perspectivas

Quarta-feira, 6 Novembro 2013

Referendo irlandês acerca do "casamento" gay em 2015

 

socrates-casamenteiroJosé Sócrates, “cançado” pelo “cançaço” “cançativo” de quem o “cançava” nas suas orgias nocturnas, decidiu que o "casamento" anfíbio seria promulgado por decreto e à revelia do povo português, uma vez que o voto no parlamento, como sempre acontece neste país, é um pró-forma.

Quem o “cançou” levou a água a seu moinho. Vivemos num país em que uma qualquer galdéria de bas-fond e os seus amigos, “cançam” o primeiro-ministro em “surubas” noctívagas, e no dia seguinte é aprovado no parlamento o "casamento" anfíbio.

Na Irlanda não há pequenos ditadores da laia de José Sócrates. Na Irlanda existe um Estado de Direito. A Irlanda não é uma república das bananas lisboeta. Na Irlanda vai haver um referendo popular acerca do "casamento" dos fanchonos.

Segunda-feira, 28 Outubro 2013

O paradoxo da política portuguesa

Filed under: A vida custa,Política — orlando braga @ 1:33 pm
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os porcos da política webMuitos dos que incitam ao protesto popular são os responsáveis pelo endividamento excessivo do Estado. E muitos dos que defendem hoje que não se deve protestar são aqueles que se aproveitam do endividamento excessivo do Estado — levado a cabo pelos outros — para colocar os interesses das elites financeiras — que se aproveitam do endividamento excessivo do Estado — acima dos interesses daqueles que não devem protestar.

Os que são responsáveis pelo endividamento excessivo do Estado, apelam à rebelião. E os que se aproveitam do endividamento excessivo do Estado para manter negócios leoninos — por exemplo, a PPP (Parcerias Público-privadas) — dizem que “o povo é sereno”.

Perante isto, o povo entra em dissonância cognitiva; ou então há os que dizem que os políticos são todos uma cambada de FDP!

Quarta-feira, 23 Outubro 2013

E diz um estupor para outro estupor:

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 11:09 am
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Eu concordo com o estupor José Sócrates quando ele disse que o ex-ministro alemão das finanças, Schäuble, é um estupor.

Porém, o Schäuble é um estupor com atenuantes: sendo ele paraplégico, é de supôr a hipótese de que a paralisia lhe tenha chegado ao cérebro. Já José Sócrates é um estuporado natural, já que a hemiplegia aparece nele independentemente de qualquer outra característica física.

os dois estupores

Segunda-feira, 14 Outubro 2013

O caguinchas socialista e as pensões de sobrevivência

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — orlando braga @ 4:39 pm
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o caguinchas socialista 400 web
Eu não quero escrever o nome daquele senhor que está na imagem, para não lhe dar publicidade no Google. Ele era suposto estar morto, mas eis que a avantesma ressurgiu numa manhã de nevoeiro socialista em que o seu rei vai nu. Em vez de falar dele, vou querer saber o que significa “sobrevivência”.

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Sábado, 21 Setembro 2013

Hoje, qualquer burro defende tese

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Tirem-me deste filme — orlando braga @ 9:31 am
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José Sócrates esteve um ano a frequentar aulas de “filosofia” em Paris e já vai defender tese.

O tema da tese de José Sócrates é “A Tortura”: terá sido durante os anos de primeiro-ministro que José Sócrates se especializou em tortura, e talvez por isso nem precisaria de frequentar um ano de aulas de filosofia para defender a sua tese: o seu conhecimento da tortura é empírico.

Mas para que a sua tese tivesse alguma credibilidade para além do seu maquiavelismo político, José Sócrates precisava de se matricular em filosofia numa universidade francesa, ao mesmo tempo que se pavoneava pelos restaurantes de luxo de Paris. E após um ano de alegada frequência do curso de filosofia, José Sócrates já defende tese. É a degradação total do ensino protagonizada pela própria elite política.

Precisamos de outra elite.

Sábado, 4 Maio 2013

Islândia sugere que os portugueses investiguem crimes lesa-pátria

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 10:41 am
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O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega diz que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e dos Bancos.

“Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu País eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro”, diz o responsável.

Quinta-feira, 5 Julho 2012

Miguel Relvas no país das doutorices e dos salamaleques

Depois de José Sócrates, temos agora o caso Miguel Relvas. Este país não tem emenda.

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Temos que acabar com esta nossa cultura coimbrinha e mesquinha das doutorices, dos salamaleques, e dos alvarás de inteligência tirados ad hoc e pagos a peso de ouro — e muitas vezes, a peso da honra — em universidades privadas que nunca deveriam ter aparecido em Portugal e que vieram degradar a qualidade do nosso ensino e educação universitários.

E enquanto não acabarmos com esta farsa em que nos andamos a enganar a nós próprios e uns aos outros, continuarão a dar-se casos de licenciados que já o eram antes de o serem — como podemos ver nesta placa de uma inauguração qualquer realizada em Lagoa, Algarve, em 2004, ou seja, dois anos antes de Miguel Relvas tirar o seu cursinho em um ano (ver imagem).

Hoje, um cursinho à moda de Bolonha — o esparguete à bolonhesa — de três anos de duração, vale o que vale, para não dizer que vale pouco. Se o licenciado “bolonhês” não tirar, a seguir, um mestrado, e tendo em contra a situação actual do mercado de trabalho, fica com uma mão cheia de nada.

Portanto, é tempo de acabarmos com a porcaria das doutorices na política. Um político vale pela sua capacidade de iniciativa, pelas suas ideias, pela sua mundividência e pela sua capacidade de mobilização de vontades — e não é um alvará de inteligente que fará dele mais inteligente ou mais esperto do que ele realmente é: o alvará de inteligente pode fazer dele um espertalhão, como acontece na maioria dos casos.

Merda de país.

Segunda-feira, 25 Junho 2012

Os animais ou criminosos, e a liberdade de expressão

Uma característica comum aos quatro personagens da imagem supra é a de — em nome da liberdade de expressão — terem criticado o nosso país entre estrangeiros, ou terem comprometido a ordem interna, ou terem levado a cabo políticas ruinosas para Portugal, contribuindo assim para o desprestígio internacional de Portugal.

Passos Coelho cometeu esse erro em Espanha e em espanhol, logo que foi nomeado líder do Partido Social Democrata, ao criticar o governo português entre espanhóis; convém que os portugueses conservem a memória.

José Sócrates, com a sua governação ruinosa que levou Portugal à bancarrota, deu o exemplo de como se pode reduzir o prestígio de um país a zero.

O Bloco de Esquerda de Francisco Louçã e o Partido Comunista de Jerónimo de Sousa têm contribuído, anos a fio, para o desprestigio do nosso país nos areópagos internacionais onde estão presentes, nomeadamente no parlamento europeu, onde têm sistematicamente tecido críticas não só a Portugal como país, mas também aos seus governos e a outros órgãos de soberania. Mas tanto o Partido Comunista como o Bloco de Esquerda foram mais longe: para além de contribuírem activamente para o desprestígio do nosso país, têm sistematicamente apelado à desordem pública — tudo isto em nome da liberdade de expressão.

Para Fernando Pessoa, qualquer um dos do Bando dos Quatro pertence ao “género de indivíduo que ou é um inferior análogo aos animais, em quem a hereditariedade prepondera sobre o meio [aqui é a hereditariedade a superar o meio], ou é um louco, um criminoso ou um génio [aqui é a variação (genética) a superar o meio].

Ora, dada a escassez de homens de génio, os que, sob qualquer pretexto — quase invariavelmente estúpido — que seja, procedem de modo que afectem ou possam afectar, o prestígio interno ou externo da sua pátria, ou são tipos inferiores e animais do homem, arrastados — pois a sua personalidade, que é nula, espontaneamente o nos pode conduzir a isso — por pseudo-ideias ou pseudo-ideais que tenham um apelo directo à sua animalidade; ou são degenerados mentais [loucos e semiloucos] ou morais [criminosos ou quase].” (in “Nacionalismo Liberal”)

Quinta-feira, 26 Maio 2011

A política iberista dos socialistas terá que ser contrariada e invertida

Leio aqui:

“Greece has a fiscal problem; Ireland has a bank problem; and Portugal has a problem with competitiveness.”

De facto, os problemas dos três países europeus intervencionados pelo FMI, são diferentes: a Grécia tem um problema fiscal, a Irlanda um problema com a Banca, e Portugal um problema de competitividade. A fraca competitividade de Portugal está directamente relacionada com o fraco crescimento da economia real desde que Portugal entrou no Euro.
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Terça-feira, 17 Maio 2011

O Partido Social Democrata que arregace as mangas e deixe-se de queixinhas

Uma coisa é Portugal, num futuro que pode não ser longínquo, sair do Euro por sua própria iniciativa, com uma agenda própria, e pelo seu próprio pé. Outra coisa, muito diferente, é Portugal ser expulso do Euro.
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Quarta-feira, 13 Abril 2011

A retórica demagógica do Partido Social Democrata de tipo socratino

Escreve-se aqui, a propósito de Passos Coelho e de Fernando Nobre: “Quem nunca mudou, que atire a primeira pedra”. Custa-me estar a escrever isto, porque quem escreveu aquilo só pode estar a fazer o leitor de parvo.
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Terça-feira, 12 Abril 2011

O siamês

“Pedro Passos Coelho advogou a liberalização do aborto, a legalização das drogas, o divórcio expresso/sem culpa, o iniquamente chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo, a adopção de crianças por parelhas sodomitas e a eutanásia.

Soube-se agora pela comunicação social que Fernando Nobre aceitou o convite de Coelho para cabeça de lista por Lisboa e futuro presidente da assembleia da república, ou seja, segunda figura do estado português.”

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