perspectivas

Segunda-feira, 1 Fevereiro 2016

The vicious snake (voz de Donald Trump)

Filed under: Geral — O. Braga @ 6:10 pm
Tags: ,

 

Domingo, 24 Janeiro 2016

O Islão afia as garras na Alemanha

 

Lembram-se do Grupo Baader-Meinhof?

É verosímil que apareça na Europa e na Alemanha um grupo armado e clandestino de sinal contrário, ou seja, não só anti-esquerda como anti-islâmico — e isto porque as instituições políticas europeias, comandadas pelo politicamente correcto que impera nos Estados Unidos de Obama, se afastaram dos anseios dos povos europeus.

É provável que esse grupo armado e clandestino anti-esquerda e contra o politicamente correcto tenha o apoio tácito (indirecto) da Rússia de Putin.


“Germany needs to ban alcohol if it wants to prevent further sexual violence and to help North African migrants integrate into society, a Muslim pressure group has claimed.

Commenting on the Cologne sex-attack controversy, MuslimStern, which has 20,000 followers on Facebook, said its mission was to ‘highlight the way the media was using the incidents to promote racism against minorities’.

The group complained that the female victims had brought the unwanted attention to themselves by dressing in a manner that North African men were not accustomed to”.

Germans must ban ALCOHOL if they want to prevent further sex attacks and help North Africans integrate, says Muslim group

Um movimento político islâmico defende publicamente a ideia segundo a qual a única forma de evitar a violência islâmica na Alemanha é fazer com que os alemães sigam as regras do Islão.

Dada a indiferença da classe política europeia (maçónica) perante o que se está a passar, não me admira nada que comecem a surgir atentados organizados contra mesquitas e bairros islâmicos.

Movimento Identitário Europeu

 

Lambda_-_Identitäre_Bewegung.svg

Legendas em inglês

A cultura antropológica ocidental está inferiorizada

 

Vemos aqui em baixo duas fotografias: a primeira, a de uma paragem de transportes públicos na Rússia; e a segunda a de uma paragem em um país anglo-saxónico. Obviamente que ambas as imagens reflectem excepções: nem todas as paragens de “bus” são assim nesses países; mas as fotografias dão uma ideia das abissais diferenças culturais existentes entre o Ocidente, por um lado, e a Rússia, por outro lado.

paragem-na-russia-web

paragem-no ocidente-web

Racionalmente, é impossível defender a superioridade cultural do Ocidente. É esta uma das razões por que o Islão avança pela Europa adentro: o Ocidente perdeu autoridade moral.

Os Estados Unidos estão na frente do movimento de decadência ocidental. Por isso é que surgiu o fenómeno de Donald Trump, que é uma tentativa desesperada (e quase patética) de travar (sem sair do sistema político existente) o que parece ser inevitável: o desabar da cultura antropológica que sustenta o sistema político. A propriedade privada e as convicções religiosas começam a ser colocadas em causa nos Estados Unidos através do judicialismo que substitui a política:

13.000 dollars d’amende pour un couple de fermiers américains qui refuse d’accueillir un « mariage » homosexuel

Os Estados Unidos de Obama e comandita representam hoje a frente de Esquerda internacional.

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

Os belgas andam a ficar muito bronzeados

 

Eis a fotografia de um belgasegundo os me®dia — detido ontem e ligado aos atentados de 13 de Novembro em Paris.

belga-moderno

Repare-se nas semelhanças com o capitão Haddock, do Tintim.

Captain_Haddock

Quinta-feira, 14 Janeiro 2016

Entrevista com jovens imigrantes muçulmanas na Alemanha

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:10 pm
Tags: , , , ,

 

 

As diferenças culturais são de tal forma grandes que é praticamente impossível uma integração dos imigrantes muçulmanos na Alemanha ou em qualquer país europeu.

Segunda-feira, 11 Maio 2015

O Quim tem razão

 

O Quim escreveu o seguinte:

“É altura de começarmos a pensar em sair do Euro, uma moeda forte não é viável num país socialista.”

Eu acho que ele tem razão. Por isso é que a Suíça não está no Euro: é um país socialista. E no Reino Unido, ainda agora ganharam os socialistas as eleições, e por isso é que este país não está no Euro — já não falando na Dinamarca, Suécia e na Noruega, onde predomina o socialismo estalinista. E a Hungria, que é um país socialista que tem uma taxa única de IRS de 16%, também não está no Euro, o que é sintomático da superioridade e da liberdade da economia na zona Euro.

Já a França, por exemplo, que está no Euro, não é socialista — como é evidente! O Euro é incompatível com o socialismo! O Quim tem razão.

Segunda-feira, 7 Abril 2014

Marine Le Pen e o laicismo

Filed under: Democracia em perigo,Europa — O. Braga @ 5:38 am
Tags: , , , , ,

 

A diferença essencial entre Marine Le Pen (e o PNR português), por um lado, e François Hollande, por outro lado, é a de que a primeira é nacionalista, ao passo que o segundo é internacionalista. Em tudo o resto não há grande diferença.

Um homem da Direita propriamente dita não pode aceitar que o Estado se meta na acção das organizações e instituições da sociedade civil em geral, e das religiões em particular. Se eu fosse francês, Marine Le Pen não teria o meu voto.

Quarta-feira, 12 Fevereiro 2014

A Bélgica prepara uma lei para assassinar crianças

Filed under: ética — O. Braga @ 7:32 am
Tags: , , , , ,

 

Sábado, 8 Fevereiro 2014

Um estudo económico revela que a Holanda estaria muito melhor se não pertencesse à União Europeia

Filed under: economia,Europa — O. Braga @ 8:24 pm
Tags: , , , ,

 

O político holandês Geert Wilders mandou fazer um estudo económico acerca de uma possível saída da Holanda da União Europeia, e esse estudo revelou que a eventual saída desse país da União Europeia significaria um aumento do PIB holandês de 10 a 13%, e que cada família holandesa seria beneficiada em cerca de 10.000 Euros.

O estudo, publicado na Quinta-feira, 6 de Fevereiro passado, pela empresa de consultadoria Capital Economics — e que os me®dia portugueses abafaram, como é hábito, e costume da sub-informação me®diática portuguesa —, diz que que Holanda teria um proveito entre 1 bilião (trilião americano) e 1,5 biliões de Euros em um horizonte temporal até 2035, se esse país abandonasse a União Europeia em 2015.

Ler a notícia aqui.

Segunda-feira, 27 Janeiro 2014

A União Europeia, o Euro e a natalidade portuguesa

 

O Alexandre Homem de Cristo comete aqui um erro que é useiro e vezeiro por parte de uma certa “intelectualidade” ocidental (não é só portuguesa): a ideia segundo a qual a baixa taxa de natalidade está directamente ligada à economia.

O que eu vou dizer a seguir não pode ser provado, mas estou convencido de que se o ordenado mínimo nacional fosse neste momento de 5.000 Euros mensais e a taxa de desemprego fosse de 3 ou 4%, a taxa de natalidade portuguesa não aumentaria significativamente por isso. Aliás, temos o exemplo da Alemanha que demonstra o que eu quero dizer. Portanto, olhar para as “experiências internacionais”, como se sugere, não levará a nada, porque essas “experiências internacionais” — maioritariamente do Ocidente — serão apenas paliativos que “empurram” o problema demográfico lá mais para diante no tempo.

A evolução demográfica alemã tem-se salvado por causa dos imigrantes (maioritariamente islâmicos) que não deixam de se reproduzir. Mas, mesmo assim, a taxa de natalidade alemã está longe daquela que se verifica em França também graças aos imigrantes. Porém, os imigrantes de segunda geração tendem a seguir os valores da cultura dominante, o que significa que a taxa de natalidade actual na Alemanha e em França serão “sol de pouca dura”.

Portanto, a experiência diz-nos que a taxa de natalidade não é uma questão de dinheiro: o problema é outro, bem diferente, e de tal forma grave e complexo que nem quero falar dele aqui para não ser condenado à fogueira do politicamente correcto.

“Há uma enorme diferença entre a França e a Alemanha, quando 650 a 680 000 jovens que entram no mercado de trabalho na França, há menos de 350 mil na Alemanha. Calculamos que a taxa de desemprego seria se a Alemanha tivesse a mesma dinâmica populacional França: teria 1,5, 2.000,000 desempregados a mais. Alemanha pode-se dar ao luxo de ter uma política que só é bem sucedida no curto prazo, pois é uma população em declínio. No entanto, os países que tão diferentes como a Alemanha e a França em demografia, com uma taxa de fertilidade de 1,6 em comparação com 2,05 – que é uma grande diferença – são forçados pelo euro a terem a mesma política económica.”

A União Europeia está a caminho de uma guerra quando procurava a paz.

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

Um pouco de decoro não lhe ficaria mal

Filed under: IV Reich — O. Braga @ 7:28 pm
Tags: , , , ,

 

angela-merkel-na-praia-do-guincho

“Depois da pressão sobre os pares europeus para as subidas da idade da reforma, a coligação alemã decide agora fazer o contrário no seu próprio país”.

Alemanha vai baixar a idade da reforma para os 63 anos

Página seguinte »

O tema Rubric. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 730 outros seguidores