perspectivas

Quinta-feira, 23 Março 2017

A impotência e o terror da classe política europeia face ao Islão

 

Aquilo a que se convencionou chamar de “secularismo” não irá travar a expansão violenta do Islão totalitário na Europa.

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Aquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita”, nada mais é do que a reacção popular (e populista) ocidental à estupidez institucionalizada promovida pela classe política dos países europeus. Como vimos recentemente com as eleições na Holanda, basta que a classe política (em geral) seja realista (olhe para a realidade e para os factos, por um lado, e para a História, por outro lado), para que a chamada “extrema-direita” seja dissipada.

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Quarta-feira, 22 Março 2017

Amanhã haverá velas, flores, vigílias e lágrimas em Westminster; e o Islão continuará a matar europeus.

Domingo, 19 Março 2017

O Lutz Brückelmann é um idiota chapado

 

Uma coisa é roubar uma bicicleta; outra coisa, bem diferente, por exemplo, é violar uma mulher; ou arrebentar uma bomba em sítio público.

Penso eu que roubar uma bicicleta não é tão grave como fazer explodir uma bomba em sítio público e matar dezenas de pessoas: mas ele há gente que pensa que não se deve generalizar no que diz respeito aos ladrões de bicicletas (aka, portugueses na estranja) e/ou aos bombistas islâmicos e/ou marroquinos.

Há por aí um inteligente que dá pelo nome de Lutz Brückelmann que diz que a Holanda só deve deportar os marroquinos que se fazem explodir em Allauhakbar , ou que assassinam em nome de uma religião, ou que violam mulheres porque não vestem Burka, etc..

Ou seja, o Brückelmann pensa que há uma cultura islâmica pacífica e compatível com a herança europeia de tradição cristã, por outro lado, e, por outro lado, uma outra cultura islâmica violenta dos marroquinos criminosos que devem ser deportados.

Vemos aqui em baixo um vídeo acerca dos muçulmanos moderados que o idiota Brückelmann não quer deportar da Holanda.

 

É caso para dizer: Lutz Brückelmann: vai à bardamerda!

Como a Isabel Moreira vê o mundo

 

Isabel Moreira: “Eu só quero ser um espírito livre. E pago o preço disso com a solidão. Os homens têm medo de mulheres livres”.


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Quarta-feira, 15 Março 2017

A incoerência do esquerdalho universitário

 

Perguntam a estudantes da Universidade de Madison (Estado americano do Wisconsin, que é tradicionalmente de Esquerda):

¿Um músico muçulmano tem o direito de recusar um contrato para tocar em um evento cristão? Todos os estudantes responderam que “sim”, que o músico muçulmano tem o direito de não tocar em um evento cristão.

E, depois, outra pergunta:

¿Um fotógrafo cristão tem o direito de recusar um contrato para tirar fotografias de um "casamento" gay? Resposta dos estudantes: “a pergunta é estúpida”.

 

Sexta-feira, 10 Março 2017

O Partido Socialista do Monhé quer ser mais fracturante do que o Bloco de Esquerda

 

É impossível erradicar (totalmente) a prostituição; mas em vez de a reduzir ao mínimo possível, o Partido Socialista do Monhé Costa quer aumentar o número de prostitutas em circulação.

giphy_1_20“O PS anda avidamente à procura dos eventuais “temas fracturantes” que o Bloco ainda não tenha capitalizado, e coloca assim em cima da mesa a temática da prostituição. Querem nos fazer crer que se trata da regulamentação de um serviço. Fruto de uma escolha livre de mulheres, fazendo um apagão monumental sobre a realidade vivida pelas mulheres traficadas para este negócio lucrativo para os proxenetas. Mas não nos equivoquemos: não é um serviço. É a regulamentação do corpo da mulher como produto”.

¿Prostituição legalmente assistida?

 

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A Isabel Moreira e o Zeitgeist do Estado niilista

Filed under: eutanásia,Isabel Moreira,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 11:58 am

 

A Isabel Moreira concebe a sociedade sob lentes jurídicas; ou melhor — tal como Kelsen, que foi objecto de crítica feroz da parte de Eric Voegelin —, a Isabel Moreira tem a tendência de reduzir o político ao jurídico.

“Ninguém pretende revogar os artigos do Código Penal que prevêem o “homicídio a pedido da vítima” ou o “incitamento ou ajuda ao suicídio”. Se o fizéssemos, qualquer pessoa poderia matar outra ou ajudar outra a morrer a simples pedido”.

Morte assistida e mitos.

eutanasia-velhariasA redução do político ao jurídico parte do princípio de que a lei jurídica substitui perfeitamente a lei moral — o que é uma estupidez. E quando uma auto-eleita elite se convence que a lei dos tribunais substitui a lei moral, entramos todos por um caminho muito perigoso.

Quando pessoas como a Isabel Moreira (que é deputada no paralamento) parecem não saber distinguir a lei jurídica, por um lado, da lei moral, por outro lado, misturando as duas noções, estamos todos tramados. Provavelmente iremos ter que rever as relações de Poder político e até mesmo o sistema político que temos hoje.

Toda a argumentação da Isabel Moreira parte do princípio errado da redução do político ao jurídico — e como dizia Aristóteles, se um princípio está errado, toda a teoria está errada também.

Por outro lado, ela utiliza a falácia lógica ad Novitatem em relação a um putativo “Estado de Direito que já não é paternalista” (faz lembrar as loas ideológicas ao “Estado Novo que já não era o velho”), quando de facto o que ela pretende é um Estado tão paternalista quanto seja possível ao próprio Estado matar em nome de uma alegada “autonomia” da pessoa.

Quando se utiliza a medicina paga pelo Estado para matar pessoas (mesmo que seja realista e verdadeiro dizer-se que “é a pedido da pessoa”), maior paternalismo do Estado é impossível.

A Isabel Moreira demonstra o seu paternalismo elitista quando proclama que “o Estado já não é paternalista”. Ou seja, emite juízos de valor que pretende sejam os válidos para todos, em nome de um Estado que (alegadamente) não emite juízos de valor. A Isabel Moreira pode enganar alguns tolos; mas não engana todos. A tese da “neutralidade moral e ética do Estado” está estafada e já foi destruída pelos filósofos comunitaristas, como por exemplo, Charles Taylor, Michael Sandel, Alasdair MacIntyre, Michael Walzer, etc..

O Estado não é neutro do ponto de vista ético; o Estado impõe uma moral; compete ao povo (e não a uma minoria de auto-iluminados a que pertence a Isabel Moreira) estabelecer a ética e a moral do Estado. E por isso vamos pôr a eutanásia em referendo.

Mas como a Isabel Moreira só vê jurídico (reduz toda a realidade ao jurídico), seria prolixo estar-lhe a explicar por que razão ela é burrinha.

Por fim, olhemos para o que se passa em outros países que reduziram, na questão da eutanásia, o político ao jurídico: Holanda e Bélgica. Começaram pela eutanásia light, e hoje já é eutanásia hardcore — em que se mata “a pedido” porque a vítima tem (por exemplo) uma depressão psicológica.

Caro leitor: estamos entregues a uma elite política que pretende destruir a nossa sociedade porque está na moda.

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Quinta-feira, 9 Março 2017

A idiotice do Paulo Baldaia

 

O Baldaia, de vez em quando, balda-se no que respeita ao bom-senso. Desta vez escreveu esta esterqueira ideológica.

O parvalhão Paulo Baldaia fez uso da opinião do parvalhão polaco Janusz Korwin-Mikke para nos tentar aparvalhar a todos: trata-se da lei universal da afinidade: os parvalhões encontram-se e tentam fazer de nós parvos.

Diz o Baldaia que “a sociedade continua bastante machista” — o que pressupõe que, para as filhas dele, recomenda-se o mulismo. Em vez do machismo, convém-lhe mais o mulismo, quiçá por causa das filhas que ele tem em casa.

Há uma coisa que a inteligência do Baldaia parece não abarcar: não devemos reduzir a política ao jurídico — nem tão pouco reduzir a cultura antropológica à política, e muito menos reduzir a ética à política e ao jurídico.

Pelo facto de haver uma lei de mil novecentos e troca o passo que tem que ser mudada, ou por haver uma lei actual que (alegadamente) o Bloco de Esquerda vai mudar — não é por esse facto que um homem deixa de ser biologicamente homem e uma mulher deixa de ser biologicamente mulher.

Ó Baldaia: é ciência, parvalhão!

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O politicamente correcto também vai acabar com a economia

 

Imaginem um dono de uma empresa que prefere um homem incompetente em determinada função, em vez de uma mulher competente para essa mesma função. ¿Já imaginaram esse patrão? Está falido!

Por isso é que o sistema de quotas defendido pelo gado asinino é um absurdo. Um patrão digno desse nome quer o melhor funcionário para a sua empresa, independentemente de ser homem ou mulher.

O sistema de quotas para mulheres vai dar merda, porque vai reduzir a competitividade das empresas: um estudo publicado pela Forbes revela que homens e mulheres com valor profissional real, preferem trabalhar empresas que não aplicam o sistema de quotas.

“While using a gender quota might seem like an effective way to compete in the war for talent, our research found that it actually drives away the highly talented professionals they were intended to attract”.

Gender Quotas in Hiring Drive Away Both Women and Men

Estou a aprender a ser racista, pela força das circunstâncias e pela análise da realidade

Filed under: politicamente correcto,Racismo — O. Braga @ 6:13 pm

 

Esta cena — do vídeo aqui em baixo — passou-se em um pequeno restaurante da cidade inglesa de Watford, no dia 7 de Março de 2017.

Preto racista é progressista

Independentemente das razões que o negro tenha para se sentir ofendido com qualquer coisa que tenha sido dita pelo branco – a agressão física não se justifica de maneira nenhuma, a não ser em legítima defesa.

Imaginem que era o branco a partir para a agressão ao negro: já tinha saído a notícia com as imagens em todos os canais de televisão (a TVI era o primeiro canal), o jornal Púbico tinha feito manchete, o semanário SOL tinha publicado as imagens no Facebook, etc..

Mas como foi o negro a agredir o branco, no pasa nada. Obtive as imagens por acaso, de alguém que filmou a cena.

Quando preto bate em branco, é progresso; quando branco bate em preto, é racismo. Isto vai ter que mudar, “nem que a vaca tussa”!

O Dia Internacional da Mulher Progressista e Feminista

Filed under: feminazismo,feminismo,mulher,politicamente correcto — O. Braga @ 1:44 pm

 

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