perspectivas

Quinta-feira, 3 Agosto 2017

Para ser polícia, em Portugal, é preciso ter um QI inferior a 85

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Portugal — O. Braga @ 7:31 pm

 

Vemos na foto em baixo uns polícias de bicicleta a multar automóveis estacionados em cima do passeio de uma rua marginal a uma praia em Vila Nova de Gaia.

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Mas os polícias deveriam saber que, num raio de 7 quilómetros partir deste local, não existem parques de estacionamento públicos (a pagar). Portanto, a polícia deveria saber que a alternativa dos automobilistas seria a de andar 7 quilómetros a pé para ir à praia, ou meter o respectivo automóvel no cu.

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Na foto em baixo, vemos uma rua adjacente à rua acima referida; nesta rua, os automóveis também estão em cima do passeio, mas os polícias já não passaram multas. E por quê? Porque a rua é adjacente, ou seja, não dá directamente para a praia. A preocupação dos polícias foi a de multar os automobilistas que se deram ao luxo de estacionar na rua da praia; ora, os luxos pagam-se com multas. Já os outros automobilistas que também estacionaram em cima do passeio mas em ruas adjacentes, foram arbitrariamente poupados pela polícia.

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O mais caricato foi ver um dos polícias a multar um carro com matrícula polaca. Dirigi-me ao polícia: “Sr. Guarda, esse é polaco e nunca vai pagar essa multa! A Polónia não está em Schengen nem no Euro!”. A resposta simpática: Bócê não tem nada a ber com isso!”.

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Quando os polícias sabem que não existem parques de estacionamento públicos num raio de 7 quilómetros, necessitam de um QI inferior a 85 para passar multas. Ou então são uma cambada de filhos da puta.

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Sexta-feira, 31 Março 2017

A Grande Substituição Demográfica está em marcha

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Portugal — O. Braga @ 7:06 pm

 

1/ Proibir a imigração islâmica.

2/ Nacionalidade portuguesa atribuída segundo o critério de Jus Sanguinis (em detrimento do Jus Solis). Só depois de 5 gerações, os descendentes de imigrantes islâmicos poderão ter a nacionalidade portuguesa.

3/ O Islão não é uma raça; controlar o Islamismo é controlar uma ideologia política equiparável ao nazismo — e por isso, restringir a imigração islâmica não é “racismo”, ao contrário do que dizem os estúpidos da Esquerda.

4/ Um imigrante muçulmano que cometa um qualquer crime punível com 5 anos de prisão ou mais, deve ser imediatamente repatriado, sem direito a prisão. Não há cá pão para malucos!

5/ Restringir o aborto em Portugal. Quem quiser abortar, que pague do seu próprio bolso.

6/ Incentivar financeiramente (através da redução de impostos) o nascimento de crianças, de tal modo que se torne até “rentável” ter mais de dois filhos.

7/ Se for necessário, e caso não haja possibilidade de diálogo com a Esquerda, impõe-se a instalação de uma ditadura de Direita em Portugal no sentido de se alcançar o desiderato do incremento populacional português.

 

Sexta-feira, 3 Março 2017

A Esquerda que se divirta com as utopias, enquanto pode e houver dinheiro da União Europeia

 

A Esquerda que aproveite a maré das utopias: "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia, abortar à vontade à custa do dinheiro dos contribuintes, legalização das drogas e da prostituição, etc.. Divirtam-se.

Quando acabar o dinheiro grátis da União Europeia, vai chegar a hora da matança.

Os sinais estão aí, para quem quiser ver. Brexit; a vitória da Marine Le Pen em França vai ditar a quase-certeza da hora da matança.

Domingo, 8 Maio 2016

Uma mão lava a outra

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:39 am

 

conraria

Sexta-feira, 4 Março 2016

A Itália teve uma Cicciolina; nós temos um Coelho

Filed under: A vida custa,Política,Portugal — O. Braga @ 10:59 am

 

Convenhamos que, entre o mal, o menos.

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Quinta-feira, 3 Março 2016

Os liberais querem a eutanásia da Banca portuguesa

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:53 am
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Em média, nos países da União Europeia, 80% da Banca pertence a nacionais desses países. Mas em Portugal, apenas 67% da Banca pertence a nacionais. E os liberais de pacotilha pretendem que a Banca portuguesa se reduza à Caixa Geral de Depósitos (até ver!), ou seja, a 25% de propriedade nacional.

Os liberais portugueses são suicidários por natureza. Aceitam que os liberais alemães, por exemplo, defendam a nacionalidade da sua Banca, ao mesmo tempo que defendem mesmo a alienação da Caixa Geral de Depósitos.

Segunda-feira, 29 Fevereiro 2016

O passaporte português é o sexto mais valioso do mundo

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 7:59 pm

 

¿Lembram-se das críticas da Esquerda em relação à política dos Vistos Gold de Paulo Portas?

O resultado dessa política está aí: o passaporte português é o sexto mais valioso do mundo, no mesmo nível do passaporte do Canadá e da Suíça.

passaporte

Domingo, 28 Fevereiro 2016

A lógica de seita da política portuguesa

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 1:11 pm
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logica de seita

Assunção Cristas é uma emulação da Catarina Martins, mas sem “pica”

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 11:02 am
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«Rejeitamos a lógica permanente da luta, dos ganhadores e dos perdedores» (Assunção Cristas)

Assunção-Cristas-webAssunção Cristas é a líder ideal do CDS/PP para que este não pareça ser “faxista” (Cruzes! Credo!). Será um CDS/PP sem o PP e bonzinho, apoiado pelo Anselmo Borges, e Assunção Cristas até poderá vir a ser Ministra de um governo socialista — tal como aconteceu com Freitas do Amaral.

O CDS sem o PP será um partido esquizofrénico: por exemplo, por um lado lado votará contra a lei da eutanásia apoiada pelo Partido Socialista; e, por outro lado, formará uma coligação de governo com esse mesmo Partido Socialista.

Assunção Cristas estará contra o Partido Socialista às Segundas, Quintas e Sábados, e a favor do Partido Socialista às Terças, Quartas e Sextas; ao Domingo estará de folga para ir à missa do Padre Milícias acolitada por Frei Bento Domingues.

Seja como for, abre-se à Direita um novo espaço político.

Quinta-feira, 11 Fevereiro 2016

Apertem os cintos!

Filed under: Portugal — O. Braga @ 2:48 pm
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«A maior subida semanal das taxas de juro desde 2012», refere o FT.

os-malandros-web

Quarta-feira, 10 Fevereiro 2016

O Partido Comunista irá extinguir-se rapidamente

 

Tradicionalmente, o Partido Comunista não adoptava uma ética utilitarista. Karl Marx dizia que “o utilitarismo é uma moral de merceeiro inglês”. Álvaro Cunhal dedicou a sua tese de doutoramento em Direito à justificação da legalização do aborto: o aborto era de tal modo repugnante para ele, que ele dedicou a tese inteira do seu doutoramento para justificar a sua legalização.

Desde a morte de Álvaro Cunhal, o Partido Comunista abandonou “progressivamente” a sua tradição não-utilitarista, em parte devido à influência do fenómeno Bloco de Esquerda, e por outra parte devido ao isolamento ideológico que sofreu dentro da União Europeia do Euro.

Isto faz com que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista sejam hoje intermutáveis: tanto faz votar num como no outro. A distinção não-utilitarista do Partido Comunista desapareceu.

À partida, o problema colocar-se-ia assim: a probabilidade do Bloco de Esquerda substituir o Partido Comunista é tão grande como a do Partido Comunista substituir o Bloco de Esquerda no eleitorado. joao-semedo-autonomia-web

Mas, para além do utilitarismo adoptado pelo Bloco de Esquerda, o Partido Comunista terá que seguir à risca o Culto da Autonomia 1 (a perversão do conceito iluminista de “autonomia” segundo Kant) que também caracteriza o Bloco de Esquerda.

O princípio utilitarista da “maior felicidade para o maior número”, sendo repugnante para Karl Marx, ainda tem qualquer coisa de colectivo; mas o Culto da Autonomia, que caracteriza o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e uma parte do Partido Social Democrata, destrói qualquer desígnio colectivista real, e transforma os partidos de Esquerda em meros projectos de poder apenas pelo Poder.

O Culto da Autonomia é, no seu fundamento, incompatível com qualquer partido marxista-leninista. Quando o Partido Comunista tenta ignorar esta contradição, desfigura-se e copia o original que é o Bloco de Esquerda. Entre a cópia e o original, os eleitores tendem instintivamente a seguir o original. Por isso é que o Partido Comunista tem os dias contados em Portugal.

eutanasia-velharias


Nota
1. A autonomia de Kant pode definir-se 1/ como liberdade no sentido negativo, isto é, como independência em relação a qualquer coacção exterior (o cidadão), 2/ mas também no sentido positivo, como legislação da própria Razão pura prática (o legislador).

A autonomia da vontade é, segundo Kant, “o princípio supremo da moralidade” (“Fundamentação da Metafísica dos Costumes”). Segundo Kant, uma acção não pode ser verdadeiramente moral se não obedece a razões sensíveis exteriores à razão legislativa. Por exemplo, segundo Kant, se ajo por amor à Humanidade, não ajo por dever, mas por sentimento.

Ora, uma acção cuja máxima se baseia num sentimento não pode aspirar à universalidade e servir de lei a todo o ser racional. Em contrapartida, e seja qual for o meu sentimento em relação à Humanidade, “tratar a Humanidade na minha pessoa e na pessoa de qualquer outro, sempre simultaneamente como um fim, e não simplesmente como um meio”, é a máxima exigível universalmente, um dever para todos; a vontade que determina a sua acção a partir dela, é uma vontade autónoma, na medida em que se submete livremente à lei da razão pura prática.

Ou seja, para Kant, a autonomia consiste em ser simultaneamente “cidadão e legislador”: a vontade do Bem é ela própria uma criação livre.

A radicalização do princípio da autonomia de Kant, que ocorre na contemporaneidade, consiste grosso modo em adoptar a liberdade em sentido negativo (o “cidadão”) e excluir o sentido positivo da função da Razão no papel do “legislador”, transformando a autonomia em subjectivismo puro e não passível de universalidade, levando à atomização da sociedade.

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2016

O povo português vai ficar vacinado

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 12:15 pm
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O erro do anterior governo dito de centro-direita foi a arrogância e a pesporrência. Por exemplo, “Os portugueses que não sejam piegas!”; “ ¿Os jovens? Que emigrem!”. Há quem diga que foi um erro do comunicação; eu penso que foi a arrogância e a pesporrência de um primeiro-ministro debutante e impreparado.

Outro erro de Passos Coelho foi o de impôr medidas de austeridade sem uma estratégia de comunicação racional que demonstrasse a probabilidade de vislumbre de “luz ao fundo do túnel”. Por isso é que a palavra-mestra da Esquerda, “estratégia de empobrecimento”, se vinculou na opinião pública. Em vez de uma estratégia de comunicação, o anterior governo funcionava em termos de fé: havia a fé que o desemprego iria baixar, a fé de que a economia iria crescer, etc..

Ora, a fé é parte de uma ideologia qualquer. Como bem viu Agostinho da Silva, “os portugueses sempre adoraram o concreto: entendem o abstracto, mas procuram traduzi-lo imediatamente em concreto.” A fé ideológica não convence os portugueses; precisam de factos, ou de demonstração de factos. os-malandros-web

Ora, o actual orçamento de Estado, do governo dos malandros radicais, é baseado também em uma fé ideológica; mas, ao contrário do que acontecia com o governo de Passos Coelho, os malandros têm uma boa estratégia de comunicação (com o apoio incondicional dos me®dia, em geral). Ou seja, a estratégia de comunicação dos malandros parece convencer agora os portugueses de que existe uma “luz ao fundo do túnel”.

O pior acontecerá quando vier a decepção, quando os portugueses verificarem que a estratégia de comunicação da malandragem nada mais foi do que um chorrilho de mentiras. Nessa altura, António Costa tentará descolar da Esquerda radical e colar ao centro, ou seja, colar à direita. Mas irá tarde.

É muito possível que, nas próximas eleições, o povo vacinado vote esmagadoramente à direita — estou a falar em percentagem acima dos 65%, em uma espécie de “hungarização” da política portuguesa. Neste cenário, das duas uma: ou o Partido Socialista desaparece e o Bloco de Esquerda ocupa o seu lugar, ou vice-versa. Não há espaço para os dois partidos políticos. Marcelo Rebelo de Sousa e Manuela Ferreira Leite, por exemplo, continuarão a pregar no deserto contra a bipolarização da política, porque pretendem conciliar o que é inconciliável.

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