perspectivas

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

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Terça-feira, 14 Novembro 2017

A diferença entre Jesus de Nazaré, e o Maomé

Filed under: cristianismo,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Sábado, 7 Outubro 2017

A União Europeia e a imigração islâmica

 

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Domingo, 1 Outubro 2017

Europa 2050

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:47 am

 

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Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Devíamos fazer isto ao Xeque Munir

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:10 am

 

Isto passou-se no Paquistão. O homem agredido é cristão, e o seu “crime” foi o de beber água de um chafariz fornecido por uma mesquita.

 

Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Domingo, 25 Junho 2017

A Alemanha de Merkel transforma-se em uma espécie de Cuba islâmica

 

Angela-Merkel-crazy-WEBA repressão de Angela Merkel em relação à liberdade de expressão é medonha, digna de um regime ditatorial. E é esta Alemanha que pretende guiar a União Europeia.

O regime de Angela Merkel — apoiado pela União Europeia — está a enviar cidadãos alemães para a prisão por simples delito de opinião. E são estes estupores europeístas que criticam Donald Trump.

A simples crítica ao Islamismo é considerada pelo regime de Angela Merkel como “crime de ódio” e passível de prisão preventiva.

Nos últimos dias, o regime ditatorial alemão fez buscas em 36 casas e prendeu outras tantas pessoas por terem feito críticas ao Islamismo no FaceBook. A mera crítica ideológica ao Islamismo é considerada pelo regime europeísta de Angela Merkel como sendo de “extrema-direita” e “crime de ódio”.

Sexta-feira, 23 Junho 2017

A regressão do Islão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:01 pm

 

Vemos neste vídeo abaixo o presidente do Egipto, Gamal Abdel Nasser, em um comício em 1958, rindo-se da Lei do Hijab.

 

 

Estamos em 2017 e a lei do Hijab está em vigor no Egipto.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Quarta-feira, 24 Maio 2017

Na Alemanha de Angela Merkel, já se pede para se expulsar os alemães

 

Nesta Manif de imigrantes africanos na Alemanha, lê-se naquela faixa: “Refugiados ficam, e expulsem os nazis”.

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Ou seja: os imigrantes entram ilegalmente no país, reclamam benefícios sociais e pedem para ficar a residir “à pala” dos contribuintes alemães — e os alemães que se opõem são considerados “nazis” que devem ser expulsos do seu próprio país.

Esta é a Alemanha de Angela Merkel.

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