perspectivas

Segunda-feira, 25 Julho 2016

O enriquecimento cultural continua na Europa

 

Um sírio de 27 anos, a quem tinha sido negado o estatuto de refugiado e sofreria de problemas psiquiátricos, fez-se explodir nas imediações de um festival de música numa cidade da Baviera, naquele que é o terceiro ataque em apenas três semanas naquele estado no Sul da Alemanha. A explosão, que as autoridades estão a tratar como atentado, provocou 12 feridos, três dos quais em estado grave.”

É mais um louco por cerveja que gritou “Ali Há Um Bar!”; não tem nada a ver com o Islão nem com os refugiados. Nada de amálgamas e de confusões!

nonconfundir

Domingo, 24 Julho 2016

O enriquecimento cultural que nos traz a imigração islâmica

 

antistigma1“Un refugiado sirio solicitante de asilo en Alemania, de 21 años y con antecedentes policiales, mató este domingo con un machete a una mujer e hirió a otras dos personas en la ciudad de Reutlingen (suroeste del país), según informó la policía local en un comunicado”.

Detenido un refugiado sirio en Alemania tras matar con un machete a una mujer

É claro que não tem nada a ver com o Islão: nada de “amálgamas” e de confusões.

 

nonconfundir

Sábado, 23 Julho 2016

Era um alemão persa — disse a RTP

 

precisa-se-terrorista-webA RTP3 entretinha-se a defender a tese segundo a qual o terrorista de Munique era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico, ou seja, de “extrema-direita”: um tal professor Luís burrinho discursava sobre as maleitas do “terrorismo de extrema-direita”, para deleite da apresentadora escolhida a dedo pela televisão que deveria ser de todos nós — e eis que a polícia alemã vem dizer (em bom alemão) de que se tratava de “um iraniano de Munique”.

Aquilo foi um choque nos paineleiros da RTP3! Afinal não era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico… Ganda nóia!

Mas a apresentadora não se deixou ficar: como dizia o filósofo, “os tolos perdem as esperanças mas não perdem as ilusões”; e vai daí fez uma correcção ao comunicado da polícia alemã: o terrorista é um “germano-iraniano”! — disse ela. Ou seja, é uma alemão persa, o que é diferente de um persa alemão. No futuro, poderá haver, por exemplo, um alemão-persa-italiano-português-espanhol-chinês; o que não poderá haver é um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico.

Finalmente, a RTP3 conclui que o atentado terrorista não teve nada a ver com o Islão, porque o homem é um alemão persa — excepto de que se tratava de um muçulmano.

Terça-feira, 19 Julho 2016

Nada de confusões!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:08 pm
Tags: , , ,

 

antistigma1“Os adolescentes são problemáticos. Lá porque um desses, refugiado, entra num comboio com um machado aos gritos de Allahu Akbar, isso não significa que tenha a ver com religião. Podia ter gritado abracadabrante, Isabel Moreira tatua-me ou dá-me o teu pénis rechonchudo. Seja como for, importante é que a família dos feridos seja compreensiva, tolerante e não se meta aí a votar nas Le Pens ou nos Trumps, que isso seria muito errado.”

Pequeno incidente sem a mínima importância

 

nonconfundir

Domingo, 17 Julho 2016

O aldrabão Daniel Oliveira e as vítimas do terrorismo na Europa

 

Em um determinado programa de televisão de ontem, o Daniel Oliveira afirmou o seguinte acerca do terrorismo:

  • nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve muitas mais vítimas de ataques terroristas na Europa do que nas décadas depois de 2000;
  • temos que nos habituar ao terrorismo, porque ele sempre existiu, e apenas aumentou a sua visibilidade devido aos me®dia e à Internet.

Podemos ver neste gráfico abaixo (fonte) que, de facto, nas décadas de 1970, 80 e 90, houve mais vítimas de terrorismo na Europa (de cor azul), mas tratou-se do terrorismo da ETA do país basco, do IRA da Irlanda, e do Baader-Meinhof na Alemanha — ou seja, tratou-se de um terrorismo direccionado principalmente contra as elites políticas e/ou contra as forças policiais ou militares.

terror-split2

daniel_oliveira-webjpgA ETA, o IRA ou o Baader-Meinhof não atacavam deliberadamente crianças e mulheres inocentes: atacavam polícias, militares e dignitários políticos; e não existia, durante essas três décadas, o terrorismo suicida islâmico, que é o que mais sofisticado que podemos conceber em termos de terror.

Vemos a vermelho na imagem, os ataques terroristas islâmicos na Europa que, a partir da década de 2000, aumentaram geometricamente e que implicam, na maior parte dos casos, a figura do kamikaze islâmico, por um lado, e por outro lado o ataque indiscriminado às populações em geral, incluindo mulheres e crianças.

Note bem: uma coisa é um ataque do IRA a um quartel de tropas britânicas na Irlanda que faz 100 mortos; outra coisa é o recente ataque islâmico de Nice que faz outras tantas mortes, mas em que as vítimas não são militares e muitas delas são crianças e mulheres. Não é possível confundir estes dois tipos de terrorismo, e só a mente perversa do Daniel Oliveira poderia misturar as duas coisas.

Uma coisa é a guerra convencional em que as populações inocentes são, em geral, poupadas; outra coisa, bem diferente, é uma guerra islâmica em que o inimigo é a população em geral. E dizemos, “não”: a este tipo de guerra não ficaremos habituados nem indiferentes, nem que passemos a deportar muçulmanos e o Daniel Oliveira também.

Sábado, 16 Julho 2016

O que os me®dia portugueses não dizem sobre #Nice

 

Um outro camião, armadilhado com explosivos, foi ontem neutralizado pela polícia francesa em Nice.

Os me®dia, condicionados pelo Bloco de Esquerda, preferem ouvir a opinião da Ana Gomes e do José Manuel Pureza.

French-investigators

Sexta-feira, 15 Julho 2016

O Rui Ramos é um idiota chapado

 

A estupidez do Rui Ramos clama aos céus; faz a crítica da situação em que se encontra a Europa face à islamização, mas não apresenta soluções; o Rui Ramos encarna uma espécie de “Teoria Crítica” da Direita politicamente correcta: critica tudo e todos, mas não apresenta soluções.

Diz o Rui Ramos que “os terroristas abusam do Islão”; o seu discurso é muito parecido com o do Bloco de Esquerda. A filha-da-putice do Ramos é indizível — como se a acção dos terroristas não fosse recomendada pelo próprio Alcorão. Ele faz a crítica da situação a que chegamos, mas continua a dizer que “o Islão não é nada daquilo”.

O Rui Ramos não aguentaria um debate público de cinco minutos com gente consciente; ele vale-se da inconsciência do politicamente correcto, e sabe que a gente consciente é afastada sistematicamente dos me®dia. O Rui Ramos é um idiota perigoso.

O terror de Nice coloca Marine Le Pen no Poder

 

O que está a acontecer em França ultrapassa tudo o que possamos conceber como anomalia política.

A política dita “moderada” não resolveu o problema do terrorismo islâmico, mas alguém vai ter que o resolver ou pelo menos mitigar, a bem ou a mal. E com a Front Nationale no Poder em França, vai ser a mal.

Se eu fosse francês, hoje votaria Front Nationale — porque não há alternativa credível.

Marine d'arc web

Votaria por necessidade, e não por liberdade e/ou por convicção. É preciso quem arrume a casa, que é como quem diz, é necessária alguma ordem e segurança para o povo francês. Naturalmente que o politicamente correcto vai chorar lágrimas de sangue, porque algumas minorias irão ser sujeitas a uma vigilância aturada; e as deportações de imigrantes irão estar na ordem do dia. E mais: é possível que a pena-de-morte seja reintroduzida em França para os crimes de terrorismo (activo ou passivo).

A União Europeia falhou; não soube proteger-se, não obstante inúmeros avisos vindos de diversos quadrantes — incluindo os dos ingleses do Brexit. Agora tem que vir o extremo político limpar a merda que o politicamente correcto deixou ficar um pouco por toda a Europa.

france-pc-web

Quinta-feira, 14 Julho 2016

A cultura islâmica é absolutamente incompatível com a cultura europeia

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:43 pm
Tags: , , ,

 

Um muçulmano ameaça decapitar um alemão, em plena via pública:

Não há outra alternativa: é pôr essa gente a andar daqui para fora.

Sexta-feira, 17 Junho 2016

A segregação sexual volta a estar na moda

 

Vemos, na foto abaixo, o Presidente da Câmara de Londres, o muçulmano Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan, em uma acção de propaganda a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia.

Reparem como as mulheres estão separadas dos homens. Segregar as mulheres é fixe; é politicamente correcto; é de Esquerda e  fica bem.

Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan

Quinta-feira, 2 Junho 2016

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado

 

Dois irmãos muçulmanos, filhos de pais imigrantes na Suíça, recusaram-se a cumprimentar, com aperto de mão, as professoras da sua escola, alegando que o Islamismo proibia qualquer contacto físico com gente do sexo oposto. Face a esta atitude, a escola permitiu que os dois muçulmanos deixassem de cumprimentar as professoras.

Mas o governo regional suíço decidiu que a recusa de apertar a mão das professoras é ilegal, e que os pais dos alunos que recusem apertar as mãos das professoras podem ter que pagar multas até 5.000 Euros.

Por isto vemos o efeito que a importação massiva de gente com culturas diferentes e até antagónicas, como é o caso do Islamismo, pode ter em uma sociedade europeia.

¿Por que carga de água o Estado pode obrigar alguém a apertar a mão a uma pessoa?! Está tudo louco?!

A imigração islâmica vai forçar a uma maior intervenção do Estado na sociedade, chegando ao absurdo de o Estado regular comportamentos individuais através de uma espécie de “Sharia estatal”.

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado. É isto que a Esquerda pretende com a imigração desregrada: o reforço do poder do Estado.

A Europa ainda está a tempo de evitar uma catástrofe civilizacional, restringindo drasticamente a imigração islâmica.

Domingo, 29 Maio 2016

O Daniel Oliveira não é islamófobo; mas é feminista

 

“Existe a islamofobia, mas também existe o islamofascismo” — afirmou Clara Ferreira Alves, respondendo às acusações de “islamófoba”, nomeadamente por parte de Daniel Oliveira, no programa de ontem do Eixo do Mal.

claraa-ferreira-alvesEu compreendo a Clara Ferreira Alves: é mulher. Se eu fosse mulher, eu seria com certeza islamófoba; e não sendo mulher, também sou islamófobo.

Já o Daniel Oliveira faz questão de não ser islamófobo, embora seja feminista; e sendo militante da causa gay, o Daniel Oliveira não se importa “lá muito” com a defenestração e enforcamento de homossexuais no mundo islâmico.

“É preciso combater a islamofobia” — disse finalmente o Daniel Oliveira a Clara Ferreira Alves, com ares de guru que exerce uma autoridade moral.

Eu devo ter um défice cognitivo muito grande, porque não consigo compreender como é possível, por exemplo, ser feminista ou ser gayzista, por um lado, e por outro lado, não ser islamófobo. Não consigo compreender o Daniel Oliveira; alguém que me ajude, por favor. Pode dar-se a possibilidade — à medida que avança da idade — de o Daniel Oliveira se parecer cada vez mais com o Homer Simpson. Ou então, o Daniel Oliveira joga forte na estimulação contraditória através dos me®dia.

Lembro-me de ter visto o Daniel Oliveira na televisão, semanas após a fundação do Bloco de Esquerda, em uma visita de Francisco Louçã a uma qualquer infraestrutura no Alentejo: o Daniel Oliveira lá ia, atrás do Francisco Louçã, a abanar a cauda, calcando a lama alentejana com uns sapatos lisboetas de Verão de tipo “luva”. Foi ódio à primeira vista. Há qualquer coisa de indefinivelmente repulsivo na criatura.

Página seguinte »

O tema Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 786 outros seguidores