perspectivas

Quinta-feira, 1 Dezembro 2016

O Leonídio é burro que nem uma porta

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:46 pm
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Khadija_Arib“A Holanda juntou-se a França, Bélgica e Bulgária e está prestes a tornar-se o quarto país europeu a proibir a burqa e o niqab nos transportes e edifícios públicos.

(…)

É bem simbólico que a adopção da lei por 132 dos 150 deputados tenha sido anunciada por Khadija Arib, de origem marroquina e que preside o Parlamento. Trata-se de uma prova de que a Holanda é um país capaz de integrar os imigrantes, fiel, aliás, a uma tradição de tolerância religiosa que tem séculos e que beneficiou muito os judeus expulsos de Portugal.”

Nem burqa nem Niqab


Portugal expulsou os judeus, não por serem judeus (de raça judia, ou de religião judia), mas por serem hereges católicos.

A diferença da península ibérica (em relação ao resto da Europa) no tratamento dos judeus, residia no facto de os reis portugueses (D. João II e D. Manuel I) terem sido persuadidos a transferir o desejo de exterminação (normal já na Alemanha ou em Itália), para uma política de conversão compulsiva ao catolicismo, transformando assim um “problema de judeus” em um “problema de hereges” — o que levou à expulsão de hereges, e não de judeus de raça ou/e credo.

Oficialmente, o Reino de Portugal não expulsou judeus de raça ou credo: em vez disso, expulsou hereges católicos.


Se é certo que o Alcorão não fala especificamente em Burka ou Niqab (24:31), os Hadith (pregações do profeta) e a Sunna (actos do profeta) referem-se a ambas as vestimentas e recomendam o uso de ambas “conforme a consciência da mulher”.

Para que o leitor tenha uma ideia: o Alcorão (isto é uma analogia!) é uma espécie de Código Penal; os Hadith e a Sunna são uma espécie de Código de Processo Penal, ou seja, tornam mais específico, conciso e detalhado aquilo que é ambíguo ou impreciso no Alcorão (por exemplo, o versículo 24:31 do Alcorão).

Se seguirmos os Hadith e a Sunna, podemos afirmar que o Hijab, o Niqab ou a Burka são formas de vestir recomendadas pelo Islão (são todas recomendáveis e dependem apenas da consciência de cada mulher islâmica). Ou seja: a deputada holandesa de origem marroquina Khadija Arib não segue o Islão à risca.

Quinta-feira, 7 Abril 2016

Holandeses contra a União Europeia

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:10 pm
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Na Holanda, os referendos são válidos com 30% de votos do universo eleitoral; em Portugal são precisos 50%. Acresce que existe uma nova lei na Holanda que legitima um qualquer grupo de cidadãos a pedir um referendo sobre legislação da União Europeia que afecte o país. Em contraponto, em Portugal nunca houve um referendo sobre qualquer legislação ou Tratado ratificado pelo Estado português em relação à União Europeia.

Pelo que se vê, Portugal pretende dar lições de democracia ao mundo…

Realizou-se recentemente na Holanda um referendo sobre o novo Tratado entre a União Europeia e a Ucrânia. O resultado do referendo foi negativo, ou seja, a maioria dos referendários não concorda com esse Tratado — o que não significa que os holandeses tenham alguma coisa contra os ucranianos, mas antes significa que os holandeses são genericamente contra as políticas antidemocráticas da União Europeia.

Sábado, 19 Dezembro 2015

Na Holanda, é legal uma mulher dar a sua “coisa” em troca de lições de condução

Filed under: A vida custa,Europa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:12 am
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“The government in the Netherlands has clarified that it is legal for driving instructors to offer lessons in return for sex, as long as the students are over the age of 18.

However, it is illegal to offer sex in return for lessons”.

Driving instructors ‘may offer lessons in return for sex’, Netherlands government confirms

Quer isto dizer o seguinte: se uma gaja oferecer a “coisa” em troca de uma lição de condução, é legal. Mas se o professor de condução oferecer a lição de condução em troca da “coisa” da gaja, já não é legal.

A legalidade depende de quem pertenceu a iniciativa de dar a “coisa”. Se for a mulher a querer dar a “coisa”, é legal; se for o homem a querer que a mulher dê a “coisa”, não é legal.

Por outro lado, não é legal que se dê a “coisa” em troca de lições de condução; mas já é legal que se dêem lições de condução em troca da “coisa”.

Portanto, para se saber se se deu a “coisa” legalmente, temos que saber, em primeiro lugar, se se deu a “coisa” em troca das lições de condução, ou se se deram as lições de condução em troca da “coisa” — porque, segundo a lei holandesa, as duas situações são diferentes e dependendo da subjectividade de quem deu a “coisa”: porque, se a mulher que deu a “coisa” disser que a deu em troca das lições de condução, segue-se que o professor fica “coisado” em tribunal.

Ademais, esta lei é homofóbica, porque tratando-se de um instrutor de condução gay e de um instruendo gay, não se sabe bem quem deu o “coiso” a quem: ¿será que foi o instrutor gay que deu o “coiso”, ou foi o aluno gay que deu o “coiso”? Tratando-se de dois gays, o tribunal terá eventualmente que fazer uma análise forense ao esfíncter dos dois.


Isto é o que acontece quando o Estado se mete na “coisa”. O que uma mulher faz com a sua “coisa” é do foro ético e estritamente privado, e o Estado não tem que se meter na “coisa” dela. Podemos criticar moralmente uma mulher por dar a sua “coisa” a qualquer um, mas o Estado não tem que transformar a “coisa” da mulher em uma forma de cobrar impostos.

E ainda dizem que o Estado é mais intrusivo em Portugal do que na Holanda!

Terça-feira, 17 Novembro 2015

Pílula da morte, grátis, na Holanda

Filed under: ética — O. Braga @ 8:19 am
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Na Holanda prepara-se a legalização de distribuição gratuita da pílula da morte para pessoas com 70 ou mais anos. Qualquer pessoa com 70 ou mais anos, mesmo que não esteja doente, poderá dirigir-se a uma farmácia e requisitar grátis e livremente a pílula da morte, e suicidar-se.

pilula-da-morte

Sexta-feira, 7 Agosto 2015

Isto é moderno e progressista

 

« “During that first ovulation period, the guys would stop by and after every attempt, we’d have a cup of tea while Daantje sat on the couch with her legs up in the air.

Thankfully, it only took two months for her to get pregnant, because I remember thinking, Imagine if we have to do this for a full year: all those jars of semen and basters and all that,” elaborates Dewi. »

These Five People Are About to Have a Baby Together

familia-do-putedoO que não é novo neste conceito de “família” é a mulher enquanto puta

Quinta-feira, 13 Fevereiro 2014

O abismo moral da Europa e o Totalitarismo Jurídico

 

A ética de John Locke pode ser resumida em três pontos essenciais:

1/ O Criador do universo, na sua condição de criador, exerce um poder e um direito de propriedade sobre tudo o que Ele cria.

2/ Os direitos humanos não são mais do que a contrapartida daquilo que a Lei Natural — que decorre dos direitos de propriedade do Criador — impõe ou impede que se faça aos outros.

3/ O útil não é o fundamento da lei jurídica nem a razão pela qual esta obriga, mas antes é a consequência da observância da lei.

No primeiro ponto, qualquer teoria que reclame o “direito à propriedade do meu corpo” é recusada; o corpo não é meu. O aborto e suicídio são faltas, não só à luz da Lei Natural como à luz do Direito Positivo.

No segundo ponto é recusada a ideia segundo a qual os direitos humanos são aquilo que a política de cada espírito do tempo quiser que sejam, e ao sabor das modas.

O terceiro ponto defende a ideia segundo a qual a utilidade decorre do cumprimento da lei e tendo em conta os dois pontos anteriores — e não é a utilidade que fundamenta ou condiciona a feitura das leis: o que é útil é a consequência da existência de leis, mas não é aquilo que é útil que deve ser o critério fundamental de construção do Direito Positivo.


Naturalmente que haverá sempre alguém que pode dizer que “não há prova de que exista um Criador do universo”. Porém, a ausência de prova é apenas uma prova de ausência, e nada mais do que isto; este argumento não é logicamente válido. E, por outro lado, só um estúpido ou um “cientista” actual não concordará que o universo deve ter uma causa; e a essa causa convencionou-se chamar de Criador ou Deus.

Eu, que vivo no século XXI, considero que essas três premissas da ética de John Locke continuam válidas — não porque simpatize necessariamente com elas, mas porque a razão e a lógica me compelem a aceitá-las como válidas. E mesmo que haja por aí alguém que não simpatize com essas três premissas, tratar-se-á de puro gosto pessoal, mas dificilmente poderá argumentar racionalmente contra elas.

Uma coisa é aquilo que eu gosto; e outra coisa, diferente, é aquilo que o raciocínio me obriga a aceitar, mesmo que não gostemos de aceitar essa coisa. Segundo John Locke, e com razão, uma coisa é o direito como regra de acção obrigatória e que é criadora do laço do direito; mas outra coisa diferente é o direito como puro poder de uso ou usufruto. O meu corpo não é meu: apenas tenho o direito de uso ou usufruto do meu corpo.

“Pelo vínculo do direito deve entender-se o vínculo da lei natural segundo o qual todos são obrigados a pagar uma dívida natural, ou seja, a cumprir o dever natural que lhe incumbe em razão da sua natureza própria ou de sofrer a pena em caso de delito.” — John Locke, Essays on the law of nature, VI, 181, Oxford University Press, 1986

eutanasia-webO que me espanta, até à incredulidade, é que estas três premissas de John Locke, que fundamentaram o Direito Positivo ocidental até há pouco tempo, estejam a ser colocadas em causa pelo Direito europeu. Desde logo, o Direito Positivo europeu actual coloca o útil como pressuposto da feitura das leis — por exemplo, a recolha de órgãos humanos está na base da lei da eutanásia a “pedido do cliente” da Bélgica e na Holanda. Depois, o Direito Positivo europeu defendido pelo Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” assenta exclusivamente em um critério de liberdade negativa do indivíduo, fazendo de conta que a liberdade positiva não existe — por exemplo, “casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, “barriga de aluguer”, procriação medicamente assistida para toda a gente, e outros “direitos” a torto e a direito.

Podemos afirmar, de uma forma objectiva e baseada em factos insofismáveis, que a Europa está em decadência acelerada. Não se trata aqui de pessimismo da minha parte. Não há um fundamento racional para o que se está a passar na Europa em matéria de Direito Positivo. Já não existe uma base lógica e racional para as leis que se fazem na Europa senão um critério de pura utilidade que torna as leis arbitrárias e dependendo apenas e só da moda de cada época.

É perfeitamente racional que possamos supôr que toda e qualquer irracionalidade traduzida em lei passa agora a ser possível na Europa: e essa irracionalidade e arbitrariedade jurídica traduz-se em um Totalitarismo Jurídico — uma nova forma de totalitarismo ou de fascismo.

Sábado, 8 Fevereiro 2014

Um estudo económico revela que a Holanda estaria muito melhor se não pertencesse à União Europeia

Filed under: economia,Europa — O. Braga @ 8:24 pm
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O político holandês Geert Wilders mandou fazer um estudo económico acerca de uma possível saída da Holanda da União Europeia, e esse estudo revelou que a eventual saída desse país da União Europeia significaria um aumento do PIB holandês de 10 a 13%, e que cada família holandesa seria beneficiada em cerca de 10.000 Euros.

O estudo, publicado na Quinta-feira, 6 de Fevereiro passado, pela empresa de consultadoria Capital Economics — e que os me®dia portugueses abafaram, como é hábito, e costume da sub-informação me®diática portuguesa —, diz que que Holanda teria um proveito entre 1 bilião (trilião americano) e 1,5 biliões de Euros em um horizonte temporal até 2035, se esse país abandonasse a União Europeia em 2015.

Ler a notícia aqui.

Quinta-feira, 27 Junho 2013

Sinais de “progresso” na Europa: Bélgica vai legalizar o infanticídio

O “progresso” na Europa, propulsionado pela maçonaria, é imparável: a Bélgica vai ser o primeiro país do mundo a legalizar o assassínio de crianças nascidas . A maçonaria deve estar orgulhosa daquilo que anda a fazer. Devemos todos perguntar aos maçons: ¿quanto vale uma vida humana?


Carta de um jovem, Giovanni Bonizio, deficiente de 24 anos, da Comunidade de Santo Egídio, em Roma, ao jornal italiano católico “Avvenire”. A carta refere-se a um debate sobre a aprovação da eutanásia, em particular após a aprovação dessa medida para crianças na Holanda.

(more…)

Terça-feira, 25 Junho 2013

Holanda: europeísmo quando é necessário chular o sul, e nacionalismo depois de chular o sul

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 5:23 pm
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O governo holandês lançou um programa político subordinado ao princípio : “Europeu quando for necessário, e nacionalista quando for possível”.

A ideia subjacente é a seguinte: quando se trate de transferências bancárias massivas dos países do sul para o norte da Europa, a Holanda é europeísta; mas quando se trate de apoiar financeiramente os países do sul depauperados pelas transferências bancárias massivas para o norte, a Holanda já é nacionalista.

Os países do norte da Europa querem o melhor dos dois mundos: chular o sul, por um lado; e depois chular o sul, por outro lado.

Sábado, 1 Junho 2013

O que conta é o amor! Estúpido!

“La organización Martijn, que defiende las relaciones sexuales consentidas entre niños y adultos fue disuelta por una orden judicial previa de junio pasado, pero el tribunal holandés de apelación ha anulado esa sentencia. «El trabajo de la asociación es contrario al orden público, pero no existe una amenaza de la desintegración de la sociedad», ha dictado el Tribunal de Apelación de Arnhem, Leeuwarden (norte) y así se recoge en un comunicado.”

Un tribunal holandés decide que es ilegal prohibir una asociación de pedófilos

Depois do “casamento” gay, da adopção de crianças por pares de homossexuais, da procriação medicamente assistida a torto e a direito, da “barriga de aluguer” e do tráfico de crianças para satisfazer os caprichos de uma minoria psicótica – depois de tudo isto, vamos ver os deputados portugueses à assembleia da república retirar a pedofilia do Código Penal, seguindo ordens da União Europeia.

A descriminalização da pedofilia (a retirada do Código Penal) será o primeiro passo. E vamos ver deputados do CDS/PP a abster-se na votação; e a Igreja Católica em silêncio, com medo de se perderem as sinecuras de um clero composto por sibaritas. E iremos vez o curandeiro gayzista da RDP, Júlio Machado Vaz, a criticar na rádio “os preconceitos estúpidos anti-pedófilos” provenientes de gente que recusa o progresso.

Você está a sorrir?! Espere para ver. É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. E se não houver progresso da opinião pública, o “progresso” será importo à revelia do povo utilizando a força bruta do Estado.

Depois, virá o segundo passo, que é o da instituição da pedofilia como um “direito”, através da sua inscrição no Código Civil como “uma relação consentida entre uma criança e um adulto”, com direito a declaração conjunta de IRS. E porquê, tudo isto? Porque o que conta é o amor!

O sentimentalismo do mulherio está a dar cabo da sociedade. “O que conta é o amor”, dizem muitas delas para justificar o injustificável, como por exemplo o “casamento” gay . O feminino em excesso intoxicou a nossa cultura. É tempo de voltarmos ao masculino.

Quinta-feira, 23 Maio 2013

A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’

poligamia 300 web“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.

Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”

Nach der „Homo-Ehe“ folgt die Polygamie in den Niederlanden

A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.

A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.

Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.

Quarta-feira, 1 Maio 2013

Sobre a abdicação da rainha da Holanda

Filed under: A vida custa,Europa — O. Braga @ 6:49 am
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Não me referi aqui à cerimónia da abdicação da rainha Beatriz da Holanda em favor do seu filho, mas depois de muita coisa escrita vou ter que dizer alguma coisa.

Ser rei ou rainha num país como a Holanda que erradicou totalmente a lei natural do seu Direito Positivo, é uma indignidade.

Num país que legalizou o negócio da eutanásia “a pedido do cliente”, que transformou o aborto em anti-concepcional, em que o comércio e consumo de drogas é legal, em que a prostituição é negócio que paga IVA e declara IRS e IRC, em que a pornografia pode ser vista pelas crianças nas ruas das cidades, em que o Islamismo é protegido pela política e o Cristianismo é perseguido, em que o laicismo radical substituiu a tradição na lei, em que a História e as tradições são apagadas, em que crianças podem ser adoptadas por pares de invertidos, em que a procriação medicamente assistida deu lugar ao negócio sinistro das “barriga de aluguer”, em que a poligamia é tolerada, em que a pedofilia se organizou em um movimento político — neste país, qualquer monarca com dignidade já teria a abdicado por moto próprio, de si e de toda a sua descendência.

A monarquia holandesa é nada. Não tem valor nenhum. A monarquia holandesa é exactamente o oposto da monarquia no Liechtenstein que, esta sim, é um exemplo do que uma monarquia deve ser actualmente. Ser rei ou rainha na Holanda é ser uma espécie de palhaço fora do circo; é ter o mesmo valor de opinião da do papalvo mais grotesco; é não ter autoridade nenhuma, e um monarca sem autoridade (que não é a mesma coisa que Poder executivo) é uma contradição histórica e em termos.

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