perspectivas

Sexta-feira, 7 Agosto 2015

Isto é moderno e progressista

 

« “During that first ovulation period, the guys would stop by and after every attempt, we’d have a cup of tea while Daantje sat on the couch with her legs up in the air.

Thankfully, it only took two months for her to get pregnant, because I remember thinking, Imagine if we have to do this for a full year: all those jars of semen and basters and all that,” elaborates Dewi. »

These Five People Are About to Have a Baby Together

familia-do-putedoO que não é novo neste conceito de “família” é a mulher enquanto puta

Terça-feira, 28 Julho 2015

Os magistrados do politicamente correcto, e a estatização da sociedade

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:02 am
Tags: , , , , ,

 

Está aqui um texto do Alberto Gonçalves (ex “Homem a Dias”) que reflecte o aumento dos poderes dos juízes. Os juízes já começam a decidir sobre detalhes íntimos da nossa vida privada. Parece que a tendência é a de que o cidadão só terá vida privada quando estiver a dormir. Mas o cidadão também é culpado quando não respeita a sua própria privacidade: temos, portanto, uma pescadinha de rabo na boca que alimenta a estatização do cidadão, nomeadamente através dos juízes que desempenham o papel dos magistrados na República de Platão.

Platão divide a sociedade em três classes: povo, militares e magistrados. Só estes últimos detêm o poder político e são em número muitíssimo inferior ao das outras classes. Os magistrados são escolhidos a dedo pelo Legislador (o Rei-filósofo). Platão está certo de que os magistrados seguirão sempre as intenções do Legislador (o que é um absurdo), e considera que os magistrados são uma classe à parte (como eram os membros do Partido Comunista na URSS). Parece ser esse o papel dos juízes que se prepara para a nossa sociedade.

“ (…) custa perceber a recente decisão dos tribunais de Setúbal e Évora, que proibiram um casal de exibir a filha nas ‘redes sociais’ (…)

A segunda razão [do tribunal] é um primor: ‘os filhos não são coisas ou objectos pertencentes aos pais e de que estes podem dispor a seu belo sic prazer’.”

A coisificação das crianças tende a ser um direito monopolista do Estado patrocinado pelos magistrados que, alegadamente, seguem as instruções do Legislador. “Alegadamente”, dizemos nós – porque na realidade os magistrados tendem a actuar em roda livre. Os magistrados acusam os pais de coisificação das crianças, justificando assim que passe a ser o Estado a deter o exclusivo da coisificação das crianças.

Para que esta estratégia de estatização da sociedade tenha sucesso, o Legislador e os magistrados têm, em primeiro lugar, de classificar toda e qualquer dissidência politicamente incorrecta (em geral e em abstracto) como sendo doença mental. A seguir, os magistrados decidirão que os malucos dissidentes (politicamente incorrectos) devem ser interditados e internados em hospitais psiquiátricos. Será nesta altura que o Júlio Machado Vaz (ou quejando) assumirá as funções de Ministro da Sanidade Mental.

Por exemplo: ¿não gostas da ideia do “casamento” gay e manifestas a tua opinião em público? Então, por decisão do magistrado, tens que ser internado, porque certamente estás maluco.


Na República de Platão, por exemplo, mães e amas só podem contar às crianças histórias autorizadas pelos magistrados que, alegadamente, seguem as instruções do Legislador; também não podem ser contadas histórias em que as pessoas politicamente incorrectas são felizes e em que as politicamente correctas são infelizes — porque o efeito moral entre os espíritos tenros pode ser desastroso. Impõe-se também uma austera alimentação das crianças: a politicamente correcta, se possível vegetariana; peixe e carne só assados, sem molhos nem doçuras; diz Platão que as crianças que seguem este regime não precisam de médico.

No fulcro da estatização das crianças está a abolição (em termos práticos) do casamento — tal como previra Platão na sua utopia: “Estas mulheres serão, sem excepção, esposas comuns, e ninguém terá mulher sua”.

Todas as crianças devem ser separadas dos pais ao nascer ou em tenra idade, e ter-se-á todo o cuidado em que os pais não as conheçam, nem elas aos pais. Crianças deformadas são eutanasiadas (já está acontecer hoje na Holanda e na Bélgica). Os filhos de uma união não sancionada pelo Estado são considerados ilegítimos. Nos casamentos controlados pelo Estado, as pessoas não têm direito a opinião: têm que pensar segundo o seu dever para com o Estado e não segundo aquelas emoções vulgares como, por exemplo, o afecto maternal — isto já é defendido hoje pela deputada socialista Isabel Moreira: procura-se diminuir as emoções privadas, removendo obstáculos ao domínio do espírito público estatal e concordar-se com a ausência da propriedade privada (não veremos, por exemplo, o José Pacheco Pereira a discordar disto).

Como ninguém sabe quem sãos os pais, pode-se chamar “pai” a quem quiser e que tenha idade conveniente, e o mesmo quanto à “mãe”, “irmão” e “irmã”.



A coisa política vai por este caminho. O actual aumento do poder dos juízes (dos actuais magistrados da República de Platão) deve-se essencialmente a uma concepção determinista do ser humano fundamentada pela ideia (errada!), e que está na moda, de que as ciências sociais são ciências exactas. Não existindo (alegadamente) livre-arbítrio no ser humano, aumenta o poder discricionário dos juízes (que são os únicos que têm livre-arbítrio!). Do que estamos aqui a falar é de liberdade, e do Estado que no-la quer tirar.

Sexta-feira, 10 Julho 2015

O gayzismo e o casamento

 

“O espírito diz abertamente que, nos últimos tempos, alguns hão-de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas diabólicas, seduzidos pela hipocrisia de mentirosos, cuja consciência foi marcada com ferro em brasa.

Proibirão o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos em acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade.”

— 1 Timóteo 4, 1-4

Sexta-feira, 26 Junho 2015

“O passado foi ilegalizado”

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 9:17 pm
Tags:

Homosexual “marriage” is political exploitation and a brilliant means of social control, fostering endless cultural division — division that has only just begun — and psychological bondage. It is libido dominandi at its finest.

Better yet, don’t feel anger at all. Pray for your children and for your country, from which you will now be forced to detach yourself. Have confidence in God as we head toward more, previously unimaginable chaos.

Everything, our entire system of family law, will be redefined. The past is now for all intents and purposes illegal. But marriage has not changed at all. No interpretation of our Constitution, no judge, no individual can change it.”

Homosexual “Marriage” Enforced by Judicial Fiat

O fim do mito da democracia

 

Hoje assinala-se o fim do mito da democracia. A par com a Inglaterra, os Estados Unidos fundaram a sua Constituição em Locke e tornaram-se símbolos da democracia no mundo; mas o que acontece hoje é que Locke foi substituído por Rousseau em ambos os países.

Durante os últimos anos, vários Estados federais americanos realizaram referendos que definiam o casamento entre um homem e uma mulher. Hoje, apenas cinco pessoas — 5 juízes do Supremo Tribunal dos Estados Unidos — anularam todos esses referendos estatais, e alegadamente em nome da “democracia”.

¿Isto é democracia? Qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que não é.

Aquelas pessoas que reclamam a superioridade moral e política dos Estados Unidos face à Rússia perderam hoje qualquer tipo de argumento racional para sustentar essa tese. O mito da democracia anglo-saxónica acaba de morrer. A partir de agora  “vale tudo” e “salve-se quem puder”.

Quinta-feira, 25 Junho 2015

O parlamento da Áustria rejeitou o "casamento" gay

 

O parlamento austríaco rejeitou o “casamento” gay com 110 votos contra e 26 a favor.

Em primeiro lugar, verificamos que ainda há na Europa políticos com os tomates no sítio — o que não se passa em Portugal, onde os políticos são em geral “destomatados”.

Em segundo lugar, o exemplo da Áustria revela que o “casamento” gay não é “inevitável” ou/e “imparável”, como dizem o esquerdalho e os políticos “destomatados” da “direita”.

Domingo, 31 Maio 2015

O Ludwig Krippahl e o dogma religioso dos “gays que nascem assim”

 

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade” 1.
Com o “casamento” gay, dá a sensação, para alguns, de que tomar no cu é familiar.

foi cesarianaDesde logo, a eterna ladainha que mistura a cor da pele com o buraco onde se mete o pénis. O que admira é que ainda haja gente estúpida que tenha em conta esse argumento. Ou seja, o “homem de ciência” Ludwig Krippahl, ao fazer essa comparação, acredita que “o gay já nasceu assim”, embora ciência diga que não há provas científicas de que “o gay nasceu assim”. Misturar o comportamento sexual gay com a cor da pele nos negros é um insulto aos negros: é a pior forma concebível de racismo.

Se “é consensual que a relação entre duas pessoas que constroem uma vida em conjunto deve ter reconhecimento legal”, ¿por que razão dois irmãos, independentemente dos sexos, não se podem casar? E claro que o “casamento” gay não é consensual nem nunca será; apenas nos parece ilusoriamente familiar porque a perversão dos costumes se tornou convencional.

Acontece que os cidadãos irlandeses — como os portugueses — não querem guerra com o politicamente correcto; baixaram os braços. Acham que baixando os braços conseguem um pouco de paz, face à agressividade verbal e física do movimento político gayzista e da classe política em geral. Porém, cedo verificarão que a “paz gay” não chegou nem chegará. A guerra gay é uma guerra radical que tem como objectivo destruir o “triângulo de truísmos que é o pai, mãe e filho” (G. K. Chesterton), o que significa a destruição da nossa civilização.

(more…)

Quinta-feira, 19 Março 2015

O Estado americano de Oklahoma baniu o casamento entre ateus

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:30 am
Tags: ,

 

Há um anocasamento gay, o Estado de Oklahoma realizou um referendo popular acerca do “casamento” gay que deu uma maioria absoluta ao “Não”; mas o Supremo Tribunal de Justiça federal considerou que o referendo não é válido — o judicialismo totalitário que substitui a democracia.

Agora a guerra está instalada. Uma nova lei promulgada pelo Estado do Oklahoma em 10 de Março passado, define que o Estado deixa de passar certidões de casamento, passando estas a ser passadas pelas diversas confissões religiosas. Ou seja, os ateus não podem casar no Estado de Oklahoma.

O argumento principal do Estado de Oklahoma é o de o casamento é anterior ao Estado. Antes de haver Estado já havia casamento em um contexto religioso, e o Estado apenas reconhece o casamento que decorre da Lei Natural. E a partir do momento em que o Estado pretende perverter a Lei Natural que subjaz ao casamento, então já não faz sentido que o Estado se intrometa no casamento. Os funcionários do Estado apenas irão confirmar certificados de casamento previamente passados pelos clérigos das diversas confissões religiões.

Este tipo de reacção à intromissão excessiva do Estado na sociedade será cada vez mais comum.

Sexta-feira, 30 Janeiro 2015

Referendo na Eslováquia sobre o "casamento" gay

 

A 7 de Fevereiro próximo realiza-se na Eslováquia um referendo sobre o “casamento” gay — coisa que não aconteceu em Portugal com a cumplicidade da maior parte dos partidos políticos.

O vídeo abaixo foi recusado por todos os canais de televisão da Eslováquia: não é preciso tradução para sabermos do que se trata: da adopção de crianças por pares de invertidos.

Sábado, 3 Janeiro 2015

Mais uma vez em desacordo com o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 3:14 pm
Tags: ,

 

S. Paulo dizia que, se um cristão estivesse casado com uma mulher pagã, e que se esta se divorciasse daquele, o cristão estaria livre para se casar novamente, e à luz da Igreja de Cristo, com uma cristã. Mas, por outro  lado, S. Paulo não concebia o divórcio entre cristãos: o divórcio era “uma coisa de pagãos” que a Igreja deveria aceitar porque existia.

Note-se que, no tempo de S. Paulo, não havia notários para fazer os registos de casamento: o casamento era aceite pela sociedade como válido apenas mediante testemunhas de familiares e amigos. Isto significa que, na cultura romana pagã, o casamento tinha uma “função”. E S. Paulo, na linha de Jesus Cristo, concebia o casamento como um “sentido”.

Existe uma diferença entre o conceito de “função” e o conceito de “sentido”.

Se o casamento é uma parte que se relaciona com o Todo social, então o casamento desempenha uma função. Se o casamento se relaciona com o Todo e em relação ao qual a nossa sociedade constitui apenas uma parte, então o casamento cumpre um sentido.

O casamento como sentido era o conceito de Jesus Cristo e de S. Paulo. O casamento como função é o conceito do papa Bergoglio e, pelo que se entende, do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada.

Portanto, e ao contrário do que escreve o Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada, quem defende o casamento como “sentido” não é um “imobilista” — assim como quem diz que “a lógica evolui” está errado; a lógica não evolui. O que estamos é a falar de conceitos diferentes de casamento: o Padre e o papa defendem a função, e a doutrina da Igreja Católica defende o sentido.

Domingo, 12 Outubro 2014

A Esquerda caviar, a Direita salmão, e adopção de crianças por pares de invertidos

 

Para além da Esquerda caviar, existe em Portugal uma Direita salmão-rosa que defende o casamento anfíbio: a reprodução anfíbia é externa e a desova é feita em ambiente adequado e politicamente correcto para que a “prole” se mantenha viva.

“Temos uma dinâmica familiar em que ambos assumimos o papel de pais, a lei só me reconhece a mim, mas o nosso filho não tem dúvidas”, revela Diogo Infante.

Há uma dúvida que o filho adoptivo dele não tem: é a de que não tem mãe conhecida.

foi cesarianaNão ter mãe ou pai conhecidos, é uma infelicidade. Mas uma coisa é admitirmos que existem casos de crianças que, por infelicidade, não têm mãe conhecida; e outra coisa é apoiar um movimento político homossexualista que fomente a proliferação e vulgarização de mães desconhecidas. Uma coisa é constatar que as desgraças existem; outra coisa é tentar promover e normalizar a desgraça das crianças em nome de putativos “direitos” de adultos.

Ademais, há aqui um detalhe que não é despiciendo: o facto de a lei permitir, por hipótese e por exemplo, que um homem se “case” com o seu cão, não se depreende dessa permissão legal que exista de facto um “casamento”. A lei pode ser o que qualquer doente mental quiser; o casamento, não.

Esta gente mete nojo! — não porque sejam homossexuais (cada um come do que gosta), mas porque apresentam sintomas claros de psicopatia: não conseguem colocar-se no lugar de uma criança a quem é apagado, do registo civil, o nome da mãe e de todo o ramo familiar materno.

E, não contentes com isso, pretendem levar a sociopatia mais longe através das “barriga de aluguer” que será a próxima guerra destas bestas com forma humana.

Quarta-feira, 1 Outubro 2014

Ainda iremos voltar ao casamento com mulheres virgens

Filed under: Ciência — O. Braga @ 5:34 pm
Tags: , ,

 

virgem casamentoA telegonia foi uma hipótese colocada pela primeira vez por Aristóteles e é hoje considerada “superstição” pela genética; mas uma experiência científica realizada com moscas da fruta demonstra que a genética não é tudo: existe também a epigenética.

Durante a experiência verificou-se que as fêmeas imaturas (que ainda não podiam procriar) que tinham sido “cobertas” por um determinado macho X, não tiveram prole porque ainda eram imaturas. Mas depois de ficarem maduras para a procriação, as fêmeas foram “cobertas” pelo macho Y, e verificou-se que a prole do macho Y tinha algumas características físicas evidentes do macho X que foi o primeiro a “cobrir” as fêmeas.

A experiência vai ser agora realizada com ratas (mamíferos). E se se verificar o mesmo fenómeno, vai passar a estar na moda o casamento com mulheres virgens.

no lovers

Página seguinte »

O tema Rubric. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 680 outros seguidores