perspectivas

Sexta-feira, 8 Dezembro 2017

A hipocrisia de Ribeiro e Castro não ajuda nada

 

A Constituição serviu para aprovar o referendo acerca da legalização do aborto, mas segundo o Ribeiro e Castro e a Isabel Moreira (les bons esprits se rencontrent…), a Constituição já não serve para aprovar o referendo sobre a eutanásia.

Ou seja, segundo aquelas duas avantesmas, “a Constituição é clara” em 2017, mas não era “clara” em 1997 e em 2007. Ou seja: puta-que-pariu!

A Constituição só é “clara” quando convém às cavalgaduras que nos controlam.

É pena que o Ribeiro e Castro se sirva de um assunto sério, como é o da legalização da eutanásia, como instrumento de arremesso político contra a liderança do actual CDS/PP. É por causa de hipócritas deste calibre que Portugal caiu já na merda.

eutanasia-cadeiras

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A Esquerda é uma anedota !

 

Da Esquerda espanhola já vi muita coisa absurda — como, por exemplo, a defesa de largar cadáveres humanos nas montanhas para alimentar as aves de rapina, em vez de lhes dar um funeral católico.

A última anedota da Esquerda espanhola vem de Madrid, pela mão da respectiva alcaidessa Manuela Carmena (na imagem), eleita com o apoio do partido Podemos (o Bloco de Esquerda de Espanha).

Com o fim de evitar aglomerações no centro de Madrid por ocasião do Natal, a Manuela Carmena teve uma brilhante ideia: criar ruas de sentido único para peões!

Esta parece uma medida digna de António Costa e da geringonça! Se o Merdina sabe disto, vamos ter sentido único para peões no Rossio!

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Quinta-feira, 23 Novembro 2017

Psicose em estado irreversível e incurável

 

“Um dos grandes mitos da história de Portugal é a «balda» da gestão democrática na revolução. Na verdade nunca tivemos na nossa história uma gestão tão controlada, democrática, e limitada no seu poder de abuso como aquela que nasceu no 25 de Abril em escolas, hospitais, bancos, empresas”.

Raquel Varela

A Raquel Varela é um caso perdido de demência psicótica que a levou a um estado patológico de delírio interpretativo.

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Quinta-feira, 16 Novembro 2017

“DIREITOS” LGBTI JKLMNOPQRSTUVXZ

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:32 pm

 

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Voando sobre um ninho de cucos – a “justiça inquisitorial”

 

Já só nos faltava que gente da Não-Esquerda se armasse aos cucos, como é o caso do Pedro Arroja :

“Um leitor questionou a analogia que venho fazendo entre o juiz de instrução e a Inquisição, pedindo-me para explicar.

A explicação está em cima. Aquilo que caracteriza o juiz de instrução, tal como o inquisidor, é o facto de ele ser ao mesmo tempo o investigador criminal (isto é, o acusador) e o juiz.”

Segundo o Pedro Arroja, em Portugal (e não só), o juiz-de-instrução é simultaneamente o único juiz do julgamento (passo a redundância) e da sentença; para ele não existe um colectivo de juízes no julgamento; não existe o direito de o réu solicitar a escusa do juiz por razões objectivas; e presume que não existem tribunais de recurso.

Os verdadeiros problemas da nossa justiça são o custo exorbitante (a justiça portuguesa não é para pobres) e a demora (os processos arrastam-se nos tribunais por tempo indeterminado).

Eu não gosto do nosso sistema de justiça que foi sendo construído a partir da cultura da Revolução Francesa — mas também não exageremos…!

Quarta-feira, 15 Novembro 2017

¿A actriz é a mulher do actor?

Filed under: A vida custa,língua portuguesa — O. Braga @ 5:39 pm

 

No tempo da “Outra Senhora”, uma “embaixatriz” não era (apenas) a mulher do embaixador: era também o equivalente feminino de “embaixador” (conforme a primeira enciclopédia Luso-Brasileira de finais da década de 1950).

Com o 28 de Abril de mil novecentos e troca-o-passo, os dicionários passaram a conter o substantivo “embaixadora”, como sendo o feminino de “embaixador”; e “embaixatriz” passou a ser (apenas) “a mulher do embaixador”.

Seguindo o mesmo raciocínio, a “actriz” é a mulher do “actor”, e “actora” é o feminino de “actor”.

Domingo, 5 Novembro 2017

O Chico Burrico e o casamento dos sacerdotes: quando o facto faz o direito

 

tabus webVemos aqui um parolo da Madeira a citar o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues quando defende o fim do celibato dos sacerdotes católicos.

O argumento é sempre o mesmo: “há padres que fornicam”. A partir de um facto (o de haver padres que fornicam), pretende-se criar um putativo direito (o fim do celibato dos padres) — como se o fim do celibato dos padres acabasse com a tendência fornicadora promíscua dos padres que já fornicam.

Além disso, esquece-se o papel que os diáconos e diaconisas poderiam desempenhar na Igreja Católica. Por exemplo, se as hóstias já estiverem previamente consagradas por um sacerdote, um diácono pode conduzir uma missa:

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.”Wikipédia

Mas não vemos ninguém na Igreja Católica do Chico, incluindo o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, falar do diaconato. Não interessa falar disso.

A falácia do argumento do parolo madeirense é a que alimenta a sanha destruidora da Igreja Católica que orienta o Chico que habita o Vaticano — por exemplo, quando a referida besta se prepara para legalizar o casamento dos sacerdotes no interior do Brasil, alegando “falta de padres” ao mesmo tempo que se esquece da figura bíblica do diácono.

Essa mesma falácia é a que alimenta o argumento da legalização da pedofilia, por exemplo:

“se existem pedófilos, então temos um facto; e se o facto existe, há que instituir o direito”.

Ou seja, “se é um facto que os pedófilos existem, então há que legalizar a pedofilia”.

Demonstramos aqui como um facto não cria necessariamente o direito. Aliás, a Esquerda (de que faz parte o Chiquitito) sabe perfeitamente disso; por exemplo, não é porque é um facto que existem capitalistas que o capitalismo passa a ter características de um direito inquestionável.

Portanto, convém dizer aos parolos deste país, o seguinte: ao longo de mais de 2000 anos da Igreja Católica, sempre houve sacerdotes que fizeram filhos, e muitas vezes nas mulheres dos outros.

Mas não é porque isso é um facto que vamos instituir um direito.

Não é casando os padres que fazem filhos nas mulheres dos outros que vamos acabar com a promiscuidade sexual desses padres. Mais: sabendo que existem padres homossexuais, só falta ao parolo madeirense, ao Anselmo Borges, ao Frei Bento Domingues e ao Chiquinho defender a instituição do "casamento" gay para os sacerdotes da Igreja Católica.

 

Sexta-feira, 3 Novembro 2017

Novembro outra vez

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:35 pm
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Sexta-feira, 27 Outubro 2017

Eu não me deixo enganar

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 10:30 am

 

Um leitor (brasileiro) deixou ficar algures o seguinte comentário:

“Poderia fazer um artigo explicando a necessidade dos Tabus e dos estigmas sociais para a sociedade? Os esquerdistas e os me(r)dia adoram se levantar contra tais acreditando estarem fazendo o bem”.

Quem escreveu este comentário pensa certamente que “a Esquerda é tolerante e não cria estigmas sociais” — o que é absolutamente falso.

Basta olharmos, por exemplo, para o movimento político esquerdista “Antifa” nos Estados Unidos para verificarmos que a Esquerda não é tolerante, por um lado, e por outro lado cria estigmas sociais por exemplo quando adopta a ideologia identitária (marxismo cultural). O multiculturalismo, adoptado pela Esquerda, é a pior forma de estigmatização social que poderíamos imaginar.

Porém, o facto de alguém pensar que “a Esquerda é tolerante e não estigmatiza socialmente”, é já uma grande vitória dos esquerdistas.

Quarta-feira, 25 Outubro 2017

Cornudos de Portugal: uni-vos !

 

ferreira-fernandes-webHá três dias que o Diário de Notícias abre editoriais com o caso do juiz Neto Moura.

Os me®dia não perdoam ao juiz ter invocado o Antigo Testamento bíblico para criticar o adultério — como é o caso da caricatura de si próprio que é o jornaleiro Ferreira Fernandes.

Até o Marcelo Rebelo de Sousa, talvez o maior cornudo do regime, já botou faladura nos me®dia acerca do caso do juiz Neto Moura.

A julgar pelo mentecapto Ferreira Fernandes, o adultério “virou” virtude, e ser chifrudo passou a ser qualidade de um cidadão de primeira classe que se preze como tal (ele lá sabe da vida dele, ou das filhas que tem).

Ele há homens que têm as putas que merecem, e o Fernandes lá terá as dele.


Ninguém (nos me®dia, na política, o Marcello ramado, a ministra da justiça, etc.) questiona a qualidade da lei. Não. A lei não interessa. O que interessa é condenar à forca o juiz que se serviu do Antigo Testamento para criticar o adultério; então, ¿faxisto?!

Quando o tribunal de primeira instância condenou um homem que agrediu alguém (não interessa se a vítima é homem ou mulher) com uma moca com pregos (e sem ser em legítima defesa!), colocou em risco a vida da vítima. E, por isso, a lei deveria ser diferente daquela que existe, e esse homem deveria apanhar pena de prisão efectiva. Uma coisa é dar umas lambadas; outra coisa é utilizar uma moca com pregos.

Ora, seria isto que o chavelhudo Ferreira Fernandes deveria abordar em editorial do Diário de Notícias. Em vez disso, a criatura ficou escandalizada porque o juiz citou o Antigo Testamento…!

A Maria quer sol na eira e chuva no nabal

 

Também eu queria; mas não é possível. Se bem que chove, ou faz sol.

Desde que Simone Beauvoir escreveu o livro “O Segundo Sexo” — em que defendeu a ideia segundo a qual a feminilidade não é um facto biológico, mas antes é imposta pela sociedade à mulher — que o diabo anda à solta. Ou seja, a mulher abriu a “caixa de Pandora”, e agora culpa o homem.

A irracionalidade do feminismo foi acolhida carinhosamente pela Esquerda; uma das coisas que a Esquerda faz muito bem é manipular a irracionalidade do Romantismo (seja feminista, ou outro qualquer) a seu favor. Obviamente que há homens na Esquerda. Mas o homem, em geral e em abstracto, não pode ser responsabilizado pela aliança esdrúxula entre o feminismo e o marxismo (que se traduz, por exemplo, na aliança entre Simone Beauvoir e Jean-Paul Sartre).

A ideia do “sexo como construção social” teve origem feminista.

A irracionalidade feminista passou a estar na moda, com o patrocínio do marxismo. A ideia delirante do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, segundo a qual as crianças podem “mudar de sexo” (como se fosse possível mudar de sexo) aos 16 anos sem permissão dos pais, tem origem na mulher.

A partir do momento em que a mulher passou a votar, o Estado começou paulatinamente a crescer a olhos vistos. Foi a mulher que engordou o Estado com o seu voto. A ideia de “Estado Social” é uma ideia que floresceu essencialmente a partir do voto das mulheres.

Não se trata aqui de misoginia: trata-se de dizer a verdade; ou então, a Maria pensa que a verdade é misógina.

Quando o homem recusa a efeminização que a mulher pós-moderna exige, a Maria diz que “o homem é supremacista”. Mas, por outro lado, é essa mesma mulher pós-moderna (incluindo a Maria) que despreza os maneirismos efeminados dos homens convertidos à causa feminista. E, ainda assim, parece que somos obrigados a aturar as maluqueiras e a irracionalidade das mulheres ditas “intelectuais”.

Domingo, 22 Outubro 2017

Catarina Marcelino, Secretária-de-estado da Igualdade, sai do governo xuxalista

 

Secretária de Estado da Igualdade sai e agita socialistas


catarina-marcelino

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