perspectivas

Domingo, 31 Janeiro 2016

Os globalistas criaram o mosquito transgénico do vírus Zika

Filed under: cultura — O. Braga @ 12:48 pm
Tags: , , ,

 

bill-gatesVemos neste vídeo em baixo o que significa a palavra “prometaico”, que deriva da figura mitológica grega que deu pelo nome de Prometeu, e que estava convencido de que o conhecimento (a ciência) traria a solução para todos os problemas da humanidade. Quando Prometeu desobedeceu a Zeus, este criou Pandora, uma mulher lindíssima, e deu-lhe uma caixa em que estavam encerrados todos os males possíveis e imaginários. Ainda hoje se utiliza a expressão “caixa de Pandora” para designar o castigo de Zeus a Prometeu que é o símbolo do homem revolucionário.

O vídeo demonstra como Bill Gates financiou a criação do mosquito transgénico que inocula o vírus Zika nas Américas. Não podemos afirmar que Bill Gates agiu propositadamente, mas podemos certamente dizer a figura prometaica que é Bill Gates abriu uma caixa de Pandora cujas consequências são imprevisíveis.

O homem moderno está convencido de que a ciência controla a Realidade. Trata-se de uma espécie de fé religiosa em relação à ciência, uma fé no poder absoluto do ser humano sobre a Realidade. A ciência está convencida de que, através da verificação estatística, pode prever o futuro; mas a verdade é que a estatística baseia-se no passado, e não há nenhuma garantia de que o futuro se possa basear absolutamente no passado.

 

Sábado, 30 Janeiro 2016

Anselmo Borges e o enigma de Deus

 

Anselmo Borges escreve o seguinte:

“É possível que Deus exista, mas também pode não existir. Ninguém pode dizer que sabe que Deus existe, mas também ninguém pode dizer que sabe que Deus não existe. Ninguém sabe se na morte encontramos a vida na sua plenitude em Deus ou se, pelo contrário, para cada pessoa tudo acaba na morte. Este é o grande enigma da vida de cada homem, de cada mulher”.

Anselmo Borges poderia ter escrito: “Este é o grande enigma da vida de cada ser humano”, englobando o homem e a mulher em uma mesma categoria. Mas o politicamente correcto exige que o homem e a mulher pertençam a espécies diferentes. Noutros tempos, dizíamos “Minhas senhoras e meus senhores!” por uma questão de boa educação; hoje, dizemo-lo por obrigação politicamente correcta.


Anselmo Borges erra quando confunde “enigma”, por um lado, e “mistério”, por outro lado.

Aliás, esse erro foi decalcado do livro do jesuíta a que se refere o Anselmo Borges no artigo. Quando estudei a História de Portugal no liceu, pensei que a expulsão dos jesuítas por parte do Marquês de Pombal tivesse sido um exagero; hoje tenho dúvidas se não teria justificação racional. Não é acaso que o papa-açorda Francisco é jesuíta.

Um enigma tem solução, por princípio; um mistério é insolúvel, à luz da razão humana.

O problema do homem moderno é o de que não aceita, por princípio, de que há coisas que não compreende (no sentido do racional determinístico) e nem nunca compreenderá: a ideia segundo a qual possam haver realidades ou fenómenos racionalmente inacessíveis ao ser humano é um sacrilégio modernista e cientificista.

Perante o Ser de Deus (e não a “existência” de Deus, porque Deus não “existe” da mesma forma que o Anselmo Borges), o ser humano debate-se com um mistério, e não com um enigma. Por isso é que a Igreja Católica tradicional fala do “mistério da fé”; talvez a Igreja Católica do papa-açorda Francisco, cientificista e secularista, passe a falar no “enigma da fé”.


A julgar pelo texto de Anselmo Borges, Deus é uma espécie de velho com barbas brancas que vive acima das nuvens, na companhia de S. Pedro que é o manda-chuva. Por isso é que, segundo o Anselmo Borges e o jesuíta autor do livro, “ou Deus existe, ou não existe”. “O ser de Deus não pode ser compreendido como a existência de um existente ao lado ou acima de outros existentes. Se Deus fosse um existente, estaria submetido às categorias da finidade, sobretudo ao espaço e ao tempo” (Paul Tillich).

“O espiritual é fundamental para mim; vou mesmo ao ponto de afirmar que não existe matéria, mas apenas espírito. (…) Aquilo que constitui o fundamento da realidade não é a matéria, mas um campo que, no entanto, não é material, representando, contudo, uma espécie de potencialidade. Um potencial que possui a capacidade de se materializar”. Quem escreveu isto não foi o abade da minha paróquia: foi Hans-Peter Dürr 1.

A ciência actual não pode ser materialista; ou não é ciência. Mas a verdade é que o naturalismo continua a ser o esteio da ciência que impõe uma cultura materialista.


Finalmente, Anselmo Borges confunde “dogma religioso” com “dogma cientificista” — colocando os dois tipos de dogma no mesmo plano ou nível.

É certo que o cientificismo naturalista é uma espécie de religião, mas trata-se de um monismo, imanente e materialista; é uma espécie de religião que apenas se foca em uma pequena parte da Realidade.

A Bíblia é um livro com que os primeiros cristãos transmitiram as suas experiências com Deus sob a forma de imagens, mitos e metáforas. As imagens dizem mais do que as palavras, porque conseguem superar frequentemente a contradição entre o individual e o universal. Por exemplo, a arte: a arte começa onde a linguagem acaba. A religião utiliza a arte das imagens para criar símbolos intersubjectivos que formam a comunidade dos crentes.

Para que estas experiências, e as respectivas imagens (símbolos) que as representam, possam fundar uma comunidade, aquelas são formuladas em dogmas. No sentido religioso propriamente dito — mas não no sentido cientificista ou naturalista —, um dogma é uma afirmação sobre a Realidade que está para além daquilo que é alcançável através da linguagem. O dogma religioso é a tradução do modus ponens da experiência secular religiosa dos cristãos: é uma espécie de “ajuda racional”.

Ou seja, o dogma religioso é um dogma positivo; o dogma cientificista é um dogma negativo (a negação do Ser). Colocar os dois tipos de dogma no mesmo plano de análise, é uma estupidez.


Nota
1. “Gott, der Mensch und die Wissenschaft”, 1997

Quarta-feira, 27 Janeiro 2016

Como os russos vêem o homossexualismo

Filed under: cultura — O. Braga @ 7:22 pm
Tags: , , , , ,

 

(via)

A confusão do Rolando Almeida sobre factos e valores

Filed under: cultura — O. Braga @ 12:48 pm
Tags: , , , ,

 

“Subjectividade e objectividade respeita às afirmações que fazemos e à sua relação com a verdade. Fazemos afirmações sobre factos e afirmações sobre valores, vulgo juízos de facto e juízos de valor. Especialmente no secundário haveria de corrigir alguns aspectos terminológicos. Isto porque se ensina na primeira unidade o que é uma proposição, mas quando se fala em valores fala-se em juízos. Nada me parece errado aqui. Mas seria preferível referir “proposições sobre factos” e “proposições sobre valores”, já que é disso que se trata e, desse modo, habituávamos os estudantes a uma uniformização lexical que me parece de todo vantajosa, pelo menos neste nível de ensino.”

Rolando Almeida


A oposição entre juízos de facto e juízos de valor é mais aparente do que real.

O uso do juízo de valor enuncia o que “deve ser”, e o que “não deve ser”. Embora não possa existir uma ciência normativa constituída por juízos de valor, mas apenas uma ciência crítica, podemos contudo tomar como base de discussão a afirmação inversa: os juízos de valor são meros juízos de facto que enunciam, embora de forma “sinuosa”, o pensamento (que é efectivamente um facto) "valorizador" daquele que fala.

O pensamento de uma pessoa acerca de um qualquer fenómeno, é um facto, que pode ser verdadeiro ou falso.

Essa verdade ou falsidade do juízo de valor pode ser verificada através de uma ciência crítica que, tal como na ciência normativa dos juízos de facto, depende dos pressupostos (postulados, axiomas) de que parte. Por exemplo, se eu disser que “o João mede 1,76 metros de altura”, essa verdade (a ser verdade) é intersubjectiva (ou seja, objectiva), mas parte do postulado de uma bitola de medição física macroscópica que tem como pressuposto (axioma) a velocidade de rotação e de translação da Terra, por exemplo. Outro exemplo: se colocarmos dois relógios acertados um com o outro — um deles na estratosfera, e outro dentro da crusta terrestre, ao fim de algum tempo os dois relógios deixam de estar acertados um com o outro.

Ou seja, a verdade de um juízo de facto depende da verdade de outro juízo de facto que lhe está subjacente e, assim ad infinitum.

Tal como acontece com os juízos de facto, os juízos de valor dependem de postulados e/ou axiomas.

Ou seja, à luz da ciência mais actual, o juízo de valor é tão relativo quanto é o juízo de facto. Não é possível, em bom rigor, afirmar que o juízo de valor é mais passível de ser verdadeiro ou falso do que um juízo de valor.

Se considerarmos que o juízo de valor é relativo, teremos também a aceitar que o juízo de facto também é relativo — o que seria a negação da ciência enquanto tal.

A ideia segundo a qual “a verdade das proposições sobre valores depende directamente das crenças” é tão válida quanto a ideia segundo a qual “as proposições sobre factos depende directamente das crenças” — porque a ciência (empírica ou teórica) também é baseada em crenças, embora crenças de grau superior.

O que interessa, tanto no juízo de facto quanto no juízo de valor, é a fundamentação racional do juízo que justifica a crença, e não apenas a crença entendida em si mesma.

Domingo, 24 Janeiro 2016

Movimento Identitário Europeu

 

Lambda_-_Identitäre_Bewegung.svg

Legendas em inglês

Quarta-feira, 13 Janeiro 2016

Cátaros, albigenses e valdenses eram seitas gnósticas

 

O problema da narrativa histórica é o de que depende da interpretação dos factos, e não dos factos em si mesmos; ou melhor dizendo, os factos documentados apenas servem para fundamentar uma qualquer interpretação deles. Os historiadores contam uma história que não tem necessariamente uma relação causal e, sobretudo, não vai à essência dos factos.

Temos aqui uma narrativa histórica acerca dos cátaros, albigenses e valdenses; os factos citados (datas, eventos, nomes de pessoas) correspondem, grosso modo, à verdade histórica. Mas o erro da narrativa está na essência: parte-se do princípio (na narrativa) de que as seitas da Antiguidade Tardia que deram origem aos cátaros, albigenses e valdenses, eram cristãs — o que é absolutamente falso.

O problema dos historiadores em geral é o de não terem estudado suficientemente filosofia. Afirmar que as seitas gnósticas da Antiguidade Tardia eram cristãs, é um erro de palmatória.

(more…)

Domingo, 3 Janeiro 2016

Música celta portuguesa II

Filed under: cultura — O. Braga @ 4:57 pm
Tags: ,

 

Música celta portuguesa

Filed under: cultura — O. Braga @ 4:34 pm
Tags: ,

 

Sexta-feira, 1 Janeiro 2016

O Pedro Arroja e os conceitos de “povo” e de “massa”

Filed under: cultura — O. Braga @ 7:17 pm
Tags:

 

Estou essencialmente de acordo com este texto do Pedro Arroja sobre a distinção entre “povo”, por um lado, e “massa”, por outro lado. Note-se que é raro que eu esteja de acordo, na essência, com uma qualquer opinião.

Porém, convém dizer que essa distinção tomou forma na cultura intelectual europeia a partir do sociólogo alemão Ferdinand Tönnies que fez a distinção entre Gemeinschaft e Gesellschaft, que na língua alemã não significam a mesma coisa, mas que nas outras línguas podem ser traduzidos por “povo” ou “sociedade”.

Na língua alemã, Gemeinschaft tem a conotação de “comunidade”, e Gesellschaft a conotação de “sociedade”. A partir de Max Weber, Gesellschaft passou a ser traduzido genericamente por “massa”.

Em suma, o povo é a comunidade (Gemeinschaft) e a massa é a sociedade (Gesellschaft) em que a identidade da Gemeinschaft se perde.

Quinta-feira, 31 Dezembro 2015

A confusão ateísta entre o infinito e o finito

Filed under: cultura — O. Braga @ 4:41 pm
Tags: , , , , ,

 

O Domingos Faria elabora aqui um arrevesado lógico para chegar à conclusão de que Deus permite o Mal. O problema é o de que os ateus dizem que “se Deus é Bom, não deveria permitir o Mal” — ou seja, os ateus acham-se no direito de impôr a Deus aquilo que Ele deveria ou não permitir.

“Se existisse um Deus bom e omnipotente — dizem os ateístas — teria necessariamente que intervir contra os males. Porém, dado que existem os males, resulta daí — continua o argumento ateísta — que ou Deus não quer ajudar, e neste caso não é bom; ou não pode ajudar, e neste caso não é omnipotente.

Este argumento ateísta é completamente incongruente, porque quem afirma que a existência dos males no mundo é a prova da inexistência de Deus, parte do princípio de que tem o direito natural de viver em um mundo absolutamente positivo; o ateísta vê o problema da seguinte maneira: o bem entende-se por si mesmo; só o mal constitui problema.”

A negação ateísta de Deus mediante a existência do Mal

Este argumento ateísta afirmou-se, na cultura, com o Romantismo, com a sua tendência para identificar o finito com infinito (imanência, monismo). Trata-se de um erro de palmatória. Nicola Abbagnano faz a crítica ao romantismo de Hegel e Croce (§719):

“Mas como pode um espírito infinito (Deus), ou seja, por definição auto-suficiente, numa categoria sua (por definição, universal) ser necessidade, paixão, individualidade, etc., que são características constitutivas do finito como tal e elementos ou manifestações da sua natureza, é um problema que Croce (como Hegel) nunca considerou”.

Na literatura romântica portuguesa surge, por exemplo, “A Velhice do Pai Eterno” de Guerra Junqueiro, em que Deus é considerado “eterno”, ou seja, em que o “infinito” é traduzido por “eterno”.

Porém, o infinito não se confunde com o eterno: podemos dizer que o infinito concebe tudo o que está para além do espaço-tempo, sendo que, neste sentido, o infinito é “detectado” (por assim dizer) de uma forma objectiva pela Razão, pela Lógica, e pela matemática.

Na realidade subjectiva, o infinito também é "detectado" através da intuição do “ilimitado”, e também através do testemunho da interioridade que inspira o infinito que contém o finito (quando se fala do “Ser em Si”).

Domingo, 27 Dezembro 2015

O jornal Público e a crise da imprensa diária

 

Eu não queria ser (actualmente) responsável pela área comercial de um jornal diário. A demonstração disto está neste artigo publicado no jornal Público por uma criatura que dá pelo nome de Alexandra Lucas Coelho.

Segundo a escriba, o corolário da crise da imprensa diária desemboca na necessidade de deixar de a imprensa ser um negócio, para ser um instrumento de “responsabilidade social”. Esta posição explica, em parte, a crise do jornal a que eu chamo de jornal “Púbico”.

“A mudança histórica, então, seria deixarem de ser pensados como um negócio — propício ao prejuízo, a cada ano decepcionante para accionistas e desestabilizador para trabalhadores que vão perdendo condições — e serem tomados como responsabilidade social”.

Para não acabar de vez com os jornais (e a democracia)

Desde o surgimento da imprensa com Gutemberg, esta sempre foi a sobreposição do negócio e da “responsabilidade social”; mas a criatura pensa que o negócio deve ser descurado para que a imprensa pertença sobretudo a uma área de “responsabilidade social”. Esta posição é um decalque actualizado da lógica comunista, onde o facto de os jornais darem prejuízo era justificado pela “responsabilidade social” que era um eufemismo para “propaganda ideológica”.

(more…)

Sábado, 12 Dezembro 2015

Alberto Caeiro e o paganismo positivista

 

"A religião não só é a condição da liberdade eficaz do pensamento, como é a condição da função hígida do pensamento"
— Fernando Pessoa


Ser reaccionário é compreender que o ser humano é um problema sem solução humana.
(Nicolás Gómez Dávila)

Já demonstrei aqui que Fernando Pessoa era um gnóstico — não só no sentido moderno da atitude de revolta contra a Realidade, mas também no sentido místico próprio da Antiguidade Tardia. Portanto, os textos de Fernando Pessoa e dos seus personagens têm que ser “filtrados”.

Ou seja, Fernando Pessoa não era propriamente um reaccionário. Ser reaccionário é compreender que o ser humano é um problema sem solução humana (Nicolás Gómez Dávila). Qualquer tipo de ideologia prometaica dos “amanhãs que cantam” e do “futuro certo” é revolucionária, ou seja, é gnóstica.


Vejamos aqui um trecho de Fernando Pessoa, aliás, Alberto Caeiro:

“O neo-paganismo português reconhece que as pátrias são apenas meios para um fim, que as transcende. Esse fim nem é a Religião, nem a Humanidade, mas a Civilização — isto é, o aumento constante de aquisições científicas, de possibilidades de emoção agradável, e de meios fáceis de acção; o acréscimo em suma, do conteúdo da inteligência, do conteúdo da sensibilidade, do conteúdo da vontade”.

O neo-paganismo português


"O papel intelectual do sentimento religioso é, em primeiro lugar, o de estabilizador e disciplinador da inteligência"
— Fernando Pessoa

Para se perceber este trecho de Alberto Caeiro é necessário, em primeiro lugar, saber o que representa o Alberto Caeiro em relação a Fernando Pessoa; e depois ter a noção da oposição que movia o Fernando Pessoa contra o Alberto Caeiro.

Fernando Pessoa não concordava com Alberto Caeiro. Por isso é que é muito simplista apresentar um texto de um dos personagens de Fernando Pessoa e afirmar que é a opinião deste. Só devemos dizer que determinada opinião é de Fernando Pessoa quando é assinada pelo próprio Fernando Pessoa, e não por um dos seus múltiplos.

“A ausência de sentimento religioso tem isto de péssimo: é a ausência de toda a base, de todo o ponto de apoio para se progredir"
— Fernando Pessoa

Alberto Caeiro era um positivista (no sentido de Augusto Comte e do paganismo naturalista do Positivismo); Fernando Pessoa era anti-positivista (no sentido místico) .

Alberto Caeiro escreve o seguinte: “as três condições de criação civilizacional são: a liberdade do indivíduo, a homogeneidade da pátria, e a dedicação a um princípio superior à Pátria”. Fernando Pessoa escreve o seguinte: “tenho visto muita coisa neste mundo mas não vi ainda a liberdade.”

Segundo Fernando Pessoa, “o progresso é uma revolta contra a espécie humana” (sic). Segundo Alberto Caeiro, o progresso é uma lei da Natureza. Quem não compreender a idiossincrasia de Fernando Pessoa não compreende a sua “Mensagem”.

Fernando Pessoa sabia perfeitamente que não é possível haver civilização sem religião; ou, na terminologia de Kant, a religião é a condição da civilização. E o paganismo ou neo-paganismo, como quiserem, não é uma religião superior: quem estudou a História das Religiões sabe perfeitamente disso.


“A religião é a perpétua afirmação do presente; a História é a perpétua negação do presente”. — Gabriel Marcel

Página seguinte »

O tema Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 729 outros seguidores