perspectivas

Segunda-feira, 28 Novembro 2016

Afinal, o maltês é maçon

Filed under: Política — O. Braga @ 6:45 pm
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Há alguns anos, quando escrevia em um blogue, o cabrão do maltês jurava, a pés juntos, que não pertencia à maçonaria.

“Na Valenciana, em Campolide, juntaram-se os partidários do politólogo José Adelino Maltez, possível candidato à liderança do GOL (Grande Oriente Lusitano) e grande opositor do actual Grão-Mestre, Fernando Lima.”

Jantares na sexta-feira negra

Ficamos a saber como o maltês conseguiu a cátedra e a atenção dos me®dia. Dêem-lhe tudo, porque ele não merece. Há-de morrer como os grilos: de cu virado para o ar e com os cornos enfiados no chão.

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Quinta-feira, 3 Novembro 2016

Lutero afastou-se dos Mistérios Cristãos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:59 pm
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Podemos ver nas epístolas de S. Paulo — por exemplo, 1 Tess 5, 23 — uma referência à iniciação mística da Antiga Aliança (Antigo Testamento) através dos conceitos de corpo (sôma) e de alma (psychê).

Mas S. Paulo (na esteira das instruções deixadas por Jesus Cristo) e os apóstolos acrescentaram, a estes dois conceitos, os conceitos de Nous (mente superior) e pneûma (espírito), ou seja, S. Paulo traduziu em linguagem corrente (tanto quanto possível) os Mistérios Cristãos, mais elevados do que os anteriores Mistérios, e análogos para ambos os sexos e para todas as castas e raças — o intelecto superior (Nous) e o espírito (pneûma) são idênticos tanto para o homem como para a mulher, embora os respectivos corpos (sôma) seja polarmente diferentes, assim como as respectivas almas (psychê).

Por isso é que, nos mistérios antigos (anteriores aos Mistérios Cristãos, sejam pagãos ou judaicos), as iniciações eram diferenciadas de acordo com os sexos, as funções, as castas; porque implicavam apenas o sôma e a psychê — ao passo que a iniciação dos Mistérios Cristãos, que envolve o Nous e o pneûma (para além do sôma e da psychê) não exclui ninguém que deseje preparar-se para a receber.

Porém, segundo S. Paulo, a iniciação nos Mistérios Cristãos difere da gnose, por um lado, e do hermetismo, por outro lado, porque se baseia no conceito de “Graça”. Lutero afastou-se dos Mistérios Cristãos quando separou a fé, por um lado, da acção humana, por outro lado; mas Lutero não chegou ao ponto absurdo da predestinação calvinista que surgiu depois (esta sim!, de total orientação gnóstica).


A ideia segundo a qual Lutero foi o “fundador da gnose” (que o Pedro Arroja cita) é patética. E a ideia de que “a maçonaria foi buscar a sua filosofia a Espinoza e a Locke”, é um simplismo.

Dos movimentos protestantes, alguns tiveram forte influência gnóstica (por exemplo, o Calvinismo, que deu origem, mais tarde, aos puritanos iconoclastas ingleses e holandeses), mas já não podemos dizer o mesmo do luteranismo.

A maçonaria (em geral) sofre influência do hermetismo (e não do gnosticismo) que, à semelhança da ortodoxia católica, admite que a razão humana pode, de certo modo, alcançar Deus.

O Deus hermético é mais pessoal e menos abstracto do que o Deus gnóstico (que se distingue do demiurgo gnóstico): o Deus hermético (o “Grande Arquitecto” da maçonaria) “é o Pai de todas as coisas, criou o ser humano à sua própria semelhança e amou-o como seu próprio filho” (Poimandres, C.H. I,1).

Não significa isto que algumas correntes maçónicas — por exemplo, as lojas maçónicas irregulares, como o GOL (Grande Oriente Lusitano) — tivessem optado pela “religião natural” que esteve na base do deísmo que alimentou a revolução francesa e a americana. Mas a esmagadora maioria das correntes maçónicas baseia-se no hermetismo, e não no gnosticismo. Mas os mistérios maçónicos ou herméticos (iniciação maçonica) são uma regressão espiritual em relação aos Mistérios Cristãos.

Sábado, 2 Julho 2016

O assalto da maçonaria ao Partido Social Democrata

Filed under: Política — O. Braga @ 7:31 pm
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Política   Alternativa no PSD  Passos dá espaço a Montenegro

 

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A Europa maçónica está em crise

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:31 am
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O jornal Púbico publicou um editorial em que a repetição das eleições na Áustria (devido a fraude eleitoral) é diabolizada. Para o politicamente correcto, a democracia é boa quando ganha a Esquerda; e “populismo” é a palavra usada pela Esquerda (e pela Não-Esquerda) quando a democracia assusta. Tudo se justifica se a Esquerda (ou a Não-Esquerda, que é a “direita” direitinha obediente à Esquerda) ganha as eleições: a fraude eleitoral é boa desde que o politicamente correcto saia vencedor.

Acontece na Europa um fenómeno interessante: no sul, é a Esquerda radical que é crítica da União Europeia; e no norte, é a chamada “extrema-direita” que critica a União Europeia. Por outro lado, existe uma discrepância entre os partidos da “extrema-direita europeus”: em França e na Holanda, a “extrema-direita” apoia Putin; na Polónia e na Hungria, a “extrema-direita” apoia a NATO e os Estados Unidos (não apoiam Obama: apoiam os Estados Unidos). ue-esq-dir


Temos que denunciar o epíteto de “extrema-direita”.

Se o politicamente correcto radicaliza à esquerda, até o Partido Social Democrata corre o risco de ser incluído na extrema-direita. Qualquer dia, até o Partido Socialista é de extrema-direita. Se a democracia não é possível sem o Estado-Nação, então segue-se que a abolição de fronteiras, que os burocratas maçónicos da União Europeia defendem, é antidemocrática. À medida que a Esquerda radicaliza, o centro político passa a ser “extremista”. Por este andar, qualquer dia o António Costa é da extrema-direita. Ou seja, se existe extremismo político, é o do politicamente correcto a que o jornal Púbico obedece caninamente.

A União Europeia só tem uma saída: adoptar a visão de Charles de Gaulle acerca da Europa, em que este recusava o supra-nacionalismo e tentou sempre reduzir os poderes da burocracia em Bruxelas. De Gaulle defendia uma confederação, e não uma federação como defendem os actuais europeístas. E quando, no Tratado de Nice, a maçonaria fez questão de retirar a matriz cultural cristã do ideário de construção europeia, deu uma machadada decisiva na utopia europeísta.

Segunda-feira, 18 Abril 2016

A Maçonaria e o aborto

 

Segundo a maçonaria, o aborto “é um símbolo do melhoramento do Homem e da sociedade em que os maçons trabalham”; o aborto é “um pilar da nossa sociedade”.

Eu pensei que, para os “humanistas”, o aborto fosse um mal necessário (como a guerra pode ser um mal necessário); mas não é: em vez disso, o aborto é “um pilar da nossa sociedade”.

Terça-feira, 29 Março 2016

A irresponsabilidade da Esquerda em relação à islamização da Europa

 

O Vítor Cunha escreve sobre a evolução do Islão:

“Significa isto que, um progressista, depois de permitir a destruição da ordem estabelecida by proxy, será obrigado a reconquistar o controlo dessas áreas para a comunidade global que pretende governar, eventualmente através de acções de extermínio, a julgar pela história”.

O objecto de ódio dos “progressistas” é a cultura de raiz cristã que, segundo Max Weber e Gramsci, está na origem do capitalismo.

Os “progressistas” aliam-se até com o diabo em pessoa, se for necessário, para combater a alegada “causa do capitalismo” (a cultura cristã e ocidental); e o que vier a seguir à derrota da cultura ocidental terá uma qualquer solução (não interessa agora saber qual; depois se verá). Vem daí o ódio visceral da Esquerda à cultura ocidental, que está na origem do multiculturalismo que é visto como um meio ou instrumento de combate contra o famigerado capitalismo.

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Segunda-feira, 21 Março 2016

O lápis azul da União Europeia

 

“Os Estados devem fazer uso de várias medidas para sancionar a circulação "de discursos de ódio", mas tentando ao máximo salvaguardar a liberdade de expressão, recomendou aos seus 47 Estados membros, entre eles Portugal, o órgão interno do Conselho da Europa responsável por políticas anti-racistas”.

Estados devem sancionar "discursos de ódio"

A União Europeia começa a entrar em terreno movediço. ¿O que é “discurso de ódio”? O artigo responde:

“O "discurso de ódio" é definido como assentando na tese "de que uma pessoa ou um grupo são superiores a outros"”.

Por exemplo, quando eu digo que “a cultura islâmica trata a mulher abaixo de cão”, ¿isto é “discurso de ódio”? Quando eu digo que a cultura alemã, por exemplo, é superior à cultura turca, ¿incorro em “crime de ódio”?

O grande Fernando Pessoa escreveu o seguinte:

visado“O patriotismo, vimos nós e demonstrámos, é a base do instinto social — é, mesmo, o único instinto social verdadeiro; não é, de resto, mais que um egoísmo colectivo, ou, melhor, a forma colectiva do egoísmo, base de toda a vida psíquica.

Demonstrámos também que, ao contrário da inteligência, que busca compreender, e, pois que o busca, não pode odiar o que compreende, o instinto odeia tudo quanto não seja ele, que o instinto é, portanto, radicalmente antagonista. No campo individual, isto dá a ânsia da concorrência, a tendência constante para esmagar e entravar o esforço alheio (no que individual) que é a base da vida da humanidade, a causa dolorosa de toda a civilização.

Se o amor é a fonte de toda a vida individual, o ódio é a fonte de toda a vida social. É do ódio entre homem e homem que a civilização nasce, e não só do ódio entre o homem e o homem, como do ódio entre nação e nação”.

→ Fernando Pessoa (“Do sufrágio político e da opinião pública”)

O que a “elite” política europeia pretende é eliminar o instinto dos povos da Europa, reduzindo os cidadãos dos vários países a uma massa amorfa.

Essa gente tem que ser combatida, nem que seja a tiro.

Sábado, 6 Fevereiro 2016

Os defensores da eutanásia deveriam imediatamente eutanasiados

 

A mesma elite política que legalizou o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos à revelia da vontade do povo português, irá certamente legalizar a eutanásia.

Estamos perante a adopção da filosofia da “República” de Platão, em que uma elite se arroga no direito de definir o destino de toda a sociedade sem a consultar.

Quaisquer argumentos racionais contra a legalização da eutanásia, não irão adiantar absolutamente nada, porque a decisão já foi tomada nas lojas maçónicas e nas sedes dos partidos políticos jacobinos. O parlamento português está sitiado e condicionado; a classe política está controlada. O debate está inquinado à partida, e qualquer discussão pública sobre o assunto é prolixa.

Das duas, uma: ou o povo baixa os braços; ou reage com violência física — por exemplo, dando à Paula Teixeira da Cruz, desde já, a eutanásia que ela defende. Todos os defensores da eutanásia deveriam imediatamente eutanasiados, para que a sociedade possa manter a sua salubridade ética e cultural.

Quinta-feira, 4 Fevereiro 2016

Ex-maçon com o 14º grau confessa a responsabilidade maçónica nas engenharias sociais

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:55 pm
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Em um livro publicado recentemente, um ex-maçon francês (Serge Abad-Gallardo) reconhece que as leis francesas do aborto, a eutanásia, o "casamento" gay ou da adopção de crianças por pares de invertidos, foram gizadas pela maçonaria.

Cerca de 20% dos deputados franceses são maçons, embora a maçonaria represente apenas 0,3% da população francesa. Os maçons votam no parlamento enquanto maçons, e independentemente do partido político a que pertencem; ou seja, a maçonaria funciona como um partido político.

As leis contra a família natural, promovidas pela maçonaria, têm como objectivo destruir a influência cristã na cultura antropológica. Por outro lado, a maçonaria é uma aliada formidável da plutocracia globalista: o ser humano sem família, ou com uma família precária, é facilmente manipulável.

Sexta-feira, 29 Janeiro 2016

Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager

Filed under: Portugal — O. Braga @ 7:38 am
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“¿Como é que, algures pelo caminho dos últimos anos, perdemos a independência?

¿Como é que permitimos, todos, povo e governantes, o que se está a passar?

E não me venham com a dívida. A dívida ajuda e muito, mas não é a questão central. A questão central é que ao abdicarmos de soberania, abdicamos também de democracia.

E estamos agora governados por uma burocracia anónima, sem legitimidade eleitoral, que responde aos seus donos e nós não somos donos de nada. Nem sequer de nós próprios”.

José Pacheco Pereira


José Pacheco Pereira faz perguntas mas sabe as respostas. Ou, se não sabe, deveria saber.

Antes de mais, há que perguntar:

  • ¿quem são os “donos” de que fala o José Pacheco Pereira?
  • ¿E quem são os “capatazes” (os Kapos) dos “donos”?
  • ¿E quem são os aspirantes a “Kapos” do futuro “Konzentrationslager” em que se transforma Portugal?

Portanto, existem os “donos”, os capatazes (ou “Kapos”), e os aspirantes a Kapos. E o povo português faz parte da massa do Konzentrationslager. Os aspirantes a Kapos querem ser os futuros capatazes, independentemente da ideologia política que adoptam neste momento. Um Kapo foi Passos Coelho e é António Costa, por exemplo. E podem ser Catarina Martins ou Rui Tavares, no futuro: o que interessa ao Kapo é o Poder apenas pelo Poder (a política enquanto mero meio para atingir quaisquer fins inconfessos), e os “donos” sabem disso.

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Por detrás da organização do Konzentrationslager existe uma hierarquia determinada por forças não democráticas que actuam decisiva- e ilegitimamente na sociedade — por exemplo, o grupo de Bilderberg do Pinto Balsemão que o José Pacheco Pereira tanto respeita, ou a maçonaria internacional a quem o José Pacheco Pereira tanto dá loas.

Os “donos” controlam o sistema hierárquico do Konzentrationslager, e nomeiam os Kapos.

Na sua condição de Kapo, este não toma partido pela massa do Konzentrationslager. O Kapo procura o compromisso com o povo que sirva os interesses dos “donos”. O Kapo é um capataz, e no Konzentrationslager não pode existir soberania que não lhe seja exterior. A soberania existe, de facto, mas está fora do Konzentrationslager.

Portanto, o problema de Portugal é o das elites que não existem enquanto tal. Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager.

Segunda-feira, 23 Novembro 2015

O ideal da Esquerda em relação à Europa

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Sábado, 14 Novembro 2015

O ataque de ontem em Paris é o prelúdio de uma guerra civil que pode durar décadas

 

Aquilo a assistimos ontem em Paris é apenas o começo; o horror que se prepara na Europa será incomensuravelmente maior, à medida que a singularidade islâmica se vai afirmando através da imigração muçulmana em massa.

Depois do ataque de ontem em Paris que causou mais de 140 mortos e mais de 200 feridos, ouvi o embaixador Seixas da Costa afirmar na TVI24 que “não se trata de um ataque islamita”, mas de um ataque de “meia dúzia de radicais islâmicos”. Esta narrativa foi mais ou menos comum a todos os comentadores em todos os canais de televisão. Houve mesmo quem dissesse que há “quatro versões do Islão”, como se o Alcorão não fosse um só.

Em todos os me®dia — incluindo no FaceBook — os “progressistas” tentam eliminar qualquer nexo de causa e efeito entre a imigração islâmica, por um lado, e os ataques em Paris, por outro lado. E à medida que os ia ouvindo, ia-me lembrando do que eu li de Eric Voegelin.


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