perspectivas

Terça-feira, 5 Junho 2018

Portugueses participantes na reunião dos Bilderbergers em Turim, de 7 a 10 de Junho de 2018.

Filed under: Bilderberg,grupo dos trezentos,Maçonaria — O. Braga @ 9:40 pm

 

  1. Paula Amorim — filha do falecido Américo Amorim, do Grupo Amorim
  2. Durão Barroso — Ex-MRPP e amigo do José Pacheco Pereira, secretário do Grupo de Bilderberg, funcionário bancário da Goldman Sachs International.
  3. Isabel Mota — presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.


Convém notar o seguinte:

1/ não há nenhum representante da Rússia;

2/ participa o primeiro-ministro belga, Charles Michel;

3/ participa o Secretário-de-estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin;

4/ não há nenhum representante da Hungria.

bilderberg-web

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Segunda-feira, 9 Abril 2018

As propostas-de-lei da eutanásia: qualquer nazi ou comunista empedernido nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,eutanásia,Maçonaria,Partido Socialista — O. Braga @ 11:45 am

 

Os totalitarismos modernos só foram possíveis com a absolutização do Direito Positivo. E a Esquerda sabe bem disso. E quando digo “Esquerda”, incluo nela o Partido Social Democrata do Rui Rio.

Entende-se por absolutização do Direito Positivo o desaparecimento dos fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, a obliteração do Direito Natural e o descrédito — na cultura antropológica — da axiomatização jusnaturalista.

eutanasia-cadeiras
Os “fundamentos metajurídicos” são os princípios substanciais do Direito — por exemplo: a Razão, a Natureza, etc. —, que delimitam a vontade humana em um contexto da sua própria existência e da Realidade.

Em contraponto (aos fundamentos metajurídicos do Direito), a absolutização do Direito Positivo baseia-se na negação de todos os fundamentos metajurídicos em favor de um Direito que não tem outro fundamento senão a vontade humana, ou melhor dizendo, a vontade das elites de cada época que passa.

Por exemplo, quando a Isabel Moreira diz que “o Direito tem que ser antinatural” (a negação do jusnaturalismo e dos seus fundamentos metajurídicos, e a absolutização do Direito Positivo), o que ela faz não é outra coisa senão seguir as peugadas das “ideologias totalitárias” (passo a redundância) do século XX — do nazismo e/ou do comunismo.
Qualquer nazi ou comunista que se preze nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade.


As propostas-de-lei da eutanásia do Partido Socialista da Isabel Moreira, por um lado, e do Bloco de Esquerda, por outro lado, diferem apenas no seu aspecto formal e no processo de promulgação.

Na sua substância, ambos os projectos-de-lei baseiam-se no pressuposto de que não existe tal coisa como “fundamentos metajurídicos do Direito”, e que apenas e só a vontade arbitrária e discricionária das elites políticas (ou seja, da "Vontade Geral") deve ditar o Direito.

Ou seja, vivemos em plena ditadura (já com alguns “ameaços” totalitários), e a maioria do povo ainda não se deu conta disso — porque é uma pequeníssima minoria que impõe coercivamente (e de forma arbitrária e discricionária) à maioria da população uma mundividência que recusa a racionalidade substancial das leis e do Direito.

E essa minoria, por sua vez, é controlada por alguns poucos milhares de homens filiados na maçonaria; é neste contexto que Rui Rio foi autorizado (pela maçonaria que controla o seu partido político) a liderar temporariamente o Partido Social Democrata — porque é necessário que este partido não “faça ondas” em relação à legalização antidemocrática da eutanásia.


A perversidade da actual “elite” política é a de que impõe a sua vontade (arbitrária e discricionária) ao povo em nome da “dignidade humana” — assim como os nazis defenderam, por exemplo, a exterminação em massa dos judeus em nome da “dignidade do povo alemão”.

Os positivistas do Direito invocam sempre (no passado, como agora) a “dignidade humana” quando pretendem fazer esquecer os fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, quando pretendem erradicar o Direito Natural e reduzir o Direito à vontade exclusivista das luminárias do regime político vigente.

É neste contexto que a proposta-de-lei da Isabel Moreira (Partido Socialista) é mais coerente em relação ao formalismo do Direito Positivo (totalmente desnaturado de substância metajurídica), do que a proposta-de-lei do Bloco de Esquerda que, alegadamente, é “mais garantista”:

“Um dos pontos que suscitaram dúvidas na bancada do PS tem a ver com o procedimento para que seja autorizada a eutanásia. No texto redigido pelas duas deputadas, basta que dois médicos – o clínico que acompanha o doente e um especialista na doença de que padece – atestem que se trata de uma doença letal e incurável, concordando com a eutanásia, para que o paciente possa requerer este procedimento.

Ora, esse é um procedimento muito mais simplificado do que o que está previsto na proposta do Bloco de Esquerda. O texto bloquista prevê que sejam necessárias cinco autorizações para que o processo tenha luz verde”.

Aquilo que os me®dia chamam de “mais garantista” significa apenas “mais burocrático”.

O Bloco de Esquerda quer fazer passar a ideia segundo a qual “a legalidade é o fundamento da legitimidade”, através da expansão da burocracia que faz progredir a dominação legal sobre a população: com a filosofia política do Bloco de Esquerda (mas também com a do Partido Socialista), a racionalização do Direito e a racionalização das formas de dominação política aumentam através da separação do Direito e da ética; separação da forma jurídica e dos seus fundamentos, por um lado, e os seus fins substanciais, por outro lado.

Porém, a absolutização de um postulado ético substancial — por exemplo, a absolutização do postulado ético segundo o qual “a vida humana é inviolável, mesmo pelo próprio que a vive” — é inconciliável com o puro formalismo da ordem jurídica positivista (ver Max Weber), e, por isso, a racionalidade processual (formal) do Direito, por um lado, e por outro lado a racionalidade substancial do Direito, são dois pólos que se opõem e que são irreconciliáveis.

Ou seja: o “garantismo” da proposta-de-lei do Bloco de Esquerda é apenas formal, porque, em termos práticos, a proposta-de-lei nega a absolutização de um determinado postulado ético (metajurídico).

A probabilidade de que esse postulado ético seja colocado em causa na prática do nosso dia-a-dia aumenta exponencialmente, mesmo com todos esses “garantismos” formais. Por isso é que as propostas-de-lei da Esquerda colocam de facto em causa a dignidade humana (ao contrário do que a Esquerda defende!), quando criam propositadamente a ilusão na opinião pública de que o ser humano pode criar leis perfeitas em matéria de vida ou de morte.

Domingo, 29 Outubro 2017

França recusa estátua de João Paulo II; e a Polónia quer ficar com ela

 

O Conselho de Estado de França — obviamente controlado pela maçonaria — pretende retirar a cruz a uma estátua do Papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

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Entretanto, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydło, já veio dizer no Twitter que se os franceses não querem o monumento completo (com a cruz), a Polónia está desde já disponível para ficar com o dito (monumento que foi construído pelo artista russo Zurab Tsereteli em 2006).

Beata-Szydło-france-web

A nossa consolação é que os maçons franceses irão em breve andar de cu para o ar, sodomizados pelos maomedanos maioritários: em 2050, a maioria da população em França não será europeia e será muçulmana.

Terça-feira, 23 Maio 2017

A maçonaria sempre traiu a Pátria

Filed under: José Adelino Maltez,Maçonaria — O. Braga @ 10:23 am

 

“As eleições para Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) estão ao rubro. O pai de Sofia Fava, ex-mulher de Sócrates, entrou na campanha a matar. José Fava apelidou o candidato da lista A de José Adelino Maltez de "monárquico fascizóide".”

Para mim é-me infinitamente indiferente saber quem ganha as eleições para a maçonaria irregular e jacobina de origem franco-alemã. Penso que a maçonaria faz tanta falta à sociedade como os cães na missa; e alguns ladram.

Porém, dizer que o José Adelino Maltez é “monárquico”, é um insulto à monarquia — porque um rei nunca é eleito (como ele diz que é), mas antes é aclamado em Cortes. A aclamação não é nem uma eleição, nem um referendo, nem um plebiscito. Uma eventual negação circunstancial da aclamação do rei supõe uma crise nacional grave.

Por outro lado, o Maltez diz-se (dele próprio) “liberal”; mas não sei como um liberal pode ser “fascistóide”. Ora, ou ele é um liberal (politicamente), ou não é. Mas o Maltez — tal como o Harry Potter — consegue ser uma coisa e o seu contrário através de uma retórica sofista que engana os tolos. Ou, dizendo de outra forma: é difícil aos tolos perceberem o arquétipo mental do Maltez. Por isso é que ele pretende liderar a maçonaria irregular: para enganar os tolos portugueses. Em terra de cegos, quem tem um olho é zarolho.

O novo engodo dado aos portugueses é a ilusão da soberania, à medida em que se vai transferindo a soberania para determinadas potências estrangeiras, que sabemos hoje ser a França de Macron e de Rothschild, e a Alemanha de Angela Merkel e George Soros.

Vamos perdendo a soberania, mas simultaneamente temos gente como o Maltez que faz a apologia da soberania portuguesa através do conceito de “monarquia republicana”: através da quadratura do círculo, pretende-se dar a ilusão aos portugueses que a soberania continua intocável, mesmo quando começamos a ser súbditos declarados de suseranos alienígenas. É por isso que o Maltez dará um belíssimo líder da maçonaria irregular.

Terça-feira, 9 Maio 2017

O estúpido Adelino Maltez

 

“O analista político Adelino Maltez defendeu hoje à Lusa que a vitória de Emmanuel Macron nas presidenciais francesas revela uma inversão de ciclo político e dá oportunidade à Europa para "levantar a cabeça com entusiasmo".”

França/Eleições: Ciclo político na Europa inverteu-se – Adelino Maltez


O Maltez faz lembrar o padeiro que sai da padaria, apressado, e com a farinha da pá bem marcada nas costas, e berra para a mulher que está lá dentro: “E para a próxima vez levas mais!”

A Front Nationale tem vindo a subir a sua votação, eleição após eleição, e o burro do Maltez diz que “se inverteu o ciclo”. A Marine Le Pen foi à segunda volta das eleições presidenciais e conseguiu um recorde de 34% dos votos para um candidato da Front Nationale; e o estúpido diz “o ciclo político na Europa inverteu-se”.

Esta gente (a maçonaria) é tão miserável nos seus propósitos políticos, que irá chegar ao ponto de festejar uma qualquer vitória por 1% — de vitória em vitória, o burro do Maltez acelera para a derrota final.

Ainda iremos ver o “liberal” Maltez defender a sinificação do leviatão europeu.

Quarta-feira, 3 Maio 2017

O banqueiro holandês Ronald Bernard, a alta finança globalista, as elites ocidentais pedófilas, o grupo dos trezentos, o culto de Lúcifer e o sacrifício mortal de crianças

Filed under: grupo dos trezentos,Lúcifer,luciferismo,Maçonaria — O. Braga @ 5:22 pm

 

Se tiver tempo e inspiração, de Deus quiser, escreverei alguma coisa sobre este assunto.

 

Quarta-feira, 29 Março 2017

A maçonaria é uma seita diabólica (Johan Livernette)

Filed under: gnosticismo,José Adelino Maltez,Maçonaria — O. Braga @ 6:16 pm

 

Quarta-feira, 2 Dezembro 2015

Uma mão lava a outra

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 9:26 am
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Juiz Rangel anula penhora de milhões a Álvaro Sobrinho.

Poucos dias depois, Sobrinho acaba com dois dos jornais seus atentos à operação Marquês e que dão pormenores da investigação a Sócrates, Santos Silva e Vara.”

Domingo, 25 Outubro 2015

Bem-vindos à cidade de Hanôver, Alemanha

 

Sábado, 12 Setembro 2015

A política maçónica de substituição das populações autóctones europeias está em marcha

Filed under: Europa,Maçonaria — O. Braga @ 8:59 am
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¿Quem financiou a Primavera Árabe? Nomeadamente, Obama, Cameron e Sarkozy. E o que estamos a assistir hoje com as mortes dos imigrantes do Próximo Oriente no Mediterrâneo é o resultado da Primavera Árabe.

maçonaria-nacionalismoA actual migração em massa de islamitas para a Europa foi planeada; não aconteceu por acaso ou erro de políticas. A maçonaria internacional sabia perfeitamente que a Primavera Árabe desestabilizaria a região do Próximo Oriente e que causaria uma nova Hégira — e não apenas uma migração de refugiados. Por exemplo, um alto membro do regime saudita afirmou publicamente que a recusa da Arábia Saudita em receber refugiados é propositada:

“We are ignoring the issue as a strategic maneuver. If these refugees go and settle in the west then they will take the beacon of light i.e. Islam, with them,” an official from the Saudi government said.

Por outro lado, a Arábia Saudita pretende pagar a construção de 200 novas mesquitas na Alemanha, em vez de ajudar com dinheiro o acolhimento dos refugiados islâmicos:

“Saudi Arabia has reportedly responded to the growing number of people fleeing the Middle East for western Europe – by offering to build 200 mosques in Germany”.

A maçonaria já sabia disto antes de acontecer. A “coisa” foi programada. A maçonaria sempre andou obcecada com o Islão, porque o Islamismo tem sido o último reduto de resistência em relação à maçonaria.

Em uma viagem que fiz a Marrocos, fui convidado por uma família marroquina que pertencia à elite a comparecer em uma “festa” dos Rotários (como se sabe, os Rotários são a Quinta Coluna da maçonaria). O ambiente na sala era de um medo difuso: estávamos em um país islâmico. O Islamismo e a maçonaria não combinam, porque são ambos princípios de ordem política. Desde o século XIX que o objectivo da maçonaria é o de converter o Islão.

Muçulmanos em Paris

A mistura islâmica na Europa é uma tentativa maçónica de modificar o Islão. A maçonaria pensa que uma nova geração laica de islamitas europeus pode influenciar mudanças culturais radicais nos países de origem dos seus avós. Para isso, a maçonaria está disposta a arriscar tudo, incluindo a segurança física e psicológica dos povos autóctones da Europa. A maçonaria sonha com um laicismo islâmico — coisa que nunca aconteceu, nem na Turquia. Laicismo e Islamismo são incompatíveis, são contraditórios nos seus próprios termos. Não é possível implementar o laicismo em uma sociedade de cultura islâmica.

O que é mais surpreendente na maçonaria não é a utopia — porque nem todos os maçons são utopistas, por um lado, e a utopia não é apanágio exclusivo de maçons. O que mais surpreende na maçonaria é a ideia segundo a qual é possível ao ser humano alterar a natureza fundamental da Realidade.

Esta psicose maçónica que pretende a substituição dos povos da Europa, vai dar mau resultado — como deram mau resultado todos os outros planos maçónicos no passado. A ideia segundo a qual as sociedades humanas se comportam com a mesma previsibilidade das leis da natureza determinadas pela Física, é característica de uma doença mental moderna que teve a sua origem no Iluminismo.


A minha opinião sobre os refugiados do Próximo Oriente é a seguinte:

  • todas as pessoas “refugiadas” devem ser registadas (impressões digitais, documentação, e até recolha de material de ADN);
  • em princípio, todos os “refugiados” devem ser considerados em situação provisória, tendo em vista o posterior repatriamento;
  • deve-se dar prioridade assistencial a famílias com crianças;
  • em caso de concessão de nacionalidade, os refugiados cristãos têm a primazia.

Domingo, 21 Junho 2015

O maçon Luís Montenegro não poderia agir de outro modo

Filed under: Maçonaria,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:19 am
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franco-maçon« O líder parlamentar social-democrata Luís Montenegro recusou esta quinta-feira qualquer intenção política no adiamento para a próxima legislatura da discussão da iniciativa legislativa de cidadãos pelo “direito a nascer”, justificando-o com a gestão do tempo disponível para os trabalhos parlamentares.

“Não vale a pena atribuir nenhum tipo de conclusão política à decisão tomada na conferência de líderes, porque ela foi absolutamente circunscrita à organização dos trabalhos parlamentares e à gestão do tempo disponível para se apreciarem todas as iniciativas que estão pendentes”, afirmou Luís Montenegro, depois de confrontado pelos jornalistas com a eventualidade de os deputados estarem a fugir ao tema em clima pré-eleitoral.

A conferência de líderes de quarta-feira decidiu por unanimidade não agendar a discussão da Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo “direito a nascer” e que o presidente da Assembleia em exercício contacte os promotores propondo-lhes que transite para a próxima legislatura. »

PSD recusa intenção política no adiamento de iniciativa pelo “direito a nascer”

Percebem por que razão é impossível a uma criatura com dois dedos de testa votar no Partido Social Democrata? Na política cultural, o Partido Social Democrata é de esquerda! O que distingue o Partido Social Democrata da Esquerda é a economia; no resto são praticamente iguais.

(via)

Quinta-feira, 15 Janeiro 2015

¿A maçonaria pode assassinar?

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 9:23 am

 

Basta estudar História para sabermos que maçonaria pode assassinar, se quiser. O que a maçonaria normalmente faz é criar uma sub-comissão encarregada da execução capital — como aconteceu com a Carbonária que era um organismo autónomo da maçonaria portuguesa que assassinou o nosso rei D. Carlos em 1908.

“Gostava de lembrar que o director do jornal atingido no atentado de Paris disse um dia que não tinha mulher, nem filhos, nem cartão de crédito, e por isso não tinha medo. Eu prefiro dizer apenas que não tenho medo”.

Teresa Leal Coelho

Portanto, Teresa Leal Coelho tem alguma razão: a maçonaria pode mesmo assassinar.

A maçonaria é uma máfia. Grande parte do problema da III república é um problema maçónico. A maçonaria é um cancro social, uma metástase moral que atinge a nossa sociedade a todos os níveis. E quando se sente ameaçada, a maçonaria mata, porque os interesses privados dos “irmãos” estão acima dos interesses da sociedade em geral.

A maçonaria não olha a meios para atingir qualquer fim: a sua ética é teleológica.

Ainda hoje não sabemos quem foram os responsáveis morais pelo assassínio de Sá Carneiro. Convém que Teresa Leal Coelho não se desloque em avião privado.

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