perspectivas

Sexta-feira, 24 Junho 2016

É isto que os defensores da União Europeia defendem

 

Dizem eles que o controlo de fronteiras é sinónimo de “xenofobia”; então, segue-se que a defesa do Estado-Nação é uma manifestação de xenofobia. E como sem Estado-Nação não há democracia, a xenofobia só pode ser eliminada através de um Estado totalitário.

A Jugoslávia também viveu décadas de paz, e depois foi o que se viu

 

O chamado “intelectual português” é, em geral, maioritariamente estúpido. Eles olham para a realidade e para os factos, e recusam ver. O pior cego é aquele que não quer ver: perante a realidade, dizem que “a culpa é da extrema-direita” — como se um povo inteiro fosse “faxista”: se o povo não serve, manda-se o povo à merda e importa-se outro povo.

Quando alguém que se diz “liberal” defende a construção de um leviatão europeu, em que o Poder depende de arranjinhos de conveniência das elites políticas e sem dar cavaco aos cidadãos — verificamos a índole desse “liberalismo”. Cheguei à conclusão de que eu sou mais liberal do que os liberais portugueses.

A União Europeia cagou na democracia

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:29 am
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Dizer a União Europeia se pode reformar a si mesma, seria como afirmar que o teorema de Gödel é falso. Nenhum sistema é reformável senão colocando em causa o seu próprio fundamento; ou então essa reforma é imposta de fora, pela realidade dos factos.

A aposta da classe política da III República portuguesa, falhou; apostaram tudo em um só cavalo, e o cavalo perdeu. A aposta foi de tal maneira estúpida que endividaram o país, convencidos de que a União Europeia iria pagar a conta.


A União Europeia nasceu como um mercado livre, e os países tinham, cada um, a sua moeda. Essa União Europeia era boa. Depois, a União Europeia adoptou o tratado de Schengen que garantia a livre circulação de pessoas nacionais dos vários países. Essa União Europeia continuou a ser boa.

Depois, os globalistas plutocratas entraram em acção: inventaram o Euro; mas como uma moeda única não pode sobreviver sem uma união política, quiseram impôr um “nacionalismo europeu”, sacrificando as nações da Europa: diziam eles que “as nações indígenas são más”, e que a “nação europeia é que é boa”. Cagaram na democracia; a democracia passou a ser para tótós.

E foram mais longe: o tratado de Schengen previa a livre circulação de pessoas nacionais de cada país. Mas a Angela Merkel passou a importar milhões de pessoas de fora da Europa, e essa massa de imigrantes muçulmanos, inadaptados culturalmente, passou a circular na Europa como se fossem nacionais da Alemanha. Ou seja, os alemães “assassinaram” o tratado de Schengen. Mais uma vez, os “donos disto tudo” cagaram na democracia e nos tratados.

Depois, os burocratas de Bruxelas, a soldo dos globalistas, começaram a pressionar os países para aceitar o Euro; a pressão para adoptar o Euro aumentou sobre a Dinamarca, a Suécia e o Reino Unido. Entretanto, com a crise das dívidas soberanas, a Islândia retirou a sua candidatura à entrada para a União Europeia; e a Suíça, que tinha também equacionada a sua entrada para a União Europeia, também já retirou o seu pedido de adesão. A União Europeia é hoje uma casa a arder.

Agora começa uma nova fase: um novo referendo para anular este referendo,

Filed under: Política,Europa — O. Braga @ 8:09 am
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e depois outro referendo, e depois outro, até que os burocratas de Bruxelas consigam submeter os ingleses. E chamam a isso “democracia”.

A “direita” politicamente correcta de tipo “Observador”, perdeu. Rui Ramos perdeu; Paulo Sande perdeu; e o Paulo Rangel também.

Get over it.

brexit_rule

Quinta-feira, 23 Junho 2016

BREXIT: a Esquerda aliou-se às classes mais altas

Filed under: Política — O. Braga @ 11:03 am
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A Esquerda europeia e britânica aliou-se às classes altas do Reino Unido. Quem luta pelo LEAVE são as classes trabalhadoras e os mais pobres.

brexit-classes

Segunda-feira, 20 Junho 2016

Como o leviatão da União Europeia e o politicamente correcto apresentam o BREXIT

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:02 pm
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Brexit-nazism

Sexta-feira, 17 Junho 2016

A segregação sexual volta a estar na moda

 

Vemos, na foto abaixo, o Presidente da Câmara de Londres, o muçulmano Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan, em uma acção de propaganda a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia.

Reparem como as mulheres estão separadas dos homens. Segregar as mulheres é fixe; é politicamente correcto; é de Esquerda e  fica bem.

Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan

Quinta-feira, 16 Junho 2016

Morreu a “Catarina Martins do Reino Unido”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:20 pm
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A deputada britânica Jo Cox, assassinada hoje, era uma espécie de “Catarina Martins do Reino Unido”. Como é óbvio, o acto cometido é condenável; mas revela a actual radicalização da política no Ocidente, e particularmente na Europa.

“Quem semeia ventos, colhe tempestades” — diz o povo.

É bom que a classe política pare para pensar um pouco, em vez de insistir na radicalização política; na Europa, já vivemos em uma guerra civil de baixa intensidade, e com tendência para se agravar a situação.

Domingo, 12 Junho 2016

Mais vale arrebentar, para começar de novo. O que começa mal, tarde ou nunca se endireita.

Filed under: Política — O. Braga @ 9:46 am
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abandon-ship

Sábado, 11 Junho 2016

A favor da reintrodução de taxas alfandegárias em Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 1:41 pm
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1/ Se a perfeita liberdade de mercado consiste em uma completa ausência de influência política na actividade económica, então segue-se que nenhum mercado pode ser livre. Neste sentido literal, a liberdade de mercado é uma utopia.

2/ Não existe nenhuma razão para preferir a liberdade de mercado, senão quando ela patrocina e fomenta o desenvolvimento de uma determinada sociedade. Quando a liberdade de mercado é sinónimo de definhamento da economia de uma nação, não há nenhuma razão objectiva para a adoptar. O PIB português actual não é real porque é baseado em dívida, e a economia portuguesa tem sofrido um definhamento objectivo pelo menos desde a entrada de Portugal no Euro.

3/ A liberdade contratual tem sempre que ter em conta os custos e benefícios das partes nos contratos. As taxas alfandegárias fazem parte desses custos — desde que esses custos sejam iguais para todos e não privilegiem ninguém em particular. Concebidas neste sentido, as tarifas alfandegárias não deformam os preços; e dada a igualdade em todas as transacções, elas não afectarão o consumo de forma a reduzir benefícios.

4/ As taxas alfandegárias não se focam especificamente naquilo que é importado, mas preocupa-se com o facto de que, seja o que for que seja importado, tenha que pagar o preço de entrada no mercado.

5/ A função de qualquer governo é a de estabelecer regras para uma interacção económica e social, e penalizar as infracções. Sem regras, não há jogo económico.

Quinta-feira, 9 Junho 2016

O João César das Neves é incoerente

Filed under: Política — O. Braga @ 11:27 am
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“Vivemos hoje em Portugal uma das situações mais terríveis e perturbadoras da humanidade: a lenta gestação de uma catástrofe. No futuro, quando olharem para o nosso tempo, as pessoas terão muita dificuldade em entender a apatia nacional que conduziu ao colapso de 2017-2018. Nessa altura muitos perguntarão como foi possível tal cegueira, ignorando os verdadeiros problemas, até se cair na ruína? Nós temos a resposta a este terrível enigma em directo e ao vivo.

César das Neves, no DN


O João César das Neves perde a razão quando se coloca do lado do federalismo da União Europeia.

A União Europeia tem um discurso anti-nacionalista, mas defende uma “nação” europeia federalista: “o nacionalismo é mau” — dizem os burocratas da União Europeia; mas a “nação” da União Europeia é boa. No entanto, o mal-estar está já instalado na Europa, devido ao despotismo dos burocratas de Bruxelas.

socialismo-religiao-familia-propriedade

Aparentemente, a única razão por que a Esquerda diz que “a União Europeia não é socialista”, é devida à relação que a União Europeia tem com a propriedade privada. Mas, como escreveu G. K. Chesterton, ‘Demasiado capitalismo’ não significa a existência de muitos capitalistas, mas antes significa a existência de poucos capitalistas.

A União Europeia bloqueia o pequeno e médio capitalismo e protege os grandes monopólios plutocratas transnacionais — o que significa que a independência material dos cidadãos em relação ao Estado é transferida para uma dependência material em relação a oligarquias. Por exemplo, em França, apenas 5.000 pessoas controlam o país inteiro de 60 milhões de pessoas, ligadas pela academia e pelo casamento.

A luta final dos marxistas europeus consiste na transferência da dependência material dos cidadãos para o Estado (porque os outros pressupostos do socialismo, a destruição da religião e da família, na cultura antropológica, já foram atingidos na União Europeia). Mas o João César das Neves continua a ser europeísta.

O outro problema é a democracia, que alimenta o parasitismo social e uma cultura de irresponsabilidade. Ou seja, a democracia é o instrumento da Esquerda para submissão total do cidadão ao Estado, o que significa a negação da democracia.

O objectivo da Esquerda é acabar com a democracia, utilizando a democracia.


«A nossa civilização corre o risco de ficar submersa como a Grécia (Atenas) sob a extensão da democracia, de cair inteiramente nas mãos dos escravos, ou então de ficar como Roma, não nas mãos de imperadores filhos do acaso e da decadência, mas de grupos financeiros sem pátria, sem lar na inteligência, sem escrúpulos intelectuais e sem causa em Deus.

O único antídoto para isto é uma lenta aristocratização

→ Fernando Pessoa

Terça-feira, 7 Junho 2016

A União Europeia é satânica

Filed under: cultura — O. Braga @ 9:56 am
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Os principais líderes da União Europeia — François Hollande, Matteo Renzi, Angela Merkel — compareceram à cerimónia de inauguração do maior túnel do mundo através dos Alpes. Prestem atenção ao vídeo e aos símbolos.

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