perspectivas

Quarta-feira, 18 Maio 2016

Um recado para a Esquerda e para o lóbi LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

 

“Um direito digno desse nome não caduca quando a força bruta do Estado acaba.” — Rousseau


Com a intenção de celebrar “o primeiro dia nacional contra a homofobia e a transfobia”, esta terça-feira de manhã “a bandeira arco-íris” foi hasteada nos Paços do Concelho da Câmara de Lisboa. Poucas horas depois, por razões que o presidente do município diz desconhecer, a bandeira foi, no entanto, retirada.

O estranho caso da “bandeira arco-íris” desaparecida da Câmara de Lisboa

Quarta-feira, 27 Abril 2016

O lóbi político gayzista pretende expulsar a Lituânia da União Europeia

 

A Lituânia tem uma lei de protecção de menores de idade, que impede a propaganda sodomita e gayzista nas escolas primárias e nos jardins infantis. Porém, o lóbi político sodomita pretende que a comissão europeia abra um procedimento de suspensão da Lituânia na União Europeia, apenas porque este país proíbe a propaganda gayzista em crianças até aos nove anos de idade.

Terça-feira, 12 Abril 2016

Ainda sobre o Colégio Militar

 

“O Subdirector do Colégio Militar (CM) – Instituição das mais antigas e prestigiadas do país, com provas dadas e obra feita – deu uma entrevista a um órgão de comunicação social, na passada semana. Nessa entrevista teceu considerações sobre como os casos de homossexualidade detectados no colégio – cujo corpo de alunos é formado, lembra-se, por menores e onde existe internato – são tratados, diria, que desde sempre”.

A DEMISSÃO DO GENERAL COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTUGUÊS

É um facto que “o corpo de alunos [do Colégio Militar] é formado, lembra-se, por menores e onde existe internato”. Por isso é que existe o estatuto de “menoridade” que implica a ideia de que o menor de idade não se encontra em idade ou em uma situação de consentimento sexual.

Ora, é o conceito de “consentimento sexual” dos menores de idade que é colocado em causa pela Isabel Moreira, que escreve sob pseudónimo (não tem coragem de dar a cara):

“A única conclusão possível a tirar é que, segundo o douto general, a não discriminação em função da orientação sexual não é para se aplicar na sua plenitude a adolescentes. Really?!”

Como bem escreveu a Helena Matos, os direitos de braguilha defendidos pelos radicais têm como objectivo o abaixamento progressivo e progressista da idade de consentimento sexual das crianças, tendo em vista a aceitação cultural da pedofilia — o que não significa automaticamente “legalização da pedofilia”!

A estratégia dos radicais é semelhante à do papa Chico em relação aos recasados: sem revogar a doutrina da Igreja Católica, o papa-açorda Francisco defende uma maior “aceitação cultural” em relação aos recasados. Ou seja, pretende-se abolir formalmente a norma através da aceitação cultural, sem ter que se assumir explicitamente essa abolição; a lei passa a ser progressivamente letra morta, até que seja revogada “naturalmente” pelo direito consuetudinário.

Segunda-feira, 22 Fevereiro 2016

A Isabel Moreira e a preocupação com o Estado

 

foi cesarianaA Isabel Moreira sabe bem que a lei é a melhor forma de exercer a tirania; e a tirania é o poder de uma minoria sobre a maioria. Por isso é que ela se preocupa tanto com a lei e com o Estado que a impõe.

Ela sabe que a “celebração” que ela invoca é minoritária, e por isso é que a adopção de crianças por pares de invertidos não foi referendada. E retira deste facto a necessidade de o Estado impôr coercivamente a toda a sociedade — sobretudo aos “prevaricadores”, que são maioritários — ou o silêncio dos medrosos ou a anuência dos emasculados.

O texto da Isabel Moreira é um manifesto totalitário, embora em nome da “igualdade”; ou seja, é uma contradição em termos. “O esquerdista modifica as definições, para nos persuadir que transformou as coisas.” — Nicolás Gómez Dávila

E é em nome dessa “igualdade” auto-contraditória que ela compara a raça e a dita “orientação sexual”: ou seja, segundo ela, um negro existe na mesma condição de um gay — negros que são casados, têm família natural e filhos, são comparados com pessoas que optam por um estilo de vida sexualmente promíscuo e niilista.

A Isabel Moreira insulta os negros com a mesma desfaçatez com que pretende impôr à maioria a ideia de que a igualdade é sinónimo de medo imposto pela força bruta do Estado; ela  modifica as noções do senso-comum para nos persuadir (à maioria) que as coisas são transformadas.

Quarta-feira, 27 Janeiro 2016

Como os russos vêem o homossexualismo

Filed under: cultura — O. Braga @ 7:22 pm
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(via)

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

António Serzedelo e a censura do pensamento que pode não ter sido pensado

 

Tulip Siddiq é uma deputada muçulmana no parlamento britânico. Vemo-la, no vídeo abaixo, a defender no parlamento a ideia da proibição de entrada de Donald Trump em Inglaterra. Um deputado conservador interpela a muçulmana e diz o seguinte:

“Muitas pessoas inglesas concordam com Donald Trump. ¿Acha que devemos expulsar essas pessoas também?”

 


Esta censura do pensamento — a polícia politicamente correcta do pensamento — pode ser constatada também no discurso de António Serzedelo, o chefe português do movimento político dos invertidos.

Alegadamente (não há provas disto), o presidente do Sporting Clube de Portugal (Bruno de Carvalho) terá dito, entre amigos, o seguinte em relação ao árbitro de futebol Luís Ferreira:

“Só não lhe dei um chuto no rabo porque, olhando para a figura dele, tive medo que gostasse”.

António Serzedelo quer que Bruno de Carvalho peça desculpa por algo de que não tem a certeza de que terá dito. Para o movimento político gayzista, a mera hipótese de alguém poder ter dito eventualmente qualquer coisa que lhe desagrade, é já motivo de censura e de detracção pública.

Domingo, 10 Janeiro 2016

Ricardo Araújo Pereira no Maxime/Titanic Sur Mer (ser gay é coisa fina)

 

O ideal do esquerdista é ser gay; ele faz tudo para parecer gay, para vencer o preconceito reaccionário do estereótipo do heterossexismo. Muitos esquerdistas ainda não conseguiram evoluir no sentido da ultrapassassem dos preconceitos da heteronormatividade, e por isso ainda não conseguiram alcançar o estatuto supremo da nossa sociedade: ser um gay reconhecido inter pares.

Para a Esquerda, ser gay é coisa fina; ser gay é melhor do que ser operário, empresário, jornalista ou funcionário público. Ser gay não é uma mera profissão ou actividade: é um estatuto social, comparável a um estatuto inerente a um cargo de natureza política mas de carácter vitalício. Esta é uma das razões por que o esquerdista almeja ser gay.

“Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal que pretende reconhecer e incentivar personalidades e/ou instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a homofobia, são entregues este sábado, dia 9, no Maxime/Titanic Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira”.

Prémios da ILGA também destacam Presidenciais

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Parece que o Ricardo Araújo Pereira tem vindo a tentar ser gay, mas a coisa não é para qualquer um; não é qualquer bicho-careta que é gay. Para se ser gay tem que se pertencer a uma casta superior, a uma elite. Ser gay é uma instituição, um ex-libris.

É provável que, no futuro, se possa ser gay através de concurso público, mas, por enquanto, o Ricardo Araújo Pereira vai ter que esperar. Ou então ele terá que fazer um curso intensivo nas saunas gay de Lisboa, ainda assim sem qualquer garantia de que o estatuto de gay lhe seja concedido.

Segunda-feira, 28 Dezembro 2015

Em Portugal já impera a lei das lésbicas

 

Eu não tinha dado conta de que o piropo tinha sido criminalizado. Ou seja (a ser verdade), segundo a lei portuguesa, um qualquer piropo pode ser a mesma coisa que um insulto.

A proposta de lei parece ter sido do Bloco de Esquerda; e claro está, o Partido Socialista de António Costa segue o Bloco de Esquerda de forma canina.

Qualquer palavra que um homem dirija a uma mulher pode ser subjectivamente considerada por ela como um insulto (um piropo). A ideia do Bloco de Esquerda — e da Esquerda em geral — é a de paralisar as interacções culturais entre os dois sexos.

Portugal está a transformar-se em um sítio perigoso; impera já a lei das lésbicas.


Adenda:

Afinal, a lei da pirofobia é proveniente da “direita”. Ainda vou ver o Passos Coelho a fazer concorrência à Catarina Martins.

Sexta-feira, 16 Outubro 2015

O delírio gay vai ter que acabar; é uma questão de tempo

 

Maria é casada e mãe de dois filhos, mas o facto de ser lésbica torna a sua família diferente aos olhos da legislação europeia, retira direitos aos seus filhos e impede a família de circular livremente pela Europa.

“A realidade é contada por Maria von Känel, presidente da Rede de Associações Europeias de Famílias LGBT (NELFA, na sigla em inglês), que está em Portugal, juntamente com a mulher e os dois filhos, para participar no quarto encontro europeu de famílias arco-íris, ou seja, famílias onde há, pelo menos, uma pessoa Lésbica, Gay, Bissexual ou Transgénero (LGBT)”.

Famílias LGBT querem reconhecimento e liberdade de circulação na Europa

Como podemos verificar no texto, Maria é “casada” com uma mulher e, alegadamente, com ela teve dois filhos.

Qualquer pessoa sabe que uma mulher não pode ter filhos com outra mulher; mas os me®dia alimentam e promovem, na cultura antropológica, o delírio da segunda realidade da Ideologia de Género.

O que o cidadão vulgar questiona é a razão por que os me®dia afirmam a ideia segundo a qual “é possível a uma mulher fazer filhos com outra mulher”, ou “um homem fazer filhos com outro homem”.

E a resposta é simples: o que se pretende é destruir o casamento e a família natural que foi o esteio da civilização europeia. O retorno à barbárie é a melhor forma de controlar o indivíduo.

Quinta-feira, 27 Agosto 2015

A cassete da Isabel Moreira

 

Quando olhamos para o discurso da lésbica Isabel Moreira, verificamos invariavelmente algumas características recorrentes (a cassete):

1/ Portugal está isolado na Europa no que diz respeito à adopção de crianças por pares de invertidos;

2/ a adopção de crianças por pares de invertidos vai resolver os problemas das milhares de crianças que estão em orfanatos;

3/ a adopção de crianças por pares de invertidos, as “barriga de aluguer”, a procriação medicamente assistida sem qualquer critério restritivo, por exemplo, não são culturalmente fracturantes; pelo contrário, segundo Isabel Moreira, “são estruturantes de uma sociedade digna de igualdade”;

4/ defender a família nuclear e natural, é um retrocesso civilizacional.


isabel-moreira-straightjacket-webO ponto 1 é falso. A esmagadora maioria dos países europeus não tem adopção de crianças por pares de invertidos. É da natureza da Isabel Moreira mentir sem vergonha.

O ponto 2 é um apelo demagógico à emoção — o que é uma característica não só da Isabel Moreira mas também da Esquerda em geral. É evidente que a adopção de crianças por pares de invertidos é uma forma de instrumentalização das crianças no sentido de uma afirmação pública e legitimação de um estilo de vida anómalo e anti-social. Para Isabel Moreira, não basta que a condição homossexual seja compreendida pela sociedade: tem que ser não só aceite mas também celebrada por toda a gente.

No ponto 3, o conceito de “igualdade” passa pela afirmação do “direito à diferença”, por um lado, e por outro lado, a “igualdade” é sinónimo de “homogeneização legal” — a contradição é apenas aparente: a afirmação do direito à diferença conduz à separação cultural entre os dois sexos, que é exactamente o que pretende o movimento político gayzista de que a Isabel Moreira e o Partido Socialista de António Costa são protagonistas.

No ponto 4, o necessário ataque, por via do Direito Positivo, à família nuclear e natural portuguesa deve ser compensado com a imigração em massa de países islâmicos, com a criação artificial de uma nova classe de pessoas desenraizada culturalmente e que se constituirá como uma clientela política que perpetue a Esquerda no Poder. Ora, o governo de Passos Coelho e Paulo Portas procura defender a família nuclear e natural; logo, é considerado pela Isabel Moreira como reaccionário e troglodita.

Domingo, 12 Julho 2015

Os direitos dos gays em duas décadas

 

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Sexta-feira, 10 Julho 2015

O gayzismo e o casamento

 

“O espírito diz abertamente que, nos últimos tempos, alguns hão-de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas diabólicas, seduzidos pela hipocrisia de mentirosos, cuja consciência foi marcada com ferro em brasa.

Proibirão o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos em acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade.”

— 1 Timóteo 4, 1-4

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