perspectivas

Domingo, 27 Setembro 2020

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Filed under: China,Donald Trump,Estados Unidos,Portugal — O. Braga @ 5:01 pm

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Sexta-feira, 24 Julho 2020

A nacionalidade portuguesa está em saldo

Filed under: Bloco de Esquerda,Portugal — O. Braga @ 2:46 pm

O Bloco de Esquerda — o campeão do fomento do aborto em Portugal — pretende que a nacionalidade portuguesa seja atribuída às crianças que nasçam em Portugal, ainda que os respectivos pais sejam estrangeiros e não residam no país.

Por um lado, o Bloco de Esquerda promove activamente o aborto de crianças portuguesas autóctones, e uma cultura abortifaciente; mas, por outro lado, o Bloco de Esquerda pretende dar a nacionalidade portuguesa a crianças estrangeiras cujos pais nem sequer vivem em Portugal.

E depois, os iluminados do esquerdalho — de tipo “José Pacheco Pereira” — dizem-nos que a substituição da população portuguesa (autóctone), por estirpes estrangeiras, é uma “Teoria da Conspiração da extrema-direita”.

Esta proposta do Bloco de Esquerda não foi (ainda!) aceite pelo resto da Esquerda que adoptou (por enquanto) uma outra: os filhos dos imigrantes legais (com autorização de residência) ou que fixaram residência há pelo menos um ano, e que nasceram em território nacional, passam automaticamente a ter a nacionalidade portuguesa.

¿Quem votou contra este atentado ao valor da nacionalidade portuguesa? PSD, CDS, IL (Iniciativa Liberal) e CHEGA.

Sábado, 18 Abril 2020

Porque é que, noutros países da Europa, os descobrimentos portugueses não são tidos como importantes?

Filed under: A vida custa,Portugal — O. Braga @ 3:48 pm

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Um indivíduo, de seu nome António Pedro Moniz, deu a seguinte resposta:

«Conto aqui três pequenas histórias.

Uma história é na Expo Sevilha 1992, a feira antes da Expo 98. Sempre que se falava em descobertas Portuguesas falava-se em "povos Ibéricos", quando se falava em descobertas espanholas lá se falava dos espanhóis.

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Sábado, 4 Abril 2020

Quem diz que o povo português não é disciplinado, está errado

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:42 pm
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Concordo menos com o João Távora do que com Fernando Pessoa:

“Julgo que [a rampa ascendente de internados e de óbitos] contribuem para isso principalmente dois factores específicos da realidade cultural portuguesa, que sendo eles intrinsecamente "defeitos", por uma vez jogam a nosso favor: o nosso perfil económico e geográfico periférico e a unidade política e administrativa de Portugal, o chamado “centralismo”, que favorece a passagem fácil duma mensagem de alarme para a mobilização de uma comunidade nacional identitariamente muito sólida.”

João Távora


“Das feições de alma que caracterizam o povo português, a mais irritante é, sem dúvida, o seu excesso de disciplina. Somos um povo disciplinado por excelência. Levamos a disciplina social àquele ponto de excesso em que coisa nenhuma, por boa que seja — e eu não creio que a disciplina seja boa —, por força que há-de ser prejudicial.

(…)

Parecemo-nos muito com os alemães. Como eles, agimos sempre em grupo, e cada um do grupo porque os outros agem.”

→ Fernando Pessoa, “Ideias Políticas”


Portugal tem uma economia muitíssimo aberta ao exterior; portanto, a situação geográfica de Portugal não influi grande coisa na mitigação do fenómeno de propagação do covid19.

Também não é o “centralismo” lisboeiro: antes é o “carneirismo” do Tuga, que o Fernando Pessoa já denunciava no seu tempo. Neste caso, o carneirismo português funcionou positivamente.

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

12 de Outubro, dia mundial dos cuidados paliativos

Filed under: A vida custa,eutanásia,Portugal — O. Braga @ 4:04 pm

No que diz respeito aos cuidados paliativos, Portugal (e o seu Serviço Nacional de Saúde) está ao nível da Albânia, Bielorrússia, Bósnia, Costa do Marfim, Nepal, Suazilândia, Turquia, entre outros (grupo 3b).

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Por isso é que a Esquerda utilitarista (Bloco de Esquerda, Partido Socialista, e o PSD de Rui Rio) pretende legalizar a eutanásia: não é uma questão de “direitos do condenado-à-morte” (isso é “cumbersa” fiada de demagogos profissionais), mas antes é uma questão de poupança de dinheiro do Estado.

No grupo 4a (imediatamente acima de Portugal) estão, por exemplo, a Espanha, a Costa Rica, o Quénia, a Malásia, a Mongólia, a África do Sul, o Chile, Israel, Hungria, a Dinamarca, a Finlândia, Holanda, etc.

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No grupo 4a (mais acima ainda) está a maioria dos países da União Europeia, os Estados Unidos, Austrália e o Canadá.

Abaixo de Portugal estão países (por exemplo) Angola, Brasil, Moçambique (no grupo 3a), para além dos países do grupo 1 e 2.

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Domingo, 20 Janeiro 2019

Em Portugal não existe democracia, e não se pode considerar um Estado de Direito

Filed under: Democracia,Portugal — O. Braga @ 5:26 pm

 

Quem acreditar no Ludwig Krippahl, acreditará também que quem coordenou os descobrimentos portugueses não foi a Coroa portuguesa, mas antes uma cambada de judeus que controlava o Infante D. Henrique; e que a ocupação militar do território brasileiro, por exemplo, foi realizada por um exército privado controlado pelos semitas que mandavam em Portugal no século XV.

Este é o estado natural das interacções humanas, e de muitos outros animais. Quem tem poder, aproveita. O leão maior, o grande chefe, o rei, o ditador ou a corporação. É para isto que as sociedades humanas convergem naturalmente”.

O Ludwig Krippahl comete os mesmos erros da Raquel Varela, no que diz respeito à análise histórica (Les bons esprits se rencontrent… ).


A História é objectiva enquanto se limita a reconstruir a consciência que um determinado passado (uma determinada época) teve de si mesmo. O historiador, em contraponto, que investiga “causas”, “estruturas”, “leis”, encerra-se na sua subjectividade (como faz amiúde a Raquel Varela).

A ambição de transcender as apresentações empíricas da consciência alheia, transforma a História em uma mera projecção do historiador. Pretendendo ir mais além do que a consciência dos sujeitos históricos, o historiador não descobre senão a sua própria consciência. O historiador pretende fazer crer que os critérios de verosimilhança do seu tempo são critérios universais de todos os tempos (falácia de Parménides) — o que é um erro de palmatória.

Quando o Ludwig Krippahl compara uma pretensa lógica da História a um mero comportamento animal, trivializa a História através de um imoralismo. Ou então pretende dar um sentido qualquer à História, o que revela estupidez. A verdade é que a História não tem sentido. O que dá sentido à aventura humana transcende a História. O Ludwig Krippahl (entre os revolucionários) crê no “sentido da História” quando o futuro próximo previsível parece favorecer as suas (dele) paixões e/ou anseios.


 

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Quarta-feira, 7 Novembro 2018

¿Salazar era de Direita?

Filed under: Portugal — O. Braga @ 2:00 pm
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Era.

O facto de Salazar ter sido um autocrata, foi um acidente da História que resultou do caos político e económico do Portugal da I república.

O Estado Novo foi uma consequência necessária do descalabro cultural, social e económico causado pelo golpe-de-estado republicano e jacobino de 1910.

Ou seja: para se ser de Direita não é necessário ser um ditador: ser um ditador é independente do facto de se ser de Direita ou de Esquerda (vejam, por exemplo, o Maduro na Venezuela: é ditador, mas é de Esquerda).

Em geral, um indivíduo de Direita defende um Estado fraco (ou seja, um Estado desburocratizado), mas com um governo forte. Neste sentido, por exemplo, Donald Trump é de Direita; e Rui Rio e Assunção Cristas são de Esquerda.

Salazar — como a maioria dos políticos e intelectuais europeus da sua (dele) época — tinha uma visão hegeliana (Hegel) da História e da política (ver “Direita hegeliana” no Google). Portanto, só podemos julgar Salazar à luz das ideias na moda na sua época.

A elite intelectual europeia do princípio do século XX adoptou uma visão corporativista da sociedade — por exemplo, Durkheim defendeu uma forma de corporativismo, emulação sucedânea das guildas medievais: ou seja, é um erro afirmar que o corporativismo é uma consequência do fascismo: pelo contrário, o fascismo italiano adoptou uma deriva do corporativismo que já vinha do passado.

Isto significa que ser “corporativista” não significa necessariamente ser “fascista” — porque o corporativismo é historicamente anterior ao fascismo italiano. E o facto de Salazar ter sido o protagonista político de um Estado forte e burocrático, deve-se ao facto de os republicanos jacobinos da I república terem conduzido Portugal à falência económica, financeira, social e cultural. salazar-direita-web

Sábado, 18 Agosto 2018

António de Oliveira Salazar : um grande português

Filed under: Portugal — O. Braga @ 11:31 am

 

Quinta-feira, 16 Agosto 2018

O que podemos esperar da Esquerda portuguesa nos próximos anos

Filed under: Esquerda,Portugal — O. Braga @ 4:39 pm

 

O Partido Democrático dos Estados Unidos entrou oficialmente em uma deriva socialista. Quando digo “socialista”, seria talvez mais apropriado dizer “gramsciana” (de Gramsci), o que identifica claramente o Partido Democrático americano com o Bloco de Esquerda português, e com uma grande parte da elite (liderada pela Isabel Moreira) do Partido Socialista de António Costa.

A estratégia da nova esquerda, personificada pelo Partido Democrático dos Estados Unidos e pelo BE e PS em Portugal, passará pelo seguinte:

1/ ataque feroz e persistente à ética tradicional presente na cultura antropológica, utilizando todos os meios possíveis (Partido Socialista e Bloco de Esquerda).

2/ apoio tácito (não declarado) à violência pública por parte de grupos de tipo “Antifa” (Bloco de Esquerda).

3/ ataque declarado à liberdade de expressão (Bloco de Esquerda), ou a defesa da restrição da liberdade do discurso político (Isabel Moreira, nomeadamente) no sentido do conceito de “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse.

4/ erradicação das noções de “pátria” e “nação” da cultura antropológica (Partido Socialista e Bloco de Esquerda), nomeadamente através da desconstrução e falsificação da História (Bloco de Esquerda), o que significa, em termos práticos, a abolição de fronteiras nacionais e imigração massiva e descontrolada.

5/ limitação crescente à liberdade da propriedade privada, nomeadamente através de um contínuo aumento de impostos sobre as empresas, o que tornará praticamente impossível o sucesso de qualquer empreendimento privado que não tenha a chancela de uma multinacional monopolista controlada pela plutocracia globalista. Ou seja, as pequenas e as médias empresas portuguesas terão as suas vidas muito mais dificultadas.


A estratégia do Partido Socialista de António Costa é a de ter uma economia tendencialmente capitalista mas fortemente controlada por um Estado socialista (o que quer dizer “um Estado ladrão”) — ao passo que o Bloco de Esquerda defende a nacionalização das principais empresas portuguesas, à moda da Venezuela.

Adenda: Podemos incluir nesta Esquerda, o PSD de Rui Rio.

Domingo, 12 Agosto 2018

Hoje, quem gosta de Portugal e da sua História, é classificado de “fassista”

 

Podemos inferir deste artigo no Diário de Notícias (escrito por uma jornaleira de seu nome Valentina Marcelino) que todas as pessoas que se preocupam com o futuro do seu povo e com a preservação da sua cultura, são fassistas.

Ou seja, parece que existe um movimento político-cultural dirigido e conduzido pelas elites políticas (mormente pela maçonaria) no sentido de estigmatizar as pátrias e quem as defende.

Os portugueses têm o direito de defender, nomeadamente através do voto, os valores da preservação da sua nação e da sua cultura.

O que as elites (proprietárias do actual sistema político coordenado pela maçonaria) pretendem é destruir, na cultura antropológica portuguesa, os valores da pátria, da nação, e da Portugalidade. Trata-se de uma agenda política radical de anulação da História e da Nação portuguesas, dentro de uma lógica de alienação e submissão ao leviatão da União Europeia. E quem não concorde com esta agenda política, é catalogado de fassista (para além de xenófobo, homófobo, transfobo, sexista, misógino, e toda uma panóplia de adjectivos amigáveis).

Existe hoje uma certa elite política radical que apelida a maioria do povo de “fassista”.

Para essa elite, o povo é fassista, e tem que ser substituído por outro povo com um QI inferior a 80. Pretendem construir um país de uma espécie de símios, onde eles (os da elite) seja senhores absolutos e totalitários.

Em nome do combate à chamada “extrema-direita”, a elite política (vendida e controlada pela plutocracia globalista, entre muitos outros, por George Soros) mete tudo no mesmo saco e classifica qualquer patriota português de “fassista”. Todos os patriotas passam a ser “fassistas”, e através da espiral do silêncio promovida pelos me®dia (como é o caso do artigo em causa), os patriotas portugueses calam-se e permitem o esventrar da pátria que os canalhas que nos governam promovem.

Quinta-feira, 5 Julho 2018

Bem-haja a Duquesa de Coimbra !

Filed under: monarquia,Portugal — O. Braga @ 8:47 am

 

A Infanta D. Maria Francisca Isabel de Bragança passa a ser a Duquesa de Coimbra a partir de 4 de Julho de 2018, Festa da Rainha Santa Isabel.

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Sábado, 21 Abril 2018

Com o actual regime político, Portugal não tem qualquer hipótese de existência futura

 

Eu penso hoje que Portugal é um país que não tem qualquer hipótese de existência futura.

Dou um exemplo da inviabilidade portuguesa: a Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) fez a promoção do aborto “gratuito” (andam todos os portugueses a pagar “cambalhotas” irresponsáveis) e dos contraceptivos em massa, o que levou a uma taxa de fertilidade de 1,53 bebés por mulher que é inferior à taxa de reposição populacional (2,1 crianças por mulher).

Ou seja, a Esquerda, em vez de apoiar a maternidade, promoveu o aborto e a contracepção massivos e “gratuitos” (pagos pelo Estado que somos todos nós).

É claro que as políticas de Esquerda levaram Portugal a um inverno demográfico. Para resolver o problema, ¿o que faz agora a Esquerda? Em termos práticos, acaba com a nacionalidade portuguesa!

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Vendo a porcaria que fizeram em matéria demográfica, os esquerdistas (incluindo o Partido Social Democrata) tentam agora que qualquer imigrante seja “português automático” : bastam dois anos de residência em Portugal para que uma criança imigrante (não nascida em Portugal) obtenha a nacionalidade portuguesa.

Ou seja: a nacionalidade portuguesa está em saldo; vale praticamente nada!

Um dia destes a Esquerda vai oferecer grátis a nacionalidade portuguesa, sem necessidade de qualquer tempo de permanência em Portugal. E como tudo o que é grátis (ou quase grátis), perde o seu valor.

Este regime político está a destruir Portugal, por um lado, e a substituir a sua população, por outro lado; por isso temos o dever de acabar (literalmente) com as elites temos.

(via)

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