perspectivas

Segunda-feira, 7 Novembro 2016

A estratégia política da Esquerda: o Síndrome de Münchhausen colectivo, e Sneaky Fucker Strategy

 

Se ouvirmos o discurso político radical igualitarista da Esquerda — desde o António Costa até Catarina Martins ou ao José Pureza —, detectamos o Síndrome de Münchhausen “by proxy”, que induz a proliferação cultural do dito síndrome a nível do indivíduo, mas desta feita, “by self”: a sociedade é transformada em um manicómio colectivo.

E quando ouvimos um macho de Esquerda a defender o “direito” (feminista) da mulher ao aborto a pedido e pago pelo Estado, estamos perante uma conjugação entre o Síndrome de Münchhausen “by proxy” e a chamada Sneaky Fucker Strategy.

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Quarta-feira, 21 Setembro 2016

Eu estou atónito;

 

completamente incrédulo, como aquelas pessoas que dizem que se beliscam para se certificarem que não estão a ter um pesadelo.

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Mas o que me deixa atordoado, não é o que se passa nos me®dia do país: em vez disso, é que se leve a sério o que se passa no país. Ou seja, o que poderia ser uma boa comédia desfasada da realidade, passou a ser uma tragédia que explora o absurdo ao seu limite possível.

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Quinta-feira, 18 Agosto 2016

O Partido Socialista vai implementar o cagómetro

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:09 am
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“O Governo quer que o Fisco passe a ter acesso às contas bancárias de todos os cidadãos, já a partir de 2017, mesmo que estes não sejam suspeitos ou culpados de qualquer delito fiscal. No entanto, a Comissão Nacional de Protecção de Dados considera que, a concretizar-se, esta intenção será ilegal, avança hoje o Jornal de Notícias.”

Fisco quer ter acesso a todas as contas bancários. Comissão diz que é ilegal


cagometro-webO cagómetro é um dispositivo acoplado à sanita que mede a quantidade de vezes que o cidadão evacua em sua própria casa.

No sentido de melhorar a qualidade da alimentação dos portugueses, poupando, ao mesmo tempo, dinheiro em cuidados de saúde (ou seja, para o bem dos portugueses), o governo do Partido Socialista vai tornar obrigatória a instalação de um cagómetro em cada sanita dos lares portugueses.

Conforme o número de membros da família, o cagómetro estabelece a média da cagação familiar e define coimas se essa média ultrapassar as duas vezes por dia. No entanto, esta medida da geringonça está a gerar polémica porque há quem diga que vai começar a cagar no penico e a despejar no quintal do vizinho; e os portugueses que vivem na fronteira com Espanha já dizem que irão cagar a Espanha.

Terça-feira, 14 Junho 2016

A Esquerda dividida entre dois amores

Filed under: Política — O. Braga @ 10:27 am
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No caso do massacre da cidade de Orlando, a Esquerda entrou em dissonância cognitiva (como é o caso da Raquel Varela e António Costa), porque as vítimas e o agressor fazem parte de dois grupos protegidos pelo politicamente correcto.

A Esquerda, dividida entre apoiar um dos grupos protegidos em detrimento do outro, decidiu classificar o morticínio como sendo produto de homofobia: a Esquerda recorre a uma linguagem da psicologia para fugir à ideologia.

“Este parolo [António Costa] chama-lhe “homofobia”. Portanto, o labrego-mor desta terrinha onde Judas perdeu as botas acha que um indivíduo mata 50 pessoas por medo (fobia) de pessoas do mesmo sexo. É, é isso: matou-as por medo, coitadinho, que estava assustadinho. Agora já não tem mais medinho, terrores nocturnos e suores frios, está curadinho. É um milagre, para gáudio de meio-milhar de aspirantes a labregos que metem o coraçãozinho no tweetzinho do sociopata que nos governa”.

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Quinta-feira, 19 Maio 2016

A malandragem dos malandros da geringonça

 

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Sábado, 30 Abril 2016

A nova guerra fracturante da Esquerda: a regulação da vida sexual por parte do Estado

 

Os Estados Unidos (onde nasceu o politicamente correcto) prepara-se para alterar o Código Penal introduzindo a figura jurídica de “consentimento afirmativo”, o que significa que as relações sexuais serão à partida e sempre consideradas como “violações sexuais” — a não ser que nenhuma das partes envolvidas na relação denuncie o acto sexual.

Ou seja: o homem é, por princípio, sempre considerado um violador sexual — a não ser que a mulher se cale. Basta que a mulher diga que foi violada (basta a palavra dela), para que o homem seja preso.

Temos aqui a inversão do ónus da prova: é o homem que tem que provar que não é um predador sexual; mas a verdade é que esse “consentimento afirmativo” é impossível de provar, a não ser que, antes de cada acto sexual, se assine um contrato entre as partes.

¿Quando é que a Catarina Martins apresenta um projecto-de-lei que regule as relações sexuais?

Segunda-feira, 25 Abril 2016

Portugal está a “cubanizar-se”, e António Costa é o responsável

 

“O marido de Maria José Morgado, o fiscalista Saldanha Sanches (outro ex-radical do MRPP) defendeu que as associações de bombeiros voluntários deveriam ser extintas, sendo — segundo ele — substituídas por bombeiros profissionais pagos e dependentes do Estado, o que ele defendeu foi a ideia de que o associativismo (que é o fundamento das comunidades da sociedade civil) deveria ser preterido — através de uma desculpa economicista que contradiz a essência da mundividência de esquerda — em favor do reforço do Poder do Estado.

Esta sanha contra as comunidades da sociedade civil vem directamente de Rousseau que influenciou Karl Marx”.

escrito neste blogue em 9 de Maio de 2010


Este domingo, durante um encontro sugestivamente intitulado “Inconformação 2016”, Catarina Martins proclamou que o trabalho voluntário “é uma treta”. Mais: acrescentou que “se é trabalho, tem que ter contrato”, pelo que só pode existir “quando houver pleno emprego”.

Um dia destes acordamos nas mãos do Bloco


Ontem ouvi a Catarina Martins a falar na rádio — acerca dos sem-abrigo do Porto — como se estivesse presente no governo do Partido Socialista de António Costa. o-monhe-das-cobras-web

Eu passei pela “transformação marxista” em Moçambique depois da independência deste país, ainda era eu um adolescente, e já vi esse filme. É um filme de terror; e fiquei vacinado para toda a vida. Só quem viveu o ambiente da revolução marxista pode ter a noção do terror que se entranha nos espíritos em geral: vivemos uma espécie de “sufocação social”, em um medo generalizado perante uma total prepotência e discricionariedade do Poder (que não se compara, nem de perto nem de longe, com a censura salazarista). É uma sensação inesquecível. O que o Bloco de Esquerda defende é uma nova e actualizada versão da revolução marxista, em que eles se sentam na cadeira do Poder.


“Não há partido mais infantil do que o BE. O BE tem tudo o que é típico de uma criança malcriada, mimada, irritante e preguiçosa. Estão a ver aqueles miúdos a quem dizemos "olá" e eles começam a gritar ou aos insultos? É assim o BE. No mundo dos adultos chama-se a isto irreverência; no das crianças, má–criação. Outra particularidade infantil do BE é o mimo. As criancinhas mimadas são sempre levadas a sério, mesmo que não tenham idade para apanhar um autocarro. Qualquer coisa que digam, por mais parva que seja, dá notícia. Ora, isto faz que não tenham necessidade de deixar de dizer coisas parvas – como insultar o voluntariado – tornando-se preguiçosas e viciadas em atenção.”

A criancinha malcriada

Porém, o grande responsável do que está a acontecer em Portugal não é a Catarina Martins, mas é o António Costa e o seu Partido Socialista que se radicalizou. É o Partido Socialista que terá que prestar contas ao país. os-malandros-web

Quinta-feira, 21 Abril 2016

“Fazer melhor” não é “fazer pior”

 

No Blasfémias há duas pessoas que vale a pena ler: a Helena Matos e o Vítor Cunha; o resto é “cumbersa para boi dormir” e para compor o ramalhete.

Vemos aqui um “poste” do Ruizinho (que parece que militou na Esquerda radical na juventude) acerca de Passos Coelho. Eu estou à vontade para falar de Passos Coelho porque fui crítico dele quando foi primeiro-ministro; mas hoje aprovo a estratégia do PPD/PSD que não decorre apenas de Passos Coelho mas de todo o partido. Por outras palavras: eu, que votei CDS/PP nas eleições de 2009, hoje votaria PPD/PSD (o mal menor: a “direita” portuguesa chegou a um tal ponto que Passos Coelho é o mal menor).

“Ora, se é certo que Pedro Passos Coelho, por ter sido o primeiro-ministro do governo que geriu a falência do país, está numa posição extraordinariamente difícil para poder explicar por que não fez mais do que o que pode (e deixaram) fazer, a verdade também é que não conquistará um único voto sem demonstrar às pessoas que poderá fazer melhor do que está a ser feito pelo actual governo”.

¿O que é “fazer melhor”? ¿Será que “fazer melhor” é o Estado gastar aquilo que não pode gastar? os-malandros-web

Se “fazer melhor” é estrangular a economia (como está a acontecer agora); se “fazer melhor” é aumentar o poder do Estado na sociedade; se “fazer melhor” é obedecer caninamente às engenharias sociais do Bloco de Esquerda (Rui Rio e José Eduardo Martins); se “fazer melhor” é ser politicamente correcto e respeitar o marxismo cultural; se “fazer melhor” é confraternizar amenamente com o Bloco de Esquerda (José Eduardo Martins); se “fazer melhor” é prometer aquilo que não se pode cumprir; se “fazer melhor” é apenas a caça ao voto — então é impossível que alguém faça melhor do que o António Costa, porque o original é sempre preferível a fotocópias. Neste sentido, “fazer melhor” é colocar em risco a democracia.

os amigos

Temos que saber o que significa “fazer melhor”, porque se “fazer melhor” é fazer pior, mais vale estar quieto à espera que “as tetas caiam”.

Domingo, 17 Abril 2016

Com António Costa e a geringonça, estamos perante um pré-PREC

Filed under: Política — O. Braga @ 11:41 am
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Quando Paulo Portas e Assunção Cristas afirmaram que o voto útil já não faz sentido depois da geringonça, expressaram talvez um desejo mas não uma constatação de facto. Mesmo que a Esquerda fosse, toda ela, moderada, o voto útil fará sempre sentido. A votação anormal no BE nada mais é do que voto útil.

“(…) o que está em causa é uma tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa [o Colégio Militar] com uma longa tradição de serviço ao País”.

Ex-alunos do Colégio Militar são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade

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O que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista pretendem não é impôr a agenda LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] no Colégio Militar; a agenda LGBT é um meio, e não um fim em si mesmo. Os gueis não passam de um instrumento político. Como escreve Luís Campos e Cunha, trata-se de mais uma (porque já existiram outras) “tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa [o Colégio Militar] com uma longa tradição de serviço ao País”.

O ataque ao Colégio Militar por parte da Esquerda não é inédito. E este novo ataque ao Colégio Militar, e à própria instituição militar em geral, só é possível devido à geringonça no Poder que configura uma situação de pré-PREC: há que garantir que a tropa ande submissa e canina: não há nada pior, para o reviralho, do que uma tropa patriota.

Para o cidadão comum, é muito difícil perceber isto. Não entende que, para a Esquerda, os fins justificam todos os meios: vale tudo, até arrancar olhos. Têm uma visão estritamente maniqueísta do mundo e da História; a dialéctica hegeliana e marxista impõe a necessidade constante de se criarem inimigos internos e externos; o mundo é concebido como um perene campo de batalha política que destrói as sociedades — como ficou demonstrado bastamente durante o curto século XX.

O que me espanta é que gente dita “inteligente” (como o José Pacheco Pereira) tenha criticado Passos Coelho e agora apoie a geringonça. Se a crítica a Passos Coelho estava para além da ideologia [porque não estava em causa a austeridade em si mesma, mas a forma de austeridade], o apoio à geringonça é ideologia pura.

Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem.

Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”

Quinta-feira, 14 Abril 2016

¿Você sabia? Eu não sabia!

 

“Sabia o leitor que as barrigas de aluguer vão hoje a votos no parlamento? Pois é, não sabia. Só sabemos e só discutimos aquilo que o BE e a ala jacobina do PS colocam na agenda dos noticiários.”

Ainda vamos a tempo

A democracia de Esquerda é assim: sub-informação e pseudo-informação.

Terça-feira, 12 Abril 2016

A geringonça e o “amigo” do Costa, o Lamerda Cachado

Filed under: Política — O. Braga @ 9:15 pm
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Quinta-feira, 31 Março 2016

A classe política portuguesa não tem que se meter no que se passa em Angola ou no Brasil

Filed under: Política — O. Braga @ 6:31 pm
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A assumida “superioridade moral” de uma certa classe política portuguesa é irritante (Bloco de Esquerda + Partido Socialista): querem decidir o que se passa em Angola e no Brasil. É bom que essa gentalha assuma que Lisboa é hoje a capital-do-império-que-já-não-existe, e meta a viola no saco. Puta-que-os-pariu!

“Líder parlamentar anunciou que bancada votará contra os votos de condenação propostos por PS e BE. E recorda posição do BE sobre Brasil”.

PSD vota contra no caso Luaty Beirão. "É uma ingerência"

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