perspectivas

Terça-feira, 14 Abril 2015

A lésbica socialista Isabel Moreira diz que o Partido Socialista tem o direito a albergar ladrões

 

Segundo a lésbica Isabel Moreira, um assassino em série, desde que fosse militante do Partido Socialista, não perderia os seus direitos políticos dentro do partido. Isto diz bem do que é a actual concepção da política do Partido Socialista. Referindo-se a Manuel Maria Carrilho, que defendeu que José Sócrates deveria ser expulso da militância do Partido Socialista, a lésbica Isabel Moreira escreve:

“Parece que o homenzinho acha que o PS devia expulsar Sócrates”, começa por escrever a deputada socialista na sua página no Facebook. Isabel Moreira entende que “esta opinião arrotada não traz qualquer embaraço para o PS mas para quem a arrota” e garante que “o PS, como todos os partidos, sabe que nem um condenado perde direitos políticos”.

isabel moreiraA lésbica Isabel Moreira confunde direitos políticos do cidadão enquanto tal, por um lado, com os direitos políticos de um militante de um partido político que é uma instituição do sistema democrático; e por causa de confusões deste tipo é que a democracia vai pela rua da amargura.

Para a fufa Isabel Moreira, os problemas domésticos de Manuel Maria Carrilho (com a sua ex-mulher) são eticamente comparáveis ao roubo, por parte de José Sócrates, de cerca de 25 milhões de Euros, que se aproveitou da sua posição política como primeiro-ministro para se abotoar à custa dos contribuintes portugueses. Para a sapatão Isabel Moreira, roubar 25 milhões de Euros aos portugueses é a mesma coisa que “acertar o passo” ao cônjuge.

“E continua, recordando o passado de Carrilho, nomeadamente os alegados actos de violência doméstica praticados contra Bárbara Guimarães, apresentadora de TV, com quem era casado. “Já o Sr. Carrilho, desejoso de fazer esquecer ao mundo a lama de indignidade em que se enfiou, pensa que produzindo lama se salva. Não se salva. Nós no PS não brincamos à violência doméstica com os nossos militantes”, clarifica.”

Terça-feira, 7 Abril 2015

O PS dá forca ao País !

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:00 pm
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O programa de acção política de António Costa

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 6:09 am
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Terça-feira, 31 Março 2015

O mote da campanha eleitoral de António Costa

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:16 pm
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Sexta-feira, 13 Março 2015

O maniqueísmo do Partido Socialista e do Partido Social Democrata acerca dos pobres e reformados

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 12:41 pm
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Vamos tentar analisar este texto (aqui, em PDF).

Diz-se, no texto, que é preferível a ajuda em géneros (comida) aos pobres e reformados (defendida pelo Partido Social Democrata de Passos Coelho, e aparentemente também pelo CDS/PP de Paulo Portas), do que a ajuda através de prestações pecuniárias (em dinheiro), dadas aos mesmos pobres e reformados, pela SS (Segurança Social) — posição esta defendida pelo Partido Socialista de António Costa.

A posição do Partido Social Democrata é a de que a ajuda em géneros (comida) é mais justa e mais protectora dos pobres e reformados, quando comparada com a posição do Partido Socialista — em um contexto de gestão da pobreza que, alegadamente, decorre de escassez de recursos financeiros do país.

Ambas as posições partem do princípio de que pobreza é sinónimo de miséria, no sentido em que o pobre é aquele que vive apenas para não passar fome; nenhuma das posições reconhece ao cidadão (neste caso pobre e/ou reformado) qualquer potencialidade que possa ser útil à sociedade. Em ambas as posições, o pobre ou/e reformado é tratado como algo que poderia perfeitamente ser dispensável pela sociedade, como uma espécie de “imobilizado” contabilístico cuja despesa poderia ter sido evitada.

(more…)

Terça-feira, 24 Fevereiro 2015

O Partido Socialista e o aeroporto de Beja

Filed under: Política — O. Braga @ 4:33 pm
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A história do aeroporto de Beja faz lembrar uma outra do careca que só tinha dois cabelos e foi ao barbeiro, que lhe diz: “Caro senhor, caiu-lhe um cabelo e agora só tem um!”; ao que o careca responde: “Não há problema!, deixe ficar assim mesmo despenteado!”.

Sexta-feira, 23 Janeiro 2015

António Costa ainda é pior do que José Sócrates

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:19 am
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José Sócrates foi um político truculento e oportunista que levou Portugal à falência para se abotoar com comissões. António Costa defende as ideias políticas de José Sócrates, mas por convicção. José Sócrates foi um vigarista; António Costa é um idiota. Depois de um primeiro-ministro vigarista, só nos faltava um idiota; ninguém diga que está mal…

Domingo, 18 Janeiro 2015

O terrorismo cultural da Isabel Moreira e a adopção gay

 

A Isabel Moreira, neste texto, pretende afirmar o seguinte:

1/ um par de gays (dois homens ou duas mulheres) é igual a um casal (uma mulher e um homem).

2/ uma criança não precisa de um pai e de uma mãe.

foi cesariana3/ se há crianças que, por uma desgraça nas suas vidas, não têm um pai e/ou uma mãe, e por isso podem (segundo a actual lei) ser até adoptadas por uma só pessoa — então a desgraça dessas crianças justifica a adopção por pares de gays. Falácia da mediocridade.

A adopção gay é vista pela Isabel Moreira como um mal menor para as crianças, ou seja, adopção não é vista pela Isabel Moreira como um bem em si mesma — o que distingue, no próprio conceito da Isabel Moreira, a adopção gay, por um lado, da adopção natural, por outro  lado. É a própria Isabel Moreira que reconhece implicitamente (no seu texto) a inferioridade ética e ontológica do estatuto da adopção gay em relação à  adopção natural. ¿E por que razão devemos aceitar um tipo de adopção eticamente inferior?

4/ a Isabel Moreira faz referência aos bancos de esperma, quando se refere à  procriação medicamente  assistida — quando ela distingue o esperma, por um lado, do pai da criança, por outro  lado. Ou seja, a Isabel Moreira defende claramente a utilização de bancos de esperma.

Em primeiro lugar, a procriação medicamente  assistida não se reduz aos bancos de esperma.

Em segundo lugar, os bancos de esperma são muito controversos do ponto de vista ético — assim como são controversos os métodos conhecidos como (MST) Maternal Spindle Transfer (duas mães e um pai) e (PNT) Pro-Nuclear Transfer (duas mães e dois pais), ambos por transferência mitocondrial — por muitas razões, por exemplo: alteração das características essenciais da pessoa futura, ou seja, violação do direito da criança a um futuro em aberto; abertura de uma caixa-de-pandora que permitirá, no futuro, outras formas de manipulação genética; destruição de embriões; o problema da identidade da criança; etc..

Em terceiro lugar, o carnal é mais do que o biológico. É evidente que a carne é, para além da procriação, e o lugar da doação originária da vida: paternidade e maternidade são carnais naquilo em que comprometem a pessoa (a criança que será adulta) inteira, articulando a realidade da carne com o domínio do simbólico.

É evidente — não necessita de prova — que os pais adoptivos (pai e mãe adoptivos) são seres de carne e osso sexualmente orientados um para o outro. A criança adoptada por um casal natural recebe, deste, o modelo da orientação sexual da mulher para o homem e vice-versa. Isto é evidente. A função educativa (escola, dinheiro para gastar) não é a única faceta da adopção.

5/ o argumento da Isabel Moreira  segundo o qual “a adopção gay vai resolver o problema das crianças institucionalizadas” é um mito para enganar os mentecaptos que votam no Partido Socialista de Isabel Moreira e de António Costa.

6/ a Isabel Moreira mistura Direito Positivo, por um lado, e ética, por outro  lado — quando invoca algumas decisões de alguns tribunais a favor da sua (dela) causa.

O Direito Positivo não tem necessariamente que estar ligado a boas práticas éticas. O Direito Positivo permitiu o nazismo e o estalinismo que foram eticamente reprováveis. A Isabel Moreira está a fazer terrorismo cultural.

7/ a Isabel Moreira coloca o problema dela em termos maniqueístas, no sentido em que quer dizer que “nós queremos ser pais como os outros são”, e coloca o ónus em putativos adversários a demonstração por que razão “nós não podemos ser pais como os outros”.

“Nós queremos ser” significa que “nós não somos”.

E por isso bastaria que a sociedade instituísse uma nova lei para que os pares de gays se tornassem “pais como os outros”. Ou seja, para os pares de gays, a paternidade e a maternidade dependem apenas e só da lei. “Nós queremos ser”, diz a Isabel Moreira: vê-se aqui a expressão de um desejo de facto impossível…

O absurdo do argumento da Isabel Moreira é o de que ela exige a demonstração daquilo que é evidente — daquilo que não precisa de demonstração. Se a lei da adopção gay for aprovada, é porque a classe política sente pena dos gays, tratando-os como deficientes mentais que merecem compaixão, e não porque seja necessário demonstrar aquilo que salta à vista e que toda a gente saudável vê. 

Sexta-feira, 16 Janeiro 2015

O Partido Socialista quer destruir Portugal

 

O Partido Socialista considera que a situação de um homem que viva com outro homem, ou a situação de uma mulher que viva com outra mulher, é igual à de uma mulher que viva com um homem. E é baseado neste conceito de “igualdade” que o Partido Socialista defende a adopção plena de crianças por pares de homossexuais e, surpreendentemente, “no superior interesse das crianças”.

Se uma relação entre dois ou duas homossexuais é igual a uma relação entre uma mulher e um homem, então segue-se que o Partido Socialista tem razão. ¿Mas será que é igual?

foi cesarianaMas se essas relações não são iguais, na realidade, então o que o Partido Socialista tem que fazer é convencer o povo português de que aquilo que não é, de facto e na realidade, igual, passa a ser igual mediante decreto-lei. E é isso que o Partido Socialista está a fazer.

Em termos sociais e culturais (já nem falo na economia e nas finanças!), a política do Partido Socialista é suicida do ponto de vista dos interesses do país e da nação. Portugal, um país economicamente débil, não vai resistir durante muito tempo a um ataque cultural desta dimensão à coesão social que tem o seu fundamento na família nuclear.

O Partido Socialista está a atacar a família natural que é o fundamento de qualquer sociedade.

Num país economicamente pobre como é o nosso, a extensão da procriação medicamente  assistida a toda a gente e sem restrições, por uma questão de mimetismo cultural vai criar um aumento exponencial de mães solteiras que terão que contar com o apoio do Estado para poderem fazer face às despesas com a educação dos seus filhos. Ou seja, o que o Partido Socialista está a fazer é criar as condições para uma ainda maior intervenção do Estado na sociedade.

fascista familiarA adopção plena — sublinho: plena — de crianças por pares de homossexuais abre a porta ao comércio de crianças através das “barriga de aluguer”: é a nova escravatura, que será o próximo passo a propôr pelo Partido Socialista.

Os portugueses devem ter em mente que o Partido Socialista começou pelo “casamento” gay em 2010, passou depois à  defesa da “co-adopção gay” em 2012, e agora, passados apenas alguns meses, já defende a adopção plena de crianças por pares de homossexuais e a procriação medicamente  assistida para todo o bicho careta. Por isso não há nenhuma razão para pensarmos que o Partido Socialista não irá brevemente defender o tráfico de crianças mediante as “barriga de aluguer”.

Do ponto de vista ético, toda a gente sabe que uma relação entre dois homossexuais não é igual a uma relação entre um homem e uma mulher:“está na cara”!; é uma evidência, não é preciso fazer prova. Portanto, não podemos tratar de forma igual situações que não são iguais. E se as situações não são iguais, não podemos afirmar que as consequências para a educação das crianças (mediante a adopção) são iguais — ou semelhantes — nos dois casos.

Terça-feira, 6 Janeiro 2015

Foi tudo tanga!

Filed under: josé sócrates,Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 10:07 am
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¿25 de Abril de 1974? Tanga! ¿Estado de Direito? Ganda Treta! 

«José Sócrates está sobretudo no seu direito de se defender e para se defender pode violar normas e regulamentos – é o que diz José Vera Jardim, antigo ministro da Justiça e habitual comentador da Renascença no programa Falar Claro.
(…)
Quanto a Sócrates, Vera Jardim diz que “há estados de emergência, de necessidade de defesa das pessoas” que permitem às pessoas violar alguns deveres legais “porque os deveres legais cessam também perante outros direitos das pessoas: o direito ao bom nome, à reputação e a defender-se”.»

Acabe-se com a farsa! Fechem-se os tribunais — até porque já estão parcialmente inoperantes, tal é a carga burocrática e processual que lhes é imposta. Governe-se por decreto! Mude-se o nome de assembleia da república para “assembleia nacional” — até porque as diferenças mal se notam. Coopte-se o presidente da república. Nomeie-se o presidente do conselho. Refunde-se o Banco Espírito Santo com dinheiros públicos. E reabra-se o Tarrafal para os inimigos do regime.

 

(via)

Domingo, 28 Dezembro 2014

Os patrões não podem discriminar os manetas voluntários — diz a Isabel Moreira

 

Começa a estar na moda os manetas voluntários: são pessoas que cortam os braços para não terem  que fazer tatuagens. Além disso, a ausência de pelo menos um braço é uma forma de diferenciação em relação à maioria, o que reforça o simbolismo da autonomia do indivíduo.

Para a deputeda socialista Isabel Moreira, os manetas voluntários não devem ser tratados como malucos e não devem ser discriminados pelos patrões, no que respeita à admissão em qualquer posto de trabalho.

Segundo o projecto de lei de Isabel Moreira, os trabalhadores manetas voluntários ambidextros não precisarão de assistência para irem ao WC, mas os canhotos precisarão da colaboração da entidade patronal quando forem aliviar a bexiga. Além disso, prevê-se que entre na moda os pernetas voluntários que serão obrigados a trabalhar em cadeiras de rodas — e segundo Isabel Moreira, também estes não podem ser discriminados pelos patrões.

isabel moreira

Sábado, 13 Dezembro 2014

Aquilo que o socialista António Costa não diz em público

 

1/ a política económica e financeira de um possível governo socialista liderado por António Costa não será certamente diferente da do actual governo de Passos Coelho. A Alemanha não deixa. O António Costa, assim como o François Hollande, fará aquilo que Angela Merkel mandar.

As “reformas” de António Costa serão na área da cultura fracturante, tal como fez o amigo dele José Sócrates.

2/ a legalização da eutanásia será uma “reforma” de António Costa.

3/ a procriação medicamente assistida — que gera os novos filhos de pai incógnito — para toda a gente e sem qualquer controlo, será outra “reforma” de António Costa.

4/ a adopção plena e sem quaisquer restrições de crianças por pares de invertidos.

5/ a legalização das “barrigas de aluguer” para pares de invertidos, ou seja, a normalização do comércio de crianças.

6/ proibição de uso de símbolos religiosos em locais públicos; esta será outra “reforma” de António Costa, que por exemplo incluirá a proibição ou restrição de exibição de presépios públicos na época natalícia.

Portanto, entre António Costa e Passos Coelho, prefiro o mal menor: prefiro Passos Coelho — porque a política económica será a mesma!

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