perspectivas

Quarta-feira, 1 Abril 2020

O comunismo emotivo e lacrimejante, ou as lágrimas de crocodilo do senhor António Figueiredo e Silva

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:18 am

Winston Churchill escreveu:

“Tentar manter boas relações com um comunista é como fazer festas a um crocodilo. Nunca sabemos se devemos afagá-lo debaixo do queixo ou bater-lhe por cima da cabeça. Quando abre a boca, nunca sabemos se está a sorrir ou a preparar-se para nos comer.”

Está hoje na moda uma espécie de “comunismo emotivo e lacrimejante” em que, em vez de sorrir, o comuna chora-nos o coração; mas sorrindo ou chorando, o comuna prepara-se sempre para nos comer.

Há quem pretenda confundir “emoção” e “poesia/literatura”. Outro reaccionário — graças a Deus ! — escreveu o seguinte:

“O que se escreve a partir da emoção, é retórica. Os poemas forjam-se a frio”

Nicolás Gómez Dávila 

Portanto, tentar apelar-nos para “um mundo onde não há desigualdades” é retórica de comunista lacrimante. É tentar enganar o leitor, utilizando a lágrima no olho. É estratégia manipuladora de filho-de-puta.


«O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benefícios; a virtude inerente ao socialismo é a distribuição equitativa de desgraças.» — Winston Churchill


O texto do senhor António Figueiredo e Silva em PDF

Terça-feira, 31 Março 2020

O cínico Paulo Rangel

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:54 pm

Fulano toma uma determinada posição ética ou moral. E, face a essa atitude de Fulano, há sempre quem pergunte: “¿o que é que ganhas com isso?”.

Trata-se de uma falácia (falácia da interrogação): quem faz a pergunta parte do princípio (ad Hominem) de que a posição ética ou moral de Fulano não é genuína, e que implica apenas algum tipo de ganho político ou material.

Holanda: uma achega à reacção de Costa: «este padrão de táctica diplomática em Costa não é inédito. Em Junho, ele também garantiu “à cidade e ao mundo”, que, com a sua veia europeia, havia entronizado Timmermans como Presidente da Comissão – o que faria dele um influente “king maker”. Resultado: isso simplesmente não aconteceu e o espanhol Sánchez, que até aí o acompanhara, abandonou-o sem dó, para “sacar” para a Espanha o Alto Representante para a Política Externa.» (Paulo Rangel)

A ideia de Paulo Rangel é a de que António Costa toma qualquer tipo de posição pública — ética, moral ou política — para “ganhar alguma coisa com isso”. Como escreveu Óscar Wilde, Paulo Rangel tem a mundividência de “um cínico que sabe o preço de tudo e o valor de nada.”

Sexta-feira, 27 Março 2020

O cinismo do aproveitamento político da crise do covid19 por parte dos socialistas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:18 pm
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Chateia-me o facto de a Esquerda (que inclui o PSD e o CDS de Assunção Cristas) andar há uma década a tentar aprovar os Eurobonds (ou seja, a comunhão socialista das dívidas nacionais dos países da zona Euro), e não o tendo conseguido, aproveitam agora a crise humanitária do covid19 para o conseguir. É de um cinismo próprio de filhos-de-puta.

Com os Eurobonds, um país (como é o caso da Holanda) que tenha uma dívida pública, digamos, de 50% do PIB — e segundo o que os governos socialistas de Portugal, Espanha e Itália pretendem — passará a ser co-responsável pelos desmandos despesistas dos governos socialistas da União Europeia com despesas públicas superiores a 100% do PIB (no caso de Itália, a coisa já anda perto dos 200% do PIB).

Compreendo muito bem a razão por que o Reino Unido se pirou da União Europeia !

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Não obstante a filha-da-putice socialista, concordo com a forma — mas não com o conteúdo — da reacção do socialista António Costa em relação às declarações do ministro holandês.

A forma do discurso de António Costa, contrasta com a forma do discurso de Passos Coelho — e aqui discordo da Helena Matos: Passos Coelho humilhou-se a ele próprio e ao país, ajoelhando-se perante os tigres de papel da União Europeia.

A genuflexão política (de Passos Coelho) é intolerável!

Nenhum país é perfeito, e Portugal tem com certeza os seus defeitos; mas não temos que aturar os flatus vocis de um qualquer ministro de um país que já foi uma colónia espanhola.

Em 2009, a gripe suína matou mais de meio milhão de pessoas, e nenhum país parou

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:20 am
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Quinta-feira, 26 Março 2020

O senhor António Figueiredo e Silva conclui que o mundo não está em ordem, e tira daí conclusões politicamente correctas

O senhor Figueiredo, que escreveu este texto, deveria ter lido estoutro para que não caísse na armadilha positivista.

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cientismoAfirmar que “a ciência se baseia em factos rigorosamente confirmados” é próprio de uma pessoa que sofreu uma lobotomia (por exemplo) do coimbrinha Carlos Fiolhais; e o senhor Figueiredo também é de Coimbra… estas coisas pegam-se pela vizinhança, tal como um vírus.

Também faz falta que o senhor Figueiredo leia qualquer coisa escrita por Karl Popper, antes de dizer “umas coisas” .

Noto que o senhor Figueiredo defende a criação de um paraíso na terra (a imanentização do éschatos), quando escreveu que “se o Deus do Homem não existisse, isto seria o paraíso”.

Naturalmente que o senhor figueiredo deveria estar a pensar em Cuba, ou na URSS ou na China de Mao Tsé Tung — sítios onde o tal “Deus do Homem” já foi erradicado, graças a Deus. Só lhe falta (ao senhor Figueiredo) cantar o “Imagine” de John Lennon, para que o cenário neo-ateísta “New Age” coimbrinha fique completo.

Os ateus (mais ou menos declarados, ou mais ou menos “New Age”) não perdoam ao “Deus do Homem” o facto de Ele não existir. Dedico ao senhor Figueiredo um textículo de Eric Voegelin:

« Quando o coração é sensível e o espírito contundente, basta lançar um olhar sobre o mundo para ver a miséria da criatura e pressentir as vias da redenção; se são insensíveis e embotados, serão necessárias perturbações maciças para desencadear sensações fracas.

É assim que um príncipe mimado se apercebeu pela primeira vez de um mendigo, de um doente e de um morto ― e tornou-se assim em Buda; em contrapartida, um escritor contemporâneo vive a experiência de montanhas de cadáveres e do horroroso aniquilamento de milhares de indivíduos nas conturbações do pós-guerra na Rússia ― e conclui que o mundo não está em ordem e tira daí uma série de romances muito comedidos.

Um, vê no sofrimento a essência do ser e procura uma libertação no fundamento do mundo; o outro, vê-a como uma situação de infelicidade à qual se pode, e deve, remediar activamente. Tal alma sentir-se-á mais fortemente interpelada pela imperfeição do mundo, enquanto a outra sê-lo-á pelo esplendor da criação.

Um, só vive o além como verdadeiro se ele se apresentar com brilho e com grande barulho, com a violência e o pavor de um poder superior sob a forma de uma pessoa soberana e de uma organização; para o outro, o rosto e os gestos de cada homem são transparentes e deixam transparecer nele a solidão de Deus. »

Graças a Deus, ainda há pessoas despertas (nem tudo está perdido)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:32 am
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Aconselho a leitura de uma série de apostilas do Henrique Pereira dos Santos :

Só falta agora que a União Europeia venha decretar o estado-de-sítio, para que o cenário político actual comece a fazer sentido.

lobotomy-in-progress web

Terça-feira, 24 Março 2020

A estória do #Coronavirus está mal contada

Filed under: A vida custa,China — O. Braga @ 4:32 pm
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Em 2018, a China gabava-se de possuir o maior banco de vírus de toda a Ásia (1.500 estirpes diferentes de vírus!), no Instituto de Virologia da cidade de Wuhan. E ainda dizem que o vírus não é chinês !

china coronavirus web

Domingo, 22 Março 2020

A sociedade Costista e Marcelista perdeu o bom-senso, e já não há paciência

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:00 pm

Esta epidemia de Coronavirus revelou a enorme quantidade de hipocondríacos em circulação.

Hoje fui a uma farmácia (a farmácia Castro Carneiro, no Gaia Shopping; nunca mais lá volto!) e o respectivo funcionário não aceitou a minha receita em papel (eu tive que ler a receita em voz alta!) — apesar de a criatura estar com luvas e com máscara facial, e de eu estar a dois metros do balcão conforme uma fita vermelha que marcava a fronteira da “invasão dos clientes”.

Quando esta crise do covid19 acabar, e durante muitos anos, iremos continuar a ver os hipocondríacos com máscaras e com luvas nas ruas, a pretexto de que “tudo pode acontecer!”.

PAI-KOSTA-WEB

Sexta-feira, 20 Março 2020

O politicamente correcto volta a matar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:07 pm
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Um virologista italiano afirmou que as preocupações com as aparências de racismo (em relação aos chineses residentes em Itália) contribuíram para diminuir a capacidade de prevenção do covid19 em Itália.

«Professor of Virology and Microbiology at the University of Padova Dr. Giorgio Palù told CNN that measures imposing travel restrictions and border controls were taken too late due to fears over political correctness.»

Italian Virologist Says Concerns Over “Racism” Crippled Italy’s Coronavirus Response


Terça-feira, 17 Março 2020

A notícia da morte de Pedro Barroso chocou-me

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:56 pm

Vêm-me à memória as romarias de Verão da década de 1980, por esse Portugal do norte, onde as canções do Pedro Barroso eram imprescindíveis.

Não é só a questão da ausência do cantor: é também o truísmo que é a consciência de que essas boas memórias são de um tempo que não volta mais.

Segunda-feira, 16 Março 2020

Entretanto, na Coreia do Norte…

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:35 pm

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O vírus da China e discurso apocalíptico dos me®dia

O João Miranda há muito tempo que andava afastado do Blasfémias (graças a Deus!), mas agora apareceu a escrever asneira — mas a culpa não é só dele: a um tal Bruno Arroja, é (desgraçadamente) dado tempo de antena na RTP com um discurso apocalíptico.

Pergunta: ¿a quem serve esta narrativa escatológica dos me®dia?!

Vemos aqui em baixo um gráfico sobre os casos de vírus da China na Coreia do Sul, nos últimos 30 dias: vemos como no espaço de um mês se deu o pico e o decréscimo abrupto de novas infecções com o vírus da China nesse país.

Não há nenhuma razão objectiva e racional para crer que, no país do senhor Bruno Arroja, a evolução da epidemia seja diferente — a não ser que esse senhor (e os me®dia) faça parte de uma agenda política com interesse na propagação do medo na população.

corona-coreia-web

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