perspectivas

Domingo, 7 Fevereiro 2016

Este vídeo foi proibido na Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:55 am
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No vídeo vemos Angela Merkel a dançar (noutros tempos!), durante umas férias na Grécia.

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2016

Portugal vive hoje em uma autocracia

 

É inevitável relacionar este texto de João César das Neves com estoutro que fala do aumento massivo da abstenção na democracia representativa portuguesa — porque a democracia representativa portuguesa nada mais é do que uma sequência de golpes-de-estado, em que o povo não é tido nem achado.

Uma democracia representativa só é legítima quando se baseia em uma Constituição que, por sua vez, se fundamenta em princípios metajurídicos escorados no Direito Natural.

Ora, isto já não se passa hoje com a democracia representativa portuguesa: os fundamentos da Constituição sofreram uma reinterpretação através da qual o Direito Natural foi erradicado; ou seja, os únicos fundamentos metajurídicos que existem hoje realmente na interpretação que é feita da Constituição, são os que decorrem do conceito literal de "Vontade Geral" por parte da classe política controlada pelos globalistas anglo-saxónicos.

Desta forma, o povo alheia-se da democracia representativa; não se sente representado nela, porque ela não passa já de uma expressão arbitrária e discricionária da vontade de Poder da classe política. A classe política portuguesa actua em roda livre, e em vez de democracia temos uma autocracia.

Portugal vive hoje em uma autocracia.

João César das Neves queixa-se daquilo que nos é imposto coercivamente pela ONU que é controlada claramente por uma dúzia de plutocratas anglo-saxónicos (o grupo dos trezentos).

Paradoxalmente, vemos hoje uma Esquerda radical defender, na área da cultura antropólogica, as ideias de Bill Gates, dos Rockefeller, ou dos Rothschild. Estranho mundo em que vivemos hoje, em que alegadas oposições são convergentes. Nunca nos devemos esquecer de que Wall Street apoiou financeiramente os bolcheviques na década de 1920, e que o capitalista eugenista americano Henry Ford apoiou financeiramente o regime de Hitler.

A democracia representativa portuguesa está presa por arames. Ninguém pode ter a certeza do futuro, mas não podemos acreditar que ela dure por muito tempo.

Quinta-feira, 4 Fevereiro 2016

Ex-maçon com o 14º grau confessa a responsabilidade maçónica nas engenharias sociais

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:55 pm
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Em um livro publicado recentemente, um ex-maçon francês (Serge Abad-Gallardo) reconhece que as leis francesas do aborto, a eutanásia, o "casamento" gay ou da adopção de crianças por pares de invertidos, foram gizadas pela maçonaria.

Cerca de 20% dos deputados franceses são maçons, embora a maçonaria represente apenas 0,3% da população francesa. Os maçons votam no parlamento enquanto maçons, e independentemente do partido político a que pertencem; ou seja, a maçonaria funciona como um partido político.

As leis contra a família natural, promovidas pela maçonaria, têm como objectivo destruir a influência cristã na cultura antropológica. Por outro lado, a maçonaria é uma aliada formidável da plutocracia globalista: o ser humano sem família, ou com uma família precária, é facilmente manipulável.

Quinta-feira, 28 Janeiro 2016

Um exemplo do totalitarismo da União Europeia: o Bloco de Esquerda e George Soros estão de acordo

 

Muitos “liberais” — no Insurgente, no Blasfémias, etc. — são apoiantes da União Europeia e do Euro, ou seja, vêem na União Europeia um espaço de liberdade, não só na economia como também na política. Se assim fosse, eu também seria apoiante da União Europeia e do Euro, mas a realidade conta-nos uma história diferente.

No vídeo em baixo verificamos a recente criação do Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), sob os auspícios da União Europeia. O vídeo está em francês. O que o C.E.T.R. pretende é impôr, de forma coerciva, a tolerância aos cidadãos da União Europeia servindo-se de Directivas transformadas em leis aplicadas em todos os países.

 

Segundo a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), o crime de “intolerância verbal” será comparável, em termos penais, à agressão física agravada. Por exemplo, se eu escrever, aqui no blogue, qualquer coisa contra o feminismo, poderei apanhar pena de prisão até cinco anos de cadeia.

Trata-se de uma vigilância oficial dos cidadãos e de organizações privadas — à moda da URSS e do KGB — que são consideradas “intolerantes”. O engraçado é que são esses mesmos “liberais” que dizem que a o KGB ainda existe na Rússia e que a União Europeia é um espaço de liberdade…!

Também é curioso o facto de este tipo de vigilância estatal totalitária do cidadão em nome da “tolerância”, ser defendida simultaneamente pela plutocracia internacional (Bilderberg, etc.) e pela esquerda neomarxista.

Ou seja, George Soros, Rockefeller, por um lado, e Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, por outro lado, estão de acordo em relação àquilo a que eu chamei “sinificação da Europa”.

Está mesmo previsto um programa de reeducação dos cidadãos prevaricadores e recalcitrantes em relação à “tolerância” — semelhante aos programas de reeducação maoístas! ¿Percebem agora por que razão o maoísta Durão Barroso é uma acérrimo apoiante da União Europeia?

O que a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.) pretendem é limitar drasticamente a liberdade de expressão e de opinião, tendo em vista a sinificação da Europa.

Segundo o intelectual liberal suíço Thomas Hürlimann:

“O que a União Europeia pretende é criar o Homem Novo, em que tudo o que é especial no ser humano deve desaparecer, ou seja, o sexo, as crenças religiosas, a cor da pele, etc..

No futuro, apenas será autorizado um estereótipo cinzento da tolerância, ou seja, uma tolerância que se declara universal mas que se inverte e que se transforma em intolerância. E quem assinala hoje esta contradição em termos, arrisca a sua reputação e, dentro de pouco tempo, arriscará mesmo a sua vida. O estereótipo da tolerância vai erradicar, sem apelo, os últimos indivíduos”.

Terça-feira, 26 Janeiro 2016

A Europa das milícias e sem polícia

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:17 pm
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À medida que a polícia cumpre ordens do Poder politicamente correcto e se afasta dos cidadãos (como está a acontecer também na Alemanha: ler artigo), os cidadãos franceses organizam-se na defesa da sociedade contra a acção ilegal e anti-social dos imigrantes.

Podemos ver neste vídeo em baixo, cidadãos franceses organizados a reprimir, em Paris, um assalto a uma loja, por parte de imigrantes.

Domingo, 24 Janeiro 2016

Movimento Identitário Europeu

 

Lambda_-_Identitäre_Bewegung.svg

Legendas em inglês

A cultura antropológica ocidental está inferiorizada

 

Vemos aqui em baixo duas fotografias: a primeira, a de uma paragem de transportes públicos na Rússia; e a segunda a de uma paragem em um país anglo-saxónico. Obviamente que ambas as imagens reflectem excepções: nem todas as paragens de “bus” são assim nesses países; mas as fotografias dão uma ideia das abissais diferenças culturais existentes entre o Ocidente, por um lado, e a Rússia, por outro lado.

paragem-na-russia-web

paragem-no ocidente-web

Racionalmente, é impossível defender a superioridade cultural do Ocidente. É esta uma das razões por que o Islão avança pela Europa adentro: o Ocidente perdeu autoridade moral.

Os Estados Unidos estão na frente do movimento de decadência ocidental. Por isso é que surgiu o fenómeno de Donald Trump, que é uma tentativa desesperada (e quase patética) de travar (sem sair do sistema político existente) o que parece ser inevitável: o desabar da cultura antropológica que sustenta o sistema político. A propriedade privada e as convicções religiosas começam a ser colocadas em causa nos Estados Unidos através do judicialismo que substitui a política:

13.000 dollars d’amende pour un couple de fermiers américains qui refuse d’accueillir un « mariage » homosexuel

Os Estados Unidos de Obama e comandita representam hoje a frente de Esquerda internacional.

Sábado, 23 Janeiro 2016

O Islamismo pretende subverter a Europa

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:46 pm
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Estas imagens não são do Iraque ou do Egipto: passam-se no Metro de Paris. Vêem-se nelas uma afronta pública que pretende ser subversiva, não só dos costumes europeus (ninguém berra no Metro), mas sobretudo subversiva no sentido de uma contra-cultura que pretende a supremacia.

Terça-feira, 19 Janeiro 2016

Os belgas andam a ficar muito bronzeados

 

Eis a fotografia de um belgasegundo os me®dia — detido ontem e ligado aos atentados de 13 de Novembro em Paris.

belga-moderno

Repare-se nas semelhanças com o capitão Haddock, do Tintim.

Captain_Haddock

Sábado, 16 Janeiro 2016

O espírito de manada da classe política portuguesa

 

No recente debate televisionado entre Maria de Belém e Marcelo Rebelo de Sousa, a primeira disse o seguinte acerca de uma eventual lei da eutanásia:

“É preciso ter cuidado com a questão da eutanásia, até porque só existem dois países da União Europeia que aprovaram uma lei da eutanásia”.

Esta frase passou despercebida a muita gente; e significa o seguinte:

Se a maioria dos países da União Europeia tivesse já aprovada uma lei da eutanásia, a questão seria diferente e Portugal poderia adoptar também uma lei idêntica.

A preocupação da Maria de Belém com aquilo que os outros países da União Europeia fazem, é evidente; se a maioria dos países da União Europeia se atirar a um poço, a Maria de Belém vai a seguir. Isto revela um espírito de manada por parte da nossa classe política. Não são indivíduos: são bois e vacas que nos representam e que nos controlam.

No espírito de manada, os indivíduos (políticos) actuam colectivamente sem uma direcção centralizada, ou seja, actuam em roda livre. A manada (da nossa classe política) aparece como uma unidade em movimento, mas a sua função resulta de um comportamento descoordenado de indivíduos em regime de auto-gestão.

Kierkegaard e Nietzsche criticaram o espírito de manada. A classe política portuguesa, que supostamente deveria ser um melhor exemplo para a sociedade, é um grupo de pessoas que imita os membros de outro grupo que consideram superior — as classes políticas dos outros países da União Europeia.

O ser humano não pode escapar ao mimetismo cultural. Mas em questões fundamentais da cultura, como por exemplo na estética ou na ética, o espírito de manada é a antítese de civilização.

Segunda-feira, 11 Janeiro 2016

O discurso da chamada “extrema-direita” corresponde à realidade

Filed under: Geral — O. Braga @ 3:00 pm
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Hoje, e segundo a elite politicamente correcta que coordena o leviatão que é a União Europeia, a maioria dos povos da Europa são de extrema-direita; e a ideia da elite é a de substituir esses povos de “extrema-direita” por outros povos alegadamente mais consentâneos com o politicamente correcto.

Ou seja, os povos da Europa não servem, não prestam. E se um povo é uma merda porque — alegadamente — é de “extrema-direita”, então há que eliminá-lo da face da Terra.

São os povos da Europa que estão errados; e a elite política da União Europeia está correcta.

A produtividade dos países da União Europeia

 

produtividade na ue


Uma analogia:

Os luxemburgueses produzem 1 kg de ouro por hora, e os portugueses produzem 1 kg de alheiras por hora.

O esforço do trabalho por hora é idêntico nos dois casos, porque os luxemburgueses não são super-homens. A diferença é que os luxemburgueses têm os meios necessários para produzir ouro, e os portugueses não têm esses meios. A diferença de “produtividade” está aí.

Ora, é possível dotar Portugal de meios para produzir 1 kg de ouro por hora, em vez de alheiras. Mas isso iria baixar o preço do ouro no mercado — se toda a gente procurar produzir ouro, o preço do ouro baixa no mercado, e a produtividade baixa também. Por isso, quem produz ouro não quer que os outros o produzam, e fazem tudo para que os meios de produção de ouro não sejam transmissíveis a outrem.

A União Europeia é um mercado em que uns produzem ouro, e outros produzem alheiras; pelo meio, há uns que produzem prata ou cobre. E qualquer tentativa de alterar a situação dos produtores de alheiras é considerada um “atentado às instituições europeias”.

Para quem produz ouro, a competitividade não é problema, porque existem poucos com os meios necessários para produzir ouro. A produção de ouro é uma espécie de monopólio de um grupo pequeno. A competitividade só se coloca a nível dos produtores de alheiras, em que os meios de produção estão ao alcance de muitos países.

Portanto, a competitividade é proporcional à produtividade. Quanto menos produtiva é uma sociedade (ou país), menos competitiva ela é (a não ser que restrinja as importações, como faz a China, valorizando a produtividade no mercado interno). 

Para que Portugal possa dar um salto qualitativo e passar a produzir cobre ou prata (e já nem falo em produzir ouro!) tem que fazer um “corte epistemológico” em relação ao status quo.

E esse “corte epistemológico” passa por alianças bilaterais com países com interesses semelhantes aos de Portugal, e principalmente fora da Europa. Ou seja, a atitude de Portugal em relação à União Europeia tem que ser revolucionária, no sentido de colocar em causa a “lógica” de mercado que condena a que uns produzam alheiras toda a vida, enquanto os outros se pavoneiam com a sua “produtividade” produzindo ouro.

(fonte do gráfico)

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