perspectivas

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Homo-correctness against men

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Quinta-feira, 26 Outubro 2017

As lésbicas ricas podem “mandar” piropos “à trolha”

Filed under: Homofascismo,Homofobismo,homossexualismo,politicamente correcto — O. Braga @ 7:16 pm

 

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Quarta-feira, 23 Agosto 2017

Ó Graça Fonseca: o povo está se cagando!

 

Numa altura em que simples factos científicos acerca do sexo biológico se vão tornando “indizíveis” e proibidos na educação escolar das crianças, um membro da elite política confessou-se publicamente com sendo “lésbica”.

A criatura não se dá conta de que a confissão pública dos “pecados” tem raízes no catolicismo da Alta Idade Média em determinadas regiões da Europa — incluindo Portugal.

É a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da idiossincrasia homossexual em uma discriminação injusta.

Quando se confunde o não-conformismo em relação a um determinado estereótipo masculino ou feminino, por um lado, com “fluidez de género” ou “não-binário”, por outro lado, algo de muito sinistro se passa. E quem impõe coercivamente esta política anti-científica de “género” são os mesmos elitistas que, em uma espécie de acto de contrição, se confessam publicamente que são “isto e aquilo”.

O Carnaval apareceu nas regiões da Europa da Idade Média onde a tradição da confissão pública (bem como da penitência que se seguia) perdurou na cultura antropológica mesmo depois do avanço da privacidade, a partir de 1215.

public-confession-webHoje, a tradição da confissão pública mantém-se no substrato cultural da maioria das regiões da Europa continental — o que é novo é que o processo de penitência é hoje transferido para a sociedade, que é considerada culpada pelo sofrimento do “pecador”; é a sociedade que se tem de penitenciar pelo “sofrimento idiossincrático” do indivíduo.

As categorias humanas, como por exemplo, o local de nascimento, a altura da pessoa, o seu peso, a sua genética, a existência de determinadas doenças (como a SIDA, por exemplo), a cor do cabelo ou dos olhos, as taras sexuais, etc., — nenhuma destas categorias é importante, e quem se refere a elas como existentes em outrem, é contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

A confissão pública da existência de uma determinada categoria humana só pode ser feita pelo próprio e em nome pessoal; porque, se assim não for, estamos em presença de um “discriminação injusta” (porque, dizem os puritanos pós-modernos, que existem “discriminações justas” que coincidem com o conceito de tolerância repressiva

Tal como acontecia na Idade Média, o povo está se cagando para as confissões públicas impostas pelo novo clero politicamente correcto.

Apesar da insistência dos clérigos em tornar a confissão pública amiúde, o cidadão medieval só se confessava publicamente (o confessionário e a confissão privada só surgiram no século XVI) uma vez por ano, normalmente na Páscoa, para ter acesso à comunhão Pascal.

Desde que o comportamento de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos (que pode ser uma classe social, cultural ou política) não ameace a sobrevivência e a continuidade da sociedade, o povo não quer saber se a Graça Fonseca é lésbica ou não.

O problema é o de que, de facto, a continuidade da sociedade portuguesa está colocada em causa pela imposição ao povo de uma cultura anti-reprodutiva que se reflecte em uma elite anti-natalista e decadente.

E aqui, Ó Graça, é que está o problema da tua confissão pública: é a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da tua idiossincrasia em uma discriminação injusta. E isto não pode levar a bom fim.

Segunda-feira, 24 Julho 2017

Deixaram que eles trepassem; e agora aguentem!

 

A extrema-esquerda foi promovida politicamente pelas elites e pelos me®dia, e agora a sociedade portuguesa tem que a aturar. O exemplo do que eu quero dizer fica expresso neste texto de um médico (Luís Carvalho Rodrigues), e a propósito da opinião do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

“A ciência médica não tem, portanto, verdades sobre a homossexualidade, como não tem nem deve ter verdades sobre coisa nenhuma. Nem, de resto, são elas necessárias. O respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade.”

Luís Carvalho Rodrigues

É verdade que não existe qualquer “verdade científica” acerca da causa da homossexualidade — ao contrário do que a extrema-esquerda defende. Por exemplo, não é cientificamente verdade que exista um gene gay, ou que a homossexualidade seja congénita; não há qualquer verificação científica nesse sentido. Há uma remota possibilidade de que a epigenética tenha alguma influência na afirmação da homossexualidade, mas também não é claro, do ponto de vista da verificação, de que tal aconteça.

O que pode existir (e existe, mas o médico Luís Carvalho Rodrigues faz de conta de que não existe) são as consequências de uma vida homossexual activa: se o senhor dr. Luís Carvalho Rodrigues quiser, faço-lhe uma lista das doenças derivadas directamente do comportamento homossexual activo; e aqui já não estamos no âmbito da ética: estamos já no campo da verificação científica.


Quando o dr. Gentil Martins afirmou que a homossexualidade é uma “anomalia”, fez uma avaliação ética, e não propriamente uma avaliação científica — embora uma Curva de Gauss revele que a homossexualidade é de facto uma anomalia, e aqui já estamos na área da estatística.

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Ao contrário do que o Bloco de Esquerda afirmou no seu sítio oficial, o dr. Gentil Martins não disse que a homossexualidade é uma “aberração”: disse que é uma “anomalia”. Reparem no modus operandi da extrema-esquerda: alteram as palavras a seu bel-prazer no sentido da manipulação política.


Diz o médico médico Luís Carvalho Rodrigues que “o respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade”. Porém, o último DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) emitido pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) já considera a pedofilia como uma “orientação sexual”. Se o médico Luís Carvalho Rodrigues não sabe, deveria saber; e espero que o médico Luís Carvalho Rodrigues tenha filhos menores.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” → Nicolás Gómez Dávila

Não temos respeito pelos desvios sexuais, mas temos respeito pela pessoa, apesar dos seus desvios sexuais. Nós respeitamos pessoas, e não necessariamente comportamentos. A homossexualidade não é uma raça, ao contrário do que defende a extrema-esquerda. Foi isto que o dr. Gentil Martins compreendeu e quis dizer, mas que o médico Luís Carvalho Rodrigues não compreendeu.

Sábado, 22 Julho 2017

Os dois instrumentos da nova ditadura: a manipulação da ciência pela política, e a redução da ética ao Direito Positivo

 

Se lermos este texto de uma tal Ana Matos Pires, verificamos a manipulação da ciência por parte de uma determinada ideologia política; e se lermos este texto sobre a posição de Isabel Moreira, verificamos a redução da ética (e da moral) ao Direito Positivo.

Em contraponto, sugiro ao leitor um texto do Bernardo Sacadura, por um lado, e por outro lado um texto de José Ribeiro e Castro, acerca do mesmo tema: as afirmações do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

Não sei o que será mais grave: se a redução da ética ao Direito Positivo, ou a manipulação política da ciência (cientismo). O Bernardo Sacadura escreveu, com verdade, o seguinte:

« O argumento para desclassificar os actos homossexuais como uma patologia segue o mesmo racional de revisionismo histórico. Tipicamente é apontado que desde os anos 70 a homossexualidade deixou de ser doença.

Convém recordar que o que aconteceu foi que através de uma votação muito disputada a Associação de Psiquiatras Americanos deixou de classificar a homossexualidade como uma doença (que diria Einstein deste extraordinário método cientifico?). Ou seja, somos obrigados a aceitar que a partir desta decisão tomada por votação tudo o que até então era verdade passou a mentira, e que os próprios que votaram contra esta decisão e continuam a não acreditar devem ser desconsiderados. »

Portanto, a decisão da APA (Associação Americana de Psiquiatria) acerca da “homossexualidade saudável” foi uma decisão política, e não o resultado de uma verificação científica.

A psiquiatria é uma ciência social, ou seja, não é uma ciência da natureza (como são, por exemplo, a biologia, a Física, a bioquímica, etc.: são ciências experimentais ou empíricas); nem é uma ciência matemática (ou ciência formal).

 

A Ana Matos Pires ou é burra, ou faz-se de burra. Não é possível a uma ciência social (ou ciência humana) seguir exactamente o método científico idêntico ao que seguem as ciências da natureza. Que não se engane o povo! A decisão de retirar a homossexualidade da DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi uma decisão política.

 


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Quanto à Isabel Moreira, é uma burra retorcida; já não tem remédio: à medida que envelhece, vai-se assemelhando às bruxas da Baixa Idade Média.

Aquilo que é legal pode não ser eticamente recomendável. Reduzir a ética ao Direito Positivo revela a estupidez malévola da Isabel Moreira.

Por exemplo, os comunistas tornaram legais os Gulag, mas nem por isso esses campos de concentração eram eticamente recomendáveis. E o holocausto nazi era legal, mas não consta que fosse eticamente legítimo. Mas para a bruxa deputada do Partido Socialista, aquilo que é legal é automaticamente legitimado pela ética; ou aquilo que é considerado ilegal, em um determinado momento, já não é eticamente recomendável.

Esta gentalha pretende enganar o povo. E vão pagar por isso; é uma questão de tempo.

Domingo, 16 Julho 2017

O doutor Gentil Martins tem razão: a homossexualidade é uma anomalia; e Cristiano Ronaldo é um estafermo moral

 

Em epistemologia (Thomas Kuhn) “anomalias” são falhas na investigação científica que colocam em causa o paradigma. Progressivamente o paradigma entra em crise e inicia-se um período de discussão, denominado ciência extraordinária.


Segundo o dicionário, anomalia é : “o que se desvia da norma, da generalidade”.


gentil-martins-webO Dr. Gentil Martins tem razão nos dois sentidos da palavra “anomalia” quando aplicada à homossexualidade. Por um lado, a homossexualidade “desvia-se da norma, da generalidade”. Aqui, o Dr. Gentil Martins tem razão.

Por outro lado, o problema é que o movimento político LGBTIQWERTY pretende transformar a anomalia em paradigma, ou seja, pretende normalizar a homossexualidade. Ou, por outras palavras, pretende que a anomalia  produza uma ciência extraordinária  que defenda um outro paradigma  segundo o qual a homossexualidade passe a ser a norma natural, biológica e cultural.

Contudo, segundo a Ordem dos Médicos, dizer a verdade científica é ser mal-educado. Só mentindo ao povo somos bem-educados.

Perante a liberdade de expressão do cientista Gentil Martins, a Isabel Moreira, com a sua mentalidade totalitária própria de uma Tia do lupanar político em que vivemos, pretende que o Dr. Martins seja punido pela Ordem dos Médicos por dizer o que é óbvio e evidente.

A verdade científica transformou-se em tabu, e o putedo da laia da Isabel Moreira transforma-se em uma classe de sacerdotisas que promovem o exibicionismo moral que dogmatiza posições anticientíficas através de uma nova Inquisição política. Estamos sob o primado da política sobre a ciência.

O facto de a homossexualidade ser uma anomalia, não significa necessariamente que os homossexuais sejam vítimas de violência. O argumento da Isabel Moreira é non sequitur .

Acredite, caro leitor: a Isabel Moreira tem uma deficiência cognitiva evidente; mas é considerada como “constitucionalista” pelos me®dia.

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade”.

Neste caso concreto, quando se pretende que a anomalia, que é a homossexualidade, se transforme em norma, surge a ilusão da familiaridade: existe uma ilusão psicótica segundo a qual a homossexualidade é normal, e quem disser o contrário é crucificado pelo novo tribunal do santo ofício. O rei vai nu, e quem denunciar a nudez do rei é assassinado politicamente.

O maniqueísmo político da Isabel Moreira revela a estupidez da criatura. É tempo do país colocar a Isabel Moreira ao nível da Fernanda Câncio e deixar de lhe dar crédito — a não ser por pena da imbecilidade que a criatura merece.


« Na entrevista polémica, Gentil Martins considera um “crime grave”, “degradante” e “uma tristeza” o facto do futebolista português Cristiano Ronaldo ter tido filhos recorrendo a uma barriga de aluguer. O médico insulta o internacional e ataca Dolores Aveiro, dizendo que “Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.” »

Assino por baixo (com as duas mãos).

Terça-feira, 4 Julho 2017

Nem homofobia nem merdofobia

 

Um estudo recente realizado com 120 homens heterossexuais revelou que a sua (deles) reacção fisiológica em relação à visão de dois gays a beijarem-se era o mesmo que a visão de vermes, ou da visão de fezes frescas.

Quando confrontados com a imagem de vermes, ou de fezes, verificou-se em todos eles um aumento de um enzima salivar chamado de Alpha-amylase, o que acontece quando sentimos nojo ou forte repulsa em relação a qualquer coisa, ou situação.

Ou seja, a imagem de dois gays a beijarem-se provocou (nos 120 homens) a mesma reacção fisiológica de uma imagem de merda.

O que mais surpreendeu os investigadores (pagos por organizações homossexualistas) foi que, mesmo os homens mais “tolerantes” em relação ao homossexualismo, reagiram fisiologicamente da mesma maneira, ou seja, com um aumento do enzima salivar Alpha-amylase — o que refuta definitivamente o conceito de “homofobia” ou de “pânico de defesa em relação a gay”:

“The finding provides more evidence that the so-called “gay panic” defense — the assertion that a person’s sexual orientation can “trigger” a crime against them — is bunk. The defense was used by the two men who beat, tortured and murdered gay student Matthew Shepard in 1998”.

Straight men’s physiological stress response to seeing two men kissing is the same as seeing maggots

 

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O nojo — a reacção fisiológica do aumento do enzima Alpha-amylase na saliva, e não só a reacção psicológica dita “merdofóbica” — que qualquer pessoa normal sente face à visão de um monte de merda, não é “merdofobia” ou “pânico de defesa em relação à merda”: tem a ver com o condicionalismo estético dos nossos sentidos.

O estudo coloca a hipótese segundo a qual, o facto de as pessoas, em geral, não gostarem da visão de um monte de merda é uma questão cultural. Ou seja, segundo o estudo, é possível que as pessoas sejam convencidas a gostar de ver e cheirar merda:

“Why do people low in prejudice still show an increased physiological response? We can’t say definitively, however, it could be that society has socialized the notion of same-sex sexuality and affection as being ‘disgusting’ or immoral so strongly, for so long, that merely witnessing it causes a slight physiological stress response. It would be interesting for future research to examine whether this physiological effect is more likely to be found in cultures that still evidence high levels of prejudice compared to those who have made more progress towards normalizing same-sex affection and sexuality.”

Ou seja, segundo o estudo, a repulsa que geralmente sentimos em relação a um monte de merda fresquinha é devida à socialização, ao longo de séculos, da noção de que a merda é coisa feia e repulsiva — o que significa que a repulsa em relação à merda é uma construção social.

Sendo que a repulsa em relação à merda é uma construção social, conclui o estudo que é possível convencer as pessoas de que ir à merda é esteticamente válido, e de que é possível que maioria da população passe a gostar de chafurdar na merda.

Quarta-feira, 28 Junho 2017

“Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu” ( Jornal I )

 

Nos Estados Unidos, a primeira emenda da Constituição diz que todos os cidadãos têm o direito de dizer o que quiserem, e que o discurso pode ser ofensivo — porque a liberdade de expressão é por definição a possibilidade do discurso ofensivo; se o discurso fosse sempre apologético, não haveria liberdade de expressão.

É este o problema da Esquerda: alegadamente, a liberdade de expressão pode “ofender”.

E por isso, a Esquerda criou os “Espaços Seguros” em universidades, onde a dissensão ideológica (que a Esquerda considera como sendo ofensiva) não é possível. Discordar da Esquerda é uma forma de violência; tentar discutir com a Esquerda é uma forma de agressão.

Neste clima político e ideológico, as pessoas vulgares abstêm-se de qualquer opinião, e deixam para os chamados “neonazis” a manifestação da oposição em relação à Esquerda. Mas mesmo os “neonazis” têm direito à opinião — e este direito à opinião dos neonazis é também considerado “ofensivo”, pela Esquerda.

O jornal I vem com o título : “Gay pride. Todo o orgulho em ser o que se é”. E depois conta uma estória de uns três ditos “neonazis” que insultaram dois gays chamando-os de “maricas”, e alegadamente agrediram-nos. No El Pais, a alegada “agressão física” é hipotética e vaga, ou seja, não há certeza dela: o que há certeza é que os ditos “neonazis” insultaram os dois gays chamando-os de “maricas”.

O fenómeno gay tem uma característica sui generis: dizer que um gay é um “panasca” é considerado insultuoso.

Se dissermos a um gay: “vai tomar no cu!”, ele fica ofendido; mas depois, a seguir, ele vai tomar no cu.

A “sensação de ofensa” é uma forma de auto-vitimização que mantém viva a cultura apanascada. Portanto, a parangona do Jornal I deveria ser: “Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu”.

O problema é que a ciência já demonstrou que tomar no cu faz mal à saúde: as maleitas são tantas que o Jornal I faz de conta que não existem. Por isso não consigo compreender como se pode ter orgulho em tomar no cu. Seria como se alguém tivesse orgulho em fumar 3 maços de cigarros por dia: racionalmente não há nisso orgulho possível.

“Orgulho em fumar 3 maços por dia”, ou “Orgulho em tomar no cu”, são proposições contraditórias nos seus próprios termos.

Quarta-feira, 21 Junho 2017

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos"

 

Quando se trata de de defender os privilégios dos paneleiros, os artigos do Observador não são assinados. Ninguém sabe quem os escreve: escondem-se no anonimato.

gay-indoctrination-webO caso “Bayev contra a Rússia” do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" escuda-se por detrás da liberdade de expressão. Mas a liberdade de expressão tem limites, por exemplo, no que diz respeito à educação das crianças.

Por exemplo, fazer propaganda pornográfica nas escolas não faz parte do direito à “liberdade de expressão”.

¿O que é que o Observador nos pretende propositadamente esconder?

A resposta é dada pelo próprio acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" :

1/ em 3 de Abril de 2006, o parlamento [russo] adoptou a Lei de Protecção da Moralidade Infantil que proibia actividades públicas que tenham em vista, nomeadamente, a promoção cultural da homossexualidade junto das crianças.

2/ no dia 30 de Março de 2009, o senhor Bayev promoveu uma demonstração pública em frente a uma escola, exibindo duas faixas, uma delas tinha escrito “A homossexualidade é normal”, e outra faixa que tinha escrito “Tenho orgulho em ser homossexual”.


Ou seja, a lei a que me refiro no ponto 1 não proíbe a livre expressão dos paneleiros e da ideologia panasca em geral; a tal lei apenas proíbe a promoção cultural do apanascamento nas crianças.

Ainda assim, o paneleiro em questão fez questão de exercer “o seu direito à liberdade de expressão” através da promoção cultural do apanascamento em frente a uma escola — o que significa que, para ele, não estava de facto em causa a liberdade de expressão entendida em si mesma, mas antes o que estava em causa era a tentativa dele de tentar influenciar as crianças em relação à ideologia panasca.


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O artigo 78 do acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz o seguinte:

“(…) The [Russian] Government were unable to provide any explanation of the mechanism by which a minor could be enticed into “[a] homosexual lifestyle”, let alone science-based evidence that one’s sexual orientation or identity is susceptible to change under external influence. The Court therefore dismisses these allegations as lacking any evidentiary basis.”

Ou seja, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz que a propaganda paneleira junto das crianças não altera a “orientação sexual ou identidade sexual”. Mas, se isso é verdade, ficamos sem saber por que razão os invertidos fazem propaganda da ideologia apanascada nas escolas.

E mais: a ideia apanascada segundo a qual “o apanascamento é de origem genética” não tem qualquer base científica; mas o que o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos", no fundo, vem dizer é que a ciência é uma merda.

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos".


Quinta-feira, 15 Junho 2017

Os grandes paneleiros e fufas têm a sociedade e a cultura controladas

Filed under: Homofascismo,Homofobismo,homossexualismo — O. Braga @ 6:44 pm

 

Imaginem que uma menina de 8 anos é maquilhada e vestida com lingerie, e exibida em uma passarela a que assistem homens heterossexuais. E depois imaginem que algumas revistas para homens escrevem artigos laudatórios acerca da menina e dos seus pais, declarando-a “nova estrela” do circuito de exploração sexual de crianças.

Esta imagem que estão a ver aqui em baixo não é a da menina de 8 anos de que falei acima: em vez disso, é uma fotografia de um menino de 8 anos que é aplaudido pela comunidade LGBT (Lesbian-Gay Bullying Totalitarian) como a nova revelação “Drag Queen”, que se passeia nas passarelas de clubes nocturnos, com o apoio dos próprios pais do menino, e para a gratificação sexual de um punhado de adultos.

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Se fosse uma menina de 8 anos sexualmente explorada por homens heterossexuais, seria um escândalo social. Mas como é um menino de 8 anos sexualmente explorado por grandes paneleiros e fufas, não se passa nada: é tudo normal.

 

Sábado, 27 Maio 2017

A Isabel Moreira ainda não percebeu que ela foi um aborto que nasceu

 

Os pais dela preferiram que ela nascesse, por desígnio de Deus, para que tivéssemos um exemplo de uma vida improfícua e infrutífera.

Os abortos nascidos, como é o caso da Isabel Moreira, não se reproduzem, por imposição da selecção natural; e, por isso, é com perplexidade que leio num texto dela a defesa de um “tempo novo”, quando sabemos que se a humanidade fosse toda como ela é, não haveria “tempo novo” porque a sociedade se extinguiria.

Como diz a cantiga dos Rolling Stones: “Time is on my  side… Yes it is! ”

O “tempo novo” está ao lado daqueles que se reproduzem naturalmente, por mais engenharias sociais totalitárias que os abortos vivos que nos governam nos tentem impôr coercivamente — porque é sabido que quando a elite se afasta da verdade da tradição e da Natureza, não encontra a liberdade: em vez disso, adopta uma moda, e as modas passam rapidamente de moda. A Isabel Moreira faz parte de uma moda de um tempo em que abortos nascidos chegaram ao Poder.

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Quarta-feira, 19 Abril 2017

Isabel Moreira, Isabel Pires, Sandra Cunha, Ricardo Robles, fodei-vos!

 

A elite política portuguesa preocupa-se mais com 100 gays na prisão do que com centenas de milhar de cristãos assassinados — a cada 5 minutos, um cristão é assassinado no Oriente Médio.

“Centenas de pessoas concentraram-se esta terça-feira junto à embaixada da Rússia, em Lisboa, para contestar a "perseguição a homossexuais" na Chechénia e exigir às autoridades portuguesas uma "pressão internacional e diplomática" para exigir o respeito pelos direitos humanos.

Segundo os organizadores do protesto, convocado pelo movimento "Um ‘Activismo’ Por Dia", participaram cerca de 400 pessoas, entre as quais as deputadas do PS Isabel Moreira e do Bloco de Esquerda Isabel Pires e Sandra Cunha, além do candidato bloquista à Câmara de Lisboa, Ricardo Robles.”

Manifestantes protestam em Lisboa contra perseguição gay na Chechénia

¿Já viram esta gente escrever uma linha que seja, em um jornal qualquer, a favor dos cristãos perseguidos e assassinados em massa — um autêntico genocídio — pelo Islão? Eu também não!

Doem-se mais com 100 gays presos do que com centenas de milhares de cristãos assassinados. E não só cristãos: a minoria Yazidi está a ser exterminada; mas aquela cambada de filhos-de-puta só se preocupam com 100 gays que irão ser recambiados para o Canadá onde terão vida de luxo à custa do Estado, e poderão tomar no cu à vontade.


Na imagem abaixo: uma mulher da minoria Yazidi no Iraque. Na faixa negra pode-se ler: “Não há nenhum outro deus senão Alá, e o Maomé é o seu mensageiro”. E na faixa branca pode-se ler: “Mulher Yazidi 10 dólares”.

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Pessoas como Isabel Moreira, Isabel Pires, Sandra Cunha, Ricardo Robles, preocupam-se mais com a vida sexual de 100 gays do que com a potencial morte de milhões de pessoas. É caso para dizer: fodei-vos! Puta que vos pariu!

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