perspectivas

Segunda-feira, 13 Fevereiro 2017

Bom humor, perante a estupidez da Fernanda Câncio

 

Para o esquerdalho, uma mulher que abortou é “uma mulher com coragem”. E foi a “coragem das mulheres” abortadeiras que ditaram a “grande derrota da Igreja Católica”.

A tonta não se contenta com a violação de uma regra ética: pretende que a sua transgressão se converta em regra nova; a perversidade desperta sempre a secreta admiração da imbecil que escreve umas coisas em um qualquer pasquim do Regime.

Uma estupidez não deixa de o ser, só porque há quem morra por ela; e é costume apregoar direitos para se poder violar deveres; portanto, não se tratou de “coragem das mulheres”, mas de estupidez de mulheres e de homens — a novela romântico-pornográfica, da Fernanda Câncio e da esquerda em geral, abortará sempre, porque a cópula não é um acto do indivíduo, mas é uma actividade da espécie.

E perante a estupidez da escriba — detentora de um alvará de inteligência concedido pela merda das elites que temos —, sorrimos: porque as derrotas nunca são definitivas quando se aceitam com bom humor. O mundo da Fernanda Câncio (e do politicamente correcto) parece invencível; como o dos dinossauros desaparecidos.

Sexta-feira, 6 Janeiro 2017

¿O termo “casa da Mariquinhas” também já é proibido pelo politicamente correcto?

 

É inútil explicar à Fernanda Câncio que meter um pénis no ânus (por exemplo), para além de não ser natural (mas isso há outras coisas que não são naturais), faz mal à saúde. E mesmo usando preservativo, há doenças que não são evitáveis. Mas a Fernanda Câncio é daqueles casos em que “quem tem uma vagina, tem uma mina…”; mas o tempo encarregar-se-á de fazer esgotar a mina: a tudo se chega enquanto a vida dura.


O André Azevedo Alves tem razão.

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

Theodore Dalrymple

Sexta-feira, 10 Junho 2016

A Fernanda Câncio e os padres

 

Ao ler este artigo do Vítor Cunha, resolvi procurar no Google o Twitter da Fernanda Câncio.

fcancio_Twitter


No seu livro de 1975 (página 58), Alessandro Pastore conta que, a determinada altura de meados do século XVI, uma pequena comunidade situada em um remoto local dos Alpes do sul, decidiu sustentar um Padre residente. Encontraram um Padre, negociaram o seu salário, e expuseram as condições de vida que teria de observar e os deveres que teria de cumprir. Ou seja, o povo da aldeia impôs uma determinada ética ao Padre (e não o contrário).

Segundo as condições contratuais, o Padre não poderia ter uma amante ou, se tal fosse necessário, deveria procurá-la fora da aldeia — não vá uma qualquer esposa virtuosa conterrânea entreter-se com o estadulho do Padre.

Ou seja, o povo não é tão burro quanto a Fernanda Câncio pensa que é, por um lado, e por outro lado, a Fernanda Câncio tem uma visão errada dos padres: penso mesmo que a Fernanda Câncio deveria começar a frequentar as paróquias de Lisboa, à medida que o seu relógio biológico avança e ela vai entrando na “idade do cheque”.

Quinta-feira, 12 Maio 2016

A privacidade do pénis do engenheiro

 

Ficámos a saber oficialmente que a Fernanda Câncio privou com o pénis do engenheiro, o que lhe valeu o cognome de “Fernanda Canse-o”. E que depois de ter privado com o pénis do engenheiro, ficou privada dele; e que depois do uso privado do pénis do dito cujo, a “Fernanda Canse-o” decidiu pela sua publicitação transformando-o em uma entidade de utilidade pública.

penis-gay

Sexta-feira, 1 Abril 2016

Momento Fernanda Câncio: há que proteger as mulheres dos flatos sexistas

 

Uma mulher sueca, residente na cidade de Laholm no sul do seu país, convidou um homem para sua casa “para ter coito”. Quando chegaram a casa, ela mudou de ideias e disse-lhe que já não queria ser coitada. Vai daí, o homem virou-lhe as costas, largou um estridente peido, e saiu de casa.

¿E então faxisto!, Fernanda?!!!

fcancio

Determinada a lutar contra o machismo e contra o sexismo, a dita mulher sueca foi fazer queixa à polícia, queixando-se do cheiro do flato sexista do porco machista:

"It smelled awful," she wrote in her police complaint, asking for a harassment charge to be pressed against the man, which would carry a fine or prison sentence of up to one year.

A polícia sueca, contudo, arquivou o caso por falta de provas: “é impossível provar que o homem se peidou de forma propositada”, diz a polícia. Ou seja, a polícia sueca não duvida da palavra da mulher: o que a polícia duvida é que o porco machista e sexista se tenha “largado” intencionalmente. peido-sexista

É preciso que as esganiçadas do Bloco de Esquerda chamem à atenção da CIG para casos de peidos sexistas em Portugal.

Sexta-feira, 25 Março 2016

A Fernanda Câncio candidata ao prémio Pulitzer

 

A Fernanda Câncio foi enviada a Bruxelas (via) pelo Diário de Notícias para nos dar o testemunho de que os muçulmanos são seres humanos. Que bom! Fiquei aliviado e simultaneamente surpreendido: afinal, os muçulmanos também falam, riem, têm nomes, têm telemóveis, etc.; e eu que nem sabia que os muçulmanos têm “grandes olhos escuros”!

Afinal, caro leitor, ficou revelado pela Fernandinha um segredo imperscrutável e imprescritível obnubilado pelo Poder Oculto: os muçulmanos têm pai e mãe! E esta, hein?! Quem diria…! e eu que sempre pensei que os muçulmanos eram paridos pelo Alá!

lobotomy (1)

Domingo, 11 Outubro 2015

A mula Fernanda Câncio critica o machismo

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 5:59 am
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“O contraste é tanto mais curioso quando a homofobia é uma derivação do sexismo, vulgo machismo – como bem o meu entrevistado de há 22 anos frisou. Mas, de algum modo, apesar de a luta das mulheres pela igualdade ser muito mais antiga do que a luta contra a homofobia, é como se esta tivesse elidido aquela. A ponto de tanta gente, a propósito do caso Quintanilha, afirmar que chamar mulher a um homem é “insultuoso” sem se dar conta do implícito insulto às mulheres”.

Fernanda Câncio


Como podemos verificar com a leitura do texto completo do artigo publicado no D.N. pela Fernanda Câncio: em um mundo politicamente correcto, o discurso público torna-se impossível; se o problema não é do cu, seguramente que é das calças; e se o problema é das calças, seguramente que tem consequências graves a nível do cu; e se tiramos as calças por causa do cu, andamos nus — o que é uma falta de respeito para com as lésbicas e feministas.

A verdade, meus amigos, é que chamar “homem” a uma mulher é tão insultuoso como chamar “mulher” a um homem. Nenhuma mulher — em juízo universal — gosta que a sua feminilidade seja colocada em causa quando se diz dela que é um “homem”: por exemplo, quando se diz: “Aquela mulher, da cintura para cima, sai ao pai”; ou quando se diz que “aquela mulher tem pêlo na venta”.

Colocar em causa a condição natural feminina da mulher é tão insultuoso quanto colocar em causa a masculinidade de um homem.

A Câncio identifica o sexismo com o machismo, o que significa que o mulismo, para ela, não é uma forma de “sexismo”. Para a Câncio, a afirmação positiva o macho é criticável; mas, pela crítica ao “macho”, ela afirma a positividade da condição de “mula”: ser mula é uma coisa boa; ser macho já não é. A crítica ao machismo (sob a capa de sexismo) é uma forma de branquear ou de dissipar, na cultura antropológica, o mulismo da Câncio e quejandas.

Quarta-feira, 20 Maio 2015

A crente em um mundo perfeito (e não é loira!)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:02 am
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Assim como Freud é um caso freudiano, a Fernanda Câncio é um caso “cânciano”. A sua “compagnon de route” Ana Matos Pires deveria analisá-la.

policia-guimaraes-webO discurso, para além de ser irrealista (por exemplo: um polícia que, no meio de uma acção violenta por parte de um colega, protegeu uma criança, segundo a Câncio não fez mais do que a sua obrigação espontânea: a Fernanda Câncio não faz a puta da ideia do que é estar em um ambiente de tensão colectiva, e depois caga postas de pescada desta índole), confunde e mistura situações diferentes, como foi a agressão policial a uma família em Guimarães, por um lado, e a defesa policial na praça do Marquês de Pombal, por outro lado. Mete tudo no mesmo saco; nós é que já não temos saco para meter a Fernanda Câncio.

Fico sem saber o que significa “democratizar a polícia”; gostaria de saber em que país do mundo existe empiricamente uma “democratização da polícia”.

A função de qualquer polícia é essencialmente a de repressão, assim como a função da lei é a de punição. Se a Fernanda Câncio pretende abolir a polícia e a lei, então que se coloque por exemplo no meio de meia dúzia de gandulos no Bairro Alto pela madrugada; mas não se mexa muito, para não lhes dar mais prazer. Pelo menos seria consequente.

Eu fico perplexo com o facto da Fernanda Câncio se ter alcandorado a fazedora de opinião neste país; ou então terei que dar razão ao povo: “quem tem uma vagina tem uma mina; e quem tem um pénis tem um caralho!”.

Domingo, 24 Agosto 2014

Quem tem uma vagina, tem uma mina

 

Fernanda cancio webHá um ditado popular português que reza assim (devidamente adaptado): “Quem tem uma vagina, tem uma mina; quem tem um pénis, tem um pau”.

Indo ao encontro do ditado popular, só uma mulher poderia dar-se ao luxo de escrever isto em um jornal português e sair impune.

Se um grupo de 500 jovens “cabeças rapadas”, conotado com o PNR, tivesse invadido um centro comercial e sido expulso pela polícia; e, depois da expulsão, dois ou três “cabeças rapadas” quisessem reentrar no mesmo centro comercial e a polícia não deixasse — provavelmente a Fernanda Câncio ficaria calada.

Mas quando um grupo de 500 jovens pretos invade um centro comercial e foi expulso pela polícia; e, depois da expulsão, dois ou três pretos quiseram reentrar no mesmo centro comercial e a polícia não deixou – a Fernanda Câncio diz que “a polícia é racista”.

Segundo a Fernanda Câncio, a polícia não seria “racista” se fossem brancos prevaricadores a ser impedidos, pela polícia, de reentrar no referido centro comercial; a polícia só é “racista” quando se trata de pretos prevaricadores.

No entanto, ela escreve aquilo em um jornal de referência português; ou seja: “quem tem uma vagina, tem uma mina”…

Sexta-feira, 28 Junho 2013

Fernanda Câncio e a pedofilia

Um dos problemas da nossa sociedade foi o de permitir que muitas pessoas do género de Fernanda Câncio obtivessem, através dos me®dia, a visibilidade que têm. Quando falamos de Fernanda Câncio estamos a falar de uma criatura com um cérebro de galinha mas que está absolutamente convencida da sua superioridade intelectual e moral.
Se não, leiam este verbete .

(more…)

Domingo, 20 Março 2011

Não há pachorra…

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:37 pm
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…nem cu que os aguente!

Quarta-feira, 2 Fevereiro 2011

O nível das elites em Portugal

Filed under: A vida custa,aborto,Esta gente vota — O. Braga @ 7:03 am
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“Já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto?”

— Fernanda Câncio, ex-amante de José Sócrates

A pergunta deveria ter sido feita ao contrário: “já imaginaram a miséria que é fazer um aborto porque não se tem dinheiro para ter um filho?”. Porém, as elites que temos alteraram a linguagem e tornaram o discurso irracional e ininteligível.

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