perspectivas

Quarta-feira, 18 Janeiro 2017

Londres, 2017

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:12 pm
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Sábado, 2 Julho 2016

Uma das razões do #BREXIT

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:28 am
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As classes trabalhadoras dos países desenvolvidos não têm melhorado as suas condições de vida, no período de 1988 a 2008, em contraponto com todas as outras classes sociais em todo o mundo.

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Sexta-feira, 24 Junho 2016

Agora começa uma nova fase: um novo referendo para anular este referendo,

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 8:09 am
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e depois outro referendo, e depois outro, até que os burocratas de Bruxelas consigam submeter os ingleses. E chamam a isso “democracia”.

A “direita” politicamente correcta de tipo “Observador”, perdeu. Rui Ramos perdeu; Paulo Sande perdeu; e o Paulo Rangel também.

Get over it.

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Quinta-feira, 23 Junho 2016

BREXIT: a Esquerda aliou-se às classes mais altas

Filed under: Política — O. Braga @ 11:03 am
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A Esquerda europeia e britânica aliou-se às classes altas do Reino Unido. Quem luta pelo LEAVE são as classes trabalhadoras e os mais pobres.

brexit-classes

Segunda-feira, 20 Junho 2016

Como o leviatão da União Europeia e o politicamente correcto apresentam o BREXIT

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:02 pm
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Brexit-nazism

Sexta-feira, 17 Junho 2016

A segregação sexual volta a estar na moda

 

Vemos, na foto abaixo, o Presidente da Câmara de Londres, o muçulmano Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan, em uma acção de propaganda a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia.

Reparem como as mulheres estão separadas dos homens. Segregar as mulheres é fixe; é politicamente correcto; é de Esquerda e  fica bem.

Sadiq “Mamaqui Fodali” Khan

Quinta-feira, 16 Junho 2016

Morreu a “Catarina Martins do Reino Unido”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:20 pm
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A deputada britânica Jo Cox, assassinada hoje, era uma espécie de “Catarina Martins do Reino Unido”. Como é óbvio, o acto cometido é condenável; mas revela a actual radicalização da política no Ocidente, e particularmente na Europa.

“Quem semeia ventos, colhe tempestades” — diz o povo.

É bom que a classe política pare para pensar um pouco, em vez de insistir na radicalização política; na Europa, já vivemos em uma guerra civil de baixa intensidade, e com tendência para se agravar a situação.

Domingo, 12 Junho 2016

Mais vale arrebentar, para começar de novo. O que começa mal, tarde ou nunca se endireita.

Filed under: Política — O. Braga @ 9:46 am
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abandon-ship

Quarta-feira, 8 Junho 2016

A polícia feminina britânica

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:09 pm
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A polícia feminina britânica adoptou o Hijab (véu islâmico) como parte do uniforme para as mulheres da comunidade islâmica, segundo notícia da BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation).

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Entretanto já sugeri à BBC (por email) uniformes para a polícia feminina das comunidades Bantu e da Papua.

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Sexta-feira, 8 Maio 2015

Não existe democracia no Reino Unido

Filed under: Política — O. Braga @ 12:35 pm
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O partido UKIP (United Kingdom Independent Party) teve 5 milhões de votos e 1 assento do parlamento; os socialistas do SNP tiveram 1,5 milhões de votos e 30 assentos.

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¿Isto é democracia?! Onde está a representação do povo?!

Na Era em que vivemos, caracterizada pela informática e pela cibernética, não há razão para não termos uma democracia directa. Naturalmente que os donos do sistema “democrático” — que de democrático só tem o nome — irão dizer que a democracia directa conduz à demagogia e ao populismo; mas demagogia e populismo são termos que os “democratas” utilizam quando a democracia os assusta.

Ou a democracia directa, ou então acabemos com esta “democracia”.

Domingo, 23 Março 2014

A família Pedro e o novo fascismo suave britânico

 

O Reino Unido, do “conservador” David Cameron, é o exemplo do sincretismo entre a Escola Económica de Chicago, na economia, por um lado, e, por outro lado, o politicamente correcto (ou marxismo cultural) na cultura antropológica imposta a partir do Direito Positivo (engenharias sociais). Aliás, o Reino Unido é o paradigma do Partido Social Democrata de Passos Coelho: o Estado deve ser mínimo na economia e na área de apoio social, mas deve ser máximo no controlo e policiamento dos cidadãos, tanto na sua vida privada como pública.

gay-police-sml-webEste sincretismo é uma nova forma (mais suave, por enquanto) de fascismo, porque pretende conciliar o igualitarismo de esquerda na cultura antropológica (o politicamente correcto), com a imposição de uma desigualdade exacerbada na economia — não nos podemos esquecer que o fascismo de Mussolini foi também um sincretismo entre o socialismo/igualitarismo italiano não-marxista, por um lado, e, por outro lado, uma espécie de corporativismo nacionalista que servia quase exclusivamente os interesses dos grandes latifundiários italianos e de uma elite proprietária da grande indústria.

A Inglaterra actual pode ser reduzida ou sintetizada da seguinte maneira: a preponderância absoluta dos interesses económicos e financeiros da City de Londres, na economia, por um lado, e, por outro lado, pela imposição, na cultura antropológica e por via do Direito Positivo, de uma ética e de uma moral arbitrárias e discricionárias que segue o igualitarismo politicamente correcto e de esquerda, e que depende absolutamente da vontade exclusivista e discricionária de uma certa elite judiciária — os juízes e a polícia, apoiados pelo compromisso parlamentar (o tal “sincretismo”) entre a esquerda fabiana de Edward Milliband e a “direita conservadora” de David Cameron.

familia pedro web

É neste contexto que surge o caso da família Pedro, uma família portuguesa de Almeirim cujos cinco filhos foram retirados à mãe e ao pai, de uma forma absolutamente irracional e arbitrária, e foram entregues pelo Estado para adopção e/ou a cuidados de outras famílias de acolhimento, que, em maioria, são “famílias gay”. A Inglaterra é o único país do mundo onde uma família cristã não pode adoptar uma criança, por ser cristã e assumir-se como cristã, mas um qualquer par de gays já pode adoptar.

¿E o que fazem as autoridades portuguesas, no caso da família Pedro? Até agora, nada. E não fazem nada porque o governo de Passos Coelho e a Esquerda, em geral, chegaram também a um compromisso sincrético “neofascista” à moda inglesa: à laia de analogia, e não de comparação: o caso de Liliana Melo revela que o novo fascismo suave inglês foi também adoptado pelo regime da “direita” de Passos Coelho.

O drama da família Pedro pode ser seguido aqui.

Sábado, 31 Agosto 2013

Portugal tem que deixar de ser “o amigo da Espanha”, e passar a ser “o amigo da onça”

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 4:58 pm
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« Com o envio de uma Nota à ONU, da autoria da Missão Permanente de Espanha junto das Nações Unidas, em Nova Iorque, datada de 5 de Julho e até hoje completamente desconhecida da opinião pública portuguesa, sendo por nós revelada em primeira mão, reacendeu-se a disputa que, nas últimas décadas, tem levado as autoridades espanholas a porem em causa a dimensão da Zona Económica Exclusiva de Portugal em redor das Selvagens pelo facto de, afirmam os espanhóis, as mesmas não deverem ser classificadas como ilhas, mas sim como “rochas”.

A Missão espanhola escreve taxativamente que “Espanha não aceita que as Ilhas Selvagens gerem, de modo algum, Zona Económica Exclusiva, aceitando, todavia, que as mesmas gerem mar territorial uma vez que as considera como rochas com direito unicamente a mar territorial.”»

Selvagens – Reacendeu-se o conflito entre Portugal e Espanha sobre a ZEE das ilhas

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O Amigo da Onça

Portugal tem que mudar a sua estratégia diplomática em relação a Espanha e aproximar-se mais das posições britânicas – porque de Espanha não é possível esperar qualquer compromisso diplomático sério. Espanha é hoje, na Europa, um Estado pária, fortemente dividido pelas nacionalidades e em avançado estado de putrefacção.

Trezentos e setenta e dois anos depois de 1 de Dezembro de 1640 que expulsou o domínio filipino de Portugal que Espanha nunca aceitou; 198 anos depois da Conferência de Viena que outorgou a Portugal o direito ao território de Olivença que Espanha nunca respeitou; e trinta anos depois da entrada de ambos os países na União Europeia, Espanha continua a ter uma atitude de hostilidade gratuita e irracional em relação a Portugal.

Em resposta a esta contínua e multi-secular guerra de guerrilha castelhana em relação ao nosso país e ao nosso povo, a diplomacia portuguesa terá que mudar não só no que respeita aos apoios internacionais, mas também em relação à forma como lida com as nacionalidades espanholas – incentivando quanto for possível o desmembramento de Espanha em tantos países independentes quantas as nações que existem sob o controlo de Castela. E há muitas formas “politicamente correctas” de fazer isto.

É preciso acabar com a Espanha do centralismo castelhano, de uma vez por todas.

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