perspectivas

Terça-feira, 7 Abril 2015

A Grécia está a ser governada por doentes mentais

Filed under: Europa — O. Braga @ 1:10 pm
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“Greece has demanded nearly €279bn in reparations from Germany, more than the value of its current bail-out, as the cash-strapped country continues to pursue compensation for crimes carried out by the Third Reich.”

Greece demands €279bn from Germany in Nazi war reparations

A Grécia é um manicómio. Dentro desta União Europeia pouco normal e nada homogénea, só nos faltava um país de malucos. Cheguei à conclusão de que é melhor que a Grécia saia do Euro, porque é impossível lidar com psicóticos que não reconhecem qualquer responsabilidade na sua doença. Este ambiente de manicómio europeu é insuportável.

Um dia destes, os psicóticos que governam a Grécia irão pedir compensações financeiras à Itália por causa da ocupação romana na Antiguidade Tardia.

Terça-feira, 10 Março 2015

They are so tight they shit diamonds

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:35 pm
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“Wolfgang Schäuble ainda não percebeu que tem de fazer de conta. Fazer de conta que não manda assim tanto. Tipo falar sobre as reuniões antes das reuniões ou das decisões antes das decisões. Tem de fazer de conta que aquilo é mesmo um órgão colegial onde a opinião dos outros também conta. Mesmo que depois não interesse. Os americanos fazem isso lindamente. É uma questão de aprender.”

Quem escreveu isto ainda não percebeu que os alemães são tão apertados mentalmente e tão rígidos na sua compostura que cagam pedaços de diamante.  

Sexta-feira, 6 Março 2015

A Espanha está f*did*!

 

Aquilo que me chateia no “pensamento único” é que o Estado se meta, através dele, na minha vida privada; se o pensamento único não tiver nada a ver com a força bruta do Estado, então não me preocupa grande coisa.

Se toda a gente pensar da mesma maneira mas que não se coloque o Estado a vasculhar a minha casa, por mim podem pensar como quiserem.

tu-quoqueEm Espanha, os socialistas dizem que os neoliberais seguem um “pensamento único”, e estes dizem o mesmo daqueles. A verdade é que os neoliberais aproveitam-se do socialismo para aumentar impostos; e os socialistas aproveitam-se do neoliberalismo para ir reforçando o poder do Estado com o aumento dos impostos. A diferença é que uns chupam o povo de uma maneira, e os outros “xuxam” no povo de outra maneira. O que há de comum entre eles é que ambos defendem — na prática e por razões diferentes — aumento de impostos.

Portanto, o “pensamento único” é o aumento de impostos — seja para pagar a dívida pública rapidamente porque os Bancos alemães andam aflitos (os neoliberais) e não podem esperar, seja porque “a dívida pública não é para pagar” (os socialistas) e o “necessário aumento de impostos” serve para reforçar o poder absoluto do Estado.

Enquanto não se quebrar este “pensamento único” comum a neoliberais e socialistas, não saímos da cepa torta; ou então saímos do Euro. Neoliberais e socialistas fazem parte do problema, e não da solução.

Razão tinha o Salazar: quando chegou ao Poder (na década de 1920) só ia pagando os juros da dívida pública: o pagamento da dívida propriamente dita ficou congelado até meados da década de 1950. Mas hoje a Alemanha não facilita pagamentos, não obstante tenha tido condições muito favoráveis para o pagamento da sua dívida contraída com a II Guerra Mundial. “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa”.

“Liberalismo económico” com brutal aumento de impostos, para pagar a dívida pública aos Bancos alemães em uma década, é abuso de poder.

Quinta-feira, 5 Fevereiro 2015

É possível que a Grécia “fabrique” Euros “falsos”

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:05 pm
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Se o braço-de-ferro entre a União Europeia — comandada pela Alemanha — e a Grécia continuar, e estando eu convencido de que o Syriza não vai ceder grande coisa em relação à reestruturação da dívida grega, é bem possível que a Grécia mande imprimir notas de Euro para evitar uma corrida aos Bancos gregos (medida acompanhada por uma restrição drástica de movimento de capitais para o exterior do país) — uma vez que o BCE [Banco Central Europeu]  ameaça já cortar o financiamento da economia grega.

Quando o Banco Central da Grécia começar a imprimir Euros, isso significará que a Grécia estará oficialmente de saída da zona Euro e a preparar a introdução do novo dracma. E a responsabilidade política da sua saída será atribuída ao BCE [Banco Central Europeu]  e aos alemães. A acontecer isto, é bem provável que a dívida grega directamente conotada com  Alemanha não seja nunca paga: em um cenário medonho, a Grécia corta relações diplomáticas com a Alemanha.

Sexta-feira, 30 Janeiro 2015

Ou uma coisa, ou outra

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:38 am
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“Esta constatação de facto sobre as características do povo alemão persiste até hoje. Existem dois tipos clássicos de germânicos, o boçal defecador e o intelectual angustiado e profundo.”

Para onde vai o chucrute?

Diz-se uma coisa parecida dos italianos: quando um bebé italiano nasce, metem-lhe o dedo mindinho no ânus. Se ele chora, vai ser cantor; se não chora, vai ser fanchono.

Terça-feira, 13 Janeiro 2015

O Islão pertence à Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:34 am
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angela merkel muslim web

Segunda-feira, 15 Dezembro 2014

A democracia na União Europeia

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:57 pm
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Segundo uma sondagem realizada na Lituânia, 26% dos lituanos são a favor da entrada do país na zona Euro; e 49% são contra.

A Lituânia vai entrar na zona Euro a partir de 1 de Janeiro de 2015.

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Quarta-feira, 26 Novembro 2014

As empresas privadas alemãs vão ser mais divertidas

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:32 pm
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O Governo alemão de Angela Merkel acordou esta quarta-feira a introdução de uma quota mínima de 30% para mulheres nos conselhos de administração das empresas privadas.

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Quinta-feira, 23 Outubro 2014

O idiota volta a atacar

 

A Lufthansa (a congénere alemã da TAP) tem um capital privado de 88 % do total das acções da companhia. O resto das acções — 12% — pertencem a instituições ligadas directa ou indirectamente ao Estado alemão.

Mas desses 88% de acções da Lufthansa que estão em mãos privadas, 68% estão em mãos de cidadãos e/ou empresas alemães.

masoquistasOu seja, a Alemanha — enquanto nação — controla, directa ou indirectamente, cerca de 80% do capital da Lufthansa. E isto não aconteceu por acaso: a privatização da Lufthansa foi desenhada de forma tal que a maioria do capital da empresa permanecesse na Alemanha. E mais: os estatutos da empresa prevêem a possibilidade de uma intervenção do Estado (leia-se, compra de acções por parte do Estado) no caso de uma OPA hostil.

Aquilo que não é pecado na Alemanha, já é pecado em Portugal.

Existe em Portugal um grupo de sado-masoquistas que se auto-intitulam de “liberais”, que pretendem que a TAP saia do controlo português. É o caso deste idiota.

Os “liberais” de pacotilha não se importam que o Estado pague biliões de Euros dos contribuintes para salvar um Banco privado (como vai acontecer com o caso do BES); mas já ficam incomodados se o Estado mantém uma qualquer posição accionista em uma empresa estratégica como é a TAP.

É certo que Portugal não é a Alemanha; e por isso teremos que ter soluções portuguesas, e não copiar as soluções alemãs. A Alemanha “blindou” a Lufthansa de uma determinada maneira; Portugal terá que “blindar” a TAP de uma forma diferente.

Se a Alemanha, enquanto nação, controla 80% da Lufthansa, segue-se que Portugal, enquanto nação, tem também o direito de controlar pelo menos a maioria do capital da TAP. E se os meios a utilizar não podem ser os mesmos, terão que ser diferentes. E mais!: PQP as “regras europeias”!

Sexta-feira, 17 Outubro 2014

O paradoxo do Euro

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:30 am
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O esmagamento dos limites dos défices dos países da zona Euro, previsto no Tratado Orçamental e imposto coercivamente pela Alemanha de Angela Merkel, ameaça o Euro. Ou seja, a estratégia de Angela Merkel tem o efeito exactamente contrário ao pretendido.

A própria Alemanha está a entrar em uma tripla recessão: estagnação económica, deflação, e aumento da dívida. A deflação na zona Euro está aí. E tudo isto tem um impacto no crescimento da percentagem da dívida em relação ao PIB em quase todos os países do Euro.

O que se aproxima é uma nova crise soberana de dívida nos países da zona Euro — principalmente nos países periféricos, e simultaneamente com uma deflação endémica. A inflação média na zona Euro é hoje de 0,3%.

Dívida alta (que cresce sempre) e quase impagável porque não há crescimento económico; desemprego alto; deflação; a tempestade perfeita.

tempestade perfeita

¡ Viva o Euro !

Quarta-feira, 16 Julho 2014

A estupidez do João Távora

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:03 pm
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burro-com-oculos-e-doutor“Persistir no erro de pensar que os alemães, que elegeram a sua sua chanceler democraticamente com 41,5% dos votos, são os responsáveis pelos males dos países como o nosso que mostram mais dificuldades em sair da crise do crédito fácil é demasiado básico, e assim sendo, uma fatalidade para nós portugueses.”

João Távora

Hoje, até o neoliberal mais empedernido do blogue Blasfémias sabe, e até reconhece, que a construção do Euro padeceu de um pecado original. O próprio Milton Friedman afirmou não acreditar que o Euro durasse muito tempo, dada a construção deficiente e as bases erradas do Euro.

Naturalmente que Portugal “colocou-se a jeito” e foi “comido”, essencialmente pela Alemanha. Toda a gente sabe disto. Há quem diga que a Alemanha não tem culpa de Portugal se ter “posto a jeito”; mas quando alguém se aproveita de alguém que está inadvertidamente de cócoras, não vejo nisso grande virtude — antes, vejo nisso oportunismo negativo. E pode haver oportunismo para coisas boas e para coisas más. Neste caso, a Alemanha foi oportunista no sentido negativo.

É certo que tivemos um responsável pelo Banco de Portugal (Vítor Constâncio) que afirmou publicamente que, “estando Portugal dentro do Euro, o país poderia endividar-se à fartazana”; mas ninguém o desmentiu, nem cá dentro nem lá fora… na altura em que Portugal se endividava até rebentar, não vimos nenhum político alemão a fazer declarações públicas no sentido de “aviso à navegação” — como temos visto, nos últimos três anos, os governantes alemães dizer que Portugal tem que “pagar e não bufar” … e por isso é que o Constâncio foi promovido e é hoje vice-governador do BCE [Banco Central Europeu]: depois de ter contribuído decisivamente para “comer” o povo português através da classe política que temos, deram-lhe um prémio…!

Por isso é que o João Távora é estúpido. É como os burros: coloca uns antolhos e só vê para um lado. É incapaz de ver qualquer deficiência na actuação da Alemanha no processo do Euro.

Terça-feira, 15 Julho 2014

A espionagem americana

Filed under: Política — O. Braga @ 4:46 pm
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Se a espionagem sobre o governo alemão fosse proveniente da Rússia, seria imediatamente reunido o Conselho de Segurança da ONU e decretado um embargo comercial. Mas como a espionagem é americana, então até é “cool” e coisa normalíssima!

Os americanos podem cometer as maiores barbaridades sem qualquer problema: barbaridade americana até tem graça, e ninguém se lembraria de fazer um embargo comercial aos Estados Unidos.

Mas se a Rússia fizesse apenas 1/10 de uma qualquer barbaridade americana, seria imediatamente sujeita a embargo comercial por parte da ONU — e quem não aceitasse totalmente esse embargo, seria espionado, como acontece agora com a Alemanha.

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