perspectivas

Quinta-feira, 27 Outubro 2016

A ciência é fascista, reaccionária, homofóbica, sexista, transfóbica

 

Um estudo científico exaustivo chegou à conclusão que a genética não tem nada a ver com o facto de uma pessoa se considerar homossexual ou transgénero — o que levou a que os estudantes da universidade Johns Hopkins nos Estados Unidos a repudiar veementemente a ciência como sendo reaccionária, homofóbica, sexista e transfóbica.

Ou seja, a investigação científica reaccionária deve ser proibida em nome da Verdade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros].

sjws

Sábado, 15 Outubro 2016

A arte de escrever sem dizer nada

 

Dantes era uma característica académica na área das Humanidades: escrevias um texto logicamente desconexo, muito longo e gongórico, e o professor dava-te nota boa.

Por efeito de Trickle-down, parece que o fenómeno pegou na blogosfera: escreve-se sem dizer nada: em lugar do tradicional gongorismo académico, o importante agora é utilizar sistematicamente o ad Hominem  e o Circulus In Demonstrando.

Aquilo é uma arte: a única coisa que é inteligível é a tentativa de insulto a priori. Neste caso concreto, parece que eu sou um “pateta-alegre” ( e também “xenófobo”; mas não tenho a certeza).

Segunda-feira, 10 Outubro 2016

A indiscrição contra o Donald Trump é boa; mas a indiscrição do José António Saraiva já é má

 

“Irrita-me solenemente o discurso unanimista contra Donald Trump, mas na verdade confesso que fiquei estupefacto com o baixo nível da conversa do candidato republicano que o Washington Post trouxe à luz do dia e que para o caso julgo ser pouco relevante se era privada ou pública. Não sou melhor nem pior que ninguém mas por defeito de educação prezo uns valores mínimos de estética (que é sempre um reflexo da ética), exigíveis a qualquer pessoa, mas mais ainda na proporcionalidade da sua responsabilidade social. Dito isto estou inclinado a admitir que a indiscrição do WP neste caso está no domínio do serviço público”.

João Távora


“Da promiscuidade entre política e jornalismo (este mera câmara de ressonância daquela) que o livro dá imagem, verificamos que o principal (único?) objecto da política é, ao cabo e ao resto, a sua própria publicidade. Ora o livro demonstra essa desgraça dando de caminho a degradação de costumes, a falta de carácter, a ânsia de protagonismo, a vaidade, a ganância, a ostentação e o vício dos protagonistas retratados. Serem eles com isso tudo que os identifica a transmitir a pequena História deste tempo desgraçado e pela pena dum deles, jornalista, é irónico. Talvez daqui o maior choque e raiva que o livro causou. Essa gente menor não queria ficar assim impressa para o futuro? Mas, que dizer? Ele merecem!…
— Que a democracia lhes seja pesada! — Eis o valor do livro do arq.º Saraiva”.

Dos fracos já reza a História

Sexta-feira, 24 Junho 2016

É isto que os defensores da União Europeia defendem

 

Dizem eles que o controlo de fronteiras é sinónimo de “xenofobia”; então, segue-se que a defesa do Estado-Nação é uma manifestação de xenofobia. E como sem Estado-Nação não há democracia, a xenofobia só pode ser eliminada através de um Estado totalitário.

Sexta-feira, 10 Junho 2016

A Fernanda Câncio e os padres

 

Ao ler este artigo do Vítor Cunha, resolvi procurar no Google o Twitter da Fernanda Câncio.

fcancio_Twitter


No seu livro de 1975 (página 58), Alessandro Pastore conta que, a determinada altura de meados do século XVI, uma pequena comunidade situada em um remoto local dos Alpes do sul, decidiu sustentar um Padre residente. Encontraram um Padre, negociaram o seu salário, e expuseram as condições de vida que teria de observar e os deveres que teria de cumprir. Ou seja, o povo da aldeia impôs uma determinada ética ao Padre (e não o contrário).

Segundo as condições contratuais, o Padre não poderia ter uma amante ou, se tal fosse necessário, deveria procurá-la fora da aldeia — não vá uma qualquer esposa virtuosa conterrânea entreter-se com o estadulho do Padre.

Ou seja, o povo não é tão burro quanto a Fernanda Câncio pensa que é, por um lado, e por outro lado, a Fernanda Câncio tem uma visão errada dos padres: penso mesmo que a Fernanda Câncio deveria começar a frequentar as paróquias de Lisboa, à medida que o seu relógio biológico avança e ela vai entrando na “idade do cheque”.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

Bem-hajam os jornaleiros do Público !

 

jornal-pubico.web
Parabéns ao Público!, porque temos que combater os faxistas, nazis, trogloditas, palafitas, capitalistas, nacionalistas, extremistas da direita (porque não há “extremismo de esquerda”: a esquerda é sempre boa, e a direita é sempre má), canibais e outros que tais — em favor do progresso como lei da Natureza, dos santos progressistas e defensores do paraíso na Terra, da beatitude do Estado plenipotenciário, e das vozes dos herdeiros de Estaline que clamam por justiça e de quem o jornal Púbico é um mensageiro privilegiado.

Bem-hajam os jornaleiros do Público !

Sábado, 30 Abril 2016

O José Pacheco Pereira e o conceito de “direita radical”

 

Se, por exemplo e por absurdo, a Esquerda defendesse a luta armada para conquistar o Poder, e a Direita ficasse escandalizada, a reacção da Direita passaria a ser “radical”. Para o José Pacheco Pereira, é o posicionamento político da Direita que conta, mas não a análise racional (passo a redundância, porque há “análises irracionais”) desse posicionamento político.

jpp-marxÀ medida em que a Esquerda vai entrando pelo absurdo adentro ("barriga de aluguer", eutanásia a pedido do cliente, procriação medicamente assistida para toda a gente, adopção de crianças por pares de invertidos, aborto pago pelo Estado, etc.), é (alegadamente) “a direita que se radicaliza” — a mesma Direita que não mudou de opinião quando, na realidade, foi a Esquerda que se radicalizou. Mas, para o José Pacheco Pereira, essa Direita, que não mudou, passou a ser “radical”.

O José Pacheco Pereira consegue uma coisa extraordinária: chamar de “radical” a uma pessoa que manteve a sua opinião igual à que tinha no tempo em que não era considerada “radical”. Por exemplo, uma pessoa católica que não concordava com o divórcio em 1970, é hoje “radical” porque ainda não concorda com o divórcio (segundo o papa Chico que o José Pacheco Pereira tanto admira).

À medida em que a Esquerda radicaliza, a responsabilidade do radicalismo é transferida para a Direita.

O argumento do José Pacheco Pereira funda-se na falácia ad Novitatem que identifica o “radicalismo” com um alegado “imobilismo ideológico”: qualquer pessoa que mantenha uma opinião ortodoxa corre o risco de ser apodada de “radical”. A única ortodoxia que vale é a de Esquerda que concebe o progresso como uma lei da Natureza.

Se levarmos o conceito pachequiano de “Direita radical” à letra e ao limite, um dia destes qualquer pessoa (por exemplo) que não concorde com o aborto pertencerá à “Direita radical”.

O princípio do José Pacheco Pereira é maniqueísta e totalitário; a diversidade cultural (propalada pela Esquerda) é uma forma de imposição de uma uniformidade ideológica. E a palavra-mestra “Direita radical”, utilizada pelo José Pacheco Pereira, funciona como uma espécie de argumento ad Hitlerum que pretende estigmatizar os relapsos da uniformidade ideológica de Esquerda.

Quarta-feira, 27 Abril 2016

O José Pacheco Pereira anda calado

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:06 pm
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Abruptamente, o abrupto abruteceu. Com jeitinho ele irá dizer que “já tinha avisado o António Costa e que não foi ouvido” (ninguém ouve o José Pacheco Pereira, e depois dá merda).

jpp-marx

O Bloco de Esquerda diz que o Baile de Roda Mandado é sexista e homofóbico

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:03 am
Tags: ,

 

O Bloco de Esquerda vai apresentar uma proposta de lei no sentido de proibir o Baile de Roda Mandado, porque nele não existe igualdade entre géneros — por exemplo, não existe Baile de Roda Mandado com casais de gueis, o que é uma forma de homofobia; e os homens usam calças e as mulheres usam saias, o que é uma manifestação de sexismo.

(dica)

Terça-feira, 26 Abril 2016

Igualdade do Bloco de Esquerda: o Estado vai oferecer um helicóptero portátil aos coxos

 

“Agora, o que o Bloco de Esquerda propõe é que se dê à pessoa com deficiência “meios económicos para que possam contratar alguém que o auxilie nas tarefas da vida quotidiana”. É este “princípio de vida independente que queremos instituir”, sublinha o bloquista”.

Causas fracturantes do Bloco estão para durar

Para que mancos (e mancas) sejam iguais às pessoas (e pessôos) que não são mancas (e mancos), o Bloco (e Bloca) de Esquerda (e de Esquerdo) propõe que o Estado (e a Estada) ofereça um@ mini-helicópter@ (ver vídeo ou vídea abaixo ou abaixa) a cada manquinh@ português (e portuguesa), para que assim não exista discriminação dos não-mancos (e não-mancas) em relação aos coxos (e coxas).

Para tal, o Bloco (e Bloca) de Esquerda (e de Esquerdo) vai impôr a António Costa a inscrição de uma rubrica do Orçamento de Estado de 2017 com o nome “igualdade para os manquinhos e manquinhas, coitadinhos e coitadinhas”.

Quinta-feira, 14 Abril 2016

O Ruizinho deve pensar que a Suíça é um país em guerra ou subdesenvolvido

 

“De facto, não estando um país em guerra, nem perto de lá estar, como se pode justificar a obrigatoriedade de prestação de serviço militar a um jovem de 18, 19 ou 20 anos, no qual, depois de alguns meses de recruta, os jovens iam perder o seu tempo em trabalho administrativo de caserna? Não pode, nem deve, como o estado português acabou, sensatamente, por reconhecer”.

A esperteza do Ruizinho

¿Como se pode justificar a obrigatoriedade de prestação de serviço militar a um jovem de 18, 19 ou 20 anos, na Suíça?!

SMO-Suiça

Switzerland has mandatory military service (German: Militärdienst; French: service militaire; Italian: servizio militare) in the Swiss Army for all able-bodied male citizens, who are conscripted when they reach the age of majority, though women may volunteer for any position.”

Conscription in Switzerland

É um espertalhão, o Ruizinho. Sabe umas coisas.

Segunda-feira, 11 Abril 2016

Um bom artigo para o Carlos Fiolhais e a Helena Damião lerem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:30 pm
Tags: , , ,

 

O Professor universitário dinamarquês Helmuth Nyborg é especialista na área da ligação entre as hormonas e a inteligência, e escreveu isto:

“In 2012 I wrote the article "The decay of Western civilization: Double relaxed Darwinian Selection". It assessed the effect of the Europeans having few children and immigrants with low IQ many, and concluded that Westerners will soon be a minority in Europe, and that the average IQ drops so much that prosperity, democracy and civilization is threatened”.

Professor: – Civil war is most likely

Também o podem ler a Raquel Varela, o Jugular, e a Esquerda em geral.

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