perspectivas

Sábado, 10 Março 2018

O feminismo e a destruição do masculino na cultura antropológica

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A tentativa de destruição simbólica do masculino na cultura antropológica — concertada pelo marxismo cultural, e perpetrada pelo feminismo aliado ao homossexualismo.

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Quarta-feira, 28 Fevereiro 2018

Podes tirar o negro da selva; mas nunca tiras a selva do negro

Filed under: África,África do Sul,cultura,cultura antropológica,Racismo — O. Braga @ 8:30 pm

 

Imagine o leitor o seguinte cenário:

Dado que a população não-branca de Portugal é (suponhamos!) de 2% do total da população do país, as empresas e o Estado não podem ultrapassar os 2% de empregados não-brancos. Trata-se de uma quota máxima estabelecida por lei para os negros e outras raças.

Este cenário é praticamente impossível na Europa — pelo menos, para já —; mas já se aplica na República da África do Sul.

Dado que a população europeia (branca) da África do Sul é de 8% do total, as empresas e o Estado só podem contratar (por lei) 8% de brancos.

Portanto, caro leitor, trata-se de racismo puro e duro, dos negros contra os brancos. O racismo negro é perfeitamente permitido pelo politicamente correcto (ou marxismo cultural). (more…)

Domingo, 18 Fevereiro 2018

A “música ligeira” está praticamente morta

Filed under: arte,cultura,cultura antropológica,música — O. Braga @ 5:12 pm

 

james-last-webDesde muito pequeno que me habituaram a ouvir a chamada “música ligeira”, que era uma espécie de versões de música ritmada instrumental e orquestrada de temas clássicos ou/e modernos, desde a música clássica até à chamada “música POP”.

Por exemplo, o meu pai comprou muitos discos do maestro francês Paul Mauriat que é um exemplo de um maestro de “música ligeira”, e eu habituei-me a ouvi-lo em casa e na rádio. Mauriat morreu em 2006.

Outro maestro muito divulgado e conhecido de “música ligeira” foi o americano Ray Conniff; morreu em 2002. De repente veio-me à memória o maestro francês de “música ligeira” Franck Pourcel; fui ver à Wikipédia: morreu em 2000.

Talvez o precursor da “música ligeira” e o mais antigo terá sido o maestro americano Percy Faith: faleceu em 1976. Billy Vaughn, outro maestro e compositor americano de música ligeira, faleceu em 1991. Finalmente, o maestro alemão de “música ligeira” James Last, nascido em Bremen (Alemanha) e residindo na Florida (Estados Unidos), deixou-nos em 2015.

Salvo esteja eu errado, o único espécimen ainda vivo da “música ligeira” é o pianista e maestro francês Richard Clayderman. Já não há mais ninguém.

A crise ou mesmo o desaparecimento da “música ligeira” reflecte a crise da música contemporânea que deixou de ter criatividade e não tem qualquer qualidade harmónica, por um lado, e por outro lado traduz a falta de educação dos nossos jovens no que respeita à chamada “música clássica” — porque a “música ligeira”, de certa forma, faz a simbiose (por assim dizer) entre a música clássica e a música contemporânea.

Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A CNN faz a apologia dos cornudos

Filed under: CNN,cultura,cultura antropológica,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 10:58 am

 

Para a Esquerda, ser cornudo é muito fixe — a julgar pela opinião do canal de televisão progressista CNN.

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Ou seja, se já és cornudo, torna-te militante do Partido Socialista ou do Bloco de Esquerda; e se ainda não és cornudo, inscreve-te num desses partidos para teres a honra de um par de cornos.

Quinta-feira, 18 Janeiro 2018

O Henrique Raposo anda a ver mal a “coisa”

 

“No entanto, meu caro, o problema central não é a rapariga. É o rapaz, é o homem. O problema não é o corpo vestido ou tapado da rapariga, é a cabeça do rapaz e do homem. No passado, nas sociedades ocidentais, as mulheres andavam tapadas, mas isso não impedia o abuso sistemático”.

Henrique Raposo


O Henrique Raposo faz uma confusão de tal forma que torna o texto dele ininteligível; é uma logomaquia acerca do fenómeno cultural feminista que é o #metoo .

Vejamos este vídeo do Tucker Carlson da Fox News:

 

Ao contrário do que parece, e ao contrário do que ele próprio diz, o Henrique Raposo segue o feminismo de quarta geração (que saiu da Revolução Sexual pós-moderna); e Catherine Deneuve segue o paradigma cultural vigente anterior aos pós-modernismo.

Nota bem: “seguir um paradigma” não é a mesma coisa que “voltar ao passado” — como parece implicitamente defender o Henrique Raposo. “Seguir um paradigma” é adoptar o conceito de Fernando Pessoa de “velhice do eterno novo”: as coisas podem ser novas dentro de um paradigma antigo.


O movimento #metoo é uma manifestação do feminismo radical americano, que é um liberalismo (“liberalismo” no sentido anglo-saxónico de “esquerdismo”), uma ode ao indivíduo que se emancipa das tradições e das estruturas colectivas: o feminismo americano é comunitarista (no sentido de “identitário”).

Mas quando o predador masculino vem dos países do sul e/ou dos países muçulmanos, o feminismo americano do #Metoo encontra todas as desculpas possíveis para os abusos sexuais, porque é um feminismo aliado às minorias raciais: feministas e minorias raciais combatem em conjunto o inimigo comum: o macho heterossexual branco.

Por isto é que o Henrique Raposo anda a ver mal a “coisa”.


A terceira parte do vídeo é a mais importante, no minuto 8:30 — uma conversa com Heather MacDonald do Manhattan Institute. A opinião desta senhora é exactamente a mesma expressa por Catherine Deneuve e que (alegadamente) o Henrique Raposo diz que decorre da Revolução Sexual pós-moderna.

  • “Homens e mulheres são diferentes, não se trata de construções sociais”: têm biologias diferentes e libidos distintos.
  • Antes da Revolução Sexual (antes de 1968, nomeadamente), tínhamos um conjunto de normas que condicionavam e reprimiam a libido do macho — normas (culturais) de cavalheirismo e de cortesia, e as mulheres tinham, por definição cultural, o poder primordial de dizer “não” e, por isso, não tinham que negociar com o homem o relacionamento sexual.

A Revolução Sexual acabou com essa cultura, e decidiu que os homens e mulheres são iguais, e é isto que o Henrique Raposo parece não ter compreendido, talvez porque só tem filhas.

Sexta-feira, 15 Dezembro 2017

A esmagadora maioria dos doentes terminais em cuidados paliativos não sofre com dores

 

Um estudo científico constatou que mais de 85% dos doentes terminais em cuidados paliativos não sofre com quaisquer dores (ler artigo). Dos restantes 15%, uma grande parte não sofre com dores que não sejam suportáveis.

O problema é o de que apenas uma pequena parte da população tem acesso aos cuidados paliativos.


eutanasia-velhariasÉ neste contexto que a “elite” política (a ruling class)   pretende legalizar a eutanásia, como uma estratégia economicista para evitar gastos futuros do Estado com os cuidados paliativos. Senão, vejamos o resumo de um “debate” sobre a eutanásia realizado no hospital Padre Américo, em Penafiel, em que participou o Anselmo Borges.

« Confrontado com a ideia de se a melhoria na qualidade dos cuidados paliativos poderia alterar esta realidade, Miguel Ricou foi peremptório: “Nunca vamos ter excelentes cuidados paliativos para toda a gente. Dizer que só vamos aceitar a eutanásia quando tivermos cuidados paliativos de qualidade é dizer que nunca a vamos aceitar”. »

Ora aqui está! O argumento (absurdo) da cavalgadura é o seguinte:

  1. nunca haverá cuidados paliativos universais;
  2. por isso, mais vale universalizar a eutanásia.

A premissa do Ricou está errada, e portanto o resto do raciocínio também está errado. Os cuidados paliativos universais dependem de decisões políticas, assim como a legalização da eutanásia universal é uma decisão política.

Colocada entre dois caminhos, — ou os cuidados paliativos universais, ou optar por forçar as pessoas a optar pelo suicídio, — a “elite” política (em geral) prefere matar as pessoas, porque sai mais barato ao Estado. O argumento político da “liberdade do indivíduo” é pura retórica.

O que temos que fazer urgentemente é mudar a “elite” política, nem que seja à custa de um golpe-de-estado.

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Ficheiro PDF do estudo científico // Ficheiro PDF da notícia do “debate”

Sábado, 11 Novembro 2017

O Paulo Baldaia é um chico-esperto activo na destruição do discurso

 

É pena que ele seja adepto do FC Porto; calhava melhor no clube do Sistema Político.


Quando alguém mete o “piropo” em um mesmo saco com o “assédio sexual” (que decorre de uma posição de domínio de quem assedia), estamos perante uma criatura que só tem ranho na cabeça.

O oportunismo jornalístico do burro com duas pernas é escandaloso.

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“Assédio sexual” não é a mesma coisa que “piropo”!

O assédio sexual pressupõe a existência de um Poder Fáctico por parte de quem assedia; pressupõe a existência de uma condição de dominação real e concreta que determina uma assimetria das relações de poder entre a vítima e o assediador. Por outro lado, o assédio sexual pressupõe a violação sistemática da intimidade da vítima por parte de quem assedia.

O piropo não é nada disso. O piropo é uma “boca” ocasional, que pode ser, mais ou menos, socialmente polida e eticamente aceitável.

O Paulo Baldaia, na sua condição de chico-esperto, contribui activamente para a destruição da linguagem, o que faz parte de uma estratégia política mais alargada da destruição do discurso — sendo que “discurso”, neste caso, significa a troca espontânea de símbolos linguísticos através das quais as pessoas (do povo, em geral) se encontram e se reconciliam nos seus variados interesses.

Quando o idiota útil Baldaia (ele diz que é menchevique) confunde “piropo” com “assédio sexual”, está a destruir a linguagem e, por essa via, a destruir o discurso — minando assim a liberdade em circulação na sociedade, e seguindo, portanto, o ideário totalitário da Nova Esquerda em relação ao qual o burro diz “ser contra”. Cavalgadura dos me®dia!

Sexta-feira, 10 Novembro 2017

A ambiguidade ambivalente do Anselmo Borges

 

« When the episteme is ruined, men do not stop talking about politics; but they now must express themselves in the mode of doxa. » — Eric Voegelin


O Anselmo Borges resolveu fazer uma análise política da situação portuguesa. Escreve ele :

« Diz-se frequentemente: "Já não há valores." Não penso isso. O que se passa é que se inverteu a pirâmide dos valores e corre-se o risco de o valor dinheiro se tornar o valor e a medida de todos os valores. Onde está a honra, a dignidade, o valor da palavra dada, a solidariedade, a família como esteio que segura os valores, a escola que forma pessoas íntegras e, assim, bons profissionais, alguns princípios orientadores de humanidade e para a humanidade? »

A SIDA espiritual


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Para alguém que defendeu a legalização do aborto (como é o caso do Anselmo Borges: ver ficheiro PDF do jornal Púbico de Dezembro de 2003), por um lado, e por outro lado para quem defendeu que os abortos deveriam ser grátis e pagos por todos os portugueses — segue-se, então, que a tese do “valor do dinheiro” do Anselmo Borges perde força moral: é que não podemos “dar uma no cravo e outra na ferradura”, e depois assumir que o povão é burro.

A legalização do aborto, que o Anselmo Borges defendeu, é a maior manifestação possível de uma cultura do “valor dinheiro” que o Anselmo Borges agora recrimina. Como escreveu o poeta:

“O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito” (Mário Quintana).

Tal como acontece com o chefe dele (o Chico Burrico), o Anselmo Borges joga sistematicamente, no seu discurso, com a indução de ambivalências (Estimulação Contraditória) através de uma ambiguidade deliberada, pensada e propositada. O Anselmo Borges é muito perigoso. No passado recente defendeu a “promiscuidade espiritual” (defendeu uma cultura de materialismo abortista), e agora critica a “SIDA espiritual”.

Por fim: ao contrário do que escreve o Anselmo Borges (“considero a actividade política uma actividade nobre, das mais nobres”), a política é tudo menos uma actividade nobre — dada a natureza antipolítica da Verdade. Infelizmente, Hannah Arendt tem razão. Uma actividade que é intrinsecamente contra a verdade não pode ser “nobre” senão na mente esclerosada do Anselmo Borges.

Segunda-feira, 6 Novembro 2017

¿Quais são os limites do feminismo nos costumes?

 

ripped-jeans-webUm advogado egípcio (¿ou será “egício”?) defendeu, em um programa de televisão, que uma mulher que ande com metade do rabo à mostra na rua deve ser assediada sexualmente e mesmo violada. Quando vi o vídeo achei (no mínimo) estranha a solução encontrada para o problema — de facto, trata-se de um problema: ¿Até onde vai a “liberdade” feminista? ¿Existirá, um dia destes, o direito de uma mulher andar nua na rua?

Uma literatiqueira que dá pelo nome de Bárbara Wong constrói aqui uma narrativa de mau gosto literário (tinha que ser no jornal Púbico) que se resume em dois pontos:

1/ quando ela tinha 12 ou 13 anos, era criticada pelo povo da aldeia por andar de calções na rua;

2/ hoje, ela orgulha-se da sua (dela) filha e dos seus calções de ganga. “Não sou eu que tenho de mudar, são eles que têm de me respeitar, responde-lhe a filha.

¿Até onde — ou até que ponto — “eles” terão que “as” respeitar?

A partir de certo ponto, já não falamos de “respeito” por elas, mas antes de indiferença ou até de desprezo. Como escreveu G. K. Chesterton :

“A tolerância moderna é realmente uma tirania. É uma tirania porque é um silêncio”.

Hoje, aparece uma mulher na rua com o rabo à mostra, e o que acontece é um silêncio geral que pode traduzir desprezo ou indiferença.

“Estudos recentes revelam que os níveis de esperma de homens no Ocidente desceram 60% desde 1971, evocando a grande distopia de P.D. James «Os Filhos dos Homens», com a sua visão de uma sociedade que já não se consegue reproduzir.

(…)

Na sociedade estéril de P.D. James, o sexo entre os jovens tornou-se «o menos importante dos prazeres sensoriais do homem». E embora os homens e as mulheres ainda se casem, é frequentemente com pessoas do mesmo sexo. O desejo sexual diminuiu a par da fertilidade masculina, não obstante os esforços do Governo para estimular o desejo através de lojas de pornografia patrocinadas pelo Estado”.

Níveis de esperma: Colher o que semeámos

O enorme problema das feministas é o de que, apesar de sentirem, não pensam.

Sábado, 21 Outubro 2017

Adolfo Hitler e o marxismo cultural

Filed under: cultura,cultura antropológica,Hitler,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 4:47 pm

 

Sexta-feira, 22 Setembro 2017

Esta classe política dita democrática não serve; ou o fim da democracia

 

Lendo aqui um bom pequeno texto (ver em ficheiro PDF) do Henrique Raposo acerca da dita “emancipação da mulher”; há quem lhe chame “autonomia”, desvirtuando o conceito de “autonomia”.

isabel-moreira-tinder-webDe desgraça em desgraça, o Ocidente pós-moderno (e Portugal também) tem hoje que escolher entre o radicalismo marxista cultural que sustenta o feminismo, por um lado, ou, por outro lado, o radicalismo islâmico que trata hoje a mulher como nunca o Cristianismo a tratou, até mesmo na Idade Média!

O problema cultural apontado pelo Henrique Raposo é agravado por “galináceos com vagina importante” — como por exemplo, Isabel Moreira, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Raquel Varela, Catarina Martins e as outras esganiçadas do Bloco de Esquerda, etc. — que formam opinião em Portugal. Não me esqueço de a Isabel Moreira aconselhar publicamente às mulheres a frequência do TINDER.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿como é possível que uma criatura moralmente enfezada, como é a Isabel Moreira (entre outras quejandas), possa formatar a opinião pública?

E já agora outra pergunta: ¿quem controla os me®dia? Quando gente da pior espécie moral, como é por exemplo o psicopata Pinto Balsemão, detêm um certo Poder nos me®dia, não nos podemos admirar que gentalha como a Isabel Moreira ou a Catarina Martins tenha a primazia da opinião publicada.

Quando verificamos a decadência cultural da nossa sociedade, temos que seguir as conclusões e soluções até às últimas consequências.

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Quando a democracia defendida por gente da laia do Bilderberger Pinto Balsemão (por exemplo) conduz a sociedade para uma cultura antropológica decadente, somos obrigados pela lógica e pela razão a colocar em causa a própria democracia.

A democracia só é benéfica para a sociedade se existir nesta um verdadeiro “escol” (que não é a mesma coisa que “elite”) — no sentido dado por Fernando Pessoa a “escol”.

Quando o escol português é constituído por gente eticamente invertebrada e sociopata, como (por exemplo) Pinto Balsemão, não há democracia que se aconselhe: neste caso, a democracia conduz à completa desestruturação e decadência da nossa sociedade.

Ademais, a democracia é incompatível com o internacionalismo (ou seja, com o sacrifício da soberania) que a classe política defende: defender a democracia (como faz o Pinto Balsemão, por exemplo) e simultaneamente defender a alienação da soberania portuguesa em nome de um qualquer internacionalismo (por exemplo, o federalismo europeísta), é uma contradição em termos.

Por isso é que invertebrados morais e sociopatas, como por exemplo o Paulo Rangel, pertencem a uma escória nacional que faz da auto-contradição um instrumento de luta política (ver estimulação contraditória).

O que está a acontecer — não só em Portugal, mas no Ocidente em geral — é que a democracia tem vindo a conduzir as sociedades a uma polarização política que serve essencialmente os radicais marxistas sociopatas da laia do José Pacheco Pereira ou do Fernando Rosas (por exemplo), e o futuro da sociedade deixa de ter um grau credível de previsibilidade.

Em suma: só é possível uma boa democracia, em uma sociedade nacionalista/soberanista (ou seja, em uma nação soberana) e com um escol.

Terça-feira, 4 Julho 2017

Nem homofobia nem merdofobia

 

Um estudo recente realizado com 120 homens heterossexuais revelou que a sua (deles) reacção fisiológica em relação à visão de dois gays a beijarem-se era o mesmo que a visão de vermes, ou da visão de fezes frescas.

Quando confrontados com a imagem de vermes, ou de fezes, verificou-se em todos eles um aumento de um enzima salivar chamado de Alpha-amylase, o que acontece quando sentimos nojo ou forte repulsa em relação a qualquer coisa, ou situação.

Ou seja, a imagem de dois gays a beijarem-se provocou (nos 120 homens) a mesma reacção fisiológica de uma imagem de merda.

O que mais surpreendeu os investigadores (pagos por organizações homossexualistas) foi que, mesmo os homens mais “tolerantes” em relação ao homossexualismo, reagiram fisiologicamente da mesma maneira, ou seja, com um aumento do enzima salivar Alpha-amylase — o que refuta definitivamente o conceito de “homofobia” ou de “pânico de defesa em relação a gay”:

“The finding provides more evidence that the so-called “gay panic” defense — the assertion that a person’s sexual orientation can “trigger” a crime against them — is bunk. The defense was used by the two men who beat, tortured and murdered gay student Matthew Shepard in 1998”.

Straight men’s physiological stress response to seeing two men kissing is the same as seeing maggots

 

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O nojo — a reacção fisiológica do aumento do enzima Alpha-amylase na saliva, e não só a reacção psicológica dita “merdofóbica” — que qualquer pessoa normal sente face à visão de um monte de merda, não é “merdofobia” ou “pânico de defesa em relação à merda”: tem a ver com o condicionalismo estético dos nossos sentidos.

O estudo coloca a hipótese segundo a qual, o facto de as pessoas, em geral, não gostarem da visão de um monte de merda é uma questão cultural. Ou seja, segundo o estudo, é possível que as pessoas sejam convencidas a gostar de ver e cheirar merda:

“Why do people low in prejudice still show an increased physiological response? We can’t say definitively, however, it could be that society has socialized the notion of same-sex sexuality and affection as being ‘disgusting’ or immoral so strongly, for so long, that merely witnessing it causes a slight physiological stress response. It would be interesting for future research to examine whether this physiological effect is more likely to be found in cultures that still evidence high levels of prejudice compared to those who have made more progress towards normalizing same-sex affection and sexuality.”

Ou seja, segundo o estudo, a repulsa que geralmente sentimos em relação a um monte de merda fresquinha é devida à socialização, ao longo de séculos, da noção de que a merda é coisa feia e repulsiva — o que significa que a repulsa em relação à merda é uma construção social.

Sendo que a repulsa em relação à merda é uma construção social, conclui o estudo que é possível convencer as pessoas de que ir à merda é esteticamente válido, e de que é possível que maioria da população passe a gostar de chafurdar na merda.

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