perspectivas

Sexta-feira, 21 Junho 2019

O carro eléctrico não tem futuro! Não se deixem enganar pela Esquerda!

Anúncios

Quarta-feira, 27 Março 2019

Feminismo significa “mulismo”

 

É falso que “o feminismo prossegue a igualdade de género (equidade)”; “feminismo” e “equidade” são conceitos contraditórios, por um lado, e, por outro lado, “igualdade” não é a mesma coisa que “equidade”.

Aconselho à senhora que escreveu aquele texto que aprenda alguma coisa com a Janice Fiamengo.


O conceito de “feminismo” tem mudado ao longo do tempo, e hoje “feminismo” é exactamente o oposto de “marialvismo”, ou seja, feminismo é sinónimo de “mulismo”, ou oposto de “machismo”.

Hoje, uma feminista é uma mula (em contraposição ao macho marialva).

feminismo actual web


O conceito de “equidade” deve ser entendido conforme foi concebido por Aristóteles :

A equidade é acção do espírito sobre a lei.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do direito porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

mineiros-feminismo-webSegundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito do que à lei e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.

A equidade é acção do espírito sobre a lei — em que esta (a lei) é subordinada àquele (ao espírito).

A equidade não significa que se justifique a existência de privilégios concedidos por intermédio do Direito Positivo — como, por exemplo, a restrição da liberdade individual quando o Estado impõe as chamadas “quotas de género” às empresas privadas, o que a Assunção Cristas também defende: aqui, não se trata de “equidade”: é mulismo (feminismo) puro e duro!

A equidade não garante igualdade de rendimentos (ou igualdade de qualquer outra coisa) — exactamente porque “equidade” não é a mesma coisa que “igualdade”. Esta confusão generalizada entre “igualdade” e “equidade” mexe-me com os nervos.

Segunda-feira, 18 Março 2019

A Razão por que o deputado Bruno Vitorino tem razão

 

Hoje é preciso afirmar pública- e peremptoriamente não só o que é óbvio, mas também o que é auto-evidente.

Há quem diga que a culpa da loucura modernista é de Kant; Kant tem as costas largas. Kant pode ser culpado de muitas coisas, mas não de negar o óbvio e o evidente. Kant foi o último iluminista: o problema da modernidade veio depois dele, já no século XIX, por exemplo, com a influência da Cabala Zoah na filosofia alemã e desde o idealismo monista de Hegel, na esteira de Friedrich Schleiermacher e de Jakob Böhme — já não falando nos monistas Schopenhauer, Lessing, Schelling, todos eles adeptos de uma qualquer forma de monismo.

… a irracionalidade voltou a estar na moda…

O problema da modernidade não tem a sua causa directa no Iluminismo (ao contrário do que se diz por aí), mas antes escora-se no Idealismo do século XIX e nas suas sequelas e antíteses (incluindo Karl Marx, que foi buscar a Hegel não só a visão monista do mundo, mas também a dialéctica 1). Como escreveu Nicolás Gómez Dávila : “os monismos transformam-se em panteísmos quando estão em mãos limpas; e em materialismos quando em mãos sujas”.

O pior que nos poderia ter acontecido não foi Kant: foi Hegel ! O espírito crítico sempre foi uma tradição cristã — por exemplo, com S. Tomás de Aquino, ou com Santo Agostinho. No entanto, são os hegelianos actuais (mais ou menos encobertos e disfarçados) que criticam Kant.

Hoje é preciso afirmar pública- e peremptoriamente não só o que é óbvio, mas também o que é auto-evidente.

Por exemplo, é preciso afirmar peremptoriamente que existe uma diferença biológica (cientificamente comprovada) entre a categoria dos homens, por um lado, e a categoria das mulheres, por outro lado. Mas quem afirma essa diferença, que é evidente, corre actualmente o risco de ser sacrificado no altar da desumanidade. Isto nada tem a ver com o legado de Kant que foi um acérrimo crítico do dogmatismo ideológico e da “bovinidade” humana; e tem tudo a ver com o século XIX e do que se desenvolveu a partir dos jacobinos e quejandos, que adoptaram Rousseau.


A ideologia é inimiga do espírito crítico. Esta ideia traduz perfeitamente este trecho de uma tal Sónia Sapage que escreve no jornal Púbico:

« Há uma diferença “colossal” entre educar contra o preconceito e influenciar a orientação sexual de uma criança. Tal como há uma grande diferença entre ter o direito de optar entre fazer ou não fazer um aborto e obrigar alguém a fazê-lo, coisa que a lei nunca permitiu nem permitirá. E o mesmo acontece com a eutanásia. Será sempre uma opção sentida e consentida, nunca uma imposição. A liberdade também é isso: respeitar todas as opções.»

Vemos como ela mistura ali as coisas de adultos (aborto, eutanásia), por um lado, com as das crianças ( “educação” como sendo “sensibilizar crianças de 10 e 11 anos sobre diferentes orientações sexuais”), por outro lado.

A actual ausência de espírito crítico das elites permite que a diferença entre uma criança e um adulto se esbata: para as actuais elites, as crianças são uma espécie de “adultos em miniatura”. Ora, esta ausência de espírito crítico não tem nada a ver com Kant, e tudo a ver com o Romantismo que se seguiu ao Iluminismo.

O que se está a passar na nossa sociedade é tenebroso!; e muito complicado, porque a irracionalidade está na moda.

Hoje, quanto mais irracional se é, melhor apreço se tem da parte das elites! E isto tem a ver com o legado ideológico do Romantismo (Rousseau, Hegel, etc.) que descambou no niilismo de Nietzsche (outro romântico) e de Schopenhauer (outro), e depois, já no século XX, no niilismo existencialista de Heidegger e/ou Jean-Paul Sartre.


Gente que outrora pertenceu à Esquerda moderada, como por exemplo Hannah Arendt, é hoje completamente ignorada pelas elites. Hoje vive-se em um eterno presente (presentismo); eliminou-se o passado. Hoje, as elites não querem que se saiba de onde vieram as suas ideias que pretendem utilizar para controlar o mundo.

A partir de Rousseau, “a educação transformou-se num instrumento da política, e a própria actividade política foi concebida como uma forma de educação” (Hannah Arendt, “Entre o Passado e o Futuro”, 2006, pág. 186).

O papel desempenhado pela educação em todas as utopias políticas, desde a antiguidade até aos nossos dias, mostra bem como pode parecer natural querer começar um mundo novo com aqueles que são novos por nascimento e por natureza. No que diz respeito à política há aqui, obviamente, uma grave incompreensão: em vez de um indivíduo se juntar aos seus semelhantes, assumindo o esforço de os persuadir e correndo o risco de falhar, opta por uma intervenção ditatorial, baseada na superioridade do adulto, procurando produzir o novo como um “fait accompli” [um dado adquirido], quer dizer, como se o novo já existisse.

É por esta razão que, na Europa, a crença de que é necessário começar pelas crianças se se pretendem produzir novas condições, tem sido monopólio principalmente dos movimentos revolucionários com tendências tirânicas, movimentos esses que, quando chegam ao Poder, retiram os filhos aos pais e, muito simplesmente, tratam de os doutrinar.

A educação não pode desempenhar nenhum papel na política, porque na política se lida sempre com pessoas já educadas.

Ora, a educação não pode desempenhar nenhum papel na política, porque na política se lida sempre com pessoas já educadas [adultos]. Aqueles que se propõem educar adultos, o que realmente pretendem é agir como seus guardiões e afastá-los da actividade política. Como não é possível educar adultos [não é possível educar a Sónia Sapage!], a palavra “educação” tem uma ressonância perversa em política — há uma pretensão de educação quando, afinal, o propósito real é a coerção sem o uso da força. Quem quiser seriamente criar uma nova ordem política através da educação, quer dizer, sem usar nem a força ou o constrangimento nem a persuasão, tem de aderir à terrível conclusão platónica: banir todos os velhos do novo Estado a fundar.

Mesmo no caso em que se pretendam educar as crianças para virem a ser cidadãos de um amanhã utópico, o que efectivamente se passa é que se lhes está a negar o seu papel futuro no corpo político, pois que, do ponto de vista dos novos, por mais novidades que o mundo adulto lhes possa propôr, elas serão sempre mais velhas que eles próprios.

Faz parte da natureza da condição humana que cada nova geração cresça no interior de um mundo velho, de tal forma que, preparar uma nova geração para um mundo novo só pode significar que se deseja recusar àqueles que chegam de novo a sua própria possibilidade de inovar. [Hannah Arendt, idem].

Por isto tudo é que o deputado Bruno Vitorino tem razão.


Nota
1. A negação dialéctica não existe entre realidades, mas apenas entre definições. A síntese em que a relação se resolve não é um estado real, mas apenas verbal. O propósito do discurso move o processo dialéctico, e a sua arbitrariedade assegura o seu êxito.

Sendo possível, com efeito, definir qualquer coisa como contrária a outra coisa qualquer; sendo também possível abstrair um atributo qualquer de uma coisa para a opôr a outros atributos seus, ou a atributos igualmente abstractos de outra coisa; sendo possível, enfim, contrapôr, no tempo, toda a coisa a si mesma — a dialéctica é o mais engenhoso instrumento para extrair da realidade o esquema que tínhamos previamente escondido nela.” (Nicolás Gómez Dávila)

Sexta-feira, 15 Março 2019

É urgente derrotar Assunção Cristas

Assunção Cristas consegue ser pior do que Rui Rio: ao menos, este não esconde o que é.

Terça-feira, 12 Março 2019

O Observador e as escrevinhadoras com cabeça de alho-chocho

 

O maior problema que temos na nossa democracia não são já os ignorantes, mas antes é a ignorância dos licenciados das academias, detentores de alvarás de inteligência, e que escrevem nos me®dia — como é o caso da maior parte dos escriturários de alpaca que escrevinham no Observador. É o caso, por exemplo, de uma jovenzinha que dá pelo nome de “Teresa Cunha Pinto” (sempre e invariavelmente os três nomes!):

“A lei da paridade é não só uma lei extremamente discriminatória e por isso injusta como tenta favorecer um dos sexos em detrimento do outro quando o que deve estar em cima da mesa é o mérito. O mérito falará pelas mulheres e pelos homens deste mundo.

(…)

Uma sociedade igualitária prende-se com relações que se caracterizam pela entre-ajuda e pela correcta e justa divisão das responsabilidades. Não queiramos atribuir funções a cada um dos sexos quando enquanto sociedade conseguimos ver que a diferença nos une e nos torna, também, iguais”.

Ainda sobre a mulher, o feminismo e a lei da paridade

Aquela pobre criatura não se deu conta de que os dois parágrafos citados (e da sua lavra) são contraditórios entre si — porque a lei da paridade só faz sentido em uma sociedade igualitária. Não é possível (logicamente) ser contra a lei da paridade, por um lado, e por outro lado ser a favor de uma sociedade igualitária.

Atribuir funções endógenas a cada um dos sexos é inevitável; desde logo, por exemplo, porque o homem não pode parir. E ainda estou para ver quantas mulheres trabalham em minas de carvão, por exemplo.

mineiros-feminismo-web

Esta coisa do “feminismo” já começa a meter nojo; e este assunto só me incomoda porque a imbecilidade de certas mulheres (do género da supracitada) tem audiência garantida — este tipo de mulheres idiotas fazem escola, em uma espécie de imbecil colectivo que alimenta a idiotização progressiva (e progressista) da sociedade.

toxic-masculinity-500-web

Sexta-feira, 22 Fevereiro 2019

As empresas privadas vão começar a evitar contratar mulheres

 

Devido à nova lei feminazista que faz da denúncia feminina (contra os patrões) uma força política persecutória em relação às empresas privadas, é de esperar que as empresas privadas pensem duas vezes antes de contratar uma mulher.

A Esquerda é de tal forma “feminazista” que acaba por prejudicar as mulheres.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular”
(Nicolás Gómez Dávila).


A mulher do Frankenstein escreve aqui:

“Os homens ganham cerca de mais 26,4% do que as mulheres, uma média de 670 euros a mais.”

Mas ela não diz aonde foi buscar aquela percentagem; e até fico surpreendido como ela não diz que a percentagem é (por exemplo) de 24,4967889877765444% !

“Quando uma mulher encaixa nas estatísticas, ela já não serve para novelas” (ibidem). Ora, do que a mulher do Frankenstein fala é de uma “novela” (de uma narrativa ficcionada), onde a estatística é concebida para manipular.

O que é assustador é o facto de uma mulher qualquer poder subjectivamente chegar à conclusão de que (alegadamente) ganha menos do que o seu colega homem — independentemente das diferenças de funções desempenhadas por ambos —, fazendo uma denúncia ao Estado e trazendo problemas inúteis para qualquer empresa privada.

ana-sa-lopes-frankestein-web

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2019

O “racismo negro é inocente” (ou o “Bom Selvagem” de Rosseau)

 

Uma preta chamada Cláudia Silva escreve no jornal Púbico acerca do racismo, invocando a ideologia de uma americana branca radical de Esquerda (marxismo cultural).


1/ A ideia segundo a qual “só os brancos podem ser racistas” (que a tal Cláudia Silva invoca), é uma das maiores filhas-da-putice (é uma forma de racismo encapotada) que a Esquerda inventou para destruir a cultura europeia e ocidental:

“Para entendermos bem o que é o racismo, precisamos primeiro de diferenciá-lo do mero preconceito e discriminação. Preconceito refere-se a um pré-julgamento de uma pessoa com base no grupo social ou racial à qual ela pertence. Discriminação consiste em pensamentos e emoções, incluindo estereótipos, atitudes e generalizações que são fundamentadas em pouca ou nenhuma experiência e que são projectadas em todas as pessoas de tal grupo. Neste sentido, pessoas negras podem discriminar pessoas brancas, mas elas não têm o poder social ou institucional que transforma o preconceito e discriminação delas em racismo. O impacto do preconceito delas em relação às pessoas brancas é temporário e contextual. Pessoas brancas detêm o poder institucional para imbuir o preconceito racial em leis, políticas públicas e educacionais, práticas e normas societárias, de uma forma que uma pessoa negra não tem. Logo, uma pessoa negra pode exercer preconceito e discriminação, mas não pode ser racista, defende Diangelo”.

 

 

Ora, a África do Sul actual desmente a Esquerda.

(more…)

Quarta-feira, 23 Janeiro 2019

A Angela Merkel continua a tratar bem os seus (dela) “pedaços de ouro”

 

Já aqui mostrei um novo complexo habitacional para os imigrantes Maome(r)das amigos da Angela Merkel — os “pedaços de ouro”, como ela os chama — em Hamburgo.

Vemos aqui em baixo um novo complexo habitacional para os Maome(r)das amigos da Angela Merkel em Düsseldorf, num total de 98 apartamentos para 250 Maome(r)das (isto num país que tem 1,2 milhões de alemães sem-abrigo).

 

Sexta-feira, 18 Janeiro 2019

Os mais belos da Alemanha

Filed under: Alemanha,Angela Merkel,imigração,politicamente correcto — O. Braga @ 5:29 pm

 

Vemos na foto em baixo os “alemães” vencedores do concurso de beleza de “Miss e Mister Alemanha”.

miss-mr-saarland-web

(fonte).

A emasculação cultural marxista e a “masculinidade tóxica”

 

Segunda-feira, 14 Janeiro 2019

O paralamento português é unânime: a Terra é redonda

 

O parlamento aprovou esta sexta-feira, 11 de Janeiro, por unanimidade, os projectos de lei de Bloco de Esquerda (BE) e partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que definem que o sexo sem consentimento seja considerado crime de violação”.

E quem pense (basta pensar!) que a Terra não é redonda, incorre em crime de pensamento.

E basta que uma esposa (subjectivamente) se queixe à polícia de que o seu marido a “violou” na intimidade da cama de casal, para que o desgraçado do homem passe a ser criminoso — já não basta a legalização do divórcio unilateral e “na hora”: há que criminalizar o sexo conjugal.

Domingo, 6 Janeiro 2019

O politicamente correcto fora de controlo

Filed under: Esquerda,politicamente correcto,transgéneros — O. Braga @ 7:32 pm

A Esquerda pretende proibir tudo… excepto a libertinagem sexual.


Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.