perspectivas

Sábado, 25 Março 2017

O efeito do feminismo na cultura europeia

São os nossos políticos que nos dão o exemplo da emasculação da nossa sociedade: uma sociedade composta por eunucos ou panascas é muito mais fácil de controlar.

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Quinta-feira, 23 Março 2017

A impotência e o terror da classe política europeia face ao Islão

 

Aquilo a que se convencionou chamar de “secularismo” não irá travar a expansão violenta do Islão totalitário na Europa.

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Aquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita”, nada mais é do que a reacção popular (e populista) ocidental à estupidez institucionalizada promovida pela classe política dos países europeus. Como vimos recentemente com as eleições na Holanda, basta que a classe política (em geral) seja realista (olhe para a realidade e para os factos, por um lado, e para a História, por outro lado), para que a chamada “extrema-direita” seja dissipada.

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Quarta-feira, 22 Março 2017

Amanhã haverá velas, flores, vigílias e lágrimas em Westminster; e o Islão continuará a matar europeus.

Jeroen Dijsselbloem: “No sul da Europa, é só putas e vinho verde”

Filed under: Euro,Europa,Holanda,Norte da Europa,União Europeia — O. Braga @ 11:19 am

 

Na década de 1980, quando pela primeira vez visitei Amesterdão e passeei pelas ruas com lanternas vermelhas à porta e montras com mulheres nuas, comentei com alguém: “aqui na Holanda, é só putas e cerveja belga”. Afinal e agora, o ministro holandês das finanças inverteu o sentido da coisa: agora é o sul da Europa — e já não a Holanda — onde há putas nas montras e com álcool à mistura.

Bem sei que, entretanto, a Holanda mudou. Agora, as mulheres holandesas necessitam dos homens muçulmanos imigrantes — porque os homens holandeses autóctones (por exemplo, Jeroen Dijsselbloem ou Geert Wilders) já não “dão conta do recado”. Ao Jeroen Dijsselbloem só lhe resta a cerveja belga, porque, de mulheres, estamos conversados.

O homens do norte da Europa sofrem hoje do “síndroma das putas e vinho verde”: por um lado, não produzem vinho verde (o clima não o permite); e por outro lado, já não têm pedalada para as suas próprias mulheres, a ponto de serem obrigados a importar machos islamitas para as cobrir.

 

Domingo, 19 Março 2017

O Lutz Brückelmann é um idiota chapado

 

Uma coisa é roubar uma bicicleta; outra coisa, bem diferente, por exemplo, é violar uma mulher; ou arrebentar uma bomba em sítio público.

Penso eu que roubar uma bicicleta não é tão grave como fazer explodir uma bomba em sítio público e matar dezenas de pessoas: mas ele há gente que pensa que não se deve generalizar no que diz respeito aos ladrões de bicicletas (aka, portugueses na estranja) e/ou aos bombistas islâmicos e/ou marroquinos.

Há por aí um inteligente que dá pelo nome de Lutz Brückelmann que diz que a Holanda só deve deportar os marroquinos que se fazem explodir em Allauhakbar , ou que assassinam em nome de uma religião, ou que violam mulheres porque não vestem Burka, etc..

Ou seja, o Brückelmann pensa que há uma cultura islâmica pacífica e compatível com a herança europeia de tradição cristã, por outro lado, e, por outro lado, uma outra cultura islâmica violenta dos marroquinos criminosos que devem ser deportados.

Vemos aqui em baixo um vídeo acerca dos muçulmanos moderados que o idiota Brückelmann não quer deportar da Holanda.

 

É caso para dizer: Lutz Brückelmann: vai à bardamerda!

Quinta-feira, 9 Março 2017

Cambada de idiotas ideólogos à Esquerda

 

Um erro do pensamento político europeu de Esquerda é o de pensar que o “processo histórico” ocidental pode encontrar uma semelhança no mundo islâmico.

Os idiotas ideólogos ocidentais estabelecem um paralelo entre o laicismo do Ocidente, por um lado, e uma futura laicização do mundo islâmico, por outro lado — esquecendo-se de que a separação entre religião e política esteve sempre inscrita na doutrina que surgiu de Jesus Cristo.

A única forma de laicizar uma sociedade islâmica é acabar com o Islão, proibindo a prática da religião. Basta olharmos para a Turquia para vermos que “Islão” e “laicismo de Estado” são contraditórios nos seus próprios termos: de vez em quando, o exército tem que assassinar uns milhares de cidadãos para tentar manter tolerável a contradição entre islamismo e democracia representativa.

Sábado, 4 Março 2017

¿Já avisaram o SOS RACISMO contra o Jean-Claude Juncker?

 

“A Comissão Europeia (o seu presidente, Jean-Claude Juncker) publicou esta semana um documento de reflexão sobre o futuro da Europa a 27, o chamado Livro Branco, que pretende balizar a discussão sobre o formato da UE em 2025.”

Europa, Europa

Chamar-lhe “Livro Branco” é racismo; e se fosse “Livro Negro” também seria racismo. E se lhe chamasse “O Livro Sem Cor” seria racismo encapotado, porque se pretenderia ocultar uma apropriação cultural.

O correcto seria que lhe chamasse apenas “O Livro”; “O Livro” é racialmente neutro.

Não interessa o que está escrito no livro; o que interessa é que não seja racista, homofóbico, sexista, xenófobo, faxista, transfóbico, ableísta, democraticamente maioritário, anti-bloquista primário e secundário, etc..

Sexta-feira, 3 Março 2017

A Esquerda que se divirta com as utopias, enquanto pode e houver dinheiro da União Europeia

 

A Esquerda que aproveite a maré das utopias: "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia, abortar à vontade à custa do dinheiro dos contribuintes, legalização das drogas e da prostituição, etc.. Divirtam-se.

Quando acabar o dinheiro grátis da União Europeia, vai chegar a hora da matança.

Os sinais estão aí, para quem quiser ver. Brexit; a vitória da Marine Le Pen em França vai ditar a quase-certeza da hora da matança.

Terça-feira, 26 Julho 2016

A “estagnação secular” e a Religião da Humanidade

 

Ontem, em um programa na RTP3, três economistas falaram da “estagnação secular”. Um deles (de Esquerda) fez referência a Karl Marx, e outro (da Não-Esquerda) afirmou que a solução para o problema da estagnação económica é uma (ainda) maior globalização das economias (internacionalização). Vemos como a Esquerda e a Não-Esquerda estão de acordo em pontos essenciais sobre este assunto.

Em ambos os casos (na Esquerda e na Não-Esquerda) verificamos a eliminação do elemento ético nas relações económicas, e a redução de toda a realidade humana à economia.


Segundo Karl Marx (“Ideologia Alemã”), a estagnação da economia deve-se às “relações de propriedade” — que é a relação que existe entre as “forças produtivas” e as “relações de produção”: alegadamente, quando as “forças produtivas” atingem determinado estado de desenvolvimento, “entram em contradição” com as “relações de produção”, e essa “contradição” é a causa da estagnação económica.

Quando os marxistas e os neoliberais reduzem a realidade inteira à economia, simplificam o que é complexo e adoptam um pensamento dogmático que ignora as retroacções da História. A História é vista por eles como sendo linear e progressiva, sem possibilidade de recuperação, por parte da sociedade, de conceitos do passado; e quando esses conceitos retroactores surgem, marxistas e neoliberais adoptam o ad Novitatem, fazendo com que o “novo” nunca possa ter qualquer coisa em comum com o “velho”.

A reacção contra a estagnação secular já se está a fazer sentir. Por exemplo, o Brexit é uma reacção à estagnação económica na União Europeia; a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos também; na Hungria temos o Viktor Orbán com os 12% de IRS universal; fenómenos similares acontecem na Irlanda, na Polónia, na Rep. Checa, ou mesmo na Eslovénia. No Japão, a reacção à estagnação secular é por demais evidente:

“This week, Japan’s Liberal Democratic Party and its coalition partners won a two-thirds majority in the legislature’s upper house, to go along with their two-thirds majority in the lower house. A two-thirds majority is required in each house to begin the process of amending Japan’s constitution. And amending the constitution is one of the central planks in the LDP’s platform”.

Japan’s New Fascism

Os direitos humanos, entendidos em si mesmos como uma política, tende a ser colocada em causa ou questionada. Os Direitos do Homem não são uma Política [Marcel Gauchet, “Le Débat”, 1980].


É neste contexto que surge a imigração aberta e suicida na Europa. É uma fuga para a frente, no sentido errado.

mulher islamica em inglaterra kodachromeAntes de o problema da “estagnação” ser económico — é metafísico, ético, cultural e político. Os “comunistas do mercado” (os neoliberais) e os “comunistas da revolução” (os marxistas) descobriram a vantagem da imigração em massa, e dizem que os resultados são excelentes: ambos pensam que saem a ganhar do negócio da imigração em barda.

A instalação multiculturalista de comunidades de imigrantes acelera a proletarização dos imigrantes, e também reduz os trabalhadores indígenas (os brancos europeus) à antiga condição de proletários: privados da protecção de uma nação coerente, tratados como “suspeitos históricos” pelo poder político controlado pelos “comunistas do mercado” (os neoliberais) e pelos “comunistas da revolução” (os marxistas), os europeus indígenas perdem as suas últimas imunidades comunitárias: transformam-se em uma versão actualizada dos proletários do século XIX, em zômbis em potência.

Esta estratégia de proletarização geral da sociedade convém tanto aos neoliberais como aos marxistas, embora por razões distintas — é aquilo a que eu chamei de sinificação.

Trata-se de uma aliança entre Trotski e Hayek.

O neoliberalismo utiliza os velhos intelectuais marxistas (por exemplo, Francisco Louçã, José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, etc.) que são os seus compagnons de route, e que se transformam no novo clero inquisitorial da Religião da Humanidade (esse novo ópio do povo): uma religião que se baseia nas tábuas da lei dos direitos humanos, ou seja, nos direitos dos zômbis, e que se transformam nos deveres do Homem. A Religião da Humanidade tem os seus dogmas, e o seu braço secular: a União Europeia e os tribunais nacionais e internacionais.

Um dos instrumentos privilegiados de controlo dos zômbis europeus por parte dos “comunistas do mercado” e dos “comunistas da revolução”, é a exploração sistemática do sentimento de culpa colectiva dos europeus: a Victimilogia “virou” ciência, e transformou-se em um sistema de legitimização de uma sociedade pouco legítima.

“A classe que tem o poder material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, a que tem o poder espiritual do dominante” → Karl Marx, “Miséria da Filosofia”

¿Quem detém hoje o Poder espiritual dominante? É a Religião da Humanidade. E repartem entre si o poder material. Trata-se de uma aliança que aparece ao povo como a mistificação de uma cisão política. É a nova “superstrutura” constituída pelos “comunistas do mercado” e pelos “comunistas da revolução” (Karl Marx pode ser útil, mesmo quando é inútil).

Segunda-feira, 25 Julho 2016

As tensões aumentam na Alemanha.

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:18 pm
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As tensões aumentam na Alemanha. No funeral das vítimas do atentado de Sábado, os anormais dos muçulmanos gritaram “Alaú Vamos Ao Bar!”. E a reacção dos alemães não se fez esperar. Muitos dos muçulmanos que vivem na Europa terão que ser deportados; é uma questão de tempo. A convivência é impossível.

Sábado, 2 Julho 2016

A Europa maçónica está em crise

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:31 am
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O jornal Púbico publicou um editorial em que a repetição das eleições na Áustria (devido a fraude eleitoral) é diabolizada. Para o politicamente correcto, a democracia é boa quando ganha a Esquerda; e “populismo” é a palavra usada pela Esquerda (e pela Não-Esquerda) quando a democracia assusta. Tudo se justifica se a Esquerda (ou a Não-Esquerda, que é a “direita” direitinha obediente à Esquerda) ganha as eleições: a fraude eleitoral é boa desde que o politicamente correcto saia vencedor.

Acontece na Europa um fenómeno interessante: no sul, é a Esquerda radical que é crítica da União Europeia; e no norte, é a chamada “extrema-direita” que critica a União Europeia. Por outro lado, existe uma discrepância entre os partidos da “extrema-direita europeus”: em França e na Holanda, a “extrema-direita” apoia Putin; na Polónia e na Hungria, a “extrema-direita” apoia a NATO e os Estados Unidos (não apoiam Obama: apoiam os Estados Unidos). ue-esq-dir


Temos que denunciar o epíteto de “extrema-direita”.

Se o politicamente correcto radicaliza à esquerda, até o Partido Social Democrata corre o risco de ser incluído na extrema-direita. Qualquer dia, até o Partido Socialista é de extrema-direita. Se a democracia não é possível sem o Estado-Nação, então segue-se que a abolição de fronteiras, que os burocratas maçónicos da União Europeia defendem, é antidemocrática. À medida que a Esquerda radicaliza, o centro político passa a ser “extremista”. Por este andar, qualquer dia o António Costa é da extrema-direita. Ou seja, se existe extremismo político, é o do politicamente correcto a que o jornal Púbico obedece caninamente.

A União Europeia só tem uma saída: adoptar a visão de Charles de Gaulle acerca da Europa, em que este recusava o supra-nacionalismo e tentou sempre reduzir os poderes da burocracia em Bruxelas. De Gaulle defendia uma confederação, e não uma federação como defendem os actuais europeístas. E quando, no Tratado de Nice, a maçonaria fez questão de retirar a matriz cultural cristã do ideário de construção europeia, deu uma machadada decisiva na utopia europeísta.

Uma das razões do #BREXIT

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:28 am
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As classes trabalhadoras dos países desenvolvidos não têm melhorado as suas condições de vida, no período de 1988 a 2008, em contraponto com todas as outras classes sociais em todo o mundo.

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