perspectivas

Sábado, 19 Janeiro 2019

A gratidão dos Maome(r)das na Suécia

Filed under: Europa,imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 4:46 pm
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A foto abaixo revela o que se passou recentemente na localidade sueca de Fröjel, na região de Gotland.

Os imigrantes muçulmanos, agradecidos, mandam os seus filhos bloquear uma estrada, em protesto por terem sido acolhidos na região de Gotland que eles consideram remota e fria.

Os suecos dão-lhes um tecto, comida, dinheiro para gastar e roupa quentinha, e é assim que os Maome(r)das demonstram a sua gratidão ao povo sueco.

maomerdas-na-suecia-web

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Sábado, 10 Dezembro 2016

A Suécia e os imigrantes

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:16 am
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O politicamente correcto é comunismo. A construção do comunismo passa pela destruição total e completa da cultura antropológica europeia e cristã.

Domingo, 6 Março 2016

Na Suécia, os homens também já abortam

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:38 pm
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Até agora só as mulheres abortavam; mas na Suécia progressista, os homens também já passaram a abortar; o mesmo partido liberal que defende a legalização da necrofilia na Suécia, defende agora o “direito de os homens abortarem”.

“Men should have the same right as women to decide not be parents, according to a controversial new proposal from the Liberal Party’s youth wing in western Sweden”.

Swedish group wants ‘legal abortions’ for men

Já não bastava o “direito” das mulheres ao aborto: agora também os homens podem abortar.


Quarta-feira, 24 Fevereiro 2016

O progresso é imparável: a Suécia prepara-se para legalizar a necrofilia

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 11:29 am
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Para o leitor menos familiarizado com estas coisas, a necrofilia é a prática de acto sexual com pessoas mortas. ¿Haverá alguma coisa mais progressista do que fornicar uma mulher morta? Se o Bloco de Esquerda e o João Semedo sabem disto, vamos ter mais uma causa fracturante no paralamento.

necrofiliaO Direito romano introduziu o conceito de “excentricidade da relação jurídica”, que significa a impossibilidade de que, em uma mesma relação, coincidisse a posição do sujeito com a do objecto, ou seja, a “utilidade da coisa” (res utilitas) impunha-se como condição fundamental do direito. Neste sentido, o cadáver humano (mortuus homo) era considerado como impossível de identificar como objecto jurídico, porque era considerado absolutamente inutilizável e totalmente privado de utilidade (utilitas).

Mas o progresso e a evolução tornaram ridículo o fundamento romano do Direito. O argumento progressista, de Esquerda ou liberal, é o de que “a lei não deve moralizar”, e que “o indivíduo tem o direito de decidir sobre o seu corpo, mesmo depois da morte”.

Portanto, uma mulher, por exemplo, pode pedir a eutanásia reclamada pelos progressistas, embalsamar o corpo, e permitir assim que o amante continue a fornicá-la para além da morte. É o que se chama “ressurreição progressista do corpo” — em contraponto à velha e caduca ideia de ressurreição cristã.

Além disso, a necrofilia dá toda a garantia de que a mulher não engravida, o que contribui activamente para apagar a pegada ecológica e para restringir o Aquecimento Global. A eutanásia, a necrofilia, o aborto e a homossexualidade garantem o futuro da humanidade.

Segunda-feira, 22 Fevereiro 2016

A sociedade que a geringonça do António Costa nos quer impôr

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:55 am
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Um grupo de pessoas fez uma experiência na Suécia (ver vídeo): uma mulher simulava que estava a ser violada dentro de um automóvel; 85% das pessoas que passavam não acudiram à vítima de violação e nem chamaram a polícia, e as 15% que quiseram intervir deixaram que o violador escapasse com a vítima dentro do carro.

A Suécia é o país com maior índice de violação de mulheres per capita e em todo o mundo, mas continua a ser o paradigma ideal da Esquerda portuguesa. E por quê? Porque a atomização da sociedade conduz ao fortalecimento do Estado, e a absolutização do Estado é o objectivo da Esquerda. O cidadão passa a ser um átomo desligado da sociedade e que existe apenas em função do Estado. A coesão e solidariedade sociais passariam a ser asseguradas apenas e só pelo Estado; fora do Estado, o indivíduo não existiria.

Ora, é este tipo de sociedade que a geringonça liderada por António Costa nos quer impôr.

 

Sexta-feira, 25 Dezembro 2015

O valor do corpo nu na cultura antropológica

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:54 am
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A fotografia em baixo foi tirada recentemente na Suécia e mostra duas jovens mulheres, sensivelmente da mesma idade mas com idiossincrasias culturais diferentes.

choque de culturas web

Em ambas as mulheres, o aspecto sexual é valorizado, embora de maneiras diferentes.

A sueca ruiva mostra o pernão até às cuecas, e ela sabe — pelo menos inconsciente- e/ou intuitivamente — que se trata de uma demonstração de apelo sexual: não passa pela cabeça de ninguém que, com o frio sueco, uma mulher ande com o pernão à mostra senão por razões ligadas à sua própria sexualidade.

Naturalmente que as feministas dirão que “a sueca ruiva apenas afirma a individualidade feminina na cultura antropológica”; mas a verdade é que a morena islâmica também afirma (de forma diferente) a sua individualidade feminina na cultura antropológica — e portanto o argumento das feministas não é válido se for restrito à sueca ruiva.

O que difere, na cultura das duas mulheres, é o tipo de apelo sexual, ou a forma como entendem que a sua sexualidade é mais apelativa: a ruiva sueca entende que a exposição pública dos seus pêlos púbicos é uma forma eficaz de apelo sexual; e a morena islâmica pensa que a cobertura do corpo é uma forma mais eficaz de apelo sexual.

« A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas. » — Fernando Pessoa, “Livro do Desassossego”

Quando uma “raça” — no sentido de “cultura” — deixa de valorizar a vestimenta que cobre o corpo, desvaloriza também a beleza do corpo nu. Mas essa desvalorização do corpo nu não é apenas estética: é também ética — porque uma conduta ética é uma conduta estética satisfatória — e, depois, política.

Quando o corpo nu é desvalorizado (perde valor) na cultura antropológica, a estética é também desvalorizada, e a ética sofre as consequências dessa desvalorização. E toda esta perda de valor tem consequências políticas, na medida em que a forma de afirmação sexual da sueca ruiva tem como consequência exactamente o oposto do que ela pretendia: a perda de valor do corpo nu, e, portanto, a perda de valor do seu apelo sexual. E com a perda de valor do apelo sexual diminui automaticamente a probabilidade de se assegurar a continuidade e o futuro da sociedade através da procriação.

Aquela fotografia mostra-nos duas culturas diferentes num mesmo país: uma cultura moribunda, a da sueca ruiva, que não assegura a sua continuidade geracional porque desvaloriza o corpo nu; e uma cultura viçosa, a da morena islâmica, que encarna uma “raça vestida que aprecia a beleza do corpo nu” (dá valor ao corpo nu), e que será provavelmente a cultura predominante na Suécia em algumas décadas.

Sexta-feira, 27 Junho 2014

Ellinor Grimmark, a enfermeira sueca que foi despedida por recusar fazer abortos

Filed under: aborto,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 12:58 pm
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Para o politicamente correcto, “defender a vida é característica dos loucos; só um louco, a precisar de ser interditado, se recusa a fazer abortos”.

Ellinor GrimmarkEllinor Grimmark é uma enfermeira sueca que foi despedida em Janeiro de 2014 por recusar fazer abortos. Depois de uma campanha de sensibilização mundial para o problema da objecção de consciência, os dirigentes do hospital da cidade de Eksjö, na Suécia, acabaram por a reintegrar nos quadros do hospital, mas com uma condição: Ellinor Grimmark tem que se sujeitar a tratamento psiquiátrico, porque “só uma doente mental se recusa a fazer abortos”.

A Suécia é um país em que existe objecção de consciência em relação ao uso de armas de fogo, mas a objecção de consciência em relação ao acto de abortar é proibida por lei. É a inversão total da lógica das coisas e da Lei Natural — porque uma arma de fogo pode ser utilizada para defesa pessoal.

O caso de Ellinor Grimmark não é único; o que há de especial em Ellinor Grimmark é que ela reagiu e pediu protecção legal — ao passo que a maioria dos objectores de consciência em relação ao aborto da Suécia já baixaram os braços. A Suécia está hoje acusada por violação dos direitos dos cidadãos pelo Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho da Europa.

Se você tem uma conta no FaceBook, vá até aqui e apoie a posição ética de Ellinor Grimmark.

Quarta-feira, 20 Novembro 2013

Um bom português deve boicotar a PEPSI

Filed under: Europa,Futebol — O. Braga @ 9:09 am
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pepsi portugal web 600

“Horas antes do jogo, a página de Facebook da Pepsi na Suécia publicou várias fotos em que Cristiano Ronaldo aparecia a ser maltratado de várias formas, numa alusão à prática do vodu”. (via)


A hipocrisia sueca

A Suécia é conhecida pelas suas posições “progressistas” e de esquerda, em favor a “paz” e do “internacionalismo”, mas a sua prática é a oposta: um país chauvinista como há poucos na Europa; um país que se aproveita da economia da União Europeia mas que não aderiu ao Euro; que institucionalizou a ideologia de género na educação ao mesmo tempo que tem uma política de imigração massiva para suprir as insuficiências procriativas das mulheres suecas. Em suma, um país politicamente correcto que, através da sua hipocrisia, se revela do mais perigoso que temos na Europa.

Quarta-feira, 18 Setembro 2013

A degradação acelerada dos costumes na União Europeia

Era eu um jovem homem e entrei num comboio de longo curso na Alemanha, e procurei um compartimento colectivo — daqueles onde cabem seis pessoas, três de cada lado — para me instalar. Abro a porta de um compartimento e dou com uma velha alemã, sozinha no compartimento, a masturbar-se. Pedi desculpa pelo incómodo, saí e fechei a porta do compartimento, deixando a velha entregue à sua masturbação em local público.

Não me ocorreu chamar a polícia ou qualquer autoridade, quanto mais não seja porque eu tinha sido a única testemunha ocular do facto. Nunca eu poderia fazer prova de que aquela velha se masturbava num compartimento colectivo e público de um comboio alemão.

Mas a situação na União Europeia parece estar a evoluir, rumo ao progresso.

Um sueco de 65 anos masturbava-se numa praia e várias testemunhas chamaram a polícia, mas o tribunal decidiu a inimputabilidade do homem, alegadamente porque ele não se masturbava em função de uma determinada pessoa. Ou seja, segundo o tribunal sueco, só é proibido alguém masturbar-se em local público quando se dirige a outra pessoa e a olha nos olhos.

Portanto, caro leitor, você já sabe que pode baixar as calças no Rossio e “tocar o sino” em honra de D. Pedro IV! É o progresso, porra!

«The incident occurred on June 6th at the Drevviken beach when the man removed his shorts and began masturbating close to the water. He was subsequently charged with sexual assault.

The Södertörn District Court has now acquitted the 65-year old in a judgement which stated that it "may be proven that the man exposed himself and masturbated on this occasion".

However, the court added that no offence had been committed as the masturbating man was not pleasuring himself towards a specific person.»

Public masturbation not a crime: Swedish court

Sábado, 25 Maio 2013

Afinal, os desordeiros na Suécia não são portugueses…

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 3:51 pm
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“Following an announcement by the Stockholm chief of police that they were not going to fight the rioters, nationalists in Sweden began organizing patrols. Muslim immigrants, largely Somalians, have been rioting and setting fires since Sunday night.
Reports are being posted online that large numbers of young Swedish men are now patrolling Stockholm and battling with the Muslim rioters.
The Swedish media states that a large number of police mobilized to prevent “50 right-wing extremists” from patrolling the streets of Tumba, a suburb of Stockholm.
This picture is allegedly Swedish nationalists who gathered in Stockholm to patrol the streets, after the police chief admitted they were dong nothing to stop the riots.”

Swedish nationalists reportedly battling Muslim rioters

Sexta-feira, 8 Março 2013

O totalitarismo da Suécia

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:27 pm
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A Suécia recusa a liberdade de consciência dos cidadãos, por exemplo, a liberdade de consciência do acto médico e dos profissionais da área da saúde. A Suécia é hoje o paradigma da esquerda radical. Qualquer esquerdista obtuso considera a Suécia como o “Sol do Mundo”, a exemplo do que anteriormente foi a URSS. A Suécia é hoje a Meca da esquerda furiosa.

“Sweden lacks respect both for the fundamental freedom of conscience laid down by the European Convention on Human Rights and for the democratic proceedings of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe. On 7 March the FAFCE filed a collective complaint against Sweden on the grounds of lack of respect for articles 11 (right to protection of health) and E (Non-Discrimination) of the European Social Charter.”

via Sweden discriminates against conscientious objection | Talpa brusseliensis christiana.

Segunda-feira, 18 Fevereiro 2013

Na Suécia já não há mulheres grávidas

O governo progressista e esclarecido da Suécia decretou por lei que já não existem mulheres grávidas no país. Em vez de mulheres grávidas, o governo sueco decidiu por decreto-lei que irão passar a haver apenas “pessoas grávidas”.

A razão desta mudança ontológica, progressista, moderna e revolucionária, prende-se com o facto insofismável e verificado cientificamente, segundo o qual uma mulher pode agora mudar de sexo sem fazer qualquer intervenção cirúrgica a nível da genitália. A ciência política sueca, altamente sofisticada e elaborada, demonstrou empiricamente que uma mulher pode passar a ser homem apenas “porque quer ser homem”. Assim, segundo a avançada ciência política sueca, basta que uma mulher diga o seguinte: “Eu quero ser homem!” — e passa automaticamente a ser homem.

A genialidade desta verificação científica da ciência política sueca deriva da sua semelhança com o Ovo de Colombo: nunca ninguém tinha pensado nela. Assim como Galileu combateu os arcaísmos do geocentrismo, a ciência política sueca verificou e demonstrou empiricamente que uma mulher pode ser homem apenas dependendo da sua vontade.

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