perspectivas

Sábado, 27 Maio 2017

A Isabel Moreira ainda não percebeu que ela foi um aborto que nasceu

 

Os pais dela preferiram que ela nascesse, por desígnio de Deus, para que tivéssemos um exemplo de uma vida improfícua e infrutífera.

Os abortos nascidos, como é o caso da Isabel Moreira, não se reproduzem, por imposição da selecção natural; e, por isso, é com perplexidade que leio num texto dela a defesa de um “tempo novo”, quando sabemos que se a humanidade fosse toda como ela é, não haveria “tempo novo” porque a sociedade se extinguiria.

Como diz a cantiga dos Rolling Stones: “Time is on my  side… Yes it is! ”

O “tempo novo” está ao lado daqueles que se reproduzem naturalmente, por mais engenharias sociais totalitárias que os abortos vivos que nos governam nos tentem impôr coercivamente — porque é sabido que quando a elite se afasta da verdade da tradição e da Natureza, não encontra a liberdade: em vez disso, adopta uma moda, e as modas passam rapidamente de moda. A Isabel Moreira faz parte de uma moda de um tempo em que abortos nascidos chegaram ao Poder.

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Quarta-feira, 19 Abril 2017

Isabel Moreira, Isabel Pires, Sandra Cunha, Ricardo Robles, fodei-vos!

 

A elite política portuguesa preocupa-se mais com 100 gays na prisão do que com centenas de milhar de cristãos assassinados — a cada 5 minutos, um cristão é assassinado no Oriente Médio.

“Centenas de pessoas concentraram-se esta terça-feira junto à embaixada da Rússia, em Lisboa, para contestar a "perseguição a homossexuais" na Chechénia e exigir às autoridades portuguesas uma "pressão internacional e diplomática" para exigir o respeito pelos direitos humanos.

Segundo os organizadores do protesto, convocado pelo movimento "Um ‘Activismo’ Por Dia", participaram cerca de 400 pessoas, entre as quais as deputadas do PS Isabel Moreira e do Bloco de Esquerda Isabel Pires e Sandra Cunha, além do candidato bloquista à Câmara de Lisboa, Ricardo Robles.”

Manifestantes protestam em Lisboa contra perseguição gay na Chechénia

¿Já viram esta gente escrever uma linha que seja, em um jornal qualquer, a favor dos cristãos perseguidos e assassinados em massa — um autêntico genocídio — pelo Islão? Eu também não!

Doem-se mais com 100 gays presos do que com centenas de milhares de cristãos assassinados. E não só cristãos: a minoria Yazidi está a ser exterminada; mas aquela cambada de filhos-de-puta só se preocupam com 100 gays que irão ser recambiados para o Canadá onde terão vida de luxo à custa do Estado, e poderão tomar no cu à vontade.


Na imagem abaixo: uma mulher da minoria Yazidi no Iraque. Na faixa negra pode-se ler: “Não há nenhum outro deus senão Alá, e o Maomé é o seu mensageiro”. E na faixa branca pode-se ler: “Mulher Yazidi 10 dólares”.

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Pessoas como Isabel Moreira, Isabel Pires, Sandra Cunha, Ricardo Robles, preocupam-se mais com a vida sexual de 100 gays do que com a potencial morte de milhões de pessoas. É caso para dizer: fodei-vos! Puta que vos pariu!

Sexta-feira, 11 Dezembro 2015

Os homossexuais são muito mais violentos do que as pessoas normais

 

trafico-gay-web“The Centers for Disease Control’s “National Intimate Partner and Sexual Violence Survey” (NISVS) has found that homosexuals disproportionately suffer violence, and inflict violence on one another.

The CDC survey is the first of its kind to present comparisons of victimization by sexual orientation for men and women. Its data indicate that homosexuals experience sexual violence at much higher rates than heterosexual men and women.

Twenty-six percent of homosexual men and 37% of bisexual men experienced rape, physical violence, and/or stalking by an intimate partner.

Forty-four percent of lesbians and 61% of bisexual women experienced rape, physical violence, and/or stalking by an intimate partner in their lifetime.

Half (48%) of bisexual women who have been raped experienced their first completed rape between the ages of 11 and 17 years”.

CDC: Gay lifestyle fraught with violence

Os factos estatisticamente demonstrados estão aí, para quem quiser ver. E perante os factos, fica a pergunta: ¿o que justifica a protecção política do estilo de vida e da cultura homossexuais? A Comissão Europeia dá o exemplo:

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Domingo, 12 Julho 2015

Os direitos dos gays em duas décadas

 

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Sexta-feira, 10 Julho 2015

O gayzismo e o casamento

 

“O espírito diz abertamente que, nos últimos tempos, alguns hão-de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas diabólicas, seduzidos pela hipocrisia de mentirosos, cuja consciência foi marcada com ferro em brasa.

Proibirão o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos em acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade.”

— 1 Timóteo 4, 1-4

Segunda-feira, 6 Julho 2015

A propaganda gayzista: a conquista do poder político através da emoção e da irracionalidade

 

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Fonte (via).

Sexta-feira, 3 Julho 2015

A verdade acerca da homossexualidade e o partido nazi

“The Interfaith Alliance, a far-left religious advocacy group in Idaho, has accused Scott Lively, a scheduled speaker at this weekend’s “Shake the Nation” conference in Boise, of “bearing false witness” and of being “mean-spirited and hurtful.”

Lively’s crime? In his book, “The Pink Swastika,” Lively exposes a secret homosexual activists don’t want you to know about Nazi Germany: that although the Nazis did persecute homosexuals, the homosexuals the Nazis persecuted were almost exclusively the effeminate members of the gay community in Germany, and that much of the mistreatment was administered by masculine homosexuals who despised effeminacy in all its forms.”

→ Ler o resto: The truth about homosexuality and the Nazi Party

Quinta-feira, 25 Junho 2015

¿Quem organizou os “direitos dos gays” na União Europeia?

 

O irlandês Michael O’Flaherty estudou filosofia e teologia no Vaticano, e foi ordenado Padre católico em 1980.
Não se sabe se ele já tomava no cu antes de ser Padre ou se passou a tomar no cu em função do sacerdócio na Igreja Católica do Vaticano II. O que é certo é que, a partir de 1992, resolveu passar a tomar no cu às claras e deixou de ser padre.

Em 2006, o ex-padre Michael O’Flaherty organizou um campeonato de cu aberto em um hotel da cidade indonésia de Yogyakarta, e aproveitou o ensejo para escrever ele próprio aquilo que a se chamam hoje os “Princípios de Yogyakarta”. Foi ele o mentor da falácia dos “direitos dos gays”, que funciona assim:

1/

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”

Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1.

Foi a partir deste artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que O’Flaherty estabeleceu a falácia dos “direitos dos gays”.

O que o artigo defende é perfeitamente consensual; ninguém tem dúvidas da sua validade. Este artigo aplica-se a toda a gente, incluindo, por exemplo, a pedófilos, violadores sexuais, consumidores de heroína, neonazis, terroristas da Al-Qaeda, fanchonos, políticos portugueses, Mário Soares, etc..

2/

“Os gays têm direitos humanos” → “os direitos dos gays são direitos humanos”

michaeloflahertyA partir do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o teólogo O’Flaherty extrapolou falaciosamente para os “direitos dos gays”: partindo da proposição segundo a qual “os gays têm direitos humanos”, os “Princípios de Yogyakarta” do ex-padre O’Flaherty pervertem este princípio e estabelecem que “os direitos dos gays são direitos humanos”.

O raciocínio é non sequitur. Seria a mesma coisa se confundíssemos o rei “Nabucodonosor” com “Nabonocudosor”; ou se confundíssemos “as obras de arte do mestre Picasso” com “as picas d’aço do mestre de obras”.

A verdade é que gente com parafilias e outras anomalias sexuais não têm direitos diferentes, nem mais direitos, do que o comum dos mortais. O artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi assim subvertido e pervertido pelo fanchono O’Flaherty, negando precisamente a universalidade dos direitos humanos que o artigo 1 pretendia afirmar.

O ex-padre gay Michael O’Flaherty é apontado pela Comissão Europeia como o próximo director da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais (European Union Agency for Fundamental Rights).

Sexta-feira, 19 Junho 2015

O FaceBook e a agenda política gayzista

 

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Domingo, 7 Junho 2015

As sentinelas do povo mais politizado do mundo

Filed under: Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 2:51 am
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sentinelas

Sentinelles devant la mairie homosexualiste de Montpellier

Terça-feira, 26 Maio 2015

Ou concordas com os fanchonos e fufas, ou fechas o teu negócio

 

¿Faz algum sentido que um casal de noivos católicos devolva as alianças que comprou para o seu casamento religioso, só porque soube posteriormente que as alianças foram feitas por um joalheiro homossexual que até é activista da ILGA? Sinceramente, não acredito que isso acontecesse, porque o que estava em causa era a compra de alianças, e não quem as fez.

Por exemplo, seria irracional que um católico se recusasse a comer em um restaurante só porque o cozinheiro fosse gay; mas a racionalidade só se aplica a quem não é gay: os gays têm todo o direito reconhecido, política- e publicamente, de serem irracionais.

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Quinta-feira, 21 Maio 2015

A tolerância gay

 

Um grupo de energúmenos gays — passo a redundância — ataca uma manifestação a favor do casamento na Irlanda, e envia uma menina de 10 anos para o hospital. São estes os tolerantes.

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