perspectivas

Terça-feira, 23 Maio 2017

A maçonaria sempre traiu a Pátria

Filed under: José Adelino Maltez,Maçonaria — O. Braga @ 10:23 am

 

“As eleições para Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) estão ao rubro. O pai de Sofia Fava, ex-mulher de Sócrates, entrou na campanha a matar. José Fava apelidou o candidato da lista A de José Adelino Maltez de "monárquico fascizóide".”

Para mim é-me infinitamente indiferente saber quem ganha as eleições para a maçonaria irregular e jacobina de origem franco-alemã. Penso que a maçonaria faz tanta falta à sociedade como os cães na missa; e alguns ladram.

Porém, dizer que o José Adelino Maltez é “monárquico”, é um insulto à monarquia — porque um rei nunca é eleito (como ele diz que é), mas antes é aclamado em Cortes. A aclamação não é nem uma eleição, nem um referendo, nem um plebiscito. Uma eventual negação circunstancial da aclamação do rei supõe uma crise nacional grave.

Por outro lado, o Maltez diz-se (dele próprio) “liberal”; mas não sei como um liberal pode ser “fascistóide”. Ora, ou ele é um liberal (politicamente), ou não é. Mas o Maltez — tal como o Harry Potter — consegue ser uma coisa e o seu contrário através de uma retórica sofista que engana os tolos. Ou, dizendo de outra forma: é difícil aos tolos perceberem o arquétipo mental do Maltez. Por isso é que ele pretende liderar a maçonaria irregular: para enganar os tolos portugueses. Em terra de cegos, quem tem um olho é zarolho.

O novo engodo dado aos portugueses é a ilusão da soberania, à medida em que se vai transferindo a soberania para determinadas potências estrangeiras, que sabemos hoje ser a França de Macron e de Rothschild, e a Alemanha de Angela Merkel e George Soros.

Vamos perdendo a soberania, mas simultaneamente temos gente como o Maltez que faz a apologia da soberania portuguesa através do conceito de “monarquia republicana”: através da quadratura do círculo, pretende-se dar a ilusão aos portugueses que a soberania continua intocável, mesmo quando começamos a ser súbditos declarados de suseranos alienígenas. É por isso que o Maltez dará um belíssimo líder da maçonaria irregular.

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Terça-feira, 9 Maio 2017

O estúpido Adelino Maltez

 

“O analista político Adelino Maltez defendeu hoje à Lusa que a vitória de Emmanuel Macron nas presidenciais francesas revela uma inversão de ciclo político e dá oportunidade à Europa para "levantar a cabeça com entusiasmo".”

França/Eleições: Ciclo político na Europa inverteu-se – Adelino Maltez


O Maltez faz lembrar o padeiro que sai da padaria, apressado, e com a farinha da pá bem marcada nas costas, e berra para a mulher que está lá dentro: “E para a próxima vez levas mais!”

A Front Nationale tem vindo a subir a sua votação, eleição após eleição, e o burro do Maltez diz que “se inverteu o ciclo”. A Marine Le Pen foi à segunda volta das eleições presidenciais e conseguiu um recorde de 34% dos votos para um candidato da Front Nationale; e o estúpido diz “o ciclo político na Europa inverteu-se”.

Esta gente (a maçonaria) é tão miserável nos seus propósitos políticos, que irá chegar ao ponto de festejar uma qualquer vitória por 1% — de vitória em vitória, o burro do Maltez acelera para a derrota final.

Ainda iremos ver o “liberal” Maltez defender a sinificação do leviatão europeu.

Quarta-feira, 3 Maio 2017

O banqueiro holandês Ronald Bernard, a alta finança globalista, as elites ocidentais pedófilas, o grupo dos trezentos, o culto de Lúcifer e o sacrifício mortal de crianças

Filed under: grupo dos trezentos,Lúcifer,luciferismo,Maçonaria — O. Braga @ 5:22 pm

 

Se tiver tempo e inspiração, de Deus quiser, escreverei alguma coisa sobre este assunto.

 

Quarta-feira, 29 Março 2017

A maçonaria é uma seita diabólica (Johan Livernette)

Filed under: gnosticismo,José Adelino Maltez,Maçonaria — O. Braga @ 6:16 pm

 

Quarta-feira, 2 Dezembro 2015

Uma mão lava a outra

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 9:26 am
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Juiz Rangel anula penhora de milhões a Álvaro Sobrinho.

Poucos dias depois, Sobrinho acaba com dois dos jornais seus atentos à operação Marquês e que dão pormenores da investigação a Sócrates, Santos Silva e Vara.”

Domingo, 25 Outubro 2015

Bem-vindos à cidade de Hanôver, Alemanha

 

Sábado, 12 Setembro 2015

A política maçónica de substituição das populações autóctones europeias está em marcha

Filed under: Europa,Maçonaria — O. Braga @ 8:59 am
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¿Quem financiou a Primavera Árabe? Nomeadamente, Obama, Cameron e Sarkozy. E o que estamos a assistir hoje com as mortes dos imigrantes do Próximo Oriente no Mediterrâneo é o resultado da Primavera Árabe.

maçonaria-nacionalismoA actual migração em massa de islamitas para a Europa foi planeada; não aconteceu por acaso ou erro de políticas. A maçonaria internacional sabia perfeitamente que a Primavera Árabe desestabilizaria a região do Próximo Oriente e que causaria uma nova Hégira — e não apenas uma migração de refugiados. Por exemplo, um alto membro do regime saudita afirmou publicamente que a recusa da Arábia Saudita em receber refugiados é propositada:

“We are ignoring the issue as a strategic maneuver. If these refugees go and settle in the west then they will take the beacon of light i.e. Islam, with them,” an official from the Saudi government said.

Por outro lado, a Arábia Saudita pretende pagar a construção de 200 novas mesquitas na Alemanha, em vez de ajudar com dinheiro o acolhimento dos refugiados islâmicos:

“Saudi Arabia has reportedly responded to the growing number of people fleeing the Middle East for western Europe – by offering to build 200 mosques in Germany”.

A maçonaria já sabia disto antes de acontecer. A “coisa” foi programada. A maçonaria sempre andou obcecada com o Islão, porque o Islamismo tem sido o último reduto de resistência em relação à maçonaria.

Em uma viagem que fiz a Marrocos, fui convidado por uma família marroquina que pertencia à elite a comparecer em uma “festa” dos Rotários (como se sabe, os Rotários são a Quinta Coluna da maçonaria). O ambiente na sala era de um medo difuso: estávamos em um país islâmico. O Islamismo e a maçonaria não combinam, porque são ambos princípios de ordem política. Desde o século XIX que o objectivo da maçonaria é o de converter o Islão.

Muçulmanos em Paris

A mistura islâmica na Europa é uma tentativa maçónica de modificar o Islão. A maçonaria pensa que uma nova geração laica de islamitas europeus pode influenciar mudanças culturais radicais nos países de origem dos seus avós. Para isso, a maçonaria está disposta a arriscar tudo, incluindo a segurança física e psicológica dos povos autóctones da Europa. A maçonaria sonha com um laicismo islâmico — coisa que nunca aconteceu, nem na Turquia. Laicismo e Islamismo são incompatíveis, são contraditórios nos seus próprios termos. Não é possível implementar o laicismo em uma sociedade de cultura islâmica.

O que é mais surpreendente na maçonaria não é a utopia — porque nem todos os maçons são utopistas, por um lado, e a utopia não é apanágio exclusivo de maçons. O que mais surpreende na maçonaria é a ideia segundo a qual é possível ao ser humano alterar a natureza fundamental da Realidade.

Esta psicose maçónica que pretende a substituição dos povos da Europa, vai dar mau resultado — como deram mau resultado todos os outros planos maçónicos no passado. A ideia segundo a qual as sociedades humanas se comportam com a mesma previsibilidade das leis da natureza determinadas pela Física, é característica de uma doença mental moderna que teve a sua origem no Iluminismo.


A minha opinião sobre os refugiados do Próximo Oriente é a seguinte:

  • todas as pessoas “refugiadas” devem ser registadas (impressões digitais, documentação, e até recolha de material de ADN);
  • em princípio, todos os “refugiados” devem ser considerados em situação provisória, tendo em vista o posterior repatriamento;
  • deve-se dar prioridade assistencial a famílias com crianças;
  • em caso de concessão de nacionalidade, os refugiados cristãos têm a primazia.

Domingo, 21 Junho 2015

O maçon Luís Montenegro não poderia agir de outro modo

Filed under: Maçonaria,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:19 am
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franco-maçon« O líder parlamentar social-democrata Luís Montenegro recusou esta quinta-feira qualquer intenção política no adiamento para a próxima legislatura da discussão da iniciativa legislativa de cidadãos pelo “direito a nascer”, justificando-o com a gestão do tempo disponível para os trabalhos parlamentares.

“Não vale a pena atribuir nenhum tipo de conclusão política à decisão tomada na conferência de líderes, porque ela foi absolutamente circunscrita à organização dos trabalhos parlamentares e à gestão do tempo disponível para se apreciarem todas as iniciativas que estão pendentes”, afirmou Luís Montenegro, depois de confrontado pelos jornalistas com a eventualidade de os deputados estarem a fugir ao tema em clima pré-eleitoral.

A conferência de líderes de quarta-feira decidiu por unanimidade não agendar a discussão da Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo “direito a nascer” e que o presidente da Assembleia em exercício contacte os promotores propondo-lhes que transite para a próxima legislatura. »

PSD recusa intenção política no adiamento de iniciativa pelo “direito a nascer”

Percebem por que razão é impossível a uma criatura com dois dedos de testa votar no Partido Social Democrata? Na política cultural, o Partido Social Democrata é de esquerda! O que distingue o Partido Social Democrata da Esquerda é a economia; no resto são praticamente iguais.

(via)

Quinta-feira, 15 Janeiro 2015

¿A maçonaria pode assassinar?

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 9:23 am

 

Basta estudar História para sabermos que maçonaria pode assassinar, se quiser. O que a maçonaria normalmente faz é criar uma sub-comissão encarregada da execução capital — como aconteceu com a Carbonária que era um organismo autónomo da maçonaria portuguesa que assassinou o nosso rei D. Carlos em 1908.

“Gostava de lembrar que o director do jornal atingido no atentado de Paris disse um dia que não tinha mulher, nem filhos, nem cartão de crédito, e por isso não tinha medo. Eu prefiro dizer apenas que não tenho medo”.

Teresa Leal Coelho

Portanto, Teresa Leal Coelho tem alguma razão: a maçonaria pode mesmo assassinar.

A maçonaria é uma máfia. Grande parte do problema da III república é um problema maçónico. A maçonaria é um cancro social, uma metástase moral que atinge a nossa sociedade a todos os níveis. E quando se sente ameaçada, a maçonaria mata, porque os interesses privados dos “irmãos” estão acima dos interesses da sociedade em geral.

A maçonaria não olha a meios para atingir qualquer fim: a sua ética é teleológica.

Ainda hoje não sabemos quem foram os responsáveis morais pelo assassínio de Sá Carneiro. Convém que Teresa Leal Coelho não se desloque em avião privado.

Sexta-feira, 9 Janeiro 2015

A aliança Marx / Maomé deixou de funcionar

 

O racismo é um fenómeno eminentemente cultural, muito mais do que uma distinção de cor de pele. Quando digo “cultural”, refiro-me aos dois tipos de cultura: à cultura intelectual e à cultura antropológica.

Enquanto a França foi um país de maioria católica praticante, não aconteceram ataques islamitas no seu território. Mas quando a cultura antropológica francesa sofreu a erosão da religião cristã  através do laicismo militante e maçónico, os ataques islamitas começaram a acontecer.

Ou seja, foi a Esquerda que mudou: em uma primeira fase, a Esquerda defendeu o multiculturalismo que incluía a aceitação política e cultural do Islão; e numa segunda fase, a actual, a Esquerda já revogou a aliança Marx / Maomé — porque a Esquerda pensa que os objectivos da defesa do multiculturalismo já foram atingidos.

À medida que a Esquerda pensa que vai conquistando terreno na cultura antropológica francesa, vai mudando de estratégia de acordo com a sua agenda gramsciana. O multiculturalismo foi uma forma de minar a identidade histórica e a unidade orgânica do povo francês; e depois de instalado o multiculturalismo em França, a Esquerda passa à  fase seguinte: o combate ao multiculturalismo enquanto penhor de diferenças religiosas.

Vemos como a Esquerda actua sempre em dois carrinhos (a dialéctica marxista). E em nome do combate às diferenças religiosas — diferenças religiosas que a própria Esquerda defendeu no passado através da defesa do multiculturalismo — que, segundo a actual Esquerda, são o pomo de discórdia social e cultural, pretende agora aplicar a mais radical forma de laicismo que é a proibição de qualquer manifestação pública de qualquer sinal de qualquer religião (incluindo o Cristianismo).

A Esquerda criou um problema na Europa de difícil solução. Os ataques terroristas islâmicos em França são hoje diários, embora os me®dia portugueses façam tudo para não os divulgar. A maçonaria e a Esquerda controlam os me®dia. E mesmo os jornais mais independentes têm medo, ou de perder leitores, ou dos ataques ideológicos que possam sofrer.

O problema de quem tem a certeza do futuro — a Esquerda e os seus intelectuais têm a certeza do futuro — é o de que nunca se está à  espera das retro-acções dos acontecimentos históricos. Mas essa gente (incluindo a maçonaria) nunca aprende com os erros. Vão repetindo os seus mesmos erros ao longo da história recente. Os psicopatas nunca aprendem com os erros.

Terça-feira, 6 Janeiro 2015

Foi tudo tanga!

Filed under: josé sócrates,Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 10:07 am
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¿25 de Abril de 1974? Tanga! ¿Estado de Direito? Ganda Treta! 

«José Sócrates está sobretudo no seu direito de se defender e para se defender pode violar normas e regulamentos – é o que diz José Vera Jardim, antigo ministro da Justiça e habitual comentador da Renascença no programa Falar Claro.
(…)
Quanto a Sócrates, Vera Jardim diz que “há estados de emergência, de necessidade de defesa das pessoas” que permitem às pessoas violar alguns deveres legais “porque os deveres legais cessam também perante outros direitos das pessoas: o direito ao bom nome, à reputação e a defender-se”.»

Acabe-se com a farsa! Fechem-se os tribunais — até porque já estão parcialmente inoperantes, tal é a carga burocrática e processual que lhes é imposta. Governe-se por decreto! Mude-se o nome de assembleia da república para “assembleia nacional” — até porque as diferenças mal se notam. Coopte-se o presidente da república. Nomeie-se o presidente do conselho. Refunde-se o Banco Espírito Santo com dinheiros públicos. E reabra-se o Tarrafal para os inimigos do regime.

 

(via)

Quinta-feira, 25 Dezembro 2014

Maçonaria: dividir para proibir em nome da “liberdade” e da “igualdade”

Filed under: Europa,Maçonaria — O. Braga @ 12:00 pm
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“El tradicional árbol de Navidad que engalana miles de ciudades de Europa está en cuestión en distintos puntos del viejo continente. El motivo sería la ofensa a las creencias de los musulmanes por lo que en varias ciudades o están siendo retirados o cambiados por otra serie de objetos que no molesten a los seguidores de Mahoma.

Esta situación comienza a ser especialmente grave en países históricos de la Unión Europea como Dinamarca y Bélgica, que actualmente tienen tasas de inmigración de origen musulmán bastante importantes.”

Ciudades europeas retiran el tradicional árbol de Navidad por temor al islam

gare-de-MetzPrimeiro, o sistema político — coordenado pela maçonaria — incentivou a imigração muçulmana em massa; depois, serviu-se do pretexto de existirem muitos muçulmanos na Europa para retirarem direitos aos cristãos autóctones e às tradições e cultura locais.

Isto foi feito de propósito. Trata-se da agenda política maçónica europeia, aliada tacitamente à Esquerda radical, que engendrou o multiculturalismo que proíbe a manifestação pública da tradição cristã.

Esta agenda política é maquiavélica e tenebrosa: serve-se do pretexto dos “direitos” de uns para tirar direitos a todos.

Em nome da “igualdade”, toda a gente fica sem direito à expressão pública da sua cultura  e da sua religião — com excepção da maçonaria cuja cultura consiste exactamente na manifestação pública da oposição às tradições religiosas e culturais da Europa.

Porém, e como acontece quase sempre na História, o feitiço vira-se contra o feiticeiro.

Uma sociedade com uma grande percentagem de muçulmanos não é tão fácil de controlar quando comparada com uma sociedade cristã.

A maçonaria europeia arranjou um problema de todo o tamanho — mas é preciso que afirmemos, de forma clara e inequívoca, que os principais culpados não são os muçulmanos imigrantes — porque estes apenas seguem a natureza do Islão que é um princípio de ordem política —, mas antes os principais culpados são os membros da maçonaria europeia aliados à  esquerda radical. São com estes últimos que teremos que ajustar contas.

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