perspectivas

Quinta-feira, 21 Outubro 2021

A palavra mágica

Filed under: Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 8:21 pm

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Segunda-feira, 20 Setembro 2021

O meu avô é homófobo…

… e como eu sou progressista, moderno e prá-frentex… — apetecia-me dar-lhe uns pontapés nos tomates, espetar-lhe a minha faca de cozinha no lombo, tirar-lhe o coração pelas costas, e estripá-lo como a um porco…! para depois poder aparecer nos me®dia globalistas e receber muitos aplausos!

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Sábado, 7 Agosto 2021

A SIC Notícias e a propagação de um símbolo de homofobia homofóbica

Filed under: Homofobia,Homofobismo,Pinto Balsemão,SIC NOTÍCIAS — O. Braga @ 7:20 pm

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Camaradas!

Segundo o canal de televisão do nosso camarada Pinto Balsemão (nosso companheiro de luta internacionalista), a marca “Snickers” produziu um anúncio homofóbico, a ver:

“No anúncio, o influenciador Aless Gibaja pede um "sumo de laranja sexy" a um funcionário de um café, que lhe responde com um gelado Snickers. Depois de comer o gelado, Aless Gibaja fica com uma voz mais grave e transforma-se num homem com barba.”

Ora, isto de uma pessoa ficar subitamente com barba, é seguramente homofóbico — a não ser que seja um homem transgénero: a barba, num homem transgénero, não é homofóbica.


cueca homofobicaOutro exemplo de homofobia é o de uma conhecida marca de roupa interior masculina que colocou à venda cuecas com riscas azuis, brancas e amarelas— o que é, sem qualquer dúvida, sinal de homofobia extrema e radical. Se as riscas fossem amarelas e verdes, ainda vá!, poderíamos tolerar! Mas sendo azuis e brancas, as riscas são evidentemente homofóbicas.

Outro símbolo de homofobia radical e repugnante é a actual moda que algumas pessoas (negacionistas da vacina do COVID-19, na sua maioria) adoptam, que consiste em se sentarem de lado e com a perna cruzada (ver imagem em baixo).

Se virem um homem sentado naquela posição, agradecemos que o denunciem às autoridades (ou ao FaceBook), por propagação de um símbolo de homofobia homofóbica.

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Camaradas! É preciso denunciar esses negacionistas, homófobos, sexistas, transfóbicos, xenófobos, reaccionários, capitalistas, fassistas, e padres!

A LUTA CONTINUA! A vitória é certa!

Sábado, 26 Junho 2021

Se lhe perguntares o que significa “homofobia”, não define o conceito e ainda te chama de “ignorante”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Homofobia,Homofobismo — O. Braga @ 7:37 pm

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Sexta-feira, 19 Fevereiro 2021

Não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda

O pretenso debate acerca da vida e da morte do Tenente-coronel Marcelino da Mata (ocorrido há dias na TVI (ver vídeo 1 e vídeo 2) entre o comunista Fernando Rosas, por um lado, e por outro lado o ex-líder do CDS, José Ribeiro e Castro — provaram que não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda, porque se trata de um “diálogo de surdos”; não existe qualquer ponto de contacto ideológico e político entre o Bloco de Esquerda e o povo português.

O ideário político do Bloco de Esquerda é “Anti-Portugal”; tudo o que é português, ou o que se identifica (para o bem e/ou para o mal) com a História de Portugal, é o inimigo ideológico a abater pelo Bloco de Esquerda.

Vejamos esta logomaquia da autoria de um notório percevejo do Bloco de Esquerda: tal como acontece com o conceito muito vago de “sofrimento insuportável” na lei da eutanásia (o que levou a que Marcelo Rebelo de Sousa enviasse a lei para o Tribunal Constitucional), assim o conceito de “homofobia” carece de uma noção respectiva; ou melhor: a noção de “homofobia” consensual não tem nada a ver com o conceito alargado e utilitário utilizado pelo Bloco de Esquerda.

Ademais, a repressão política e ideológica sobre o povo português, conduzida nomeadamente pelo Bloco de Esquerda e por uma franja bem identificada do Partido Socialista (por exemplo, Isabel Moreira) e da Não-esquerda (por exemplo, Paula Teixeira da Cruz, ou Teresa Leal Coelho), traduziu-se em uma espiral do silêncio acerca do conceito de difuso de “homofobia” — conceito esse que passou a ser “pau para toda a colher”. É neste contexto político que a referida criatura do Bloco de Esquerda diz que “a homofobia deixou de ser maioritária” — ou seja, o conceito difuso de “homofobia” passou a ser um instrumento de repressão cultural para-totalitária sobre o povo português; trata-se de uma componente fundamental da lei-da-rolha que caracteriza o Totalitarismo de Veludo que está a ser construído pela Esquerda radical.

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É este tipo de lei-da-rolha (alegadamente contra a “homofobia” que ninguém sabe o que significa) que levou a que o professor universitário inglês James Caspian apelasse para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, quando o referido investigador britânico viu o seu estudo científico acerca dos transgéneros censurado pelo Poder esquerdista radical que controla (nomeadamente) as universidades.

Porém, neste caso, as baratas e os carrapatos do Bloco de Esquerda já são contra a liberdade, e aliam-se tacitamente à plutocracia globalista (a aliança tácita entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã) que pretende destruir quaisquer padrões de pensamento lógico, para assim poder controlar os seres humanos a bel-prazer.

Sexta-feira, 15 Novembro 2019

Manuel Luís Goucha questiona André Ventura sobre homossexualidade

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 5:45 pm

Diálogo hipotético:

André Ventura : “Eu sou contra que se ensine a crianças de seis anos o que é o sexo anal”.

Goucha : “¿Você é contra os homossexuais?!!!!”

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Sábado, 30 Março 2019

A guerra do significado das palavras

 

O inglês Douglas Murray escreve aqui um texto acerca da interpretação que é hoje dada ao termo “marxismo cultural”.

A Esquerda inglesa adulterou o significado do termo “marxismo cultural”, e identifica agora esse termo com “anti-semitismo”, e, por isso, diz (ela) que “marxismo cultural” é um termo utilizado pela “extrema-direita” contra os judeus (como se a Esquerda não fosse anti-semita por sua própria natureza: basta ver as posições políticas do Corbyn acerca dos judeus).

Assistimos hoje a uma guerra do significado das palavras, em que “interpretar” significa “deformar”, desfigurar — quando se dá a um conceito um significado que não tem. Afirmar que “marxismo cultural” é sinónimo de “anti-semitismo” é destruir o significado original de “marxismo cultural” (desconstrução ideológica).

A desconstrução ideológica teve origem nos hegelianos alemães do século XX — desde a Escola de Frankfurt (a origem do marxismo cultural), Heidegger e, mais tarde, Gadamer: para este último, “interpretar” é compreender de maneira nova e diferente a cada instante — o que significa, segundo Gadamer, que as interpretações (acerca da realidade) estão sempre a mudar, o que é auto-contraditório, porque se “as interpretações mudam a cada instante” então segue-se que a compreensão da realidade (ou de aspectos parciais da realidade, a que se dedica a ciência) se torna impossível, por um lado, e por outro lado, a própria interpretação do conceito de “interpretação” segundo Gadamer estaria sempre a mudar a cada instante, o que é absurdo.

É óbvio que existe a “semântica” — a mudança mundana (ou seja, a mudança que não é hermenêutica) do sentido das palavras através da História. Mas a mudança dos significados das palavras dentro de uma época estrita (“sincronia”, segundo Saussurre) tem os limites impostos pela própria História e pela cultura antropológica. Por exemplo, se a Esquerda quiser começar a dizer que uma “pedra” se passa a chamar-se agora “pau”, a nova interpretação do significado de “pedra” só pode ser assumida, na cultura popular, através da coacção e da força bruta do Estado, porque viola a semiótica e a herança histórica da linguagem da cultura antropológica.

A guerra do significado das palavras está a levar, por exemplo, a que cidadãos sejam perseguidos (pela Esquerda no Poder) por uma espécie de nova polícia política, por afirmar publicamente que um homem biológico é um “homem biológico”; ou que pessoas sejam perseguidas nas redes sociais por afirmar que um homem não é uma mulher; ou que instituições católicas sejam perseguidas pelo Poder da Esquerda apenas por obedecerem aos princípios mais básicos da Lei Natural.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social; um homossexual é anti-social por natureza.


Naturalmente que o Douglas Murray assumiu (no referido texto) uma posição ambígua  e ambivalente acerca do termo “marxismo cultural” — não fosse ele (o Douglas Murray) homossexual : a homossexualidade militante (e cultural) é um dos instrumentos de acção política do marxismo cultural, no sentido de minar as instituições da família  e do casamento . Aliás, é este um problema (em juízo universal) dos homossexuais ditos de “Direita”: de vez em quando, o marxismo cultural dá muito jeito.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social (qualquer que esta seja); um homossexual é anti-social por natureza. Pessoas como Douglas Murray não se podem queixar da invasão cultural islâmica (anti-gay) na Europa, porque a própria lógica do movimento homossexualista trata espontaneamente da desconstrução da estrutura da sociedade europeia assente na família natural, o que vai de encontro aos desígnios do marxismo cultural.


Woman claiming to be ‘male’ sues Catholic hospital for canceling sex change surgery

Feminist journalist sues Twitter for banning her ‘Women aren’t men’ tweet

UK police investigate Catholic mom of five for ‘misgendering’ trans in tweet

Quarta-feira, 15 Agosto 2018

A agenda política do FaceBook

Filed under: Facebook,Homofobismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:16 am

Eu fui já várias vezes “castigado” pelo FaceBook por não ter as ideias consideradas correctas. A última vez fui suspenso por 30 dias por ter publicado um vídeo que o FaceBook considerou “racista”.

Mas perfis e imagens como estas, aqui em baixo, são perfeitamente aceitáveis pelos censores do Facebook: para não ser censurado, o que interessa é não ser patriota, não ser contra o globalismo plutocrático, não ser a favor da existência de fronteiras, não ser contra a islamização da Europa, não ser contra a imigração massiva, não simpatizar com Donald Trump, etc..

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Quarta-feira, 18 Julho 2018

A Revolução devora os seus próprios filhos

 

A actriz americana Scarlett Johansson (que se assume de Esquerda e votante no partido Democrático dos Estados Unidos, como 99,9% de Hollywood) foi recentemente ferozmente criticada pela comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] por ter aceite um papel de transgénero, em um filme a rodar em Hollywood com o título ‘Ghost in the Shell’. Em resposta às críticas, a actriz acabou por recusar o papel.

johansson“Actress Scarlett Johansson has pulled out of acting in a forthcoming movie ‘Rub and Tug’ about a trans man, after facing intense criticism from the LGBT community.

Last week, it was announced that Johansson had accepted the role of Dante ‘Tex’ Gill, a trans man who owned a string of massage parlours in 1970s Pittsburgh.

The film will be directed by Rupert Sanders, the same director that Johansson worked with on the film ‘Ghost in the Shell’, which saw her portray a Japanese person and also garnered extreme criticism for erasure of marginalised groups.

After the announcement, the star faced a major backlash among the trans community, led by actresses Trace Lysette and Jamie Clayton”.


“O locutor de rádio, Rui Maria Pêgo, viu o artigo de opinião que publicou esta terça-feira, no Observador, ser banido da rede social Instagram. O autor do texto escreve sobre homofobia e, em concreto, sobre um caso de agressões contra um casal gay, registado este fim de semana em Coimbra.”

Instagram apaga artigo de opinião de Rui Maria Pêgo sobre homofobia

Jacques Mallet Du Pan

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Homo-correctness against men

Quinta-feira, 26 Outubro 2017

As lésbicas ricas podem “mandar” piropos “à trolha”

Filed under: Homofascismo,Homofobismo,homossexualismo,politicamente correcto — O. Braga @ 7:16 pm

 

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Quarta-feira, 23 Agosto 2017

Ó Graça Fonseca: o povo está se cagando!

 

Numa altura em que simples factos científicos acerca do sexo biológico se vão tornando “indizíveis” e proibidos na educação escolar das crianças, um membro da elite política confessou-se publicamente com sendo “lésbica”.

A criatura não se dá conta de que a confissão pública dos “pecados” tem raízes no catolicismo da Alta Idade Média em determinadas regiões da Europa — incluindo Portugal.

É a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da idiossincrasia homossexual em uma discriminação injusta.

Quando se confunde o não-conformismo em relação a um determinado estereótipo masculino ou feminino, por um lado, com “fluidez de género” ou “não-binário”, por outro lado, algo de muito sinistro se passa. E quem impõe coercivamente esta política anti-científica de “género” são os mesmos elitistas que, em uma espécie de acto de contrição, se confessam publicamente que são “isto e aquilo”.

O Carnaval apareceu nas regiões da Europa da Idade Média onde a tradição da confissão pública (bem como da penitência que se seguia) perdurou na cultura antropológica mesmo depois do avanço da privacidade, a partir de 1215.

public-confession-webHoje, a tradição da confissão pública mantém-se no substrato cultural da maioria das regiões da Europa continental — o que é novo é que o processo de penitência é hoje transferido para a sociedade, que é considerada culpada pelo sofrimento do “pecador”; é a sociedade que se tem de penitenciar pelo “sofrimento idiossincrático” do indivíduo.

As categorias humanas, como por exemplo, o local de nascimento, a altura da pessoa, o seu peso, a sua genética, a existência de determinadas doenças (como a SIDA, por exemplo), a cor do cabelo ou dos olhos, as taras sexuais, etc., — nenhuma destas categorias é importante, e quem se refere a elas como existentes em outrem, é contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

A confissão pública da existência de uma determinada categoria humana só pode ser feita pelo próprio e em nome pessoal; porque, se assim não for, estamos em presença de um “discriminação injusta” (porque, dizem os puritanos pós-modernos, que existem “discriminações justas” que coincidem com o conceito de tolerância repressiva

Tal como acontecia na Idade Média, o povo está se cagando para as confissões públicas impostas pelo novo clero politicamente correcto.

Apesar da insistência dos clérigos em tornar a confissão pública amiúde, o cidadão medieval só se confessava publicamente (o confessionário e a confissão privada só surgiram no século XVI) uma vez por ano, normalmente na Páscoa, para ter acesso à comunhão Pascal.

Desde que o comportamento de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos (que pode ser uma classe social, cultural ou política) não ameace a sobrevivência e a continuidade da sociedade, o povo não quer saber se a Graça Fonseca é lésbica ou não.

O problema é o de que, de facto, a continuidade da sociedade portuguesa está colocada em causa pela imposição ao povo de uma cultura anti-reprodutiva que se reflecte em uma elite anti-natalista e decadente.

E aqui, Ó Graça, é que está o problema da tua confissão pública: é a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da tua idiossincrasia em uma discriminação injusta. E isto não pode levar a bom fim.

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