perspectivas

Terça-feira, 24 Março 2015

Para mim é claro que o BCE [Banco Central Europeu] prepara a saída da Grécia do Euro

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:56 pm
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“The European Central Bank is set to make it illegal for Greek lenders to add to their holdings of government debt in a move that effectively cuts off a key source of funding for Athens and heightens the risk of a sovereign default.”

ECB set to tighten rules for Greek banks on T-bills

Segunda-feira, 23 Março 2015

Marine Le Pen, o Insurgente e o Jugular

 

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Começo por dizer que, se eu fosse francês, não votaria na Front Nationale de Marine Le Pen,  a não ser por voto de protesto contra o sistema político; por várias razões, e fundamentalmente porque a Front Nationale é tão radicalmente laicista quanto o Partido Socialista francês.

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Eu vou mais pelo secularismo, por exemplo, de um UKIP (United Kingdom Independent Party); vou mais por aqui, mas vou mais longe: em minha opinião, a Igreja Católica deveria fazer parte do protocolo de Estado, e portanto, fui contra a posição do Partido Social Democrata que há anos se aliou à  Esquerda e à  maçonaria para revogar a tradição portuguesa da presença da Igreja Católica nos protocolos de Estado que vigorava desde a fundação de nacionalidade.

Segundo o critério do Insurgente, o UKIP, sendo um partido nacionalista e que defende até a saída do Reino Unido da União Europeia, é um partido socialista.

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Terça-feira, 10 Março 2015

They are so tight they shit diamonds

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:35 pm
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“Wolfgang Schäuble ainda não percebeu que tem de fazer de conta. Fazer de conta que não manda assim tanto. Tipo falar sobre as reuniões antes das reuniões ou das decisões antes das decisões. Tem de fazer de conta que aquilo é mesmo um órgão colegial onde a opinião dos outros também conta. Mesmo que depois não interesse. Os americanos fazem isso lindamente. É uma questão de aprender.”

Quem escreveu isto ainda não percebeu que os alemães são tão apertados mentalmente e tão rígidos na sua compostura que cagam pedaços de diamante.  

Sexta-feira, 6 Março 2015

A Espanha está f*did*!

 

Aquilo que me chateia no “pensamento único” é que o Estado se meta, através dele, na minha vida privada; se o pensamento único não tiver nada a ver com a força bruta do Estado, então não me preocupa grande coisa.

Se toda a gente pensar da mesma maneira mas que não se coloque o Estado a vasculhar a minha casa, por mim podem pensar como quiserem.

tu-quoqueEm Espanha, os socialistas dizem que os neoliberais seguem um “pensamento único”, e estes dizem o mesmo daqueles. A verdade é que os neoliberais aproveitam-se do socialismo para aumentar impostos; e os socialistas aproveitam-se do neoliberalismo para ir reforçando o poder do Estado com o aumento dos impostos. A diferença é que uns chupam o povo de uma maneira, e os outros “xuxam” no povo de outra maneira. O que há de comum entre eles é que ambos defendem — na prática e por razões diferentes — aumento de impostos.

Portanto, o “pensamento único” é o aumento de impostos — seja para pagar a dívida pública rapidamente porque os Bancos alemães andam aflitos (os neoliberais) e não podem esperar, seja porque “a dívida pública não é para pagar” (os socialistas) e o “necessário aumento de impostos” serve para reforçar o poder absoluto do Estado.

Enquanto não se quebrar este “pensamento único” comum a neoliberais e socialistas, não saímos da cepa torta; ou então saímos do Euro. Neoliberais e socialistas fazem parte do problema, e não da solução.

Razão tinha o Salazar: quando chegou ao Poder (na década de 1920) só ia pagando os juros da dívida pública: o pagamento da dívida propriamente dita ficou congelado até meados da década de 1950. Mas hoje a Alemanha não facilita pagamentos, não obstante tenha tido condições muito favoráveis para o pagamento da sua dívida contraída com a II Guerra Mundial. “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa”.

“Liberalismo económico” com brutal aumento de impostos, para pagar a dívida pública aos Bancos alemães em uma década, é abuso de poder.

Quinta-feira, 5 Março 2015

O retorno da nossa cultura ao neolítico

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:57 pm
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Para o cidadão comum é muito difícil compreender o que se está a passar com a nossa cultura (ocidental); e outros, não a compreendendo, pensam que alguns fenómenos culturais actuais são algo de “novo”.  Vejamos este caso:

“A esperança média de vida é cada vez maior, mas a população continua a crescer e os cemitérios a ficarem sobre-lotados. Se a cremação não é algo que lhe agrade, esta pode ser uma opção a ter em conta.

O projecto italiano Capsula Mundi quer desenvolver uma cápsula orgânica e biodegradável que transforma um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore.”

Gostava de ‘reencarnar’ numa árvore?

O que se está a passar hoje na nossa cultura antropológica (principalmente na Europa) não é apenas um retorno a um monismo: é sobretudo um retorno cultural às religiões do neolítico da mãe-terra.

A questão do sentido (da vida) está na base não só das religiões propriamente ditas, mas também das religiões políticas. Ao longo de dois milhões de anos da Pré-história da humanidade, os nossos antepassados aperceberam-se da sua especificidade no contexto do mundo orgânico que os rodeava.  Aquilo que designamos hoje de “sentido” (da vida) passou-se a exprimir claramente a partir do homo sapiens, em experiências momentâneas indistintas, no medo e na esperança; e fenómenos deste tipo eram sempre acompanhados por rupturas da vida  ou de situações-limite.

A partir do paleolítico médio tornou-se claro que os vestígios de enterros rituais revelavam que a morte tinha que ser superada religiosamente, como aliás continua a acontecer hoje embora com uma hermenêutica diferenciada pelo Cristianismo. Ou seja, desde muito cedo verificaram-se “ritos de passagem” que configuravam religiosamente a vida.

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Sexta-feira, 27 Fevereiro 2015

As três ameaças ao Estado de Direito democrático ocidental

Em relação a este comentário, convém dizer sucintamente o seguinte:

1/ o liberalismo político da Europa não está — nem nunca estará — preparado para lidar com a Jihad islâmica; perante a ameaça islâmica, o liberalismo político europeu terá que se anular, pelo menos provisoriamente.

2/ para além da Jihad islâmica, que é uma ameaça externa ao liberalismo político ocidental, existem de facto duas ameaças internas, sendo que ambas têm como ponto comum a erradicação (eliminação) dos factores metajurídicos subjacentes aos princípios do Estado de Direito tal como concebido pelo positivismo de Kelsen. Esses factores metajurídicos (que também existiam na democracia da Grécia antiga, com a religião de Atenas) são a religião cristã que enforma a cultura antropológica ocidental, por um lado, e por outro  lado a Tradição sem a qual não é possível a democracia ocidental.

Os factores metajurídicos são aqueles que estão “antes” (são a condição) do Direito Positivo e da Constituição que fundamenta o formalismo do Direito Positivo em um Estado de Direito democrático ocidental.

Por detrás de uma Constituição de um Estado de Direito democrático ocidental está toda uma História, uma tradição e uma cultura antropológica fundada nos princípios éticos e ontológicos historicamente influenciados pelo Cristianismo. Sem esses factores metajurídicos, o formalismo do Direito Positivo pode tornar legal qualquer forma de regime político que não respeite a ética herdada do Cristianismo.

3/ Vamos ver, a título de exemplo, o fenómeno do Confucionismo na China.

“Não murmuro contra Deus e não me encolerizo com os seres humanos. Investigo aqui em baixo, mas aponto para o alto. É Deus quem me conhece”. — Confúcio

O Confucionismo tinha uma concepção ética secular (secularismo), baseada não na transcendência divina ou na religião, mas antes baseada em leis e regras sociais e políticas (as quatro virtudes: Hsiao, Jen, Li, Yi). Ou seja, o Confucionismo era uma religião política (uma doutrina de Estado). Porém, o Confucionismo tinha uma “regra de ouro” invocada, mais ou menos na mesma altura por Sócrates e, mais tarde, no Sermão da Montanha por Jesus Cristo (Mateus 7,12): “Não faças aos outros o o que não queres que te façam a ti”.

Por outro  lado, embora o Confucionismo não tivesse oficialmente em consideração a religião propriamente dita, tinha, não obstante, factores metajurídicos “invisíveis” (a Tradição) que se baseavam em elementos da religião imperial chinesa (anterior ao Confucionismo e ao Taoísmo). Sem o legado cultural e histórico da religião imperial chinesa, o Confucionismo não faria qualquer sentido nem poderia ter-se imposto na China.

São os elementos metajurídicos que dão sentido ao formalismo processual do Direito Positivo na democracia ocidental.

4/ as duas ameaças internas ao liberalismo político são o neoliberalismo que transporta consigo o Marginalismo radical e o social-darwinismo para dentro da ética, desprezando os elementos metajurídicos do Estado de Direito democrático ocidental, por um lado; e por outro  lado, o marxismo cultural que tenta mesmo erradicar e eliminar esses factores metajurídicos, transformando o Direito em um código arbitrário à mercê de uma elite gnóstica moderna.

Segunda-feira, 23 Fevereiro 2015

A Rússia precisa da União Europeia como a boca precisa de pão

Filed under: Europa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 8:20 am
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Há no Observador uma plêiade de idiotas que reduzem a realidade a uma ideologia maniqueísta. Há aqui um burro que afirma que “a Rússia quer acabar com a União Europeia” (enquanto agremiação de países), quando em verdade a Rússia precisa da União Europeia para que a sua economia possa ser sustentável.

É preciso que as pessoas entendam o seguinte: o problema da Rússia não é especificamente com a União Europeia: o problema da Rússia é com os Estados Unidos de Obama — porque estou convencido de que se existisse um presidente republicano nos Estados Unidos, não existiriam os problemas que temos hoje na Ucrânia.

A União Europeia é uma extensão da política americana na Europa, qualquer que seja essa política. A União Europeia é uma anã política. A “União Europeia” significa “subserviência canina aos Estados Unidos”. Quando a política externa americana é má e contraditória, como é a de Obama, é a União Europeia que paga a factura.

Quando a União Europeia impõe sanções económicas à  Rússia por causa da anexação da Crimeia (Crimeia que sempre pertenceu à  Rússia, pelo menos desde o tempo do Czar Pedro O Grande), seria estúpido — como é estúpido o escriba do Observador —  que a Rússia desse a outra face e não reagisse: é neste contexto que devemos ver, por exemplo, os apoios financeiros ao Syriza e à Front Nationale de Marine Le Pen.

Sexta-feira, 20 Fevereiro 2015

¿O Euro continua sem a Grécia?

Filed under: Europa — O. Braga @ 11:15 am
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Assistimos hoje a uma torre de babel nos me®dia em relação à  Grécia. Papagaios.

O problema fundamental é escondido do povo: não é possível uma moeda única sem uma unidade política — e já nem falo aqui em uma língua comum! “Unidade política” pressupõe representatividade legítima, e não só legal. Representatividade legítima pressupõe a nação.

Se quisermos identificar a representatividade legítima com a democracia, então é perfeitamente claro que não é possível a democracia senão em um contexto nacional (nação). Quem disser o contrário disto ou é estúpido ou vigarista político: são os casos de Paulo Rangel e de Fernando Rosas.

Quem disser o óbvio e o evidente — que a democracia só é possível em um contexto da nação —, é considerado, por aquelas duas supracitadas avantesmas, “radical” ou “fascista”. Defender a democracia e, por isso, defender a nação, é ser “fascista” ou “radical”.

Os termos políticos foram invertidos pelas bestas notórias da política actual: defender o leviatão da União Europeia (em que o parlamento europeu é praticamente um pró-forma) é ser “democrático”; defender a nação e a democracia é ser “faxista”.

Na Grécia, quer queiramos ou não e independentemente de gostarmos ou não do Syriza, há democracia porque fundada no contexto da nação grega. Não é possível a democracia sem a nação. Por isso, dizer que “a União Europeia é democrática” pressupõe que exista uma “nação europeia” — mas eu ainda não me apercebi dessa realidade nacional europeia. Talvez eu seja ceguinho de todo e o Paulo Rangel tenha um olho.

A probabilidade de acontecer, um dia, uma “nação europeia” é praticamente de zero. E sem nação europeia — ou seja, sem unidade política legítima — o Euro não pode demorar muito tempo.

O Euro foi concebido por políticos europeus lunáticos e/ou psicóticos, e depois foi bem aproveitado pela Alemanha para esmifrar as economias mais fracas da Europa. E os gregos, os irlandeses e os portugueses puseram-se a jeito e foram encavados pela Alemanha. Esta é a verdade pura e dura que resume aquilo que a classe política portuguesa e os apparatchiks do centrão político se recusam a reconhecer perante o povo.

Se a Grécia sair do Euro, é possível que o Euro continue a existir embora circunscrito aos países de língua alemã e afins — Alemanha, Áustria, Holanda, Finlândia, Luxemburgo, e talvez a Bélgica. Mas se a Grécia não sair agora do Euro, sairá mais tarde: estaremos apenas a empurrar com a barriga o problema da legitimidade democrática, à  espera de um milagre em política.

Quinta-feira, 19 Fevereiro 2015

A União Europeia e a Branca de Neve

Filed under: Europa,Passos Coelho — O. Braga @ 11:26 am
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Na União Europeia da Branca de Neve, há sete anões. A Grécia do Syriza é o Ranhoso (“dengoso”, no Brasil); o Portugal de Passos Coelho é o Fanhoso (“soneca”, no Brasil). Claro que a Branca de Neve é a Angela Merkel. Quando o Ranhoso anda chateado com a Branca de Neve, o Fanhoso diz logo que “põia que nãum põde ser!”

Quando a Branca de Neve quer que o Ranhoso tenha um excedente orçamental de 1,5% (em relação ao PIB) em 2015,  3% em 2016 e 4,5% em 2016, para que possa pagar rapidamente a sua dívida aos credores alemães, o Ranhoso recusa porque tem cerca de 50% de desempregados jovens; mas o Fanhoso diz logo: “Õda-se!, pãece que é pãivo!”

ranhoso-fanhoso

Quarta-feira, 18 Fevereiro 2015

A Raquel Varela e o horário de trabalho de 21 horas semanais

Filed under: economia,Europa — O. Braga @ 1:21 pm
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Eu não sou libertário e por isso estou à  vontade para dizer que o programa televisivo “Barca do Inferno” deveria ser enviado para o diabo que o carregue. Não podemos viver em uma sociedade em que o mais sórdido é permitido, em que a razão é violentada por uma classe académica com “direitos de Estado” adquiridos. Mesmo os canais de televisão privados não têm o direito de ter programas que defendam o absurdo, ou que convidem pessoas a defender publicamente o absurdo.

A Raquel Varela mistura no mesmo saco três fenómenos distintos: 1/ a concentração excessiva de capital que acontece hoje (como aconteceu no século XIX); 2/ as horas semanais de trabalho; 3/ o desemprego.

1/ a concentração excessiva de capital é uma realidade, mas está ligada ao fenómeno político da desnacionalização. Que eu saiba, a Raquel Varela — à  semelhança do Bloco de Esquerda — defende a permanência de Portugal no Euro.

2/ as horas de trabalho devem estar ligadas a uma ética de recompensa por quem mais se esforça e se preocupa com o trabalho.

Reparem bem como a Raquel Varela defende 21 horas de trabalho semanais sem redução de salário. É isto que deveria ser proibido de passar na televisão do Estado, nem que se tivesse de demitir a administração da RTP.

Para a Raquel Varela, a produtividade é uma coisa mágica que não depende do contexto político, cultural e social em que uma sociedade está inserida.

3/ a Raquel Varela não quer a saída de Portugal do Euro, e portanto defende a desnacionalização de Portugal (Trotskismo). Mas, ao mesmo tempo, pensa que a economia portuguesa poderá crescer, estando dentro do Euro, 2 a 3% por ano para permitir a absorção do desemprego — o que é uma impossibilidade objectiva.

Só saindo do Euro, Portugal poderá ter taxas de crescimento iguais ou superiores a 2% ao ano. Portanto, quem defender o Euro terá que defender necessariamente um desemprego alto. Claro que, no primeiro ano da saída do Euro, instala-se uma situação económica caótica em Portugal; mas passada primeira fase de choque económico, a economia passa a crescer tanto ou mais do que cresceu na década de 1990.

Portanto, há que escolher: ou o Euro e desemprego alto; ou fora do Euro e absorção de desemprego.


Adenda:

A economia é uma ciência social. Estar fora ou dentro do Euro têm vantagens e desvantagens, segundo a ciência económica.

Mas a opção de estar dentro ou fora do Euro é uma opção ética que não é determinada pela ciência económica: a ciência, qualquer que seja, não determina e não define a ética. Essa opção ética, qualquer que seja, está a montante da política, ou seja, influencia a política.

Isto significa que quem utiliza a ciência económica para defender a permanência de Portugal no Euro escamoteia ou esconde uma opção ética: a de que é preferível um desemprego alto a um desemprego baixo. Cada um defende a ética em que se vê reflectido.

O anti-semitismo islamista aumenta em França

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:05 pm
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Quando dizem, os me®dia portugueses,  que o anti-semitismo em França vem da Front Nationale de Marine Le Pen, os factos no terreno desmentem essa afirmação, embora seja um facto que muita gente da esquerda radical vota Front Nationale.

Mas o anti-semitismo em França vem dos milhões de imigrantes muçulmanos; e não nos podemos esquecer que o Islão foi um bom aliado de Hitler.

Um jornalista francês usou um kippah e passeou-se durante dez horas pelas ruas de Paris.

Sábado, 14 Fevereiro 2015

A psicose contra a propriedade privada

Alguém me chamou à  atenção para este vídeo de uma norueguesa que dá pelo nome de Ingunn Sigurdsdatter; e ao fim de 30 minutos parei de ver.

Antes de mais, um ponto de ordem que revela uma firme convicção da minha parte: a crescente influência política da mulher na nossa sociedade tem-se revelado muitíssimo negativa e perniciosa. Demonstrem-me que estou errado!. A mulher é, em juízo universal, guiada pela emoção e tende a negligenciar a razão. E quando a influência da emoção é preponderante, a sociedade tende para autodestruição. É muito raro ver uma mulher filósofa. Vemos muitas poetisas, mas a poesia não é filosofia propriamente dita.

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