perspectivas

Sexta-feira, 15 Novembro 2019

Manuel Luís Goucha questiona André Ventura sobre homossexualidade

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 5:45 pm

Diálogo hipotético:

André Ventura : “Eu sou contra que se ensine a crianças de seis anos o que é o sexo anal”.

Goucha : “¿Você é contra os homossexuais?!!!!”

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Sábado, 30 Março 2019

A guerra do significado das palavras

 

O inglês Douglas Murray escreve aqui um texto acerca da interpretação que é hoje dada ao termo “marxismo cultural”.

A Esquerda inglesa adulterou o significado do termo “marxismo cultural”, e identifica agora esse termo com “anti-semitismo”, e, por isso, diz (ela) que “marxismo cultural” é um termo utilizado pela “extrema-direita” contra os judeus (como se a Esquerda não fosse anti-semita por sua própria natureza: basta ver as posições políticas do Corbyn acerca dos judeus).

Assistimos hoje a uma guerra do significado das palavras, em que “interpretar” significa “deformar”, desfigurar — quando se dá a um conceito um significado que não tem. Afirmar que “marxismo cultural” é sinónimo de “anti-semitismo” é destruir o significado original de “marxismo cultural” (desconstrução ideológica).

A desconstrução ideológica teve origem nos hegelianos alemães do século XX — desde a Escola de Frankfurt (a origem do marxismo cultural), Heidegger e, mais tarde, Gadamer: para este último, “interpretar” é compreender de maneira nova e diferente a cada instante — o que significa, segundo Gadamer, que as interpretações (acerca da realidade) estão sempre a mudar, o que é auto-contraditório, porque se “as interpretações mudam a cada instante” então segue-se que a compreensão da realidade (ou de aspectos parciais da realidade, a que se dedica a ciência) se torna impossível, por um lado, e por outro lado, a própria interpretação do conceito de “interpretação” segundo Gadamer estaria sempre a mudar a cada instante, o que é absurdo.

É óbvio que existe a “semântica” — a mudança mundana (ou seja, a mudança que não é hermenêutica) do sentido das palavras através da História. Mas a mudança dos significados das palavras dentro de uma época estrita (“sincronia”, segundo Saussurre) tem os limites impostos pela própria História e pela cultura antropológica. Por exemplo, se a Esquerda quiser começar a dizer que uma “pedra” se passa a chamar-se agora “pau”, a nova interpretação do significado de “pedra” só pode ser assumida, na cultura popular, através da coacção e da força bruta do Estado, porque viola a semiótica e a herança histórica da linguagem da cultura antropológica.

A guerra do significado das palavras está a levar, por exemplo, a que cidadãos sejam perseguidos (pela Esquerda no Poder) por uma espécie de nova polícia política, por afirmar publicamente que um homem biológico é um “homem biológico”; ou que pessoas sejam perseguidas nas redes sociais por afirmar que um homem não é uma mulher; ou que instituições católicas sejam perseguidas pelo Poder da Esquerda apenas por obedecerem aos princípios mais básicos da Lei Natural.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social; um homossexual é anti-social por natureza.


Naturalmente que o Douglas Murray assumiu (no referido texto) uma posição ambígua  e ambivalente acerca do termo “marxismo cultural” — não fosse ele (o Douglas Murray) homossexual : a homossexualidade militante (e cultural) é um dos instrumentos de acção política do marxismo cultural, no sentido de minar as instituições da família  e do casamento . Aliás, é este um problema (em juízo universal) dos homossexuais ditos de “Direita”: de vez em quando, o marxismo cultural dá muito jeito.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social (qualquer que esta seja); um homossexual é anti-social por natureza. Pessoas como Douglas Murray não se podem queixar da invasão cultural islâmica (anti-gay) na Europa, porque a própria lógica do movimento homossexualista trata espontaneamente da desconstrução da estrutura da sociedade europeia assente na família natural, o que vai de encontro aos desígnios do marxismo cultural.


Woman claiming to be ‘male’ sues Catholic hospital for canceling sex change surgery

Feminist journalist sues Twitter for banning her ‘Women aren’t men’ tweet

UK police investigate Catholic mom of five for ‘misgendering’ trans in tweet

Quarta-feira, 15 Agosto 2018

A agenda política do FaceBook

Filed under: Facebook,Homofobismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:16 am

Eu fui já várias vezes “castigado” pelo FaceBook por não ter as ideias consideradas correctas. A última vez fui suspenso por 30 dias por ter publicado um vídeo que o FaceBook considerou “racista”.

Mas perfis e imagens como estas, aqui em baixo, são perfeitamente aceitáveis pelos censores do Facebook: para não ser censurado, o que interessa é não ser patriota, não ser contra o globalismo plutocrático, não ser a favor da existência de fronteiras, não ser contra a islamização da Europa, não ser contra a imigração massiva, não simpatizar com Donald Trump, etc..

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Quarta-feira, 18 Julho 2018

A Revolução devora os seus próprios filhos

 

A actriz americana Scarlett Johansson (que se assume de Esquerda e votante no partido Democrático dos Estados Unidos, como 99,9% de Hollywood) foi recentemente ferozmente criticada pela comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] por ter aceite um papel de transgénero, em um filme a rodar em Hollywood com o título ‘Ghost in the Shell’. Em resposta às críticas, a actriz acabou por recusar o papel.

johansson“Actress Scarlett Johansson has pulled out of acting in a forthcoming movie ‘Rub and Tug’ about a trans man, after facing intense criticism from the LGBT community.

Last week, it was announced that Johansson had accepted the role of Dante ‘Tex’ Gill, a trans man who owned a string of massage parlours in 1970s Pittsburgh.

The film will be directed by Rupert Sanders, the same director that Johansson worked with on the film ‘Ghost in the Shell’, which saw her portray a Japanese person and also garnered extreme criticism for erasure of marginalised groups.

After the announcement, the star faced a major backlash among the trans community, led by actresses Trace Lysette and Jamie Clayton”.


“O locutor de rádio, Rui Maria Pêgo, viu o artigo de opinião que publicou esta terça-feira, no Observador, ser banido da rede social Instagram. O autor do texto escreve sobre homofobia e, em concreto, sobre um caso de agressões contra um casal gay, registado este fim de semana em Coimbra.”

Instagram apaga artigo de opinião de Rui Maria Pêgo sobre homofobia

Jacques Mallet Du Pan

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

Homo-correctness against men

Quinta-feira, 26 Outubro 2017

As lésbicas ricas podem “mandar” piropos “à trolha”

Filed under: Homofascismo,Homofobismo,homossexualismo,politicamente correcto — O. Braga @ 7:16 pm

 

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Quarta-feira, 23 Agosto 2017

Ó Graça Fonseca: o povo está se cagando!

 

Numa altura em que simples factos científicos acerca do sexo biológico se vão tornando “indizíveis” e proibidos na educação escolar das crianças, um membro da elite política confessou-se publicamente com sendo “lésbica”.

A criatura não se dá conta de que a confissão pública dos “pecados” tem raízes no catolicismo da Alta Idade Média em determinadas regiões da Europa — incluindo Portugal.

É a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da idiossincrasia homossexual em uma discriminação injusta.

Quando se confunde o não-conformismo em relação a um determinado estereótipo masculino ou feminino, por um lado, com “fluidez de género” ou “não-binário”, por outro lado, algo de muito sinistro se passa. E quem impõe coercivamente esta política anti-científica de “género” são os mesmos elitistas que, em uma espécie de acto de contrição, se confessam publicamente que são “isto e aquilo”.

O Carnaval apareceu nas regiões da Europa da Idade Média onde a tradição da confissão pública (bem como da penitência que se seguia) perdurou na cultura antropológica mesmo depois do avanço da privacidade, a partir de 1215.

public-confession-webHoje, a tradição da confissão pública mantém-se no substrato cultural da maioria das regiões da Europa continental — o que é novo é que o processo de penitência é hoje transferido para a sociedade, que é considerada culpada pelo sofrimento do “pecador”; é a sociedade que se tem de penitenciar pelo “sofrimento idiossincrático” do indivíduo.

As categorias humanas, como por exemplo, o local de nascimento, a altura da pessoa, o seu peso, a sua genética, a existência de determinadas doenças (como a SIDA, por exemplo), a cor do cabelo ou dos olhos, as taras sexuais, etc., — nenhuma destas categorias é importante, e quem se refere a elas como existentes em outrem, é contra a “igualdade” e contra a “diversidade”.

A confissão pública da existência de uma determinada categoria humana só pode ser feita pelo próprio e em nome pessoal; porque, se assim não for, estamos em presença de um “discriminação injusta” (porque, dizem os puritanos pós-modernos, que existem “discriminações justas” que coincidem com o conceito de tolerância repressiva

Tal como acontecia na Idade Média, o povo está se cagando para as confissões públicas impostas pelo novo clero politicamente correcto.

Apesar da insistência dos clérigos em tornar a confissão pública amiúde, o cidadão medieval só se confessava publicamente (o confessionário e a confissão privada só surgiram no século XVI) uma vez por ano, normalmente na Páscoa, para ter acesso à comunhão Pascal.

Desde que o comportamento de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos (que pode ser uma classe social, cultural ou política) não ameace a sobrevivência e a continuidade da sociedade, o povo não quer saber se a Graça Fonseca é lésbica ou não.

O problema é o de que, de facto, a continuidade da sociedade portuguesa está colocada em causa pela imposição ao povo de uma cultura anti-reprodutiva que se reflecte em uma elite anti-natalista e decadente.

E aqui, Ó Graça, é que está o problema da tua confissão pública: é a sociedade inteira que tem de se penitenciar, através da adopção de uma cultura niilista que não transforme a categorização da tua idiossincrasia em uma discriminação injusta. E isto não pode levar a bom fim.

Segunda-feira, 24 Julho 2017

Deixaram que eles trepassem; e agora aguentem!

 

A extrema-esquerda foi promovida politicamente pelas elites e pelos me®dia, e agora a sociedade portuguesa tem que a aturar. O exemplo do que eu quero dizer fica expresso neste texto de um médico (Luís Carvalho Rodrigues), e a propósito da opinião do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

“A ciência médica não tem, portanto, verdades sobre a homossexualidade, como não tem nem deve ter verdades sobre coisa nenhuma. Nem, de resto, são elas necessárias. O respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade.”

Luís Carvalho Rodrigues

É verdade que não existe qualquer “verdade científica” acerca da causa da homossexualidade — ao contrário do que a extrema-esquerda defende. Por exemplo, não é cientificamente verdade que exista um gene gay, ou que a homossexualidade seja congénita; não há qualquer verificação científica nesse sentido. Há uma remota possibilidade de que a epigenética tenha alguma influência na afirmação da homossexualidade, mas também não é claro, do ponto de vista da verificação, de que tal aconteça.

O que pode existir (e existe, mas o médico Luís Carvalho Rodrigues faz de conta de que não existe) são as consequências de uma vida homossexual activa: se o senhor dr. Luís Carvalho Rodrigues quiser, faço-lhe uma lista das doenças derivadas directamente do comportamento homossexual activo; e aqui já não estamos no âmbito da ética: estamos já no campo da verificação científica.


Quando o dr. Gentil Martins afirmou que a homossexualidade é uma “anomalia”, fez uma avaliação ética, e não propriamente uma avaliação científica — embora uma Curva de Gauss revele que a homossexualidade é de facto uma anomalia, e aqui já estamos na área da estatística.

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Ao contrário do que o Bloco de Esquerda afirmou no seu sítio oficial, o dr. Gentil Martins não disse que a homossexualidade é uma “aberração”: disse que é uma “anomalia”. Reparem no modus operandi da extrema-esquerda: alteram as palavras a seu bel-prazer no sentido da manipulação política.


Diz o médico médico Luís Carvalho Rodrigues que “o respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade”. Porém, o último DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) emitido pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) já considera a pedofilia como uma “orientação sexual”. Se o médico Luís Carvalho Rodrigues não sabe, deveria saber; e espero que o médico Luís Carvalho Rodrigues tenha filhos menores.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” → Nicolás Gómez Dávila

Não temos respeito pelos desvios sexuais, mas temos respeito pela pessoa, apesar dos seus desvios sexuais. Nós respeitamos pessoas, e não necessariamente comportamentos. A homossexualidade não é uma raça, ao contrário do que defende a extrema-esquerda. Foi isto que o dr. Gentil Martins compreendeu e quis dizer, mas que o médico Luís Carvalho Rodrigues não compreendeu.

Sábado, 22 Julho 2017

Os dois instrumentos da nova ditadura: a manipulação da ciência pela política, e a redução da ética ao Direito Positivo

 

Se lermos este texto de uma tal Ana Matos Pires, verificamos a manipulação da ciência por parte de uma determinada ideologia política; e se lermos este texto sobre a posição de Isabel Moreira, verificamos a redução da ética (e da moral) ao Direito Positivo.

Em contraponto, sugiro ao leitor um texto do Bernardo Sacadura, por um lado, e por outro lado um texto de José Ribeiro e Castro, acerca do mesmo tema: as afirmações do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

Não sei o que será mais grave: se a redução da ética ao Direito Positivo, ou a manipulação política da ciência (cientismo). O Bernardo Sacadura escreveu, com verdade, o seguinte:

« O argumento para desclassificar os actos homossexuais como uma patologia segue o mesmo racional de revisionismo histórico. Tipicamente é apontado que desde os anos 70 a homossexualidade deixou de ser doença.

Convém recordar que o que aconteceu foi que através de uma votação muito disputada a Associação de Psiquiatras Americanos deixou de classificar a homossexualidade como uma doença (que diria Einstein deste extraordinário método cientifico?). Ou seja, somos obrigados a aceitar que a partir desta decisão tomada por votação tudo o que até então era verdade passou a mentira, e que os próprios que votaram contra esta decisão e continuam a não acreditar devem ser desconsiderados. »

Portanto, a decisão da APA (Associação Americana de Psiquiatria) acerca da “homossexualidade saudável” foi uma decisão política, e não o resultado de uma verificação científica.

A psiquiatria é uma ciência social, ou seja, não é uma ciência da natureza (como são, por exemplo, a biologia, a Física, a bioquímica, etc.: são ciências experimentais ou empíricas); nem é uma ciência matemática (ou ciência formal).

 

A Ana Matos Pires ou é burra, ou faz-se de burra. Não é possível a uma ciência social (ou ciência humana) seguir exactamente o método científico idêntico ao que seguem as ciências da natureza. Que não se engane o povo! A decisão de retirar a homossexualidade da DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi uma decisão política.

 


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Quanto à Isabel Moreira, é uma burra retorcida; já não tem remédio: à medida que envelhece, vai-se assemelhando às bruxas da Baixa Idade Média.

Aquilo que é legal pode não ser eticamente recomendável. Reduzir a ética ao Direito Positivo revela a estupidez malévola da Isabel Moreira.

Por exemplo, os comunistas tornaram legais os Gulag, mas nem por isso esses campos de concentração eram eticamente recomendáveis. E o holocausto nazi era legal, mas não consta que fosse eticamente legítimo. Mas para a bruxa deputada do Partido Socialista, aquilo que é legal é automaticamente legitimado pela ética; ou aquilo que é considerado ilegal, em um determinado momento, já não é eticamente recomendável.

Esta gentalha pretende enganar o povo. E vão pagar por isso; é uma questão de tempo.

Domingo, 16 Julho 2017

O doutor Gentil Martins tem razão: a homossexualidade é uma anomalia; e Cristiano Ronaldo é um estafermo moral

 

Em epistemologia (Thomas Kuhn) “anomalias” são falhas na investigação científica que colocam em causa o paradigma. Progressivamente o paradigma entra em crise e inicia-se um período de discussão, denominado ciência extraordinária.


Segundo o dicionário, anomalia é : “o que se desvia da norma, da generalidade”.


gentil-martins-webO Dr. Gentil Martins tem razão nos dois sentidos da palavra “anomalia” quando aplicada à homossexualidade. Por um lado, a homossexualidade “desvia-se da norma, da generalidade”. Aqui, o Dr. Gentil Martins tem razão.

Por outro lado, o problema é que o movimento político LGBTIQWERTY pretende transformar a anomalia em paradigma, ou seja, pretende normalizar a homossexualidade. Ou, por outras palavras, pretende que a anomalia  produza uma ciência extraordinária  que defenda um outro paradigma  segundo o qual a homossexualidade passe a ser a norma natural, biológica e cultural.

Contudo, segundo a Ordem dos Médicos, dizer a verdade científica é ser mal-educado. Só mentindo ao povo somos bem-educados.

Perante a liberdade de expressão do cientista Gentil Martins, a Isabel Moreira, com a sua mentalidade totalitária própria de uma Tia do lupanar político em que vivemos, pretende que o Dr. Martins seja punido pela Ordem dos Médicos por dizer o que é óbvio e evidente.

A verdade científica transformou-se em tabu, e o putedo da laia da Isabel Moreira transforma-se em uma classe de sacerdotisas que promovem o exibicionismo moral que dogmatiza posições anticientíficas através de uma nova Inquisição política. Estamos sob o primado da política sobre a ciência.

O facto de a homossexualidade ser uma anomalia, não significa necessariamente que os homossexuais sejam vítimas de violência. O argumento da Isabel Moreira é non sequitur .

Acredite, caro leitor: a Isabel Moreira tem uma deficiência cognitiva evidente; mas é considerada como “constitucionalista” pelos me®dia.

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade”.

Neste caso concreto, quando se pretende que a anomalia, que é a homossexualidade, se transforme em norma, surge a ilusão da familiaridade: existe uma ilusão psicótica segundo a qual a homossexualidade é normal, e quem disser o contrário é crucificado pelo novo tribunal do santo ofício. O rei vai nu, e quem denunciar a nudez do rei é assassinado politicamente.

O maniqueísmo político da Isabel Moreira revela a estupidez da criatura. É tempo do país colocar a Isabel Moreira ao nível da Fernanda Câncio e deixar de lhe dar crédito — a não ser por pena da imbecilidade que a criatura merece.


« Na entrevista polémica, Gentil Martins considera um “crime grave”, “degradante” e “uma tristeza” o facto do futebolista português Cristiano Ronaldo ter tido filhos recorrendo a uma barriga de aluguer. O médico insulta o internacional e ataca Dolores Aveiro, dizendo que “Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.” »

Assino por baixo (com as duas mãos).

Terça-feira, 4 Julho 2017

Nem homofobia nem merdofobia

 

Um estudo recente realizado com 120 homens heterossexuais revelou que a sua (deles) reacção fisiológica em relação à visão de dois gays a beijarem-se era o mesmo que a visão de vermes, ou da visão de fezes frescas.

Quando confrontados com a imagem de vermes, ou de fezes, verificou-se em todos eles um aumento de um enzima salivar chamado de Alpha-amylase, o que acontece quando sentimos nojo ou forte repulsa em relação a qualquer coisa, ou situação.

Ou seja, a imagem de dois gays a beijarem-se provocou (nos 120 homens) a mesma reacção fisiológica de uma imagem de merda.

O que mais surpreendeu os investigadores (pagos por organizações homossexualistas) foi que, mesmo os homens mais “tolerantes” em relação ao homossexualismo, reagiram fisiologicamente da mesma maneira, ou seja, com um aumento do enzima salivar Alpha-amylase — o que refuta definitivamente o conceito de “homofobia” ou de “pânico de defesa em relação a gay”:

“The finding provides more evidence that the so-called “gay panic” defense — the assertion that a person’s sexual orientation can “trigger” a crime against them — is bunk. The defense was used by the two men who beat, tortured and murdered gay student Matthew Shepard in 1998”.

Straight men’s physiological stress response to seeing two men kissing is the same as seeing maggots

 

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O nojo — a reacção fisiológica do aumento do enzima Alpha-amylase na saliva, e não só a reacção psicológica dita “merdofóbica” — que qualquer pessoa normal sente face à visão de um monte de merda, não é “merdofobia” ou “pânico de defesa em relação à merda”: tem a ver com o condicionalismo estético dos nossos sentidos.

O estudo coloca a hipótese segundo a qual, o facto de as pessoas, em geral, não gostarem da visão de um monte de merda é uma questão cultural. Ou seja, segundo o estudo, é possível que as pessoas sejam convencidas a gostar de ver e cheirar merda:

“Why do people low in prejudice still show an increased physiological response? We can’t say definitively, however, it could be that society has socialized the notion of same-sex sexuality and affection as being ‘disgusting’ or immoral so strongly, for so long, that merely witnessing it causes a slight physiological stress response. It would be interesting for future research to examine whether this physiological effect is more likely to be found in cultures that still evidence high levels of prejudice compared to those who have made more progress towards normalizing same-sex affection and sexuality.”

Ou seja, segundo o estudo, a repulsa que geralmente sentimos em relação a um monte de merda fresquinha é devida à socialização, ao longo de séculos, da noção de que a merda é coisa feia e repulsiva — o que significa que a repulsa em relação à merda é uma construção social.

Sendo que a repulsa em relação à merda é uma construção social, conclui o estudo que é possível convencer as pessoas de que ir à merda é esteticamente válido, e de que é possível que maioria da população passe a gostar de chafurdar na merda.

Quarta-feira, 28 Junho 2017

“Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu” ( Jornal I )

 

Nos Estados Unidos, a primeira emenda da Constituição diz que todos os cidadãos têm o direito de dizer o que quiserem, e que o discurso pode ser ofensivo — porque a liberdade de expressão é por definição a possibilidade do discurso ofensivo; se o discurso fosse sempre apologético, não haveria liberdade de expressão.

É este o problema da Esquerda: alegadamente, a liberdade de expressão pode “ofender”.

E por isso, a Esquerda criou os “Espaços Seguros” em universidades, onde a dissensão ideológica (que a Esquerda considera como sendo ofensiva) não é possível. Discordar da Esquerda é uma forma de violência; tentar discutir com a Esquerda é uma forma de agressão.

Neste clima político e ideológico, as pessoas vulgares abstêm-se de qualquer opinião, e deixam para os chamados “neonazis” a manifestação da oposição em relação à Esquerda. Mas mesmo os “neonazis” têm direito à opinião — e este direito à opinião dos neonazis é também considerado “ofensivo”, pela Esquerda.

O jornal I vem com o título : “Gay pride. Todo o orgulho em ser o que se é”. E depois conta uma estória de uns três ditos “neonazis” que insultaram dois gays chamando-os de “maricas”, e alegadamente agrediram-nos. No El Pais, a alegada “agressão física” é hipotética e vaga, ou seja, não há certeza dela: o que há certeza é que os ditos “neonazis” insultaram os dois gays chamando-os de “maricas”.

O fenómeno gay tem uma característica sui generis: dizer que um gay é um “panasca” é considerado insultuoso.

Se dissermos a um gay: “vai tomar no cu!”, ele fica ofendido; mas depois, a seguir, ele vai tomar no cu.

A “sensação de ofensa” é uma forma de auto-vitimização que mantém viva a cultura apanascada. Portanto, a parangona do Jornal I deveria ser: “Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu”.

O problema é que a ciência já demonstrou que tomar no cu faz mal à saúde: as maleitas são tantas que o Jornal I faz de conta que não existem. Por isso não consigo compreender como se pode ter orgulho em tomar no cu. Seria como se alguém tivesse orgulho em fumar 3 maços de cigarros por dia: racionalmente não há nisso orgulho possível.

“Orgulho em fumar 3 maços por dia”, ou “Orgulho em tomar no cu”, são proposições contraditórias nos seus próprios termos.

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