perspectivas

Domingo, 11 Dezembro 2016

A Esquerda aliou-se à Direita para legalizar a poligamia

Na Austrália, como acontece também em Portugal, uma mãe solteira recebe mais do Estado, por cada filho que tenha, do que se fosse casada. Portanto, compensa ser mãe solteira; e parece que o Estado incentiva a ausência do pai.

É sabido que, em alguns países de maioria islâmica, é normal que os muçulmanos pratiquem a poliginia; e existe uma substancial imigração muçulmana na Austrália. A SS (Segurança Social) australiana, no sentido de pagar menos por cada criança nascida de mãe muçulmana, assumiu tacitamente a legalização da poligamia para que assim poder pagar menos por cada criança de uma família muçulmana polígama.

“CENTRELINK is ignoring Islamic polygamy, paying spousal benefits to Muslim families with multiple wives in an effort to save taxpayers’ money.

The welfare agency has revealed it refuses to collect data on polygamous marriages under Islamic law, despite the fact some families are claiming to be living in a domestic relationship with more than one woman when claiming welfare”.

Centrelink ‘legalises’ multiple Muslim wives

foto-em-familiaVemos que, na origem da “legalização forçada” da poliginia,  estão três aspectos eruptivos da cultura ocidental:

1/ a ideia de esquerda marxista segundo a qual se deve beneficiar a mãe solteira em relação à mãe casada (Engels e o matriarcado);

2/ a ideia de direita liberal segundo a qual a poupança das despesas do Estado justifica qualquer atropelo à lei, ao senso-comum, ao bom senso e à cultura antropológica ocidental;

3/ a ideia da esquerda marxista cultural e da direita liberal segundo a qual os apoios do Estado às crianças são dadas a indivíduos, e não a famílias.

Portanto, para pagar menos à mulher por cada filho, a SS (Segurança Social) australiana reconhece tacitamente a legalidade da poliginia. Isto significa que várias mulheres vivendo sob o mesmo tecto maritalmente com um só e mesmo homem, todas elas recebem os subsídios “legais” do Estado como se fossem legalmente casadas com ele.

O problema está no ênfase dado pelo Estado ocidental ao indivíduo, desprezando a noção de família natural cristã que pressupõe uma igualdade no Direito Natural entre homem e mulher, por um lado, e por outro lado que a noção de família pressupõe o casamento segundo a civilização ocidental.

Quarta-feira, 29 Agosto 2012

O Brasil dando um ar da sua graça: ‘casamento’ a três em São Paulo

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:45 am
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“A notary in the Brazilian state of Sao Paulo has sparked controversy by accepting a civil union between three people.”

via BBC News – Three-person civil union sparks controversy in Brazil.

Um notário brasileiro reconheceu uma união-de-facto (ou união civil) entre um homem e duas mulheres.

Sexta-feira, 4 Setembro 2009

A alienação ideológica do conceito de “necessidade natural”

No seu livro “Questões de Método”, Jean-Paul Sartre referiu-se, num pequeno trecho que cito abaixo, sobre a “necessidade” do ser humano face às condições específicas em que nasce e vive.

« Para nós, o Homem caracteriza-se, antes de mais, pela superação de uma situação, por aquilo que ele consegue fazer do que dele fizeram, ainda que ele nunca se reconheça na sua objectivação.

Esta superação, encontramo-la na raíz do humano, e, em primeiro lugar, na necessidade: é ela que conduz, por exemplo, a escassez da população feminina das ilhas Marquesas, como facto estrutural de grupo, à poliandria como instituição matrimonial.

Com efeito, esta escassez não é uma simples carência: da forma mais crua, exprime uma situação na sociedade e já pressupõe um esforço para superá-la; a mais rudimentar das condutas deve determinar-se tanto em relação aos factores reais e presentes que a condicionam, como em relação a um certo objecto ulterior a que ela tenta dar vida. »

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Segunda-feira, 4 Maio 2009

O Rádio “Pimba” Português e a propaganda da poligamia

no-brainer

O Rádio “Pimba” Português (Rádio Clube Português) convidou hoje um “filósofo” de seu nome Nuno Nabais para fazer a apologia me®diática e em directo da legalização da poligamia (poligenia + poliandria) em Portugal.

Esta coisa de um indivíduo tirar um curso de filosofia e ser imediatamente considerado como “filósofo”, dá que pensar. A verdade é que um filósofo não é uma bosta qualquer; quanto muito, o filósofo é uma bosta que tem consciência de que é bosta, coisa que a bosta do tal Nuno Nabais não tem.

Para além da licenciatura em filosofia, o filósofo tem que ter um mestrado, um doutoramento, obra publicada e reconhecimento internacional entre os seus pares. Chamar de filósofo a uma merda qualquer só poderia vir da “rádio pimba portuguesa”. O mais que o tal Nuno Nabais pode ser, é um intelectual ― neste caso, e na minha opinião, um intelectualóide de urinol.

Dizia o “Nabais” ― na sua divagação sobre a filosofia das hortaliças ―, que “a poligamia é absolutamente necessária para se acabar com o capitalismo”, porque “o capitalismo assenta na monogamia”. “Aliás”, dizia ele que “o casamento deveria ser abolido, porque ele é um dos suportes do capitalismo”.

Só uma mente de merda ou alguém com um escatoma mental agudo poderia defender esta tese, quando sabemos que a primeira coisa que o marxismo-leninismo fez (depois do golpe de estado de Outubro de 1917) foi “normalizar” as instituições da sociedade civil soviética, e entre elas o casamento monogâmico. Eu não sou filósofo e sei que nunca o serei, mas não teria dificuldade nenhuma em rebater por escrito os argumentos do “bosta das couves”.

O problema do Rádio “Pimba” Português é que nunca apresenta contraditório quando faz a propaganda do “progressismo” do Bloco de Esquerda. Já estou a ver o tema “original” e “chocante” do próximo debate no programa da tarde do Rádio “Pimba” Português:

“Se a inflação é erecção, a deflação não será a falta dela?”


“Filósofos” de merda! E a pata que os pôs!


Adenda: Recebi um comentário que publico a seguir:

Autor: Aluno/a

Comentário:

Gostaria em 1º lugar de lhe dar os parabéns pela classe e distinção com que defeca as suas ideias. Lamento dize-lo mas sinto que pessoas com o seu nível de mentalidade e sofisticação (já deu pra perceber que adoro figuras de estilo?)não deviam sequer ser levados em consideração, e tendo em conta as respostas que conseguiu, vejo que já teve mais atenção do que aquela que merecia. Não venho defender o DR. Nuno Nabais porque ele não precisa de ninguém que o faça, mas quando vejo injustiças, principalmente com pessoas que não o merecem, não consigo ficar indiferente. O Dr. Nuno Nabais é um homem muito respeitado na Faculdade onde lecciona e extremamente acarinhado por alunos e colegas. Creio que deveria ter mais respeito quando fala de um Homem que faz mais pela cultura do que muitos ministros que o deviam fazer e não fazem. Resepeito e educação nunca fizeram mal a ninguém. Tenha um pouco mais de compostura, por favor. Não lhe faziam mal umas aulas do Dr. Nuno
para ver se aprendia alguma coisa! Em casos como o seu, creio ser uma perda de tempo, mas enfim… Acho que tamanha revolta não pode ser outra coisa senão puro despeito!! Deve ser uma coisa pessoal, mas não venha expurgar as suas frustrações num espaço onde toda a gente o pode ler. Faça-o no seu “Querido diário”, por favor!!

Se alguém vislumbrou neste comentário a intenção de discutir alguma ideia expressa neste postal, faça o favor de me explicar em que termos as ideias foram discutidas. Quando as pessoas deitam mão de uma pretensa “autoridade” baseada num ‘alvará de inteligência’ como argumento eleito para rebaterem ideias dos outros, assistimos a um chorrilho de insultos sem substância. Eu fiz exactamente o contrário do “aluno/a” que sofreu já uma lobotomia ideológica: recorri a uma linguagem desbragada, mas fi-lo no combate ideológico (e não pessoal) e expliquei porque o fiz.


Adenda 2:

Achei por bem prestar um esclarecimento acerca deste postal, aqui.

Sábado, 11 Abril 2009

Depois do “casamento gay”, o “casamento” poligâmico

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 11:28 pm
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poligamia

Depois da alteração da lei canadiana para “acomodar” o “casamento” gay, o movimento poligâmico do Canadá inicia já a sua campanha de reinvindicações de “direitos cívicos” para a legalização do “casamento” poligâmico.

Rising tides lift all kinds of boats: if we’re “redefining marriage,” gay nuptials will be the least of it. Last year, Aly Hindy, a Scarborough imam, told the Toronto Star that he’d performed 30 polygamous marriages just in the last few weeks.

Madame L’Heureux-Dubé and her fellow progressives think that women’s rights and gay rights are like the internal combustion engine or the jet plane—that once you’ve invented them they can’t be un-invented. Yet tides rise, and then ebb.

Forty years ago Nigeria lived under English common law. Now half of it lives under sharia, and the other half’s feeling the heat. Go back to Martha Bailey’s pitch for immigrants: how many highly skilled polygamists and their legions of wives have to emigrate to Canada before “the rising tide of cultural acceptance for gays” begins to ebb?

via Macleans.ca » Blog Archive We’re in the fast lane to polygamy «.

Terça-feira, 18 Novembro 2008

Forrobódó islâmico

Filed under: Islamismo — O. Braga @ 5:03 pm
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Enquanto isto, os “progressistas” falam em “Aliança de Civilizações”.

Sexta-feira, 15 Agosto 2008

A decadência europeia está já aí

Depois do “casamento” gay, a Holanda reconheceu oficialmente o “casamento” polígamo dos muçulmanos, o que significa que, por extensão, a poligamia está institucionalizada naquele país. (more…)

Quarta-feira, 16 Julho 2008

A inconsequência causal

O argumento libertário mais utilizado para a extrusão legal dos seus próprios valores para substituição dos nossos valores civilizacionais e históricos colectivos, é o argumento da “inconsequência causal” do acto cultural.
Por exemplo, quando os libertários (de esquerda e de direita) defendem a legalização do consumo e venda das drogas leves (liamba, haxixe, etc.) fazem-no invocando o argumento da “inconsequência causal”: segundo este argumento, a legalização das drogas leves não leva necessariamente à legalização das drogas duras; a legalização da venda e consumo da liamba não significa, per si, que a heroína venha a ser legalizada, porque (dizem) não existe uma relação de causa-efeito entre as duas situações e não existe uma razão que justifique que a legalização de uma situação levaria à legalização de outra. Para ilustrar este argumento, os libertários recorrem ao caso da venda e consumo de álcool, que é legal, enquanto que a venda e o consumo de drogas, em geral, é ilegal.

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Quarta-feira, 13 Fevereiro 2008

A poligamia já é aceite pelo Estado britânico

A segurança social britânica garante apoio financeiro a imigrantes muçulmanos casados com várias mulheres — que como sabemos se regem pela Sharia e que, segundo o Corão, podem ter até quatro mulheres. Os subsídios são dados pelo Estado em função das mulheres que cada um dos imigrantes tem, e naturalmente, dos filhos gerados. Isto significa que um imigrante muçulmano recebe dinheiro da segurança social britânica na medida em que tem mais ou menos mulheres; quantas mais mulheres, mais recebe.

Acho que me vou tornar muçulmano. 🙂

«Multiple wives will mean multiple benefits

Even though bigamy is a crime in Britain, the decision by ministers means that polygamous marriages can now be recognised formally by the state, so long as the weddings took place in countries where the arrangement is legal.»

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