perspectivas

Sexta-feira, 23 Setembro 2022

O Macron e a avó, no funeral da Rainha

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,França,Macron — O. Braga @ 4:30 pm

Só lhes faltava irem vestidos com fatos-de-treino.

macron e a avó web

Sexta-feira, 9 Setembro 2022

A Rainha faleceu no dia da Natividade de Nossa Senhora

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:08 am

isabel segunda web

Que Deus a tenha na sua Eterna Presença.

Segunda-feira, 8 Agosto 2022

O marido matou o marido

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 4:40 pm

marido matou o marido

Terça-feira, 26 Julho 2022

Estes são os “influencers” da nossa cultura: vai ser necessário restabelecer a censura nos me®dia

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota — O. Braga @ 12:53 pm

 

Em outros tempos, tínhamos a Lili Caneças, e pouco mais. Hoje, são mais do que muitas: a nossa “cultura” está infestada com esta merda. Pelo menos, a Lili Caneças tinha uma certa classe que esta gentinha agora não tem.

joana albuquerque

Sábado, 9 Julho 2022

Não tarda nada, veremos o Carlos Fiolhais defender a necessidade de eliminar o azoto da atmosfera

Filed under: A vida custa,Aquecimentismo,Carlos Fiolhais,Esta gente vota — O. Braga @ 12:15 pm

protesto agricultores holandesesNa Holanda, o governo pretende reduzir a superfície arável do país em 50% até 2030 — alegando que pretende reduzir a utilização de óxido de azoto (não confundir com dióxido de azoto) nos fertilizantes agrícolas; mas, em boa verdade, do que se trata é de mais uma ladroagem da plutocracia mundialista que tenciona abarbatar as terras dos agricultores holandeses para constituir habitação em massa para alojar imigrantes ilegais e mão-de-obra barata.

Os mais ricos do mundo (os Bilderbergers) estão a utilizar o argumento da “poluição do azoto” para roubar as terras dos campesinos holandeses.

O azoto compõe cerca de 4/5 da atmosfera terrestre (cerca de 780.000 partes por milhão), e o oxigénio cerca de 209.000 partes por milhão.

Ora, o CO2 (dióxido de carbono) compõe apenas cerca de 411 partes por milhão da atmosfera, para além de ser um gás raro e essencial à vida na Terra, e de fazer parte do ciclo de renovação do oxigénio — o que poderá levar a que cientistas peregrinos, como o Carlos Fiolhais, venham a defender a necessidade de eliminar o azoto da atmosfera para “salvar o planeta”.

Domingo, 26 Junho 2022

INTERMEZZO

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:22 pm

A Oikofobia característica da Esquerda actual, e o orgulho da Direita pela superioridade da cultura europeia

Sexta-feira, 10 Junho 2022

Os gueis são transfóbicos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:11 pm

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Terça-feira, 31 Maio 2022

O infortúnio da marxista Raquel Varela

Quando leio este escrito (e outros) da Raquel Varela, parece-me estar a ler um artigo do jornal revolucionário estudantil do meu tempo de faculdade, no fim da segunda metade da década de 1970. Porém, aquilo que é tolerável num miúdo de 18 anos, deixa de o ser em uma pessoa de 40.

O mundo não é perfeito; mas a Raquel Varela, nos seus 40, parece pretender a perfeição do mundo em nome de uma certa ideologia, e, por isso, revolta-se contra o mundo porque este não corresponde ao que (alegadamente) deveria ser.

Aquilo que poderia parecer (por parte da Raquel Varela) uma crítica social viável, razoável e plausível — transforma-se em uma hipérbole por intermédio de um radicalismo ideológico próprio de uma adolescente.

O que mais me espanta, na Raquel Varela, é a recusa radical da Natureza Humana; a ideia implícita segundo a qual “é possível haver uma outra Natureza Humana”.

Ora, a tentativa de construção de “uma outra Natureza Humana” foi o que se fez no século XX com as revoluções que causaram centenas de milhões mortes… e, ainda assim, a Raquel Varela — imbuída de uma superioridade moral em relação ao comum dos mortais — defende a construção dessa “outra Natureza Humana” que rejeita a estrutura da realidade, em uma crítica niilista (uma espécie de Teoria Crítica) e radical, criando uma “segunda realidade” que se sobrepõe à natureza das coisas e à realidade propriamente dita.

A deformação do real — e a recusa da Natureza Humana — levou à edificação dos sistemas ideológicos que mataram centenas de milhões de pessoas no século XX.

Sobre a realidade objectiva, um cristão diria o seguinte:

Meu Deus, dá-me a serenidade
para aceitar aquilo que não posso mudar,
a coragem para mudar o que for possível,
e a sabedoria para saber a diferença.

(Reinhold Niebuhr)

Para um revolucionário (Hitler, o revolucionário, do alto do seu palanque comicial, berrava: “Alles Muss Anders Sein!”), não existe essa diferença entre o possível (o que se pode mudar) e o impossível (por exemplo, aquilo que faz parte da Natureza Humana e que não pode ser mudado).

Por isso é que qualquer crítica social, vinda Raquel Varela, é uma espécie de defesa de uma política de terra queimada — como se fosse possível destruir a sociedade inteira para depois, a partir das cinzas do niilismo revolucionário, fazer renascer um “homem novo” com “outra Natureza Humana”.

A tragédia do marxista vencido degenera em um infortúnio patético — porque o marxismo (épico e romântico) ignora a categoria do “trágico”. Na hora de ser fuzilado, seja pelos seus compagnons de route, seja pelos seus inimigos, o marxista morre estupefacto.

O que a Esquerda esperou de Moçambique

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:58 pm
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The Rolling Stones em Madrid

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:42 am

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Terça-feira, 24 Maio 2022

The New Women (1)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:19 pm

Quinta-feira, 19 Maio 2022

A Varíola dos Macacos: um problema de saúde pública

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:39 pm

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