perspectivas

Quarta-feira, 31 Julho 2019

A hipocrisia das palhinhas de plástico dos restaurantes de hambúrgueres McDonalds

mcdonalds-palhinhasHá muito tempo que não eu não entrava num restaurante McDonalds; hoje entrei e pedi um hambúrguer e uma cola zero.

Quando me sentei para comer, verifiquei que o copo (de plástico) com a coca-cola, não trazia a necessária palhinha (de plástico).

Fui ao balcão pedir a palhinha, e disseram-me que o McDonalds já não fornece a palhinha aos clientes (porque a palhinha pode furar um olho a uma tartaruga marinha). Mas, diz-me a funcionária, que eu posso ir buscar uma palhinha “ali ao lado do micro-ondas”.

Ou seja, o McDonalds não fornece palhinhas de plástico (porque a palhinha pode furar o olho-do-cu de uma marmota), mas podemos ir buscar a palhinha (que o McDonalds não fornece) “ali ao lado do micro-ondas”.

Em suma: por um lado, o McDonalds não fornece palhinhas; mas, por outro lado, o McDonalds fornece palhinhas.

Note-se que a cadeia de fast-food McDonalds simboliza o píncaro do sistema capitalista. Ora, é esta hipocrisia “ecologista”, oriunda da Esquerda mais radical, que é adoptada religiosamente pelos herdeiros do capitalismo americano.

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Segunda-feira, 29 Julho 2019

You will be called ‘racist’ by criticizing Islam

Filed under: A vida custa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 10:02 am

Quinta-feira, 18 Julho 2019

O cabritinho assado do António Costa

Filed under: A vida custa,António Costa,Esta gente vota,Partido Socialista — O. Braga @ 1:55 pm

Durante algum tempo, entre 1989 e 1993, eu ia amiúde comer um “cabritinho” assado ao restaurante D. Fernando, perto do aeroporto do Porto. O “cabritinho” é um cabrito de leite, praticamente acabado de nascer, e que por isso tem uma carne muito tenra e saborosa.

cabritinho-web

Porém, acontece que o cabritinho assado no restaurante D. Fernando era bastante caro para aquela época. Lembro-me de que, já nos idos de 1990, uma dose do cabritinho assado rondaria os 25 Euros (5 mil escudos por pessoa).

Ora, não era eu que pagava a conta: fui sempre convidado de uma empresa privada — e entre negócios entre pessoas privadas, o Estado não tem que se meter.

Acontece que, talvez por muitas coincidências, era normal eu ver o socialista António Costa, acabado de chegar de Lisboa de avião, a comer o cabritinho da praxe no D. Fernando — a expensas do Estado português, por intermédio das despesas do Partido Socialista.

Que o António Costa coma o seu cabritinho assado à sua (dele) custa ou dos seus amigos (privados), o problema seria dele; mas que ande a comer cabritinho à custa dos impostos de todos os portugueses, bardamerda para o Costa !

Sábado, 6 Julho 2019

Recordando Maria José Nogueira Pinto

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:26 am
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Hoje faz oito anos que Maria José Nogueira Pinto foi chamada ao Criador. Teria hoje 67 anos; deixou-nos muito cedo, e fazem-nos falta pessoas da sua estirpe.


Terça-feira, 2 Julho 2019

Pride Month Ads

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:48 am

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Sábado, 29 Junho 2019

Os charlatães do Aquecimento Global Antropogénico

Uma notícia em um “jornal” :

"Germany recorded its hottest-ever June temperature Wednesday — 101.5F — breaking a 72-year record."


Pretende-se assim fazer “prova” do Aquecimento Global Antropogénico; mas esta gente é tão burrinha que não se questiona sobre a razão por que essa temperatura foi superior (na Alemanha) há 72 anos, quando (alegadamente) havia menos CO2 na atmosfera.

¿Há 72 anos também havia Aquecimento Global?!

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Por outro lado, em 1930 fez muito mais calor em França do que agora. E em 1870 fez ainda mais calor em França do que em 1930 e em 2019 — e não consta que em 1870 houvesse “Aquecimento Global Antropogénico”.

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A teoria do Aquecimento Global Antropogénico foi a estratégia política mais engenhosa que poderia ter saído das mentes dos arquitectos da concepção de um leviatão controlado por um Estado plenipotenciário.


Os aquecimentistas, tal como os marxistas, têm a certeza do futuro (a mente revolucionária); e tiram partido do Milenarismo cristão, que marca a cultura das sociedades ocidentais pós-cristãs, para impôr, na cultura antropológica, uma visão apocalíptica do presente que justifique a transferência para o Estado de um Poder absolutista.

Quando alguém tem a certeza do futuro, não é possível discutir quaisquer ideias. A Esquerda nunca quer discutir ideias: a Esquerda apenas quer o Poder absoluto.

Terça-feira, 25 Junho 2019

A instrumentalização da ciência por parte da ideologia; ou a estupidez do Mealha Estrada


“¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?”

(Groucho Marx)


Vemos aqui um texto de um tal Miguel Mealha Estrada (nome alentejano, aposto) que é o exemplo da manipulação da ciência por parte de uma ideologia política — assim como o conceito nazi de “Untermensch” é pura manipulação ideológica da ciência.

O Mealha Estrada é um “nazi ao contrário”.

A existência de ideologias perigosas e desumanas não justifica que se escamoteie ou que se suprima a verdade científica.

(more…)

Domingo, 23 Junho 2019

Sintomas de uma sociedade moribunda (2)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:52 pm
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Sábado, 8 Junho 2019

Manuel Monteiro a Presidente da República

…e eu, que sou monárquico, abriria uma excepção e até iria votar nas eleições presidenciais…

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Quarta-feira, 24 Abril 2019

Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista

 

O “problema” de Marcelo Rebelo de Sousa não é só a eventual “falta de coragem” (como escreveu a Helena Matos): Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (o “relativismo católico”, interpretado exemplarmente pelo papa-açorda Chico e por uma grande parte do clero português). O relativismo de Marcelo Rebelo de Sousa pode ser bem atestado através do seguinte vídeo que faz a sua (dele) caricatura:

 

 

Mas o relativismo pega-se: lembro-me de ler um texto (de Março de 2016) do católico João César das Neves acerca do papa-açorda Chicozinho, em que o citado economista católico defendia a tese segundo a qual o papa-açorda não seria socialista (ou não seria adepto do marxismo). O João César das Neves olha para a realidade e nega-a; ou então recusa-se a aceitar os factos objectivos acerca do papa Chicozinho. A negação da realidade é a condição de qualquer ideologia política.

 

Eu só posso julgar o Marcelo Rebelo de Sousa (ou o João César das Neves) por aquilo que é objectivo — a alegada “falta de coragem” de Marcelo Rebelo de Sousa é um juízo subjectivo, porque não tenho a certeza se o dito é corajoso ou não: o que me parece, de uma forma objectiva, é que Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (uma pessoa que julga que “a verdade é relativa”, e por isso detentor de um arquétipo mental a-científico).

Sexta-feira, 12 Abril 2019

O cabrão Rui Tavares (do Partido Livre) dá uma péssima imagem internacional de Portugal

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 5:45 pm
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“Joacine Katar-Moreira, an African woman from Guinea-Bissau, is running for the European Parliament elections through the far left Portuguese party LIVRE”.

Quarta-feira, 10 Abril 2019

A descolonização das estradas na África do Sul

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:01 pm
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