perspectivas

Sábado, 17 Setembro 2016

A evolução em dois mundos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:05 pm
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Ao ler este texto do Anselmo Borges, pensei que talvez as reformas que a Igreja Católica necessite sejam menos as defendidas por ele e pelo papa Chico, e mais as da doutrina do Cristianismo primordial defendidas, por exemplo, pela patrística; e mencionada pelo próprio Jesus Cristo.


Saiu Jesus com seus discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe; e no caminho perguntou-lhes:
“Quem dizem os homens que sou eu?”

Eles responderam: “Uns dizem: João Baptista; outros: Elias; e outros: Um dos profetas.”

Ele lhes perguntou: “Mas vós, quem dizeis que sou eu?” Respondeu-lhe Pedro: “Tu és o Cristo”.

→ Marcos 8:27-29


Nos Estados Unidos já se estuda e investiga há décadas este problema a nível científico e universitário; mas a Igreja Católica continua agarrada à imanência materialista do papa chiquérrimo.

Se entendermos “evolução” como o processo através do qual o Absoluto se apresenta na dimensão do espaço e do tempo → então a afirmação de que o espírito, a alma e a razão são produtos da evolução não representa um problema para a metafísica. Porém, se a evolução for entendida em termos materialistas – leia-se, segundo a teoria da origem das espécies de Darwin, ou segundo o neodarwinismo da segunda metade do século XX — , então a realidade da autoconsciência e do acesso ao domínio das verdades intemporais arrebenta o quadro evolucionário.

Quinta-feira, 15 Setembro 2016

O Frei Bento Domingues pretende transformar o catolicismo em uma espécie de filosofia New Age de auto-ajuda

 

O Frei Bento Domingues escreveu o seguinte:

“Repetiram-me, todo este Verão, que a Missa precisa de uma reforma profunda. Algumas queixas eram bem identificadas: três leituras e um salmo muito longe do nosso tempo, remetendo-nos sempre para um passado, que já não nos diz nada; as chamadas orações eucarísticas são pouco variadas e parecem existir apenas para enquadrar a chamada consagração do pão e do vinho, a matéria da comunhão, e um enigmático pedido de Jesus, fazei isto em memória de Mim”.

QUE FAZER DA MISSA? Frei Bento Domingues, O.P.

Seria mais fixe, talvez, a leitura de trechos dos livros de Harry Potter; e em vez dos salmos, uma canção da Madonna ou um Heavy Metal.


auto-ajudaO problema do Frei Bento Domingues é o de que perdeu o sentido da diferença entre tempo profano e tempo sagrado (no que diz respeito ao Cristianismo; não podemos dizer que o Frei Bento Domingues seja, de facto, cristão), e que o tempo sagrado implica uma “suspensão do tempo”, por assim dizer — e isto acontece em todas as culturas religiosas.

Por isso torna-se penoso comentar os textos do Frei Bento Domingues: são textos escritos para agradar a pessoas que pensam a religião (em geral) em termos de uma filosofia de auto-ajuda.

Sábado, 10 Setembro 2016

Roger Scruton está errado

 

“A Idade Moderna, com a sua crescente alienação do mundo, conduziu a uma situação em que o homem, onde quer que vá, apenas se encontra a si mesmo. Todos os processos da Terra e do Universo revelaram-se a si mesmos como feitos-pelo-homem ou como potencialmente feitos-pelo-homem.

Depois de terem devorado, por assim dizer, a sólida objectividade do dado, esses processos [científicos e históricos] acabaram por esvaziar de sentido o processo global único (que originalmente fôra concebido para conferir sentido ao particular), comportando-se, digamos, como um eterno espaço-tempo onde aqueles [os processos] podem evoluir sem conflitos nem tentativas de exclusão mútua. Foi isto o que aconteceu com o nosso conceito de História, tal como com o nosso conceito de Natureza.

Nesta situação de radical alienação do mundo, a Natureza e a História são de todo inconcebíveis. Esta dupla perda do mundo — a perda da Natureza e a perda do artifício humano no seu sentido mais lato, que inclui toda a História — deixou atrás de si uma sociedade de homens que, privados de um mundo comum que os relacionaria e separaria ao mesmo tempo, vivem ora num desesperado e solitário isolamento, ora comprimidos numa massa.

De facto, uma sociedade de massas não é mais do que o tipo de organização que se estabelece automaticamente entre os seres humanos quando estes ainda têm relações que os unem, mas perderam já o mundo que outrora era comum a todos eles”.

Hannah Arendt (“Entre o Passado e o Futuro”, página 103)


Roger Scruton é de opinião de que a herança cultural intelectual vai salvar o Ocidente da decadência, mesmo quando a religião cristã já não exista na cultura antropológica. É também contra este tipo de conservadores (como Roger Scruton) que se ergue a Direita Alternativa (AltRigt).

Num dos seus livros, Eric Voegelin dizia que Heródoto não compreendeu Homero; bastaram 300 anos para que Homero se tornasse incompreensível ao historiador grego; lá se foi a herança cultural pela pia abaixo.

No meu tempo de liceu, estudei “Os Lusíadas”, de Luiz de Camões, no 5º ano; hoje, “Os Lusíadas” foram eliminados do ensino secundário. E, com o novo Acordo Ortográfico, torna-se mais difícil aos alunos compreender Camões. Lá se foi a herança cultural pela pia abaixo.

A perda da religião cristã na cultura antropológica europeia levará a uma de duas hipóteses: ou à arbitrariedade do Poder político (laicismo radical e totalitário), ou ao Islão.

Sábado, 3 Setembro 2016

A penitência chiquista do Anselmo Borges: vai passar a andar de bicicleta e a abraçar árvores

 

O Anselmo Borges continua a sua saga de endeusamento do papa Chico, mas devemos lembrar o senhor Borges da penitência recomendada pelo Chiquinho no “Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação” — segundo o qual os católicos chiquistas devem confessar ao Padre da paróquia os seus pecados ecológicos, como por exemplo, os de usar papel ou plásticos, ou de não desligar as lâmpadas desnecessárias.

Como penitência pelos seus pecados, o chiquista Anselmo Borges vai passar a andar de bicicleta e a abraçar uma árvore todos os dias.

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Quinta-feira, 28 Julho 2016

Papa Chico: um enorme erro de casting

 

Quem elegeu o papa Chiquinho bem pode limpar as mãos à parede. A culpa não é dele: é dos cardeais que o elegeram; e não me venham falar do Espírito Santo: é política pura e dura!

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Quando Chico fala dentro de um avião, ou entra mosca ou sai asneira. Durante a viagem para a Polónia, o Chico afirmou, a propósito da degolação do Padre Jacques Hamel, que “todas as religiões querem a paz”.

Para além de o Chiquitito não se ter pronunciado directa e pessoalmente acerca do assassínio do sacerdote (remeteu para um comunicado do Arcebispo de Rouen), não teve em consideração o exemplo do Iraque (entre outros países): dos cerca de 3 milhões de cristãos que existiam no Iraque há apenas 10 anos, restam cerca de 400 mil. Se isto não é uma guerra religiosa, então o Chico é um Imã da Mafoma.

Este papa é o pior desastre que poderia acontecer à Igreja Católica. Pior do que aquela criatura é difícil de imaginar.

Quarta-feira, 27 Julho 2016

Apagar a História

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:47 am
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“Atacar uma igreja, matar um Padre, é profanar a república” → François Hollande

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A maior parte dos sacerdotes católicos mártires franceses foram assassinados pela república.

O convite à resignação, perante o terrorismo islâmico

 

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” — Nicolás Gómez Dávila

Perante o terrorismo islâmico que degolou um sacerdote dentro de uma igreja francesa , “a única solução é rezar”diz o Padre Portocarrero de Almada. Recordemos o que nos disse Dietrich Bonhoeffer: “O silêncio em relação ao Mal é, em si mesmo, um mal: Deus não deixará de nos responsabilizar. Não falar é falar. Não agir é agir”.

Não chega rezar. É preciso agir. Se “a única solução é rezar”, o Padre Portocarrero de Almada torna-se cúmplice do mal. Quando não agimos, absolvemos os pecados, e não o pecador.

Dietrich  Bonhoeffer

Sábado, 16 Julho 2016

O nominalismo do Anselmo Borges, e o da Igreja Católica do papa Chico

 

O Anselmo Borges escreveu o seguinte acerca do Papa Bento XVI:

“Em 1972, [Bento XVI] ainda professor, escreveu um ensaio académico, manifestando abertura à admissão à Eucaristia dos divorciados recasados, no caso de a nova união ser sólida, haver obrigações morais para com os filhos, não subsistindo obrigações do mesmo tipo em relação ao primeiro casamento, "quando, portanto, por razões de natureza moral é inadmissível renunciar ao segundo casamento".

Ora, este ensaio foi retirado das "Obras Completas" de Ratzinger, cuja edição está a cargo do cardeal G. Müller, um dos opositores a Francisco, concretamente nesta questão”.

Não sabemos se o papa Bento XVI escreveu de facto aquilo; e, se escreveu, não sabemos em que contexto o fez. Mas demos de barato a veracidade do facto.


Eu estou disposto a mudar de opinião acerca do “recasamento católico” se me responderem racionalmente à seguinte pergunta:

¿Quem emite o juízo de valor acerca da nova união sólida, de haver obrigações morais para com os filhos, etc.? ¿É o Padre? ¿É a comunidade? ¿São os próprios recasados que julgam em causa própria?

  • Se for o Padre a emitir o juízo de valor (a julgar a consentaneidade do casal recasado com os requisitos da Eucaristia), estamos a admitir a ideia de que o Padre não pode errar, ou que o Padre não pode assumir atitudes de nepotismo.
  • Se forem os próprios recasados a julgarem-se a si mesmos, é dúbio que existam refractários: todos ou praticamente todos os casais recasados que frequentam a missa acharão que reúnem as condições necessárias para a comunhão eucarística.
  • Se for a comunidade a emitir um juízo de valor acerca do casal recasado, ficamos sem saber quem representa comunidade — porque haverá sempre, dentro da comunidade, quem não concorde com a maioria.

Podemos concluir o seguinte: ou a Igreja Católica admite a comunhão eucarística a toda a gente, independentemente de ser casados, recasados, e re-recasados, re-re-recasados, re-re-re-recasados, e de comportamentos e de acções privadas; ou se mantém a tradição do casamento católico. O papa Chico tem que escolher. “Ou há moralidade, ou comem todos”. Pois então, sigamos a opinião do Anselmo Borges e ponhamos toda a gente a “comer”.


Os julgamentos puramente subjectivos acerca do comportamento dos outros, são falaciosos. Para emitirmos juízos de valor, temos que nos basear em factos; ou então, ignoremos quaisquer factos e não julguemos ninguém. Parece ser esta última hipótese a defendida pelo Anselmo Borges e pelo papa Chiquito.

O nominalismo é uma deficiência psicológica que decorre de um subjectivismo radical; é uma doença existencial. Quando nos detemos no particular, de tal forma, que não conseguimos ver o universal, somos como um surdo que não consegue apreciar uma boa peça musical: temos uma deficiência cognitiva.

É verdade que a moral pertence à realidade subjectiva, mas os valores que regem a moral (os valores da ética) devem ser universais e racionalmente fundamentados. Se concebemos os valores éticos como sendo apenas válidos para cada indivíduo (nominalismo ético) e desprovidos de universalidade, a moral não pode existir.

Quarta-feira, 13 Julho 2016

O marxismo é o ópio dos intelectuais.

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 10:28 am
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Naturalmente que o conceito de “intelectual” vulgarizou-se, como podemos ver em Raquel Varela. Um intelectual é hoje uma pessoa que diz umas coisas; e sobretudo é uma pessoa que leu Karl Marx sem ter lido, por exemplo, David Hume ou Karl Popper.

Se lermos este textículo da Raquel Varela, não constatamos apenas ignorância: sobretudo a estupidez da criatura.

Naturalmente que, para a Raquel Varela, não existia “angústia social” na URSS ou em Cuba; ou então, esses países traíram a revolução: a verdadeira revolução está para chegar, à semelhança do Messias judeu da escatologia. A verdadeira revolução irá acabar com as “angústias social e religiosa” e com a “dor real” da existência humana: passaremos todos a ser super-homens.

É (também) por existirem criaturas como a Raquel Varela que sou um reaccionário: não acredito que os problemas fundamentais do ser humano tenham soluções humanas.

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Sábado, 9 Julho 2016

A julgar pelo critério de Anselmo Borges e do papa Chiquitito, o aborto não é uma “heresia da Igreja Católica”

 

papa-freak-webO Anselmo Borges tem escrito uma saga intitulada “As dez heresias do catolicismo actual”; mas, nessas heresias, ele não inclui a defesa da legalização do aborto — porque ele próprio defende a legalização do aborto.

Ou seja, as “heresias da Igreja Católica” são aquelas com as quais o Anselmo Borges não concorda; e porque ele concorda com a legalização do aborto, então segue-se que a defesa do aborto não é uma heresia da Igreja Católica.

Afinal, “¿quem é ele para julgar?!” — ele só julga o que lhe interessa… por exemplo, ele julga os “heréticos da Igreja Católica”: mas já não julga a defesa do aborto. No que diz respeito à legalização do aborto — e segundo o Anselmo Borges e o papa Chicão —, ninguém tem o direito de emitir juízos de valor.

O Anselmo Borges faz lembrar os escribas, do tempo de Jesus Cristo: estabelecem a lei segundo critérios subjectivos e políticos, a mando dos fariseus que controlam a actual Igreja Católica comandada pelo papa Chiquinho.

Sábado, 2 Julho 2016

O Anselmo Borges e a privatização da religião

 

A privatização da religião — a remessa do culto religioso para os lares privados — é uma característica do protestantismo, em contraponto ao catolicismo tradicional. O catolicismo sempre celebrou a religião em locais públicos e em comunidade alargada.

Os primeiros cristãos celebravam a Eucaristia em casas particulares, com todos à volta da mesma mesa; ali, pela primeira vez na história, escravos e senhores sentaram-se uns ao lado dos outros. De acordo com o Novo Testamento, "nem sequer era o presbítero que presidia à celebração, embora pouco a pouco se tenha imposto que o presidente da Eucaristia fosse aquele que presidia à comunidade, talvez para aprender que devia exercer a autoridade não impositivamente, mas igualitariamente, e procurando o máximo de comunhão possível".

Quando os cristãos se tornaram multidão, foram necessários locais amplos, o latim deixou de ser entendido pelo povo, os assistentes já não participavam, com o celebrante de costas e à distância e as pessoas a fazerem "outra coisa" (rezar o terço…) enquanto "estão na Missa", atentos ao momento da "consagração" e, depois, alguns vão receber a hóstia. Tudo se centrou no culto da hóstia, "totalmente separado do gesto do partir, partilhar o pão". Da refeição passou-se a um acto de culto, com uma deturpação fundamental da Eucaristia: "Separar completamente a matéria (pão e vinho) do gesto (partilhá-los)", quando "partir o pão significa compartilhar a necessidade humana (da qual o pão é símbolo primário) e passar a taça é comunicar a alegria, da qual o vinho é outro símbolo humano ancestral". O corpo e o sangue são a pessoa e a vida de Jesus vivo.”

Anselmo Borges

1/ Convém dizer o seguinte: os historiadores (Boak, Russell, MacMullen, Wilken) apontam para uma população total de cerca de 60 milhões de pessoas em toda a área do império romano, após a crucificação de Jesus Cristo. O Cristianismo, então nascente, é considerado um fenómeno sociológico, que passou de 1.000 seguidores (no total) no ano 40 d.C., para 7.500 no ano 100 d.C., 218.000 no ano 200 d.C., e seis milhões no ano 300 d.C..

Quando as comunidades cristãs atingiram as muitas centenas de milhares de pessoas, o comunitarismo de que fala o Anselmo Borges deixou de ser possível, em termos práticos, nas diversas comunidades cristãs no império romano.

Ou seja, o comunitarismo cristão do “tudo em comum”, segundo o Anselmo Borges, só foi praticamente possível enquanto a população cristã total, e em todo o império romano, era apenas de alguns milhares — no século I da nossa Era.

Comparar as comunidades dos cristãos do século I, por um lado, com a realidade do século III, por outro lado e por exemplo, ou com a realidade actual — como faz o Anselmo Borges —, é um sofisma; e só se compreende esse sofisma do Anselmo Borges por má fé, porque se trata de um professor universitário. Por um lado, parece que o Anselmo Borges defende a remessa do culto cristão para as casas particulares; e por outro lado, o Anselmo Borges não tem em conta o aspecto místico da Eucaristia e só valoriza o aspecto político da repartição do pão e do vinho: para o Anselmo Borges, a Eucaristia é um rito estritamente político.

2/ O Anselmo Borges critica o “culto da hóstia” — como se pudesse existir religião propriamente dita sem culto. “Culto” vem de “cultura”. Sem cultura não há religião nem civilização. Encarar o “culto da hóstia” como coisa negativa é detractar a religião cristã — para além de retirar da Eucaristia o seu aspecto místico.

3/ Na Idade Média, antes da Reforma e da Contra-Reforma que tornaram o Cristianismo mundano, a comunhão eucarística nas paróquias efectuava-se na Páscoa, no Natal e no Pentecostes — emulando, aliás, Jesus Cristo que celebrou a Eucaristia uma só vez e na Páscoa. Muitas paróquias só comungavam na Páscoa; e a comunhão precisava de ser preparada com antecedência, pelo jejum, pela abstinência, e pela confissão (e a confissão era pública: o confessionário só surgiu no século XVI). E a comunhão eucarística terminava com a festa na paróquia.

A festa que se seguia à Eucaristia comunitária da Páscoa, nas paróquias, era muitas vezes realizada na própria nave da igreja (não existia outro espaço comunitário acolhedor), com um jantar comunitário de cordeiro Pascal ou coisa parecida.

Com o puritanismo protestante, e a imitação da Igreja Católica (da Contra-Reforma) em relação ao protestantismo, levou a que um acto ritual (a Eucaristia colectiva) que se realizava poucas vezes por ano, passou a realizar-se todos os Domingos, retirando-lhe a índole excepcional que tinha nos séculos anteriores.

4/ A ideia do Anselmo Borges segundo a qual a missa medieval só se realizava em latim, é falsa.

No fim da comunhão do sacerdote, a missa medieval continuava com orações em língua indígena — aquilo a que os ingleses chamavam de “bedes” e os franceses de “prone” —, orações ditas na própria língua em intenção da comunidade, familiares, amigos e inimigos, pelos vivos e pelos mortos. Portanto, é falso que a missa medieval fosse toda ela rezada em latim.

Sexta-feira, 1 Julho 2016

O papa Chiquinho diz que “devemos pedir desculpas aos gays”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:25 pm
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