perspectivas

Quinta-feira, 9 Setembro 2021

Não me venham dizer que isto é “simples coincidência”

Filed under: Eurofobia,Europa,Globalismo,Racismo — O. Braga @ 11:23 am

miss england 2021miss ireland 2021miss france

A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.

Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.

Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.

Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.

É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.

Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.

Terça-feira, 10 Agosto 2021

Mortos e efeitos adversos na Europa devido às “vacinas” do COVID-19

Filed under: Europa,vacinas — O. Braga @ 7:04 pm
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Mortos e efeitos secundários

Na Europa em: 07/08/21

Mortos registados : 21 308 (+ 710)*

Efeitos secundários : 2 018 917 (+ 58 310)*

Efeitos secundários graves : 997 310 (+ 28 440)*

*em 1 semana

civitas-covid


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Sexta-feira, 2 Outubro 2020

A imigração veio enriquecer a cultura na Europa

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 9:54 am

Domingo, 8 Março 2020

¿Substituição da população europeia?!!! É Teoria da Conspiração da extrema-direita fassista!!!

Terça-feira, 24 Setembro 2019

É legítimo eliminar fisicamente os políticos que defendem a imigração desordenada

Filed under: Europa,França,Globalismo,imigração,Macron,União Europeia — O. Braga @ 6:38 pm

As imagens que vemos (acima) são de Paris; imigrantes ilegais africanos, amigos do Macron, assassinam cidadãos franceses que se recusem a ser roubados em plena via pública.

Os responsáveis políticos pelo inferno social e moral por que passam hoje os cidadãos europeus (em geral) terão que pagar pelos actos que cometeram.

E dado que não é possível uma condenação judicial — porque o sistema judicial está corrompido até à medula —, segue-se que se torna legítimo a eliminação física dos principais responsáveis políticos pela catástrofe social, económica, cultural, que a imigração desordenada trouxe aos países da União Europeia.

Segunda-feira, 9 Setembro 2019

O primeiro dia de escola, em França

Filed under: Europa,França,multiculturalismo,União Europeia — O. Braga @ 3:38 pm

Segunda-feira, 29 Abril 2019

O axioma da “razão suficiente”

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:24 pm
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“Nenhum facto pode ser verdadeiro ou real, ou nenhum juízo pode ser correcto, sem uma razão suficiente.”

Leibniz  

É praticamente unânime a consideração segundo a qual Leibniz e Newton foram dos europeus com mais elevado QI da História.

O princípio da “razão suficiente” [de Leibniz] é simplesmente genial, desde logo porque não se poderia deduzi-lo da experiência: este axioma foi e será sempre válido. A verdade deste axioma é intemporal: a sua verdade existe numa dimensão intemporal da consciência, na qual a Razão participa.

Ou seja, é pressuposta a validade daquilo que só deve ser comprovado pela dedução — independentemente do modo como os axiomas lógicos [que não são físicos!] surgiram ao longo da evolução humana, a validade desses axiomas transcende a realidade humana.


A ler:


“Mesmo que os axiomas de uma [qualquer] teoria [cientificamente válida] sejam formulados pelo ser humano, o sucesso de um tal empreendimento pressupõe uma elevada ordem do mundo objectivo, que não se podia esperar de maneira alguma. ”

→ Albert Einstein, “Worte in Zeit Und Raum”, 1992, pág. 92, Bonn.

Segunda-feira, 18 Março 2019

Dualidade de critérios das elites políticas a favor do Islão (1)

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão,União Europeia — O. Braga @ 8:46 am

Sexta-feira, 15 Março 2019

Olho por olho, dente por dente (não há alternativa a isto, senão através de um totalitarismo)

 

Nunca ouvimos o turco Cerdogan criticar qualquer ataque terrorista islâmico contra os “cafres” na Europa. Jamais!. Mas quando aconteceu o ataque de hoje na Nova Zelândia contra os Maome(r)das, o turco Cerdogan veio amaldiçoar o perpetrador.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

Mas, ainda mais grave, é a atitude da classe política europeia em geral, e sobretudo a Esquerda. Quando aconteceu o ataque islâmico em Manchester contra crianças “cafres”, não vimos nem o Marcelo Rebelo de Sousa, nem a classe política portuguesa em geral, manifestar a sua repulsa nos canais de televisão: parece que a classe política europeia se resignou ao terrorismo Maome(r)das.

A classe política fala em “supremacia branca” quando se refere ao terrorista da Nova Zelândia, mas nunca se referiu à violência extrema do radicalismo Maome(r)das na Europa como sendo “supremacia islâmica”. Estamos entregues a uma classe política composta por filhos-de-puta.

Ora, esta dualidade de critérios por parte das elites ocidentais, perante a violência brutal do Maome(r)dismo, tem como consequência a radicalização de sinal contrário, tal como aconteceu hoje na Nova Zelândia. Mas ainda estamos no prelúdio deste processo político radicalizado — porque a crescente violência dos Maome(r)das na Europa vai implicar (mais tarde ou mais cedo) uma reacção radical dos “cafres” indígenas europeus.

Dutch professor integrate Muslims

A probabilidade de uma guerra civil na Europa é muito grande, porque é impossível a qualquer sociedade assimilar culturalmente pessoas oriundas de países islâmicos — a não ser que se institua na União Europeia um sistema totalitário do tipo chinês (sinificação), em que a repressão sobre os muçulmanos é brutal. Aliás, estamos já a caminhar para um totalitarismo na União Europeia.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

Terça-feira, 29 Janeiro 2019

O pesadelo da imigração ilegal na cidade de Bruxelas, Bélgica

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 8:29 pm

 

Tal como acontece nos Estados Unidos, a Europa não precisa de mão-de-obra desqualificada (trabalhadores indiferenciados). Os imigrantes económicos ilegais que os políticos globalistas (aliados aos trotskistas) deixam entrar na Europa, constituem um peso financeiro enorme para a sociedade.

Segunda-feira, 28 Janeiro 2019

Os imigrantes ilegais, coitadinhos, chegam às costas da Europa muito sofridos

Filed under: Europa,imigração — O. Braga @ 5:31 pm

 

Os imigrantes ilegais, coitadinhos, chegam às costas da Europa sujeitos às ondas alterosas e ao tempo frio, e com muitas crianças a bordo — ou com mar calmo, banhos de sol, maioria de machos com auscultadores e telemóveis de última geração.

 

Sábado, 19 Janeiro 2019

Tomem nota: podemos muito bem mandar bugiar a “democracia europeísta”

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:00 pm
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«Um homem honesto apaixona-se por uma mulher honesta; ele quer, por isso, casar-se com ela, ser o pai dos seus filhos, e ser a segurança da família.

Todos os sistemas de governo devem ser testados no sentido de se saber se ele pode conseguir este objectivo. Se um determinado sistema — seja feudal, servil, ou bárbaro — lhe dá, de facto, a possibilidade da sua porção de terra para que ele a possa trabalhar, então esse sistema transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça.

Se qualquer sistema — republicano, mercantil, ou eugenista — lhe dá um salário tão pequeno que ele não consiga o seu objectivo, então transporta consigo a essência de uma tirania eterna e vergonha».

— G. K. Chesterton, “Illustrated London News”, Março de 1911.

Se um determinado sistema político — por exemplo, corporativista, Salazarista, autocrata e nacionalista — dá a possibilidade de um homem honesto constituir família e ser pai dos filhos de uma mulher honesta; e, simultaneamente, deparamo-nos com a impossibilidade de um sistema dito “democrático” e “europeísta” conseguir esse objectivo para o comum dos cidadãos, então o primeiro sistema “transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça”.

É no sentido dado por G. K. Chesterton que concordo com a Raquel Varela, e só neste sentido: o melhor sistema político é o que melhor garante a continuidade da sociedade e a dignidade mínima devida ao cidadão.

Uma “democracia europeísta” que humilha os cidadãos pode ser muito mais tirânica e vergonhosa do que uma autocracia que se preocupa com a defesa da família e com a continuidade da sociedade.

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