perspectivas

Quarta-feira, 27 Abril 2016

O lóbi político gayzista pretende expulsar a Lituânia da União Europeia

 

A Lituânia tem uma lei de protecção de menores de idade, que impede a propaganda sodomita e gayzista nas escolas primárias e nos jardins infantis. Porém, o lóbi político sodomita pretende que a comissão europeia abra um procedimento de suspensão da Lituânia na União Europeia, apenas porque este país proíbe a propaganda gayzista em crianças até aos nove anos de idade.

Terça-feira, 19 Abril 2016

Vêm aí os turcos! Apertem os cintos!

Filed under: Política — O. Braga @ 3:42 pm
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“Le Parlement européen a voté par 375 voix contre 133 l’initiative du président chypriote Nicos Anastasiades, qui a demandé à la présidence néerlandaise de l’Union d’ajouter le turc aux 24 langues officielles de l’UE, dans l’espoir de faciliter les efforts en faveur de la réunification de l’île.”

Le turc est devenu une « langue officielle de l’UE »

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Sexta-feira, 15 Abril 2016

Sobre Portugal e o Euro

Filed under: economia — O. Braga @ 11:48 am
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A economia não é uma ciência exacta, ou melhor, não pode ser sujeita literalmente ao método das ciências da natureza — tal como acontece também com as chamadas “ciências sociais”. Obviamente que em economia há estatísticas que permitem estabelecer algumas leis; mas essas estatísticas são feitas no passado, e as variáveis são de tal forma vastas que qualquer previsão económica corre sempre muitos riscos de falhar.

Um Insurgente refere-se aqui a uma entrevista de João Ferreira do Amaral em que este defende a saída de Portugal do Euro.

Europa do Euro 400 webNão há qualquer garantia de que se Portugal permanecer no Euro, ou se Portugal sair do Euro, o nosso país terá um futuro mais risonho.

Permanecer do Euro ou sair dele é uma decisão política — porque as estatísticas de 15 anos de Euro revelam que as vantagens e desvantagens da permanência de Portugal no Euro se equivalem. Já não estamos aqui a falar de economia, mas antes de opções políticas e, obviamente, ideológicas.

João Ferreira do Amaral mencionou alguns factos (e contra factos não há argumentos). Por exemplo, com Portugal no Euro a crescer entre 1% e 1,5%, o país não tem viabilidade; é um país que não tem futuro. Este é um facto matematicamente verificável, em função do valor da dívida total do país. Quem defende, ainda assim, a permanência de Portugal no Euro, toma uma opção política, e não económica: sacrifica determinados valores para beneficiar outros valores.

Por outro lado, também não há quaisquer garantias de que, saindo Portugal do Euro, Portugal começaria automaticamente a crescer 3% por ano, permitindo assim o pagamento da dívida e juros, o decréscimo do desemprego e a sustentabilidade das despesas do Estado. Mas a experiência demonstra-nos que a permanência de Portugal no Euro levou ao endividamento e à descapitalização da economia portuguesa. Isto são factos. Porém, a experiência demonstra-nos que o soberanismo, entendido apenas isoladamente e sem uma renovação cultural, não é garantia de crescimento económico (como podemos ver no actual Brasil de Dilma).

Permanecer no Euro ou sair dele é escolher entre dois males — porque não há qualquer garantia de que cada um deles funcione para um melhor Portugal futuro. É uma decisão política que esta geração de políticos terá que assumir, para o bem ou para o mal de Portugal, e que ficará para a História.

Segunda-feira, 11 Abril 2016

Um bom artigo para o Carlos Fiolhais e a Helena Damião lerem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:30 pm
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O Professor universitário dinamarquês Helmuth Nyborg é especialista na área da ligação entre as hormonas e a inteligência, e escreveu isto:

“In 2012 I wrote the article "The decay of Western civilization: Double relaxed Darwinian Selection". It assessed the effect of the Europeans having few children and immigrants with low IQ many, and concluded that Westerners will soon be a minority in Europe, and that the average IQ drops so much that prosperity, democracy and civilization is threatened”.

Professor: – Civil war is most likely

Também o podem ler a Raquel Varela, o Jugular, e a Esquerda em geral.

Quinta-feira, 7 Abril 2016

Holandeses contra a União Europeia

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:10 pm
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Na Holanda, os referendos são válidos com 30% de votos do universo eleitoral; em Portugal são precisos 50%. Acresce que existe uma nova lei na Holanda que legitima um qualquer grupo de cidadãos a pedir um referendo sobre legislação da União Europeia que afecte o país. Em contraponto, em Portugal nunca houve um referendo sobre qualquer legislação ou Tratado ratificado pelo Estado português em relação à União Europeia.

Pelo que se vê, Portugal pretende dar lições de democracia ao mundo…

Realizou-se recentemente na Holanda um referendo sobre o novo Tratado entre a União Europeia e a Ucrânia. O resultado do referendo foi negativo, ou seja, a maioria dos referendários não concorda com esse Tratado — o que não significa que os holandeses tenham alguma coisa contra os ucranianos, mas antes significa que os holandeses são genericamente contra as políticas antidemocráticas da União Europeia.

Quarta-feira, 6 Abril 2016

O José Adelino Maltez e a alienação da soberania portuguesa

 

« Também o investigador de Ciência Política José Adelino Maltez disse à Lusa que não há aqui um convite a uma entidade estranha ao exercício da função dos órgãos de soberania” nacionais já que há uma “nova realidade constitucional” desde que Portugal se vinculou “a uma série de princípios e a tratados internacionais”.

O Banco Central Europeu “deixou de ser estrangeiro” e o “Banco de Portugal deixou de ser uma entidade dependente do Estado português”, afirmou. »

Draghi no Conselho de Estado: inovação ou “marketing institucional”?

Vamos partir do princípio de que o argumento do Maltez [segundo o qual Portugal se vinculou “a uma série de princípios e a tratados internacionais”] é válido. A pergunta é a seguinte: ¿o povo português foi directamente consultado nesses tratados assinados em seu nome? A resposta é “não”: não houve referendo nenhum sobre tratados de cedência de soberania. Portanto, mesmo que seja válido o argumento do Maltez, é uma filha-da-putice, um argumento cínico e insultuoso para o povo português.

Agora imaginemos outro cenário: Jean-Claude Juncker é convidado pelo primeiro-ministro António Costa para assistir a uma reunião do conselho de ministros. Segundo o Maltez, o convite é constitucionalmente válido, por analogia com o caso do convite do Marcelo Rebelo de Sousa a Draghi para assistir a uma reunião do Conselho de Estado.

Mesmo que o argumento do Maltez seja válido, ambos os convites colocam em causa o princípio da subsidiariedade (o princípio do “cada macaco no seu galho”).

Porém, a verdade é que o argumento do Maltez não é válido, porque contraria o estipulado na Constituição Portuguesa, nomeadamente o Artº 1, 3, 5, 6, para citar alguns.

Note bem, caro leitor: um tratado internacional assinado pelo governo, e não referendado, não pode ir contra o espírito e letra da Constituição! O Maltez já labora na ilegalidade.

Discurso de Viktor Orbán em Março de 2016 (legendado em português)

 

Segunda-feira, 4 Abril 2016

A feminização da política conduz ao reforço do poder do Estado

 

O Pedro Arroja escreve aqui um texto sobre a “ascensão das mulheres na política”; e conclui este fenómeno político “é um sinal da degenerescência dos partidos políticos”.

Eu penso que é um sinal de degenerescência dos partidos políticos, mas não exactamente pelas mesmas razões que o Pedro Arroja invocou. E penso que a degenerescência da política também inclui a Angela Merkel, que Pedro Arroja considerou excepção à regra. Talvez a única excepção seja a de Margaret Thatcher. Na área da economia e das finanças (e ao contrário do que aconteceu com Margaret Thatcher), Angela Merkel seguiu estritamente determinadas ordens da elite alemã; não agiu por convicção própria.

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Uma das consequências da feminização da política é a supremacia da emoção sobre a razão. A política sempre foi guiada por uma certa dose de emoção (por exemplo, na retórica), mas sempre dentro dos limites estipulados pela razão.

Tucídides escreveu: “Nós amamos a beleza dentro dos limites do discernimento político, e filosofamos sem o vício bárbaro da efeminação.”

Não é por acaso que a escritora britânica Fay Weldon afirma que as mulheres ganharam a batalha dos sexos — porque, ao contrário do que defendiam os gregos, hoje a filosofia política é feita com “o vicio bárbaro da efeminação”, o que significa uma supremacia descabida da emoção sobre a razão.

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A supremacia da emoção na política é o fundamento da utopia e do irrealismo. A Europa está na actual situação de estagnação a vários níveis porque os homens perderam preponderância na política. As mulheres são tão sectárias quanto os homens; porém, a diferença é a de que as mulheres são sectárias entre si apenas em detalhes, e não na essência das questões. A mulher dá mais atenção aos detalhes do que ao fundamento das questões: por isso, seria perfeitamente normal que a discordância entre Catarina Martins e Assunção Cristas, por exemplo, em um qualquer assunto, se resumisse a uma questão de pormenores e não fosse uma discordância fundamental.

A feminização da política conduz ao absurdo.

Um exemplo da actual tendência para a feminização da política na Europa é um programa emitido pelo canal de televisão alemã ZDF (canal que é pago com os impostos de todos os alemães), em que o apresentador radical de esquerda e efeminado Jan Böhmermann afirma textualmente que “os alemães não pertencem à Alemanha”; os alemães são classificados como “estúpidos nacionalistas autoritaristas”; Böhmermann afirma que “vocês, os alemães, não são o povo: vocês são o passado”, e que “os verdadeiros alemães vão chegando do estrangeiro: já vislumbramos a presença de 10 milhões de novos alemães andando de bicicleta: os verdadeiros alemães andam de bicicleta, e comem Kebab e Muesli”. Segundo Böhmermann, os verdadeiros alemães não comem carne de porco e são vegetarianos.

Mulheres inteligentes, como por exemplo Marion Sigaut, defendem a tese segundo a qual “a libertação da mulher é uma forma de alienação”.

Ademais, a feminização da política exige o reforço do poder do Estado, reforço esse que pode raiar a construção de um Estado totalitário.

A estratégia do radicalismo de Esquerda efeminado é o de, em uma primeira fase, fazer dos direitos humanos uma política em si mesma, atomizando a sociedade, por um lado, e reforçando o poder do Estado, por outro lado; e, em uma segunda fase, quando o Estado for já plenipotenciário, ir retirando os “direitos humanos” concedidos anteriormente e de uma forma arbitrária, tendo como objectivo a consolidação de um Estado totalitário a nível europeu (União Europeia).

Terça-feira, 29 Março 2016

O Frei Bento Domingues, o califado laicista da União Europeia e o califado islâmico

 

O Frei Bento Domingues defende aqui que é necessário construir o califado laicista da União Europeia para obviar à expansão do califado islâmico:

“Agora, a Europa, a braços com os refugiados e agredida até à morte pelo terrorismo, desencanta especialistas em ciência da religiões por todo o lado, mas recusa reanimar o projecto europeu que ainda a poderia salvar. Podem fazer as coisas mais sensatas e sofisticadas em termos de segurança. Podem e devem atacar as fontes económicas que alimentam a demência terrorista a nível mundial! Mas sem fazer da Europa, e não só, uma zona de paz e desenvolvimento inclusivista, pouco adiantam tantas lágrimas”.

O Frei Bento Domingues não se dá conta de que a lógica da construção dos dois califados é semelhante, senão mesmo idêntica. O “inclusivismo” dos dois califados é totalitário; é um “inclusivismo” à força, não democrático. Mas, mesmo assim, o Frei Bento Domingues não tem dúvidas em endossar a construção do califado laicista europeu.

Sexta-feira, 25 Março 2016

O José Adelino Maltez e o liberalismo europeu

 

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Eu e a maioria dos portugueses somos uma nova espécie de escravos que vivem em uma democracia pagã: não temos o direito de determinar (pelo voto) a natureza dos Tratados que a cidade-estado assina.

Na Idade Média, o sistema feudal protegia os servos da gleba contra a eventual tirania dos reis. Hoje não há nada que nos proteja contra a tirania liberal da plutocracia.

Quarta-feira, 23 Março 2016

¿É possível salvar a União Europeia?

Filed under: Europa — O. Braga @ 1:28 pm
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1/ É possível ainda salvar a União Europeia e o Euro, mas extremamente difícil.

Depois dos atentados bombistas recentes em Bruxelas, o BREXIT parece inevitável. O que é possível salvar, é o que resta, são os cacos; mas para isso é preciso uma reforma política das instituições da União Europeia — o que parece quase uma impossibilidade objectiva, porque a própria dinâmica das actuais instituições não permite essa reforma (o objecto de uma reforma não se pode reformar a si mesmo).

Essa reforma política das instituições europeias seria tão profunda como, por exemplo, implicar eleições directas (em todos os países da Europa) do presidente da comissão europeia; a composição do parlamento europeu seria o reflexo dessa eleição, tal como acontece no Congresso dos Estados Unidos.

2/ Já vimos que a actual política de “portas abertas” em relação aos ditos “refugiados” está a destruir a União Europeia.

Isto significa que a Esquerda (que inclui os Partidos Socialistas da Europa, para além de Angela Merkel) teria que fazer concessões à opinião pública, em uma atitude de bom-senso; mas esperar bom-senso da parte da Esquerda, é utopia. Imaginar que o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e o Partido Socialista de António Costa possam rever parcialmente as suas posições em relação à importação em massa de “refugiados”, é sonhar acordado.

3/ A União Europeia teria que ir contra a actual política dos Estados Unidos de Obama na Síria — o que significa que teria que ir contra a concepção política da Esquerda europeia em relação à Síria, porque os esquerdistas são os idiotas úteis ou serviçais dos americanos. Isto passa pelo apoio ao presidente sírio Bashar al-Assad como parte da solução do problema sírio e do combate ao Daesh. Imaginar que algum dia isto possa acontecer, é imaginar o impossível.

Por isso, salvar a União Europeia é extremamente difícil.

A actual posição dos Estados Unidos em relação à Europa

Filed under: Política — O. Braga @ 12:33 pm
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Conferência com George Friedman, em Fevereiro de 2016: “a União Europeia acabou”.

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