perspectivas

Sexta-feira, 18 Abril 2014

O movimento político gay, a Esquerda e o Positivismo

 

Os neo-empiristas (ou neo-positivistas, vai dar no mesmo), como por exemplo, Carnap, Schlick, Russell, Wittgenstein, etc., diziam que os valores da Ética são subjectivos (pertencem exclusivamente ao âmbito da emoção) e que, por isso, dizem eles que “os valores da ética não são racionais”.

Ora, a verdade é que tudo o que pode ser racionalmente fundamentado, pertence à esfera do racional; e os valores da Ética podem e devem ser racionalmente fundamentados. E, por outro lado, um mesmo valor ético pode ser, simultaneamente, racionalmente fundamentado e objecto de vivência emocional — a razão e a emoção estão, muitas vezes, ligadas entre si.


Quando nós analisamos os argumentos do lóbi político homossexualista em relação à adopção de crianças por pares de invertidos, verificamos, escarrada neles, a assimilação da concepção ética positivista.

Por exemplo, a Isabel Moreira “joga sempre com dois carrinhos” (a dialéctica gayzista/positivista): por um lado, recorre sistematicamente ao apelo à emoção através dos me®dia — na medida em que os valores da ética são considerados, por ela e pelo movimento gayzista, como pertencendo exclusivamente à esfera do emocional —, e, por outro lado, recorre à tentativa de instrumentalização do Direito Positivo isento de qualquer influência do Direito Natural.

Não existe, na concepção gayzista dos valores da ética, uma ideia que não seja subjectivista e emocional.

Para o homossexualismo, os valores da ética não podem ser fundamentados racionalmente, porque são (alegadamente) exclusivamente subjectivos e emocionais; e — tal como pensavam os neo-empiristas — sendo que os valores da ética não são objectivos e não são passíveis de fundamentação racional, então cabe apenas e só ao Direito Positivo formatar arbitrariamente a ética utilizando a força bruta do Estado.

Esta concepção da Ética é assustadora!

Sexta-feira, 4 Abril 2014

O problema é político, e só pode ser resolvido com um partido político

 

A forma como o pasquim Público noticiou a demissão de Brendan Eich, da empresa Mozilla, por pressão do lóbi político gayzista, é inacreditável:

“Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.”

Ou seja, segundo o pasquim Público, a “tradição da diversidade” só pode existir com um pensamento único imposto pela Gaystapo. Isto só lá vai “à bomba!”; ou então, através de um movimento político organizado. Quando o lóbi político gayzista, respaldado pelo marxismo cultural (ler o ensaio de Herbert Marcuse sobre o conceito de  “tolerância repressiva”), consegue demitir um CEO de uma grande empresa — então só resta à sociedade a organização de um partido político de sinal radicalmente contrário. Ou seja, neste contexto, a homofobia passa a fazer todo o sentido e recomenda-se!

gay-inquisition-web

Entretanto, um membro do Conselho de Administração da World Vision foi obrigado a demitir-se devido à pressão da Gaystapo e da Ingaysição. Meus caros, isto só lá vai à paulada! Chegou-se a um ponto tal que a coisa já não vai com falinhas mansas: tem que se organizar a paulada sistemática! Nós somos a maioria!

O gayzismo é um movimento totalitário — o homofascismo — que se caracteriza pelo ódio, intolerância, anti-liberalismo, e perseguição inquisitorial. O caso de Brendan Eich é o princípio de uma série de casos que se seguirá; e não pensem que este caso não terá repercussões em Portugal e na União Europeia. Segundo a Lei da Impossibilidade de Mérito, “o que aconteceu a Brendan Eich não acontecerá a você, caro leitor; mas se acontecer, você merece-o!”.

Terça-feira, 1 Abril 2014

O João Caguincha e “os filhos pelo ânus”

 

faxista webConsta que o João Caguincha vai casar-se com um peruano: para poder ter filhos “peruânus”. Mas parece que ele ainda não se deu conta de que peruânus não nascem filhos…

Para o João Caguincha, defender o princípio segundo o qual uma criança tem direito a pai e mãe, por um lado, e que, por outro lado, os adultos não têm direito a adoptar uma criança — é sinónimo de “faxismo”. Ou seja, quem defende intransigentemente a família natural ou a sua analogia em caso de adopção, é “faxista”!

Depois, o João Caguincha – perdão! Labrincha! – entra na endémica auto-vitimização gay, neste caso, de quem desejaria ter filhos peruânus: confunde adopção de crianças por pares de invertidos (ou co-adopção, que vai dar no mesmo), por um lado, com “proximidade” de uma criança em relação a um “não-heterossexual” (¿mas o que é isso de “não-heterossexual”?), por outro lado.

Eu imagino que, para alguns gays, deve ser motivo de revolta contra a realidade e contra a natureza não poderem ter filhos peruânus: mas é a vida! Também eu gostaria de ter muita coisa que não tenho!

Get Over It!

Segunda-feira, 24 Março 2014

Outro caso de sucesso de adopção de crianças por casais de homossexuais

 

Depois de ter mencionado ontem um caso de sucesso de adopção de crianças por um “casal” de lésbicas, vemos aqui um outro caso de sucesso de adopção de crianças por pares de invertidos:

dois gays que adoptam web“The case of a same-sex Connecticut couple accused of repeatedly raping and abusing two of their nine adopted boys is headed for trial.

Married couple George Harasz and Douglas Wirth of Glastonbury were supposed to be sentenced Friday in Hartford Superior Court under a plea deal, but instead withdrew from their agreement with prosecutors. The men had already pleaded no contest in January to one felony count each of risk of injury to a minor — a reduction from even more serious charges related to sexual assault.”

Fica, então, demonstrado mediante “estudos científicos” absolutamente verdadeiros que um “casal” de homossexuais educa melhor uma criança do que um casal natural.

Domingo, 23 Março 2014

Um caso de sucesso de adopção de crianças por um casal de lésbicas

 

Os “estudos científicos” demonstram que uma criança é melhor educada por um “casal” de homossexuais do que pela família natural:

3 children found starving, 1 chained to floor in California Home

duas lesbicas web

The boys are 3 and 5 years old, and the girl is 8, authorities said, and they all exhibited bruises and signs of other physical as well as emotional abuse.

Domingo, 9 Março 2014

A ideologia de género e o pensamento circular

 

“… gender is a performance … Because there is neither an “essence” that gender expresses or externalizes nor an objective ideal to which gender aspires; because gender is not a fact, the various acts of gender create the idea of gender, and without those acts, there would be no gender at all. Gender is, thus, a construction …”

Proposição da lésbica Judith Butler (na imagem), respigada aqui.

Traduzindo:

“… O género é uma representação … porque não há nem uma “essência” que o género expresse ou exteriorize, nem um ideal objectivo em relação ao qual o género aspire; e porque o género não é um facto, os diversos actos do género criam a ideia de género, e sem esses actos, não haveria género.

Género é, portanto, uma construção …”


1/ diz-se que “o género é uma representação”, mas está implícita, na proposição, que a recusa do género — quando se diz que “o género não é um facto” — não é uma representação. Ou seja, segundo a proposição, “a recusa dos actos do género não criam uma ideia de género”, como, por exemplo, se a recusa do Ser, por si mesma, eliminasse o facto de Ser.

Judith Butler webA representação do género só é considerada genuína se coincidir com a negação do género — o que não elimina, por isso, o facto de existir sempre, e em qualquer caso, uma qualquer representação do género. Mas a verdade é que o que muda é o tipo de representação do género, e não a representação do género entendida em si mesma e que se mantém, embora alterada na sua representação.

2/ a proposição recusa e nega as categorias da realidade. É, portanto, a-científica ou mesmo anti-científica. A irracionalidade parece estar hoje na moda. Por exemplo, o facto de uma mulher sangrar todos os meses é considerado “uma representação que cria a ideia de género”. A biologia é considerada uma “performance” (uma espécie de actuação teatral).

3/ desde logo, separa-se o “género” (que é um termo gramatical), por um lado, do “sexo” (que diz respeito à biologia), por outro lado — como se o género existisse sem o sexo; como se fosse possível falar em “género” sem que o conceito de “sexo” estivesse subjacente.

Como que por um golpe de magia, faz-se desaparecer, do discurso, o conceito de “sexo”; e com a ideia de “sexo” esfumada através de um truque de prestidigitação da linguagem, chega-se, então, à conclusão de “o género não faz nenhum sentido” — o que é óbvio: sem sexo, não há género possível. O problema deste argumentário idiota é o de que não há género sem sexo. O conceito de “sexo” é anterior (está a montante) ao conceito de “género”.

4/ depois, separa-se a biologia, por um lado, dos actos condicionados pela biologia, por outro lado.

Todo o comportamento condicionado pela biologia é considerado uma “construção”. Mas, por outro lado, a homossexualidade é considerada um facto biológico, e, por isso, já não é uma “construção”.

Ou seja, há comportamentos que são “construções”, e outros comportamentos que não são “construções”. O critério que separa os primeiros comportamentos dos segundos, é subjectivo — não tem um escoramento objectivo e concreto na realidade. Esse critério aproxima-se do conceito de acto gratuito, a subjectividade absolutista que pretende comandar a realidade dos outros.

A ideologia de género é uma forma contemporânea de totalitarismo, e a Esquerda, totalitária na sua natureza, já lhe deitou a mão.

Sexta-feira, 7 Março 2014

Conferência: "Que direitos para as famílias? A co-adopção em casais do mesmo sexo."

 

Respigado aqui:

conferencia cuadopcao web

Pérolas do discurso do Deputado Pedro Delgado Alves (Partido Socialista) durante a conferência:

“Psicologia demonstra claramente que o melhor para as crianças é viver num casal homossexual.” ” Esta proposta é estruturante para as famílias.” ” Eu não gosto desta sociedade milenar (…) e deve acabar-se com ela.”

Pérola do discurso da Dra. Dulce Rocha (Instituto de Apoio à Criança):

“Discriminar uma criança é deixá-la só com um pai e uma mãe.”

Pérolas do discurso do juiz António José Fialho:

“(…) é discriminação das crianças.” ” Sejamos sinceros, o que está em causa é o preconceito.” ” não gosto da palavra co-adopção (…)”

Pérolas do discurso do Prof. Doutor Paulo Côrte-Real (ILGA):

“Esta lei é muito limitada e apenas dá uma família às crianças.” ” Há uma vontade de discriminar sobre as crianças.” ” Os gays, lésbicas e bissexuais tem o direito de assumir as suas responsabilidades paternais.”


Sem comentários.

Terça-feira, 25 Fevereiro 2014

“Os presos têm direito à sua orientação sexual”

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 12:45 pm
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Já estou a ver o Corte-Real, da ILGA Portugal, vir a terreiro dizer que os presos também têm direito à sua orientação sexual; e que o facto de ter havido violência sexual é culpa do Estado que não organiza saunas gay dentro das prisões.

“Um recluso da cadeia da Carregueira foi violado por três colegas de cela, três dias consecutivos, numa espécie de “praxe de boas-vindas”, tendo sido obrigado a tratamento médico. O Ministério Público está a investigar.” – escreve o Jornal de Notícias de ontem.

Mas a coisa não fica por aqui: ainda não há “casamento” gay em Inglaterra, mas o lóbi político gay já meteu a Igreja Anglicana em tribunal, exigindo que o “casamento” gay seja celebrado pela religião cristã. Já estou a ver o Corte-Real exigir que as igrejas portuguesas disponibilizem saunas gay nas sacristias.

Millionaire Gay Couple Sues to Force Church Wedding

Sexta-feira, 14 Fevereiro 2014

Temos que criar uma Constituição Portuguesa ao gosto exclusivo da Isabel Moreira

 

Parecer da Ordem dos Advogados sobre o Projecto de lei nº 278/XII/1ª (PS), consagrando a possibilidade de co-adopção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo

(Sobre o Projecto de lei nº 278/XII/1ª (PS), consagrando a possibilidade de co-adopção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo).

O projecto de lei em apreço constitui para a Ordem dos Advogados uma via algo sinuosa de ultrapassar parcialmente a rejeição de um projecto de lei do Bloco de Esquerda (o n.º 126/XII) que visava a eliminação total da impossibilidade legal de adopção por casais do mesmo sexo.

foi-cesarianaTal como o projecto rejeitado, o ora apresentado procede à mesma subversão da hierarquia de direitos, partindo da constituição de um direito a adoptar quando, em bom rigor, esse direito não pode (co)existir com o direito a ser adoptado.

É o direito da criança a ser adoptada e não um pretenso direito de adultos (do mesmo sexo ou não) a adoptar que deve sempre prevalecer para o legislador.

O direito da criança a ser adoptada implica que essa adopção se faça em respeito pelo princípio da família natural, ou seja, por uma família constituída por um pai (homem) e uma mãe (mulher) e não com um homem a fazer de mãe ou com uma mulher a fazer de pai.

O desenvolvimento harmonioso da personalidade de uma criança (um dos seus direitos fundamentais) implica a existência de referências masculinas e femininas no processo de crescimento.

Os casais do mesmo sexo têm muitos direitos, muitos dos quais, infelizmente, ainda não estão sequer reconhecidos nas leis da República, mas não têm, seguramente (nem devem ter) direito a adoptar, porquanto esse pretenso direito colide frontalmente com o direito das crianças a serem adoptadas por uma família natural.

Por isso e também pelas considerações expendidas no parecer emitido a propósito do Projecto de Lei nº 126/XII (BE), cuja cópia se anexa, a Ordem dos Advogados Portugueses considera que o Projecto de Lei nº 278/XII/1ª (PS) não deve ser aprovado pela Assembleia da República.

Lisboa, 09 Outubro 2012

A Ordem dos Advogados

A ligação entre a adopção de crianças por pares de invertidos e a ideologia de género

 

“Se, para defender os valores tradicionais da família, tiver de apanhar com uma carga de homofóbico, atrasado mental, conservador, retrógrado, moralista, reaccionário, clerical, etc., seja, tudo pelo bem da minha consciência. Não posso ser aquilo que não sou. Tenho limites culturais que podem ser criticados por quem não pensa como eu, mas que são o cimento estruturante daquilo que sou.

Tenho entranhado até aos ossos, melhor dito até ao cromossoma 46, o mais puro sentido de liberdade. Religião, fervor futebolístico, ideologia política e orientação sexual pertencem à esfera do privado e aí devem permanecer se não colidirem com as liberdades alheias.

foi-cesarianaPara mim, os talibãs poderiam para sempre vegetar nos infernos da sua incultura se o seu modus operandi não colidisse com os mais elementares direitos do Homem e principalmente da Mulher e se não se constituíssem como os novos cavaleiros das trevas. Mas não, querem fazer um mundo à feição dos seus dogmas obscurantistas. Ao destruírem os Budas de Bamiyán, ao empobrecerem o património cultural de toda a humanidade, ao rejeitarem a plena afirmação social e cultural das mulheres abriram o flanco a todas as condenações e eventuais revindictas. Têm o direito de acreditarem no que quiserem, não têm o direito de, a partir dessa crença, destruir moral e culturalmente os outros.

Em relação às orientações sexuais a mesma coisa. Se os “meninos” e as “meninas” querem explorar a sua sexualidade através dos corpos e das almas dos seus iguais sexuais, o problema é deles e neles deve radicar a lógica moral que os justifica.

Agora quando querem mexer com os sentimentos, a cultura, os valores dos outros, então as coisas já saem do privado e entram na responsabilidade da res publica.

Depois de todas as introspecções possíveis cheguei à axiologia que me corresponde e que afina com o diapasão da minha sensibilidade, da história da minha formação e da cultura em que encontrei as minhas referências éticas e estéticas.

– Sou contra o casamento de sujeitos do mesmo sexo.
– Sou contra a procriação medicamente assistida para casais hétero e homossexuais.
– Sou contra as barrigas de aluguer para casais hétero e homossexuais terem filhos.
– Sou contra a introdução das “teorias do género” nos curricula escolares.
– Para mim não existem novas formas de parentalidade que não decorram da natural ligação biológica entre um macho e uma fêmea.

Depois desta clara petição de princípio vamos lá tentar dar uma ordem à desordem social em que caiu a discussão dos “desviados” do género.”

Texto de José Augusto Rodrigues dos Santos, professor universitário (ler o resto).


Já agora, vejam aqui em baixo uma entrevista com o professor universitário de psicologia (esta vai direitinha para o Júlio Machado Vaz), o francês Yann Carrière:

Sexta-feira, 17 Janeiro 2014

Um direito desumano (Padre Gonçalo Portocarrero de Almada)

 

«Se se entende que duas pessoas do mesmo sexo podem ser dois bons ‘pais’ ou ‘mães’, porque não permitir que três ou mais indivíduos do mesmo sexo possam adoptar?!

No dia 17 de Maio de 2013, a Assembleia da República aprovou, na generalidade, a lei da co-adopção pelo parceiro do progenitor, em uniões de pessoas do mesmo sexo.

(more…)

Quarta-feira, 18 Dezembro 2013

Adivinhem quem foi eleito a “Personagem do Ano” pelo movimento gayzista internacional

Filed under: A vida custa,politicamente correcto — orlando braga @ 7:00 am
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Vejam aqui.

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