perspectivas

Segunda-feira, 18 Julho 2016

A Elisabete Rodrigues e a estória da Ana que já era lésbica quando nasceu

 

Todos sabemos que uma grande percentagem de adultos homossexuais tiveram algum tipo de trauma em contexto sexual, na infância ou na adolescência. Até o Júlio Machado Vaz pode corroborar isso.

Mulheres que se dizem “lésbicas” decidiram, a nível inconsciente e por razões diversas em cada caso, que ser fêmea é indesejável (porque viram no modelo feminino o “sexo fraco”) ou inseguro (porque sofreram qualquer agressão sexual ou física, e não souberam resolver psicologicamente esse problema).

No lesbianismo, 1/ ou a rapariga não suplantou a fase marcadamente narcísica da adolescência; ou então 2/ a rapariga “aprendeu” a odiar os rapazes devido a qualquer trauma sexual marcante na infância ou na adolescência, ou foi alvo de rejeição sistemática por parte dos rapazes — que tem como consequência a rejeição da identidade feminina.

Não existe um “gene gay”; ninguém “nasce homossexual”. O que podem existir são anomalias cromossómicas, mas a esmagadora maioria dos homossexuais não tem essas anomalias.

Podem existir, na definição da homossexualidade em uma pessoa, influências da epigenética. Mas a epigenética não determina comportamentos necessitantes, nem transforma eventuais tendências comportamentais em uma força insuperável pela vontade do ser humano.


Esta estória da Elisabete Rodrigues conta que “a Ana sempre se sentiu atraída por mulheres” — o que não é possível.

Sabemos por experiência própria (não é preciso consultar o Júlio Machado Vaz) que até as meninas “Marias-Rapaz”, por exemplo, fazem do predomínio relacional sobre os meninos, uma forma de aproximação ao sexo oposto: a mulher “dominadora” em relação ao sexo oposto não é necessariamente nem maioritariamente lésbica.

A conhecida psicoterapeuta Diane Eller-Boyko, que foi lésbica e hoje é casada (com um homem, naturalmente), escreveu o seguinte:

Our culture especially honors the masculine – strength, dominance, achievement, striving. That creates in many women a neurotic split from their authentic natures. The woman represses the inner hurt and pain, and starts to identify with the masculine. It is out of the unhealed places of the wounded feminine psyche that she becomes aggressive and loud. Many women today are depressed, shut down, and over-functioning.

Lesbianism quite naturally allies itself with feminism. In the lesbian community you hear, ‘You don’t need a man, you can do it on your own.’ Or, ‘What good are men? They only want one thing. Who needs them?’ This, combined with a rebellious attitude toward the idea of receptivity, is part of Lesbianism.

Yet receptivity is the very core of the feminine. Rather than championing a war against men, we must bring back the life-giving spirit of the feminine.”

O que pedimos à Elisabete Rodrigues é que tenha um pouco de juízo; um poucochinho só.

feminismo

Segunda-feira, 28 Dezembro 2015

Em Portugal já impera a lei das lésbicas

 

Eu não tinha dado conta de que o piropo tinha sido criminalizado. Ou seja (a ser verdade), segundo a lei portuguesa, um qualquer piropo pode ser a mesma coisa que um insulto.

A proposta de lei parece ter sido do Bloco de Esquerda; e claro está, o Partido Socialista de António Costa segue o Bloco de Esquerda de forma canina.

Qualquer palavra que um homem dirija a uma mulher pode ser subjectivamente considerada por ela como um insulto (um piropo). A ideia do Bloco de Esquerda — e da Esquerda em geral — é a de paralisar as interacções culturais entre os dois sexos.

Portugal está a transformar-se em um sítio perigoso; impera já a lei das lésbicas.


Adenda:

Afinal, a lei da pirofobia é proveniente da “direita”. Ainda vou ver o Passos Coelho a fazer concorrência à Catarina Martins.

Quinta-feira, 21 Maio 2015

Começo a entender o comportamento da Isabel Moreira e quejandas

Filed under: Ciência — O. Braga @ 5:34 am
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isabel-moreira-85210-web“Lo sorprendente es que el semen humano también tiene virtudes llamativas. Un estudio realizado por Gordon Gallup y Rebecca Burch entre 300 mujeres ha demostrado que aquellas que usan condón tienen un puntaje 50% más alto en síntomas de depresión que aquellas que no lo utilizan.

El semen afecta el sistema nervioso femenino, es una de las conclusiones de la investigación. También hay evidencia que las mujeres embarazadas que no usan condón son menos propensas a sufrir preclampsia que aquellas que sí recurren a él. Dado que esta complicación médica tiene relación con una respuesta del sistema inmunológico de la madre, se cree que el semen podría tener también beneficios en las defensas.”

El semen altera el cerebro de las hembras

Sexta-feira, 30 Agosto 2013

Duas lésbicas do Bloco de Esquerda querem proibir os piropos

“Ó Jóia!, vem cá ao Ourives!” (piropo)

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Chego a sentir pena das lésbicas, tão frustradas são por não terem homem. E em função dessa frustração inconsciente, querem proibir as mulheres em geral de qualquer contacto com homens. A verdade é que o piropo não é só masculino: a mulher também tem a sua forma peculiar de piropo que passa por uma abordagem indirecta, ao passo que o piropo masculino é directo.

piropo-mulher.jpg

O Bloco de Esquerda é um partido político incoerente: por um lado, é o paladino da expressão pública desbragada e incontrolada do desejo homossexual e das paradas gay; mas, por outro lado, quando se trata dos relacionamentos entre os dois sexos, pretende proibir a expressão pública do desejo.

Muitos casamentos felizes e famílias unidas começaram com um piropo. Ele há piropos e piropos.

Sábado, 27 Outubro 2012

O governo holandês estuda uma proposta para a instituição do “casamento” a três

Aux Pays-Bas, la chose est en bonne voie : sur proposition des socialistes (PvdA), des Verts et des libéraux, le ministère de la Justice néerlandaise a lancé une étude pour déterminer si trois personnes, voire davantage, peuvent être simultanément « parents » d’un même enfant. Fred Teeven a ainsi réagi favorablement à la suggestion faite dans le cadre de la Chambre basse, mardi soir, par Liesbeth van Tongeren, de GroenLinks (Gauche verte), tout en expliquant qu’il voyait des problèmes d’ordre pratique.

via Le blog de Jeanne Smits: Pays-Bas : 2, 3 ou 4 « parents » ?.

Na sequência do “casamento” gay e da adopção de crianças por duplas de avantesmas, o ministério da justiça holandês estuda uma proposta de lei de “casamento” tipo “ménage à trois”.

Segundo a ideia do governo, que é apoiada pelo Partido Socialista, pelos Verdes, e pelos liberais que correspondem ao nosso Partido Social Democrata, o “casamento ménage à trois” substituirá o conceito de “parentalidade” e de “homoparentalidade” pelo conceito de “multiparentalidade”, e deve ser instituído “no interesse das crianças”.

Platão, há cerca de 2400 anos, defendeu este conceito de “multiparentalidade” na sua República; e foi ele que defendeu também, pela primeira vez na História, a construção de campos de concentração para os delitos de opinião.

Segunda-feira, 17 Setembro 2012

O feminazismo e a construção paulatina do homofascismo

É tempo de o povo “acordar”, antes que seja tarde.

Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

1/ Uma mulher austríaca teve um filho de uma relação com um determinado homem.

2/ Mais tarde, essa mulher, mãe da criança, juntou-se a outra mulher em uma relação lésbica.

3/ As duas mulheres reclamaram o “direito” à adopção da criança junto dos tribunais austríacos, ou seja, reclamaram o “direito” de colocar o pai da criança fora dos seus direitos, na sua condição de pai, em relação à criança. Ou, por outras palavras: as duas lésbicas defenderam no tribunal austríaco a tese segundo a qual os direitos biológicos da paternidade do homem em relação ao seu filho constituem, em si mesmos, uma forma de “discriminação” em relação aos “direitos” das lésbicas e dos gays.

4/ o tribunal austríaco recusou o pleito das lésbicas, argumentando que se existe um pai biológico que se interessa pela criança e que paga a pensão de alimentos, o superior interesse da criança não permite a adopção por parte do par de lésbicas.

5/ perante a decisão dos tribunais austríacos, as duas vagabundas recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o apoio do lóbi político gayzista europeu apoiado financeiramente pela Comissão Europeia de Durão Barroso, e apresentando a mesma tese: os direitos do pai biológico em relação ao seu filho são, em si mesmos, um factor de “discriminação” em relação à “orientação sexual” homossexual.

6/ este caso revela-nos, com uma evidência cristalina, que a homofobia terá que passar a ser novamente a norma cultural, sob pena de passarmos a viver numa sociedade surreal. Não há mais espaço para tolerância. Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

Quinta-feira, 24 Maio 2012

Um exemplo da adopção de crianças por duas lésbicas, e a sua transformação em ratos de laboratório

Thomas Lobel é um miúdo americano de 11 anos, filho natural de Debra Lobel que é lésbica. Quando a criança nasceu, a mãe natural de Tomas juntou-se a outra lésbica, Pauline Moreno. E a primeira frase que as duas vacas lésbicas ensinaram ao miúdo, pelos seus dois anos de idade, foi a seguinte: “Eu sou uma menina!”. E as duas vacas lésbicas começaram, então, a tratar o miúdo por “Tammy”, em vez de Thomas.

Aos sete anos de idade, o miúdo ameaçou mutilar a sua genitália, e os psiquiatras diagnosticaram em Thomas, aliás “Tammy”, uma “desordem de identidade de género”. Pudera! Com aquelas duas vacas lésbicas como tutoras, como é que a criança não cairia em uma “desordem de identidade de género”?

Aos 11 anos de idade, Thomas, aka “Tammy”, começou a tomar hormonas para bloquear a puberdade masculina. E o macabro deste caso é que as duas vacas lésbicas dizem que não têm culpa nenhuma da “desordem de identidade de género” da criança: segundo elas, “a criança nasceu assim”, e foi a própria criança que pediu para tomar as hormonas que bloqueiam o seu normal desenvolvimento sexual.

Segundo as duas vacas lésbicas, a educação de uma criança por duas lésbicas não tem absolutamente nada a ver com o desenvolvimento de Thomas e com a sua transformação em Tammy; nadinha! “A criança já nasceu assim!”, dizem as duas vacas lésbicas; e, provavelmente, [digo eu!] antes de nascer, a criança já tinha uma “desordem de identidade de género”.

Quarta-feira, 26 Outubro 2011

A União Europeia cede ao lóbi gayzista e abortista, condenando a Hungria

Tradução: '(Eu compreendo que não estás pronta para mim)... mas dá-me para adopção: DEIXA-ME VIVER!'

Resposta dada por Viviane Reding em nome da Comissão

A Comissão confirma estar a par da campanha de comunicação referida pelos Senhores Deputados. A pedido da Comissão, as autoridades húngaras confirmaram que a subvenção que foi concedida, no âmbito do programa Progress — secção igualdade de género — foi utilizado em parte para financiar uma campanha que apresentava a adopção como uma alternativa ao aborto.

O projecto húngaro, cujo pedido foi apresentado em Maio de 2010 no âmbito de um convite à apresentação de propostas, não fazia menção a uma campanha específica sobre a questão do aborto nem da adopção.

A Comissão contactou as autoridades húngaras solicitando-lhes para suprimirem a parte da campanha relativa ao aborto e a retirada de todos os cartazes existentes. A Comissão salientou também que se reservava o direito de iniciar um procedimento para pôr termo à convenção de subvenção e de retirar as respectivas consequências, designadamente financeiras, do que considera ser uma utilização indevida dos fundos comunitários.

via Resposta a uma pergunta escrita – Campanha anti-aborto na Hungria parcialmente financiada pelo programa PROGRESS da UE – E-005029/2011.

Quinta-feira, 9 Dezembro 2010

A linguagem de ódio lesbiano-ateísta

Via Jairo Entrecosto, chego a este textículo. A escriba começa por Nietzsche, o que é sintomático — o mesmo Nietzsche misógino que faria corar de vergonha o machista mais empedernido. Porém, é exactamente Nietzsche que foi escolhido para abrir um artigo da citada feminazista.

O essencial sobre o referido textículo já foi dito pelo Jairo Entrecosto. Apenas queria aqui sublinhar o nojo; é importante, de vez em quando, fazer ressaltar aquilo que é nojento para que possamos admirar o belo. O ser humano vive da valoração do belo (também) através da existência do repugnante.

O que me preocupa é pensar que gente daquela índole possa ter alguma influência na política do Terreiro do Paço. Preocupa-me porque estamos a lidar com gente doida, de uma sociopatia inconfessável. Gente que vive às avessas, sem rumo nem sentido, confusa, infeliz e em fé negativa. Gente de ódio. Gente que transforma um complexo de inferioridade — inerente à sua própria condição voluntariamente assumida e contra-natura — em sentimento de superioridade, através do qual se sentem no direito de rotular a moral cristã de “moralidade dos escravos”, como se essa gentinha não fosse escrava da sua amoralidade.


Eu sempre simpatizei mais com a ética de Tomás de Aquino que, por influência da filosofia grega pós-socrática, dizia que “o mal é apenas a ausência do bem”, do que com a ética de Agostinho de Hipona, que foi manifestamente influenciado pelo maniqueísmo (a filosofia de Mani, o persa). Sempre pensei que Aquino estivesse mais perto da verdade.

Porém, quando vejo hoje tanto ódio e pestilência condensados em tão pouca gente — numa pequeníssima minoria organizada, e inqualificável a todos os níveis — na nossa sociedade, penso que talvez Santo Agostinho tivesse razão: talvez exista mesmo uma luta histórica entre o Bem e o Mal. E se partirmos do conceito agostiniano de “demónio”, aquela gente ignóbil incorpora-o de uma forma perfeita.

Sábado, 27 Novembro 2010

O social-fascismo jugular

Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista.
A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi.

Uma psiquiatra radical de esquerda diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”. Desde logo, uma dimensão da realidade não é um “acto”; a psiquiatra não se sabe exprimir em português (“quem te manda a ti sapateiro, tocar tão mal rabecão”). Porém, é sabido que a inclusão da dimensão espiritual e religiosa na acção terapêutica é uma evidência científica; basta seguir o que se constatou em investigações científicas mais recentes.

O chavão “visão biopsicossocial da medicina” tem na sua base uma visão absurda da realidade: a sociobiologia. A sociobiologia pretende ser uma espécie de sociologia que engloba o ser humano e os animais em geral numa só área de investigação — ou seja, o ser humano é colocado, à partida, em pé de igualdade em relação a uma vaca, por exemplo. E é nesta equiparação e analogia que se espelha a concepção do mundo e da vida da referida senhora psiquiatra (o que, no caso dela, até compreendo).

É interessante constatar que a maior parte dos dementes sociopatas da esquerda radical estudaram ciências sociais — desde Francisco Louçã, ao gayzista-mor Vale de Almeida, até ao lesbianismo jugular.

A partir do momento em que o conceito de sociobiologia é considerado racional, legítimo e “científico”, a ética é minada por dentro, porque passa a ser legítima a utilização sistemática da falácia naturalista. O sofisma naturalista consiste em retirar conclusões morais a partir de um facto (natural) — por exemplo, os bonobos têm uma actividade homossexual constante, e portanto o comportamento homossexual nos seres humanos passa a ser moralmente válido; outro exemplo, o peixe-palhaço é transsexual, e por isso a transsexualidade passa a ser moralmente válida. A falácia naturalista, legitimada pela sociobiologia, elimina as hierarquias e categorias da ética e da moral, tornando-as totalmente arbitrárias.

E é baseando-se na falácia naturalista e na analogia (no nivelamento do ser humano pelos animais mais primordiais) do ser humano com um peixe-palhaço ou com um bonobo, que a psiquiatra diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”, porque é evidente que uma ameba não tem religião (pelo menos no sentido humano da palavra). O que a psiquiatra quer dizer é que o ser humano é uma espécie de “ameba evoluída”.

A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi. Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista, o que significa uma nova estirpe das ideias nazis transmutadas e adaptadas ao nosso tempo. Resulta disto que o termo “feminazismo” faz todo o sentido quando aplicado ao blogue jugular.

Segunda-feira, 13 Setembro 2010

O discurso platónico-republicano da esquerda

Feministas e lésbicas devem ser tratadas como machos ou, não sendo possível, pelo menos como mulas.

« Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter? » escreve a senhora.

Porém, a senhora não define “formação de carácter”; nem interessa definir, porque mantendo o conceito sem uma noção, a esquerda pode sempre transformar o carácter das nossas crianças naquilo que lhe aprouver.
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Segunda-feira, 15 Fevereiro 2010

A afirmação do feminismo resulta em decadência civilizacional e em desordem social

“La feminista radical es la más machista y retrógrada de las mujeres, porque reclama privilegios frente a un nuevo supermacho: el Estado democrático”.

Diego de los Santos, eurodeputado e deputado espanhol, fundador do Partido Andalucista

Sobre este postal que traduz um artigo do conhecido blogger norueguês, Fjordman:

O feminismo está directamente ligado ao gayzismo. Muitas das líderes feministas ― e todas as mais conhecidas ― são lésbicas. O lesbianismo (como o gayzismo em geral) é uma distorção da ordem do ser, sendo que a ordem do ser humano consiste numa unidade psicossomática (com razão, intuição e instinto, e não apenas um ser instintivo que faz do desejo sexual subjectivo (em contraponto à sexualidade objectiva) o próprio princípio da sua identidade).
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