perspectivas

Domingo, 24 Julho 2016

O enriquecimento cultural que nos traz a imigração islâmica

 

antistigma1“Un refugiado sirio solicitante de asilo en Alemania, de 21 años y con antecedentes policiales, mató este domingo con un machete a una mujer e hirió a otras dos personas en la ciudad de Reutlingen (suroeste del país), según informó la policía local en un comunicado”.

Detenido un refugiado sirio en Alemania tras matar con un machete a una mujer

É claro que não tem nada a ver com o Islão: nada de “amálgamas” e de confusões.

 

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O problema dos meios e dos fins na política (as éticas ontológica e a teleológica)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:40 am
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“Um trabalhador pode roubar numa fábrica onde é maltrato? Eu acho que não. Um jovem desempregado pode pedir dinheiro aos pais para evitar um trabalho de 400 euros que o vai desagastar? Eu acho que não. Acho que ele deve aceitar o trabalho e organizar-se no trabalho, se necessário clandestinamente, para conseguir aumento de salários – não acho legitimo que sejam os pais reformados a pagar esse preço. Como vêem não é tão fácil como parece, esta questão de meios e fins. Não temos nenhuma unanimidade neste ponto”.

Meios e Fins (Raquel Varela)

Se utilizarmos a razão, podemos chegar a um princípio unânime (mas não unanimista) acerca dos meios e fins da política. Dou como exemplo o conceito de Notrecht de Hegel.

O conceito de Notrecht, segundo Hegel, baseia-se no Direito Natural e significa basicamente “direito de necessidade”.

O direito à propriedade privada deve ser respeitado, mas há situações de perigo extremo – por exemplo, a miséria – que comprometem princípios morais inalienáveis – como por exemplo o direito à vida – em que o sujeito viola o direito à propriedade – por exemplo, quando um pobre rouba um pão para não morrer de fome –, cometendo assim, um delito jurídico e uma falta moral.

Neste caso, impõe-se legitimamente que o direito de necessidade (Notrecht) faça valer o direito a viver em detrimento do direito de propriedade. Esse direito a viver, que decorre do direito de necessidade (Notrecht) excede as simples considerações de circunstâncias atenuantes do delito jurídico, e exige a intervenção de uma “potência ética superior que vele pela sobrevivência de cada um”.

“Com efeito, por um lado, há violação infinita da existência empírica [no caso do pobre que rouba o pão], portanto, ausência total de direito, enquanto, por outro lado, mais não há do que violação de uma existência empírica limitada e singular da liberdade”. → Hegel, “Filosofia do Direito”

Os dogmatismos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:30 am
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Nós devemos ser cépticos; o cepticismo é saudável. Mas vejamos o que significa “cepticismo”.

O cepticismo não afirma que a verdade é inacessível, mas sim que não podemos ter a certeza de a alcançar. Não devemos confundir a dúvida céptica dos gregos, que tem por objectivo uma suspensão definitiva da opinião, por um lado, e a dúvida metódica (Descartes) que é provisória e estabelecida visando a descoberta da verdade, por outro lado.

David Hume propôs um “cepticismo académico”, segundo o qual é impossível duvidar de tudo, mas é saudável conhecer a fragilidade dos nossos conhecimentos, mesmo daqueles que nos parecem mais seguros. O cepticismo torna-se então como um instrumento contra o dogmatismo, no sentido de ser contra uma confiança demasiada no poder da razão humana.

Ou seja, David Hume corrobora a opinião de G. K. Chesterton: “a humanidade é composta por dois tipos de pessoas: as que têm dogmas mas sabem que os têm, e os que têm dogmas mas que não reconhecem que os têm”. Nos casos do Ludwig Krippahl e do Matts, ambos não reconhecem que se regem por dogmas.

O problema da ciência não é o de cometer erros; é o de que, enquanto os erros não são corrigidos, esses erros serem considerados como verdades assumidas — porque o cientista também é um ser humano sujeito ao dogmatismo do paradigma  (por exemplo, o Ludwig Krippahl). “A maior fé que existe é a do cientista, porque é inconfessável” (Roland Omnès).

Portanto, a nossa posição em relação à ciência deve ser céptica. Mas ser céptico em relação à ciência não significa que devemos colocar em causa a própria essência da ciência, porque isso seria “deitar fora o bebé com a água do banho”.

O Ludwig Krippahl extrapola o domínio da ciência para uma espécie de metafísica negativa (ateísmo), e o Matts não sabe qual é o domínio da ciência quando a contrapõe à religião. A ciência propriamente dita não se opõe à religião, nem pode fazê-lo por limites que lhe são próprios.

Por exemplo, a ideia do Matts segundo a qual “os dinossauros viveram há cinco mil anos” é uma completa aberração. Ele perde credibilidade na defesa da religião, porque confunde os símbolos (como representações da realidade) com a própria realidade. Ou seja, o Matts é céptico em relação ao darwinismo (eu também), mas já não é céptico em relação à possibilidade de os dinossauros terem existido há cinco mil anos.

O Ludwig Krippahl fala em “teoria darwinista”.

Em ciência, uma teoria é uma síntese que engloba leis naturais (por exemplo, a teoria da gravitação engloba a lei da queda dos corpos ) destinada a considerar os dados da experiência.

Mas, segundo Karl Popper, não é possível compreender totalmente uma teoria formulada, porque é impossível conhecer todas as suas conclusões lógicas — ou seja, é impossível excluir o surgimento de contradições internas dentro de uma teoria. A verdade científica não pode ser provada com certeza nem através da experiência e nem através da intuição intelectual, porque na ciência não existe nenhum indicador infalível para a verdade.

“As nossas teorias científicas, por melhor comprovadas e fundamentadas que sejam, não passam de conjecturas, de hipóteses bem sucedidas, e estão condenadas a permanecerem para sempre conjecturas ou hipóteses”

– Karl Popper, em conferência proferida em 8 de Junho de 1979 no Salão Nobre da Universidade de Frankfurt , por ocasião da atribuição do grau de Doctor Honoris Causa

Portanto, devemos ver nas teorias científicas uma espécie de “moda”. Há teorias que estão na moda e que vão deixar de estar. Mas cada “moda” tem símbolos, e são esses símbolos que devem ser criticados pela razão, pela lógica, e pelos dados da experiência das ciências empíricas e das ciências formais.

Esta minha posição não significa que eu seja agnóstico ou ateu. Significa apenas, por exemplo, que a experiência humana demonstrou que os dinossauros não viveram há cinco mil anos, e que o darwinismo é um mito — é uma moda — porque é impossível explicar a mutação das formas.

Sábado, 23 Julho 2016

O Anselmo Borges e o homem nu do Evangelho de S. Marcos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:30 am
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Jesus Cristo não generalizou; mas o Anselmo Borges pega na parábola do Bom Samaritano, e generaliza:

“Neste sentido, Jesus contou histórias que abalam uma Igreja clericalizada, centrada no culto. Lá está, por exemplo, o bom samaritano. Um homem foi espancado e roubado, ficando meio morto à beira da estrada. E passou por ali um sacerdote, que se desviou para nem sequer o ver. O mesmo fez um levita que servia no Templo. Mas um samaritano, estrangeiro e considerado herético pelos judeus, que não frequentava o Templo, comoveu-se, aproximou-se, cuidou dele e pagou adiantadamente na estalagem, para o tratarem, prometendo que, na volta, pagaria o que faltasse.”

Ou seja, a interpretação que o Anselmo Borges faz da parábola é a de que aquele sacerdote representa todos os sacerdotes. É este o tipo de radicalismo pueril do Chico do Vaticano.

E continua o Anselmo Borges:

“O teólogo José M. Castillo comenta de modo frontal: "Jesus afirma aqui que Deus quer que os seres humanos se comovam com bondade e misericórdia para com os outros, mesmo que sejam maus e até se a prática da bondade implicar a violação de uma lei religiosa.”

jesus-vendilhoes do temploPor isso é que Jesus Cristo expulsou os vendilhões do templo à chicotada.

Os vendilhões (alegadamente e segundo o Borges) não eram maus, mas Ele teve que malhar neles. Como dizia o Padre Américo, “não há maus rapazes”; mas, quando necessário, umas palmadas não fazem mal a ninguém. Como dizia André Gide, “o importante não são as coisas: o importante é a forma como olhamos as coisas”; em analogia: “o importante não é o outro: o importante é a forma como olhamos o outro”.

Por um lado, o Anselmo Borges fala em justiça; e por outro lado confunde o pecado com o pecador, quando apela a uma Misericórdia incondicional. Jesus Cristo malhou o chicote nos vendilhões do templo — e muito bem!, porque o que estava em causa era o culto.

Se a interpretação do Anselmo Borges estivesse correcta, Jesus Cristo nunca teria malhado nos vendilhões do templo. É preciso ter cuidado com as interpretações, e ser honesto — coisa que o Anselmo Borges não é.

Por exemplo, ¿como é que o Anselmo Borges interpretaria a passagem de Marcos 14, 51-52? Provavelmente ele diria que o homem nu era um gay que mereceu a Misericórdia de Jesus — quando, na realidade, a nudez do homem revela um baptismo iniciático, ou seja, o tal “culto” que o Anselmo Borges abomina.

Sexta-feira, 22 Julho 2016

O Islão não consegue ver a luz do progresso e da civilização ocidental

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 2:17 pm
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Quando leio este texto do Paulo Rangel, quase acredito que David Hume tinha razão:

“Ora, se olharmos para a tríade dos três grandes atentados ocorridos em França – Charlie Hebdo (Paris, 2015), Bataclan (Paris, 2015) e Promenade des Anglais (Nice, 2016), também neles encontramos um padrão, mas desta feita com um escopo simbólico, com uma busca de sentido.

Começando pelo hediondo atropelamento de Nice, visa-se aí os valores da República Francesa. A escolha do 14 de Julho e do seu significado – a trilogia liberdade, igualdade, fraternidade e a implantação da laicidade – não podia ser mais reveladora.”

David Hume dizia que os nexos causais relativas a verdades de facto (em contraponto às verdades de razão, que são certezas) são apenas produto de crenças (o hábito), ou de fé. O Paulo Rangel atribui a causa do atropelamento de Nice ao dia 14 de Julho; Hume diria que o atropelamento colectivo aconteceu porque estavam reunidas as condições para que tal acontecesse: uma grande aglomeração de pessoas que viam o fogo de artifício; o facto de ser 14 de Julho é acidental. Acontece que o Paulo Rangel tem o hábito de ver nexos causais políticos em tudo, assim como João César das Neves vê economia em tudo o que mexe.

“Estes três episódios fatídicos ocorridos em França não são, por isso, manifestações de uma simples cultura de “morte”, destinada a amedrontar e a cercear os passos às comunidades de vida ocidentais.

Eles pretendem também passar uma “ideologia” alternativa, prenhe de valores de severidade, de contenção, de austeridade e de recato nos estilos de vida pessoal, familiar, comunitária e pública. Apelam ao desprendimento do prazer e do lazer, ao total aniquilamento do indivíduo e à sua fusão nos corpos e agregados sociais, à concentração no divino e no religioso – execrando o profano, o laico, o dessacralizado. O sentido destes atentados é, por isso, sem surpresa, um sentido essencialmente religioso – mesmo quando os seus autores não tinham vidas nem historiais conformes ao Corão.”

gay pride Chicago02Diz o Paulo Rangel que os atentados islâmicos “apelam ao desprendimento do prazer e do lazer”; talvez ele tenha razão; por exemplo, as paradas gay e as manifestações públicas das FEMEN são hoje dois tipos de “prazer e lazer” que a cultura ocidental tem para oferecer ao mundo islâmico. E é frustrante que o Islão se recuse a ver a luz da civilização e do progresso.

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Quinta-feira, 21 Julho 2016

Os direitos de braguilha e a propriedade privada subordinada ao dinheiro

 

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G. K. Chesterton falou-nos da “religião erótica” do “novo paganismo” dos direitos de braguilha, que nada tem a ver com o paganismo antigo. O novo paganismo é a adoração do sexo sem vida, porque proíbe a fertilidade — ao passo que os pagãos antigos festejavam a paternidade; os novos sacerdotes da religião erótica dos direitos de braguilha aboliram a paternidade. Conclui Chesterton que os pagãos antigos entrarão no Céu ainda antes do que os novos pagãos.

G. K. Chesterton faz um paralelismo entre a religião erótica, por um lado, e por outro lado a propriedade privada subordinada ao lucro: a propriedade deveria supôr (em primeiro lugar) um amor à terra, ou um amor à propriedade em si mesma, “amor” entendido como frutificação da acção humana, independentemente do lucro — assim como o sexo não foi separado, pelos pagãos antigos, do seu fruto (a paternidade).

O homem moderno não percebe que a propriedade privada inclui o prazer do dinheiro apenas de forma acidental: a propriedade começa e acaba com algo muito mais importante e criativo do que o lucro.

Um homem que planta uma vinha também aprecia o sabor do vinho que produziu; mas ele realizou uma obra muito mais importante do que a produção de vinho: ele está a impôr a sua vontade à Natureza de uma forma análoga à vontade de Deus no acto da Criação; ele afirma que a sua alma é apenas sua e que não pertence nem ao mercado nem ao Estado; ele está a admirar a fertilidade do mundo.

Reduzir a propriedade privada ao dinheiro é semelhante à redução do sexo ao prazer: em ambos os casos, a importância do prazer privado e incidental deve ser substituída pela participação em processo criativo grandioso, “em uma eterna criação do mundo”.

Quarta-feira, 20 Julho 2016

O anti-utilitarismo do Partido Comunista

 

O Partido Comunista votou contra a lei das "barrigas de aluguer", na esteira de Karl Marx que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês”.

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José Sá Fernandes custa muito mais do que 24 mil Euros anuais ao país

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:30 am
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“Segundo afirmações de José Sá Fernandes, vereador dos Espaços Verdes da capital (Bloco de Esquerda), os 30 brasões florais que representam as armas das cidades capitais de distrito e das antigas províncias no Ultramar têm um custo de manutenção de 24 mil euros anuais.”

Lisboa: fim dos brasões na Praça do Império gera polémica

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Terça-feira, 19 Julho 2016

A Catarina Martins confundida com um pokémon

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:34 pm

 

“Os dois jovens entraram na sede do Bloco de Esquerda em Lisboa, e confundiram a Catarina Martins com um pokémon, quando foram apanhados, e justificaram o delito por “estarem a matar um inimigo [no jogo pokémon go]”.

Dois jovens invadem a sede do Bloco de Esquerda em busca de pokémon’s

Nada de confusões!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:08 pm
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antistigma1“Os adolescentes são problemáticos. Lá porque um desses, refugiado, entra num comboio com um machado aos gritos de Allahu Akbar, isso não significa que tenha a ver com religião. Podia ter gritado abracadabrante, Isabel Moreira tatua-me ou dá-me o teu pénis rechonchudo. Seja como for, importante é que a família dos feridos seja compreensiva, tolerante e não se meta aí a votar nas Le Pens ou nos Trumps, que isso seria muito errado.”

Pequeno incidente sem a mínima importância

 

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Segunda-feira, 18 Julho 2016

A Elisabete Rodrigues e a estória da Ana que já era lésbica quando nasceu

 

Todos sabemos que uma grande percentagem de adultos homossexuais tiveram algum tipo de trauma em contexto sexual, na infância ou na adolescência. Até o Júlio Machado Vaz pode corroborar isso.

Mulheres que se dizem “lésbicas” decidiram, a nível inconsciente e por razões diversas em cada caso, que ser fêmea é indesejável (porque viram no modelo feminino o “sexo fraco”) ou inseguro (porque sofreram qualquer agressão sexual ou física, e não souberam resolver psicologicamente esse problema).

No lesbianismo, 1/ ou a rapariga não suplantou a fase marcadamente narcísica da adolescência; ou então 2/ a rapariga “aprendeu” a odiar os rapazes devido a qualquer trauma sexual marcante na infância ou na adolescência, ou foi alvo de rejeição sistemática por parte dos rapazes — que tem como consequência a rejeição da identidade feminina.

Não existe um “gene gay”; ninguém “nasce homossexual”. O que podem existir são anomalias cromossómicas, mas a esmagadora maioria dos homossexuais não tem essas anomalias.

Podem existir, na definição da homossexualidade em uma pessoa, influências da epigenética. Mas a epigenética não determina comportamentos necessitantes, nem transforma eventuais tendências comportamentais em uma força insuperável pela vontade do ser humano.


Esta estória da Elisabete Rodrigues conta que “a Ana sempre se sentiu atraída por mulheres” — o que não é possível.

Sabemos por experiência própria (não é preciso consultar o Júlio Machado Vaz) que até as meninas “Marias-Rapaz”, por exemplo, fazem do predomínio relacional sobre os meninos, uma forma de aproximação ao sexo oposto: a mulher “dominadora” em relação ao sexo oposto não é necessariamente nem maioritariamente lésbica.

A conhecida psicoterapeuta Diane Eller-Boyko, que foi lésbica e hoje é casada (com um homem, naturalmente), escreveu o seguinte:

Our culture especially honors the masculine – strength, dominance, achievement, striving. That creates in many women a neurotic split from their authentic natures. The woman represses the inner hurt and pain, and starts to identify with the masculine. It is out of the unhealed places of the wounded feminine psyche that she becomes aggressive and loud. Many women today are depressed, shut down, and over-functioning.

Lesbianism quite naturally allies itself with feminism. In the lesbian community you hear, ‘You don’t need a man, you can do it on your own.’ Or, ‘What good are men? They only want one thing. Who needs them?’ This, combined with a rebellious attitude toward the idea of receptivity, is part of Lesbianism.

Yet receptivity is the very core of the feminine. Rather than championing a war against men, we must bring back the life-giving spirit of the feminine.”

O que pedimos à Elisabete Rodrigues é que tenha um pouco de juízo; um poucochinho só.

feminismo

Portugueses e turcos nunca se deram bem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:26 am
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Eu não simpatizo com o Erdogan; mas quando vemos o Bloco de Esquerda a atacá-lo, não podemos também gostar dos golpistas. Os turcos não têm uma cultura de matriz europeia. Ponto final.

O QI médio turco é de 89, o que aproxima a Turquia da ingovernabilidade. A cultura islâmica promove o casamento entre primos direitos, o que é uma das causas do baixo QI dos turcos.

erdogan

A arbitrariedade política turca é de tal forma que o Erdogan pretende reintroduzir a pena-de-morte para crimes do passado — o que vai contra o definido pelo Iluminismo no Direito (por exemplo, com Reimarus): uma lei punitiva não se aplica retroactivamente; não devemos criar uma lei hoje para punir um crime de ontem.

Portugueses e turcos nunca se deram bem. Os portugueses, sempre em minoria, causaram terror entre os turcos.

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