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Quarta-feira, 24 Abril 2019

O grande erro da Conferência Episcopal Portuguesa: adaptar a doutrina católica às opiniões publicadas no FaceBook

 

A Conferência Episcopal Portuguesa pretende cativar a juventude através da banalização das Escrituras; mas a estratégia de marketing ideológico não irá certamente resultar: quem não é jovem não irá à missa por causa da vulgarização do discurso doutrinal; e quem é jovem não vai à igreja porque pode tratar Deus por “tu”. Eu, pelo menos, vou deixar de ir à missa católica se o Padre começar a tratar Deus por “meu cunhado” ou “tiozinho da aldeia”, ou coisa que o valha.

Nova tradução da Bíblia trata Deus por  tu  e altera orações como o Pai Nosso

Um absurdo, tudo isto. O clero continua um processo de deterioração hermenêutica e simbólica das Escrituras, fenómeno que já vem do Concílio do Vaticano II.

O clero progressista nunca decepciona quem é apreciador do ridículo — é este o clero que hoje absolve os pecados, em vez de absolver os pecadores.

Antes do Concílio do Vaticano II, os clérigos tontos (da espécie do Frei Bento Domingues) atacavam a Igreja — os mesmos tontos que hoje a reformam.

O progressismo católico é uma tentativa de adaptar a doutrina católica às opiniões publicadas no FaceBook, e a outras opiniões patrocinadas pelas agências de notícias e por agentes de publicidade.

A degradação do Cristianismo, da responsabilidade do clero, já não é somente ética: é sobretudo sociológica.

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Sexta-feira, 15 Março 2019

Morreu um porco

Filed under: Geral — O. Braga @ 9:16 pm
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“Le cardinal et archevêque de Malines-Bruxelles Godfried Danneels est décédé ce jeudi 14 mars 2019 à son domicile de Malines ce jeudi à l’âge de 85 ans”.

Sábado, 25 Fevereiro 2017

A linguagem marxista do Anselmo Borges e as filhas-da-putice do papa Chiquinho

 

1/ Entre outras coisas, o Anselmo Borges chama de “ultra-conservador” o cardeal Burke; ora, se este é “ultra-conservador”, no entender de Anselmo Borges, qualquer sacerdote da SSPX seria faxista. E ¿por que é que, segundo o Anselmo Borges, o cardeal Burke é “ultra-conservador”? Porque, entre outras coisas, ele não concorda que o papa Chico diga publicamente que “os católicos são uns hipócritas” e que “é preferível ser ateu” (ver vídeo baixo).

 

Ora, um papa que diz que “os católicos são uns hipócritas” (excepto ele!), e que “é preferível ser ateu”, não é ultra-conservador nem faxista: é um filho-de-puta.

Francesco_web2/ Quando o papa Chiquinho disse publicamente que “Donald Trump não é cristão” — ou seja, excomungando-o publicamente à moda da Idade Média, fazendo juízos de valor sobre a religiosidade de Donald Trump quando o papa-açorda se recusa a fazer juízos de valor (“¿Quem sou eu para julgar?!”) sobre comportamentos tipificados tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento e nas epístolas de S. Paulo —, ¿estaria o papa-açorda à espera que o Donald Trump ficasse satisfeito com ele?!

Um papa não tem que se meter na política democrática caseira de um qualquer país.

Um papa digno desse nome não toma partido publicamente em favor do político X e contra o político Y em um determinado país. Quando um papa toma partido político declarado e público (a não ser em caso de guerra iminente e óbvio), é um filho-de-puta.

Quando um papa diz que “não existe terrorismo islâmico”, e ao mesmo tempo diz que “o Donald Trump não é cristão”, e diz que os católicos são hipócritas e que é melhor ser ateu — estamos em presença de um grande filho-de-puta.

3/ Convém dizer ao Anselmo Borges que o papa não está a “avançar” — ou melhor: ele tem ganho umas vitórias de Pirro, que decorrem apenas e só do exercício do Poder (como dizia Rousseau: “Um direito digno desse nome não caduca quando a força bruta acaba”) . Através da força bruta que o Poder lhe dá, o papa-açorda tem esmagado a doutrina da Igreja Católica e os seus adversários anti-marxistas — aqueles tais “ultra-conservadores” e “faxistas” a que se refere tacitamente o Anselmo Borges.

Mas o povo católico, em geral, já lhe viu o cu. Quem admira o papa-açorda são os agnósticos, maçons e os ateus, exactamente porque este papa preside à comissão liquidatária da Igreja Católica. E o Anselmo Borges bate palmas.

O cabrão diz que os católicos são hipócritas (excepto ele) e que é preferível ser ateu

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:43 am
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Domingo, 19 Fevereiro 2017

O ‘Faith’s Night Out’ Blowed Their Minds Out

 

José Tolentino Mendonça desafiou os jovens presentes no ‘Faith’s Night Out’ a serem “utópicos e sedentos”, acreditando na “força recriadora do amor” e rejeitando um “cristianismo insonso e por vezes também muito sonso, quando não aceita a dinâmica do serviço como a sua norma”.

«Faith’s Night Out»: «Espero que não se esqueçam que são crentes» – Ricardo Araújo Pereira

“Utópicos e sedentos”, diz o Tolentino. ¿O que significa isso? Não sei. ¿Alguém sabe? E parece que há vários tipos de Cristianismo: por exemplo, o do ‘Faith’s Night Out’, o do ‘Faith’s Day In’, e a puta-que-pariu.

Sábado, 18 Fevereiro 2017

O Anselmo Borges fala do Silêncio

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:20 pm
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1/ Conta-se que o Padre Pio de Pietrelcina recusou a confissão, pelo menos em duas ocasiões e a duas pessoas diferentes. Disse-lhes o Padre: quando estiveres verdadeiramente arrependido, volta cá. ¿Significa isto que o Padre Pio de Pietrelcina desrespeitou essas duas pessoas ou “renegou-lhes a dignidade humana”? Claro que não. Significa apenas que o Padre Pio compreendia perfeitamente as relações causais metafisicas (causa / efeito místicos) e que ele estava “para além” destas.

2/ O Anselmo Borges escreveu:

“O livro e o filme [“Silêncio”, do escritor católico Shusaku Endo] são obras cimeiras, de rara intensidade dramática e comoção, mas não admira que hoje não se perceba essa intensidade, porque, numa sociedade do bem-estar material e numa cultura do provisório e da pós-verdade, não há abertura para as decisivas questões metafísico-religiosas.”

Essa sociedade “do bem-estar material e de uma cultura do provisório e da pós-verdade” é a sociedade defendida pela esquerda, em geral, que o Anselmo Borges apoia. [¿Qual é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?]

3/ não há religiões completas; o catolicismo é a religião mais completa de todas as que analisei. Mas isso não significa que o catolicismo, enquanto religião concreta (religião popular), seja perfeito ou completo.

Se entrarmos pelo esoterismo bíblico adentro, expresso nos Evangelhos (no “Reino De Deus”, segundo Jesus Cristo), percebemos que existem aspectos do Budismo, por exemplo, que são partilhados por esse Cristianismo que só a alguns pode ser dado a conhecer, porque só alguns se dispõem livremente (usando o seu livre-arbítrio, segundo o conceito de Santo Agostinho e de S. Tomás de Aquino) a abrir-se à exegese dos textos do Novo Testamento

[“¿Pregaste aos que estão adormecidos?” E uma resposta veio da cruz: “Sim.” (Pedro, 35-42)] — [“Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará”. (Efésios, 5,14)]

“Sei de um homem, em Cristo, que há 14 anos — ignoro se no corpo, ou fora dele, Deus o sabe — foi arrebatado até ao Terceiro Céu. E sei desse homem — se no corpo ou fora dele, não sei, Deus o sabe — que foi arrebatado ao Paraíso e ouviu palavras inexprimíveis que não é permitido a um homem divulgar”. → S. Paulo, 2 COR 12, 2-4

“Se alguém tem sede, venha a mim e beba”. → João 7, 37

“Porque não há nada oculto senão para que seja revelado, nem se fez secreto senão para vir à claridade”. → Marcos 4, 22

4/ é óbvio que Deus não existe, no mesmo sentido em que existe uma qualquer coisa no espaço-tempo.

5/ E se lermos as epístolas chamadas de “deuteropaulinas” [Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito], verificamos que o Cristianismo não tem a “dinâmica democratizante” que o Anselmo Borges reivindica.

6/ Finalmente, o Cristianismo tem uma componente transcendental (dualismo) que as religiões monistas (incluindo o marxismo) não têm; e essa é a maior dificuldade de “inculturação” do catolicismo na Ásia (e entre os socialistas que o Anselmo Borges aprecia).


Tania Mariam

Esta menina de 12 anos chama-se Tania Mariam, vivia no Paquistão e foi assassinada por ser cristã.

¿Viram alguma notícia nos jornais? Claro que não, não só por causa do “Silêncio” de que fala o Anselmo Borges, mas também por causa da espiral do silêncio de que este papa é criminalmente cúmplice.

Segunda-feira, 6 Fevereiro 2017

A estaurofobia de uma putéfia de alto coturno

 

Eu (dantes) fazia a distinção entre “esquerda”, por um lado, e “esquerda radical”, por outro lado; hoje, já não faz sentido essa distinção: “esquerda radical” é redundância. Sempre houve esquerdalho radical; mas hoje ele está plasmado orgulhosa- e diariamente nos me®dia, sem qualquer filtro racional. Vivemos num PREC.

Quando se pergunta ao encarregado de educação de uma criança se pretende que o respectivo educando tenha aulas de religião e moral católicas, acontece muitas vezes (mesmo que seja apenas e só por motivos de tradição) que o encarregado de educação anui ou aquiesce. Ou seja: o encarregado de educação não se opõe.

A Jezabel da imprensa esquerdista (Diário de Notícias) diz que isso é “tornar obrigatória a religião e moral católicas nas escolas públicas”. Para ela, não se aplica o ditado segundo o qual “quem cala consente ou autoriza”: pelo contrário, para a vulgívaga de palacete, “quem cala é obrigado a aceitar”.

O problema aqui é o de saber o que é o “consentimento”, por um lado, e o que é “obrigação”, por outro lado.

É claro que quem não se opõe a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas, não é obrigado a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas.

Quando nós não nos opomos a qualquer coisa, exercemos (pelo menos) a nossa liberdade negativa. Para a górgona dos me®dia, a Esquerda possui o monopólio da liberdade negativa: toda a gente que não for de Esquerda tem que “sair do armário e passar a vergonha da denúncia pública” da sua liberdade positiva (apontada a dedo).

A Europa está a mudar. Até em Espanha já sinais de Vox Populi. Pode ser que a megera seja “eutanasiada” à força. Nunca se sabe.

Segunda-feira, 23 Janeiro 2017

O papa Chiquitito não gosta do Trump eleito, mas adora o comunista Fidel Castro e o ditador Maduro

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:13 pm
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Quarta-feira, 11 Janeiro 2017

O erro protestante do Anselmo Borges

 

O facto de o Anselmo Borges ser católico é um erro de casting: ele deveria assumir o seu protestantismo, e toda a gente ficaria a ganhar.

Os católicos assumem a figura do purgatório — que os protestantes não assumem. Para o Anselmo Borges e para os protestantes, o purgatório não faz parte das contas: as almas vão directamente ao encontro de Deus, ou vice-versa.

Para o Anselmo Borges, Mário Soares foi uma pessoa muito importante na política esquerdista e na democracia, e por isso foi directamente para o Céu (sem passar pela casa da Partida).

É assim que aquela mente desajeitada vê o destino das almas: se fores de esquerda e democrata, vais para o Céu; e fores como o Padre Pio de Pietrelcina, que de democrata tinha pouco e de esquerda nada, vais para o inferno.

Sábado, 24 Dezembro 2016

O Anselmo Borges é um muito optimista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:37 am
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politicamente-correcto-grafico-300-webA definição de politicamente correcto: é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade (psicótica), e radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, pretender agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa é ser muito optimista.

E o Anselmo Borges, nas suas crónicas no Diário de Notícias, não tem feito outra coisa senão ser muito optimista: tem sido muito optimista em relação à revolução do papa Chiquito, por exemplo; e para poder agarrar o cagalhão pela sua parte asséptica, o Anselmo Borges reinterpreta a realidade de forma heterodoxa: por exemplo, quando diz que Deus quis “ser aquele que está connosco na história da libertação” (¿do capitalismo?!), em vez de ser aquele que disse a Moisés: “Eu sou Aquele que sou” (O “Ser Intemporal”, a “Ordem do Ser que inclui o Não-Ser”).

O Anselmo Borges olha para um pau e vê uma pedra preciosa. É muito optimista. É tudo uma questão de interpretação da realidade; ou “voando sobre um ninho de cucos”. Por exemplo, quando compara Sócrates e S. Paulo:

“(…) de facto, segundo o filósofo grego Sócrates, por exemplo, "ninguém é mau voluntariamente", mas São Paulo queixa-se, porque "faço o mal que não quero e não faço o bem que quero". Portanto, fazer o mal depende só da ignorância ou também, e sobretudo, da vontade má?”

O que Sócrates quis dizer é que ninguém faz o mal pelo prazer de fazer o mal (a não ser que tenha perdido a razão e necessite de ser interditado): mesmo quem faz o mal aos outros, fá-lo para o seu próprio bem — e portanto, há sempre uma faceta positiva no negativo (o não-ser paz parte do Ser: “Eu Sou Aquele Que Sou”).

Assim interpretado correctamente, Sócrates não está em contradição com S. Paulo. Mas o Anselmo Borges, à semelhança do politicamente correcto, especializou-se em encontrar contradições onde elas não existem, para assim convencer toda a gente (através da estimulação contraditória) a pegar na parte mais limpa do cagalhão.

Quinta-feira, 22 Dezembro 2016

O papa Bergoglio faz o que quer por obra e graça do Espírito Santo

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:55 pm
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Se o papa Chico defendesse o contrário da doutrina de Jesus Cristo, os "católicos fervorosos" viriam dizer que era “por obra e graça do Espírito Santo”. Ao papa Chico é permitido fazer a merda que ele quiser, graças ao Espírito Santo.

Neste sentido, o comportamento do papa Bórgia também é justificado pelo Espírito Santo. E se o papa Chico nega os princípios norteadores do Direito Canónico, é por obra do Espírito Santo; se o papa Chiquinho pretende destruir a Igreja Católica, é por graça do Espírito Santo.

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Sábado, 17 Dezembro 2016

O Anselmo Borges, o Chico, e o “amor” imposto através do medo

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:21 pm
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No Vaticano do papa Chico que o Anselmo Borges já canonizou, respira-se o medo: o amor, a que se refere o Anselmo Borges, é imposto pelo medo.

Many were afraid of being removed from their positions, fired from their jobs in Vatican agencies or of encountering severe public or private reprimands and personal accusations from those around the pope or even from Francis himself”.

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O papa Chico introduziu no Vaticano o ambiente de medo esquizofrénico próprio dos países comunistas; e o Anselmo Borges vem falar de “amor” e de “Misericórdia”; e de “Revolução” do Chico, que passa pela repressão irracional de todas as ideias que contrariem o ditador.

A Igreja Católica do Jorge Chico transformou-se em uma instituição totalitária.

O ditador Chico tem duas faces: por um lado, apela ao diálogo; mas por outro lado instala um clima de medo generalizado no seio da Igreja Católica. Sob o primado do papa Chico, a Igreja Católica entrou em uma idade das trevas, onde impera a censura oficial de ideias e de opiniões.

De nada vale o latinório politicamente correcto do Anselmo Borges acerca do papa Chiquinho. A práxis deste papa revela-nos o seu verdadeiro ideário nepotista e luciferino.

 

Entrevista com o Cardeal Burke
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