perspectivas

Quarta-feira, 7 Julho 2021

Manif contra a misoginia na Faculdade de Direito do Porto

Filed under: Esta gente vota,politicamente correcto — O. Braga @ 3:20 pm

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Imaginem, camaradas, que eu entrava numa sala-de- aula da faculdade de Direito do Porto com os meus tomates à mostra; e que a professora da cátedra me ameaçava de expulsão da sala.

Naturalmente que essa atitude da professora seria uma manifestação de misandria — porque ninguém me pode tirar o direito de mostrar os meus tomates, quando e onde eu quiser.

Mostrar a tomatada é um direito humano.

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Como afirmou o camarada José Pacheco Pereira, estamos a viver numa época em que os fassistas andam muito activos — por exemplo, proibindo que as mulheres entrem nas instituições de ensino com as mamas ao léu, ou impedindo que eu entre numa sala-de-aula com os tomates de fora das calças.

Portanto, camaradas, sugiro a organização de uma Manif à entrada da faculdade de Direito do Porto, em que o pessoal apareça todo nu, em sinal de apoio à igualdade de género.

A luta continua! A vitória é certa! Viva o camarada Pacheco! Abaixo os fassistas misóginos!

Quarta-feira, 23 Junho 2021

Perguntem a um médico!: tomar no cu faz mal à saúde !

Bem sei que está na moda, tomar no cu; mas nem tudo o que está na moda faz bem à saúde.

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Se um indivíduo é adulto e quer tomar no cu, o problema é dele: já é maior e vacinado, e toma onde quer. Mas as crianças têm que ser protegidas da aberro-sexualidade e dos pedófilos.

Senão, vejamos os factos e os números (fonte):

  • os homossexuais representam cerca de 2% da população total;
  • são responsáveis por cerca de 33% dos actos sexuais pedófilos;
  • 23% das crianças com “duas mães” (lésbicas) foram sexualmente abusadas;
  • 67% dos doentes com SIDA são homossexuais;
  • Em média, um homossexual tem cerca de 1000 parceiros sexuais durante a sua vida;
  • 78% dos homossexuais têm DST (doenças sexualmente transmissíveis);
  • 33% dos homossexuais adultos admitem ter tido relações sexuais com menores de idade;
  • 47% das pessoas LGBTQPBBQ+ foram violadas sexualmente por um adulto durante as suas infâncias.

Portanto, aconselho o João Cotrim de Figueiredo, que já é adulto, a ir tomar no cu — para, a seguir, poder contribuir para sobrecarregar o Serviço Nacional de Saúde que ele tanto repudia.

Meus caros: tomar no cu é um problema grave de saúde pública (perguntem a um médico!), e contribui activamente para uma séria crise cultural e civilizacional.

Quarta-feira, 16 Junho 2021

A selecção gaulesa de futebol

Filed under: imigração,politicamente correcto — O. Braga @ 9:39 am

A noção politicamente correcta de “diversidade” = “ausência de europeus”.

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Agora imaginem que a selecção francesa de futebol fosse composta apenas por brancos… — “Que horror! São fassistas, esses franceses…”

Quinta-feira, 27 Maio 2021

A definição de “politicamente correcto”

Filed under: André Ventura,CHEGA,politicamente correcto — O. Braga @ 10:33 am

"Os Coxi estiveram a trabalhar por todos nós – pelo nosso direito a um espaço público um pouco mais salubre, menos infectado pelo racismo e pelo oportunismo de vigaristas políticos. Graças a esta família, o nosso ambiente fica um pouco mais saudável e a nossa política menos indigna."

→ frase do comunista Rui Tavares (respigada aqui)



Definição de “politicamente correcto”

O politicamente correcto é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade, radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

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Sábado, 15 Maio 2021

Os ministros socialistas vão passar a viajar de avião privado

Filed under: Partido Socialista,politicamente correcto,socialismo — O. Braga @ 7:52 pm

Um bilhete de avião para um vôo directo da cidade do Porto à cidade de Faro custa 114 Euros (ida e volta), ou seja, 57 Euros por cada viagem; e o vôo dura 1 hora e 5 minutos [TAP – Transportes Aéreos da Portela, Lufthansa].

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Uma viagem do Alfa Pendular (ou seja, o comboio mais rápido que existe em Portugal) do Porto para Faro (com transbordo necessário em Lisboa, porque toda a merda transborda necessariamente em Lisboa) dura 5 horas e 51 minutos, e cada viagem custa 70 Euros.

Se viajarmos de carro, demorarmos 4 horas e 54 minutos a percorrer os 551 quilómetros do Porto a Faro. Portanto, a distância entre Porto e Faro é inferior a 600 quilómetros.

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Sobre o ministro xuxalista Pedro Nuno Santos, aconselho a leitura deste verbete no Porta da Loja.


Estes filhos-de-puta (que não têm outro nome, os actuais xuxalistas), apostaram em transformar a vida do povo em um inferno; estes sibaritas progressistas não têm outra missão na vida senão atenazar a vida dos cidadãos comuns; retiram do tormento do povo uma gratificação que lhes dá o próprio sentido de vida.

« A manifestação mais enfática do ministro português ocorreu no fim de Abril, durante lançamento do Plano Nacional Ferroviário de Portugal, que promete ampliar e modernizar linhas de trem no país. Na ocasião, Pedro Nunes pretende que “as viagens de avião com menos de 600 quilómetros desapareçam da Europa” »

(…)

« A medida, que também é defendida pelo ministro da economia e até pelo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, ganhou apoio efusivo de grupos de defesa do meio ambiente, mas vem sendo questionada por especialistas (…) »

¿E o povo?!!! — pergunta o leitor, a quem o ministro responde: “Que se foda o povo! O que é preciso é foder o povo!”

Sexta-feira, 2 Abril 2021

O Totalitarismo de Veludo aperta o cerco político

«A civilização pode, de facto, avançar e declinar em simultaneidade ― mas não para sempre. Existe um limite em relação ao qual se dirige este ambíguo processo; o limite é alcançado quando uma seita activista que representa a verdade gnóstica, organiza a civilização em forma de um império sob seu controlo. O totalitarismo, definido como o governo existencial dos activistas gnósticos, é a forma final da civilização progressista.»

Eric Voegelin, “Nova Ciência da Política” (página 133)


No início da década de 1970, quando eu era estudante (no Liceu Salazar, em Lourenço Marques), fui “incomodado” pela PIDE — porque eu ansiava por mais liberdade de expressão; hoje, sou implicitamente considerado “fassista” pela NOVA-PIDE da opinião pública e publicada do actual regime político — nomeadamente porque eu apoio o partido CHEGA que é agora alvo de tentativa de ilegalização pelos novos aprendizes de ditadores ditos “democratas”.

Atenção: apoiar um partido não é a mesma coisa que militar nele. Nunca militei em um qualquer partido político.

Muita gente como eu, que foi a favor da liberdade de expressão no tempo de Marcello Caetano, é hoje alvo de discriminação (e, em alguns casos, mesmo de perseguição) política por parte dos protagonistas ( da “vanguarda”, como se diz aqui) do regime actual.

No Portugal me®diático de hoje, quem defende claramente a liberdade de expressão, é “fassista”.

Quando nós verificamos, por exemplo, que gente como o José Pacheco Pereira diz que o conceito de “marxismo cultural” é teoria da conspiração, ou o Francisco Louçã que diz que “o Holodomor não existiu” — entre muitos outros exemplos, como é o caso do “senhor intelectual” Guilherme Valente que tece loas ao totalitarismo chinês —, percebemos como o ar político se torna paulatinamente irrespirável, à medida que os gnósticos actuais vão reforçando o seu Poder.

Temos aqui um texto que identifica claramente o politicamente correcto (ou marxismo cultural, vai dar no mesmo) com os “gnósticos modernos”.

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Sábado, 27 Fevereiro 2021

E ainda dizem que “não há raças…” (sangue tipo RH Negativo)

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 3:56 pm
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Os países da Europa mais homogéneos (por exemplo, Portugal tem uma homogeneidade populacional – e, consequentemente, cultural — de 95%) têm uma percentagem sempre superior a 10% de tipo sanguíneo RH Negativo.

Por exemplo, em Inglaterra, (mesmo com o “multiculturalismo” actual) a percentagem de RH- é de 17%.; na África subsariana, a percentagem média não ultrapassa os 1%, e as raças asiáticas não passam os 2%.

Em Portugal, a incidência do RH- é de 14,5% do total da população; em Espanha é de 18,5%.

Aliás, não sei como estes dados ainda estão disponíveis na Internet; pela lógica comuno-plutocrata actual, “a divulgação desses dados científicos  ‘racistas’ deveria ser proibida”.

É claro que existem raças.

Mais dados de alguns países:

  • Finlândia: 14%
  • Equador: 3,4%
  • Rep. Checa: 15%
  • Rep. Democrática do Congo: 1,6%
  • Dinamarca: 16%
  • Quénia: 3,72%
  • Lituânia: 15,4%
  • China: 0,6%

E por aí afora. E os estúpidos e/ou ignorantes ainda dizem que “não existem raças”.

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2021

O empresário Mike Lindell demonstra a fraude eleitoral dos Estados Unidos

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,politicamente correcto — O. Braga @ 7:55 pm

Este vídeo foi censurado por todos os canais intrinsecamente ligados ao Tecno-fascismo globalista.

Só o GAB permitiu a publicação do vídeo da autoria do empresário Mike Lindell que, com recurso a factos concretos e objectivos, denuncia e demonstra a enorme fraude das últimas eleições nos Estados Unidos.

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O que é assustador é a aliança antidemocrática entre os neocons globalistas, por um lado, e a Esquerda radical trotskista, por outro lado — em Portugal, mutatis mutandis, corresponde à aliança evidente entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã —, no sentido de instituir a mais rigorosa censura política e uma “lei da rolha” que faria corar o Mussolini.


Os trotskistas definem de modo restrito e economicamente a burguesia, para nos ocultar o facto de que pertencem a esta.

O mundo burguês trata de modo diferente os seus dois principais inimigos: vomita para cima dos indivíduos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda. A actividade revolucionária do jovem utopista é o rito de passagem entre a adolescência e a burguesia (Maio de 1968, por exemplo).


Por maioria de razão, se uma determinada teoria está supostamente errada, não há nenhuma razão para proibir a sua defesa; o ser humano, por inerência, tem direito ao erro.

O que é surpreendente é o facto de as elites demonstrarem medo em relação à divulgação de uma determinada teoria (por mais errada que ela seja) que coloque em causa a justeza das últimas eleições nos Estados Unidos.

A democracia na América tem a sua morte anunciada.

A partir de agora, vale tudo — incluindo o recurso à força bruta necessária para apoiar o povo contra a aliança elitista entre neocons globalistas e trotskistas. Por isso é que a tomada de posse do João Bidé teve a presença de 26 mil tropas em Washington que colocaram a cidade em um autêntico estado-de-sítio. Quem deve, tem muito a temer!

Quarta-feira, 6 Janeiro 2021

O ataque ad Hominem do Adolfo Mesquita Nunes a André Ventura

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Uma das características do Adolfo Mesquita Nunes — que é comum aos gueis, em geral — é a ambiguidade (deliberada, insidiosa e tortuosa) no discurso: trata-se de gente habituada (e experimentada) a distorcer os factos, de modo a adequá-los à sua forma (identitária e exclusivista) de conceber o mundo.

Ser de direita, por exemplo (e digo eu), é ser contra o lóbi político gayzista — de que faz parte o Adolfo Mesquita Nunes — que pretende transformar a identidade “invertida”, em um privilégio cultural e social; ser de direita, por exemplo, é ser contra a ideia propalada subliminarmente (pelo lóbi político gayzista) na nossa cultura, segundo a qual “tomar no cu é factor decisivo para aumentar o QI do indivíduo”.

Portanto, “ser de direita” é ser contra indivíduos — ou contra comunidades étnicas e/ou culturais que actuam uniforme- e identitariamente — que assumem posições ou posturas anti-sociais claras e evidentes.

O facto de “cada um de nós é uma pessoa” (sic) não significa que recusemos a categorização de indivíduos e/ou de comunidades (étnicas ou culturais) em função de critérios objectivos — e essa recusa de categorização, em nome de uma alegada “recusa de estigmatização”, é característica da Esquerda … e do Adolfo Mesquita Nunes.

A principal razão por que o CDS “caiu no poço” é a de gentinha como Adolfo Mesquita Nunes e Assunção Cristas.

Quarta-feira, 14 Outubro 2020

O Diogo Faro e o Ricardo Araújo Pereira: os cromos do regime

Filed under: marxismo,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 12:05 pm

Existe por aí um indivíduo que dá pelo nome de Diogo Faro que é uma contradição com pernas, por um lado, e por outro lado é um símbolo da actual “elite” social e cultural (ruling class).

Não quero com isto dizer que seja possível a qualquer ser humano viver isento de contradições; afinal, o nosso pensamento desenvolve-se a partir de opostos, e portanto a contradição é sempre uma tentação. O próprio conceito de “matéria” é contraditório em si mesmo (v. quântica).

No entanto, é precisamente a procura das contradições que estimula o conhecimento e o progresso científico. Embora vivamos em um mundo de contradições (de opostos), é função da inteligência humana tentar sempre discernir a contradição e a lógica.

O que é assustador é o facto de a forma de pensar do Faro coincidir com a forma de pensar das “elites” que nos comandam. E por isso é que o Faro tem uma projecção social esdrúxula.

«

(…)

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

O Árctico a derreter, a Amazónia a desaparecer, as barreiras de corais a morrer e a Terra a secar.

O fascismo cresce na rua e nos governos, o nazismo ecoa nas redes sociais, o autoritarismo mantém-se firme em tantos países e as democracias abanam como se os seus pilares fossem feitos de areia. O racismo continua a matar, a homofobia continuar a matar, a xenofobia continua a matar, o machismo continuar a matar. Não só matam como são normalizados e até promovidos e aplaudidos. Trabalhamos cada vez mais para viver para cada vez menos, enquanto a desigualdade económica cava um poço entre ricos e pobres tão grande quanto o buraco na camada de ozono. Vivemos em competição e não cooperação, o individualismo mais egoísta prevalece sobre qualquer amor comunitário e do bem comum. Dependemos das redes sociais para ser indivíduos únicos e perdemos para as redes sociais a nossa sanidade mental. E a nossa privacidade. Já nada é nosso. Somos controlados, manipulados e subjugados sem disso dar conta. O livre-arbítrio era dos filósofos, agora é dos plutocratas. E o mundo por todos os lados parece mesmo desabar.

(…)

As alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra e a potencial crise de refugiados climáticos.»

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Qualquer político do regime actual concordaria com este discurso do Faro; ou, se não concordasse, ficaria em um silêncio emasculado — mesmo quando os factos nos demonstram o contrário!: por exemplo, a Gronelândia ganhou cerca de 350 mil milhões de toneladas no gelo, apenas em 2019!

greta-taxes-webPara as elites — e para os profetas oficiais do regime, como o Faro —, os factos são irrelevantes; o Iluminismo é rejeitado, a irracionalidade voltou a estar na moda, e impera um novo tipo de obscurantismo que defende o irracional, alegadamente em nome de uma versão acientífica e utópica de “ciência”.

O discurso oficial do regime — amplificado pelos “cromos” do regime, como o Diogo Faro ou o Ricardo Araújo Pereira — é uma mistura de Teoria Crítica e pregação escatológica.

A Teoria Crítica é uma espécie de ácido que dissolve o tecido da realidade social, política, existencial e metafísica: o Diogo Faro é uma picareta falante que pretende transformar a realidade em um inferno.

A pregação escatológica apela a uma soteriologia em função de um putativo “fim do mundo” que se aproxima: à laia da Greta, o profeta Diogo Faro apela ao arrependimento dos Hílicos contemporâneos: “Arrependei-vos!”, diz ele: “O fim está próximo!”

A tentativa de negar a Natureza Humana (por exemplo, quando o Faro diz que infelizmente “vivemos em competição e não cooperação”) tem como objectivo a humilhação do indivíduo (por via da Estimulação Contraditória) ; isto é, se o ser humano é, por sua própria natureza, competitivo, segue-se que a crítica da elite política actual em relação à competição humana, é uma forma de anulação do indivíduo enquanto ser humano, reduzindo-o (através da dissonância cognitiva generalizada) a um mero instrumento da acção política por parte da elite.

Por fim: a ideia peregrina das elites actuais, segundo a qual “as alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra, através do aumento de impostos e da estatização da economia.

É como se dissemos que “a rotação da Terra poderia ser parada se o Bloco de Esquerda tivesse o Poder absoluto”. Ou como se dissemos que “o facto de o clima mudar” — como tem mudado desde que existe atmosfera na Terra — “é culpa do capitalismo”.

Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.

Quarta-feira, 16 Setembro 2020

Jornalismo é crime

Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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Sexta-feira, 4 Setembro 2020

A Esquerda brasileira vence pelo cansaço, e com a sua estupidez

É a segunda vez que esquerdistas brasileiros vêm aqui ao blogue afirmar que “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”, pensando que assim criticam os portugueses.

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Hoje, outra abécula brasileira veio defender a mesma tese segundo a qual “quem está em cima no mapa, sempre se achará superior”:

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Ora, se for necessário inverter o mapa-múndi para que os brasileiros se sintam felizes e reconciliados com eles próprios, então que o façam; Ninguém impede o Brasil de inverter o mundo! (more…)

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