perspectivas

Domingo, 31 Janeiro 2016

Depois das esganiçadas, temos a engraçadinha

 

Quando Pedro Arroja falou nas esganiçadas do Bloco de Esquerda, caiu o Carmo e a Trindade; e quando Jerónimo de Sousa falou numa engraçadinha, caiu Lisboa inteira.

“Na noite das eleições, Jerónimo não disse só “engraçadinha”. Disse que essa “engraçadinha” tinha um “discurso populista”, para “aumentar votos”, e que isso correspondia a “opções”, que não serão nunca as do PCP porque o PCP tem “ideias” e “princípios”. Isto é mais do que um deslize marialva, é chocarreiro e altaneiro, e por não se esperar de um líder comunista é que vale a pena falar do conjunto”.

O Jerónimo de Sousa tem razão numa coisa: ela é apenas engraçadinha; não é “boa como o milho”. Aliás, no Bloco de Esquerda não há “boas como o milho”: são quase todas Gouines comme des camions.

Gouines comme des camions

Quarta-feira, 24 Junho 2015

Syrízicos

 

sirizicos

Neologismo criado pela Helena Matos.

Segunda-feira, 25 Junho 2012

Os animais ou criminosos, e a liberdade de expressão

Uma característica comum aos quatro personagens da imagem supra é a de — em nome da liberdade de expressão — terem criticado o nosso país entre estrangeiros, ou terem comprometido a ordem interna, ou terem levado a cabo políticas ruinosas para Portugal, contribuindo assim para o desprestígio internacional de Portugal.

Passos Coelho cometeu esse erro em Espanha e em espanhol, logo que foi nomeado líder do Partido Social Democrata, ao criticar o governo português entre espanhóis; convém que os portugueses conservem a memória.

José Sócrates, com a sua governação ruinosa que levou Portugal à bancarrota, deu o exemplo de como se pode reduzir o prestígio de um país a zero.

O Bloco de Esquerda de Francisco Louçã e o Partido Comunista de Jerónimo de Sousa têm contribuído, anos a fio, para o desprestigio do nosso país nos areópagos internacionais onde estão presentes, nomeadamente no parlamento europeu, onde têm sistematicamente tecido críticas não só a Portugal como país, mas também aos seus governos e a outros órgãos de soberania. Mas tanto o Partido Comunista como o Bloco de Esquerda foram mais longe: para além de contribuírem activamente para o desprestígio do nosso país, têm sistematicamente apelado à desordem pública — tudo isto em nome da liberdade de expressão.

Para Fernando Pessoa, qualquer um dos do Bando dos Quatro pertence ao “género de indivíduo que ou é um inferior análogo aos animais, em quem a hereditariedade prepondera sobre o meio [aqui é a hereditariedade a superar o meio], ou é um louco, um criminoso ou um génio [aqui é a variação (genética) a superar o meio].

Ora, dada a escassez de homens de génio, os que, sob qualquer pretexto — quase invariavelmente estúpido — que seja, procedem de modo que afectem ou possam afectar, o prestígio interno ou externo da sua pátria, ou são tipos inferiores e animais do homem, arrastados — pois a sua personalidade, que é nula, espontaneamente o nos pode conduzir a isso — por pseudo-ideias ou pseudo-ideais que tenham um apelo directo à sua animalidade; ou são degenerados mentais [loucos e semiloucos] ou morais [criminosos ou quase].” (in “Nacionalismo Liberal”)

Terça-feira, 8 Março 2011

Jeronimus Sanguinarius

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:13 pm
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Quinta-feira, 19 Agosto 2010

Nope!

Filed under: Geral — O. Braga @ 11:46 pm
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Sábado, 5 Setembro 2009

José Sócrates versus Jerónimo de Sousa na RTP 1

tombstone-jose-socrates

José Sócrates é um mentiroso compulsivo a ponto de se enganar a si próprio e de se tornar um perigo para a sociedade. José Sócrates inventa a realidade; esta deixa de ser aquilo que é e transforma-a naquilo que ele quer que seja. Eu penso que é um caso patológico.

A minha divergência em relação a Jerónimo de Sousa é ideológica, mas não tenho dúvidas nenhumas em afirmar que tenho muitíssimo mais respeito pessoal pelo comunista do que por José Sócrates. Pelo menos, Jerónimo de Sousa é honesto e coerente.


Adenda:

Alguém que se diz deste blogue deixou aqui um comentário que publico desta forma:

“Pelo menos, Jerónimo de Sousa é honesto e coerente.”

Tal como toda a verdadeira esquerda, exceptuando a extrema-direita, que curiosamente constato estar associada à ideologia deste blog…

No próximo postal (link pré-definido: http://wp.me/p2jQx-3bd) irei falar do VALOR e do DIÁLOGO, para provar que a honestidade não tem absolutamente nada a ver com o facto de uma pessoa ser de esquerda ou de direita, porque é a coerência que condiciona a honestidade. O facto de uma pessoa ser coerente não significa que esteja certa no seu projecto. E o Homem honesto é o que segue determinados VALORES racionais mesmo que não tenha absoluta consciência disso — o que significa que a honestidade está intimamente ligada à sensibilidade e ao querer, e não a uma determinada orientação política.

Em suma: no próximo postal vou fazer a prova de que o comentarista é uma besta.

Quinta-feira, 30 Julho 2009

A matança de homossexuais será inevitável na Europa

A inconsciência dos políticos europeus é assustadora. Vejam o vídeo abaixo (17 MB, em língua portuguesa) clicando na imagem.

Clique p/ ver

Clique p/ ver

http://www.youtube.com/watch?v=e8mFeWLwJx8


José Sócrates, Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, deveriam ser julgados em tribunal pelo mal que estão a fazer a Portugal.

eurabia-olhando-futuro

Quando vemos o programa de governo do partido socialista liderado por José Sócrates, que depois do aborto quer agora o “casamento” gay, e perante os factos que são insofismáveis que vemos no vídeo e que não deixam dúvidas, qualquer pessoa com um mínimo de inteligência pode prever que os gays vão ser massacrados dentro de pouco tempo ― e na Europa, já não em países do terceiro-mundo. O esquerdismo está a trabalhar activamente para a sua própria aniquilação, e o pior é que vamos todos juntos na enxurrada.

Em vez de seguir uma política de convivência social saudável e moderada, que garanta à sociedade os valores éticos e morais necessários para que, dentro do Cristianismo, a garantia da sobrevivência da nossa cultura possa ser conseguida através de taxas de natalidade suficientes, a esquerda, através de José Sócrates, leva a cabo uma política cultural niilista que acabará por trazer resultados exactamente opostos aos que prescreve e anuncia: dentro de poucos anos, ser paneleiro na Europa significará ― e não tenho qualquer e menor dúvida disto ― a pena-de-morte.

O Islão é um princípio de ordem e não uma religião normal; pode ser comparado a uma “singularidade”.

Em termos matemáticos, uma “singularidade” é um ponto em um determinado domínio de uma função no qual o valor da função se torna indefinido. Em uma singularidade típica, a função “aponta para o infinito”, ou seja, na área em torno da singularidade, o valor da função aumenta à medida que se aproxima da singularidade. Na astrofísica, o buraco-negro é também referido como uma “singularidade”. Quando a matéria de uma estrela em fim de vida é comprimida para além de um terminado ponto ― conhecido como “radius de Schwarzchild” ―, torna-se impossível a alguma coisa escapar à sua gravidade, produzindo um ponto de massa de uma “densidade infinita”. Na singularidade, as leis da Física deixam de ser aplicáveis.

Quando a população islâmica atinge uma determinada percentagem da sociedade europeia, esta entra numa “singularidade” e o Direito Positivo europeu (as leis da Europa herdadas do direito romano, do Cristianismo e da nossa cultura) entram automaticamente em colapso. Quem acredita que a cultura europeia sobreviveria numa situação de “singularidade islâmica”, está estupidamente errado.

José Sócrates, Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, deveriam ser julgados em tribunal pelo mal que estão a fazer a Portugal.

(via)


Email me (espectivas@nullgmail.com)

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