aqui de problemas “matemáticos estúpidos”, por exemplo:

“Numa quinzena de turmas dos cursos elementar e médio puseram problemas do género: «Num barco, há 12 ovelhas e 19 cabras. Qual é a idade do capitão?»”

Vejamos o seguinte problema: um agricultor deixou em testamento que metade dos cavalos que tinha fosse para o filho mais velho, um terço dos cavalos para o segundo filho, e um nono para o mais novo. Depois da morte do pai, os filhos resolveram dividir a herança dos 17 cavalos herdados, mas não sabiam como o fazer obedecendo estritamente aos desejos do pai.

Um cigano, vendedor de cavalos de feira, apareceu lá em casa dos três irmãos e fez a seguinte proposta:

“Olhem: eu acrescento o meu cavalo (que não trouxe agora) aos vossos; temos, então, 18 cavalos. Tu, o mais velho, recebes metade, portanto, nove cavalos. Tu, o segundo filho, recebes um terço, isto é, seis cavalos. E tu, o mais novo, tens que receber um nono, ou seja, dois cavalos. Somando tudo isto, chegamos a 17 cavalos e sobra um, isto é, o meu!”

E mal disse isto, o cigano montou num dos cavalos da herança e desapareceu.

Segunda-feira, 9 Fevereiro 2015

O Frei Bento Domingues confunde religião com ciência (e outras confusões)

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Igreja Católica — O. Braga @ 8:44 pm
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O Frei Bento Domingues pensa que “em terra de cegos, quem tem um olho é rei”. E tem razão. Só que o único olho dele é vesgo. Só uma criatura como o Frei Bento Domingues pode ser simultaneamente zarolho e vesgo de espírito.

O Frei Bento Domingues começa por se referir ao conceito de “verdade” no âmbito da religião, e depois passa imediatamente ao conceito de “verdade” na ciência, fazendo uma comparação ou colocando os dois conceitos em um mesmo plano de análise.

Há vantagens em não se julgar infalível. A primeira de todas talvez seja esta: o mundo não começou comigo nem vai acabar quando eu morrer. Os que jogaram ou jogam na ficção da infalibilidade gostariam de parar o tempo que vai medindo todas as mudanças.

A verdade, no entanto, nunca é uma posse definitiva, mas um horizonte irrenunciável que exige um trabalho nunca acabado. A busca da “teoria de tudo”, para explicar o universo, pode ser um grande motor de investigação, mas por enquanto ainda vive no campo dos sonhos fecundos.”

Ora, ou o Frei Bento Domingues é burro, ou então pensa que os católicos são vesgos como ele — o que vai dar no mesmo.

Em ética e na religião, a verdade decorre de valores intemporais — valores que não têm tempo, ou pertencem a todas as épocas: estes valores não podem ser deduzidos de qualquer utilidade e existem por si mesmos.

Seria até mais adequado, em religião, falar de “certeza”, em vez de “verdade”. A certeza não se confunde totalmente com a verdade, porque o carácter subjectivo da certeza aproxima-a da convicção. A certeza proíbe, em princípio, a dúvida.

Em ciência, a verdade obedece a paradigmas que são produto de cada época específica. Em ciência, o que é verdade hoje pode não ser amanhã. Na religião, as coisas não se passam assim senão na mente canolha do Frei Bento Domingues.


“Há pessoas e instituições que retardam, quanto podem, as mudanças. A chamada cultura tradicional procura assegurar a reprodução do passado no futuro. O método era o da iniciação das crianças nas teias do passado e acrescentar-lhes um feitiço, um tabu, que desgraçaria a vida de quem violasse essa herança. A cultura moderna coloca o acento na inovação do conhecer e do fazer: fazer acontecer o que nunca tinha acontecido e libertar o horizonte de preconceitos.”

Pelo facto de o Frei Bento Domingues ser vesgo de um único olho, não devemos nós descansar: devemos bradar a terreiro que o vesgo só tem um olho! Devemos persistir; quem porfia mata caça. Além disso, ele está mais com o olho vesgo para a cova do que para qualquer outra coisa. Esperemos que o Destino faça o seu trabalho.

O Frei Bento Domingues incorre na falácia ad Novitatem: tudo o que é moderno é bom, e tudo o que é antigo é mau. Se ele tivesse vinte anos, diria eu que ele padeceria da inexperiência vesga da juventude; mas sendo ele um vesgo serôdio, só nos ocorre constatar a sua desonestidade intelectual: Frei Bento Domingues é desonesto, merece descrédito e repulsa.

Para além da falácia ad Novitatem, ficamos sem saber quais são os novos preconceitos e os novos tabus que o Frei Bento Domingues defende para substituir os antigos — porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado. Porque se ele defende uma sociedade sem tabus e sem preconceitos, então ele deveria ser interditado com urgência, porque para malucos já nos bastam os que não escrevem nos jornais.

“Se há pessoas e instituições apostadas em retardar as mudanças, existem outras que as aceleram. O dogma da infalibilidade papal, no século XIX, pretendia parar o tempo, barrar o caminho a mudanças, sobretudo na Igreja, mesmo fora do âmbito restritíssimo da aplicação desse dogma. O importante era criar, nas pessoas e nos grupos, a ideia sub-reptícia de que tudo o que vinha de Roma trazia o carimbo da infalibilidade. Ressuscitava-se o adágio: Roma falou, assunto encerrado. Roma locuta, causa finita.

Este estilo serviu, maravilhosamente, para envenenar a questão dos ministérios ordenados das mulheres, nos anos 80-90 do século passado. Já no tempo de Paulo VI, a Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) tinha apresentado as razões para impedir a admissão das mulheres ao “sacerdócio ministerial” (15.10.76).”

Todo o católico com algumas luzes da História sabe a origem do dogma da infalibilidade papal. E sabe que a infalibilidade papal é mais simbólica do que outra coisa qualquer. Mas o burro — arre burro! — interpreta a infalibilidade papal ad Litteram.

O burro não sabe distinguir um símbolo, por um lado, de um sinal ou de um facto, por outro lado. Quando o burro olha para a cruz, vê nela um sinal como as cavalgaduras vêem um sinal quando se lhes apresentam uma gamela, e nanjá o símbolo da cruz dos primeiros cristãos.

Portanto, o dogma da infalibilidade papal é perfeitamente pacífico porque se trata de um mero símbolo, e não de um facto. Mas a animália confunde símbolo e facto.

Quanto à ordenação de mulheres. A alimária pensa que a ordenação de mulheres é coisa moderna, progressista, prá frentex. É ver o estado a que chegou a Igreja Anglicana… um dia destes está a “casar” gays. Se o Frei Bento Domingues defende o “casamento” gay na Igreja Católica, devo dizer que talvez ele já não vá a tempo — embora saibamos que, com a vetustez, Deus tira-nos a “pica” mas não nos tira a ideia…!

Jesus Cristo tinha discípulos, mas não consta que tenha tido discípulas. Nem consta que, nos primeiros séculos de Cristianismo até ao Concílio de Niceia, tivessem existido discípulas mártires. Assim como sou contra que se coloquem mulheres nas frentes de batalha, assim sou contra a ordenação das mulheres — é uma posição fundamentada na Lei Natural. Em tempos de crise existencial, como aconteceu por exemplo durante o nazismo e o estalinismo, a fé mata.

Mas, o canolho de um olho só, pensa que as guerras acabaram, que as situações-limite nunca mais se repetirão na História, e que os cristão nunca mais serão perseguidos até à  morte como acontece hoje no Próximo Oriente. O vetusto zanolho não pensa na perseguição dos cristãos no Próximo Oriente: imaginem eventuais sacerdotisas católicas nas mãos dos radicais islâmicos… !

Sexta-feira, 6 Fevereiro 2015

O FaceBook e o tempo

 

cientismo2Só falta comparar a invenção do FaceBook à  descoberta da penicilina. Os ditos “progressistas” são tão estúpidos que tolhem qualquer tentativa de inteligibilidade. São contra a globalização, mas não toda: só apoiam um certo tipo de globalização internacionalista e marxizante, a que chamam de “comunidade” não obstante a realidade do Número de Dunbar. Gostam do FaceBook apenas pela possibilidade de propaganda política e ideológica: utilizam os instrumentos da globalização americana para poderem lutar contra ela.

O problema não é a existência do Facebook; eu próprio utilizo o Facebook, e portanto não tenho nada contra o Facebook. O problema é o carpe Diem:

“O tempo em que vivemos, todos nós, é o tempo. Com tudo o que advém do tempo. Não é “o meu tempo” ou o “teu tempo”. É o tempo. Ainda que outros tivessem vivido, tivessem tido carne e ossos a compor a sua condição humana noutros anos, noutras épocas, em outras eternidades.”

Este parágrafo é patético. Só uma pessoa estúpida o escreveria, e outro estúpido o publicaria. Quando os estúpidos começam a filosofar só sai estupidez: para estes, o tempo não tem passado; o tempo reduz-se ao presente.

Aqui a estupidez é elevada ao quadrado, porque há uma intencionalidade na defesa de uma posição estúpida: é como aquela pessoa que defende a estupidez porque acredita que pode retirar vantagem dela. É uma estupidez consciente, e por isso é elevada ao quadrado.

Nem a ciência vive sem tradição (o passado). Mas quando se trata de política, o Carlos Fiolhais faz do passado tábua-rasa. Ca’ganda cientista!

Domingo, 1 Fevereiro 2015

Frei Bento Domingues: um dogmático que condena o dogma

Já demonstrei aqui, por várias ocasiões, que o Frei Bento Domingues é um psicótico, e este texto vem mais uma ver dar-me razão. Mas, desta vez, vou-me cingir apenas uma frase do Frei Bento Domingues:

“Seja como for, o seu pontificado retomou, de forma original e surpreendente, o impulso meticulosamente abafado de João XXIII (1881-1963).

Este filho de camponeses pobres, de Sotto il Monte (Bergamo), foi uma bênção inesperada para um mundo dividido e ameaçado por um confronto nuclear. Já muito idoso teve a ousadia de provocar um abalo sísmico numa Igreja obsessionada com dogmas e anátemas, ao convocar o Vaticano II, o concílio do acolhimento universal e do diálogo irrestrito.

Consta que este bispo pobre, piedoso e cheio de humor sempre se sentiu bem na companhia de hereges, cismáticos e não-católicos. Destruiu barreiras e construiu pontes, em todas as direcções, sem nunca se julgar infalível.”

AS VANTAGENS DE NÃO SE JULGAR INFALÍVEL

Em teologia, dogma é um conjunto de posições características de uma religião.

¿É possível uma religião sem dogmas? Não! ¿Pode realmente crer-se e admitir simultaneamente que aquilo em que se crê é duvidoso e incerto? Não! Uma religião sem dogmas é uma simples filosofia. Não é possível conceber a transcendência religiosa sem símbolos que implicam um dogma.

Mas podemos ir mais longe: no significado comum, o dogma é ponto de uma doutrina estabelecido e considerado intangível e indiscutível numa escola filosófica ou religiosa, numa ideologia política, num paradigma científico, etc.  — ou seja, também há dogmas na ciência: a fé do cientista é a maior que existe, porque é inconfessável.

Então, ¿como é possível ao Frei Bento Domingues defender uma religião (Cristianismo) sem dogmas? Por uma razão simples: estamos em presença de um estúpido que ganhou notoriedade a expensas de uma comunicação social endogenamente estúpida. Pela lei universal da afinidade, a estupidez atrai estupidez.

A hermenêutica do Novo Testamento, para além de correr o risco de ser especulativa, é e será sempre uma possibilidade ao alcance de uma pequeníssima minoria — e neste sentido, ao criticar os dogmas, o Frei Bento Domingues defende uma visão elitista do Cristianismo. Não há como fugir a isto senão transformando a religião em assunto para eruditos. Tudo o resto é utopia. E só há uma alternativa, se os dogmas existentes não cumprirem o seu papel: criar novos dogmas (é o que tem feito a ciência que se vem transformando em uma religião imanente e materialista).

Sábado, 31 Janeiro 2015

Greek debt vs. Nazi Germany debt

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:31 pm
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“Syriza, Greece’s new ruling party, makes an attractive argument for writing off Greek debt: Wasn’t Germany, now the biggest opponent of debt relief, itself the recipient of unprecedented largesse in 1953, when its foreign debt was halved?

Attractive, however, doesn’t mean convincing. Parallels between today’s Greece and 1953 Germany are demagoguery, pure and simple.”

Germany deserved debt relief. Greece doesn’t


It seems that the Nazi war – that destroyed not only Germany but also several countries in Europe – is more acceptable than the actual Greek squandering.

Good point. Congratulations!

The enlightened Mind who wrote that is not discussing debt relief considered by itself, but is mainly taking into account the people that deserves – or not — the debt relief.

So, the writer’s  conclusion is that the German people, who supported Nazism, deserved the debt relief, supposedly because Germany’s ruling class back in the 50’s promised that “it would never happen again” (subjective argument). But we know that Germany has done it many times since Bismark at least, and is doing it again not by military means but by financial means.

In contrast, the writer says that Greece does not deserve a debt relief because the actual ruling politicians in Greece are socialists — “forgetting” that the previous Greek government was not socialist, but still was not entitled to any debt relief .

The writer’s problem is a cognitive dissonance, and he’s doing everything possible to reduce the importance of facts that contradict his expectations about the Greek debt in comparison with Nazi Germany’s debt.

The Greek debt, as it is structured right now, is not payable. And it is stupid not to recognize it.

Quarta-feira, 28 Janeiro 2015

Segundo o Bergoglio, Deus também aceita estes “tal e qual eles são”

Filed under: A vida custa,Igreja Católica — O. Braga @ 6:14 pm
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transgenerosVem aqui a notícia de que morreu um dos “pilares” da comunidade de transgéneros da cidade americana de São Luís.

É um homem que amputou partes do seu corpo para que ficasse parecido com uma mulher em alguns aspectos superficiais e que, no referido artigo, está de luto pela morte da sua “mulher” que era uma mulher que amputou partes do seu corpo para que ficasse parecida com um homem em alguns aspectos superficiais.

Ou seja, primeiro mudaram de “sexo”, e depois “casaram-se” com uma pessoa do sexo “oposto”.

Se perguntarem ao Bergoglio se Deus aceita um capitalista “tal qual ele é”, a resposta é NIM.

Mas se perguntarem ao Bergoglio se alma do morto que é morta vai para o Céu, ele não hesita um segundo: “Deus aceita-a-o tal qual ele-a é”.

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