perspectivas

Domingo, 18 Setembro 2022

Esta é uma das razões por que eu apoio o CHEGA

Filed under: língua portuguesa,Portugal — O. Braga @ 2:24 pm

Eu penso que os brasileiros têm todo o direito à sua própria cultura (se é que existe uma só “cultura brasileira”) e à sua própria organização ontológica/cultural; mas nós (portugueses) não temos qualquer obrigação (ou dever) de as adoptar como nossas.

A língua portuguesa tem vindo a ser paulatinamente arruinada pela influência brasileira na nossa cultura. Isto é um facto: não é apenas uma posição ideológica.

O brasileiro arrebenta quotidianamente a língua portuguesa mas não oferece uma alternativa positiva em relação àquilo que destrói. Não é uma “destruição criativa” da língua: é uma “criação destrutiva” que conduz a cultura no Brasil a um beco-sem-saída.

Quando eu abro uma página da Wikipédia em (alegadamente) “língua portuguesa”, sinto um manifesto desconforto: quem lá escreve — na esmagadora maioria, são brasileiros — começa a não ter um mínimo de respeito pela etimologia linguística, o que afasta radicalmente o “brasileiro” das línguas de origem latina.

A crítica que (em juízo universal) o brasileiro faz ao português (de Portugal) é uma crítica à origem latina da língua; consciente- ou inconscientemente, o brasileiro vê, na origem latina da língua, um mal.

Hoje, dizer que a língua que se fala e escreve no Brasil “é uma língua latina”, começa a ser um sofisma.

De facto, o português (de Portugal) está muitíssimo mais próximo do galego, do castelhano, do italiano, do francês — do que a relação que a língua brasileira tem com essas referidas línguas. Por isso é que se diz (nas redes sociais, e erradamente), que “a língua portuguesa é a língua latina mais distante do latim” — o que é absolutamente falso! — porque a que é, de facto, mais distante do latim é a língua brasileira.

Marcelo Rebelo de Sousa, que deveria ser um contrapeso na política portuguesa, é um romântico comprometido com uma interpretação delirante da realidade (talvez senil) — ao contrário do monhé, que age negativamente por convicção ressentida, e por ideologia.

Portanto, temos a cúpula da política portuguesa (por razões diferentes) comprometida com a destruição da cultura portuguesa. Esta é uma das razões, quiçá a mais importante, por que eu apoio e voto no CHEGA.

Terça-feira, 21 Junho 2022

Eu continuo um crítico desta União Europeia

Filed under: economia,economia política,Globalismo,Portugal,União Europeia — O. Braga @ 6:32 pm

Quem lê este blogue sabe que eu sou contra o federalismo europeísta defendido pela grande maioria dos políticos portugueses — uns de uma forma aberta, como por exemplo, Paulo Rangel; e outros de uma forma dissimulada e hipócrita, como Marcelo Rebelo de Sousa. A política portuguesa está controlada pela maçonaria irregular (de origem francesa), que impõe à política o federalismo europeísta que exige a construção de um leviatão à imagem da China (sinificação).

A principal razão por que sou contra o federalismo europeísta é a de que este obedece a uma lógica globalista (não confundir “globalismo” com “globalização”). Este globalismo faz a síntese entre o conceito trotskista de “internacionalismo”, por um lado, e por outro lado, o conceito de “capital global”: existe uma síntese política entre a chamada “esquerda marxista” (no sentido de Trotski) e a “direita capitalista-burguesa globalista” (no sentido de George Soros, ou Bill Gates).


bill gates socialismo  web

Podemos definir “burguesia” como todo o conjunto de indivíduos insatisfeitos com o que têm e muito felizes com o que são: neste sentido, a burguesia é mais um “ethos” de um tipo de sociedade que surgiu da revolução industrial, e menos uma classe social estanque e definível.

É neste sentido que muitos políticos actuais (por exemplo, Assunção Cristas, ou Teresa Caeiro) dizem que “já não existe esquerda e direita”.

A União Europeia do Euro só terá a minha simpatia quando promover a primazia da indústria autóctone europeia.

O “esquerdista” [por exemplo, o militante do Bloco de Esquerda ou do Partido Socialista] é alguém que repudiou as virtudes da “burguesia progressista” [por exemplo, o militante do IL (Iniciativa Liberal)] sem repudiar os seus vícios; hoje, a dicotomia política não é tanto entre a burguesia e o proletariado [como era no século XIX e início do século XX], mas entre quem paga impostos, por um lado, e a classe que vive à custa deles, por outro lado.

O marxismo foi a última ideologia honesta produzida pelo optimismo burguês.

Voltemos à “vaca fria”: a plutocracia globalista é controlada por aquilo a que Fernando Pessoa chamou de Grupo dos Trezentos. A União Europeia, ao serviço do Grupo dos Trezentos e depois da implementação do Euro, destruiu o tecido industrial dos países do sul da Europa — nomeadamente, Portugal e Grécia (por exemplo, o fim do Acordo Multifibras desindustrializou Portugal).

A destruição de grande parte do seu tecido industrial foi o preço que Portugal pagou para entrar na zona Euro.

Grande parte da produção industrial portuguesa foi transferida para países de fora da Europa — por exemplo, China, Indonésia, Marrocos, etc..

Desde a entrada de Portugal no Euro (2000) — e com a deslocalização da produção portuguesa para países terceiros, que conduziu a um aumento da pobreza real do país —, a classe política portuguesa tentou sempre a quadratura do círculo: por um lado, pretendia que a sociedade (incluindo o Estado) gastasse mais do que podia (défices sistémicos e aumento da dívida, por exemplo, nos países do sul da Europa), e, por outro lado, pretendia manter a inflação baixa (uma exigência da Alemanha de Angela Merkel).

Para conseguir isto, o BCE [Banco Central Europeu] entrou em "Quantitative Easing" e na compra das dívidas nacionais, por um lado, e por outro lado, os países da zona Euro passaram a comprar “tudo feito” e muito barato na China — e os produtos consumíveis mantinham-se baratos, enquanto que os valores dos activos (por exemplo, imobiliário) subiam de uma forma desproporcionada em relação aos seus valores reais.

Este fenómeno europeu ("Quantitative Easing" + desindustrialização dos países + bolha imobiliária) entrou também na lógica do aumento da despesa do Estado — e, neste sentido, há aqui uma aliança entre George Soros e Bill Gates, por um lado, e Catarina Martins e António Costa, por outro lado: são as grandes empresas multinacionais e as burocracias estatais que beneficiam das políticas federalistas da União Europeia, e são as pequenas e médias empresas dos pequenos países (por exemplo, Portugal) que vão sendo destruídas por esta União Europeia do leviatão.

A União Europeia do Euro só terá a minha simpatia quando promover a primazia da indústria autóctone europeia.

Quarta-feira, 4 Maio 2022

Este é o Maio que floresce

Filed under: Portugal — O. Braga @ 2:17 pm

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Quarta-feira, 27 Abril 2022

“¿E se fosse um branco?”

Filed under: Monhé Costa,monhé das cobras,Portugal — O. Braga @ 10:42 am
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Imaginem que um branco vestia uma t-shirt com as seguintes palavras impressas: “Branco, estás na tua terra!” — era ver o grande filho-de-puta do monhé a chamar-lhe “racista”.

branco na tua terra web

A primeira coisa que a elite política dos pretos das ex-colónias portuguesas fizeram depois da independência, foi vincar, bem claro, que os brancos não estavam na terra deles.

Quarta-feira, 27 Outubro 2021

As leis de mercado não se aplicam em Portugal

Filed under: economia política,Portugal — O. Braga @ 5:18 pm

Durante os dois recentes confinamentos pandémicos, o consumo de combustíveis fósseis, em Portugal, baixou drasticamente.

Se as leis de mercado (a lei da oferta e procura) funcionassem em Portugal, então, as margens de comercialização dos combustíveis baixariam, ou, pelo menos, seriam mantidas na mesma margem — para compensar a perda da procura do mercado, e para fomentar o consumo; mas não foi isso que aconteceu.

Durante os confinamentos, as margens de comercialização dos combustíveis, aumentaram. E este é apenas um exemplo de como Portugal não é permeável às leis do mercado.

O “empresário” português está habituado a matar a “galinha dos ovos de ouro”; e depois queixa-se ao Estado que o sustenta.

Quarta-feira, 20 Outubro 2021

A vergonhosa aliança entre o PSD e o Partido Socialista para delapidar Portugal

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota,Estado,Portugal — O. Braga @ 3:24 pm

Quinta-feira, 14 Outubro 2021

A coragem de André Ventura

Filed under: Anti-natalismo,cultura antropológica,Demografia,Portugal — O. Braga @ 7:59 pm

Quarta-feira, 8 Setembro 2021

Deus, Pátria, Rei

Filed under: monarquia,Portugal — O. Braga @ 10:42 am

Domingo, 5 Setembro 2021

“The Paradise of Portugal!”

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:08 pm

Quinta-feira, 15 Abril 2021

A corrupção em Portugal

Filed under: corrupção,Portugal — O. Braga @ 4:35 pm

Domingo, 27 Setembro 2020

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Filed under: China,Donald Trump,Estados Unidos,Portugal — O. Braga @ 5:01 pm

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Sexta-feira, 24 Julho 2020

A nacionalidade portuguesa está em saldo

Filed under: Bloco de Esquerda,Portugal — O. Braga @ 2:46 pm

O Bloco de Esquerda — o campeão do fomento do aborto em Portugal — pretende que a nacionalidade portuguesa seja atribuída às crianças que nasçam em Portugal, ainda que os respectivos pais sejam estrangeiros e não residam no país.

Por um lado, o Bloco de Esquerda promove activamente o aborto de crianças portuguesas autóctones, e uma cultura abortifaciente; mas, por outro lado, o Bloco de Esquerda pretende dar a nacionalidade portuguesa a crianças estrangeiras cujos pais nem sequer vivem em Portugal.

E depois, os iluminados do esquerdalho — de tipo “José Pacheco Pereira” — dizem-nos que a substituição da população portuguesa (autóctone), por estirpes estrangeiras, é uma “Teoria da Conspiração da extrema-direita”.

Esta proposta do Bloco de Esquerda não foi (ainda!) aceite pelo resto da Esquerda que adoptou (por enquanto) uma outra: os filhos dos imigrantes legais (com autorização de residência) ou que fixaram residência há pelo menos um ano, e que nasceram em território nacional, passam automaticamente a ter a nacionalidade portuguesa.

¿Quem votou contra este atentado ao valor da nacionalidade portuguesa? PSD, CDS, IL (Iniciativa Liberal) e CHEGA.

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