perspectivas

Quarta-feira, 24 Abril 2019

Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista

 

O “problema” de Marcelo Rebelo de Sousa não é só a eventual “falta de coragem” (como escreveu a Helena Matos): Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (o “relativismo católico”, interpretado exemplarmente pelo papa-açorda Chico e por uma grande parte do clero português). O relativismo de Marcelo Rebelo de Sousa pode ser bem atestado através do seguinte vídeo que faz a sua (dele) caricatura:

 

 

Mas o relativismo pega-se: lembro-me de ler um texto (de Março de 2016) do católico João César das Neves acerca do papa-açorda Chicozinho, em que o citado economista católico defendia a tese segundo a qual o papa-açorda não seria socialista (ou não seria adepto do marxismo). O João César das Neves olha para a realidade e nega-a; ou então recusa-se a aceitar os factos objectivos acerca do papa Chicozinho. A negação da realidade é a condição de qualquer ideologia política.

 

Eu só posso julgar o Marcelo Rebelo de Sousa (ou o João César das Neves) por aquilo que é objectivo — a alegada “falta de coragem” de Marcelo Rebelo de Sousa é um juízo subjectivo, porque não tenho a certeza se o dito é corajoso ou não: o que me parece, de uma forma objectiva, é que Marcelo Rebelo de Sousa é um relativista (uma pessoa que julga que “a verdade é relativa”, e por isso detentor de um arquétipo mental a-científico).

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Sexta-feira, 12 Abril 2019

O cabrão Rui Tavares (do Partido Livre) dá uma péssima imagem internacional de Portugal

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 5:45 pm
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“Joacine Katar-Moreira, an African woman from Guinea-Bissau, is running for the European Parliament elections through the far left Portuguese party LIVRE”.

Quarta-feira, 10 Abril 2019

A descolonização das estradas na África do Sul

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:01 pm
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Cuidado com o queijo !

Quinta-feira, 28 Março 2019

O ódio a Portugal: José Eduardo Agualusa é “persona non grata”

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 10:07 pm
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O Brasil tornou-se independente em 1821 (salvo erro), mas ainda hoje existe um ódio a Portugal na chamada “cultura intelectual” (que, de “intelectual”, tem nada). É um ódio primário, básico, que culpa Portugal por todos os problemas do Brasil — passados, presentes e futuros: daqui a mil anos, Portugal será ainda culpado pela inoperância da “elite” brasileira.


O mesmo se passa com gente estúpida das ex-colónias portuguesas em África, como é o caso do comunista José Eduardo Agualusa:

“O escritor José Eduardo Agualusa veio defender há dias em entrevista ao Público, a propósito da catástrofe provocada pelo ciclone Idai que “os países que mais contribuem para o aquecimento global devem responder pelos estragos causados ao planeta, sobretudo quando atingem os países que menos fizeram por isso, como Moçambique” e que “Portugal não faz o favor de ajudar Moçambique. Portugal tem obrigação de reparar os danos que causou”.

Curioso é ver muitos daqueles que entendem cada fenómeno climático como consequência da acção humana incomodados com estas afirmações que afinal de contas são coerentes com o catastrofismo simplista que esses críticos apregoam na sua terra. Quem faz de assuntos científicos de grande complexidade mera propaganda sujeita-se a isto – agora aturem-no”.

Tragédia da Beira: causa efeito

Eu vivi muitos anos em Moçambique, e fui testemunha de alguns ciclones que atingiram principalmente a área geográfica que vai da cidade de Quelimane à vila do Lumbo (e cidade de Nacala). Naquele tempo, os ciclones não tinham nomes; e não havia estúpidos do calibre do José Eduardo Agualusa.

Os ciclones, em Moçambique, sempre foram devastadores, sempre causaram prejuízos materiais e sacrifício de vidas humanas.

Os ciclones, em Moçambique, não são (como é evidente!) consequência da colonização portuguesa — como afirma a besta humana que é o José Eduardo Agualusa; uma besta que não é bem-vinda a Portugal: um país que se prezasse consideraria o José Eduardo Agualusa como persona non grata.

 


Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

Terça-feira, 26 Março 2019

No Brasil, os extremos tocam-se: a Esquerda alia-se aos generais

Filed under: A vida custa,Bolsonaro,Brasil,Olavo de Carvalho — O. Braga @ 5:01 pm

 

santos-cruz-webNo Brasil assistimos a uma transfiguração da Esquerda (do P.T.): esta alia-se agora aos militares ideologicamente mais retrógrados (como, por exemplo, o ministro general Santos Cruz), membros do governo de Bolsonaro, contra uma alegada influência de Olavo de Carvalho na esfera política brasileira.

Quando eu digo “ideologicamente mais retrógrados”, isto significa que é tropa que tem a cabeça cheia de vácuo (para não dizer outra coisa).

O que surpreende é a necessidade que um membro militar do governo de Bolsonaro tem de fazer ataques ad Hominem a Olavo de Carvalho — se, por um lado, esse tipo de ataques ad Hominem pretende desvalorizar a importância de Olavo de Carvalho na política brasileira, por outro lado acaba por se revelar (no público) exactamente o efeito contrário.

Domingo, 24 Março 2019

¿O que se passa com o sítio “Mídia Sem Máscara”?

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:33 pm

Tento aceder ao MSM ( http://www.midiasemmascara.org/ ) e parece-me que o servidor foi tomado por “hackers”.

Quarta-feira, 20 Março 2019

Uma pessoa “Intersexo” ou é biologicamente XY (homem) ou é biologicamente XX (mulher)

 

Não há volta a dar: não me venham com merdas!

Do ponto de vista da biologia, uma pessoa dita “intersexo” ou tem cromossomas XY ou XX (não se inclui aqui o chamado “hermafroditismo”, que não é propriamente “intersexo”: o hermafroditismo não é apenas uma anomalia: é uma condição patológica!).

Não há, do ponto de vista cromossómico, “meio-sexo”; não há pessoas com cromossomas XYXX, ou coisa que o valha (excepto com a patologia hermafrodita); não há pessoas com cromossomas LGBTI.

Existem pessoas com cromossomas XYX ou XXX (um cromossoma a mais), mas nestes casos não há diferença entre as características sexuais internas e externas (ovários e vagina, por exemplo): o que existem, nestes casos, são problemas de níveis hormonais elevados.

Embora seja uma anomalia rara, uma pessoa “intersexo” tem os cromossomas de uma pessoa normal (ou XX, ou XY); ou seja, uma pessoa “intersexo” é biologicamente masculina ou feminina.

Sábado, 16 Março 2019

Não estou tanto à Direita quanto se possa pensar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:44 pm

 

The Political Compass web

Faça o seu teste aqui.

A fórmula intemporal da estética dos objectos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:47 pm
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A professora Helena Serrão transcreve aqui um trecho de uma tal Paula Mateus (que eu não sei quem é) acerca da teoria histórica de um tal Levinson (que também não sei quem é, nem me interessa saber). O que me interessa é tentar analisar o referido textículo.

Desde logo, e contra a teoria do Tal Levinson (ou da Paula Mateus), a essência da arte não se reduz à História; a arte transcende a História: neste aspecto (como noutros) aplica-se o realismo de Platão. Toda a arte é uma aproximação (mais ou menos conseguida) ao um ideal estético/ético (ideal de beleza).

Aplica-se aqui a diferença humeana (isto é uma analogia!) entre “questões de facto”, por um lado, e as “relações de ideias”, por outro lado: certas concepções sobre “relações de ideias” são verdades necessárias (existem em uma realidade ideal, intemporal); por exemplo, dados os axiomas de Euclides, só se pode concluir que a soma dos ângulos de um triângulo é de 180 graus e não outra coisa qualquer: o axioma de Euclides existe em uma realidade ideal. Mas a obra de arte humana (empírica, temporal) já é uma “questão de facto”, é uma realidade contingente que se pode assemelhar, mais ou menos, à “realidade ideal” que é o ideal estético que existe independentemente de qualquer recurso à evidência empírica.

Mas, por outro lado, o Tal Levinson tem razão quando inclui o factor histórico (o legado cultural, civilizacional, a tradição, etc.) na actividade artística. Porém, e ao contrário do que diz o Tal Levinson, não existe “evolução na arte” — porque isso seria introduzir a validade do Historicismo na arte, por um lado, e por outro lado seria considerar a decadência (cultural) da arte como uma “evolução” no sentido positivo. Existe, sim, mudança na arte, que não é necessariamente “evolução” no sentido positivo.

O conceito (do Tal Levinson) de “direito de propriedade da arte” cheira a Pragmatismo. Nem vale a pena falar do assunto.

Quarta-feira, 13 Março 2019

O Portugal político digladia-se entre duas utopias que se anulam

Filed under: A vida custa,direitinha educadinha,Esquerda — O. Braga @ 1:41 pm

 

Ele há (actualmente) a utopia da Esquerda, que é resumida pela Teoria Crítica e pela tolerância repressiva do marxismo cultural (ou aquilo a que se convencionou chamar de “política identitária”, ou “política das identidades”) do Partido Socialista, do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), do Bloco de Esquerda, e um pouco do Partido Comunista; mas há outra utopia, aquela que pretende uma Direita da anomia social, culturalmente pulverizada ou culturalmente neutra (a ilusão utópica da “neutralidade”), a Direita do individualismo radical que não se preocupa minimamente com o sentido dos fins e dos valores que a prática histórica e das comunidades pressupõe.

Esta é a Direita utópica que se manifesta assim:

“Já ganhamos: juntar pessoas que se afirmam de direita, sem complexos, sem contabilidades de pénis, de cor de pele, origem, religião ou actividade sexual são o pesadelo dos instalados”.

É esta Direita utópica que gerou o Rui Rio que agora se diz próximo do Partido Socialista de António Costa. As utopias convivem amiúde entre si; alimentam-se umas das outras. É esta Direita utópica que gerou a Assunção Cristas que coloca o valor da paridade de sexos acima do valor do mérito, e aprova leis do Bloco de Esquerda sobre a permissão da devassa das contas bancárias privadas.

Por exemplo, a interpretação utópica (neutral) desta Direita, acerca dos Direitos do Homem, pretende expressar o ponto de vista do homem como tal, abstraindo de qualquer determinação histórica ou de qualquer determinação cultural (a tal Direita “sem quaisquer contabilidades”).

Porém, em bom rigor, a pretensão de aceder a critérios de avaliação neutros é ilusória, porque a construção de qualquer concepção acerca da realidade (da sociedade e da justiça) insere-se no contexto de uma tradição prática particular que é portadora de critérios, e é pressuposta por uma compreensão específica do que é racional do ponto de vista prático.

A crença na possibilidade de princípios e de regras universais (ou seja, regras independentes da cultura antropológica, ou de regras independentes das tradições práticas), não exprime senão o ponto de vista de uma tradição particular que é a tradição do individualismo radical que, como qualquer outra tradição ideológica, possui os seus próprios modelos de justificação racionalizada e os seus próprios textos de referência ideológica.

Ou seja, a crença de que é possível reunir (em Portugal) num mesmo movimento político de Direita, por exemplo, um eunuco do califado, um negróide do Burkina Fasso, um cidadão da Coreia do Norte, um animista do bantustão, e um fanchono da Lapónia — esta crença faz parte de uma ideologia, ou seja, de uma utopia.

Terça-feira, 12 Março 2019

O Observador e as escrevinhadoras com cabeça de alho-chocho

 

O maior problema que temos na nossa democracia não são já os ignorantes, mas antes é a ignorância dos licenciados das academias, detentores de alvarás de inteligência, e que escrevem nos me®dia — como é o caso da maior parte dos escriturários de alpaca que escrevinham no Observador. É o caso, por exemplo, de uma jovenzinha que dá pelo nome de “Teresa Cunha Pinto” (sempre e invariavelmente os três nomes!):

“A lei da paridade é não só uma lei extremamente discriminatória e por isso injusta como tenta favorecer um dos sexos em detrimento do outro quando o que deve estar em cima da mesa é o mérito. O mérito falará pelas mulheres e pelos homens deste mundo.

(…)

Uma sociedade igualitária prende-se com relações que se caracterizam pela entre-ajuda e pela correcta e justa divisão das responsabilidades. Não queiramos atribuir funções a cada um dos sexos quando enquanto sociedade conseguimos ver que a diferença nos une e nos torna, também, iguais”.

Ainda sobre a mulher, o feminismo e a lei da paridade

Aquela pobre criatura não se deu conta de que os dois parágrafos citados (e da sua lavra) são contraditórios entre si — porque a lei da paridade só faz sentido em uma sociedade igualitária. Não é possível (logicamente) ser contra a lei da paridade, por um lado, e por outro lado ser a favor de uma sociedade igualitária.

Atribuir funções endógenas a cada um dos sexos é inevitável; desde logo, por exemplo, porque o homem não pode parir. E ainda estou para ver quantas mulheres trabalham em minas de carvão, por exemplo.

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Esta coisa do “feminismo” já começa a meter nojo; e este assunto só me incomoda porque a imbecilidade de certas mulheres (do género da supracitada) tem audiência garantida — este tipo de mulheres idiotas fazem escola, em uma espécie de imbecil colectivo que alimenta a idiotização progressiva (e progressista) da sociedade.

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