perspectivas

Segunda-feira, 15 Abril 2019

Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris (3)

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 9:05 pm
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Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris (2)

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 8:59 pm
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Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 6:53 pm
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Depois do recente fogo posto na igreja de Saint Sulpice, em Paris: agora, os Maome(r)das imigrantes pegaram fogo à catedral de Notre Dame em Paris.

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Domingo, 9 Dezembro 2018

O psicopata Macron já perdeu a autoridade moral e política — ele não se demite, e por isso só lhe resta ser assassinado (2)

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:00 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron arrasta uma mulher pelas ruas de Lyon.

O psicopata Macron já perdeu a autoridade moral e política — ele não se demite, e por isso só lhe resta ser assassinado

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:42 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron arrasta um manifestante pacífico pelas ruas de Paris.

A bandeira da União Europeia nos blindados da polícia do psicopata Macron

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:31 pm
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É para isto que vai servir o chamado “exército europeu”: para reprimir brutalmente a liberdade dos povos da Europa.

 

A força desproporcionada da polícia do psicopata Macron

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:23 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron dispara um cartucho de gás contra o estômago de um manifestante pacífico.

Sábado, 8 Dezembro 2018

A diferença entre Paris e Roma

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:19 pm
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Domingo, 15 Janeiro 2017

Boualem Sansal: "A França está no bom caminho para a total islamização".

 

Segunda-feira, 21 Novembro 2016

A esperança direitinha em François Fillon

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:11 pm
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A direitinha aposta na continuidade em França, mas com uma cara nova: François Fillon. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes: só muda o nome do comandante.

A vantagem de François Fillon em relação a Sarkozy é a de não ter os “rabos de palha” que este tem; e a vantagem de François Fillon em relação a Alain Juppé é a de este último ser um candidato do sistema (tal como era Hillary Clinton). Mas em quase tudo, François Fillon será a continuidade da política de François Hollande.

A direitinha pensa que encontrou o candidato ideal: muda-se a cara, mantendo-se o cu.

François Fillon é uma espécie de Angela Merkel de França.

Os “católicos politicamente correctos” (passo a contradição em termos), eternos bem-pensantes, incapazes de reconhecer a origem do mal que os aflige e que eles denunciam — irão votar François Fillon. Mas a islamização da França irá continuar, sob os auspícios de François Fillon; a política de imigração será exactamente a mesma da praticada por François Hollande; e a política externa francesa pouco mudará, mantendo-se a aliança com Merkel na hostilidade a Putin (e agora, a Trump).

A possível eleição de François Fillon significaria “empurrar os problemas com a barriga”; e quanto mais tempo se adiam as soluções para os problemas civilizacionais que atormentam a Europa e a França, mais violentas serão essas soluções no futuro.

Sexta-feira, 26 Agosto 2016

Há sempre o risco de ser um “fassista”, contra ou a favor do burkini

Filed under: cultura — O. Braga @ 1:49 pm
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Antes de lerem este “post” do João Távora acerca do burkini, peço que leiam estoutro meu sobre o mesmo assunto; mas leiam-no devagar, cogitando cada conceito — por exemplo, o conceito de “religião” que, segundo o João Távora (erradamente), não tem nada a ver com as antigas viúvas aldeãs portuguesas vestidas de negro e com lenço na cabeça.

O conceito de “religião” é assim reduzido a uma espécie de ideologia que contenha em si uma qualquer ideia de transcendência “sobrenatural” que a ciência não controla; e neste sentido, não passaria pela cabeça do João Távora considerar o materialismo dialéctico e/ou histórico como uma religião (embora o materialismo dialéctico não faça parte da ciência porque não é falsificável). E é também por isso que muitos “intelectuais” da treta consideram o Budismo como uma filosofia, e não como uma religião, alegadamente porque (dizem eles) se trata de um monismo imanente (imanência).


Foi Eric Voegelin que cunhou o termo “religião política” que caracterizou, por exemplo, os jacobinos, o romantismo do Positivismo, o marxismo, etc.. Até o ateísmo é uma espécie de religião desprovida de ritos comunitários, mas que inclui um conjunto comum de crenças que compreendem um aspecto subjectivo (o sentimento religioso da crença racionalista ou romântico-positivista). O empirismo e o puritanismo são duas faces da mesma moeda (o que justifica o puritanismo dos republicanos de 1910).

No fim da década de 1970, cheguei a ver homens e mulheres fisicamente separados (mulheres à direita, homens à esquerda na igreja), nas missas católicas em uma aldeia de Trás-os-Montes. Era o costume, dizia o povo; “que não tinha nada a ver com o Padre”. Portanto, é impossível separar os costumes, a moral, a ética, a estética, a metafísica, e portanto, a religião (ou “religiosidade” como soe moderno e prá-frentex dizer-se), da cultura.

burqui

O problema do burkini vestido por uma mulher islâmica (sublinho: islâmica) é o seu símbolo — é aquilo que o burkini simboliza através da cultura islâmica. Esse símbolo tem uma representação que é repugnante e que nunca existiu — nos mesmos moldes — na cultura europeia desde a Antiguidade Tardia.

Neste caldo de culturas em França, há duas possibilidades:

  • ou o burkini não é proibido, e as raparigas de raiz familiar islâmica passam a ser publicamente coagidas pela cultura islâmica a considerarem-se a si mesmas ontologicamente inferiores (de acordo com a ideologia política islâmica);
  • ou então o burkini é proibido e o laicismo transforma-se em uma religião de Estado em França, à maneira da ex-URSS.

Há uma terceira possibilidade, que não digo agora, porque não me apetece ser apodado de “fassista”.

Quarta-feira, 27 Julho 2016

A polícia francesa perde a paciência

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:45 pm
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Uma refugida islâmica recusa-se a sair de um campo de refugiados ad hoc que foi fechado pela polícia francesa.

É inevitável que, depois dos atentados terroristas islâmicos em França, a própria polícia francesa comece a perder a paciência com os “refugiados”: muita desta gente é mesmo refugiada de guerra, mas a maioria são imigrantes económicos ou gente da pior espécie. Cabe ao poder político estabelecer critérios de selecção que distinga os que são realmente refugiados, e os oportunistas; e é isto que os países da Europa não sabem fazer.

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