perspectivas

Domingo, 26 Junho 2022

INTERMEZZO

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:22 pm

A Oikofobia característica da Esquerda actual, e o orgulho da Direita pela superioridade da cultura europeia

Sexta-feira, 10 Junho 2022

Os gueis são transfóbicos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:11 pm

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Terça-feira, 31 Maio 2022

O infortúnio da marxista Raquel Varela

Quando leio este escrito (e outros) da Raquel Varela, parece-me estar a ler um artigo do jornal revolucionário estudantil do meu tempo de faculdade, no fim da segunda metade da década de 1970. Porém, aquilo que é tolerável num miúdo de 18 anos, deixa de o ser em uma pessoa de 40.

O mundo não é perfeito; mas a Raquel Varela, nos seus 40, parece pretender a perfeição do mundo em nome de uma certa ideologia, e, por isso, revolta-se contra o mundo porque este não corresponde ao que (alegadamente) deveria ser.

Aquilo que poderia parecer (por parte da Raquel Varela) uma crítica social viável, razoável e plausível — transforma-se em uma hipérbole por intermédio de um radicalismo ideológico próprio de uma adolescente.

O que mais me espanta, na Raquel Varela, é a recusa radical da Natureza Humana; a ideia implícita segundo a qual “é possível haver uma outra Natureza Humana”.

Ora, a tentativa de construção de “uma outra Natureza Humana” foi o que se fez no século XX com as revoluções que causaram centenas de milhões mortes… e, ainda assim, a Raquel Varela — imbuída de uma superioridade moral em relação ao comum dos mortais — defende a construção dessa “outra Natureza Humana” que rejeita a estrutura da realidade, em uma crítica niilista (uma espécie de Teoria Crítica) e radical, criando uma “segunda realidade” que se sobrepõe à natureza das coisas e à realidade propriamente dita.

A deformação do real — e a recusa da Natureza Humana — levou à edificação dos sistemas ideológicos que mataram centenas de milhões de pessoas no século XX.

Sobre a realidade objectiva, um cristão diria o seguinte:

Meu Deus, dá-me a serenidade
para aceitar aquilo que não posso mudar,
a coragem para mudar o que for possível,
e a sabedoria para saber a diferença.

(Reinhold Niebuhr)

Para um revolucionário (Hitler, o revolucionário, do alto do seu palanque comicial, berrava: “Alles Muss Anders Sein!”), não existe essa diferença entre o possível (o que se pode mudar) e o impossível (por exemplo, aquilo que faz parte da Natureza Humana e que não pode ser mudado).

Por isso é que qualquer crítica social, vinda Raquel Varela, é uma espécie de defesa de uma política de terra queimada — como se fosse possível destruir a sociedade inteira para depois, a partir das cinzas do niilismo revolucionário, fazer renascer um “homem novo” com “outra Natureza Humana”.

A tragédia do marxista vencido degenera em um infortúnio patético — porque o marxismo (épico e romântico) ignora a categoria do “trágico”. Na hora de ser fuzilado, seja pelos seus compagnons de route, seja pelos seus inimigos, o marxista morre estupefacto.

O que a Esquerda esperou de Moçambique

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:58 pm
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The Rolling Stones em Madrid

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:42 am

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Terça-feira, 24 Maio 2022

The New Women (1)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:19 pm

Quinta-feira, 19 Maio 2022

A Varíola dos Macacos: um problema de saúde pública

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:39 pm

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Sábado, 14 Maio 2022

O Manifesto dos novos revolucionários

“Depois de terem participado na edição deste ano do Festival da Canção com "Povo Pequenino", um dos melhores temas a concurso, os FADO BICHA desviam atenções para o álbum de estreia. E já não falta muito para o podemos ouvir: "Ocupação" ficará disponível nas plataformas digitais a partir de 3 de Junho e tem produção de Luís Clara Gomes (ou seja, Moullinex).

(…)

Relato de uma vida dupla atormentada pelo desejo, o tema carrega no humor para disparar farpas à hipocrisia e à homofobia internalizada. O videoclip, realizado por Marcelo Pereira e Pedro Maia, convida o comediante Hugo van der Ding para encarnar o malogrado protagonista e narrador, acompanhando-o numa vida nocturna e sigilosa à beira do Tejo com uma estética queer inspirada em figuras como Divine ou Klaus (também não está distante de alguns retratos de uns Soft Cell nos anos 80). E tanto a música como as imagens fazem esperar um dos discos nacionais com mais fulgor e personalidade deste Verão, sem meias palavras ou gestos”

Viver como um homem

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Domingo, 1 Maio 2022

“Solarengo” não significa “ensolarado”

Filed under: A vida custa,acordo ortográfico,língua portuguesa — O. Braga @ 6:29 pm

A deputada do CHEGA Rita Matias, escreveu o seguinte:

“O 25 de Abril chegou com toda a solenidade e festividade. Nesse dia solarengo, as ruas encheram-se de cores garridas, as pessoas passearam de cravos nas mãos e multiplicaram-se as cerimónias, com toda a pompa e circunstância, desde a autarquia local até ao governo central.”

solarengo


No dicionário da Porto Editora, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

1. relativo ou pertencente a solar

2. (moradia) que tem aspecto de solar; que é grande e tem arquitectura requintada

nome masculino

dono ou habitante de solar

No dicionário da Texto Editora publicado de 1995, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

Do latim “solu”, solo

1. Relativo a solar (casa nobre)

2. o serviçal ou o lavrador que vivia no solar


A origem etimológica da palavra “solarengo” não tem nada a ver com “Sol”, mas antes vem do latim “solu”, que significa “solo”, “chão”.

Podem dizer que “há dicionários que dizem isto e aquilo”; mas não deixa de estar errado o uso do adjectivo “solarengo” para dizer “ensolarado” ou “soalheiro” — e isto por razões etimológicas, que são as mesmas razões que nos impõem a repugnância pelo Hacordo Hortográfico brasuca.


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Sexta-feira, 29 Abril 2022

Razão tinha Karl Marx: a História repete-se

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:22 pm

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Quinta-feira, 28 Abril 2022

Como eu passei a ser “fassista”

Filed under: A vida custa,Esquerda,Esta gente vota — O. Braga @ 10:33 pm

FASSISTA

Segunda-feira, 25 Abril 2022

O 25 de Abril

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:45 pm

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