perspectivas

Domingo, 30 Agosto 2015

A Esquerda, o pasquim Público, e a imigração em massa

Filed under: Europa,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 1:48 pm
Tags: ,

 

“A mundialização aboliu as fronteiras para os mercados, mas para os seres humanos foram erguidos muros em todo o mundo, por causa das preocupações com a segurança e o desejo de conter a imigração ilegal, apesar de os especialistas duvidarem da sua eficácia a longo prazo. Há um quarto de século, quando caiu o muro de Berlim, havia 16 muros a defender fronteiras no mundo. Hoje há 65, construídos ou em vias de ficarem prontos, diz Elisabeth Vallet, da Universidade do Quebeque”.

pasquim Púbico


“As vantagens políticas e económicas que levam as pessoas a procurar asilo na Europa são o resultado da jurisdição territorial. As jurisdições territoriais só podem sobreviver se as fronteiras forem controladas. A civilização Ocidental depende da ideia de “cidadania” que não é global, mas antes é radicada na jurisdição territorial e lealdade nacional”.

— Roger Scruton, “The West and the Rest”


Roger Scruton coloca o problema de uma forma tão clara que até fere a vista!

Sem jurisdição territorial e sem fronteiras não pode haver propriamente asilo político e/ou económico nos países da Europa. Se a cidadania passa a ser global e as jurisdições territoriais abolidas, deixa de haver diferença entre o Próximo Oriente, por exemplo, e a Alemanha. E sem essa diferença, deixam de existir as vantagens políticas e económicas que levam as pessoas a procurar asilo na Alemanha. Ou seja, a Alemanha passa a ser uma espécie de Próximo Oriente.

Terça-feira, 25 Agosto 2015

Alemanha: os pais de uma menina foram para a cadeia por a retirar de uma aula de Ideologia de Género

 

A União Europeia começa a assustar. Este fenómeno que vemos no vídeo em baixo não é só alemão: é uma doença política contagiosa que tem origem no parlamento europeu controlado pelo politicamente correcto (leia-se: controlo esquerdista) e que se vai expandindo como uma metástase por todos os países da União Europeia. Alguns países vão resistindo, mas é uma questão de tempo.

Durante uma aula de “educação sexual” pornográfica — leia-se, aula de Ideologia de Género — uma menina que frequentava a 4ª classe do ensino básico na Alemanha, abandonou a aula daquilo a que se convencionou chamar de “educação sexual”, mas que de facto se trata de educação pornográfica inserida no contexto da lobotomia cultural da Ideologia de Género.

Dado que os pais da menina apoiaram a sua decisão de abandonar as aulas de educação pornográfica, foram parar à cadeia.

Sexta-feira, 7 Agosto 2015

Isto é moderno e progressista

 

« “During that first ovulation period, the guys would stop by and after every attempt, we’d have a cup of tea while Daantje sat on the couch with her legs up in the air.

Thankfully, it only took two months for her to get pregnant, because I remember thinking, Imagine if we have to do this for a full year: all those jars of semen and basters and all that,” elaborates Dewi. »

These Five People Are About to Have a Baby Together

familia-do-putedoO que não é novo neste conceito de “família” é a mulher enquanto puta

Terça-feira, 28 Julho 2015

¿Lembram-se da estória do canalizador polaco? Agora temos a do picheleiro sírio

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 7:57 am
Tags:

 

Manif contra a imigração na Polónia (ver vídeo). Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa.

Segunda-feira, 27 Julho 2015

Para o José Pacheco Pereira, o Fim da História é (também) a União Europeia e o Euro

 

« O que é a “realidade” para a qual “não há alternativa”?

Em primeiro lugar, é o que há, o que existe, e a ideia de que o “que existe tem muita força” e legitima-se por existir. Neste pensamento do TINA existe uma espécie de congelamento da história, ? o que se compreende visto que chegou ao “fim”, ? no actual momento europeu, visto que é uma doutrina essencialmente europeia. Não é global, nem americana, nem dos BRICs, nem asiática, vem da Europa e fixa-se na Europa. Mais: fixa-se no estado de coisas europeu dos últimos anos, nem sequer uma década, desde a crise financeira (real) seguida da crise das dívidas soberanas (politicamente gerada). »

→ José Pacheco Pereira: A direita radical encontrou o “fim da história” e chama-lhe “realidade”

O José Pacheco Pereira opõe o seu (dele) Fim da História, por um lado, ao Fim da História neoliberal (segundo o “santo” Fukuyama), por outro  lado: são dois tipos diferentes de Fim da História. O que há em comum entre o Fim da História de José Pacheco Pereira e o dos neoliberais, é a necessidade da União Europeia e do Euro.

« When the episteme is ruined, men do not stop talking about politics; but they now must express themselves in the mode of doxa. » — Eric Voegelin


José Pacheco Pereira defendeu, na recente crise grega, que a União Europeia e o BCE [Banco Central Europeu] deveriam proceder de um determinado modo; e os neoliberais defenderam que as instituições deveriam proceder de modo diverso. São dois Fim da História que se opõem. Ou seja, o José Pacheco Pereira critica o determinismo histórico dos neoliberais opondo-lhe o seu (dele) próprio determinismo histórico: a União Europeia e o Euro fazem parte do seu (dele) Fim da História. Aliás, é sabido que o José Pacheco Pereira tem um arquétipo mental hegeliano, na esteira das opções políticas e ideológicas que o marcaram na juventude.

O José Pacheco Pereira é um federalista europeu, mas um federalista de tipo gramsciano: a União Europeia Federal (para ele) deverá ser construída a longo prazo através de uma democracia de base por intermédio de um “progresso da opinião pública” (leia-se, lenta lobotomia cultural, à boa maneira hegeliana de “progresso como uma lei da Natureza”). Em contraponto, os neoliberais e os socialistas (Partido Socialista) são também federalistas europeus, mas defendem que o federalismo deve ser uma espécie de leviatão que se impõe do cimo social e político, para baixo, para as massas anónimas e anódinas. O que difere, na posição de José Pacheco Pereira em relação à dos socialistas  e neoliberais em relação à União Europeia e ao Euro, é a forma, mas não o conteúdo: é a forma de se fazer as coisas, isto é, a forma de se atingir o federalismo europeu.

O que repugna ao José Pacheco Pereira é o conceito de Fim da História neoliberal, ou seja, a “realidade neoliberal”; e opõe-lhe os seu próprios conceitos de “realidade” e de Fim da História que apenas diferem do primeiro na sua forma: o conteúdo (o federalismo europeu) mantém-se comum aos dois tipos diferentes de “realidade”. Aqui, o José Pacheco Pereira está mais próximo do Bloco de Esquerda e do Livre do que do Partido Socialista (que também aceitou e ratificou o famigerado Tratado Orçamental).

O José Pacheco Pereira faz parte do actual “double blind” da política portuguesa, que apenas é “furado” — paradoxalmente! — pelo Partido Comunista que também tem o seu próprio Fim da História segundo Karl Marx.


Quando eu aqui critiquei o governo grego do Varoufucker e  do Tripas — e inclui nessa crítica a “puta da realidade” da União Europeia e do Euro que os gregos não aceitam —, essa minha crítica foi uma crítica ao determinismo histórico, ou seja, foi uma apologia à liberdade que passa sempre por povos que recusam a decadência e a subserviência canina em troca de um prato de lentilhas, e com elites corajosas e esclarecidas. Não existe um Eidos da História (Hegel estava errado!)  — pelo menos que seja perceptível pelo ser humano: os homens fazem a História que os faz; a História faz os homens que a fazem; os homens fazem a sua história sem a fazer.

Segunda-feira, 20 Julho 2015

“É preciso mais Europa”

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:35 am
Tags:

 

Na década de 1980, quando a URSS estava já em desagregação interna, os líderes daquele  país diziam que “é preciso mais socialismo”. Hoje são os líderes da União Europeia que dizem que “é preciso mais Europa”.

mais-europa

Sexta-feira, 3 Julho 2015

O problema da Grécia não é a dívida

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:51 am
Tags: , ,

 

Os comentadores dos me®dia (principalmente os do esquerdalho) têm dito que o principal problema da Grécia é a dívida. Nada mais falso! Tomara que o problema grego fosse a dívida.

¿Como explicamos que o Japão, por exemplo, que tem uma notação de “AA-” na Standard & Poors e uma notação “A” na Fitch, tenha, apesar disso, uma dívida pública de 237% do PIB?

O Japão é um exemplo de que a ligação entre a dívida, por um lado, e o crédito (e a credibilidade), por outro lado, é apenas indirecta. Ou seja, não se segue necessariamente que um país com uma grande dívida esteja em uma situação de dificuldade tal que lhe tolha o desenvolvimento. Naturalmente que é melhor não deixar crescer a dívida acima de um determinada percentagem do PIB; mas não é a dívida o principal problema da Grécia.

Os problemas da Grécia são o défice orçamental e a capacidade da economia grega para pagar. Quando não temos capacidade de pagar porque não produzimos o suficiente, normalmente dizemos que “o problema está na dívida”.

O problema grego é muitíssimo mais grave do que muita gente pensa.

Quinta-feira, 2 Julho 2015

Agora, em Espanha, é tudo considerado “terrorismo”

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:16 am
Tags: ,

 

Você peidou na via pública? Tenha cuidado, porque em Espanha pode ser acusado de terrorismo.

Por exemplo, organizar protestos políticos em Espanha através das redes sociais passa a ser delito de terrorismo:

« Gestionar protestas online y en redes sociales será un delito castigado con penas de terrorismo. Según el artículo 30 de la Ley de Seguridad Ciudadana “se considerarán organizadores o promotores [de las protestas] quienes por publicaciones o declaraciones de convocatoria de las mismas, por las manifestaciones orales o escritas que en ellas se difundan […], pueda determinarse razonablemente que son directores de aquellas”. »

Ley Mordaza: Las 5 Cosas Que No Podrás Hacer En Internet

Por exemplo, o conceito de “alterar gravemente a paz pública” também é considerado terrorismo. ¿Mas o que significa “gravemente”? A lei não diz. Depende da vontade circunstancial da elite política (depende da vontade geral).

E para os que pensam que o governo espanhol é de esquerda, convém lembrar que alegadamente se trata de um governo da direita “liberal”.

Sábado, 27 Junho 2015

A postura Syrízica do José Pacheco Pereira

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:31 pm
Tags: , , ,

 

Quando Passos Coelho fala da “herança socialista”, José Pacheco Pereira faz ouvidos de mercador; mas a “herança do Syriza” já desculpa toda a ineficácia e o amadorismo da governança radical grega.

pereira-apcheco-marx-web-600-2 (1)Sinceramente, penso que o José Pacheco Pereira está a mais no Partido Social Democrata, e deveria ter a coragem de o assumir entregando o cartão do partido. Pelo menos seria coerente. Aliás, penso que  posição do José Pacheco Pereira em relação ao Partido Social Democrata é uma posição Syrízica: “se querem que eu saia do Partido Social Democrata, terão que me expulsar, para que eu possa atirar a culpa para cima de outros”. 

Temos o Frei Bento Domingues na Igreja Católica portuguesa e o José Pacheco Pereira no Partido Social Democrata.

O me espanta é que gente como o José Pacheco Pereira, alegadamente com muita experiência política, se revolte em relação ao que acontece no caso grego — porque o que se está a passar era obviamente previsível. Esta gente construiu uma utopia europeia, e quando a realidade não bate certo com o sonho, desancam na realidade! A culpa não é do sonho!: a culpa é da grande puta da realidade!

“A ideia de que a Grécia não é um Estado ou que é um “país falhado” é um absurdo.”

José Pacheco Pereira

Nunca ouvi ninguém dizer que “a Grécia é um Estado falhado”. No seu desespero, o José Pacheco Pereira recorre à falácia do espantalho.

O que devemos fazer é constatar o óbvio, reconhecer a evidência, aquilo que não necessita de demonstração: por exemplo, o contributo da indústria grega (sector secundário) para o PIB está abaixo de 15%; ora, um país com estas características nunca deveria ter entrado no Euro estruturado da forma que está. Portugal, obviamente, não está muito melhor que a Grécia: a contribuição da indústria portuguesa para o PIB é de cerca de 22%; mas, mesmo assim, existe uma grande diferença: Portugal tem a Espanha ao lado; a Grécia não tem vizinhos no Euro. 

Se para Portugal é muito difícil manter-se no Euro (nas actuais condições do Euro), para a Grécia é praticamente impossível. Isto não é “querer mal à Grécia”: em vez disso, é constatar factos.

Ora, são os factos frios, ou sejam, a puta da realidade, que o José Pacheco Pereira não aceita! Que a negação da realidade seja uma característica dos lunáticos radicais de Esquerda, já eu estaria avisado; mas que um militante do Partido Social Democrata, que apoiou Cavaco Silva, venha negar a realidade, já me surpreende.

O radical José Pacheco Pereira deveria aprender com Lenine: “Os factos são teimosos”.

sirizicos

O futuro da Grécia

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:58 am
Tags: , ,

 

Quinta-feira, 25 Junho 2015

Depois de Edite Estrela, temos a Liliana Rodrigues

 

Depois de o parlamento europeu ter rejeitado o “relatório Estrela”, o Partido Socialista conseguiu fazer aprovar o “relatório Rodrigues”.

liliana-rodriguesO “relatório Rodrigues”, da autoria da deputada socialista Liliana Rodrigues, pode ser resumido em três pontos:

  • Imposição de uma suposta “igualdade dos sexos” por via política administrativa, através de uma lobotomia das crianças e imposição de um pensamento único e politicamente correcto nos professores.
  • Imposição da ideologia de género no ensino, a nível dos manuais escolares. Censura política da cultura (a introdução de uma polícia política do pensamento), nomeadamente a censura dos chamados “estereótipos” e “elementos sexistas na linguagem” (penso eu que se trata da eliminação do género feminino e do masculino na gramática), a proibição de publicação de contos infantis como por exemplo a Branca de Neve e os Sete Anões, censura geral a nível da música, filmes, literatura — alegadamente no sentido de “mudar atitudes”, e anular os comportamentos naturais e típicos dos rapazes e das raparigas.
  • Lobotomia dos professores. Incluir, na formação de professores, estratégias que coloquem em causa a própria identidade e valores dos professores.

LeonorLeonor Tamayo, presidente da instituição “Profissionais para a Ética”, mãe de nove filhos, declarou que o “relatório Rodrigues” viola o direito dos pais das crianças a serem os primeiros educadores dos seus filhos. O “relatório Rodrigues” é orwelliano.

Além disso, segundo Leonor Tamayo, o “relatório Rodrigues” foi adoptado pelo parlamento europeu sem qualquer base jurídica legal, e em total contradição com os Tratados europeus e internacionais, anulando totalmente o princípio da subsidiariedade da União Europeia, contrariando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, e indo contra o Pacto Internacional relativo aos direitos civis e políticos.

Segundo Leonor Tamayo, o “relatório Rodrigues” viola as liberdades de pensamento e de expressão e intromete-se na vida privada das pessoas, para além de violar o direito dos pais a serem os primeiros educadores das suas crianças. O “relatório Rodrigues” defende uma espécie de república de Platão.

“Não permitiremos que doutrinem as nossas crianças com a ideologia de género. Os pais são os primeiros educadores e este direito é reconhecido a nível das nações e a nível internacional. No “relatório Rodrigues” e nas suas recomendações, os valores das famílias numerosas e os modelos educativos, como a educação diferenciada, não têm qualquer lugar no sistema educativo”.

— Leonor Tamayo

Começamos todos a compreender por que razão a Esquerda defende a integração europeia: a União Europeia é vista pela Esquerda como uma forma de impôr, à revelia dos povos, uma ditadura orwelliana a nível europeu.

¿Quem organizou os “direitos dos gays” na União Europeia?

 

O irlandês Michael O’Flaherty estudou filosofia e teologia no Vaticano, e foi ordenado Padre católico em 1980.
Não se sabe se ele já tomava no cu antes de ser Padre ou se passou a tomar no cu em função do sacerdócio na Igreja Católica do Vaticano II. O que é certo é que, a partir de 1992, resolveu passar a tomar no cu às claras e deixou de ser padre.

Em 2006, o ex-padre Michael O’Flaherty organizou um campeonato de cu aberto em um hotel da cidade indonésia de Yogyakarta, e aproveitou o ensejo para escrever ele próprio aquilo que a se chamam hoje os “Princípios de Yogyakarta”. Foi ele o mentor da falácia dos “direitos dos gays”, que funciona assim:

1/

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”

Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1.

Foi a partir deste artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que O’Flaherty estabeleceu a falácia dos “direitos dos gays”.

O que o artigo defende é perfeitamente consensual; ninguém tem dúvidas da sua validade. Este artigo aplica-se a toda a gente, incluindo, por exemplo, a pedófilos, violadores sexuais, consumidores de heroína, neonazis, terroristas da Al-Qaeda, fanchonos, políticos portugueses, Mário Soares, etc..

2/

“Os gays têm direitos humanos” → “os direitos dos gays são direitos humanos”

michaeloflahertyA partir do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o teólogo O’Flaherty extrapolou falaciosamente para os “direitos dos gays”: partindo da proposição segundo a qual “os gays têm direitos humanos”, os “Princípios de Yogyakarta” do ex-padre O’Flaherty pervertem este princípio e estabelecem que “os direitos dos gays são direitos humanos”.

O raciocínio é non sequitur. Seria a mesma coisa se confundíssemos o rei “Nabucodonosor” com “Nabonocudosor”; ou se confundíssemos “as obras de arte do mestre Picasso” com “as picas d’aço do mestre de obras”.

A verdade é que gente com parafilias e outras anomalias sexuais não têm direitos diferentes, nem mais direitos, do que o comum dos mortais. O artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos foi assim subvertido e pervertido pelo fanchono O’Flaherty, negando precisamente a universalidade dos direitos humanos que o artigo 1 pretendia afirmar.

O ex-padre gay Michael O’Flaherty é apontado pela Comissão Europeia como o próximo director da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais (European Union Agency for Fundamental Rights).

Página seguinte »

O tema Rubric. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 680 outros seguidores