perspectivas

Quinta-feira, 16 Julho 2020

A maçonaria faz parte de um movimento gnóstico multi-secular

Filed under: gnosticismo,Maçonaria — O. Braga @ 3:05 pm

Lemos aqui um texto da professora Maria Susana Mexia (ler em PDF) que nos serve (também) para definirmos os contornos do desenvolvimento do pensamento gnóstico desde a Antiguidade Tardia até à contemporaneidade.

eschatos-maçonico-webO gnosticismo, ao negar o Deus da Bíblia (ou a subalternizar o Deus da Bíblia, chamado-o de “demiurgo”), tem duas características essenciais que o caracterizam ao longo dos séculos: 1/ é herético (em relação ao Cristianismo), mas simultaneamente 2/ é parasitário (vive à custa da diferenciação cultural criada pelo Cristianismo).

O gnosticismo é imanente (recusa a transcendência): O Grande Arquitecto do Universo maçónico é uma “entidade” imanente.

No caso do gnosticismo da Antiguidade Tardia, a alegada “transcendência” do “verdadeiro Deus” (que não era o “demiurgo” cristão e bíblico, mas uma entidade superior a este) era apenas um instrumento para colocar em causa a legitimidade do Deus bíblico, por um lado, e uma forma de criação de castas baseadas em putativo “Conhecimento” (gnose), por outro lado.

A “transcendência” do deus gnóstico é apenas uma forma parasitária (um instrumento de combate simbólico) da transcendência do Deus cristão; e é parasitária porque serve para colocar em causa o valor ideológico e simbólico do Deus cristão. Para o gnosticismo (de todos os tempos), todos os métodos são válidos (vale tudo) para combater a diferenciação cultural cristã.

O grande inimigo do gnóstico é o cristão; mas como o gnóstico não tem argumentos para “combater” o cristão “em campo aberto”, o gnóstico parasita a mundividência do cristão criada pela diferenciação cultural que o cristianismo trouxe à Humanidade.


Em 2013 escrevi um texto (ler em PDF) acerca da forma e conteúdo dos ritos maçónicos que se identificam com as religiões dos mistérios da antiguidade — exactamente a cultura “mistérica” que o Cristianismo veio postergar.

A heresia (em relação ao Cristianismo) é a própria essência “mistérica” da maçonaria.

Obviamente que o gnosticismo moderno não se resume à maçonaria; todas as ideologias (a imanência) modernas fazem parte desse movimento multi-secular gnóstico, anti-cristão e elitista, que divide a Humanidade entre os Pneumáticos modernos (os eleitos, os poucos que estão salvos à partida — por exemplo, os militantes do Bloco de Esquerda ou os membros de uma loja do Grande Oriente Lusitano), por um lado, e os Hílicos modernos (por exemplo, os que não acordaram para a luz da imanência da certeza do futuro propagandeada pela elite gnóstica, e que, por isso, estão condenados — a priori — à morte ontológica).

O determinismo ontológico é uma característica gnóstica.

O cientismo é essencialmente gnóstico (e maçónico). O cientismo é entendido, pelo movimento gnóstico moderno, como uma “anti-metafisica” que se impõe como um veículo da verdade gnóstica que, alegadamente, substituiu a Era de Cristo pela Era de Comte.

O movimento do Aquecimento Global Antropogénico (e os “verdes”) é um exemplo deste cientismo como expressão gnóstica que estabelece o éschatos (a certeza do futuro) através da diabolização da economia dos combustíveis fósseis. Os aquecimentistas assumem-se como os salvadores da humanidade, colocando-se em uma posição soteriológica e Crística (exemplo do parasitismo gnóstico em relação ao Cristianismo).

Os aquecimentistas comportam-se como puritanos; o puritanismo radical e intelectual (por exemplo, George Bernard Shaw, ou o movimento puritano inglês no século XVI) foi sempre uma característica dos gnósticos de todos os tempos.

Verificamos esta tendência gnóstica (determinista do futuro) também em algumas seitas ditas “cristãs”, no Livro do Apocalipse e, (aqui e ali) no próprio Evangelho de S. João.

Sábado, 20 Julho 2019

A acção política necessária contra a aliança entre a maçonaria e a plutocracia globalista

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escreveu um texto em que demonstrou (utilizando a lógica informal) como os pressupostos da legalização da eutanásia (que é defendida pela “elite” portuguesa, a “ruling class”) são baseados em mentiras.

“A eutanásia é uma licença para matar os que desejam morrer e os que não podem manifestar a sua vontade: é uma prepotência de um Estado totalitário.”Vincent Lambert e as 5 mentiras da eutanásia

Porém, a verdade é que existe um “alinhamento” ideológico entre a elite globalista mundial que pretende dispôr do mundo a seu bel-prazer, por um lado, e a “elite” portuguesa, por outro lado. Por outras palavras, a ruling class  portuguesa é “pau-mandado” dos globalistas que pretendem a sinificação (mais ou menos acelerada) das diversas regiões do planeta.

eutanasia-de-vincent-lambert-web

Esse “alinhamento ideológico” foi interrompido pela ascensão de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos — o que tem causado muito desconforto não só à plutocracia globalista anglo-saxónica, mas também aos seus servos europeus que são os responsáveis políticos pela construção do leviatão que é União Europeia (por exemplo, a Angela Merkel tem andado com uma azia desgraçada!, e a tremer por todos os lados…).

A “prepotência de um Estado totalitário”, a que se refere o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, traduz-se na prepotência já visível no leviatão da União Europeia — a construção de um super-Estado totalitário imposto aos povos da Europa pelos globalistas aliados à maçonaria irregular.

O poder político granjeado pela maçonaria é baseado na irracionalidade de um despotismo político em estado de construção avançada (que também conta com o apoio da aliança entre Karl Marx e Maomé).

O Donald Trump — ou seja, a maioria do povo americano — veio intrometer-se no processo revolucionário globalista maçónico em curso.

Todos os argumentos lógicos, racionais (por exemplo, os invocados pelo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada) e baseados em factos concretos, que possamos invocar contra a agenda política maçónica globalista, são irrelevantes; em termos práticos, esses argumentos não contam para nada, são “zeros à esquerda”.

A agenda política da maçonaria aliada à plutocracia globalista (trilateral + grupo de Bilderberg, e com o apoio da aliança anti-natura Marx/Maomé) é independente de qualquer racionalidade que possamos invocar — exactamente porque se trata da construção de um despotismo que, como todos os despotismos, se alheia da Razão.

Como escreveu Nicolás Gómez Dávila : “Esperar que a vulnerabilidade crescente de um mundo integrado pela Técnica não exija um despotismo total, é mera ilusão”.

A construção desse despotismo total é desprovido de racionalidade. Neste sentido, sendo que a argumentação racional é considerada prolixa pelas “elites”, a própria utilização dessa argumentação racional se torna improfícua e inútil.

A única forma de combater este despotismo total que se agiganta, será através do uso da força que gerará os mártires de um futuro próximo.

Quinta-feira, 10 Janeiro 2019

Luís Montenegro é maçonaria

Filed under: Maçonaria,PSD — O. Braga @ 7:38 pm
Tags:

 

Entre Rui Rio e Luís Montenegro para líder do PSD , venha de lá o Lúcifer e escolha!

A ler: Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, um maçónico que enriqueceu depressa demais.

Quarta-feira, 19 Setembro 2018

A maçonaria e os católicos japoneses

Filed under: Igreja Católica,Maçonaria — O. Braga @ 8:01 pm

 

Hiroxima e Nagasaki eram as cidades japonesas onde a percentagem de católicos era maior. E o presidente dos Estados Unidos daquela época era Harry Truman, um adepto fervoroso da maçonaria.

catolicos-japoneses-web

Sábado, 1 Setembro 2018

A política nos me®dia

Filed under: comunicação social,Maçonaria,me®dia,merdia,Política — O. Braga @ 11:39 am

 

tv_propaganda-web« O que há nas nossas (salvo seja) televisões não é política. É propaganda do “sistema”, tão solícita que envergonharia o “sistema” caso este tivesse pingo de vergonha.

É prestação de serviços, disfarçada de “objectividade”, às espectaculares figuras que mandam nisto. É um interminável rol de “comentadores” indignos de comentário.

É o descaramento dos “debates” desprovidos de contraponto ou decoro.

Às vezes, arrisca-se breve incursão por temas “internacionais”, espaço reservado à condenação do sr. Trump e das “mudanças climáticas”, fora outros desabafos assim profundos.

Para escrever sobre política, meus caros, é vital ignorar aquilo que as televisões vendem no lugar da política: uma feira de horrores sem o bálsamo do cuspidor de fogo ou, se não incluirmos certas activistas, da mulher barbuda.»

O fim da televisão (O Homem-a-dias)

Domingo, 12 Agosto 2018

Hoje, quem gosta de Portugal e da sua História, é classificado de “fassista”

 

Podemos inferir deste artigo no Diário de Notícias (escrito por uma jornaleira de seu nome Valentina Marcelino) que todas as pessoas que se preocupam com o futuro do seu povo e com a preservação da sua cultura, são fassistas.

Ou seja, parece que existe um movimento político-cultural dirigido e conduzido pelas elites políticas (mormente pela maçonaria) no sentido de estigmatizar as pátrias e quem as defende.

Os portugueses têm o direito de defender, nomeadamente através do voto, os valores da preservação da sua nação e da sua cultura.

O que as elites (proprietárias do actual sistema político coordenado pela maçonaria) pretendem é destruir, na cultura antropológica portuguesa, os valores da pátria, da nação, e da Portugalidade. Trata-se de uma agenda política radical de anulação da História e da Nação portuguesas, dentro de uma lógica de alienação e submissão ao leviatão da União Europeia. E quem não concorde com esta agenda política, é catalogado de fassista (para além de xenófobo, homófobo, transfobo, sexista, misógino, e toda uma panóplia de adjectivos amigáveis).

Existe hoje uma certa elite política radical que apelida a maioria do povo de “fassista”.

Para essa elite, o povo é fassista, e tem que ser substituído por outro povo com um QI inferior a 80. Pretendem construir um país de uma espécie de símios, onde eles (os da elite) seja senhores absolutos e totalitários.

Em nome do combate à chamada “extrema-direita”, a elite política (vendida e controlada pela plutocracia globalista, entre muitos outros, por George Soros) mete tudo no mesmo saco e classifica qualquer patriota português de “fassista”. Todos os patriotas passam a ser “fassistas”, e através da espiral do silêncio promovida pelos me®dia (como é o caso do artigo em causa), os patriotas portugueses calam-se e permitem o esventrar da pátria que os canalhas que nos governam promovem.

Terça-feira, 5 Junho 2018

Portugueses participantes na reunião dos Bilderbergers em Turim, de 7 a 10 de Junho de 2018.

Filed under: Bilderberg,grupo dos trezentos,Maçonaria — O. Braga @ 9:40 pm

 

  1. Paula Amorim — filha do falecido Américo Amorim, do Grupo Amorim
  2. Durão Barroso — Ex-MRPP e amigo do José Pacheco Pereira, secretário do Grupo de Bilderberg, funcionário bancário da Goldman Sachs International.
  3. Isabel Mota — presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.


Convém notar o seguinte:

1/ não há nenhum representante da Rússia;

2/ participa o primeiro-ministro belga, Charles Michel;

3/ participa o Secretário-de-estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin;

4/ não há nenhum representante da Hungria.

bilderberg-web

Segunda-feira, 9 Abril 2018

As propostas-de-lei da eutanásia: qualquer nazi ou comunista empedernido nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,eutanásia,Maçonaria,Partido Socialista — O. Braga @ 11:45 am

 

Os totalitarismos modernos só foram possíveis com a absolutização do Direito Positivo. E a Esquerda sabe bem disso. E quando digo “Esquerda”, incluo nela o Partido Social Democrata do Rui Rio.

Entende-se por absolutização do Direito Positivo o desaparecimento dos fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, a obliteração do Direito Natural e o descrédito — na cultura antropológica — da axiomatização jusnaturalista.

eutanasia-cadeiras
Os “fundamentos metajurídicos” são os princípios substanciais do Direito — por exemplo: a Razão, a Natureza, etc. —, que delimitam a vontade humana em um contexto da sua própria existência e da Realidade.

Em contraponto (aos fundamentos metajurídicos do Direito), a absolutização do Direito Positivo baseia-se na negação de todos os fundamentos metajurídicos em favor de um Direito que não tem outro fundamento senão a vontade humana, ou melhor dizendo, a vontade das elites de cada época que passa.

Por exemplo, quando a Isabel Moreira diz que “o Direito tem que ser antinatural” (a negação do jusnaturalismo e dos seus fundamentos metajurídicos, e a absolutização do Direito Positivo), o que ela faz não é outra coisa senão seguir as peugadas das “ideologias totalitárias” (passo a redundância) do século XX — do nazismo e/ou do comunismo.
Qualquer nazi ou comunista que se preze nega que os fundamentos do Direito sejam outros senão os da sua própria vontade.


As propostas-de-lei da eutanásia do Partido Socialista da Isabel Moreira, por um lado, e do Bloco de Esquerda, por outro lado, diferem apenas no seu aspecto formal e no processo de promulgação.

Na sua substância, ambos os projectos-de-lei baseiam-se no pressuposto de que não existe tal coisa como “fundamentos metajurídicos do Direito”, e que apenas e só a vontade arbitrária e discricionária das elites políticas (ou seja, da "Vontade Geral") deve ditar o Direito.

Ou seja, vivemos em plena ditadura (já com alguns “ameaços” totalitários), e a maioria do povo ainda não se deu conta disso — porque é uma pequeníssima minoria que impõe coercivamente (e de forma arbitrária e discricionária) à maioria da população uma mundividência que recusa a racionalidade substancial das leis e do Direito.

E essa minoria, por sua vez, é controlada por alguns poucos milhares de homens filiados na maçonaria; é neste contexto que Rui Rio foi autorizado (pela maçonaria que controla o seu partido político) a liderar temporariamente o Partido Social Democrata — porque é necessário que este partido não “faça ondas” em relação à legalização antidemocrática da eutanásia.


A perversidade da actual “elite” política é a de que impõe a sua vontade (arbitrária e discricionária) ao povo em nome da “dignidade humana” — assim como os nazis defenderam, por exemplo, a exterminação em massa dos judeus em nome da “dignidade do povo alemão”.

Os positivistas do Direito invocam sempre (no passado, como agora) a “dignidade humana” quando pretendem fazer esquecer os fundamentos metajurídicos do Direito, ou seja, quando pretendem erradicar o Direito Natural e reduzir o Direito à vontade exclusivista das luminárias do regime político vigente.

É neste contexto que a proposta-de-lei da Isabel Moreira (Partido Socialista) é mais coerente em relação ao formalismo do Direito Positivo (totalmente desnaturado de substância metajurídica), do que a proposta-de-lei do Bloco de Esquerda que, alegadamente, é “mais garantista”:

“Um dos pontos que suscitaram dúvidas na bancada do PS tem a ver com o procedimento para que seja autorizada a eutanásia. No texto redigido pelas duas deputadas, basta que dois médicos – o clínico que acompanha o doente e um especialista na doença de que padece – atestem que se trata de uma doença letal e incurável, concordando com a eutanásia, para que o paciente possa requerer este procedimento.

Ora, esse é um procedimento muito mais simplificado do que o que está previsto na proposta do Bloco de Esquerda. O texto bloquista prevê que sejam necessárias cinco autorizações para que o processo tenha luz verde”.

Aquilo que os me®dia chamam de “mais garantista” significa apenas “mais burocrático”.

O Bloco de Esquerda quer fazer passar a ideia segundo a qual “a legalidade é o fundamento da legitimidade”, através da expansão da burocracia que faz progredir a dominação legal sobre a população: com a filosofia política do Bloco de Esquerda (mas também com a do Partido Socialista), a racionalização do Direito e a racionalização das formas de dominação política aumentam através da separação do Direito e da ética; separação da forma jurídica e dos seus fundamentos, por um lado, e os seus fins substanciais, por outro lado.

Porém, a absolutização de um postulado ético substancial — por exemplo, a absolutização do postulado ético segundo o qual “a vida humana é inviolável, mesmo pelo próprio que a vive” — é inconciliável com o puro formalismo da ordem jurídica positivista (ver Max Weber), e, por isso, a racionalidade processual (formal) do Direito, por um lado, e por outro lado a racionalidade substancial do Direito, são dois pólos que se opõem e que são irreconciliáveis.

Ou seja: o “garantismo” da proposta-de-lei do Bloco de Esquerda é apenas formal, porque, em termos práticos, a proposta-de-lei nega a absolutização de um determinado postulado ético (metajurídico).

A probabilidade de que esse postulado ético seja colocado em causa na prática do nosso dia-a-dia aumenta exponencialmente, mesmo com todos esses “garantismos” formais. Por isso é que as propostas-de-lei da Esquerda colocam de facto em causa a dignidade humana (ao contrário do que a Esquerda defende!), quando criam propositadamente a ilusão na opinião pública de que o ser humano pode criar leis perfeitas em matéria de vida ou de morte.

Domingo, 29 Outubro 2017

França recusa estátua de João Paulo II; e a Polónia quer ficar com ela

 

O Conselho de Estado de França — obviamente controlado pela maçonaria — pretende retirar a cruz a uma estátua do Papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

Ploermel-estatua-joao-paulo-2-web

Entretanto, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydło, já veio dizer no Twitter que se os franceses não querem o monumento completo (com a cruz), a Polónia está desde já disponível para ficar com o dito (monumento que foi construído pelo artista russo Zurab Tsereteli em 2006).

Beata-Szydło-france-web

A nossa consolação é que os maçons franceses irão em breve andar de cu para o ar, sodomizados pelos maomedanos maioritários: em 2050, a maioria da população em França não será europeia e será muçulmana.

Terça-feira, 23 Maio 2017

A maçonaria sempre traiu a Pátria

Filed under: José Adelino Maltez,Maçonaria — O. Braga @ 10:23 am

 

“As eleições para Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) estão ao rubro. O pai de Sofia Fava, ex-mulher de Sócrates, entrou na campanha a matar. José Fava apelidou o candidato da lista A de José Adelino Maltez de "monárquico fascizóide".”

Para mim é-me infinitamente indiferente saber quem ganha as eleições para a maçonaria irregular e jacobina de origem franco-alemã. Penso que a maçonaria faz tanta falta à sociedade como os cães na missa; e alguns ladram.

Porém, dizer que o José Adelino Maltez é “monárquico”, é um insulto à monarquia — porque um rei nunca é eleito (como ele diz que é), mas antes é aclamado em Cortes. A aclamação não é nem uma eleição, nem um referendo, nem um plebiscito. Uma eventual negação circunstancial da aclamação do rei supõe uma crise nacional grave.

Por outro lado, o Maltez diz-se (dele próprio) “liberal”; mas não sei como um liberal pode ser “fascistóide”. Ora, ou ele é um liberal (politicamente), ou não é. Mas o Maltez — tal como o Harry Potter — consegue ser uma coisa e o seu contrário através de uma retórica sofista que engana os tolos. Ou, dizendo de outra forma: é difícil aos tolos perceberem o arquétipo mental do Maltez. Por isso é que ele pretende liderar a maçonaria irregular: para enganar os tolos portugueses. Em terra de cegos, quem tem um olho é zarolho.

O novo engodo dado aos portugueses é a ilusão da soberania, à medida em que se vai transferindo a soberania para determinadas potências estrangeiras, que sabemos hoje ser a França de Macron e de Rothschild, e a Alemanha de Angela Merkel e George Soros.

Vamos perdendo a soberania, mas simultaneamente temos gente como o Maltez que faz a apologia da soberania portuguesa através do conceito de “monarquia republicana”: através da quadratura do círculo, pretende-se dar a ilusão aos portugueses que a soberania continua intocável, mesmo quando começamos a ser súbditos declarados de suseranos alienígenas. É por isso que o Maltez dará um belíssimo líder da maçonaria irregular.

Terça-feira, 9 Maio 2017

O estúpido Adelino Maltez

 

“O analista político Adelino Maltez defendeu hoje à Lusa que a vitória de Emmanuel Macron nas presidenciais francesas revela uma inversão de ciclo político e dá oportunidade à Europa para "levantar a cabeça com entusiasmo".”

França/Eleições: Ciclo político na Europa inverteu-se – Adelino Maltez


O Maltez faz lembrar o padeiro que sai da padaria, apressado, e com a farinha da pá bem marcada nas costas, e berra para a mulher que está lá dentro: “E para a próxima vez levas mais!”

A Front Nationale tem vindo a subir a sua votação, eleição após eleição, e o burro do Maltez diz que “se inverteu o ciclo”. A Marine Le Pen foi à segunda volta das eleições presidenciais e conseguiu um recorde de 34% dos votos para um candidato da Front Nationale; e o estúpido diz “o ciclo político na Europa inverteu-se”.

Esta gente (a maçonaria) é tão miserável nos seus propósitos políticos, que irá chegar ao ponto de festejar uma qualquer vitória por 1% — de vitória em vitória, o burro do Maltez acelera para a derrota final.

Ainda iremos ver o “liberal” Maltez defender a sinificação do leviatão europeu.

Quarta-feira, 3 Maio 2017

O banqueiro holandês Ronald Bernard, a alta finança globalista, as elites ocidentais pedófilas, o grupo dos trezentos, o culto de Lúcifer e o sacrifício mortal de crianças

Filed under: grupo dos trezentos,Lúcifer,luciferismo,Maçonaria — O. Braga @ 5:22 pm

 

Se tiver tempo e inspiração, de Deus quiser, escreverei alguma coisa sobre este assunto.

 

Página seguinte »

%d bloggers like this: