perspectivas

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

O pasquim liberal “The Economist” já aprendeu umas coisas com o Carlos Fiolhais

The Economist Light to all nations

Anúncios

12 de Outubro, dia mundial dos cuidados paliativos

Filed under: A vida custa,eutanásia,Portugal — O. Braga @ 4:04 pm

No que diz respeito aos cuidados paliativos, Portugal (e o seu Serviço Nacional de Saúde) está ao nível da Albânia, Bielorrússia, Bósnia, Costa do Marfim, Nepal, Suazilândia, Turquia, entre outros (grupo 3b).

cuidados-paliativos-portugal-web

Por isso é que a Esquerda utilitarista (Bloco de Esquerda, Partido Socialista, e o PSD de Rui Rio) pretende legalizar a eutanásia: não é uma questão de “direitos do condenado-à-morte” (isso é “cumbersa” fiada de demagogos profissionais), mas antes é uma questão de poupança de dinheiro do Estado.

No grupo 4a (imediatamente acima de Portugal) estão, por exemplo, a Espanha, a Costa Rica, o Quénia, a Malásia, a Mongólia, a África do Sul, o Chile, Israel, Hungria, a Dinamarca, a Finlândia, Holanda, etc.

cuidados-paliativos-grupo4-web

No grupo 4a (mais acima ainda) está a maioria dos países da União Europeia, os Estados Unidos, Austrália e o Canadá.

Abaixo de Portugal estão países (por exemplo) Angola, Brasil, Moçambique (no grupo 3a), para além dos países do grupo 1 e 2.

cuidados-paliativos-grupo1-web cuidados-paliativos-grupo2-web

Terça-feira, 8 Outubro 2019

A evolução do esquerdista Ludwig Krippahl

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:05 pm
Tags:

O Ludwig Krippahl tem vindo a “evoluir” (¿ou a “involuir”?!). Basta pesquisarmos o termo “Ludwig Krippahl” neste blogue para verificarmos a evolução (¿darwiniana?) da forma de pensar dele.

Por exemplo: o Ludwig Krippahl candidatou-se a deputado pelo partido LIVRE em 2015, e hoje já “diz cobras e lagartos” do LIVRE.

Ademais, o Ludwig Krippahl sempre defendeu a ideia segundo a qual “o Estado deveria condicionar a maneira de ser das pessoas” — embora de uma maneira negativa (liberdade negativa) e sem deixar impressões digitais; mas, agora, o Ludwig Krippahl já critica o “condicionamento da maneira de ser das pessoas” por parte do Estado.

Não tarda muito, o Ludwig Krippahl passa a ter o rótulo de “extrema-direita”.

Segunda-feira, 30 Setembro 2019

Segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), cagar também é um “acto político”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,PAN,politicamente correcto — O. Braga @ 10:10 pm

Os antigos atenienses distinguiam a “vida privada”, por um lado, da política enquanto “vida pública”, por outro lado.

O esteio da vida privada era (para os atenienses, mas não para os espartanos) a família que, por sua vez, era a condição da liberdade (sem a família natural, não podia haver liberdade política); e é em função da “vida privada” e da família que se exerce a política enquanto “vida pública”.

Ora, o pós-modernismo reduziu a nossa vida privada ao tempo que passamos a dormir — e este fenómeno de eliminação da vida privada não é só de esquerda: os chamados “liberais” (os da "Direitinha" politicamente correcta, dos insurgentes e dos blasfemos) também defendem a redução da vida privada ao tempo de inacção durante o sono. É neste sentido que devemos compreender a seguinte citação:

« Hoje o Presidente do PAN foi a uma festa Vegan explicar que os comedores de carne andam a estragar o planeta e que “comer é um acto político”.»

Ora, se “comer é um acto político”, segue-se então que cagar também é (um acto político), porque o cagar é uma consequência do comer. Ou, como escreveu o poeta:

Dando peidos um sujeito,
para mim estava olhando
dizendo de quando em quando:
— Que me faça bom proveito!
Eu disto não satisfeito,
pus-me a comer, e dizendo:
— Se você caga, eu merendo.
E disto fizemos alarde,
assim passamos a tarde,
ele cagando, eu comendo.

(“Ele cagando, eu comendo”, de autor anónimo do século XVIII, manuscrito da biblioteca de Cardoso Marta, “Antologia de Poesia portuguesa Erótica e Satírica”, página 270 — de Natália Correia, 2000).

la-grande-bouffe-web

Um símbolo cultural da eliminação da vida privada na pós-modernidade é, por exemplo, o filme “La Grande Bouffe”, de 1973; de assinalar uma cena do referido filme em que os protagonistas se sentaram em sanitas em redor de uma mesa, e iam cagando à medida em que iam comendo e confraternizando.

Ora, se — segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — “comer é um acto político”, então segue-se que cagar para o PAN deve ser o corolário lógico da escatologia fisiológica entendida como acto público.

Quarta-feira, 25 Setembro 2019

Todos querem ver a Greta

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:47 pm

Segunda-feira, 23 Setembro 2019

O Carlos Fiolhais já tem falta de vitamina B12, o que lhe causa raquitismo intelectual

burro-com-oculos-300-webO Carlos Fiolhais apoia tacitamente o reitor coimbrinha que proibiu o consumo de carne nas cantinas universitárias, o que é um exemplo do Imbecil Colectivo que promove vigorosamente o raquitismo intelectual na academia politicamente correcta.

Atentemos ao que escreveu aqui (e bem!) a Cristina Miranda:

« Há nutrientes insubstituíveis que só se encontram na carne, no peixe e seus derivados como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitamina – importante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomas, evita anemia megaloblástica – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne.»

O que o Carlos Fiolhais e o reitor coimbrinha promovem é o encolhimento activo dos cérebros constituintes da futura ruling class  e/ou elite política — o que, aliás já está a acontecer em Inglaterra, e de lá nos vem o exemplo.

Continuamos a copiar o pior que existe na estranja.


capitalism-is-killing-the-planet-web

Quarta-feira, 18 Setembro 2019

A linguagem ressabiada do liberal fodido

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:24 pm
Tags:

A questão “liberal” — em Portugal — parece-se com o “sketch” do Herman José sobre “¿Quem é o presidente da junta?”; é semelhante ao que acontece na Esquerda dos Estados Unidos: todo o candidato esquerdista pretende ser mais radical do que o seu camarada do lado: de modo semelhante, os ditos “liberais”, em Portugal, competem entre si para saber quem é mais “radicalmente liberal”.


Só alguém mentalmente diminuído pode ser contra a sua própria liberdade (entendida no sentido de “livre-arbítrio”, como capacidade de um indivíduo determinar por si próprio, espontaneamente e voluntariamente). E só um indivíduo perverso (um psicopata ou/e sociopata) pode ser contra a liberdade (livre-arbítrio) dos outros.

Porém, a tendência dita “liberal” actual (não me refiro ao liberalismo “clássico”), ou reduz a Realidade inteira à economia (a economia passa a ser a própria metafísica do “liberal” moderno), ou então o livre-arbítrio  passa a ser entendido (pelo liberal contemporâneo) como a capacidade de escolher entre dois ou mais comportamentos, sem se inclinar a priori para um lado ou para outro.

Por outras palavras, para o liberal actual, o livre-arbítrio é a capacidade de se ser a causa primeira e absoluta dos nossos actos — o que faz com que o livre-arbítrio do liberal moderno se identifique com a “liberdade da indiferença  e com o “acto gratuito”.

Aconselho o leitor a ler um livro da autoria de Patrick J Deneen, com o título “Why Liberalism Failed”, ou “Por que falhou o liberalismo”.

why-liberalism-failed-web

A crítica ao “liberalismo” contemporâneo não significa “crítica à liberdade” entendida em si mesma.

Em vez disso, a crítica ao liberalismo contemporâneo significa a crítica a uma determinada forma enviesada de conceber a “liberdade” (que é comum à Esquerda neomarxista e a um determinado tipo de “liberais”), forma essa que não tem em consideração os primeiros princípios que moldam e condicionam a Realidade.

O liberalismo contemporâneo  resulta desfavorável à liberdade porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si própria para não se auto-destruir.

Quando os “liberais” reduzem a Realidade inteira à economia, estão a fazer um favor ao monismo totalitário de esquerda.


Terça-feira, 17 Setembro 2019

A arrogância da Vodafone Portugal

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:45 pm
Tags:

Assinei um contrato com a Vodafone em 2013, consistindo em um “pack” de Internet fixa + televisão + telefone fixo + 1 cartão telemóvel com 500 Mb de Internet móvel em 4G. Após 24 meses (ou seja, em 2015), o contrato deixou de estar fidelizado, mas ainda assim continuei na Vodafone.

(more…)

Segunda-feira, 16 Setembro 2019

A Esquerda actual, em resumo

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 9:11 pm

Quinta-feira, 5 Setembro 2019

Parece-me claro que um locutor de jogo de futebol não pode ser gago

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 3:50 pm

Imaginem um locutor de jogo de futebol que fosse gago: ainda estaria a dar a constituição das equipas quando o jogo acabou. Trata-se de uma questão prática, e não de discriminação.

livre-web

Quarta-feira, 31 Julho 2019

A hipocrisia das palhinhas de plástico dos restaurantes de hambúrgueres McDonalds

mcdonalds-palhinhasHá muito tempo que não eu não entrava num restaurante McDonalds; hoje entrei e pedi um hambúrguer e uma cola zero.

Quando me sentei para comer, verifiquei que o copo (de plástico) com a coca-cola, não trazia a necessária palhinha (de plástico).

Fui ao balcão pedir a palhinha, e disseram-me que o McDonalds já não fornece a palhinha aos clientes (porque a palhinha pode furar um olho a uma tartaruga marinha). Mas, diz-me a funcionária, que eu posso ir buscar uma palhinha “ali ao lado do micro-ondas”.

Ou seja, o McDonalds não fornece palhinhas de plástico (porque a palhinha pode furar o olho-do-cu de uma marmota), mas podemos ir buscar a palhinha (que o McDonalds não fornece) “ali ao lado do micro-ondas”.

Em suma: por um lado, o McDonalds não fornece palhinhas; mas, por outro lado, o McDonalds fornece palhinhas.

Note-se que a cadeia de fast-food McDonalds simboliza o píncaro do sistema capitalista. Ora, é esta hipocrisia “ecologista”, oriunda da Esquerda mais radical, que é adoptada religiosamente pelos herdeiros do capitalismo americano.

Segunda-feira, 29 Julho 2019

You will be called ‘racist’ by criticizing Islam

Filed under: A vida custa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 10:02 am
Página seguinte »

Site no WordPress.com.

%d bloggers like this: