perspectivas

Domingo, 24 Janeiro 2016

O Islão afia as garras na Alemanha

 

Lembram-se do Grupo Baader-Meinhof?

É verosímil que apareça na Europa e na Alemanha um grupo armado e clandestino de sinal contrário, ou seja, não só anti-esquerda como anti-islâmico — e isto porque as instituições políticas europeias, comandadas pelo politicamente correcto que impera nos Estados Unidos de Obama, se afastaram dos anseios dos povos europeus.

É provável que esse grupo armado e clandestino anti-esquerda e contra o politicamente correcto tenha o apoio tácito (indirecto) da Rússia de Putin.


“Germany needs to ban alcohol if it wants to prevent further sexual violence and to help North African migrants integrate into society, a Muslim pressure group has claimed.

Commenting on the Cologne sex-attack controversy, MuslimStern, which has 20,000 followers on Facebook, said its mission was to ‘highlight the way the media was using the incidents to promote racism against minorities’.

The group complained that the female victims had brought the unwanted attention to themselves by dressing in a manner that North African men were not accustomed to”.

Germans must ban ALCOHOL if they want to prevent further sex attacks and help North Africans integrate, says Muslim group

Um movimento político islâmico defende publicamente a ideia segundo a qual a única forma de evitar a violência islâmica na Alemanha é fazer com que os alemães sigam as regras do Islão.

Dada a indiferença da classe política europeia (maçónica) perante o que se está a passar, não me admira nada que comecem a surgir atentados organizados contra mesquitas e bairros islâmicos.

Movimento Identitário Europeu

 

Lambda_-_Identitäre_Bewegung.svg

Legendas em inglês

A cultura antropológica ocidental está inferiorizada

 

Vemos aqui em baixo duas fotografias: a primeira, a de uma paragem de transportes públicos na Rússia; e a segunda a de uma paragem em um país anglo-saxónico. Obviamente que ambas as imagens reflectem excepções: nem todas as paragens de “bus” são assim nesses países; mas as fotografias dão uma ideia das abissais diferenças culturais existentes entre o Ocidente, por um lado, e a Rússia, por outro lado.

paragem-na-russia-web

paragem-no ocidente-web

Racionalmente, é impossível defender a superioridade cultural do Ocidente. É esta uma das razões por que o Islão avança pela Europa adentro: o Ocidente perdeu autoridade moral.

Os Estados Unidos estão na frente do movimento de decadência ocidental. Por isso é que surgiu o fenómeno de Donald Trump, que é uma tentativa desesperada (e quase patética) de travar (sem sair do sistema político existente) o que parece ser inevitável: o desabar da cultura antropológica que sustenta o sistema político. A propriedade privada e as convicções religiosas começam a ser colocadas em causa nos Estados Unidos através do judicialismo que substitui a política:

13.000 dollars d’amende pour un couple de fermiers américains qui refuse d’accueillir un « mariage » homosexuel

Os Estados Unidos de Obama e comandita representam hoje a frente de Esquerda internacional.

Sábado, 23 Janeiro 2016

O Islamismo pretende subverter a Europa

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:46 pm
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Estas imagens não são do Iraque ou do Egipto: passam-se no Metro de Paris. Vêem-se nelas uma afronta pública que pretende ser subversiva, não só dos costumes europeus (ninguém berra no Metro), mas sobretudo subversiva no sentido de uma contra-cultura que pretende a supremacia.

Quinta-feira, 14 Janeiro 2016

O Francisco Sena Santos “supunheta”

 

Em ciência, desconfiamos das coincidências. A indução é raciocínio por analogia; perante uma coincidência, procuramos encontrar um qualquer nexo causal que a justifique. Podemos estar errados no nosso raciocínio, mas não podemos desprezar a indução.

Toussenel, que foi discípulo de Fourier, dizia que “a analogia possui o privilégio de não poder ensinar uma ciência sem as ensinar a todas”.

Quando dois fenómenos coincidem no tempo e no espaço, o espírito científico fica em estado de alerta e raciocina por analogia (indução). Por exemplo, coincide no tempo e no espaço que a Alemanha recebeu cerca de 1 milhão de “refugiados” desde o verão de 2015, por um lado, e por outro lado aconteceram as agressões a mulheres em várias cidades alemãs, durante a noite de Ano Novo, por parte de homens de origem muçulmana.

Mas o Francisco Sena Santos (FSS) não aceita o raciocínio por analogia e despreza as coincidências:

“Mas este caso da noite de passagem de ano em Colónia – há relatos de outros em outras cidades alemãs, o que já levou as autoridades alemãs a falarem de ataque organizado – remete unanimemente para agressores da bacia sul do Mediterrâneo. Apareceu logo quem apontasse o dedo aos refugiados a quem Merkel abriu as portas no último Verão. Custa crer que os agressores possam ser os novos refugiados. Não parece provável que gente que acaba de arriscar a vida para chegar à terra ambicionada arrisque pôr a esperança em causa encurralando-se numa noite de loucura. Aliás, os indícios já disponíveis apontam para imigrantes de segunda ou terceira geração, jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa e que sentem que conquistam poder ao impor o medo.

Não sabemos ao certo o que estava na cabeça dos agressores. Nem sabemos exactamente quem são. Sabemos que a maioria deles tem origens no mundo árabe-muçulmano. Supõe-se que a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”.

Ou seja, para o FSS, o facto de terem entrado em 2015, e na Alemanha, cerca de 1 milhão de “refugiados” não significa que os ataques a mulheres alemãs tenham vindo da parte destes.

Segundo o FSS, a culpa do comportamento dos jovens muçulmanos é da sociedade alemã: “jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa”. Coitados! Se os jovens muçulmanos violam mulheres alemãs, é óbvio que a culpa é dos alemães.

Isto é típico do arquétipo mental do politicamente correcto: a inversão da moral.

E depois, o FSS entra no âmbito do “supunhetamos”: ele “supunheta” que “a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”. E ¿por quê? Porque sim! Perante determinadas coincidências factuais, somos livres de “supunhetar”. Podemos supunhetar, por exemplo, que o facto de a chuva cair não tem nada a ver com o fenómeno da evaporação e da condensação da água; podemos dizer, em vez disso, que a chuva cai porque o S. Pedro está zangado connosco.

Supunhetar não paga imposto. O problema é que o FSS é jornalista e escreve nos me®dia, e por isso o povo tem que aturar a sua (dele) masturbação politicamente correcta.

Sexta-feira, 8 Janeiro 2016

As feministas do blogue Jugular não comentam as violações de mulheres em Colónia

 

As feministas (e os “feministos”) do Jugular ficaram caladas em relação às agressões sexuais dos imigrantes islamitas na cidade alemã de Colónia.

Em baixo vemos um vídeo de violência sexual colectiva islâmica sobre uma mulher alemã.

 

Quarta-feira, 6 Janeiro 2016

A culpa é das vítimas

 

“The Mayor of Cologne says women should adopt a “code of conduct” to prevent future attacks following trouble on New Year’s eve when women in the city centre were subjected to sexual assaults by hundreds of men.

Henriette Reker attended an emergency meeting with police and other officials on Tuesday to discuss how best to deal with the crimes that occurred when 1,000 men, “of Arab or North African appearance”, took over the area around the main station”.

Mayor of Cologne urges code of conduct for young women to prevent future assaults

Henriette RekerCentenas de mulheres alemãs foram molestadas sexualmente (e algumas violadas), na cidade alemã de Colónia, por um milhar de “refugiados” segundo o critério do blogue Jugular. Essas mulheres molestadas não andavam nuas na rua, nem sequer de mini-saia no Inverno da Alemanha: estavam vestidas normalmente.

A Presidente da Câmara Municipal de Colónia, Henriette Reker (na imagem: um camafeu e um estafermo inédito! Deve ser feminista!) estabeleceu um código de conduta para as mulheres da cidade, que inclui manterem-se a um braço de distância dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular), não se afastarem do seu grupo, e pedir ajuda a transeuntes.

Ou seja, a culpa do comportamento dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular) é das vítimas.

Inverte-se a moral, o que é uma característica do politicamente correcto. A culpa da violação sexual da mulher branca europeia por parte do muçulmano, é da mulher branca — porque os muçulmanos estão (por enquanto) em minoria. Ora, é preciso proteger as minorias.

Sexta-feira, 25 Dezembro 2015

O valor do corpo nu na cultura antropológica

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:54 am
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A fotografia em baixo foi tirada recentemente na Suécia e mostra duas jovens mulheres, sensivelmente da mesma idade mas com idiossincrasias culturais diferentes.

choque de culturas web

Em ambas as mulheres, o aspecto sexual é valorizado, embora de maneiras diferentes.

A sueca ruiva mostra o pernão até às cuecas, e ela sabe — pelo menos inconsciente- e/ou intuitivamente — que se trata de uma demonstração de apelo sexual: não passa pela cabeça de ninguém que, com o frio sueco, uma mulher ande com o pernão à mostra senão por razões ligadas à sua própria sexualidade.

Naturalmente que as feministas dirão que “a sueca ruiva apenas afirma a individualidade feminina na cultura antropológica”; mas a verdade é que a morena islâmica também afirma (de forma diferente) a sua individualidade feminina na cultura antropológica — e portanto o argumento das feministas não é válido se for restrito à sueca ruiva.

O que difere, na cultura das duas mulheres, é o tipo de apelo sexual, ou a forma como entendem que a sua sexualidade é mais apelativa: a ruiva sueca entende que a exposição pública dos seus pêlos púbicos é uma forma eficaz de apelo sexual; e a morena islâmica pensa que a cobertura do corpo é uma forma mais eficaz de apelo sexual.

« A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas. » — Fernando Pessoa, “Livro do Desassossego”

Quando uma “raça” — no sentido de “cultura” — deixa de valorizar a vestimenta que cobre o corpo, desvaloriza também a beleza do corpo nu. Mas essa desvalorização do corpo nu não é apenas estética: é também ética — porque uma conduta ética é uma conduta estética satisfatória — e, depois, política.

Quando o corpo nu é desvalorizado (perde valor) na cultura antropológica, a estética é também desvalorizada, e a ética sofre as consequências dessa desvalorização. E toda esta perda de valor tem consequências políticas, na medida em que a forma de afirmação sexual da sueca ruiva tem como consequência exactamente o oposto do que ela pretendia: a perda de valor do corpo nu, e, portanto, a perda de valor do seu apelo sexual. E com a perda de valor do apelo sexual diminui automaticamente a probabilidade de se assegurar a continuidade e o futuro da sociedade através da procriação.

Aquela fotografia mostra-nos duas culturas diferentes num mesmo país: uma cultura moribunda, a da sueca ruiva, que não assegura a sua continuidade geracional porque desvaloriza o corpo nu; e uma cultura viçosa, a da morena islâmica, que encarna uma “raça vestida que aprecia a beleza do corpo nu” (dá valor ao corpo nu), e que será provavelmente a cultura predominante na Suécia em algumas décadas.

Domingo, 13 Dezembro 2015

O Partido Democrático Muçulmano, já em França

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 2:50 pm
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¿Lembram-se do MDP/CDE? Também era “democrático”; e acabou por se fundir no Partido Comunista.


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Em França surgiu o Partido Democrático Muçulmano, que já é maior do que o Partido Os Verdes. Do ideário deste novo partido “democrático” fazem parte, por exemplo, as seguintes medidas:

O partido “democrático” dos muçulmanos vai apresentar um candidato à presidência da república francesa, conforme vídeo abaixo.

 

Segunda-feira, 23 Novembro 2015

O ideal da Esquerda em relação à Europa

europa-numa-imagem-WEB

Quarta-feira, 18 Novembro 2015

A ingenuidade do José António Saraiva

 

“Para não termos a Europa transformada num barril de pólvora, para a extrema-direita não ter terreno para medrar, os partidos moderados têm, quanto antes, de deixar de ser ingénuos”.

José António Saraiva

Vamos analisar este trecho do José António Saraiva. ¿A que se refere ele quando fala em “partidos moderados”? Parece-me que ele identifica “moderados” com “tolerantes”; vamos partir deste pressuposto: partidos moderados ≈ partidos tolerantes.


¿O que é “tolerância”?

Em moral e política, a tolerância é o princípio fundamentado na igual liberdade e dignidade das convicções, que exige a não-repressão de uma opinião quando esta é contrária a uma outra.

Até aqui, está tudo certo.

Porém, a tolerância é realmente um princípio da razão que assenta sobre a ideia do exame livre tendo em vista a procura da verdade.

Quem não procura a verdade através da razão — mesmo em um contexto de fé religiosa — não pode ser tolerante.

Neste sentido, podemos dizer que a verdadeira fé religiosa é uma “fé racional” — na esteira de S. Anselmo: a necessidade de crer para compreender; a fé em busca da razão e da compreensão: porque se tem fé e se acredita, buscamos compreender melhor aquilo que, à partida, é aceite pelo coração. A busca intelectual da verdade — a utilização da razão — é o complemento da fé e das verdades inquestionáveis da crença religiosa cristã.

Esta postura racional do Cristianismo primordial, marcada por S. Anselmo, não existe no Islamismo. Por isso é que, na cultura antropológica das sociedades cristãs, foi possível a abertura à ciência.


O problema que se coloca actualmente é o dos limites da tolerância: devemos tolerar o intolerável?

poligamia-islao

Os “partidos moderados” europeus, de que nos fala o José António Saraiva, ¿procuram a verdade através da razão? Resposta: não!

Não, porque recusam verificar racionalmente os dados da experiência e da realidade. E por isso não são partidos “moderados” e/ou “tolerantes” (isto não significa que, por exemplo, o Front National da Marine Le Pen seja um partido tolerante e moderado: faz parte da mesma lógica da dialéctica da irracionalidade política que grassa pela Europa).

Por outro lado, o José António Saraiva diz que os “partidos moderados” (já vimos por que razão não são “moderados”) são “ingénuos”.

Ora, se há coisa que não existe nos tais “partidos moderados” é “ingenuidade”. Quando os Estados Unidos de Obama, por exemplo, defendem as migrações muçulmanas em massa para a Europa, não podemos falar de ingenuidade, mas de intencionalidade. Quando a maçonaria europeia pensa que é positiva a substituição populacional ou o multiculturalismo, estamos a falar de intencionalidade, e não de ingenuidade.

De facto, os “partidos moderados” de que nos fala o José António Saraiva são tão radicais como o Front National de Marine Le Pen. O que os distingue é o tipo de radicalismo.

O embaixador Seixas da Costa, a islamofobia e o racismo

 

Parece-me que duas características de Seixas da Costa são a ambiguidade e a ambivalência propositadas e intencionais — porque, no cidadão comum, estas características podem normalmente ser inconscientes. Mas há nele uma terceira característica: a utilização de palavras-mestras, que caracterizam uma determinada ideologia:

“Estes ataques [terroristas em Paris], pelo seu carácter coordenado e eficaz, demonstram uma sofisticação fora do vulgar. Significam que, no seio da União europeia, o Estado islâmico dispõe hoje de uma rede de notável capacidade, seguramente baseada em cidadãos nascidos no território europeu mas cuja “pátria” afectiva está algures. Lutar contra inimigo “da porta ao lado” será sempre uma tarefa muito complexa, se se pretende preservar a sociedade de uma onda de islamofobia e de ódio étnico-religioso”.

Seixas da Costa [Tive que traduzir o texto de Seixas da Costa para português correcto]

Uma “fobia” pressupõe um medo ou terror irracional em relação a alguma coisa.

Por exemplo, a aracnofobia é o terror irracional que alguém possa ter em relação às aranhas. Através da palavra-mestra “islamofobia”, qualquer divergência racional em relação ao Islão é considerada como reflexo de uma espécie de doença mental que caracteriza o “islamófobo”; ou seja, passa a ser tabu a discordância pública e publicada em relação ao Islamismo.

Ademais, Seixas da Costa confunde propositadamente a “oposição racional ao Islamismo”, por um lado, com “racismo” (ódio étnico-religioso), quando fala em “onda de islamofobia e de ódio étnico-religioso”.

Ou seja, “o crítico racional do Islão é, ipso facto, racista”.

A verdade é que o Islamismo, enquanto religião política, é independente de qualquer raça em particular; aliás, o maior país islâmico do mundo é a Indonésia, cujos povos não são nem semitas nem berberes.

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