perspectivas

Quinta-feira, 5 Fevereiro 2015

É possível que a Grécia “fabrique” Euros “falsos”

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:05 pm
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Se o braço-de-ferro entre a União Europeia — comandada pela Alemanha — e a Grécia continuar, e estando eu convencido de que o Syriza não vai ceder grande coisa em relação à reestruturação da dívida grega, é bem possível que a Grécia mande imprimir notas de Euro para evitar uma corrida aos Bancos gregos (medida acompanhada por uma restrição drástica de movimento de capitais para o exterior do país) — uma vez que o BCE [Banco Central Europeu]  ameaça já cortar o financiamento da economia grega.

Quando o Banco Central da Grécia começar a imprimir Euros, isso significará que a Grécia estará oficialmente de saída da zona Euro e a preparar a introdução do novo dracma. E a responsabilidade política da sua saída será atribuída ao BCE [Banco Central Europeu]  e aos alemães. A acontecer isto, é bem provável que a dívida grega directamente conotada com  Alemanha não seja nunca paga: em um cenário medonho, a Grécia corta relações diplomáticas com a Alemanha.

Sexta-feira, 30 Janeiro 2015

Ou uma coisa, ou outra

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:38 am
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“Esta constatação de facto sobre as características do povo alemão persiste até hoje. Existem dois tipos clássicos de germânicos, o boçal defecador e o intelectual angustiado e profundo.”

Para onde vai o chucrute?

Diz-se uma coisa parecida dos italianos: quando um bebé italiano nasce, metem-lhe o dedo mindinho no ânus. Se ele chora, vai ser cantor; se não chora, vai ser fanchono.

Terça-feira, 13 Janeiro 2015

O Islão pertence à Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:34 am
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angela merkel muslim web

Segunda-feira, 15 Dezembro 2014

A democracia na União Europeia

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:57 pm
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Segundo uma sondagem realizada na Lituânia, 26% dos lituanos são a favor da entrada do país na zona Euro; e 49% são contra.

A Lituânia vai entrar na zona Euro a partir de 1 de Janeiro de 2015.

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Quarta-feira, 26 Novembro 2014

As empresas privadas alemãs vão ser mais divertidas

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:32 pm
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O Governo alemão de Angela Merkel acordou esta quarta-feira a introdução de uma quota mínima de 30% para mulheres nos conselhos de administração das empresas privadas.

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Quinta-feira, 23 Outubro 2014

O idiota volta a atacar

 

A Lufthansa (a congénere alemã da TAP) tem um capital privado de 88 % do total das acções da companhia. O resto das acções — 12% — pertencem a instituições ligadas directa ou indirectamente ao Estado alemão.

Mas desses 88% de acções da Lufthansa que estão em mãos privadas, 68% estão em mãos de cidadãos e/ou empresas alemães.

masoquistasOu seja, a Alemanha — enquanto nação — controla, directa ou indirectamente, cerca de 80% do capital da Lufthansa. E isto não aconteceu por acaso: a privatização da Lufthansa foi desenhada de forma tal que a maioria do capital da empresa permanecesse na Alemanha. E mais: os estatutos da empresa prevêem a possibilidade de uma intervenção do Estado (leia-se, compra de acções por parte do Estado) no caso de uma OPA hostil.

Aquilo que não é pecado na Alemanha, já é pecado em Portugal.

Existe em Portugal um grupo de sado-masoquistas que se auto-intitulam de “liberais”, que pretendem que a TAP saia do controlo português. É o caso deste idiota.

Os “liberais” de pacotilha não se importam que o Estado pague biliões de Euros dos contribuintes para salvar um Banco privado (como vai acontecer com o caso do BES); mas já ficam incomodados se o Estado mantém uma qualquer posição accionista em uma empresa estratégica como é a TAP.

É certo que Portugal não é a Alemanha; e por isso teremos que ter soluções portuguesas, e não copiar as soluções alemãs. A Alemanha “blindou” a Lufthansa de uma determinada maneira; Portugal terá que “blindar” a TAP de uma forma diferente.

Se a Alemanha, enquanto nação, controla 80% da Lufthansa, segue-se que Portugal, enquanto nação, tem também o direito de controlar pelo menos a maioria do capital da TAP. E se os meios a utilizar não podem ser os mesmos, terão que ser diferentes. E mais!: PQP as “regras europeias”!

Sexta-feira, 17 Outubro 2014

O paradoxo do Euro

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:30 am
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O esmagamento dos limites dos défices dos países da zona Euro, previsto no Tratado Orçamental e imposto coercivamente pela Alemanha de Angela Merkel, ameaça o Euro. Ou seja, a estratégia de Angela Merkel tem o efeito exactamente contrário ao pretendido.

A própria Alemanha está a entrar em uma tripla recessão: estagnação económica, deflação, e aumento da dívida. A deflação na zona Euro está aí. E tudo isto tem um impacto no crescimento da percentagem da dívida em relação ao PIB em quase todos os países do Euro.

O que se aproxima é uma nova crise soberana de dívida nos países da zona Euro — principalmente nos países periféricos, e simultaneamente com uma deflação endémica. A inflação média na zona Euro é hoje de 0,3%.

Dívida alta (que cresce sempre) e quase impagável porque não há crescimento económico; desemprego alto; deflação; a tempestade perfeita.

tempestade perfeita

¡ Viva o Euro !

Quarta-feira, 16 Julho 2014

A estupidez do João Távora

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:03 pm
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burro-com-oculos-e-doutor“Persistir no erro de pensar que os alemães, que elegeram a sua sua chanceler democraticamente com 41,5% dos votos, são os responsáveis pelos males dos países como o nosso que mostram mais dificuldades em sair da crise do crédito fácil é demasiado básico, e assim sendo, uma fatalidade para nós portugueses.”

João Távora

Hoje, até o neoliberal mais empedernido do blogue Blasfémias sabe, e até reconhece, que a construção do Euro padeceu de um pecado original. O próprio Milton Friedman afirmou não acreditar que o Euro durasse muito tempo, dada a construção deficiente e as bases erradas do Euro.

Naturalmente que Portugal “colocou-se a jeito” e foi “comido”, essencialmente pela Alemanha. Toda a gente sabe disto. Há quem diga que a Alemanha não tem culpa de Portugal se ter “posto a jeito”; mas quando alguém se aproveita de alguém que está inadvertidamente de cócoras, não vejo nisso grande virtude — antes, vejo nisso oportunismo negativo. E pode haver oportunismo para coisas boas e para coisas más. Neste caso, a Alemanha foi oportunista no sentido negativo.

É certo que tivemos um responsável pelo Banco de Portugal (Vítor Constâncio) que afirmou publicamente que, “estando Portugal dentro do Euro, o país poderia endividar-se à fartazana”; mas ninguém o desmentiu, nem cá dentro nem lá fora… na altura em que Portugal se endividava até rebentar, não vimos nenhum político alemão a fazer declarações públicas no sentido de “aviso à navegação” — como temos visto, nos últimos três anos, os governantes alemães dizer que Portugal tem que “pagar e não bufar” … e por isso é que o Constâncio foi promovido e é hoje vice-governador do BCE [Banco Central Europeu]: depois de ter contribuído decisivamente para “comer” o povo português através da classe política que temos, deram-lhe um prémio…!

Por isso é que o João Távora é estúpido. É como os burros: coloca uns antolhos e só vê para um lado. É incapaz de ver qualquer deficiência na actuação da Alemanha no processo do Euro.

Terça-feira, 15 Julho 2014

A espionagem americana

Filed under: Política — O. Braga @ 4:46 pm
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Se a espionagem sobre o governo alemão fosse proveniente da Rússia, seria imediatamente reunido o Conselho de Segurança da ONU e decretado um embargo comercial. Mas como a espionagem é americana, então até é “cool” e coisa normalíssima!

Os americanos podem cometer as maiores barbaridades sem qualquer problema: barbaridade americana até tem graça, e ninguém se lembraria de fazer um embargo comercial aos Estados Unidos.

Mas se a Rússia fizesse apenas 1/10 de uma qualquer barbaridade americana, seria imediatamente sujeita a embargo comercial por parte da ONU — e quem não aceitasse totalmente esse embargo, seria espionado, como acontece agora com a Alemanha.

Terça-feira, 17 Junho 2014

Os Nazis alemães queimam a bandeira portuguesa

Filed under: Portugal — O. Braga @ 8:46 pm
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Ressaca

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:10 am
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Preferiria que Portugal perdesse os dois jogos com o Gana e com os Estados Unidos do que perder com a Alemanha — porque uma coisa é perdemos com gente normal, e outra coisa é perdermos com psicopatas.

Com psicopatas não se pode perder, nem a feijões. O problema europeu dos psicopatas alemães começou quando a Alemanha ganhou a primeira guerra contra os franceses em 1848; a partir daí foi o descalabro na Europa: soltou-se o demónio alemão e ainda hoje sofremos todos as consequências.

Acho que o Exército Vermelho, durante e logo após a II Guerra Mundial, não acabou o seu trabalho. Um dos planos de Estaline, em relação ao qual Churchill concordou parcialmente, era a desindustrialização total da Alemanha depois da guerra; ou seja, a indústria alemã seria totalmente desmantelada. Os americanos não deixaram, e ainda vamos todos pagar bem caro mais essa imprudência americana.

angela merkel psicopata
Há dias estive a ver um programa no Canal História sobre o processo de captura dos criminosos de guerra nazis, em que se demonstrou como a Alemanha do pós-guerra protegeu os criminosos nazis, dentro e fora do seu território. As instituições alemãs só agiram contra os criminosos nazis sob pressão externa, nomeadamente através da acção de Simon Wiesenthal. Não houvesse essa pressão externa, os alemães continuariam a acarinhar os seus nazis, como fariam hoje se lhes dessem a oportunidade.

O que me choca nos alemães não é o facto de serem nacionalistas (eu próprio sou nacionalista). O que me indigna na história recente do povo alemão é o conceito inventado por eles de Lebensraum aplicado à Europa. Depois da derrota penosa dos alemães na II Guerra Mundial, o conceito de Lebensraum transmutou-se para o de Wirtschaftsraum — não apenas no sentido estritamente económico, mas sobretudo no sentido da construção de um Lebensraum económico para a construção de um IV Reich.

Se um dia a justiça for feita, o povo alemão há-de sofrer um holocausto proporcional ao holocausto judeu em relação ao qual todo o povo alemão é moralmente responsável. A estória segundo a qual “o povo alemão não sabia da actividade diabólica do partido nazi” é conversa para boi dormir. Se os alemães assassinaram brutalmente cerca de 5 milhões de judeus, este número deveria ser proporcional à população alemã actual num holocausto que eles merecem (é uma questão de fazer as contas).

IV Reich

Um povo como o alemão é um problema para a Europa: primeiro, convenceram os europeus, incluindo os franceses, de que estavam abertos a uma unidade europeia em troca da unidade alemã no seguimento da queda do muro de Berlim (os ingleses não se deixaram enganar). Depois, através do controlo das instituições da União Europeia de Durão Barroso, os alemães minaram as economias de todos (sem excepção) países da Europa, colocando toda a Europa de cócoras. Até os franceses baixaram as calças.

O corolário da actual política de Wirtschaftsraum da Alemanha (através do controlo das instituições europeias) será o fim do Euro (que nunca deveria ter existido). É uma questão de tempo. Com o fim do Euro, fica em causa o tratado de Schengen e estará aberta a possibilidade de uma estratégia de união dos países da Europa, em geral, contra a Alemanha; é provável que surja, mais ou menos explicitamente, um bloco político europeu anti-alemão — por exemplo, o estabelecimentos de acordos entre países impondo taxas aduaneiras proibitivas em relação à importação de produtos alemães: seria muito mais barato comprar, por exemplo, uma máquina ou um automóvel em França ou em Itália do que na Alemanha.

O “milagre económico” alemão, que submete a Europa actual, foi construído sobre homicídios em massa. O número de escravos e pessoas sujeitas a trabalho forçado pelos alemães, e que morreram em condições de trabalho inumanas, ascendem ao número de 2.700.000 (dois milhões e setecentas mil pessoas).

É este “milagre alemão”, manchado de sangue de genocídio, que impõe hoje as regras da União Europeia. E é esta União Europeia do IV-Reich que é apoiada por federalistas europeus como Durão Barroso, Paulo Rangel ou Mário Soares.

Segunda-feira, 10 Março 2014

Esta gente está a fazer de você um estúpido!

 

Você considera-se estúpido? Não?! Não adianta o que você pensa de si mesmo: você é estúpido!, quer queira, quer não queira.

angela-merkel-ue-webDepois do que os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO fizeram no Kosovo, Angela Merkel diz agora a Putin que um referendo na Crimeia é ilegal. Ou seja, o referendo no Kosovo foi legal, mas o da Crimeia já não é.

Percebeu? Não?!!!!! Então você é estúpido!

Repare-se numa coisa: eu não sou a favor da Rússia. O que eu recuso é ser classificado de estúpido.

Chateia-me ser estúpido! Mesmo os estúpidos não gostam de ser estúpidos. É um direito que nos assiste, a recusa a ser catalogado de estúpido. Um verdadeiro estúpido, porém, é aquele que aceita que o referendo no Kosovo tenha sido legal, mas que o referendo na Crimeia seja agora ilegal. É esse o verdadeiro estúpido!

Mas Angela Merkel não fica por aqui: depois de ter destruído as economias dos países mais pobres da Europa e de ter perdido o debate político, Angela Merkel e os federalistas europeístas pretendem agora a lobotomia das nossas crianças através de lavagens cerebrais nas escolas, e a instalação de um pensamento único na Europa.

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