perspectivas

Sábado, 22 Fevereiro 2020

O Palhaço Rico

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:07 pm

palhaco-rico-web

O “palhaço rico” (dica do Porta da Loja)

Quarta-feira, 19 Fevereiro 2020

A Teresa Leal Coelho faz, dos portugueses, estúpidos; e talvez tenha razão

Teresa Leal Coelho é uma criatura abjecta. Desde que a conheço no PSD que tenho esta ideia. Teresa Leal Coelho foi uma das razões por que me afastei do PSD.

teresalealcoelho-webA Teresa Leal Coelho aplica à legalização da eutanásia o mesmo raciocínio que aplicou à legalização do aborto: “ninguém é a favor do aborto…mas temos que legalizar o aborto”; “toda a gente é contra o aborto…mas o aborto tem que ser permitido”.

Imagine-se a seguinte proposição:

“Ninguém é a favor do homicídio…mas, em alguns casos, temos que despenalizar o homicídio… o que não significa que legalizemos o homicídio.”

Depois, vem o eufemismo que consiste em distinguir a “despenalização” do acto, por um lado, da “legalização” do dito, por outro lado. Para a Teresa Leal Coelho, “despenalizar um crime” não significa “legalizar esse crime”.

Esperteza saloia, a da criatura.

¿Alguém me sabe dizer quantos abortos “legais” foram realizados em Portugal após o prazo limite de gravidez estipulado pela lei? Ninguém sabe, porque não interessa saber, e porque são danos colaterais que decorrem da própria aplicação da lei.

A seguir, a referida criatura tergiversa sobre os “casos excepcionais” a que se aplica a legalização da eutanásia em Portugal — como se a experiência da legalização da eutanásia em outros países não exista.

A Teresa Leal Coelho faz, de todos nós, estúpidos.

Depois, a criatura confunde propositadamente “atenuante de uma pena aplicável a um crime”, por um lado, com “despenalização de um crime”, por outro lado. Para a Teresa Leal Coelho, um atenuante em um crime pode ser o meio caminho para a “despenalização” desse crime. E é esta gente que é especialista em Direito.

E, finalmente, a prepotência política da perversa criatura : os referendos que dizem respeito aos direitos e liberdades de cada um, não devem ser permitidos; somos nós, a elite política, que substitui a vontade do povo, e que decide de forma discricionária, em acto gratuito ou ao sabor da moda do Zeitgeist.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2020

Ó Diogo Faro: levanta esse focinho!, e fareja!

Um palerma, de seu nome Diogo Faro, escreve o seguinte:

“A Cristina [Miranda] é anti-feminista, logo, essencialmente é contra a igualdade de género.”


pass-auf-ao-burro-webOu seja, o asno parte do princípio de que as feministas [em geral] são “a favor da igualdade de género”.

Desde logo, não sabemos o que ele quer dizer com “igualdade”: ¿será que “igualdade”, na opinião do burro, é o “direito” da mulher a ter um pénis? — porque se a uniformidade sexual dos dois sexos for um critério de igualdade, nem vale a pena continuar a “cumbersa”!

Se as feministas (em geral) fossem a favor da igualdade de direitos naturais dos dois sexos” (é nisto que consiste verdadeiramente a “igualdade de género”), então seriam elas (as feministas) as primeiras a criticar a condição feminina nos países de maioria islâmicao que não acontece!, devido à aliança entre Karl Marx e Maomé.

O chamado “feminismo” é um instrumento ideológico e de acção política do neomarxismo.

Ao lermos o texto todo do burro Diogo, verificamos o enorme problema de indigência cognitiva em Portugal: é gente desse calibre que controla a política e os me®dia!

É caso para dizer: Ó Diogo Faro: abre esses olhos, mula! Levanta esse focinho, e fareja!


Nota: embora o textículo do asno em epígrafe seja de 8 de Fevereiro de 2020, o texto original da Cristina Miranda é de 4 de Março de 2019.

Quinta-feira, 6 Fevereiro 2020

António de Oliveira Salazar, “o maior português de todos os tempos”

António de Oliveira Salazar foi eleito pela opinião pública portuguesa o maior português de todos os tempos. Portanto, a julgar pela opinião da Isabel Moreira e de um tal Anselmo Crespo, 41% dos portugueses que votaram em Salazar são fassistas, racistas, xenófobos, homófobos, sexistas, transfóbos, capitalistas, e com “cheiro bafiento a um nacionalismo retrógrado” (sic);

—  que horrível cheiro a povo !!!!


O tal Anselmo Crespo — que eu penso que seja jornalista — não sabe escrever em português: não tem uma noção correcta da sintaxe da língua. Senão, vejamos:

«Há momentos em que temos mesmo de escolher entre o que é certo e o que é errado. Entre a democracia e o retrocesso civilizacional. Portugal vive, por estes dias, um desses momentos decisivos. Onde cada partido, cada responsável político e cada um de nós tem que assumir claramente o que é, o que defende e o que quer para o seu país.»

Correctamente, ele deveria ter escrito:

“Há momentos em que temos mesmo de escolher entre o que é certo e o que é errado; entre a democracia e o retrocesso civilizacional. Portugal vive, por estes dias, um desses momentos decisivos, onde cada partido, cada responsável político e cada um de nós (plural) têm que assumir claramente o que são, o que defendem e o que querem para o seu país”.

É merda deste calibre que é “jornaleiro” e pretende formatar a opinião pública neste país.


Os ditos “democratas”, quando andam assustados pela dinâmica da democracia, dizem que é “populismo”.

Noto que, para o Anselmo, existe um certo “nacionalismo retrógrado” — o que significa que poderá existir eventualmente um nacionalismo que não seja “retrógrado” (o que já não é mau de todo!); mas ficamos sem saber o que é o tal “nacionalismo retrógrado”, por um lado, e por outro lado não sabemos como estes intelectuais de merda imaginam a democracia sem o EstadoNação!

A contradição entre a defesa da democracia, por um lado, e por outro lado a crítica feroz ao nacionalismo (defendendo, assim, a erradicação do Estado-Nação), tem como consequência um estado de dissonância cognitiva que revela a estupidez dos “intelectuais” portugueses em geral — incluindo a Isabel Moreira.

Os ditos “democratas”, quando andam assustados pela dinâmica da democracia, dizem que é “populismo” — são os donos da democracia a decretar que toda a gente é populista, excepto eles próprios (como seria de esperar!): são eles os únicos santos políticos canonizados nos altares das lojas maçónicas sob os auspícios do conceito de "Vontade Geral" de Rousseau.

Segunda-feira, 3 Fevereiro 2020

Os “Efectivamente”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 8:08 pm
Tags:

« Agora não há dia em que os “efectivamente” não sintam necessidade de mostrar a sua repulsa por André Ventura, mas daqui por umas semanas para aí andarão frenéticos a demarcar-se do bode expiatório então de turno até porque, como é mais que certo, a propósito da eutanásia, alguém, entre os que se lhe opõem, escreverá ou dirá algo de menos cauteloso ou menos certo.
E de imediato, não o duvido, logo começará o ciclo do “não, antes pelo contrário”, “de modo algum”… e será quase com alívio que, antes que Fevereiro acabe, a eutanásia será aprovada porque assim, pelo menos por uns tempos, não se terá de tomar partido, e os “efectivamente” terão algum sossego.»

→ Helena Matos, “Racismo, dizem eles e os “efectivamente” concordam”

os-efectivamente-web

Quarta-feira, 29 Janeiro 2020

O círculo da “diversidade” e “inclusão” da Esquerda

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 5:55 pm

diversidade-esquerda-web

A Angola do presidente João Lourenço está entregue à bicharada

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 4:59 pm
Tags:

Augusto Dembo, de 12 anos (ver imagem abaixo), é filho de Anita Dembo, recentemente falecida e que foi funcionária do Parque Nacional da Cameia, na província do Moxico, em Angola.

augusto-dembo-web

Anita Dembo confessou ao seu filho Augusto que este seria fruto de um relacionamento sexual com um chimpanzé, que decorreu durante os muitos anos em que ela foi empregada daquele parque de conservação de animais.

A Direcção do referido parque já veio a terreiro dizer que a “interacção sexual” de empregados e visitantes com os animais não é um comportamento adequado; mas o surpreendente foi a posição do actual presidente de Angola, João Lourenço, que classificou Augusto Dembo como “A Criança Milagre de Angola”, um “Tesouro Nacional”, “um sinal de Deus”, e “um testemunho da majestade e grandeza de Angola”.

Para o presidente de Angola, João Lourenço, ser filho de macaco é coisa fina. Ele lá deve saber qual é a sua (dele) ascendência.

Terça-feira, 28 Janeiro 2020

Temos que saber viver com este tipo de “liberalismo”

O Telmo Três Nomes escreve o seguinte:

«Deirdre McCloskey é uma académica de excelência internacional e das mais interessantes cabeças da actualidade.»

Vivemos numa época em que, quem é voluntariamente capado, passa a ser um génio; e quem toma no cu é “tomaticamente” inteligente.

É o caso de Donald McCloskey: primeiro, tomou no cu, o que fez dele um indivíduo inteligente; e depois castrou-se, em um acto final de afirmação de genialidade.

E o Telmo Três Nomes aplaude a inteligência e a genialidade do baitola.

Sábado, 25 Janeiro 2020

Burro todos os dias ! (graças a Deus! Mas já não há paciência!)

Segundo este “liberal”, “um democrata-cristão não é um liberal clássico” :

«Quanto à democracia-cristã alemã, há que ter em conta que os seus dois nomes maiores – Konrad Adenauer e Ludwig Erhard – eram, sobretudo o segundo, verdadeiros liberais clássicos, influenciados pelo pensamento austríaco de Menger e Mises, graças ao que a reconstrução alemã foi um êxito. Por isso, ser hoje «democrata-cristão» à alemã só pode significar uma coisa: ser liberal.»

O burro confunde Menger e Mises (coloca os dois no mesmo saco; e chama a isso “liberalismo clássico”) — como se o Marginalismo de Menger estivesse directamente ligado à escola económica escocesa a que se convencionou chamar de “liberalismo clássico”. É este tipo de asno que faz opinião em Portugal.

Ademais, o burro ignora que os princípios económicos basilares o chamado “liberalismo clássico” já existiam desde finais do século XVI, em Espanha e com a contra-reforma católica, nomeadamente com o clérigo católico Francisco Suárez (1548-1617), entre outros intelectuais católicos.

A originalidade da “escola escocesa” (o chamado “liberalismo clássico”) consistiu em reunir as teorias económicas esparsas previamente existentes (desde o espanhol Suárez até ao Boisguilbert e aos fisiocratas franceses) e transformá-las em doutrina sob a influência da filosofia do escocês David Hume — por exemplo, com Adam Smith (1723-1790).

Carl Menger não é “liberalismo clássico”. Carl Menger é Marginalismo.

A principal razão por que o CDS caiu no abismo foi correctamente diagnosticada pela Helena Matos em um recente artigo — a despolitização da Direita: ou seja, a redução de toda a realidade (incluindo a realidade política) à teoria económica marginalista (é isto que o burro defende). Mas nem os artigos dos seus colegas de blogue consegue ler!

Afirmar que a democracia-cristã não defende os princípios económicos do “liberalismo clássico”, não lembra ao careca. Só pode vir de um grande asno.

Para o burro, ser “liberal” é defender um modelo de sociedade onde o direito às preferências arbitrárias só é limitado por um contrato de compra e venda livremente negociado entre as partes (ou seja, “vale tudo, até arrancar olhos!”); mas o “liberalismo clássico” não defende isso: basta verificarmos que a teoria económica de Adam Smith está imbuída de uma ética claramente cristã, que por isso não é utilitarista (no sentido de “utilitarismo” dado por Bentham que foi um dos precursores do socialismo).

Na teoria económica de Adam Smith, não há o “cálculo de prazeres” típico do utilitarismo, nem mesmo no plano económico.

Não sei qual é a confusão naquela cabeça asnil que faz com que a democracia-cristã seja por ela considerada “anti-capitalista”. Aconselho o asno a ler “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, de 1905, de Max Weber. Aprende burro!

Domingo, 19 Janeiro 2020

Os últimos aristocratas do Ocidente

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 2:11 pm

Quando ouvi a Joacine "Vai-te Katar" Moreira a berrar na televisão, lembrei-me desta frase de Nicolás Gómez Dávila:

“A sociedade moderna deteriora-se tão depressa que, em cada nova manhã, contemplamos com nostalgia os adversários de ontem. Os velhos militantes do Partido Comunista já começam a parecer-nos os últimos aristocratas do Ocidente”.

joacine-web

Sábado, 18 Janeiro 2020

A crítica de Alberto Gonçalves a André Ventura

«André Ventura aborreceu-se por não ser chamado a conviver com o lixo, atitude curiosa que traduz na perfeição a ambiguidade dele, dos seguidores dele e dos inimigos dele.

(…)

André Ventura queixa-se do desprezo do “sistema” que afirma combater.

(…)

A maior e mais indiscutível virtude do Chega é a capacidade de horrorizar criaturas horrorosas.»

Alberto Gonçalves


O Alberto Gonçalves tem razão em algumas críticas que faz a André Ventura — por exemplo quando aquele diz (implicitamente) que o André Ventura é muitíssimo vulnerável ao ataque ideológico vindo da Esquerda. É verdade.

pernalonga-e-a-troika-web-650

A mentalidade liberal nunca percebe que os horrores que a espantam fazem parte do lado avesso das falácias que admira.

Porém, o Berto perde a razão quando diz que o Passos Coelho é melhor peça do que o Ventura — alegadamente porque este último é detentor de uma “bazófia nacionalista” (ao contrário de Passos Coelho, que felizmente vendeu o país inteiro por dez mil reis de mel coado), de uma “subtil aversão ao capitalismo e à globalização” (o que é falso, desde logo porque “globalização” não é a mesma coisa que “globalismo”, e depois porque o programa do CHEGA é de um capitalismo ortodoxo; só não vê quem é Betinho cegueta).

Ademais, quando o Berto não tem argumentos plausíveis, opta por chamar o seus interlocutores ideológicos de “malucos” (o Beto anda a aprender umas coisas com a Isabel Moreira).

O que me chateia em certo tipo de “liberais”, como é o caso do Berto, é o que nunca dizem claramente aquilo com que concordam; tal como os defensores da Teoria Crítica, só revelam publicamente aquilo com que não concordam. Ficamos com um vago esboço acerca do que eles pensam através de uma análise negativa.

“O liberalismo prega o direito do indivíduo ao embrutecimento, desde que esse embrutecimento não estorve o embrutecimento do seu vizinho.”Nicolás Gómez Dávila 

Para o Betinho, “a família é matéria privada e francamente não diz respeito a terceiros”; e por isso, o Ventura não teria que entrar pela “exaltação vazia da família”, por exemplo, quando este critica o "casamento" gay. Para o Beto, o "casamento" gay e adopção de crianças por pares de invertidos são supostamente “porreiros pá”, porque fazem parte de “matéria privada e francamente não diz respeito a terceiros”a mentalidade liberal nunca percebe que os horrores que a espantam fazem parte do lado avesso das falácias que admira.

Segunda-feira, 30 Dezembro 2019

A estória das “mudanças climáticas”

mudancas-climaticas-web

Página seguinte »

Site no WordPress.com.

%d bloggers like this: