perspectivas

Domingo, 15 Julho 2018

Quando vejo mulheres destas, questiono-me sobre a diferença de inteligência entre membros dos dois sexos

 

MAFALDA COUTINHO
Este texto é inacreditável (ver ficheiro PDF, para memória futura). Depois de o ler, por uma fracção de segundo pensei que as mulheres têm uma grave deficiência cognitiva.

FIFA CUMPIR ORDENS-web


O meu problema não é o de deixar de ver as “hot girls” nos jogos transmitidos pela televisão: o meu problema é o de saber o que vem a seguir a isto: ¿irão proibir os homens de olhar para as mulheres na rua?

Fico com pele de galinha e os pêlos eriçados quando se defende, na praça pública (embora no pasquim Púbico), que se deve proibir alguma coisa porque alguém exerce a sua liberdade de uma forma inócua: as “hot girls” são livres de se manifestarem nos estádios, mas as televisões devem censurar as “hot girls”. Ou seja, as feministas tratam as mulheres como sendo irracionais ou com cérebro de galinha, e por isso as feministas defendem a censura da expressão pública das próprias mulheres.

A ideia segundo a qual as “hot girls” são a causa de “assédio” nos estádios, só pode vir de uma mente com uma grave deficiência cognitiva. E, a julgar pelo que foi escrito por aquele supracitado galináceo, em um Mundial que teve muitas centenas de milhares de espectadores nos estádios, houve 30 casos de assédio. TRINTA CASOS.

As abéculas que defendem que as “hot girls” desapareçam das imagens de futebol, são as mesmas que defendem a violência da Ideologia de Género sobre as crianças através da manipulação política do Ensino e da educação.

A ideia segundo a qual se pode conduzir uma sociedade à perfeição e à “igualdade” por intermédio do Direito Positivo, só pode vir de atrasados mentais. As “elites” não aprenderam nada com o sanguinário século XX.

puritanos-ursos-web

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Sábado, 14 Julho 2018

Portugal e os “intelectuais liberais”

Filed under: A vida custa,liberalismo — O. Braga @ 7:48 am

 

“Os intelectuais portugueses têm sido, de uma forma geral, estrangeiros em Portugal.”

— Agostinho da Silva


Este texto no Blasfémias é interessante: em primeiro lugar, porque não é comum que naquele blogue alguém dê algum ênfase à cultura antropológica (com excepção das duas senhoras que lá publicam); normalmente, os liberais portugueses (assim como os marxistas) reduzem a realidade inteira à economia.

Em segundo lugar, porque labora no erro português costumeiro e romântico (o Pedro Arroja também incorre neste erro, que o Fernando Pessoa criticou nas suas obras em prosa) segundo o qual “o que vem lá de fora, o que é estrangeiro, é que é bom”. E depois gera-se a “pescadinha de rabo na boca”: “nós não produzimos ideias porque somos pequenos; e somos pequenos porque não produzimos ideias”.


“Uma lista dos defeitos dos portugueses devia levar o político inteligente a elaborar um projecto de sociedade em que eles passassem apenas a ser características, ou quem sabe se qualidades.”

— Agostinho da Silva


A questão das afinidades entre diferentes culturas antropológicas, é muito importante — porque são essas afinidades conjuntas que forçam a cultura da civilização em um determinado sentido, o que não significa necessariamente que esse sentido seguido seja o melhor possível.

Assim como o progresso da ciência assenta em convenções acerca dos paradigmas a seguir (que podem ser falsos), assim a cultura da civilização (em que se insere Portugal) evolui segundo convencionalismos sobre o que é (alegadamente) positivo e negativo a cada momento da História. E esses convencionalismos são determinados por culturas que, podendo até ser rivais entre si, se valorizam umas em relação a outras — por exemplo, o caso da cultura empirista inglesa em relação à cultura romântica e apodíctica da Alemanha do século XIX, e vice-versa.


“Os portugueses sempre adoraram o concreto: entendem o abstracto, mas procuram traduzi-lo imediatamente em concreto.”

— Agostinho da Silva


É certo que a produção intelectual portuguesa no século XX foi parca; até o Leonardo Coimbra (que foi ministro da Instrução na I República) emulou Bergson; em quase nada foi original. O mais original de todos até foi o Fernando Pessoa.

Atirar as culpas para cima do Salazar (como faz o blasfemo de serviço) é muito cómodo; dá muito jeito. Assim se enganam os pacóvios — porque a I República não fez outra coisa senão “importar ideias estrangeiras”, e ainda assim o país encontrava-se em um atoleiro miserável e endividado, em 1926, quando o “fassista” Salazar subiu ao Poder. Foi a “aceitação de ideias estrangeiras” que transformou o Portugal da I República em uma latrina do terceiro mundo. E depois dizem que “a culpa foi do Salazar”.

A penicilina foi descoberta na década de 1930 por Fleming (um britânico), na sequência das descobertas de Pasteur (um francês) — aqui está um exemplo das afinidades das culturas antropológicas diferentes de duas nações; mas ainda assim, alegadamente, a culpa da enorme mortalidade infantil foi do Salazar.

O problema de Salazar talvez tenha sido o de ter “importado ideias do estrangeiro” — só que foram importadas determinadas ideias em relação às quais o blasfemo de serviço não concorda. Salazar tinha nitidamente um pensamento de tipo hegeliano (romantismo alemão), que aliás estava na moda na Europa do seu (dele) tempo.


“Consiste o progresso no regresso às origens: com a plena memória da viagem.”

— Agostinho da Silva

Segunda-feira, 9 Julho 2018

Quando a “igualdade” incomoda a Fernanda Câncio

 

Será que a Fernanda Câncio sabe que os prémios para as e os tenistas do Grand Slam são iguais?

Ou seja, por exemplo: quem chega (por exemplo) a uma final ATP de mulheres, ou de homens, ganha o mesmo dinheiro.

Mas os jogos não são iguais: as mulheres jogam apenas 3 Sets, e os homens jogam 5 Sets — o que significa que os homens têm que suar mais tempo para ganhar o mesmo que as mulheres.

Quinta-feira, 21 Junho 2018

Não é preciso ter cérebro para falar

Filed under: A vida custa,comunicação social,me®dia,merdia — O. Braga @ 9:53 am

 

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Domingo, 17 Junho 2018

O verdadeiro socialismo

Filed under: A vida custa,socialismo — O. Braga @ 7:06 pm

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Domingo, 27 Maio 2018

#Eutanásia : carta aberta ao Rui Rio

Filed under: A vida custa,eutanásia,Rui Rio — O. Braga @ 5:15 pm

 

Caro Dr. Rui Rio

Foi com estupefacção que li as suas declarações à TSF (conforme constam no site respectivo) e nas quais “lamenta pressões por parte de quem rejeita a eutanásia”.

De acordo com as suas palavras essa pressão, exercida por quem se opõe à eutanásia, consistirá em que se procura “trazê-los para a sua posição (do não)” deputados “que possam estar no sim ou que possam estar com dúvidas”.

Além disso, nas mesmas declarações diz que sabe “de casos concretos dentro e fora do Parlamento” por parte de quem “quer condicionar a Assembleia da República”. O que também terá dito ofende o princípio de que “é preciso respeito pelo conceito de liberdade de voto em consciência”.

Ler o resto aqui.

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Segunda-feira, 21 Maio 2018

O “género” não é uma “construção social”

 

1/ Quando se diz que “o género é uma construção social”, o que se pretende dizer é que “o género é uma convenção” → sendo que “convenção” = resultado de um acordo explícito ou tácito.

A convenção opõe-se à Natureza. E toda a convenção pressupõe a linguagem, e por isso, pressupõe já a sociedade.

genero-construct-webNo sentido lógico e comum, “género” é o termo que designa uma categoria de realidades ou de ideias que os seus caracteres essenciais comuns autorizam a reagrupar sob a mesma denominação geral (por exemplo, “os géneros masculino e feminino”, na gramática; os “diferentes géneros” literários; etc..).

Porém, o que está implícito neste texto (em que se diz que “o género é uma construção social”) é que “o género é independente do sexo biológico” — o que é um absurdo lógico, porque o género não pode ser simultaneamente dependente e independente do sexo biológico: ou é independente do sexo biológico, ou é dependente deste. É óbvio, e mesmo evidente, que o “género” depende da categoria do sexo biológico.

2/ Em determinadas culturas, os homens podem ser temporariamente considerados “mulheres”, ou determinadas mulheres ser consideradas “homens”.

Mas, nessas sociedades, essa “troca de papéis de géneros” acontece por razões funcionais e de interesse colectivo — ou seja, essa “troca de papéis de géneros” entre os dois sexos é convencionada, por um lado, e por outro esse fenómeno cultural revela que a “troca de papéis de géneros”, entendida em si mesma, significa que o “normal desejável” não são os géneros trocados, mas antes que o que é normal é a coincidência simbólica entre o género e o sexo.

Nessas culturas, a “troca de papéis de géneros” é uma excepção circunstancial que serve exclusivamente o interesse colectivo; nessas culturas, as funções, códigos e estatutos estão em primeiro plano, e o indivíduo apaga-se diante dos sistemas que o clã, a tribo ou a família formam; nessas culturas, as relações entre seres humanos são nitidamente menos individualizadas e menos personalizadas, quando comparadas com a cultura europeia e ocidental.

Na cultura europeia, de raiz cristã, onde a dimensão afectiva e individual é muito importante, a relação de cada um com a sua identidade pessoal tem uma importância enorme. Na cultura ocidental (de origem cristã), ser “homem” ou “mulher” não pode ser produto de uma decisão do grupo social.

Sendo assim:

A ideia do escriba — segundo a qual “o género é uma construção social que emerge das diferenças na forma como mulheres e homens se relacionam” — não se enquadra na cultura europeia e ocidental, porque o que ele diz é que ser “homem” ou “mulher” (no sentido do “género” enquanto convenção, e não do “sexo biológico” naturalmente determinado) é produto de uma decisão do grupo social.

Esta ideia de “troca de papéis de género enquanto convenção social” não se adequa à cultura antropológica ocidental; o que o referido escriba tenta fazer é tirar vantagem do facto de as relações no Ocidente serem individualizadas, e procura as referências que fundamentem a sua (dele) tese baseada em sociedades absolutamente diferentes (agradeçam a Rousseau e a Engels, entre outros), onde a codificação social é predominante e muito restrita.

3/ Em súmula: na cultura antropológica ocidental, em que o indivíduo (enquanto tal) ganha uma importância que não existe em outras culturas, não podemos dizer (como diz o escriba) que “o meu género é construído pelos outros”.

Ademais, a ideia de que “o género não é senão uma construção social” (uma convenção) é anti-científica.

Um estudo publicado em Novembro de 2017 sugere que os comportamentos individuais feminino e/ou masculino não são um mero reflexo de pressões sociais (ou de convenções). Tanto a biologia como a sociedade afectam o comportamento das meninas e meninos.

Quando se categoriza os géneros masculino e feminino de acordo com os respectivos sexos biológicos, fazemos isso em consequência da própria categorização de género (ou de sexo) que a Natureza determina desde tenra idade. Por isso é que, por exemplo, damos o nome de “Maria” a uma menina, e de “Manuel” a um menino: ao distinguir a nomenclatura em função dos dois sexos, nada mais fazemos do que seguir a categorização sexual (ou de género) que a própria Natureza já tinha determinado a priori.

Sexta-feira, 18 Maio 2018

Quem vive como um animal, morre como um animal

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:34 pm

 

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Segunda-feira, 7 Maio 2018

O bom-senso da humildade ou a humildade do bom-senso

Filed under: A vida custa,filosofia — O. Braga @ 6:05 pm

 

O Ludwig Krippahl confunde aqui “humildade” e “bom-senso”.

A humildade, entendida como “capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações”, é sempre sinal de bom-senso.

A humildade combina a compreensão dos limites da nossa competência com a disposição para restringir o que fazemos ao que cabe nesses limites. O que, geralmente, é uma virtude. Se vir um acidente ligo para o 112 e aguardo que chegue alguém competente para assistir os sinistrados. Não vou inventar tratamentos. Não vou medicar os meus filhos, nem reparar o elevador nem substituir os travões do carro. É óbvia a virtude de reconhecer os limites da minha competência quando passar esses limites possa prejudicar alguém. Mas a humildade nem sempre é virtude”.

O bom-senso não tem qualquer relação com a filosofia, ou com o conhecimento (ou com a ciência), mas antes com a boa atitude revelada pela prudência (phronesis).

O bom-senso, pode ser definido como o juízo prudente e saudável baseado na simples percepção das situações e dos factos – juízo esse que concede à sociedade um nível básico de julgamentos e de conhecimentos que lhe permita viver de uma forma razoável e segura.

“Bom-senso” não é a mesma coisa que “senso-comum”. O senso-comum é um postulado, e não um facto. O único senso-comum necessário à filosofia prática é a razão elementar (ausência de loucura).


O conceito de “humildade” tem várias noções (diferentes significados, ou diferentes definições nominais).

Por exemplo, “humildade” pode ser “demonstração de respeito, de submissão”; mas não é esta a noção de “humildade com” que o Ludwig Krippahl inicia o texto.

A noção de “humildade” com que o Ludwig Krippahl inicia o texto é a de “capacidade de reconhecer as próprias limitações”. Partindo desta noção, o Ludwig Krippahl entrou em um “modo semântico”, e passou depois, logo adiante no mesmo texto, a entender a “humildade” como uma forma de “submissão”.

Ou seja, o Ludwig Krippahl constrói o texto com “sorites” — que é um sofisma que consiste em acumular proposições que podem ser verdadeiras, mas cuja conclusão é ilegítima por falta de ligação entre essas proposições.

Por exemplo: “Sou o homem mais belo do mundo. Com efeito, Paris é a cidade mais bela do mundo, o meu colégio é o mais belo de Paris, o meu quarto é o mais belo do colégio; sou o homem mais belo do meu quarto. Por isso, sou o homem mais belo do mundo” (Cyrano de Bergerac).

Por exemplo, quando o Ludwig Krippahl escreve:

“Num diálogo crítico, a humildade só atrapalha. Se eu encontrar um texto sobre astrologia, ou teologia, ou sobre o paradoxo filosófico da ressurreição, e me parecer que aquilo é treta, é verdade que estarei a formar uma opinião fora dos limites da minha competência. Mas se, por sair desses limites, eu formar uma opinião errada, o silêncio humilde só vai esconder o erro e proteger a minha vaidade. Continuarei com uma opinião errada. Por isso, quem se interessa pela verdade nunca deve limitar a expressão das suas opiniões àquilo em que é competente. Deve mostrar o que pensa sem batom, pinturas ou disfarces. Assim, se errar, pode depois corrigir”.

O que pode “atrapalhar” não é a humildade: é a falta de bom-senso — porque “humildade” não significa necessária- e somente “submissão” (racionalizada ou irracional). “Humildade” pode significar “reconhecimento dos seus próprios limites”, e neste caso a “humildade” é uma manifestação de bom-senso.

Quem se cala perante os erros dos outros ou é egoísta ou é estúpido. Ou então já desistiu de argumentar perante a deficiência cognitiva do interlocutor.

Em geral, essa pessoa não tem bom-senso; e não é humilde. Alguém que — colocado perante o erro objectivo e factual do outro — não se manifesta (de forma polida, como manda o bom-senso) perante o erro porque receia magoar o seu interlocutor, não é humilde (no sentido em que se inicia o texto): em vez disso, é estúpido ou egoísta (não está para se maçar).

Por exemplo: não ir contra a opinião errada do nosso patrão (por motivos egoístas, ou por mera estupidez) pode até fazer parte do senso-comum; mas não faz parte do bom-senso.
O bom-senso aconselha que digamos ao patrão a verdade dos factos, mesmo que estes o incomodem; e mesmo correndo o risco de que o patrão não tenha bom-senso, se sinta incomodado pelos factos e nos despeça (esse patrão não terá provavelmente uma vida empresarial muito longa).


Os gregos chamavam de “doxa” à opinião que não tem em conta a necessidade de explicação causal. Em contraponto, o “episteme” é um saber superior, universal (que se opõe à opinião particular, ou doxa) e teórico (que difere de aptidões práticas).

“Quem se interessa pela verdade”, mesmo que não seja competente na matéria que discute, deve ter o bom-senso de adoptar uma postura epistemológica (episteme) em vez de opinar não tendo em contra a necessidade de explicação causal (doxa). Nas discussões, o que conta verdadeiramente é a atitude de bom-senso (que, por exemplo, a Esquerda geralmente não tem) que parte do princípio de validade do nexo causal (e lógico) dos fenómenos.

Sexta-feira, 4 Maio 2018

O Anselmo Borges defende a criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias

 

anelmo-borges-webPara além da criação do Sindicato Revolucionário das Freiras Operárias, o Anselmo Borges defende também uma negociação contratual colectiva das condições de trabalho nos conventos femininos, um salário mínimo para as freiras, e a negociação das carreiras profissionais da freiraria. Para conseguir este desiderato, o Anselmo Borges pretende substituir o clericalismo alegadamente “machista” por um sindicalismo freiral feminista.

Ademais, o Anselmo Borges defende a ideia segundo a qual Jesus Cristo teria dito que toda gente é igual, e que todos nós deveríamos usar uniformes iguais para parecermos todos iguais. Parafraseando o papa Francisco e a Catarina Martins, o Anselmo Borges diz que as mulheres são iguais aos homens; que Jesus Cristo teria dito que os fariseus eram iguais aos samaritanos, que os assassinos são iguais aos virtuosos, e que a mãe dele é igual ao pai dele, etc..

Além disso, o Anselmo Borges quer uma mulher-papa — neste caso, seria talvez uma mulher-mama. Em vez de termos papa-mulheres (como foi, por exemplo, o papa Bórgia), teríamos mulheres-papa. E, segundo o Anselmo Borges, quem não defende a ideia de uma mulher-papa é misógino fassista xenófobo homófobo racista sexista & escroto patriarcal.

Segunda-feira, 30 Abril 2018

O Yoga muda o ADN

 

Alguém me disse (com ar muito sério!) que “o Yoga muda o ADN”. Mas não só: os me®dia também afirmam que “o Yoga altera o ADN”.

Can yoga change your DNA?

Antes mais vamos definir ADN:

“O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo”.

A pessoa que me disse aquilo acredita que o Yoga muda o ADN no sentido da “mudança da sequência do ADN”; por exemplo, através da prática do Yoga seria alegadamente possível que um branco se transforme em um negro, ou vice-versa. E os me®dia, em vez de esclarecer o povo, ainda ajudam a confusão.

Em primeiro lugar faz-se a confusão entre “genética”, por um lado, e “epigenética”, por outro lado.

A prática do Yoga (como a prática de qualquer outro comportamento reiterado, como por exemplo o alcoolismo) pode influir na epigenética (o que não implica alterações na sequência do ADN; e, em segundo lugar, confunde-se “fisiologia” ou “congenialidade biológica”, por um lado, com “genética”, por outro lado.

Por exemplo, o processo de formação do feto é congénito (é um processo biológico) que assenta em uma base genética (sequência do ADN).

O que pode alterar, através da epigenética, é a expressão dos genes (o modo como os genes se manifestam), e não a sequência genética do ADN.

Quinta-feira, 26 Abril 2018

O idiota Marcelo e o populismo

 

Hoje não se discutem ideias: colocam-se rótulos nas pessoas. Por isso é que o Marcelo Rebelo de Sousa é um idiota.

Segundo o idiota Marcelo, quando alguém não concorda com uma determinada mundividência defendida pela plutocracia internacionalista, então esse alguém é “populista”. O seja, quem não concorda com o George Soros (ou com o Bilderberger Pinto Balsemão), por exemplo, ou é fassista ou é populista.

Populismo” é o termo utilizado pelos “democratas” — como é o caso do Marcelo Rebelo de Sousa — quando a democracia os assusta.

Esta coisa de colocar rótulos nas pessoas com que não concordamos, e sem dar mais explicações, é irracional. A irracionalidade voltou a estar na moda.

Segundo a Wikipédia, o populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite privilegiada; mas eu diria que não se trata de uma “elite privilegiada” — porque não tenho qualquer problema em relação aos privilégios concedidos pela sociedade a certos indivíduos —, mas antes de uma elite (elite que não é um escol) que não se identifica com o povo (sendo que “povo” é o conjunto de membros de uma determinada nação).

Por isso, a melhor definição de “populismo” é a seguinte:

O populismo é uma filosofia política que apoia os direitos e o poder do povo na sua luta contra uma elite ilegítima, elite essa que é exclusiva- e politicamente escorada no conceito anti-democrático e jacobino de "Vontade Geral".

Ou seja, o idiota Marcelo Rebelo de Sousa nega a democracia ao mesmo tempo que diz defendê-la, na medida em que apoia o leviatão anti-democrático que é a União Europeia, alegadamente em nome da “luta contra o populismo”. E os estúpidos do regime vêm logo apoiar em uníssono o idiota-mor Marcelo.

emplastro de lisboa web

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