perspectivas

Segunda-feira, 18 Julho 2016

Portugueses e turcos nunca se deram bem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:26 am
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Eu não simpatizo com o Erdogan; mas quando vemos o Bloco de Esquerda a atacá-lo, não podemos também gostar dos golpistas. Os turcos não têm uma cultura de matriz europeia. Ponto final.

O QI médio turco é de 89, o que aproxima a Turquia da ingovernabilidade. A cultura islâmica promove o casamento entre primos direitos, o que é uma das causas do baixo QI dos turcos.

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A arbitrariedade política turca é de tal forma que o Erdogan pretende reintroduzir a pena-de-morte para crimes do passado — o que vai contra o definido pelo Iluminismo no Direito (por exemplo, com Reimarus): uma lei punitiva não se aplica retroactivamente; não devemos criar uma lei hoje para punir um crime de ontem.

Portugueses e turcos nunca se deram bem. Os portugueses, sempre em minoria, causaram terror entre os turcos.

Sábado, 16 Julho 2016

O que os me®dia portugueses não dizem sobre #Nice

 

Um outro camião, armadilhado com explosivos, foi ontem neutralizado pela polícia francesa em Nice.

Os me®dia, condicionados pelo Bloco de Esquerda, preferem ouvir a opinião da Ana Gomes e do José Manuel Pureza.

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Sexta-feira, 15 Julho 2016

“A ameaça é o populismo”

 

“O que nos ameaça é o alastramento do populismo, mas eu não me deixarei intimidar por ameaças”.

François Hollande, entrevista a 14 de Julho de 2016

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O terror de Nice coloca Marine Le Pen no Poder

 

O que está a acontecer em França ultrapassa tudo o que possamos conceber como anomalia política.

A política dita “moderada” não resolveu o problema do terrorismo islâmico, mas alguém vai ter que o resolver ou pelo menos mitigar, a bem ou a mal. E com a Front Nationale no Poder em França, vai ser a mal.

Se eu fosse francês, hoje votaria Front Nationale — porque não há alternativa credível.

Marine d'arc web

Votaria por necessidade, e não por liberdade e/ou por convicção. É preciso quem arrume a casa, que é como quem diz, é necessária alguma ordem e segurança para o povo francês. Naturalmente que o politicamente correcto vai chorar lágrimas de sangue, porque algumas minorias irão ser sujeitas a uma vigilância aturada; e as deportações de imigrantes irão estar na ordem do dia. E mais: é possível que a pena-de-morte seja reintroduzida em França para os crimes de terrorismo (activo ou passivo).

A União Europeia falhou; não soube proteger-se, não obstante inúmeros avisos vindos de diversos quadrantes — incluindo os dos ingleses do Brexit. Agora tem que vir o extremo político limpar a merda que o politicamente correcto deixou ficar um pouco por toda a Europa.

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Segunda-feira, 4 Julho 2016

Os liberais que vieram da extrema-esquerda.

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:27 pm
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Não seria justo que nos recriminássemos pelos devaneios utópicos da nossa juventude, no tempo em que acreditávamos que podíamos construir um Mundo Melhor e o Homem Novo do futuro. Eu nunca acreditei nisso: sempre fui naturalmente reaccionário e céptico; sou um reaccionário inato; mas reconheço que não somos todos iguais.

O Mundo Melhor do Homem Novo, que a estupidez imberbe proclama, não é baseada no passado — como aconteceu com o Renascimento, que se baseou no regresso ao passado: o Mundo Melhor do Homem Novo actual projecta-se absurdamente em um futuro que é impossível conhecer. Portanto, o Mundo Melhor dos “progressistas” não é baseado em nenhuma experiência histórica, mesmo que revestida de alguns mitos como aconteceu no Renascimento.

Em suma, ninguém está livre de ter sido um estúpido na sua juventude.

Porém, quando a estupidez do efebo se desvanece e se adopta o ideário do liberalismo político, é suposto que os princípios básicos da democracia prevaleçam no nosso pensamento. E “democracia” significa “representação popular”.

O que eu não consigo perceber é como um dito “liberal” apoia a construção de um leviatão europeu, em que decisões políticas fundamentais são tomadas à revelia da representação dos povos da Europa, e em que o parlamento europeu não tem poder real de decisão; e ao mesmo tempo que apoia uma instituição não-democrática, critica quem defende o princípio da democracia no Reino Unido; mas diz-se de si mesmo “liberal”!

Ninguém está livre de ter sido um estúpido na sua juventude; mas, quem mal começa, tarde ou nunca se endireita.

Sábado, 2 Julho 2016

A Europa maçónica está em crise

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:31 am
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O jornal Púbico publicou um editorial em que a repetição das eleições na Áustria (devido a fraude eleitoral) é diabolizada. Para o politicamente correcto, a democracia é boa quando ganha a Esquerda; e “populismo” é a palavra usada pela Esquerda (e pela Não-Esquerda) quando a democracia assusta. Tudo se justifica se a Esquerda (ou a Não-Esquerda, que é a “direita” direitinha obediente à Esquerda) ganha as eleições: a fraude eleitoral é boa desde que o politicamente correcto saia vencedor.

Acontece na Europa um fenómeno interessante: no sul, é a Esquerda radical que é crítica da União Europeia; e no norte, é a chamada “extrema-direita” que critica a União Europeia. Por outro lado, existe uma discrepância entre os partidos da “extrema-direita europeus”: em França e na Holanda, a “extrema-direita” apoia Putin; na Polónia e na Hungria, a “extrema-direita” apoia a NATO e os Estados Unidos (não apoiam Obama: apoiam os Estados Unidos). ue-esq-dir



Temos que denunciar o epíteto de “extrema-direita”.

Se o politicamente correcto radicaliza à esquerda, até o Partido Social Democrata corre o risco de ser incluído na extrema-direita. Qualquer dia, até o Partido Socialista é de extrema-direita. Se a democracia não é possível sem o Estado-Nação, então segue-se que a abolição de fronteiras, que os burocratas maçónicos da União Europeia defendem, é antidemocrática. À medida que a Esquerda radicaliza, o centro político passa a ser “extremista”. Por este andar, qualquer dia o António Costa é da extrema-direita. Ou seja, se existe extremismo político, é o do politicamente correcto a que o jornal Púbico obedece caninamente.

A União Europeia só tem uma saída: adoptar a visão de Charles de Gaulle acerca da Europa, em que este recusava o supra-nacionalismo e tentou sempre reduzir os poderes da burocracia em Bruxelas. De Gaulle defendia uma confederação, e não uma federação como defendem os actuais europeístas. E quando, no Tratado de Nice, a maçonaria fez questão de retirar a matriz cultural cristã do ideário de construção europeia, deu uma machadada decisiva na utopia europeísta.

Uma das razões do #BREXIT

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:28 am
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As classes trabalhadoras dos países desenvolvidos não têm melhorado as suas condições de vida, no período de 1988 a 2008, em contraponto com todas as outras classes sociais em todo o mundo.

perdedores-do-globalismo

Terça-feira, 28 Junho 2016

A teoria da “Escócia independente e dentro da União Europeia”

 

Os me®dia, na sequência do Brexit, têm propagandeado a ideia segundo a qual a Escócia quer ser independente e aderir à União Europeia. Esta notícia é veiculada todos os dias nos me®dia para enganar o parolo português.

A Escócia tem uma população de 5 milhões de almas, uma dívida de 150 mil milhões de Euros, e sobretudo, um défice anual de 15 mil milhões de Euros. Com estes números, duvido que Angela Merkel aceite a adesão à União Europeia de uma “Escócia independente”. Mas os me®dia continuam a mentir.

Sexta-feira, 24 Junho 2016

É isto que os defensores da União Europeia defendem

 

Dizem eles que o controlo de fronteiras é sinónimo de “xenofobia”; então, segue-se que a defesa do Estado-Nação é uma manifestação de xenofobia. E como sem Estado-Nação não há democracia, a xenofobia só pode ser eliminada através de um Estado totalitário.

A Jugoslávia também viveu décadas de paz, e depois foi o que se viu

 

O chamado “intelectual português” é, em geral, maioritariamente estúpido. Eles olham para a realidade e para os factos, e recusam ver. O pior cego é aquele que não quer ver: perante a realidade, dizem que “a culpa é da extrema-direita” — como se um povo inteiro fosse “faxista”: se o povo não serve, manda-se o povo à merda e importa-se outro povo.

Quando alguém que se diz “liberal” defende a construção de um leviatão europeu, em que o Poder depende de arranjinhos de conveniência das elites políticas e sem dar cavaco aos cidadãos — verificamos a índole desse “liberalismo”. Cheguei à conclusão de que eu sou mais liberal do que os liberais portugueses.

A União Europeia cagou na democracia

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:29 am
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Dizer a União Europeia se pode reformar a si mesma, seria como afirmar que o teorema de Gödel é falso. Nenhum sistema é reformável senão colocando em causa o seu próprio fundamento; ou então essa reforma é imposta de fora, pela realidade dos factos.

A aposta da classe política da III República portuguesa, falhou; apostaram tudo em um só cavalo, e o cavalo perdeu. A aposta foi de tal maneira estúpida que endividaram o país, convencidos de que a União Europeia iria pagar a conta.


A União Europeia nasceu como um mercado livre, e os países tinham, cada um, a sua moeda. Essa União Europeia era boa. Depois, a União Europeia adoptou o tratado de Schengen que garantia a livre circulação de pessoas nacionais dos vários países. Essa União Europeia continuou a ser boa.

Depois, os globalistas plutocratas entraram em acção: inventaram o Euro; mas como uma moeda única não pode sobreviver sem uma união política, quiseram impôr um “nacionalismo europeu”, sacrificando as nações da Europa: diziam eles que “as nações indígenas são más”, e que a “nação europeia é que é boa”. Cagaram na democracia; a democracia passou a ser para tótós.

E foram mais longe: o tratado de Schengen previa a livre circulação de pessoas nacionais de cada país. Mas a Angela Merkel passou a importar milhões de pessoas de fora da Europa, e essa massa de imigrantes muçulmanos, inadaptados culturalmente, passou a circular na Europa como se fossem nacionais da Alemanha. Ou seja, os alemães “assassinaram” o tratado de Schengen. Mais uma vez, os “donos disto tudo” cagaram na democracia e nos tratados.

Depois, os burocratas de Bruxelas, a soldo dos globalistas, começaram a pressionar os países para aceitar o Euro; a pressão para adoptar o Euro aumentou sobre a Dinamarca, a Suécia e o Reino Unido. Entretanto, com a crise das dívidas soberanas, a Islândia retirou a sua candidatura à entrada para a União Europeia; e a Suíça, que tinha também equacionada a sua entrada para a União Europeia, também já retirou o seu pedido de adesão. A União Europeia é hoje uma casa a arder.

Agora começa uma nova fase: um novo referendo para anular este referendo,

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 8:09 am
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e depois outro referendo, e depois outro, até que os burocratas de Bruxelas consigam submeter os ingleses. E chamam a isso “democracia”.

A “direita” politicamente correcta de tipo “Observador”, perdeu. Rui Ramos perdeu; Paulo Sande perdeu; e o Paulo Rangel também.

Get over it.

brexit_rule

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