perspectivas

Quinta-feira, 23 Junho 2016

BREXIT: a Esquerda aliou-se às classes mais altas

Filed under: Política — O. Braga @ 11:03 am
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A Esquerda europeia e britânica aliou-se às classes altas do Reino Unido. Quem luta pelo LEAVE são as classes trabalhadoras e os mais pobres.

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Quinta-feira, 16 Junho 2016

Morreu a “Catarina Martins do Reino Unido”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:20 pm
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A deputada britânica Jo Cox, assassinada hoje, era uma espécie de “Catarina Martins do Reino Unido”. Como é óbvio, o acto cometido é condenável; mas revela a actual radicalização da política no Ocidente, e particularmente na Europa.

“Quem semeia ventos, colhe tempestades” — diz o povo.

É bom que a classe política pare para pensar um pouco, em vez de insistir na radicalização política; na Europa, já vivemos em uma guerra civil de baixa intensidade, e com tendência para se agravar a situação.

Domingo, 12 Junho 2016

Mais vale arrebentar, para começar de novo. O que começa mal, tarde ou nunca se endireita.

Filed under: Política — O. Braga @ 9:46 am
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Sexta-feira, 3 Junho 2016

O Direito Positivo nunca substituirá a moral

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:24 am
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“A Secretária de Estado da Inclusão explica o novo diploma e admite que é nos “estabelecimentos que implicam maior espera para atendimento" que podem vir a existir algumas situações de conflito, até as novas regras estarem interiorizadas.”

Passou a estar na lei: deficientes e grávidas têm sempre prioridade nas filas

Aquilo que, até há pouco tempo, fazia parte dos bons costumes, foi destruído pela classe política “democrática”; e agora querem que a lei imponha coercivamente uma regra moral. Primeiro destruíram valores preciosos da cultura antropológica; e depois reforçam o poder do Estado em relação ao comportamento individual.

Mas os políticos que se desenganem: “um direito, digno desse nome, não caduca quando a força bruta do Estado acaba” (Rousseau). O Direito Positivo nunca poderá substituir a ética e a moral.


O historiador francês Pierre Chaunu escreveu — com a sua habitual precisão estatística — que em Paris até meados do século XVII, 57,5% dos testamentos exigiam aos herdeiros a reparação das ofensas cometidas pelo autor do testamento contra terceiros; e 42,4% garantiam o perdão por ofensas cometidas contra ele [P. Chaunu, “Mourir à Paris”, 1976]. Mais: segundo Chaunu, em 1400, a percentagem de cada um dos casos rondaria os 100%.

O hábito da restituição e da indemnização material à hora da morte, por ofensa, pela prática de usura, etc., era uma forma particular da prática geral. Confissão e restituição eram, para quem morria, um incidente importante e indispensável na sua passagem de cristão para o outro mundo.

Ou seja, esta prática testamentária fazia parte da cultura antropológica, e não da lei. Não havia nenhuma lei que a impusesse. Com o declínio dos valores cristãos na Europa, é hoje praticamente impossível que um qualquer usurário se tente redimir, à hora da morte, ressarcindo as suas vítimas mais notórias.

Quinta-feira, 2 Junho 2016

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado

 

Dois irmãos muçulmanos, filhos de pais imigrantes na Suíça, recusaram-se a cumprimentar, com aperto de mão, as professoras da sua escola, alegando que o Islamismo proibia qualquer contacto físico com gente do sexo oposto. Face a esta atitude, a escola permitiu que os dois muçulmanos deixassem de cumprimentar as professoras.

Mas o governo regional suíço decidiu que a recusa de apertar a mão das professoras é ilegal, e que os pais dos alunos que recusem apertar as mãos das professoras podem ter que pagar multas até 5.000 Euros.

Por isto vemos o efeito que a importação massiva de gente com culturas diferentes e até antagónicas, como é o caso do Islamismo, pode ter em uma sociedade europeia.

¿Por que carga de água o Estado pode obrigar alguém a apertar a mão a uma pessoa?! Está tudo louco?!

A imigração islâmica vai forçar a uma maior intervenção do Estado na sociedade, chegando ao absurdo de o Estado regular comportamentos individuais através de uma espécie de “Sharia estatal”.

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado. É isto que a Esquerda pretende com a imigração desregrada: o reforço do poder do Estado.

A Europa ainda está a tempo de evitar uma catástrofe civilizacional, restringindo drasticamente a imigração islâmica.

Quinta-feira, 19 Maio 2016

A razão por que não gosto de ver mulheres na política

 

Stefan Molyneux é um caso sério no debate ideológico. Aconselho os leitores a subscreverem o seu (dele) canal no YouTube.

Podem ver, aqui em baixo, um extracto de uma conversa de Stefan Molyneux com um casal sueco — extracto esse que eu próprio escolhi e publiquei (espero não ser censurado por violação de direitos de autor), e cuja conversa pode ser vista na íntegra, aqui.

¿Por que razão se instituiu o Estado-providência na Europa, e no Ocidente em geral?

Stefan Molyneux argumenta — e cheio de razão! — que o Estado-providência é produto do voto da mulher. A partir do momento em que a mulher passou a votar, o Estado-providência foi sendo construído até ao absurdo actual.

Esse argumento de Stefan Molyneux não significa que não existam mulheres que defendam um Estado mínimo — porque as há. Mas a maioria das mulheres europeias preferem a segurança de um Estado para-totalitário (como é o Estado-providência) em lugar da liberdade.

Domingo, 15 Maio 2016

Historicamente o comunismo (e o jacobinismo) não é russo: é ocidental!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:30 am
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Algum discurso do Olavo de Carvalho é marcado por um certo desespero, o que eu compreendo porque também o sinto. Este desespero é produto da realidade concreta e do facto de que aquilo a que Olavo de Carvalho chama de “comunismo”, ter surgido na Europa Ocidental cristã — nomeadamente na Alemanha, em Inglaterra e em França — a partir do século XVIII. Esta é a verdade histórica insofismável.

Ou seja, a Rússia não foi o berço do comunismo. O berço do comunismo foi a Europa Ocidental.

As ideias embrionárias do comunismo — nomeadamente o jacobinismo — foram levadas para os Estados Unidos (e para o Brasil) em duas fases: a primeira com o apoio à independência dos Estados Unidos por parte da elite iluminista europeia, por um lado, e com o positivismo ideológico, por outro lado; e posteriormente através da transferência da Escola de Frankfurt (marxismo cultural) para os Estados Unidos com o advento do nazismo.

Segundo estatísticas credíveis, a Rússia tem hoje 78% de praticantes cristãos. Na Europa Ocidental, a percentagem de cristãos praticantes está muitíssimo longe dos números actuais da Rússia.

Ou seja, o comunismo permanece onde nasceu: na Europa Ocidental — depois de ter sido exportado para os Estados Unidos. O problema está na Europa Ocidental, e não na Rússia. O inimigo a combater é a Europa Ocidental. O nosso inimigo, enquanto europeus, encontra-se no nosso seio, como aliás atestam as múltiplas guerras internacionais e civis que aconteceram na Europa Ocidental desde a Revolução Francesa.

A Rússia voltou hoje a uma espécie de czarismo sem czar — e não ao comunismo (como defende Olavo de Carvalho). Não podemos saber o futuro, mas o possível retorno da Rússia ao comunismo só poderá ser feito à custa de muito derramamento de sangue, tendo em conta os tais 78% de cristãos praticantes na Rússia.

No tempo dos czares, a Rússia tinha uma polícia política interna formidável, e uma rede de espiões internacionais muito mais sofisticada do que a de muitos países da Europa Ocidental — a tal ponto que o próprio czar Pedro, O Grande, andou disfarçado e anónimo em Inglaterra a espiar a construção naval inglesa, informação essa que depois ele utilizou para desenvolver a construção naval bélica na Rússia. Nessa época ainda não havia comunismo na Rússia.

Ao contrário do que diz Olavo de Carvalho, a quantidade de espiões na Rússia não é característica do comunismo; tem uma tradição mais antiga que vem do tempo dos czares.

Em suma: historicamente, o comunismo (e o jacobinismo) não é russo: é Ocidental! Metam esta merda na cabeça!

Sábado, 14 Maio 2016

A herança céltica marcou a viragem do paganismo para o Cristianismo na Europa

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:45 am
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Um monge que nasceu na região dos Brigantes, (de origem celta), em Inglaterra, e de seu nome Beda, ou Beda Venerabilis, ou Santo Beda (canonizado pela Igreja Católica), escreveu na sua obra-prima “História da Igreja”, na primeira metade do século VIII, sobre um episódio sobre a decisão tomada em 627 d.C. por um rei de origem celta, acerca da adopção ou rejeição do Cristianismo.

Um dos filhos do rei celta disse ao pai:

“Meu rei, a vida actual das pessoas na Terra, em comparação com aquele tempo que nos é desconhecido1 , parece-me semelhante aos momentos em que tu te sentas à mesa com os teus príncipes, no Inverno. A lareira está acesa e aquece a sala, mas, lá fora, ruge uma tempestade de neve.

De repente, vem um pardal e voa rapidamente pela sala — entra por uma porta e sai por outra.

Enquanto está dentro da sala, fica protegido da tempestade de Inverno. No entanto, depois de ter voado pelo pequeno espaço agradável, desaparece dos teus olhos e regressa ao Inverno. Assim, também esta vida é apenas como um único momento. Não sabemos o que lhe antecedeu, nem o que se lhe segue. Portanto, se esta nova religião2 nos proporcionar uma maior certeza sobre isso, em minha opinião, é correcto segui-la”.

Foi assim que os descendentes do povo celta dos Brigantes se converteram ao Cristianismo, deixando o paganismo — usando a inteligência que caracteriza os celtas. Obviamente que esta estória é mítica, mas um mito não é necessariamente falso.


celtas-de-mirandaEu nasci no norte de Portugal, toda a minha família ancestral, desde o princípio da nacionalidade (pelo menos) é oriunda do norte de Portugal entre o rio Douro e o rio Minho.

Nesta região, a origem étnica primordial é céltica. Depois vieram os romanos, que se estabeleceram mais na zona centro do país do que no norte. Mais tarde vieram os suevos (uma elite de cerca de 30 mil) que dominaram a população celta no norte de Portugal (com a capital sueva em Braga), e mais tarde os visigodos, oriundos de Espanha (cerca de 100 mil, com a capital em Toledo, Espanha), dominaram os suevos mas não emigraram em massa para o norte de Portugal (a influência étnica visigótica no norte de Portugal é pouco relevante).

Para além do norte de Portugal, existem na Europa outras nações celtas, a ver: a Galiza (Espanha), Astúrias (Espanha), Bretanha (em França), Gales (Reino Unido), Cornualha (Reino Unido), Ilha de Man (Reino Unido), Escócia (Reino Unido), e Irlanda.


Notas
1. o passado primordial, e o tempo de antes do nascimento da pessoa
2. o Cristianismo

Terça-feira, 19 Abril 2016

Vêm aí os turcos! Apertem os cintos!

Filed under: Política — O. Braga @ 3:42 pm
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“Le Parlement européen a voté par 375 voix contre 133 l’initiative du président chypriote Nicos Anastasiades, qui a demandé à la présidence néerlandaise de l’Union d’ajouter le turc aux 24 langues officielles de l’UE, dans l’espoir de faciliter les efforts en faveur de la réunification de l’île.”

Le turc est devenu une « langue officielle de l’UE »

mulher-turca

Domingo, 17 Abril 2016

Música desta só foi possível ser criada graças ao Cristianismo

Filed under: Religare — O. Braga @ 7:26 pm
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Não se ouve música desta qualidade em nenhuma outra civilização.

Segunda-feira, 11 Abril 2016

Um bom artigo para o Carlos Fiolhais e a Helena Damião lerem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:30 pm
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O Professor universitário dinamarquês Helmuth Nyborg é especialista na área da ligação entre as hormonas e a inteligência, e escreveu isto:

“In 2012 I wrote the article "The decay of Western civilization: Double relaxed Darwinian Selection". It assessed the effect of the Europeans having few children and immigrants with low IQ many, and concluded that Westerners will soon be a minority in Europe, and that the average IQ drops so much that prosperity, democracy and civilization is threatened”.

Professor: – Civil war is most likely

Também o podem ler a Raquel Varela, o Jugular, e a Esquerda em geral.

Sábado, 9 Abril 2016

O Anselmo Borges e o Islamismo secularista

Filed under: Política — O. Braga @ 12:06 pm
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O Anselmo Borges escreve aqui um artigo sobre a diferença entre laicismo, por um lado, e laicidade, por outro lado. Em vez de “laicidade”, eu prefiro usar o termo de origem inglesa “secularismo” (para evitar confusões etimológicas).

Portanto, temos a antinomia entre laicismo e secularismo.

O texto do Anselmo Borges é consensual, até por mim. “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é Deus”, afirmou Jesus Cristo. O Estado não tem que se meter na religião, nem a religião deve governar o Estado. Estou de acordo com o Anselmo Borges.

Porém, “neutralidade do Estado em relação às religiões” — supostamente como o oposto de “teocracia” — é um sofisma; porque as religiões não podem ser ignoradas pelo Estado em função da sua representatividade social e cultural. Ou seja, o Estado não deve tratar de forma igual a Igreja Católica com, digamos, 3 milhões de fiéis, e o Islamismo com 10 mil seguidores. Ora é esta falsa “neutralidade do Estado” que é praticada pelos governos da democracia, em nome do secularismo.

Por outro lado, e ao contrário do que parece pensar o Anselmo Borges que cita “o prestigiado filósofo muçulmano” Abdennour Bidar, o Islamismo não é uma religião como outra qualquer religião universal, por exemplo, o Budismo, Hinduísmo ou o catolicismo. O Islamismo é uma religião política, assim como o marxismo é uma religião política: a diferença é que a primeira é dualista (no sentido metafísico), e a segunda monista (no mesmo sentido).

O Islamismo é um princípio de ordem política.

Isto significa o seguinte: converter o Islamismo ao secularismo é colocar em causa os princípios do próprio Islamismo. É fazer com que o Islamismo se negue a si próprio. É colocar em causa o próprio Alcorão. É uma impossibilidade objectiva.

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