perspectivas

Domingo, 24 Julho 2016

Os homossexuais e a guerra contra a Natureza

 

Se analisarmos o pensamento e a acção de conhecidos homossexuais ao longo da História (por exemplo, Leonardo Da Vinci na pintura, Shakespeare e Michel Proust na literatura, David Hume na filosofia, Alan Turing na matemática, etc.), em quase todos eles reconhecemos o respeito pela Natureza, embora em todos eles prevalecesse um subjectivismo que se aproximava de um solipsismo. Se lermos os romances de Proust, por exemplo, em todos eles a relação amorosa heterossexual é celebrada como sendo adequada e consentânea à beleza da natureza humana.

Ou seja, uma das características dos homossexuais, ao longo da História, era (já não é) a de apreciar a beleza do mundo a partir de uma posição de “fora do mundo”. Hoje, os homossexuais combatem a beleza do mundo que não consideram como tal: houve uma inversão dos valores: a “beleza gay” passou a ser a negação do belo. Assiste-se a uma tentativa de construção de um conceito de “belo” que se separa radicalmente da Natureza.

Com o pós-modernismo, os homossexuais esforçaram-se em destruir os conceitos naturais de “belo” e de “bom” exarados no senso-comum ao longo da História; para isso, vemos como influenciaram a academia e as elites (a ruling class) — por exemplo, em Portugal, temos a Isabel Moreira no Direito, ou o Quintanilha nas ciências. É neste sentido que a Isabel Moreira afirmou que “o Direito é anti-natural, felizmente” — o que não é verdade!, porque ela confunde e mistura propositadamente “tradição” e “costumes”, por um lado, e “Natureza”, por outro lado.

Aquilo que, para os homossexuais anteriores ao pós-modernismo, era a beleza natural do mundo, passou a ser algo (segundo os homossexuais actuais, em geral) que o ser humano deveria contestar ou mesmo negar.


É neste contexto que se insere o esforço do Alexandre Quintanilha na promoção cultural do transumanismo, a que ele chama “melhoramento humano”.

Em nome da “ciência”, pretende-se negar a Natureza Humana argumentando que esta pode ser “melhorada”; o Quintanilha mistura conceitos viáveis, como por exemplo o relativo mas limitado prolongamento da vida natural humana, por um lado, e conceitos cientificistas (cientismo) e quiméricos (quimera), como por exemplo a vida sintética, por outro lado. A ideia do homossexual Quintanilha (entre outros) é a de anunciar um admirável mundo novo, em que a Natureza Humana não só perde as suas qualidades, consideradas retrógradas e passadistas (falácia ad Novitatem), como é possível inventar uma nova Natureza Humana que se separa fundamentalmente da Natureza em geral.

É neste caldo de cultura intelectual que se inserem as “engenharias sociais” a que temos assistido (o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos, a eutanásia, o aborto, etc.), como uma tentativa psicótica de alteração das características fundamentais da Natureza Humana, partindo do princípio de uma ilimitada flexibilidade do ser humano. Isto corresponde a uma espécie de “nazismo suave”, em que a violência e a emasculação cultural e política são impostas à sociedade através da persuasão, e em nome da ciência e do progresso entendido como uma lei da natureza. Servem-se da Natureza para negar a Natureza.

Quarta-feira, 20 Julho 2016

A preocupação com a desconstrução da História de Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 12:58 pm
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brasoes-lxDizem os radicais de esquerda da Câmara Municipal de Lisboa que “os brasões da Praça do Império não existem, e por isso não estão a apagar nada” (no sentido de “apagar” a memória histórica). Ou seja, parece que deixaram propositadamente a erva daninha cobrir os brasões; e depois de transformar os jardins da Praça do Império em um matagal, dizem que “não está lá nenhum brasão”.

Este episódio dos brasões do império português é apenas um pequeno exemplo do que nos espera: a sistemática obnubilação da memória portuguesa e a desconstrução da nossa História. Estaline retirou Trotski da fotografia; a Esquerda utiliza o mesmo método em relação à História de Portugal: retira determinados símbolos da fotografia histórica nacional. Não tarda nada mudam o nome da Praça do Império para (por exemplo) “Praça da Lusofonia” ou “Praça do Acordo Ortográfico”.

Sábado, 2 Julho 2016

O assalto da maçonaria ao Partido Social Democrata

Filed under: Política — O. Braga @ 7:31 pm
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Política   Alternativa no PSD  Passos dá espaço a Montenegro

 

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Segunda-feira, 27 Junho 2016

A sinificação de regiões do globo não é apenas um fenómeno de Esquerda

Filed under: Política — O. Braga @ 11:37 am
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“O governo global que se forma ante os nossos olhos não é americano: é uma aliança das velhas potências europeias com a revolução islâmica e o movimento esquerdista mundial. Suas centrais de comando são os organismos internacionais, e a única força de resistência que se opõe à mais ambiciosa fórmula imperialista que já se viu no mundo é o nacionalismo americano”.

Olavo de Carvalho

¿Onde é que Olavo de Carvalho tem razão?

Por exemplo, Olavo de Carvalho tem razão quando diz que o nacionalismo americano é forte; mas o nacionalismo americano é uma característica do povo americano, e não propriamente das elites americanas.

É difícil acreditar que uma grande parte — senão mesmo a maioria — dos homens mais ricos do mundo (que são americanos) sejam “esquerdistas”. ¿Bill Gates é esquerdista? ¿George Soros é esquerdista? Essa elite plutocrata não faz parte do povo americano. Ou seja, tal como acontece na Europa, há que distinguir entre “povo americano”, por um lado, e a elite (a ruling class) americana.

O que o Olavo de Carvalho faz é branquear o papel das elites americanas no processo daquilo a que ele chama de “neoglobalismo”. Para o Olavo de Carvalho, não existe qualquer distinção entre o povo americano, por um lado, e as elites americanas, por outro lado — mas ele já faz essa distinção quando se trata da Europa.

O processo de sinificação das regiões do globo — defendido pelas elites mundiais reunidas no grupo de Bilderberg — existe pelo menos desde Henry Kissinger, nos anos de 1970, quando ele elogiou publicamente o regime comunista chinês. A este nível, é absurdo falar de Esquerda e de Direita: por razões diferentes, os plutocratas e a Esquerda concordam com a sinificação de partes consideráveis do globo.

Sexta-feira, 24 Junho 2016

Agora começa uma nova fase: um novo referendo para anular este referendo,

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 8:09 am
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e depois outro referendo, e depois outro, até que os burocratas de Bruxelas consigam submeter os ingleses. E chamam a isso “democracia”.

A “direita” politicamente correcta de tipo “Observador”, perdeu. Rui Ramos perdeu; Paulo Sande perdeu; e o Paulo Rangel também.

Get over it.

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Quinta-feira, 23 Junho 2016

BREXIT: a Esquerda aliou-se às classes mais altas

Filed under: Política — O. Braga @ 11:03 am
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A Esquerda europeia e britânica aliou-se às classes altas do Reino Unido. Quem luta pelo LEAVE são as classes trabalhadoras e os mais pobres.

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Sexta-feira, 17 Junho 2016

A segregação sexual volta a estar na moda

 

Vemos, na foto abaixo, o Presidente da Câmara de Londres, o muçulmano Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan, em uma acção de propaganda a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia.

Reparem como as mulheres estão separadas dos homens. Segregar as mulheres é fixe; é politicamente correcto; é de Esquerda e  fica bem.

Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan

Terça-feira, 14 Junho 2016

A Esquerda dividida entre dois amores

Filed under: Política — O. Braga @ 10:27 am
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No caso do massacre da cidade de Orlando, a Esquerda entrou em dissonância cognitiva (como é o caso da Raquel Varela e António Costa), porque as vítimas e o agressor fazem parte de dois grupos protegidos pelo politicamente correcto.

A Esquerda, dividida entre apoiar um dos grupos protegidos em detrimento do outro, decidiu classificar o morticínio como sendo produto de homofobia: a Esquerda recorre a uma linguagem da psicologia para fugir à ideologia.

“Este parolo [António Costa] chama-lhe “homofobia”. Portanto, o labrego-mor desta terrinha onde Judas perdeu as botas acha que um indivíduo mata 50 pessoas por medo (fobia) de pessoas do mesmo sexo. É, é isso: matou-as por medo, coitadinho, que estava assustadinho. Agora já não tem mais medinho, terrores nocturnos e suores frios, está curadinho. É um milagre, para gáudio de meio-milhar de aspirantes a labregos que metem o coraçãozinho no tweetzinho do sociopata que nos governa”.

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John Locke, em vez de Rousseau

Filed under: Política — O. Braga @ 9:18 am
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“Receio ter de recordar que não existe nada de novo na asserção de que são comuns as origens intelectuais do comunismo, do fascismo e, já agora, do nacional-socialismo nazi. Essa era e é a visão clássica sobre os totalitarismos na cultura política dos povos que mais lhes fizeram frente: os povos de língua inglesa”.

Ainda sobre a convergência entre comunismo e fascismo – Observador

É John Locke, em lugar de Rousseau. Os povos de língua inglesa seguiram John Locke; a Europa continental (em geral, incluindo Portugal depois de 1815) seguiram Rousseau. Mas as coisas estão a mudar. A esquerdas dos Estados Unidos, Canadá e do Reino Unido abandonaram já John Locke e adoptaram Rousseau. Ou seja, o “mundo livre” tem os dias contados.

Não é possível perceber a génese dos totalitarismos, por um lado, e da democracia liberal, por outro lado, sem se ler Rousseau e John Locke. E tudo o resto é retórica.

Donald Trump é uma consequência de Hillary Clinton

Filed under: Política — O. Braga @ 9:01 am
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Eu estou de acordo com o ABC:

Trump é principalmente a consequência nefasta do delírio ideológico da esquerda marxista norte-americana que protege o islamismo (doutrina desumana que trata as mulheres como animais e os outros não-crentes no Islão como alvos), enquanto promove os clubes de consumo de droga, a utilização do estilete sobre o crânio de bebés no late-term abortion e, as barrigas de aluguer e a utilização cruzada de balneários escolares por homens que se digam mulheres e vice-versa. E da corrupção política e promiscuidade dos princípios dos moderados que representam um sistema degenerado e endogâmico”.

Ou seja, se eu fosse americano e tivesse que escolher entre Hillary Clinton e Donald Trump, escolheria o mal menor. Depois de Obama, Hillary Clinton irá ditar o total descrédito dos Estados Unidos.

Depois do que a Esquerda tem feito nos Estados Unidos, teria infalivelmente que aparecer um Donald Trump qualquer, como contrapeso político.

A geringonça transforma monumento nacional em hotel

Filed under: Política — O. Braga @ 8:21 am
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A Esquerda diz-se paladina da cultura; e transforma monumentos nacionais em hotéis. Não tarda muito vamos ter o mosteiro dos Jerónimos transformado em uma discoteca gay; e o mosteiro da Batalha “vira” casa de turismo rural.

“A Visabeira assinou ontem com a Direção-Geral do Património Cultural um contrato de concessão do Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça, válido por 50 anos. O acordo vai permitir ao grupo a construção de um hotel de cinco estrelas, de três pisos, 81 quartos e nove suites, SPA, ginásio, para além de espaços para organização de congressos e eventos. O espaço foi atribuído depois de um concurso público internacional. A abertura do hotel está prevista para 2019.”

Visabeira investe 15 milhões para criar hotel no Mosteiro de Alcobaça

mosteiro-alcobaca

Domingo, 12 Junho 2016

Mais vale arrebentar, para começar de novo. O que começa mal, tarde ou nunca se endireita.

Filed under: Política — O. Braga @ 9:46 am
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