perspectivas

Quarta-feira, 18 Abril 2018

O prestidigitador Marcelo Rebelo de Sousa

 

Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito PR porque se especializou na propaganda de manipulação de massas, sempre em colaboração estreita com quem coordena os me®dia.

Parte da técnica de manipulação de massas do Marcelo Rebelo de Sousa passa pela prestidigitação política que é a arte de fazer com que o real deixe de o ser aos olhos da populaça. Parafraseando Groucho Marx: “¿Acreditas no que eu te digo ou naquilo que os teus olhos mentirosos vêem?!”. Marcelo Rebelo de Sousa faz essa mesma pergunta aos portugueses e espera que acreditem nele.

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Por exemplo, quando Marcelo Rebelo de Sousa diz que “o Alcorão é fascinante e inspirador”: do que se trata aqui é de prestidigitação política, da tentativa de alterar o olhar sobre a realidade obliterando aquilo que a própria realidade é. É claro que há sempre quem ache (por exemplo) o “Mein Kampf” (do Hitler) “fascinante e inspirador”; ele há gostos para tudo; mas quem o acha “fascinante e inspirador” não poderia ter chegado à chefia do Estado português. Talvez o Marcelo Rebelo de Sousa aspire pelo sultanato, mas para isso já temos o Cerdogan aqui tão perto…

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O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Outro exemplo de prestidigitação política é a afirmação de Marcelo Rebelo de Sousa de que “não existe extrema-esquerda em Portugal”. Faz lembrar o Anselmo Borges quando diz que “o diabo não existe”. O político olha para a realidade e nega-a; trata-se de uma característica dos políticos actuais.

Quando a Esquerda radical está próxima do Poder (através do oportunismo e do utilitarismo político do monhé António Costa), o presidente da república vem dizer que a Esquerda radical já não é radical — na mesma semana em que a Esquerda aprovou uma lei que permite a “mudança de sexo” (como se fosse possível mudar de sexo…!) aos 16 anos de idade e sem consentimento dos pais da criança (a lei da ideologia de género), e na mesma semana em que a Esquerda anunciou que as propostas-de-lei da eutanásia estão prontas para aprovação no paralamento.

É neste contexto de normalização do radicalismo de Esquerda que o “católico do Vaticano II” Marcelo Rebelo de Sousa se prepara para não vetar a lei da ideologia de género aprovada pela Esquerda radical.


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A normalização do que é radical e extremo não lhe retira o radicalismo. Por exemplo, quando o partido nazi foi eleito para o Reichtag em 1933, o extremismo ideológico nazi foi “normalizado” no sentido em que assumiu o Poder; mas não foi por ser “normalizado” que o partido nazi deixou de ser extremista.

A Não-esquerda portuguesa (não existe Direita organizada em Portugal) elegeu um presidente da república que faz a propaganda política e ideológica da Esquerda radical ! — o que é extraordinário! A tudo se chega enquanto a vida dura… nunca pensei ver a “Direita” a promover a agenda política da Extrema-esquerda.

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Quinta-feira, 12 Abril 2018

A ‘diversidade’ e a ‘inclusão’ que servem para ‘dividir para reinar’

 

A Marta Mucznik escreve aqui um artigo em que comete vários erros de análise e de avaliação; desde logo, confunde ‘Lisboa’ com ‘Portugal’, na velha tradição do Estado Novo segundo a qual “Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem”.

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Quarta-feira, 11 Abril 2018

Uma fotografia que os me®dia nunca publicariam

Filed under: A vida custa,Hungria — O. Braga @ 11:12 am

 

Viktor-Orban-família -web

Terça-feira, 27 Março 2018

Acerca de uma certa imbecilidade e embotamento ético dos “liberais” portugueses

Entre a segurança e a liberdade, e não havendo a possibilidade de termos ambas as condições, eu prefiro a liberdade — até porque a liberdade individual é meio-caminho andado para se obter a segurança. Nisso estou de acordo com o “liberal” que escreveu isto.


Em Portugal (e com excepção de uma minoria da classe alta), quem não trabalha para o Estado (ou no Estado) não tem nem segurança nem liberdade: simplesmente não existe. Em Portugal, a classe média é uma classe do Estado.

Porém, com o actual governo da geringonça esquerdista em Portugal, começam já verificar-se restrições à liberdade individual e colectiva (sim!, porque a liberdade também é colectiva na medida em que a liberdade é um epifenómeno político, e a política pertence à Pólis), e hoje a segurança praticamente não existe senão para os funcionários do Estado.

Em Portugal (e com excepção de uma minoria da classe alta), quem não trabalha para o Estado (ou no Estado) não tem nem segurança nem liberdade: simplesmente não existe. Em Portugal, a classe média é uma classe do Estado. (more…)

Sexta-feira, 23 Março 2018

Um dia destes, se Deus quiser, o Pacheco irá desfiar-nos o rosário das suas (dele) virtudes…

 

"Trump é um ego-maníaco desequilibrado com um carácter sinistro, vingativo e imprevisível, cuja única motivação parece ser o seu narcisismo patológico."Pacheco Pereira, Sábado, 22/03/2018.

JPP-ZAROLHO

Quinta-feira, 22 Março 2018

A polícia britânica perseguindo os heréticos

Filed under: 1984,A vida custa,Esta gente vota,politicamente correcto — O. Braga @ 10:58 am

Domingo, 18 Março 2018

A Raquel Varela e a Marielle

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Raquel Varela — O. Braga @ 10:13 am

 

“Marielle está morta. Vamos falar a sério sobre o que aconteceu e acabar com esta treta do “lugar de fala”. O Brasil não tolera mais brincar ao socialismo. Agora é a sério.

Ontem foi assassinada no Rio de Janeiro a vereadora do PSOL Marielle Franco, mãe adolescente que saiu do buraco da pobreza lutando pelos direitos humanos elementares”.

Raquel Varela


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“Gisele Palhares Gouveia, 34 anos, cuja profissão era salvar vidas actuando como médica foi assassinada ontem na Linha Vermelha (RJ) com dois tiros na cabeça após uma tentativa frustrada de assalto.

Gisele, embora mulher, não era negra, não era pobre, não era feminista, não era militante de partidos políticos, não frequentava os círculos LGBT, não era do MST, CUT ou PSOL, não estava dentro dos programas de assistência e cotas do governo. Enfim, não preenchia os requisitos necessários para uma mobilização nacional, tampouco que merecesse a menor atenção dos Direitos Humanos. Ela, como eu e você, não era ninguém!”.

Pastor Cláudio Duarte

Obs: Texto referente a facto ocorrido em 2016, o que não muda a realidade/actualidade de seu conteúdo.

Sexta-feira, 16 Março 2018

A censura por delito de opinião já é praticada sem vergonha por parte dos globalistas / esquerdistas

Domingo, 4 Março 2018

“Proteccionismo” é a mãezinha, ¿viu?

Filed under: A vida custa,Donald Trump,Esta gente vota — O. Braga @ 7:05 pm

 

¿Desde quando é que a produção de milhares de milhões de toneladas em excesso de aço e alumínio — tendo em vista a distorção do mercado global — é um exemplo de boas práticas de “mercado livre”?

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Terça-feira, 27 Fevereiro 2018

O Paulo Sanduíche não consegue entender Immanuel Kant

 

Existe gente psicótica que se torna muito perigosa, como é o caso do Paulo Sanduíche — porque defendem a constituição de um leviatão europeu totalitário, e sem qualquer remorso: pelo contrário, fazem uma apologia entusiástica de um novo tipo de totalitarismo crescente na Europa.

Pergunto-me: ¿quem lhe paga para escrever esta merda?!

O Paulo Sanduíche reduz a realidade social inteira à economia — o que faz dele um estúpido elevado à potência infinita. Ele é de opinião de que, se o povo vive bem, deve obedecer caninamente, dando razão a Kant quando este escreveu [Teoria e Prática, 1793]:

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

A mundividência do Paulo Sanduíche é semelhante à do Peter Singer: eleva o critério de “utilidade” a um princípio de conduta de vida: aquilo que é útil para o indivíduo ou para a sociedade deve ser designado de “bom”.

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Quinta-feira, 22 Fevereiro 2018

O politicamente correcto é hilariante

 

Um jovem empresário alemão abriu uma loja óptica e chamou-lhe “Six Million Glasses” (ver foto). No seguimento de uma polémica politicamente correcta, o empresário informou que o nome da loja se baseou no nome da série de televisão The Six Million Dollar Man”.

“A Hamburg optics store received widespread criticism for its insensitive choice of name—Six Million Glasses—which evokes a Holocaust connotation of the six million Jews killed by the Nazis as well as the image of a huge pile of glasses, disposed of by Auschwitz victims as they went to their deaths. The store announced that they will change the name to A Million Glasses.”

‘Six Million Glasses’ Hamburg store blasted for insensitive name

Mas o politicamente correcto não quis saber da informação do empresário, alegando que nome da loja era faxista porque não tinha em consideração o “Holocausto e os 6 milhões de judeus” mortos.

Entretanto, o empresário mudou o nome do estabelecimento para “One Million Glasses”, mas o politicamente correcto não descansa: ameaça agora instaurar um processo judicial contra o homem por “negação do Holocausto”.

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Segunda-feira, 12 Fevereiro 2018

PS, BE e PAN de acordo para acabar com o casamento antes do divórcio

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:14 am

 

Depois do acordo entre o PS, BE e PAN para acabar com prazo para casar segunda vez, vem aí o acordo do PS, BE e PAN para acabar com o casamento antes do divórcio, fazendo com que o cidadão se possa divorciar antes de se casar, ou que se divorcie independentemente de haver casamento ou não — o que transforma o divórcio em uma instituição autónoma e dignificada.

A partir de agora, um cidadão ou uma cidadã (ou vice-versa) pode divorciar-se sem estar casado — o que é um passo civilizacional digno de relevo.

Esta dignificação da instituição do divórcio já vinha sendo reivindicada pela Esquerda há muito tempo, em nome da igualdade entre a instituição do divórcio e a instituição do casamento. Fontes do Bloco de Esquerda revelaram que a discriminação entre o divórcio e o casamento é um "autêntico constrangimento discriminatório e, como tal, injustificado e inadmissível".

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