perspectivas

Quinta-feira, 5 Maio 2016

A União Europeia tornou-se em um instrumento de repressão política

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:50 am
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A União Europeia pretende estabelecer uma multa de 250.000 Euros por cada imigrante que um qualquer país recuse acolher. Isto significa que a Comissão Europeia pretende penalizar a Hungria em 500 milhões de Euros, e a Polónia em 1,6 mil milhões de Euros, só porque estes dois países recusam receber imigrantes islâmicos.

Estabelece-se assim um princípio perigoso. Nada impede que, no futuro, a União Europeia imponha uma multa, por exemplo, de 1 milhão de Euros por cada soldado que um determinado país recuse enviar para uma guerra qualquer que seja do interesse exclusivo dos países do directório (Alemanha e França).

Quando entramos na União Europeia, sabíamos que não havia almoços grátis; mas o que acontece hoje, é que não só os almoços não são grátis, como também já nos dizem qual é o tipo de dieta que temos que seguir. E qualquer dia proíbem-nos de comer.

Domingo, 17 Abril 2016

O papa do sul que odeia o norte

 

papa-do-sul
Na sequência da sua visita à ilha de Lesbos na Grécia, o papa Chico escolheu 13 refugiados muçulmanos para acolher no Estado do Vaticano. Tratam-se de três famílias de refugiados sírios.

papa-freak-webHá aqui três comentários que eu quero fazer.

O primeiro: o papa Chico não usa o passaporte do Estado do Vaticano — ao contrário dos seus antecessores. Ele usa o passaporte argentino porque, segundo as suas próprias palavras, a Igreja Católica deve ser descentralizada e o Estado do Vaticano não faz sentido. Vemos aqui o homem ressabiado do hemisfério sul contra a História do mundo do norte. Mas se ele usa o passaporte argentino e se recusa a usar o do Vaticano, ¿por que razão ele utiliza o Estado do Vaticano para acolher refugiados?

Segundo: haveria certamente uma família cristã síria refugiada em Lesbos; o papa Chico poderia ter acolhido no Estado do Vaticano uma família cristã e duas muçulmanas, por exemplo; mas ele decidiu que as três famílias seriam muçulmanas. Vemos aqui, mais uma vez, o ressabiamento do homem do sul em relação à cultura endógena da Europa. Existe uma forte dose de sociopatia no papa Chiquinho.

Terceiro: o papa Chiquinho terá que construir uma mesquita no Estado do Vaticano (¿por que não na Praça de S. Pedro?) para que as famílias muçulmanas acolhidas por ele possam rezar a Alá.

Sábado, 9 Abril 2016

O Anselmo Borges e o Islamismo secularista

Filed under: Política — O. Braga @ 12:06 pm
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O Anselmo Borges escreve aqui um artigo sobre a diferença entre laicismo, por um lado, e laicidade, por outro lado. Em vez de “laicidade”, eu prefiro usar o termo de origem inglesa “secularismo” (para evitar confusões etimológicas).

Portanto, temos a antinomia entre laicismo e secularismo.

O texto do Anselmo Borges é consensual, até por mim. “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é Deus”, afirmou Jesus Cristo. O Estado não tem que se meter na religião, nem a religião deve governar o Estado. Estou de acordo com o Anselmo Borges.

Porém, “neutralidade do Estado em relação às religiões” — supostamente como o oposto de “teocracia” — é um sofisma; porque as religiões não podem ser ignoradas pelo Estado em função da sua representatividade social e cultural. Ou seja, o Estado não deve tratar de forma igual a Igreja Católica com, digamos, 3 milhões de fiéis, e o Islamismo com 10 mil seguidores. Ora é esta falsa “neutralidade do Estado” que é praticada pelos governos da democracia, em nome do secularismo.

Por outro lado, e ao contrário do que parece pensar o Anselmo Borges que cita “o prestigiado filósofo muçulmano” Abdennour Bidar, o Islamismo não é uma religião como outra qualquer religião universal, por exemplo, o Budismo, Hinduísmo ou o catolicismo. O Islamismo é uma religião política, assim como o marxismo é uma religião política: a diferença é que a primeira é dualista (no sentido metafísico), e a segunda monista (no mesmo sentido).

O Islamismo é um princípio de ordem política.

Isto significa o seguinte: converter o Islamismo ao secularismo é colocar em causa os princípios do próprio Islamismo. É fazer com que o Islamismo se negue a si próprio. É colocar em causa o próprio Alcorão. É uma impossibilidade objectiva.

Fiquei fã da Joana de Vasconcelos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:19 am
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Eu não tinha a noção da existência da Joana Vasconcelos, mas fiquei fã dela. Não sei se ela é de esquerda ou de direita; para o caso não interessa.

« Questionada sobre o que levaria se fosse forçada a fugir de casa [se fosse “refugiada”], a artista plástica Joana Vasconcelos enumera: “O meu caderno, para fazer desenhos; o meu iPad, para ter toda a informação e as fotografias; levava os meus fones, para ouvir música; os meus lápis, para fazer os desenhos; os meus óculos de sol; todas as minhas jóias portuguesas; levava as lãs e a agulha, para qualquer eventualidade; e o meu iPhone, para comunicar com o mundo”.

O vídeo inscreve-se na iniciativa "E se fosse eu?", em que várias personalidades são desafiadas a por-se na pele dos refugiados e a dizer o que levariam consigo que coubesse numa mochila, caso se vissem obrigadas a abandonar o lar. Figuras como Marcelo Rebelo de Sousa, Sérgio Godinho, Catarina Furtado ou Nuno Markl também já contribuíram para a campanha de sensibilização com o seu testemunho. »

Eu vou mais longe: também levava o Porsche Carrera, o meu drone com uma máquina de vídeo GoPro para filmagem aérea das filas de refugiados, e o televisor LED HD 49 polegadas para reproduzir as imagens. O Porsche seria para levar as refugiadas (com  Niqab ou Burka) a “dar umas voltas”.

Quarta-feira, 6 Abril 2016

Discurso de Viktor Orbán em Março de 2016 (legendado em português)

 

É preciso explicar à Helena Damião o que significa “endogamia”

 

“Péssima ocasião, pois a noção de "raça", além ser errada sob o ponto de vista científico, denota a persistência da ideia preconceituosa e simplista de que "nós" (neste caso, os Europeus? Os Portugueses?) não somos feitos da mesma matéria que os (muitos) "outros" (os que fogem da guerra e chegam à Europa? A Portugal?) nem comungamos da mesma condição, a condição humana. Também não se trata, nem deve tratar, de discriminação”.

Helena Damião

A endogamia, praticada sistematicamente e ao longo de gerações e séculos, baixa o nível do QI geral da sociedade. Presumo que a Helena Damião sabe o que é o QI; e que também sabe o que significa “endogamia”. O que eu não sei é se a Helena Damião sabe ler em inglês; se ela não souber, por favor alguém que lhe traduza, por exemplo, este texto:

endogamia-islamicaA Danish psychologist warns that 1,400 years of inbreeding, marrying first cousins, may be wreaking havoc on Muslim intelligence, health and sanity.

A large part of inbred Muslims are born from parents who are themselves inbred, which increase the risks of negative mental and physical consequences greatly, says Nicolai Sennels, author of the book Among Criminal Muslims and articles on the psychology of Islam and Muslims, in a Dec. 26 article in 10News.dk.

Combining his own research and several studies, Sennels says the genetic damage of such intermarriage, which is part of Islamic religion and culture since their prophet, Mohammad, allowed it, is causing lower intelligence (IQs), increased physical defects and greater incident of mental illness”.

Muslim Inbreeding May Be Genetic Catastrophe…

Portanto, não se trata de “raça”; trata-se “cultura antropológica” — mesmo dando como cientificamente adquirido que não existem raças. Alguém que explique isto à Helena Damião como se ela fosse muito burra.

Sábado, 2 Abril 2016

Anselmo Borges e o radicalismo islâmico

 

Novo texto do Anselmo Borges, desta vez sobre o “radicalismo islâmico” (passo a redundância).

Algumas considerações minhas: desde logo, Michael Walzer não é propriamente de Esquerda (como afirma Anselmo Borges): ele é aquilo a que se chama em filosofia um “comunitarista” — de “comunitarismo” : como, por exemplo, Charles Taylor, Michael Sandel, Alasdair MacIntyre, que são tudo menos de Esquerda —; uma característica genérica da Esquerda é o internacionalismo, e o “comunitarismo” de Michael Walzer impede-o de entrar na categoria da Esquerda.

Depois, o Anselmo Borges defende a ideia de que o Alcorão deve ser treslido, ou seja, sujeito a uma determinada interpretação que obnubile aquilo que lá está realmente escrito.

islam-evolution-webNo seu livro “A Doença do Islão”, Abdelwahab Meddeb escreveu que o Islamismo foi relativamente pacífico enquanto a população islâmica era analfabeta e, por isso, não podia ler o Alcorão — mas estava à mercê dos humores circunstanciais das elites políticas islâmicas (o califa): eram as elites políticas do califado que determinavam as condições da Jihad.
A partir do momento em que a literacia se propagou no mundo islâmico, tornou-se impossível às elites políticas controlar o radicalismo instituído pelo próprio Alcorão. Quem adopta o Alcorão como fonte doutrinária não pode ser outra coisa senão um radical político e religioso — porque o Islamismo não é propriamente uma religião como as outras, mas antes é um princípio de ordem política.

A seguir, Anselmo Borges defende a laicidade do Estado no mundo islâmico. Esta tese é engraçada, porque foram os “progressistas” da estirpe do Anselmo Borges (Obama incluído) que apoiaram a Primavera Árabe que destruiu o Estado laico no Próximo Oriente, nomeadamente na Síria e no Egipto. Ou seja, provocaram o problema da imigração em massa de muçulmanos para a Europa, e agora assobiam para o lado.

Esta proposta de Anselmo Borges é difícil de se realizar senão em um contexto de um sistema político relativamente autoritarista; a democracia, no mundo islâmico, conduz inexoravelmente à teocracia, porque a Sharia (a lei islâmica) é deduzida directamente do Alcorão — ao contrário do que se passa no Direito Canónico católico, onde a lei canónica é uma construção da tradição e da interpretação da teologia católica ao longo do tempo (por isso é que o papa-açorda Francisco se atreve a desdizer todos os papas anteriores, porque o Direito Canónico é um códice que não se escora directamente no Novo Testamento).

Ou seja: tresler o Alcorão ou defender uma laicidade no mundo islâmico é colocar em causa o Alcorão e, por isso, é colocar em causa o Islamismo. Esta é a realidade, pura e dura, sem a utopia do Anselmo Borges.


Depois, Anselmo Borges falta à verdade, quando escreve:

“A Igreja Católica teve muita dificuldade em aplicar estes pressupostos [da laicidade], que aceitou plenamente apenas no Concílio Vaticano II”.

A tradição da Igreja Católica foi marcada, desde o seu início, pela História da Europa ocidental (império romano do ocidente), e divergiu essencialmente da Igreja Ortodoxa Grega marcada pelo império romano oriental. A ocidente, a influência política da Igreja Católica sempre foi condicionada pelo poder feudal e dos reis e imperadores — ao contrário do que se passou a oriente, onde a Igreja Ortodoxa Grega se aproximou de uma teocracia [em contraponto, a Igreja Ortodoxa Grega desenvolveu um método de legislação teológica diferente do da Igreja Católica, em que as decisões teológicas e dos costumes têm uma maior democraticidade e não dependem exclusivamente da hierarquia clerical como acontece na Igreja Católica: o cidadão grego ortodoxo comum participa (mais ou menos) na construção da sua teologia, o que não acontece na Igreja Católica].

Desde a alta Idade Média que existiram, dentro da Igreja Católica, movimentos que defenderam o poder absoluto do papa (principalmente entre os franciscanos menores). Mas, em reacção a esses movimentos, surgiram muito cedo (também na Idade Média) os adeptos da Razão de Estado que se opunham ao poder absoluto do papa. Criou-se assim uma dialéctica de tensão política que condicionou sempre o poder político do Vaticano na Europa ocidental. Basta ver o que se verificou com o Estado Novo de Salazar: a Igreja Católica foi “arrumada” no seu devido lugar pelo ditador.

O Concílio do Vaticano II foi um evento teológico que teve repercussões políticas, é certo; mas foi, em primeiro lugar, uma concessão à Nova Teologia imanente e de cunho protestante (a aliança da religião com o Estado, em que aquela se submetia a este mas “trabalhavam” no mesmo sentido, ao contrário do que se passava anteriormente, em que a Igreja Católica era uma espécie de contra-poder independente do poder político laico).

Finalmente, o Anselmo Borges escreve:

“Durante 250 anos, o cristianismo foi uma religião pacífica e perseguida. Assim, quando os cristãos olham para os horrores cometidos ao longo da História têm de reconhecê-los e pedir perdão, pois atraiçoaram o fundador”.

S. Paulo escreveu:

“Não torneis a ninguém o mal por mal, procurai fazer o bem aos olhos de todos os homens; se é possível, quando de vós depende, tende paz com todos os homens” (Romanos, 12).

Reparem bem: “se é possível, quando de vós depende”. S. Paulo nunca defendeu que o cristão comum se deveria dirigir pacificamente a quem o queria matar para ser um mártir. Mas o Anselmo Borges parece defender esta ideia. E Jesus Cristo disse:

“A Vós [aos discípulos, mas não necessariamente aos apóstolos] foi-vos dado o Mistério do Reino de Deus [iniciação cristã], mas aos de fora [aos que não são discípulos] tudo lhes é dado em parábolas” — S. Marcos, 4, 11.

Jesus Cristo sabia perfeitamente distinguir entre os que têm acesso ao Mistério do Reino de Deus [iniciação mística cristã], por um lado, e o povo cristão, por outro lado; mas nem por isso Ele desprezou o povo cristão. É esta distinção que o Anselmo Borges parece não compreender, quando compara o catolicismo com o islamismo.

Terça-feira, 29 Março 2016

A irresponsabilidade da Esquerda em relação à islamização da Europa

 

O Vítor Cunha escreve sobre a evolução do Islão:

“Significa isto que, um progressista, depois de permitir a destruição da ordem estabelecida by proxy, será obrigado a reconquistar o controlo dessas áreas para a comunidade global que pretende governar, eventualmente através de acções de extermínio, a julgar pela história”.

O objecto de ódio dos “progressistas” é a cultura de raiz cristã que, segundo Max Weber e Gramsci, está na origem do capitalismo.

Os “progressistas” aliam-se até com o diabo em pessoa, se for necessário, para combater a alegada “causa do capitalismo” (a cultura cristã e ocidental); e o que vier a seguir à derrota da cultura ocidental terá uma qualquer solução (não interessa agora saber qual; depois se verá). Vem daí o ódio visceral da Esquerda à cultura ocidental, que está na origem do multiculturalismo que é visto como um meio ou instrumento de combate contra o famigerado capitalismo.

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O Frei Bento Domingues, o califado laicista da União Europeia e o califado islâmico

 

O Frei Bento Domingues defende aqui que é necessário construir o califado laicista da União Europeia para obviar à expansão do califado islâmico:

“Agora, a Europa, a braços com os refugiados e agredida até à morte pelo terrorismo, desencanta especialistas em ciência da religiões por todo o lado, mas recusa reanimar o projecto europeu que ainda a poderia salvar. Podem fazer as coisas mais sensatas e sofisticadas em termos de segurança. Podem e devem atacar as fontes económicas que alimentam a demência terrorista a nível mundial! Mas sem fazer da Europa, e não só, uma zona de paz e desenvolvimento inclusivista, pouco adiantam tantas lágrimas”.

O Frei Bento Domingues não se dá conta de que a lógica da construção dos dois califados é semelhante, senão mesmo idêntica. O “inclusivismo” dos dois califados é totalitário; é um “inclusivismo” à força, não democrático. Mas, mesmo assim, o Frei Bento Domingues não tem dúvidas em endossar a construção do califado laicista europeu.

Sábado, 26 Março 2016

Está no Alcorão, estúpido! Leia o Alcorão!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:16 pm
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“Ora, um dos aspectos mais complexos de uma alteridade cultural, que representa uma fronteira "civilizacional", é o modo como no mundo do Islão todas as tentativas de modernização têm encalhado na dificuldade de conceber um papel diferente para a mulher, que não a considere propriedade dos homens, do marido aos irmãos e aos pais, e que não a marque com um vestuário humilhante que se destina a mostrar a sua subjugação”.

José Pacheco Pereira


Uma coisa é a tradição religiosa, que se constrói sobre os costumes que mudam ao longo do tempo; outra coisa, diferente, é a doutrina de uma religião.

Por exemplo, existem tradições na religião cristã que são polémicas (a pena-de-morte, por exemplo, que é defendida pela Igreja Católica em “certos casos”), mas a doutrina cristã não defende a pena-de-morte: pelo contrário!, por exemplo em S. Paulo vemos claro a condenação da pena-de-morte. Nunca, em lugar nenhum lugar, Jesus Cristo defendeu a pena-de-morte.

De forma idêntica, nos escritos autênticos de S. Paulo (excluindo os “falsos Paulos”), a igualdade natural da mulher e do homem é defendida. Segundo o Evangelho de S. João, a primeira pessoa a quem Jesus Cristo apareceu depois da crucificação foi a uma mulher (Salomé, salvo erro Maria Madalena) e só depois se fez aparecer aos discípulos homens.

Mas, no Alcorão — que é a base da doutrina do Islão — está clara- e insofismavelmente plasmada a inferioridade ontológica da mulher em relação ao homem.

A maior parte dos comentários que aparecem nos me®dia acerca do Islão, devem-se a pura ignorância.

Sexta-feira, 25 Março 2016

O papa-açorda Francisco e o Islamismo

 

O papa-açorda Francisco lavou os pés a um grupo de “refugiados”: cinco católicos, três muçulmanos, três cristãos coptas, e um hindu. Ou seja, transformou o símbolo religioso do Lava-pés Pascal em um sinal político.


Na sequência dos atentados de Bruxelas, os chefes religiosos muçulmanos da Bélgica recusaram recitar o versículo do Alcorão «Al-Fatiha» em homenagem às vítimas inocentes dos atentados — porque as vítimas não eram muçulmanas.


Penso que a Igreja Católica “já era”. Há que encontrar alternativas, e uma delas é, talvez, a Igreja Ortodoxa Russa.

A Igreja Católica transformou-se em um partido político; tornou-se em uma comunidade hipócrita, mundana, politizada, imanente, destituída de simbolismos. Já não existe a possibilidade de uma iniciação cristã, conforme S. Paulo. O papa-açorda Francisco reduziu a Igreja Católica a cinzas.

papa-sozinho

Quarta-feira, 23 Março 2016

Os atentados de Bruxelas não têm nada a ver com os refugiados islâmicos

 

O argumento segundo o qual “os atentados de Bruxelas não têm nada a ver com os refugiados” e que “os bombistas eram belgas”, tem vindo a ser utilizado ad Nauseam pelos “progressistas” nos me®dia.

Porém, a realidade é diferente da ficção politicamente correcta.

O terceiro homem do atentado do aeroporto de Bruxelas, Najim Laachraoui, veio “refugiado” da Síria e foi recrutado na Hungria por Salah Abdeslam a 9 de Setembro de 2015.

Obviamente que os me®dia portugueses não se referem a este facto, porque praticam sistematicamente a sub-informação.

Fica assim destruída a tese segundo a qual “os atentados de Bruxelas não têm nada a ver com os refugiados islâmicos”.

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