perspectivas

Segunda-feira, 29 Maio 2017

Baizuo

 

Segundo o dicionário urbano, Baizuo é um termo chinês que significa “esquerdista branco” que advoga a paz e a igualdade apenas para satisfazer o seu ego e justificar a sua superioridade moral.

Um Baizuo apenas se preocupa com assuntos como a imigração, as minorias, os LGBT (Lesbian-Gay Bullying Totalitarian), o Aquecimento Global Antropogénico, etc., e vivem obcecados com o politicamente correcto ao ponto de importarem os valores do Islamismo e da Sharia em nome do multiculturalismo. baizuo-web


“In China for instance, they have a word for these people. They are called “baizuo” or the “white left” on social media. Which is interesting, because even though China has its fair share of socialists and communists, they don’t have a direct equivalent to our liberal snowflakes. Most of the Chinese are still fiercely nationalistic and anti-immigrant, regardless of political affiliation. That country just doesn’t have a large population of politically correct, affluent liberals (presumably, they were all killed off during the Great Leap Forward). So what does this term mean to the average Chinese citizen?

It might not be an easy task to define the term, for as a social media buzzword and very often an instrument for ad hominem attack, it could mean different things for different people. A thread on “why well-educated elites in the west are seen as naïve “white left” in China” on Zhihu, a question-and-answer website said to have a high percentage of active users who are professionals and intellectuals, might serve as a starting point.

The question has received more than 400 answers from Zhihu users, which include some of the most representative perceptions of the ‘white left’. Although the emphasis varies, baizuo is used generally to describe those who “only care about topics such as immigration, minorities, LGBT and the environment” and “have no sense of real problems in the real world”; they are hypocritical humanitarians who advocate for peace and equality only to “satisfy their own feeling of moral superiority”; they are “obsessed with political correctness” to the extent that they “tolerate backwards Islamic values for the sake of multiculturalism”; they believe in the welfare state that “benefits only the idle and the free riders”; they are the “ignorant and arrogant westerners” who “pity the rest of the world and think they are saviours”.

"Baizuo" Is The New Derogatory Term Millions Of Chinese Are Using To Describe America’s "White Left" Regressive Liberals

 

A diferença entre Assunção Cristas e Catarina Martins

 

A Catarina Martins é coerente, por mais estúpida que seja. Há pessoas estúpidas que são coerentes na sua estupidez, o que significa que a coerência é talvez a única virtude que possuem. Se alguém é estúpido mas é coerente consigo mesmo, essa coerência não deixa de ser uma virtude — aliás, afirmo isto na linha da Ética de S. Tomás de Aquino.

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Já a Assunção Cristas também é estúpida, mas é incoerente. Por exemplo, ela visitou a mesquita de Lisboa e foi ostracizada, remetida para um compartimento em jeito de um “apartheid de sexo”; mas, ainda assim, não aprendeu nada, o que demonstra a estupidez da criatura. Quando uma pessoa é estupidamente incoerente, não se lhe salva nada.

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Portanto, a diferença entre a Catarina Martins e Assunção Cristas é apenas de coerência estúpida: a primeira é estúpida coerente, e a segunda é estupidamente incoerente.

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Sábado, 27 Maio 2017

O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa

 

Ontem sintonizei a TVI24 e estava a dar uma entrevista do Carvalho com a Marisa Matias do Bloco de Esquerda; fugi para a SICN e estava a dar uma entrevista com o Francisco Louçã do Bloco de Esquerda. Desliguei a televisão, com medo de encontrar a Catarina Martins ou o João Semedo noutro canal qualquer.

É evidente que o Bloco de Esquerda é o partido político preferido pelos me®dia. Deve haver uma razão qualquer que eu desconheço — talvez seja o amor, “fogo que arde sem se ver, querer estar preso por vontade; servir a quem vence, o vencedor; ter com quem nos mata, lealdade”.

“Lealdade com quem nos mata”escreveu o Camões; os me®dia têm uma certa lealdade com o Bloco de Esquerda que nos mata. O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa, e os me®dia adoram.


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Salvador Sobral, o Homem que Salvou a Música, gostaria que não se noticiassem os atentados terroristas.

É uma ideia partilhada por muita gente, aquele tipo de gente que, horas antes do atentado de Manchester, marchara em Lisboa e no Porto contra a “cultura de violação”. Ao saber da marcha, que integrou 40 associações e quase tantas outras pessoas, julguei tratar-se de uma denúncia pública, e inédita por cá, da barbárie a que o Islão submete as mulheres. Erro meu. Afinal, a coisa fora motivada por uma cretinice a cargo de uns burgessos na Queima das Fitas.

Pelos vistos, meia dúzia de burgessos provam que uma sociedade é, toda ela, propensa a abusar de raparigas em autocarros, mas milhões de mutilações genitais, casamentos forçados, apedrejamentos e o genérico desprezo pela humanidade pouco dizem acerca da realidade islâmica. E as matanças cometidas em nome do profeta ainda dizem menos.”

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Gostaria de dizer aqui o seguinte: nunca ouvi a música do Salvador Sobral, e o personagem causa-me asco; parece ser uma versão soft da Conchita Wurst. Há qualquer coisa nele que é o orgulho do panasca que ainda não declarou publicamente que já “saiu do armário”.


O Alberto Gonçalves também escreve:

É injusto generalizar? Com certeza. Porém, a aversão a generalizações, ou o tal respeito trémulo pelo Islão, não tem corrido bem. Quando o resultado da reverência é este, talvez valesse a pena tentar a desconsideração e a afronta. Não temos nada a perder, principalmente se a alternativa é perder tudo.”

Não. No caso do terror islâmico, não é injusto generalizar. Aliás, sem a generalização não existiria a ciência, por exemplo. Um dos grandes problemas do pós-modernismo é a aversão à generalização, ou aquilo a que podemos chamar de “nominalismo radical”.


A ler: Hannah Arendt e o Islamismo

Terça-feira, 23 Maio 2017

Feminismo, opressão patriarcal, e #mulhernãoentra

 

Um texto de uma tal Paula Cosme Pinto, que eu desconhecia (não conheço muita gente em Lisboa, nem quero conhecer), e que é de difícil classificação. O título é: Não queiram obrigar ninguém a ser feminista.

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Vamos resumir o texto:

  1. ser feminista é uma condição superior à do comum dos mortais;
  2. o feminismo é uma ideologia superior;
  3. o feminismo é uma ideologia que tem como base igualdade (entre os dois sexos), respeito e liberdade individual;
  4. o feminismo defende a “igualdade de género” independentemente da “igualdade de sexos”;
  5. o feminismo está na moda;
  6. o feminismo pretende que vivamos em um mundo igualitário;
  7. tal como acontece no Islamismo em que há maomerdanos radicais e/ou outros alegadamente moderados, assim também há feministas moderadas e feministas radicais;
  8. o feminismo “é sobre igualdade de escolha, tratamento e oportunidades”;
  9. definição de feminismo: “ movimento que preconiza a igualdade de direitos entre homens e mulheres”.

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1/ Comecemos pela definição de “feminismo”, segundo o dicionário: “movimento ético, político e cultural que preconiza a igualdade de direitos entre homens e mulheres”.

Trata-se de uma definição nominal, que assenta em uma convenção prévia. Se seguíssemos outra convenção qualquer, o termo “feminismo” poderia ter outra definição qualquer. Portanto, tratando-se de uma definição nominal, convencionou-se que o feminismo é um movimento que preconiza a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

Mas, para além da definição nominal convencionada e muitas vezes politicamente correcta, existe a definição real de “feminismo”, que é a que resulta das características invariavelmente observadas a partir dos dados da experiência.

Ou, por outras palavras: as coisas são o que são, e não aquilo que se convenciona que são; se nós chamarmos “pedra” a um pau, o pau não passa por isso a ser pedra. As definições nominais valem o que valem; e é a definição real de “feminismo” — aquela que nos chega da observação dos dados da experiência — que é importante.

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2/ Quando se fala de “igualdade entre homem e mulher”, estamos a falar de uma impossibilidade objectiva. Não é possível uma “igualdade entre homem e mulher”. Mesmo que um homem corte o pénis e uma mulher retire o útero, nunca seriam “iguais”.

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3/ Só se pode falar em “igualdade de direitos” entre o homem e a mulher no Direito Natural. Todos os seres humanos são iguais face ao Direito Natural.

Ou, por outras palavras: o Direito não se pode fundar sobre os factos (não são os factos que fazem o Direito; no caso vertente, o facto de a mulher e o homem serem diferentes: essa diferença é um facto objectivo e natural); no entanto, somos obrigados a reconhecer (a partir dos dados da experiência) que os factos nos impõem o Direito.

Isto não significa que vejamos na Natureza um “modelo do Direito” (!); mas antes significa que os seres humanos são obrigados a instaurar o Direito em função da Natureza.

É certo que o Direito pode “corrigir a Natureza” nas diferenças entre os dois sexos através da Razão humana, mas essa correcção não implica que “se faça de conta que a Natureza não existe”, mas antes essa correcção é feita através do conceito aristotélico de “equidade” — mas nunca com a “igualdade” que é objectivamente impossível.

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Neste sentido podemos dizer que, em determinados casos, o Direito Natural rectifica o Direito Positivo — porque o Direito Positivo não elimina o problema de saber o que funda o Direito, a não ser reduzindo a norma legal ao facto (transformando o Código Civil e o Código Penal em autênticas bibliotecas com vários apêndices) e à sua lógica interna (o Direito Positivo que se alimenta burocraticamente a si próprio, em função da total discricionariedade das elites políticas).

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Sábado, 20 Maio 2017

Estudo recente: o conceito de “pénis” é uma construção social

 

O Bloco de Esquerda e o Partido Socialista vão ficar exultantes!


“Abstract: Anatomical penises may exist, but as pre-operative transgendered women also have anatomical penises, the penis vis-à-vis maleness is an incoherent construct. We argue that the conceptual penis is better understood not as an anatomical organ but as a social construct isomorphic to performative toxic masculinity.

Through detailed post-structuralist discursive criticism and the example of climate change, this paper will challenge the prevailing and damaging social trope that penises are best understood as the male sexual organ and reassign it a more fitting role as a type of masculine performance.

1. Introduction

The androcentric scientific and meta-scientific evidence that the penis is the male reproductive organ is considered overwhelming and largely uncontroversial. It is true that nearly all male-gendered persons who were also male at birth have a genital organ that, among other purposes, carries the duct for the transfer of sperm during copulation. This organ is usually identified as the penis, and for many “males” it serves the role of their reproductive organ. There are, however, many examples of persons with penises who will not reproduce, including those who have sustained injury, are unable to coerce a mate, are uninterested in producing offspring, are medically infertile, or identify as asexual. While these examples may still constitute “males,” it is distinctly fallacious to identify their penises as reproductive organs. Furthermore, there are many women who have penises. These are specifically pre-operative transgendered women and chromosomal “males” who choose to identify as women without indicating a desire to transition (…).”

The conceptual penis as a social construct

Conforme se explica aqui, trata-se de uma paródia de dois professores universitários americanos.

 

Quarta-feira, 17 Maio 2017

A classe política espanhola falsificou as estatísticas da violência doméstica

 

A classe política espanhola falsificou os números estatísticos para justificar uma “lei de violência de género” em que só a mulher é vítima.

“Y como la cifra real de víctimas no correspondía a ese esquema (había casi empate técnico de muertes masculinas y femeninas en el ámbito doméstico) se falsearon las cifras y se amañaron las estadísticas, eliminando las muertes de menores, ancianos y hombres, de suerte que apareciera únicamente la mujer.

Era preciso justificar que se iba a hacer una Ley de Violencia de Género y, sobre todo, era preciso justificar el maná de la Unión Europea del que se iban a beneficiar consejerías, expertos, psicólogos sociales, despachos de abogados y asociaciones feministas.”

A chave da vigarice da “lei de violência de género” é… 24 mil milhões de Euros!, para alimentar uma série de chulos e putas politicamente correctos que se abotoam com o dinheiro “dado” pela União Europeia.

Ley de Violencia de Género / Así falsearon PP y PSOE la cifra de mujeres maltratadas

A simbologia da “libertação” da mulher vale mais do que a vida de qualquer homem

 

An "extraordinary" Oxford University student who stabbed her ex-boyfriend in the leg may avoid jail as it would affect her career prospects, a judge has said.

Oxford student Lavinia Woodward ‘may avoid jail’ for knife attack

A estudante de medicina em Oxford, Lavinia Woodward, espetou uma faca da cozinha no seu namorado. O juiz inglês decidiu não lhe aplicar pena de prisão para não prejudicar os seus estudos de medicina.


Numa sociedade machista, como é a sociedade ocidental — machista, sexista, homofóbica, transfóbica, patriarcal, etc. —, temos que manifestar a nossa admiração por aquele juiz que, entre dois valores — uma faca espetada num homem, por um lado, e um curso superior de uma mulher, por outro lado —, escolheu o mais elevado, porque a ferida da facada acaba por sarar, ao passo que a interrupção do curso de medicina retiraria àquela mulher a hipótese de pertencer à futura elite da sociedade.

E mesmo que o namorado tivesse morrido em consequência da facada, ela não deveria ser presa, porque a simbologia da “libertação” da mulher vale mais do que a vida de qualquer homem.

Domingo, 14 Maio 2017

¿Por que é que o Salvador ganhou o festival da Eurovisão?

 

Há “coisas” que ajudam muito!

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Dantes era a t-shirt do Che; hoje é a t-shirt dos “refugiados” Maomerdas. É chique! Está na moda! Fica bem! Ajuda muito a ganhar a Eurovisão.

Sábado, 13 Maio 2017

A mente de uma tal Faranaz Keshavjee cristalizou no sistema ortorrômbico

 

Eu não sei quem é essa tal Faranaz Keshavjee, mas parece que é amiga de gente importante na política e na religião. E escreveu esta merda. O leitor tenha paciência e leia; não que eu lhe recomende merda, mas que é preciso ler merda para podermos apreciar qualquer escrito sublime. Sem o vislumbre da merda não podemos dar valor ao que realmente nos transcende em beleza. Por isso é que Deus permitiu a existência do Islamismo: para que possamos dar valor a religiões superiores e mais sublimes como o Budismo ou o Cristianismo.

Segundo a Faranaz Keshavjee (que eu ainda não vi), o profeta Maomerdas “foi um pioneiro do feminismo islâmico” (sic).

O profeta do Islão parece ter tido a inspiração liberal e libertadora, ao falar de Maria como falou, e reconhecer-lhe o protagonismo, dedicando-lhe um capítulo inteiro do Alcorão. Esta minha ideia poderá servir de hipótese de trabalho, a partir da qual se possa investigar sobre os primórdios de uma matrilinearidade islâmica, ou de uma nova ordem social assente numa teologia mais paritária em matéria de género. Independentemente de estar certa ou errada relativamente a uma profecia de paridade de género, o que é certo é que precisamos urgentemente de teólogas e juristas do sexo feminino. Tenho-o dito, por exemplo, a estudantes de direito que me consultam para conhecer a Sharia islâmica”.

Essa senhora Faranaz Keshavjee (que eu não vi) só pode estar a brincar; ou como escreveu o Olavo de Carvalho, ela fala para o imbecil colectivo de que fazem parte as luminárias intelectualóides referidas no texto.

Um indivíduo que tinha nove mulheres, e uma delas apenas com 9 anos de idade, é, segundo a opinião da Keshavjee “que não vi”, é um “pioneiro do feminismo islâmico”. Se o Maomerdas pedófilo é “o pioneiro do feminismo islâmico”, imaginem agora o que será o machismo islâmico!

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“A teologia de tipo matrilinear ausente nas teologias abraâmicas poderá ser tema para debates e tenho a certeza de que produziria novidades interessantes a este mundo (ainda) profundamente misógino”.

Se existe “teologia matrilinear” implícita, é no Judaísmo — onde um filho de uma judia é automaticamente judeu, e um filho de um judeu não é automaticamente judeu. Não há nada de “matrilinearidade” no Islamismo, absolutamente nada.

Sexta-feira, 5 Maio 2017

#MulherNãoEntra : o que elas querem é só o “bem-bom”

 

Bangladesh sewer cleaner has to dive into liquid filth to claw out blockages

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Quando uma feminista vier com a “cumbersa” do costume, diz-lhe para ela ir fazer o trabalho deste porco machista.

A Europa está a destruir o chamado “terceiro-mundo”

 

Um dos argumentos dos neoliberais e da Esquerda radical ( Les bons esprits se rencontrent… ) em relação à defesa da imigração irrestrita, é a de que “os que emigram para a Europa são os melhores dos países do terceiro-mundo, e por isso ficamos a ganhar com essa imigração”. Já ouvi este argumento em gente do CDS/PP e do Bloco de Esquerda.

Porém, essa gentinha não têm em conta o Princípio de Pareto: se, dos países africanos, por exemplo, emigram os 20% melhores, ficam lá os 80% que menos produzem e menos criam riqueza; e se desses 80% menos produtivos, emigrarem os 20% melhores, esses países acabam por entrar em uma espiral de auto-destruição.

E, em relação à Europa, chega-se a um ponto em que a qualidade dos imigrantes adultos é de tal forma deficiente que eles não sabem sequer ler e escrever a sua própria língua — como acontece hoje com os imigrantes do Oriente Médio e de África, porque os 20% melhores dos vários países já tinham emigrado para a Europa na “primeira leva”, por assim dizer.

Hoje, a Europa está já a levar com o “refugo”, ou seja, com os 80% do pior que existe nos países de imigração. E, como muito bem demonstrou Hannah Arendt, os adultos não se educam: educam-se as crianças, mas não os adultos. Faz falta, à classe política europeia, ler um poucochinho disto e daquilo.

A imigração em massa está a destruir os países de origem da imigração, graças à enorme ignorância de gente como Ângela Merkel e/ou Catarina Martins. Puta que as pariu!

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Terça-feira, 2 Maio 2017

Alexandre Costa, um burro que escreve no Expresso

 

Vejam o título de um artigo do Expresso escrito por um tal Alexandre Costa — ao que parece, feminista, homófilo, e anti-patriota.

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Hoje, quem não oferece o cu, é “homófobo”; quem é patriota, é “racista”; e quem não é efeminado e feminista, é “misógino”.

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