perspectivas

Quarta-feira, 4 Maio 2022

Este é o Maio que floresce

Filed under: Portugal — O. Braga @ 2:17 pm

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Quarta-feira, 27 Abril 2022

“¿E se fosse um branco?”

Filed under: Monhé Costa,monhé das cobras,Portugal — O. Braga @ 10:42 am
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Imaginem que um branco vestia uma t-shirt com as seguintes palavras impressas: “Branco, estás na tua terra!” — era ver o grande filho-de-puta do monhé a chamar-lhe “racista”.

branco na tua terra web

A primeira coisa que a elite política dos pretos das ex-colónias portuguesas fizeram depois da independência, foi vincar, bem claro, que os brancos não estavam na terra deles.

Quarta-feira, 27 Outubro 2021

As leis de mercado não se aplicam em Portugal

Filed under: economia política,Portugal — O. Braga @ 5:18 pm

Durante os dois recentes confinamentos pandémicos, o consumo de combustíveis fósseis, em Portugal, baixou drasticamente.

Se as leis de mercado (a lei da oferta e procura) funcionassem em Portugal, então, as margens de comercialização dos combustíveis baixariam, ou, pelo menos, seriam mantidas na mesma margem — para compensar a perda da procura do mercado, e para fomentar o consumo; mas não foi isso que aconteceu.

Durante os confinamentos, as margens de comercialização dos combustíveis, aumentaram. E este é apenas um exemplo de como Portugal não é permeável às leis do mercado.

O “empresário” português está habituado a matar a “galinha dos ovos de ouro”; e depois queixa-se ao Estado que o sustenta.

Quarta-feira, 20 Outubro 2021

A vergonhosa aliança entre o PSD e o Partido Socialista para delapidar Portugal

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota,Estado,Portugal — O. Braga @ 3:24 pm

Quinta-feira, 14 Outubro 2021

A coragem de André Ventura

Filed under: Anti-natalismo,cultura antropológica,Demografia,Portugal — O. Braga @ 7:59 pm

Quarta-feira, 8 Setembro 2021

Deus, Pátria, Rei

Filed under: monarquia,Portugal — O. Braga @ 10:42 am

Domingo, 5 Setembro 2021

“The Paradise of Portugal!”

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:08 pm

Quinta-feira, 15 Abril 2021

A corrupção em Portugal

Filed under: corrupção,Portugal — O. Braga @ 4:35 pm

Domingo, 27 Setembro 2020

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Filed under: China,Donald Trump,Estados Unidos,Portugal — O. Braga @ 5:01 pm

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Sexta-feira, 24 Julho 2020

A nacionalidade portuguesa está em saldo

Filed under: Bloco de Esquerda,Portugal — O. Braga @ 2:46 pm

O Bloco de Esquerda — o campeão do fomento do aborto em Portugal — pretende que a nacionalidade portuguesa seja atribuída às crianças que nasçam em Portugal, ainda que os respectivos pais sejam estrangeiros e não residam no país.

Por um lado, o Bloco de Esquerda promove activamente o aborto de crianças portuguesas autóctones, e uma cultura abortifaciente; mas, por outro lado, o Bloco de Esquerda pretende dar a nacionalidade portuguesa a crianças estrangeiras cujos pais nem sequer vivem em Portugal.

E depois, os iluminados do esquerdalho — de tipo “José Pacheco Pereira” — dizem-nos que a substituição da população portuguesa (autóctone), por estirpes estrangeiras, é uma “Teoria da Conspiração da extrema-direita”.

Esta proposta do Bloco de Esquerda não foi (ainda!) aceite pelo resto da Esquerda que adoptou (por enquanto) uma outra: os filhos dos imigrantes legais (com autorização de residência) ou que fixaram residência há pelo menos um ano, e que nasceram em território nacional, passam automaticamente a ter a nacionalidade portuguesa.

¿Quem votou contra este atentado ao valor da nacionalidade portuguesa? PSD, CDS, IL (Iniciativa Liberal) e CHEGA.

Sábado, 18 Abril 2020

Porque é que, noutros países da Europa, os descobrimentos portugueses não são tidos como importantes?

Filed under: A vida custa,Portugal — O. Braga @ 3:48 pm

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Um indivíduo, de seu nome António Pedro Moniz, deu a seguinte resposta:

«Conto aqui três pequenas histórias.

Uma história é na Expo Sevilha 1992, a feira antes da Expo 98. Sempre que se falava em descobertas Portuguesas falava-se em "povos Ibéricos", quando se falava em descobertas espanholas lá se falava dos espanhóis.

(more…)

Sábado, 4 Abril 2020

Quem diz que o povo português não é disciplinado, está errado

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:42 pm
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Concordo menos com o João Távora do que com Fernando Pessoa:

“Julgo que [a rampa ascendente de internados e de óbitos] contribuem para isso principalmente dois factores específicos da realidade cultural portuguesa, que sendo eles intrinsecamente "defeitos", por uma vez jogam a nosso favor: o nosso perfil económico e geográfico periférico e a unidade política e administrativa de Portugal, o chamado “centralismo”, que favorece a passagem fácil duma mensagem de alarme para a mobilização de uma comunidade nacional identitariamente muito sólida.”

João Távora


“Das feições de alma que caracterizam o povo português, a mais irritante é, sem dúvida, o seu excesso de disciplina. Somos um povo disciplinado por excelência. Levamos a disciplina social àquele ponto de excesso em que coisa nenhuma, por boa que seja — e eu não creio que a disciplina seja boa —, por força que há-de ser prejudicial.

(…)

Parecemo-nos muito com os alemães. Como eles, agimos sempre em grupo, e cada um do grupo porque os outros agem.”

→ Fernando Pessoa, “Ideias Políticas”


Portugal tem uma economia muitíssimo aberta ao exterior; portanto, a situação geográfica de Portugal não influi grande coisa na mitigação do fenómeno de propagação do covid19.

Também não é o “centralismo” lisboeiro: antes é o “carneirismo” do Tuga, que o Fernando Pessoa já denunciava no seu tempo. Neste caso, o carneirismo português funcionou positivamente.

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