perspectivas

Quarta-feira, 21 Dezembro 2016

Jesus não foi um profeta; Jesus Cristo é o Messias; e não é muçulmano

 

Uma criatura de Deus, que dá pelo nome de FARANAZ KESHAVJEE, escreveu o seguinte:

Jesus surge no Alcorão e nos Evangelhos (ditos) Muçulmanos como o Profeta do Amor; o Guia das virtudes cardinais: a Paciência, a Humildade, a Renúncia ao materialismo, o Silêncio. Jesus também aparece como o "obreiro dos milagres"; o "viajante"; o "arrependido"; o "Redentor". Jesus é para os muçulmanos o Selo dos Santos. Jesus, é o grande Sufi. Jesus também é muçulmano!”

Ora, segundo o Alcorão, Jesus é igual a Adão — Jesus é uma criatura adâmica.

“Jesus é, diante de Alá, igual a Adão, que criou do pó.” — Alcorão, III, 59

¿E o que nos dizem os Evangelhos do Cristianismo sobre Jesus Cristo?

“Jesus partiu com seus discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe. No caminho, fez aos discípulos esta pergunta: “Quem dizem os homens que Eu sou?” Eles responderam: “João Baptista; outros, Elias; e outros, que és um dos profetas”. “E vós, quem dizeis que eu sou?” — perguntou-lhes.
Pedro tomou a palavra e disse: “Tu és o Messias”. Ordenou-lhes, então, que não dissessem isto a ninguém.”

→ (Marcos, 8, 27 – 30) [Mateus 16, 13 -20; Lucas 9, 18 – 21; João 6, 67-71; Bíblia dos Franciscanos Capuchinhos].

A senhora FARANAZ KESHAVJEE está enganada, ou é mentirosa ( Taqiya ) : Jesus não é um profeta, como dizem eles que foi Maomé: Jesus Cristo é o Messias, e portanto não é igual a Adão (que Deus criou do pó). E não consta que Jesus Cristo fosse pedófilo, ou que defendesse a guerra santa e sanguinária contra os infiéis. Portanto, Jesus não é definitivamente muçulmano.

Segunda-feira, 18 Julho 2016

A Elisabete Rodrigues e a estória da Ana que já era lésbica quando nasceu

 

Todos sabemos que uma grande percentagem de adultos homossexuais tiveram algum tipo de trauma em contexto sexual, na infância ou na adolescência. Até o Júlio Machado Vaz pode corroborar isso.

Mulheres que se dizem “lésbicas” decidiram, a nível inconsciente e por razões diversas em cada caso, que ser fêmea é indesejável (porque viram no modelo feminino o “sexo fraco”) ou inseguro (porque sofreram qualquer agressão sexual ou física, e não souberam resolver psicologicamente esse problema).

No lesbianismo, 1/ ou a rapariga não suplantou a fase marcadamente narcísica da adolescência; ou então 2/ a rapariga “aprendeu” a odiar os rapazes devido a qualquer trauma sexual marcante na infância ou na adolescência, ou foi alvo de rejeição sistemática por parte dos rapazes — que tem como consequência a rejeição da identidade feminina.

Não existe um “gene gay”; ninguém “nasce homossexual”. O que podem existir são anomalias cromossómicas, mas a esmagadora maioria dos homossexuais não tem essas anomalias.

Podem existir, na definição da homossexualidade em uma pessoa, influências da epigenética. Mas a epigenética não determina comportamentos necessitantes, nem transforma eventuais tendências comportamentais em uma força insuperável pela vontade do ser humano.


Esta estória da Elisabete Rodrigues conta que “a Ana sempre se sentiu atraída por mulheres” — o que não é possível.

Sabemos por experiência própria (não é preciso consultar o Júlio Machado Vaz) que até as meninas “Marias-Rapaz”, por exemplo, fazem do predomínio relacional sobre os meninos, uma forma de aproximação ao sexo oposto: a mulher “dominadora” em relação ao sexo oposto não é necessariamente nem maioritariamente lésbica.

A conhecida psicoterapeuta Diane Eller-Boyko, que foi lésbica e hoje é casada (com um homem, naturalmente), escreveu o seguinte:

Our culture especially honors the masculine – strength, dominance, achievement, striving. That creates in many women a neurotic split from their authentic natures. The woman represses the inner hurt and pain, and starts to identify with the masculine. It is out of the unhealed places of the wounded feminine psyche that she becomes aggressive and loud. Many women today are depressed, shut down, and over-functioning.

Lesbianism quite naturally allies itself with feminism. In the lesbian community you hear, ‘You don’t need a man, you can do it on your own.’ Or, ‘What good are men? They only want one thing. Who needs them?’ This, combined with a rebellious attitude toward the idea of receptivity, is part of Lesbianism.

Yet receptivity is the very core of the feminine. Rather than championing a war against men, we must bring back the life-giving spirit of the feminine.”

O que pedimos à Elisabete Rodrigues é que tenha um pouco de juízo; um poucochinho só.

feminismo

Sábado, 2 Julho 2016

A Europa maçónica está em crise

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:31 am
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O jornal Púbico publicou um editorial em que a repetição das eleições na Áustria (devido a fraude eleitoral) é diabolizada. Para o politicamente correcto, a democracia é boa quando ganha a Esquerda; e “populismo” é a palavra usada pela Esquerda (e pela Não-Esquerda) quando a democracia assusta. Tudo se justifica se a Esquerda (ou a Não-Esquerda, que é a “direita” direitinha obediente à Esquerda) ganha as eleições: a fraude eleitoral é boa desde que o politicamente correcto saia vencedor.

Acontece na Europa um fenómeno interessante: no sul, é a Esquerda radical que é crítica da União Europeia; e no norte, é a chamada “extrema-direita” que critica a União Europeia. Por outro lado, existe uma discrepância entre os partidos da “extrema-direita europeus”: em França e na Holanda, a “extrema-direita” apoia Putin; na Polónia e na Hungria, a “extrema-direita” apoia a NATO e os Estados Unidos (não apoiam Obama: apoiam os Estados Unidos). ue-esq-dir


Temos que denunciar o epíteto de “extrema-direita”.

Se o politicamente correcto radicaliza à esquerda, até o Partido Social Democrata corre o risco de ser incluído na extrema-direita. Qualquer dia, até o Partido Socialista é de extrema-direita. Se a democracia não é possível sem o Estado-Nação, então segue-se que a abolição de fronteiras, que os burocratas maçónicos da União Europeia defendem, é antidemocrática. À medida que a Esquerda radicaliza, o centro político passa a ser “extremista”. Por este andar, qualquer dia o António Costa é da extrema-direita. Ou seja, se existe extremismo político, é o do politicamente correcto a que o jornal Púbico obedece caninamente.

A União Europeia só tem uma saída: adoptar a visão de Charles de Gaulle acerca da Europa, em que este recusava o supra-nacionalismo e tentou sempre reduzir os poderes da burocracia em Bruxelas. De Gaulle defendia uma confederação, e não uma federação como defendem os actuais europeístas. E quando, no Tratado de Nice, a maçonaria fez questão de retirar a matriz cultural cristã do ideário de construção europeia, deu uma machadada decisiva na utopia europeísta.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

Bem-hajam os jornaleiros do Público !

 

jornal-pubico.web
Parabéns ao Público!, porque temos que combater os faxistas, nazis, trogloditas, palafitas, capitalistas, nacionalistas, extremistas da direita (porque não há “extremismo de esquerda”: a esquerda é sempre boa, e a direita é sempre má), canibais e outros que tais — em favor do progresso como lei da Natureza, dos santos progressistas e defensores do paraíso na Terra, da beatitude do Estado plenipotenciário, e das vozes dos herdeiros de Estaline que clamam por justiça e de quem o jornal Púbico é um mensageiro privilegiado.

Bem-hajam os jornaleiros do Público !

Segunda-feira, 23 Maio 2016

Ser “islamófobo” é uma virtude

 

O jornal Púbico diz que o novo presidente da Áustria é de “extrema-direita” porque é “islamófobo”. Ou seja, parece que ser progressista e de Esquerda é ser islamófilo. Esta coisa das “fobias” (homofobia, islamofobia, etc.) tem a vantagem de criar as “filias” por contraposição.

  • Se ser islamófobo é defender os direitos naturais das mulheres enquanto seres humanos;
  • se ser islamófobo é defender os direitos naturais dos homossexuais enquanto seres humanos;
  • se ser islamófobo é defender a liberdade de expressão;
  • se ser islamófobo é defender o direito à existência das culturas antropológicas dos diferentes povos, e o legado histórico nacional,

então, ser islamófobo é uma virtude. Todos deveríamos ser islamófobos sem que o politicamente correcto e o jornal Púbico nos apodasse de “extrema-direita”.

Quarta-feira, 17 Fevereiro 2016

Os cães tendem a desaparecer em Portugal

 

Lembro-me da anedota: a inspecção do Estado vai a uma granja no Alentejo e pergunta ao proprietário: “¿Qual é a alimentação que você dá aos seus porcos?” — ao que o alentejano responde: “Eu não dou alimentação nenhuma! Dou cinco Euros a cada um deles, e eles que comam o quiserem!”.

Um dias destes vai acontecer o mesmo com os cães. Ninguém vai querer ter um cão. A polícia pergunta ao cidadão: “¿Como é que você trata o seu cão?”; e o cidadão responde: “Eu não tenho cão! Encontrei esse aí na rua, por acaso!”.

 

O jornal Público e Liliana Melo

Filed under: Política — O. Braga @ 12:06 pm
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Desde a primeira hora fiz aqui uma crítica feroz ao Estado português na sua acção no caso de Liliana Melo. O jornal Púbico foi um dos me®dia que apoiou o comportamento do Estado neste caso, e agora vem com estas parangonas:

lm_pubico

Liliana Melo não foi atacada nos seus direitos por ser negra: há muitas mães brancas em Portugal a quem o Estado tem tratado de uma forma semelhante ao de Liliana Melo.

O princípio da acção do Estado nestes caso é de Esquerda: presume-se que o Estado tem o direito de intervir directamente no seio da família natural, por um lado, e por outro lado obedece-se ao princípio malthusiano e darwinista segundo o qual é preciso acabar com a reprodução laparota.

A mensagem de Esquerda é ambivalente: por um lado, diz que apoia as famílias numerosas com benefícios fiscais; e por outro lado ataca as famílias mais pobres — sejam brancas ou negras — através de um intervencionismo inadmissível na intimidade da família.

Não há nenhum “direito” do Estado que imponha a uma mulher a laqueação de trompas — a não ser na Alemanha nazi, na ex-URSS e em Portugal.

O politicamente correcto é isso mesmo: por um lado, “o corpo é meu e o aborto é um direito”; e por outro lado, “o corpo não é meu e o Estado pode laquear as trompas”. O que é preciso é seguir as directrizes do Pinto Balsemão e dos Bilderbergers , por um lado, e do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista, por outro lado, e impor a limitação da reprodução humana.

Domingo, 31 Janeiro 2016

Depois das esganiçadas, temos a engraçadinha

 

Quando Pedro Arroja falou nas esganiçadas do Bloco de Esquerda, caiu o Carmo e a Trindade; e quando Jerónimo de Sousa falou numa engraçadinha, caiu Lisboa inteira.

“Na noite das eleições, Jerónimo não disse só “engraçadinha”. Disse que essa “engraçadinha” tinha um “discurso populista”, para “aumentar votos”, e que isso correspondia a “opções”, que não serão nunca as do PCP porque o PCP tem “ideias” e “princípios”. Isto é mais do que um deslize marialva, é chocarreiro e altaneiro, e por não se esperar de um líder comunista é que vale a pena falar do conjunto”.

O Jerónimo de Sousa tem razão numa coisa: ela é apenas engraçadinha; não é “boa como o milho”. Aliás, no Bloco de Esquerda não há “boas como o milho”: são quase todas Gouines comme des camions.

Gouines comme des camions

Domingo, 27 Dezembro 2015

O jornal Público e a crise da imprensa diária

 

Eu não queria ser (actualmente) responsável pela área comercial de um jornal diário. A demonstração disto está neste artigo publicado no jornal Público por uma criatura que dá pelo nome de Alexandra Lucas Coelho.

Segundo a escriba, o corolário da crise da imprensa diária desemboca na necessidade de deixar de a imprensa ser um negócio, para ser um instrumento de “responsabilidade social”. Esta posição explica, em parte, a crise do jornal a que eu chamo de jornal “Púbico”.

“A mudança histórica, então, seria deixarem de ser pensados como um negócio — propício ao prejuízo, a cada ano decepcionante para accionistas e desestabilizador para trabalhadores que vão perdendo condições — e serem tomados como responsabilidade social”.

Para não acabar de vez com os jornais (e a democracia)

Desde o surgimento da imprensa com Gutemberg, esta sempre foi a sobreposição do negócio e da “responsabilidade social”; mas a criatura pensa que o negócio deve ser descurado para que a imprensa pertença sobretudo a uma área de “responsabilidade social”. Esta posição é um decalque actualizado da lógica comunista, onde o facto de os jornais darem prejuízo era justificado pela “responsabilidade social” que era um eufemismo para “propaganda ideológica”.

(more…)

Quinta-feira, 22 Outubro 2015

Um exemplo da merda que é o jornal ‘Público’

 

“A operadora de câmara húngara que foi filmada a pontapear e a rasteirar refugiados no mês passado quando estes fugiam à polícia ameaçou processar um dos refugiados que agrediu e o Facebook. Petra László, que disse ter agido por pânico e que pediu desculpas pelos seus actos, considera que a sua vida ficou destruída por acusações e ameaças infundadas.

As imagens que correram mundo com László como protagonista mostram a jornalista a pontapear refugiados, incluindo uma criança, em Roszke, no Sul da Hungria, perto da fronteira sérvia. A mulher é ainda vista a rasteirar um homem que tinha ao colo uma criança, provocando a queda de ambos. Após estes incidentes se tornarem públicos, László foi despedida e alvo de fortes críticas nas redes sociais, onde, além de terem sido criados perfis falsos com o seu nome e páginas de condenação, recebeu ameaças.”

a merda do jornal Público

Agora vejam este vídeo:

 

Adenda: o semanário ‘SOL’, também.

Sábado, 12 Setembro 2015

O jornal Público e a pouca vergonha de Belmiro de Azevedo

Filed under: Política — O. Braga @ 5:00 pm
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Belmiro de Azevedo e respectiva família não têm vergonha: são cães que não conhecem o dono, cospem na sopa que os alimenta.

“Finalmente. Não é que não se soubesse da sua inclinação, o que irritava é que fingisse ser independente e imparcial e, quando se folheava o jornal, se evidenciava à saciedade que não era. Desta feita assumiu-se, o Editorial não deixa margem para dúvidas. Imagino que quando se construiu a última versão do Editorial houve lágrimas e champanhe.

Gosto particularmente do subtítulo (“Com o jogo totalmente aberto, a vantagem é de quem tiver coragem de mudar”). Revela também que não aprenderam nada desde a anedota da primeira página após o resultado das eleições gregas.

Eu gosto do jornal e leio-o diariamente, também porque me diverte (pois quando preciso de ler notícias e não opiniões disfarçadas de notícias escolho outros). Tenho saudades da Direcção do José Manuel Fernandes, porque havia mais motivos para o comprar. Agora até tem textos de Raquel Varela”.

O Público assume-se

Sábado, 9 Maio 2015

O pluralismo do jornal “Público”

Filed under: me®dia — O. Braga @ 10:11 am
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Uma coisa é um jornal ter uma “inclinação política”; outra coisa é ter uma “orientação ideológica”.

Uma inclinação política é conjuntural e depende da escolha de nicho de mercado; uma orientação ideológica é estrutural e pode mesmo — como no caso do jornal “Avante” do Partido Comunista — ir contra a economia de mercado. Ao contrário do que foi escrito aqui, o jornal Púbico tem uma orientação ideológica e não apenas uma mera inclinação política.

Quando um jornal — como é o caso do Púbico — tem uma orientação ideológica, pratica sistematicamente a sub-informação e sobretudo a pseudo-informação; os factos são sistematicamente substituídos por narrativas prenhes de ideologia política. O jornal Púbico é o principal agente português da espiral do silêncio politicamente correcta.

O cidadão normal tem a ideia de que o jornal Púbico é pluralista porque, ao lê-lo, tem a falsa percepção de que, quando actuam várias forças (políticas) em um mesmo fenómeno político, o efeito é percebido como se cada uma das forças actuasse por sua vez e independentemente. Trata-se de um princípio da Dinâmica — a lei do paralelogramo — aplicado à política.

Por exemplo, estamos dentro de um navio que se movimenta na água. Em relação à água, movemo-nos longitudinalmente; mas se passearmos dentro do navio de estibordo para bombordo e vice-versa, quando queremos saber onde estamos em relação à água, pensamos primeiro que estamos parados enquanto o navio avança na água, e depois, em tempo igual, pensamos que o navio está parado enquanto o atravessamos de bombordo a estibordo (e vice-versa). Trata-se, no segundo caso, de uma falsa percepção das forças em acto no fenómeno em análise. Galileu foi talvez o primeiro a constatar a lei do paralelogramo na sua Dinâmica.

O jornal Púbico também tem a sua “dinâmica” que passa por um falso pluralismo em que colaboram alguns idiotas úteis bem pagos para o efeito.

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