perspectivas

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

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Sábado, 18 Novembro 2017

As feministas querem censurar a linguagem e destruir o discurso do senso-comum

Filed under: feminazismo,feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 6:16 pm

 

As putas feministas (passo a redundância) não gostam da linguagem do Bruno de Carvalho; e, vai daí, pretendem censurar-lhe a linguagem e destruir o discurso do senso-comum.

FEMINISMO-FEMINILIDADE-web

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Quem não concorda com a metafísica do Carlos Fiolhais, é ignorante

 

“Donald Trump não será um ditador, embora tenha tiques ditatoriais. É simplesmente um ignorante que desvaloriza o conhecimento científico para impor a sua agenda unilateral e egoísta”.

Rerum Natura : “a ciência e os seus inimigos”


É muito difícil aturar gente como o Carlos Fiolhais — desde logo porque assumem uma condição de superioridade moral e exibem o monopólio da virtude. Naturalmente ao Carlos Fiolhais diz que o Donald Trump é “ignorante” porque este duvida da teoria  do Aquecimento Global Antropogénico (sublinho: é uma teoria, porra!).

Quem não acredita na fé do Aquecimento Global Antropogénico é um relapso que tem que ser castigado.

É óbvio que o Carlos Fiolhais é como uma melancia: vermelho por dentro e verde por fora. Os novos malthusianos são comunistas disfarçados de humanistas. O Carlos Fiolhais faz parte daquela “ciência” que pretende 1/ reduzir a taxa de natalidade das mulheres; 2/ elaborar um modelo de população humana “cientificamente defensável” tendo em vista a redução da natalidade humana.

O Carlos Fiolhais é uma contradição com pernas: diz ele que, “em ciência, tem razão quem tem provas” (falta saber o que é uma “prova”); mas quando alguém lhe diz que “não há provas de que exista um Aquecimento Global Antropogénico”, o Carlos Fiolhais chama-o de “ignorante”, fazendo uso de uma putativa autoridade de direito que lhe permite escrever livros autoritaristas acerca da ciência.

Para o Carlos Fiolhais, “a ciência precisa da liberdade de pensamento” — excepto aquela liberdade do pensamento em relação ao qual ele não concorda. Tudo o que vá contra a fé cientificista do Carlos Fiolhais é “ignorância”.

Homo-correctness against men

Segunda-feira, 13 Novembro 2017

A estratégia da auto-vitimização politicamente correcta

 

Da Fernanda Câncio, a gente já sabe da anormalidade; mas a besta do Paulo Baldaia, foi uma surpresa. Com o seu artigo, o Paulo Baldaia sancionou pessoalmente merda desta.

O feminismo de terceira geração — o chamado “feminazismo” — caracteriza-se pela auto-vitimização que se transforma em uma forma de agressão anti-masculina. Assumir-se como vítima endémica passou a ser uma forma de agressão, não só para o feminazismo, mas também para o marxismo cultural em geral (a chamada “política identitária”). Vemos aqui em baixo um exemplo da auto-vitimização da “política identitária” marxista cultural.

 

Outra característica do feminazismo — de que a Fernanda Câncio é o perfeito exemplo — é a falácia da generalização : pega-se em meia-dúzia de exemplos (ou uma dúzia, que seja) e cria-se uma lei geral que conduz invariavelmente à auto-vitimização.

O politicamente correcto tem imensa dificuldade em conceber um juízo universal, o que é característica de um nominalismo radical e irracional. A mente marxista cultural é anti-científica.

Finalmente, o feminazismo assume um novo tipo de puritanismo religioso. Quem ler a Fernanda Câncio é transportado para o tempo dos calvinistas do século XVII em Inglaterra.

Sábado, 11 Novembro 2017

O Paulo Baldaia é um chico-esperto activo na destruição do discurso

 

É pena que ele seja adepto do FC Porto; calhava melhor no clube do Sistema Político.


Quando alguém mete o “piropo” em um mesmo saco com o “assédio sexual” (que decorre de uma posição de domínio de quem assedia), estamos perante uma criatura que só tem ranho na cabeça.

O oportunismo jornalístico do burro com duas pernas é escandaloso.

piropo-feminino-web

“Assédio sexual” não é a mesma coisa que “piropo”!

O assédio sexual pressupõe a existência de um Poder Fáctico por parte de quem assedia; pressupõe a existência de uma condição de dominação real e concreta que determina uma assimetria das relações de poder entre a vítima e o assediador. Por outro lado, o assédio sexual pressupõe a violação sistemática da intimidade da vítima por parte de quem assedia.

O piropo não é nada disso. O piropo é uma “boca” ocasional, que pode ser, mais ou menos, socialmente polida e eticamente aceitável.

O Paulo Baldaia, na sua condição de chico-esperto, contribui activamente para a destruição da linguagem, o que faz parte de uma estratégia política mais alargada da destruição do discurso — sendo que “discurso”, neste caso, significa a troca espontânea de símbolos linguísticos através das quais as pessoas (do povo, em geral) se encontram e se reconciliam nos seus variados interesses.

Quando o idiota útil Baldaia (ele diz que é menchevique) confunde “piropo” com “assédio sexual”, está a destruir a linguagem e, por essa via, a destruir o discurso — minando assim a liberdade em circulação na sociedade, e seguindo, portanto, o ideário totalitário da Nova Esquerda em relação ao qual o burro diz “ser contra”. Cavalgadura dos me®dia!

Sexta-feira, 10 Novembro 2017

A ambiguidade ambivalente do Anselmo Borges

 

« When the episteme is ruined, men do not stop talking about politics; but they now must express themselves in the mode of doxa. » — Eric Voegelin


O Anselmo Borges resolveu fazer uma análise política da situação portuguesa. Escreve ele :

« Diz-se frequentemente: "Já não há valores." Não penso isso. O que se passa é que se inverteu a pirâmide dos valores e corre-se o risco de o valor dinheiro se tornar o valor e a medida de todos os valores. Onde está a honra, a dignidade, o valor da palavra dada, a solidariedade, a família como esteio que segura os valores, a escola que forma pessoas íntegras e, assim, bons profissionais, alguns princípios orientadores de humanidade e para a humanidade? »

A SIDA espiritual


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Para alguém que defendeu a legalização do aborto (como é o caso do Anselmo Borges: ver ficheiro PDF do jornal Púbico de Dezembro de 2003), por um lado, e por outro lado para quem defendeu que os abortos deveriam ser grátis e pagos por todos os portugueses — segue-se, então, que a tese do “valor do dinheiro” do Anselmo Borges perde força moral: é que não podemos “dar uma no cravo e outra na ferradura”, e depois assumir que o povão é burro.

A legalização do aborto, que o Anselmo Borges defendeu, é a maior manifestação possível de uma cultura do “valor dinheiro” que o Anselmo Borges agora recrimina. Como escreveu o poeta:

“O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito” (Mário Quintana).

Tal como acontece com o chefe dele (o Chico Burrico), o Anselmo Borges joga sistematicamente, no seu discurso, com a indução de ambivalências (Estimulação Contraditória) através de uma ambiguidade deliberada, pensada e propositada. O Anselmo Borges é muito perigoso. No passado recente defendeu a “promiscuidade espiritual” (defendeu uma cultura de materialismo abortista), e agora critica a “SIDA espiritual”.

Por fim: ao contrário do que escreve o Anselmo Borges (“considero a actividade política uma actividade nobre, das mais nobres”), a política é tudo menos uma actividade nobre — dada a natureza antipolítica da Verdade. Infelizmente, Hannah Arendt tem razão. Uma actividade que é intrinsecamente contra a verdade não pode ser “nobre” senão na mente esclerosada do Anselmo Borges.

Segunda-feira, 6 Novembro 2017

¿Quais são os limites do feminismo nos costumes?

 

ripped-jeans-webUm advogado egípcio (¿ou será “egício”?) defendeu, em um programa de televisão, que uma mulher que ande com metade do rabo à mostra na rua deve ser assediada sexualmente e mesmo violada. Quando vi o vídeo achei (no mínimo) estranha a solução encontrada para o problema — de facto, trata-se de um problema: ¿Até onde vai a “liberdade” feminista? ¿Existirá, um dia destes, o direito de uma mulher andar nua na rua?

Uma literatiqueira que dá pelo nome de Bárbara Wong constrói aqui uma narrativa de mau gosto literário (tinha que ser no jornal Púbico) que se resume em dois pontos:

1/ quando ela tinha 12 ou 13 anos, era criticada pelo povo da aldeia por andar de calções na rua;

2/ hoje, ela orgulha-se da sua (dela) filha e dos seus calções de ganga. “Não sou eu que tenho de mudar, são eles que têm de me respeitar, responde-lhe a filha.

¿Até onde — ou até que ponto — “eles” terão que “as” respeitar?

A partir de certo ponto, já não falamos de “respeito” por elas, mas antes de indiferença ou até de desprezo. Como escreveu G. K. Chesterton :

“A tolerância moderna é realmente uma tirania. É uma tirania porque é um silêncio”.

Hoje, aparece uma mulher na rua com o rabo à mostra, e o que acontece é um silêncio geral que pode traduzir desprezo ou indiferença.

“Estudos recentes revelam que os níveis de esperma de homens no Ocidente desceram 60% desde 1971, evocando a grande distopia de P.D. James «Os Filhos dos Homens», com a sua visão de uma sociedade que já não se consegue reproduzir.

(…)

Na sociedade estéril de P.D. James, o sexo entre os jovens tornou-se «o menos importante dos prazeres sensoriais do homem». E embora os homens e as mulheres ainda se casem, é frequentemente com pessoas do mesmo sexo. O desejo sexual diminuiu a par da fertilidade masculina, não obstante os esforços do Governo para estimular o desejo através de lojas de pornografia patrocinadas pelo Estado”.

Níveis de esperma: Colher o que semeámos

O enorme problema das feministas é o de que, apesar de sentirem, não pensam.

Domingo, 5 Novembro 2017

O Chico Burrico e o casamento dos sacerdotes: quando o facto faz o direito

 

tabus webVemos aqui um parolo da Madeira a citar o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues quando defende o fim do celibato dos sacerdotes católicos.

O argumento é sempre o mesmo: “há padres que fornicam”. A partir de um facto (o de haver padres que fornicam), pretende-se criar um putativo direito (o fim do celibato dos padres) — como se o fim do celibato dos padres acabasse com a tendência fornicadora promíscua dos padres que já fornicam.

Além disso, esquece-se o papel que os diáconos e diaconisas poderiam desempenhar na Igreja Católica. Por exemplo, se as hóstias já estiverem previamente consagradas por um sacerdote, um diácono pode conduzir uma missa:

“Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do baptismo e do matrimónio, dar bênçãos diversas, dar a bênção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.”Wikipédia

Mas não vemos ninguém na Igreja Católica do Chico, incluindo o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues, falar do diaconato. Não interessa falar disso.

A falácia do argumento do parolo madeirense é a que alimenta a sanha destruidora da Igreja Católica que orienta o Chico que habita o Vaticano — por exemplo, quando a referida besta se prepara para legalizar o casamento dos sacerdotes no interior do Brasil, alegando “falta de padres” ao mesmo tempo que se esquece da figura bíblica do diácono.

Essa mesma falácia é a que alimenta o argumento da legalização da pedofilia, por exemplo:

“se existem pedófilos, então temos um facto; e se o facto existe, há que instituir o direito”.

Ou seja, “se é um facto que os pedófilos existem, então há que legalizar a pedofilia”.

Demonstramos aqui como um facto não cria necessariamente o direito. Aliás, a Esquerda (de que faz parte o Chiquitito) sabe perfeitamente disso; por exemplo, não é porque é um facto que existem capitalistas que o capitalismo passa a ter características de um direito inquestionável.

Portanto, convém dizer aos parolos deste país, o seguinte: ao longo de mais de 2000 anos da Igreja Católica, sempre houve sacerdotes que fizeram filhos, e muitas vezes nas mulheres dos outros.

Mas não é porque isso é um facto que vamos instituir um direito.

Não é casando os padres que fazem filhos nas mulheres dos outros que vamos acabar com a promiscuidade sexual desses padres. Mais: sabendo que existem padres homossexuais, só falta ao parolo madeirense, ao Anselmo Borges, ao Frei Bento Domingues e ao Chiquinho defender a instituição do "casamento" gay para os sacerdotes da Igreja Católica.

 

Sexta-feira, 3 Novembro 2017

O Pacheco anda caladinho que nem um rato

 

“A cada compromisso do PS com a extrema-esquerda cresce a camada da burocracia e dos cargos para os discípulos do prof. Boaventura. O acordo do BE com o PS na CML é um exemplo do que pagamos e dos problemas que nos estão a ser criados para que o PS possa governar. O acordo PS-BE prevê como aqui já dissemos a criação de lugares à medida para que mais clientelas se instalem e a introdução de critérios que ninguém consegue avaliar mas que permitem aos oligarcas da CML escolherem quem bem quiserem recorrendo a argumentos ideológicos”.

CML, o soviete do BE e do camarada Medina

O José Pacheco Pereira nem pia; faz lembrar a estória do passarinho friorento: quando se está na merda, mais vale estar de bico calado.

JPP-ZAROLHO

Informação que não vem nos me®dia: a Universidade do Algarve cancelou conferência politicamente incorrecta

Filed under: Darwinismo,politicamente correcto — O. Braga @ 11:26 am

 

Um grupo de estudantes da universidade do Algarve organizou uma conferência a ter lugar no dia 23 de Outubro passado, subordinada ao tema “Desenho Inteligente”, e que teria a participação do professor Marcos Eberlin da Universidade de Campinas, Brasil, e do filósofo Paul Nelson. A universidade do Algarve manifestou por escrito a concordância em relação à realização da conferência.

universidade-do-algarve-web

Porém, as pressões políticas contra a realização da conferência começaram logo que esta foi anunciada publicamente. A 22 de Setembro, a universidade do Algarve informa os dois conferencistas de que a conferência tinha sido cancelada.

Face à censura política de que tinha sido alvo, o grupo de estudantes da universidade do Algarve procurou um local alternativo para a realização da conferência; e encontrou na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) esse local alternativo, contando inclusive com o apoio explícito da professora doutora Cândida Fernanda Antunes Ribeiro. Porém, as pressões políticas dos censores politicamente correctos actuaram outra vez, desta feita mesmo sobre a professora Ribeiro. No dia 15 de Outubro passado — oito dias antes da conferência agendada —, a professora Cândida Fernanda Antunes Ribeiro não resistiu à censura política e cancelou a conferência.

Contudo, o grupo de alunos da universidade do Algarve não desistiu. Dado que todas as universidades portugueses — por indicação expressa do ministro (comunista) da Educação do governo de António Costa — fecharam as suas portas à conferência, a dita organizou-se em Espanha, na cidade de León, exactamente no dia agendado (23 de Outubro), no Hotel S. Marcos.

Em nome da tolerância, a Esquerda pratica a intolerância. Em nome do conhecimento, a Esquerda pratica a censura. Em nome da verdade, a Esquerda apregoa a mentira.

(fonte)

Quinta-feira, 2 Novembro 2017

António Damásio é extremamente perigoso, porque personifica a falácia ad Verecundiam

 

Eu não li o livro de António Damásio com o título “A Estranha Ordem Das Coisas” citado aqui pela Helena Damião; nem vou comprá-lo, porque estaria a beneficiar alguém que detesto solenemente.

Há muitas formas de espalhar o ódio e de “fomentar o recrudescimento dos extremismos na Europa”, mas o Damásio (à semelhança de outros intelectuais de merda como, por exemplo, o José Pacheco Pereira) só se fixa num dos lados do problema — e por isso é que ele é extremamente perigoso; e também porque se aproveita do seu estatuto para abusar da falácia ad Verecundiam.

Não ouviremos nunca o Tonho Damásio (nem o Zé Pacheco) criticar o Bloco de Esquerda, por exemplo, por este partido político pretender legalizar a “mudança de sexo” (como se fosse possível, do ponto de vista biológico, mudar de sexo) em crianças de 16 anos, e à revelia da opinião dos pais.

Para o Tonho Damásio, o Bloco de Esquerda não é um movimento político “extremista”; e “extremistas” são os que se opõem aos malucos da Esquerda.


Quando o Tonho Damásio diz que “o nosso sentimento de aceitar o outro” é a condição do “equilíbrio da sociedade”: aqui voltamos ao conceito de “autonomia” deturpado pelo politicamente correcto, em que o respeito pelo “princípio da autonomia” se torna mais importante do que o respeito pela pessoa em si mesma.

Por fim: quando o Tonho Damásio diz que a divisão entre Ciências Biológicas, por um lado, e as Humanidades, por outro lado, não faz sentido — o que ele pretende dizer é que o Positivismo se aplica de igual modo às Humanidades.

O Tonho colocou em causa a tese de Karl Popper segundo a qual as Ciências Sociais (as tais “Humanidades” a que o Tonho se refere) não podem ter o mesmo método de investigação das Ciências da Natureza.

Ou seja: o Tonho Damásio acaba de passar um atestado de burrice ao conhecido filósofo Karl Popper. O homúnculo Tonho tem que se lhe diga!

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