perspectivas

Sexta-feira, 27 Fevereiro 2015

As três ameaças ao Estado de Direito democrático ocidental

Em relação a este comentário, convém dizer sucintamente o seguinte:

1/ o liberalismo político da Europa não está — nem nunca estará — preparado para lidar com a Jihad islâmica; perante a ameaça islâmica, o liberalismo político europeu terá que se anular, pelo menos provisoriamente.

2/ para além da Jihad islâmica, que é uma ameaça externa ao liberalismo político ocidental, existem de facto duas ameaças internas, sendo que ambas têm como ponto comum a erradicação (eliminação) dos factores metajurídicos subjacentes aos princípios do Estado de Direito tal como concebido pelo positivismo de Kelsen. Esses factores metajurídicos (que também existiam na democracia da Grécia antiga, com a religião de Atenas) são a religião cristã que enforma a cultura antropológica ocidental, por um lado, e por outro  lado a Tradição sem a qual não é possível a democracia ocidental.

Os factores metajurídicos são aqueles que estão “antes” (são a condição) do Direito Positivo e da Constituição que fundamenta o formalismo do Direito Positivo em um Estado de Direito democrático ocidental.

Por detrás de uma Constituição de um Estado de Direito democrático ocidental está toda uma História, uma tradição e uma cultura antropológica fundada nos princípios éticos e ontológicos historicamente influenciados pelo Cristianismo. Sem esses factores metajurídicos, o formalismo do Direito Positivo pode tornar legal qualquer forma de regime político que não respeite a ética herdada do Cristianismo.

3/ Vamos ver, a título de exemplo, o fenómeno do Confucionismo na China.

“Não murmuro contra Deus e não me encolerizo com os seres humanos. Investigo aqui em baixo, mas aponto para o alto. É Deus quem me conhece”. — Confúcio

O Confucionismo tinha uma concepção ética secular (secularismo), baseada não na transcendência divina ou na religião, mas antes baseada em leis e regras sociais e políticas (as quatro virtudes: Hsiao, Jen, Li, Yi). Ou seja, o Confucionismo era uma religião política (uma doutrina de Estado). Porém, o Confucionismo tinha uma “regra de ouro” invocada, mais ou menos na mesma altura por Sócrates e, mais tarde, no Sermão da Montanha por Jesus Cristo (Mateus 7,12): “Não faças aos outros o o que não queres que te façam a ti”.

Por outro  lado, embora o Confucionismo não tivesse oficialmente em consideração a religião propriamente dita, tinha, não obstante, factores metajurídicos “invisíveis” (a Tradição) que se baseavam em elementos da religião imperial chinesa (anterior ao Confucionismo e ao Taoísmo). Sem o legado cultural e histórico da religião imperial chinesa, o Confucionismo não faria qualquer sentido nem poderia ter-se imposto na China.

São os elementos metajurídicos que dão sentido ao formalismo processual do Direito Positivo na democracia ocidental.

4/ as duas ameaças internas ao liberalismo político são o neoliberalismo que transporta consigo o Marginalismo radical e o social-darwinismo para dentro da ética, desprezando os elementos metajurídicos do Estado de Direito democrático ocidental, por um lado; e por outro  lado, o marxismo cultural que tenta mesmo erradicar e eliminar esses factores metajurídicos, transformando o Direito em um código arbitrário à mercê de uma elite gnóstica moderna.

Domingo, 15 Fevereiro 2015

A historiadora francesa Marion Sigaut desconstrói o mito de Voltaire

Filed under: Política — O. Braga @ 9:51 am
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Uma mulher inteligente. Nem tudo está perdido.

Entretanto, Theodore Dalrymple escreve um artigo com o título “Viva Voltaire” para defender as posições de liberdade de expressão do jornal Charlie Hebdo. Há aqui uma contradição “liberal”: por um lado, a França precisou de imigrantes e importou muçulmanos em barda; mas por outro  lado insulta-se a religião dos muçulmanos em nome da “liberdade de expressão”.

Imagine o leitor que eu pedia dinheiro emprestado a um amigo e depois dizia em público que ele era  um avarento e um cínico. Por um lado, precisei dele; mas por outro  lado coloco o nome dele na sarjeta.

Portanto, ao contrário do que defende Theodore Dalrymple, são os franceses que são hipócritas e não os anglo-saxónicos. Quando nós convidamos alguém para nossa casa, é a pessoa inteira que é convidada, e não apenas uma parte da pessoa que nos interessa.

A posição eticamente correcta seria a de não convidar uma pessoa para nossa casa se soubéssemos à partida que a idiossincrasia dessa pessoa seria incompatível com a nossa.

Não tenho nada contra o facto de se criticar o Islão em nome da liberdade de expressão — pelo contrário: eu não tenho feito aqui outra coisa! Mas então não abram as fronteiras à  imigração islâmica.

O que não faz sentido é convidarmos um muçulmano a entrar no nosso país e depois dizermos que a religião dele é uma merda. Esta humilhação gratuita também faz parte do politicamente correcto “liberal”. Mais vale, então, colocar entraves à  imigração islâmica para que possamos criticar o Islão em coerência política, intelectual e ética.

Domingo, 8 Fevereiro 2015

Theodore Dalrymple, Tocqueville e o Islão na Europa

 

Theodore Dalrymple ( aliás, Anthony Daniels) é um agnóstico que merece ser lido — coisa rara. Vale a pena ler este artigo dele acerca do romance “Submissão” de Michel Houellebecq.

A referência de Theodore Dalrymple à  Igreja Católica do “papa Francisco” é notória:

“but Catholicism having lost its faith and becoming, under Pope Francis, little more than transcendental social work to the hosannas of the right-thinking, there is no living faith in France except Islam for him to convert to. It is Islam, faute de mieux.”

Bingo!

O texto de Theodore Dalrymple faz lembrar um trecho do livro “Democracia na América” de Tocqueville, mas desta vez aplicado à  Europa e em um cenário incomparavelmente mais negro. Como escreveu Mark Steyn: “Europe is doomed!”.

Tocqueville constatou os perigos da democracia: por um lado a mentalidade individualista que paradoxalmente encoraja um conformismo generalizado; por outro  lado, a democracia apela à  centralização e reforço do Estado. Contra factos não há argumentos.

A democracia conduz à  atomização da sociedade se não existirem “contrapesos” no liberalismo político: a liberdade de associação, a imprensa livre, e a religião cristã. Sem estes três contrapesos, a democracia tem os seus dias contados. Tocqueville foi profeta.

Theodore Dalrymple segue a linha de pensamento de Tocqueville mas aplicando-a à  Europa actual: o vazio da existência humana em uma sociedade de consumo sem fé religiosa, sem projecto político (o centrão político acomodado que se alterna no Poder sem se diferenciar), e sem uma ténue garantia de continuidade cultural (invasão muçulmana), sociedade essa em que — graças à  abundância material e ao Estado Social — não existe uma razão real para lutar por um sentido de vida.

Paradoxalmente, o jornal Charlie Hebdo alegadamente representa (também) a liberdade de imprensa — um dos “contrapesos” de Tocqueville — mas representa também a crítica radical a qualquer religião incluindo a religião cristã — sendo que a religião cristã é um dos contrapesos do liberalismo político, segundo Tocqueville. Ou seja, os alicerces da democracia na Europa estão já em conflito uns com os outros.

Theodore Dalrymple escreve que o Iluminismo está na raiz do falhanço europeu actual. Tendo afastado da vida humana o mito e a magia, acabou por esmagar a fé — não só a fé  e a esperança religiosas, mas também a fé e a esperança na própria sociedade. A bravura e o entusiasmo, características da fé, deram lugar ao conforto e à conveniência (utilitarismo), e a degeneração e decadência da Europa são os resultados inevitáveis.

Theodore Dalrymple conclui que a Europa está doente, mas o Islão não cura a doença: pelo contrário, piora o estado de saúde da Europa.

Eu acrescento que a Front Nationale de Marine Le Pen em França não é solução porque o seu laicismo trata o Islão e a cristandade da mesma maneira; nem o UKIP (United Kingdom Independent Party) é solução para o Reino Unido pelas mesmas razões.

Ou seja, a Europa está doente mas nega o diagnóstico: está em estado de negação. Não aceita as razões objectivas para mudar de vida e curar-se. E a Igreja Católica do “papa Francisco” faz o papel do Pai de Santo do Umbanda que receita umas mezinhas para tratar uma metástase. 

Sexta-feira, 16 Janeiro 2015

O meu fraco francês ainda persiste ao longo de décadas

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:30 pm
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«Talvez por isso tenha escapado a muitos portugueses um pormenor no ‘slogan’ “Je suis Charlie”, que se generalizou após o atentado terrorista à Redacção do jornal satírico “Charlie Hebdo”. Ora, em francês, “je suis” significa não apenas “eu sou”, como também “eu sigo”.

Perante a rápida disseminação, em especial na Europa Ocidental, desta expressão que tem sido usada tanto por populares como por políticos e jornalistas, não é difícil ler, afinal, “Eu sigo Charlie”.»

O francês não foi o meu forte no liceu — só tive francês até ao 5º ano dos liceus, o que corresponde hoje ao 10º ano. Mas, que me recorde, e salvo melhor opinião, “eu sigo”, em francês, escreve-se “Je suive”, e nunca “Je suis” — aliás, basta ir ao Google Translator para confirmar. 1

Porém, que fique claro que “Je ne suis pas Charlie”. De todo. O que eu defendo é a ideia segundo a qual nada justifica o assassínio de pessoas desarmadas e civis. Se a guerra pode ser justificada em alguns casos, então que a guerra se faça entre exércitos armados e não contra populações desarmadas e indefesas. Neste aspecto o Islamismo é cobarde.

Nota
1. Chamaram-me à atenção de que é mesmo “Je suis”. Bem dizia eu que meu francês é fraco…

Quarta-feira, 14 Janeiro 2015

O que é preciso saber do Islão

 

As pessoas que comentam nos me®dia a tragédia do Charlie Hebdo deveriam ler o Alcorão antes de dizer asneiras. Mas para além daquilo que está explícito e escarrapachado no Alcorão, há outras características do Islão que são mais difíceis de detectar pelo leitor incipiente.

1/ o dogma fundamental do Islão é a palavra incriada (não criada pelo Homem)

As palavras exaradas no Alcorão foram (segundo o Islão) ditadas directamente por Deus; e, alegadamente, existe mesmo um exemplar do Alcorão no Céu. E por isso Alá é o juiz supremo que legitima que mais de 200 versículos do Alcorão incitem directamente à violência e ao assassínio.

No Cristianismo, passa-se uma coisa muito diferente: os Evangelhos são assumidamente escritos por homens — os apóstolos — baseando-se nas palavras ouvidas de Jesus Cristo — assim como Platão escreveu o que ouviu de Sócrates.

No Islão, sem uma hermenêutica da Revelação chega-se invariavelmente ao terrorismo.

A liberdade, segundo o Islão, não é uma realidade moral: antes é uma submissão total e inegociável à palavra ditada directamente por Alá, o Alcorão. Se não houver inteligência no Islão, a fé conduz inexoravelmente à  morte e ao assassínio.

2/ o profeta Maomé deve ser imitado

maomeA imitação dos actos do profeta são a condição do muçulmano. Este deve seguir, durante toda a sua vida, os actos do profeta revelados na Sunna que contém os Hadith (os gestos e os actos do profeta). E na medida em que o próprio profeta degola os prisioneiros, queima edifícios e cidades, degola os incréus — esses actos do profeta são considerados “santos”.

3/ a escatologia muçulmana

A escatologia muçulmana existe, em parte, em função da escatologia cristã. O Islão tem a certeza do futuro, o que o assemelha à mente revolucionária: o Islão tem a certeza de que o mundo inteiro se vai tornar muçulmano antes do fim-dos-tempos, por um lado, e por outro  lado que a Sharia (a lei islâmica que substitui o Estado de Direito) será instaurada em todo o mundo antes da segunda vinda de Jesus Cristo — o que confundirá os incréus cristãos.

A instauração da Sharia transformou-se em uma prioridade, a Jihad (a guerra santa) em um dever em função da escatologia islâmica e do fim da História. O mártir que se fez explodir para seguir o exemplo do profeta terá um paraíso erótico à  sua espera — o desejo de matar e de se suicidar é motivado por uma pulsão sexual.

A única boa maneira de lidar com o Islão é confiná-lo aos países de origem. Não estamos perante acidentes da História ou de meras interpretações do Alcorão, mas antes estamos perante o fundamento do Islão.

Terça-feira, 13 Janeiro 2015

A manifestação “Je Suis Charlie”, em Paris, foi um erro

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 9:37 am
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Seria inteligente uma manifestação, em Paris, sem o slogan “Je Suis Charlie”; mas da classe política europeia não podemos esperar nada de inteligente.

A Manif com o slogan “Je Suis Charlie” criou uma dicotomia política entre o integrismo islâmico, por um lado, e por outro  lado a França identificada com o “Je Suis Charlie” — “colou-se” à  França a identidade “Je Suis Charlie”; ou seja: França = “Je Suis Charlie”.

Esta dicotomia ideológica criada pela classe política revela a prioridade do libertarismo ético-moral sobre o valor da vida humana; e nada mais conveniente para os integristas islâmicos do que a criação desta dicotomia pela classe política europeia. Se eu fosse fundamentalista islâmico, sentiria que a violência integrista faz sentido.

No Domingo, em Paris, assistimos todos ao funeral de uma civilização.

O Islão pertence à Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:34 am
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Domingo, 11 Janeiro 2015

O fascínio da república pelo Islão

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:47 am
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“Maomé teve uma visão muito saudável, ligou bem o seu sistema político na medida em que o seu tipo de governo foi garantido pelos califas, e esta governação resultou exactamente naquilo que ele pretendia.”

→ Jean-Jacques Rousseau, “Contrato Social” (4,8).

Sábado, 10 Janeiro 2015

A hipocrisia do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 11:23 am
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“Um acto terrorista não pode ser branqueado de jeito nenhum. Não há justificação para um crime hediondo, que não pode ser instrumentalizado politicamente pelos que pretendem implementar políticas xenófobas e racistas.”

Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada

Devemos ser honestos e admitir que o Islamismo não é uma “religião” como qualquer outra que existe no mundo. E o Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada está a ser desonesto quando tenta fugir ao problema.

Desde logo, o Padre está a ser desonesto quando mete no mesmo saco “racismo” e “xenofobia”, por um lado, e “oposição a uma ideologia”, por outro lado.

Pela lógica do raciocínio do Padre, qualquer oposição, por exemplo, às Brigadas Vermelhas em Itália seria uma forma de racismo contra os seus militantes! O politicamente correcto do Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada consegue ser mais sofisticado do que o de Boaventura Sousa Santos ! É obra!

¿Se eu — ou qualquer francês — faço uma crítica ao Alcorão estou a ser “xenófobo” e “racista”?! Com todo o respeito, Padre: bardamerda!

Não existe grande diferença entre o raciocínio do Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada e o de Boaventura Sousa Santos. Ambos escamoteiam propositadamente o principal problema: o da ideologia islamista, exarada no Alcorão como um princípio de ordem política. Ambos são hipócritas. E depois acusam aqueles que abordam o problema central do Islão de serem “racistas” e “xenófobos”, como se a crítica ao Alcorão se dirigisse directamente a pessoas enquanto tal.

Vão escondendo a cabeça na areia. E depois queixem-se que a Marine Le Pen chegue ao Poder em França.

A desonestidade dos me®dia acerca do Islamismo

Estou seguro de que a maior parte dos comentadores televisivos que falaram sobre o caso Charlie Hebdo não leu o Alcorão — por exemplo, aquela pindérica que foi ministra da cultura de José Sócrates ou a sestrona Teresa Leal Coelho; ou mesmo o Boaventura Sousa Santos. Talvez o único comentador em que eu pressenti conhecimento bastante sobre o Alcorão foi o Nuno Rogeiro, mas ele não se “esticou” muito no comentário: não convém; não é politicamente correcto.

Boaventura Sousa Santos  afirmou em um canal de televisão que “o Cristianismo é parecido com o Islamismo”. ¿Onde é que existe, nos Evangelhos, qualquer imperativo moral deste género?:

“Combatam na causa de Alá os que trocam a vida mundana pela outra! A esses, que combatam na senda de Alá e sejam mortos ou vencedores, dar-lhe-emos uma enorme recompensa.”

→ Alcorão, capítulo IV, 74

Poderia citar aqui muitos trechos do Alcorão de incitamento à  violência. Para se falar sobre o Islamismo é preciso ter lido o Alcorão. E os comentadores que leram o Alcorão e sonegam informação ao público estão a ser desonestos.

Sexta-feira, 9 Janeiro 2015

A aliança Marx / Maomé deixou de funcionar

 

O racismo é um fenómeno eminentemente cultural, muito mais do que uma distinção de cor de pele. Quando digo “cultural”, refiro-me aos dois tipos de cultura: à cultura intelectual e à cultura antropológica.

Enquanto a França foi um país de maioria católica praticante, não aconteceram ataques islamitas no seu território. Mas quando a cultura antropológica francesa sofreu a erosão da religião cristã  através do laicismo militante e maçónico, os ataques islamitas começaram a acontecer.

Ou seja, foi a Esquerda que mudou: em uma primeira fase, a Esquerda defendeu o multiculturalismo que incluía a aceitação política e cultural do Islão; e numa segunda fase, a actual, a Esquerda já revogou a aliança Marx / Maomé — porque a Esquerda pensa que os objectivos da defesa do multiculturalismo já foram atingidos.

À medida que a Esquerda pensa que vai conquistando terreno na cultura antropológica francesa, vai mudando de estratégia de acordo com a sua agenda gramsciana. O multiculturalismo foi uma forma de minar a identidade histórica e a unidade orgânica do povo francês; e depois de instalado o multiculturalismo em França, a Esquerda passa à  fase seguinte: o combate ao multiculturalismo enquanto penhor de diferenças religiosas.

Vemos como a Esquerda actua sempre em dois carrinhos (a dialéctica marxista). E em nome do combate às diferenças religiosas — diferenças religiosas que a própria Esquerda defendeu no passado através da defesa do multiculturalismo — que, segundo a actual Esquerda, são o pomo de discórdia social e cultural, pretende agora aplicar a mais radical forma de laicismo que é a proibição de qualquer manifestação pública de qualquer sinal de qualquer religião (incluindo o Cristianismo).

A Esquerda criou um problema na Europa de difícil solução. Os ataques terroristas islâmicos em França são hoje diários, embora os me®dia portugueses façam tudo para não os divulgar. A maçonaria e a Esquerda controlam os me®dia. E mesmo os jornais mais independentes têm medo, ou de perder leitores, ou dos ataques ideológicos que possam sofrer.

O problema de quem tem a certeza do futuro — a Esquerda e os seus intelectuais têm a certeza do futuro — é o de que nunca se está à  espera das retro-acções dos acontecimentos históricos. Mas essa gente (incluindo a maçonaria) nunca aprende com os erros. Vão repetindo os seus mesmos erros ao longo da história recente. Os psicopatas nunca aprendem com os erros.

Quinta-feira, 8 Janeiro 2015

O Islão e a endogamia

Filed under: Europa — O. Braga @ 11:31 am
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A endogamia é uma característica endógena do Islão, característica essa que está directamente ao estatuto da mulher expressamente definido pelo Alcorão. Por exemplo, o Alcorão define categoricamente que se um pai tem um filho e uma filha, esta apenas tem direito a 1/3 da herança, ficando o filho com 2/3. E esta norma é seguida à risca. Ainda hoje a endogamia é normalmente praticada no mundo islâmico, produzindo idiotas em massa.

Em resultado da endogamia secular, é vulgar no mundo islâmico e desde o século VI, o casamento entre primos direitos, o que tem produzido, ao longo de séculos, o apuramento de gerações de idiotas com QI inferior ao comum dos mortais. O casamento entre primos no mundo islâmico está de tal forma enraizado na cultura antropológica que a estupidez e a anormalidade da prole acaba por não colocar em causa a própria cultura da endogamia.

Em uma sociedade que foi vítima de muitas centenas de anos de casamentos consanguíneos, os idiotas são considerados normais. Por isso é inútil tentar convencer o comum muçulmano de que o Alcorão não pode ser interpretado à  letra: o QI de um muçulmano vulgar não permite distinguir uma metralhadora de uma caneta.

Recentemente o Estado egípcio tem preso e levado a tribunal terroristas ditos “radicais islâmicos”. Um dos principais argumentos de defesa que eles apresentam em tribunal é a leitura do Alcorão na Sala de Audiências do Tribunal!.

Este problema não tem solução. Ou melhor: a solução parcial do problema do terrorismo islâmico é  restrição de entrada de muçulmanos na Europa.

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