perspectivas

Quarta-feira, 16 Setembro 2020

Jornalismo é crime

Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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Sexta-feira, 4 Setembro 2020

A Esquerda brasileira vence pelo cansaço, e com a sua estupidez

É a segunda vez que esquerdistas brasileiros vêm aqui ao blogue afirmar que “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”, pensando que assim criticam os portugueses.

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Hoje, outra abécula brasileira veio defender a mesma tese segundo a qual “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”:

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Ora, se for necessário inverter o mapa-múndi para que os brasileiros se sintam felizes e reconciliados com eles próprios, então que o façam; Ninguém impede o Brasil de inverter o mundo! (more…)

Sexta-feira, 31 Julho 2020

Para a actual Esquerda, a mulher não existe

Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.

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A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).

A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.

A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.

Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.

A História repete-se.

Terça-feira, 28 Julho 2020

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


(more…)

Segunda-feira, 13 Julho 2020

O discurso político kafkiano do governo de António Costa

Filed under: António Costa,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 5:02 pm

antonio-costa-wc-webDesde 2015 que eu venho aqui chamando à atenção para a periculosidade política de António Costa — não é por acaso que o José Pacheco Pereira o apoia quase incondicionalmente.

António Costa tem um discurso melífluo, mascarado de tolerante mas que esconde um ressentimento endógeno em relação ao português comum. Comparado com António Costa, José Sócrates é (ideologicamente) um menino de coro.

Quando a Ministra-Filha-do-Vieira-da-Silva se propõe “monitorizar o discurso de ódio na Internet”, o que o governo do António Costa pretende é instituir — na cultura portuguesa e com implicações no ordenamento jurídico — e legitimar politicamente a “armadilha kafkiana”.


Na sua obra “O Processo”, Franz Kafka relata a estória de um homem que é acusado de crimes que nunca são especificados e definidos pela acusação.

E mais: quando o referido arguido nega que tenha praticado os tais “crimes não-especificados”, a acusação conclui “logicamente” que a negação da prática desses crimes (não-especificados) é sinal “evidente” de culpa que decorre naturalmente de ele ter — de facto — praticado esses “crimes” (não-especificados).

Ou seja: a negação da prática de um crime (não-especificado) é a prova necessária da sua prática.

Chama-se a isto, em Retórica, a “armadilha kafkiana”. Ou, neste caso, a “armadilha do Costa”.  


O “politicamente correcto” (ou marxismo cultural) significa “leis com dois pesos e duas medidas”

Filed under: marxismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 3:35 pm

“As tretas do politicamente correcto tornaram-nos cúmplices com uma violência ignóbil”.

Helena Matos


Estamos em presença do conceito maniqueísta de “tolerância repressiva”, de Marcuse: tudo o que vem da Esquerda é bom (ou não é mau), e tudo o que vem da Direita é mau.

É assim, por exemplo, que o vandalismo de uma catedral é coisa boa ou, no mínimo, coisa inócua; e pintar por cima de um símbolo dos Black Lives Matter já é “crime de ódio”.

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Domingo, 21 Junho 2020

A diversidade da polícia de Los Angeles

Filed under: Estados Unidos,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:21 pm

Há muitas décadas que a Esquerda radical governa o Estado da Califórnia. Finalmente conseguiram que a polícia da cidade de Los Angeles se tornasse etnicamente diversa — como podemos ver (na imagem) os novos polícias provenientes da formação.

Lembrem-se sempre do seguinte: para a Esquerda, “diversidade” é sinónimo de “ausência de brancos”. “Diversidade” significa a afirmação política de um “racismo intocável” contra os europeus.

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Quinta-feira, 4 Junho 2020

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

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Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

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É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

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Quarta-feira, 20 Maio 2020

A Esquerda e os novos burocratas do espírito

Filed under: marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 11:21 am

O politicamente correcto (ou marxismo cultural) fundou uma Burocracia do Espírito que é fascizante.

A mera possibilidade de divulgação pública de uma qualquer Verdade apavora a Burocracia do Espírito — porque o politicamente correcto é uma forma de totalitarismo.

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Sexta-feira, 17 Abril 2020

Este blogue sofreu uma censura política durante 12 horas.

Filed under: censura,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,politicamente correcto — O. Braga @ 9:22 am

Depois de eu ter reclamado a censura do blogue, um supervisor da WordPress informou-me que o blogue tinha sido “mal suspenso” (Your site was incorrectly flagged), e que a razão tinha sido uma denúncia de “alguém que se sentiu ofendido” com um artigo aqui publicado.

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O dito supervisor informou também que “a liberdade de expressão pode implicar sempre a possibilidade de que alguém se sinta ofendido”, e que, por isso, esta razão (o sentir-se ofendido) não pode ser válida para a censura de opinião. Mais informou que “a primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos” impede que se censure a opinião de alguém com base apenas na subjectividade individual.

Porém, a censura, entendida em si mesma, é preocupante — não por causa da porcaria de um blogue, mas por causa do princípio que rege a censura.

Anda por aí gente (de Esquerda) muito ocupada em censurar a opinião livre. Hoje censuram no FaceBook, no Twitter, um blogue; amanhã, censuram os me®dia. Vemos, por exemplo, como o Kapo do partido espanhol Podemos defende a ideia segundo a qual é legítimo censurar e ilegalizar a opinião da oposição de Direita.

“Entrevistado por Antonio García-Ferreras en su programa de La Sexta el político bolivariano que ocupa la vicepresidencia del Gobierno social-comunista de España ha dejado bien clara su intención de imponer la censura contra los medios libres y críticos con el Gobierno.”

Pablo Iglesias quiere echar de España a la “ultraderecha mediática y política”

Quarta-feira, 8 Abril 2020

O naturalismo marxista do Anselmo Borges é extremamente nocivo para a Igreja Católica

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,politicamente correcto — O. Braga @ 12:29 pm

O Anselmo Borges escreve o seguinte (ler aqui em ficheiro PDF):

«O Evangelho Segundo São João começa assim: «No princípio, era o Logos e o Logos era Deus. E tudo foi criado pelo Logos». Logos significa palavra, razão, inteligência. Deus é, portanto, Amor e Razão e, assim, a existência humana autêntica resultará da convergência e interpenetração da bondade e da razão, da inteligência e do amor.»

Na Bíblia dos Franciscanos capuchinhos está assim escrito (S. João, Prólogo, 1, 1-18):

“No princípio havia o Verbo; o Verbo estava em Deus; e o verbo era Deus. No princípio Ele estava em Deus. Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência. (…) E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco.”

Só falta agora ao Anselmo Borges dizer que “os franciscanos capuchinhos são uns aldrabões”, e que a versão dele do Evangelho de S. João é que está correcta.

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Para os franciscanos, o mais importante é a  (e o Verbo ou Logos é identificado com o Cristo); para o Anselmo Borges, o mais importante é aquilo a que ele chama de “razão” (e que, em Anselmo Borges, se confunde com “racionalismo” no sentido 3., 4, e 5.).

O Anselmo Borges simboliza o “rei cultural” que vai nu; e pouca gente se apercebeu disso.

Por exemplo, quando ele escreve:

Jesus andou sobre as águas, como está no Evangelho? Não. Na perspectiva bíblica, o mar é símbolo do mal; dizer que Jesus andou sobre as águas é dizer que ele está acima do mal e nos liberta dele, como fez com São Pedro, que já estava a afundar-se.”

Aconselho a que o leitor vá ao YouTube e procure a palavra “levitation” (levitação). Hoje, a levitação já é matéria de investigação cientifica; o Anselmo Borges precisa que o reformem compulsivamente — mas continua por explicar (pela ciência) a relação entre a , por um lado, e o milagre, por outro lado.

A tentativa de Anselmo Borges de racionalizar a religião conduz ao dogma racionalista — como escreveu G. K. Chesterton :

“There are two kinds of people in the world: the conscious dogmatists and unconscious dogmatists. I have always found myself that the unconscious dogmatists were by far the most dogmatic.”

→ G. K. Chesterton, ‘Generally Speaking.’

A ideia (do Anselmo Borges, e do Zeitgeist politicamente correcto) segundo a qual “tudo, no Novo Testamento, é uma metáfora traduz uma determinada forma (disfarçada) de materialismo que nega subliminarmente a , por um lado, e por outro lado pretende pregar o Amor sem qualquer suporte ontológico para o efeito — seria (por analogia) como se nós pregássemos o policiamento das ruas da cidade sem a existência prévia da polícia. O Amor está a jusante da (falo aqui em juízo universal); por outras palavras, a é a condição do Amor [“Amor” aqui entendido como “ágape”] (isto entendido em geral, ou em juízo universal; há sempre excepções à regra).


…o naturalista transforma a lógica em obscurantismo…

Esta forma de “materialismo cristão” (trata-se de um monismo materialista emulado do marxismo) tem uma proveniência e herança gnóstica; ou melhor, tem proveniência em uma certa forma de gnosticismo da Antiguidade Tardia de que o Anselmo Borges é (também) ideologicamente herdeiro — que se traduziu num certo obscurantismo naturalista que ocorreu no Renascimento, que mais tarde foi recuperado pelo ateísmo “Deus sive Natura” de Espinoza, e que atingiu todo o seu esplendor no século XX com a Nova Teologia que depois descambou na Teologia da Libertação.

O que me espanta é que as teses de Anselmo Borges não são contraditadas publicamente por ninguém da estrutura eclesiástica católica portuguesa, o que revela que o próprio clero católico português apoia as teses do Anselmo Borges, que defende a menorização (ou mesmo a extinção) do clero católico. Espantoso!

O Anselmo Borges impõe o conceito marxista de “igualdade” ao próprio Deus!

Ainda em relação ao textículo do Anselmo Borges, convém referir que o Anselmo Borges está, em geral, errado; o Anselmo Borges tem uma visão [espiritual] embotada pelo marxismo (ou pela Nova Teologia, o que vai dar no mesmo) e pelo conceito modernista de “igualdade” (por exemplo, quando o Anselmo Borges diz que “Deus não pode favorecer uns, e não outros”; o Anselmo Borges impõe o conceito marxista de “igualdade” ao próprio Deus!).


“A mente humana é constituída de tal forma que o erro e a mentira podem sempre ser expressos de maneira mais sucinta do que a sua refutação. Uma única palavra falsa requer muitas para ser desmentida.”

→ Olavo de Carvalho

Refutar o Anselmo Borges daria um livro. E eu não tenho o tempo disponível que ele tem.

Porém, é importante que o leitor tenha em conta que o Anselmo Borges é uma personagem construída pelo actual sistema politicamente correcto que, no que diz respeito à actual Igreja Católica (a Igreja do papa Chiquinho), evoluiu ideologicamente a partir da Nova Teologia e da Teologia da Libertação.

Sábado, 8 Fevereiro 2020

Um exemplo concreto da mentira sistémica dos me®dia: “o aumento da temperatura na Antárctida”

Sai a seguinte “notícia” no jornal Púbico : “Antárctida bate recorde de temperatura e ultrapassa pela primeira vez os 18 graus Celsius”:

«A temperatura registada num dos termómetros da estação de investigação argentina Esperanza bateu o recorde anterior de 17,5 graus Celsius, registado em Março de 2015.»


¿O que é que o jornal Púbico não diz? — porque mente sempre e de forma descarada.

1/ A estação de investigação argentina Esperanza (a que se refere o jornal Púbico) fica localizada no chamado “Glaciar Thwaites”.

2/ O Glaciar Thwaites está localizado sobre um vulcão actualmente activo. Como se sabe, os vulcões activos têm influência no aumento da temperatura do ar local.

3/ O “recorde de temperatura” é também causado pelo efeito Föhn; ou seja, é uma situação conjuntural do tempo, e não uma situação do clima. O jornal Público confunde “tempo”, por um lado, e “clima”, por outro lado; e essa confusão é propositada, para enganar o Zé Povinho.

Não acreditem nos me®dia. Não comprem jornais!: levem-nos à falência!.

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