perspectivas

Quinta-feira, 8 Junho 2017

O Nuno Melo e terrorismo islâmico

 

Quando a Arábia Saudita (por exemplo) proíbe a construção de templos que não sejam os do Islamismo sunita, não está (principalmente) a discriminar as outras religiões, mas está, em primeiro lugar, a defender a sua identidade cultural e nacional que é fortemente marcada pelo Islão sunita. A discriminação objectiva saudita é uma consequência (negativa) do desiderato (positivo) de defesa da identidade de um povo e de uma cultura (por mais críticas que lhe possamos fazer).

O Nuno Melo escreve aqui sobre os ataques terroristas islâmicos na Europa. Mas em nenhum momento se referiu à questão da identidade dos povos da Europa. A questão da identidade está implícita no texto, talvez; mas não se distingue claramente.

Toda a gente (com dois dedos de testa) sabe que o Brexit teve menos razões económicas do que razões identitárias.

O povo inglês chegou à conclusão de que a União Europeia não era uma “associação de comércio livre” (como era proclamado pela classe política mentirosa), mas antes era um projecto totalitário de construção de um leviatão que ia proibindo progressivamente a expressão livre das identidades nacionais europeias. E o conceito de “multiculturalismo” encaixa perfeitamente nesta política de negação progressiva da expressão das identidades nacionais europeias, na medida em que a cultura de cada povo europeu era considerada igual — perante a lei — a qualquer tipo de comunidade cultural exógena e minoritária instalada em qualquer território nacional europeu.

Por outro lado, o Nuno Melo — tal como acontece com a Esquerda ou com Assunção Cristas — passa-nos (grosso modo) a ideia segundo a qual “o terrorismo islâmico é coisa passageira que pode ser combatido pela União Europeia tomando determinadas medidas policiais”.

Ou seja, a classe política em geral, seja em Portugal ou noutro país da Europa (com excepção dos países faxistas como é o caso da faxista Polónia, da faxista Hungria, faxista Eslováquia, e outros países faxistas que deveriam ser expulsos da União Europeia progressista), já entrou em dissonância cognitiva. Esta dissonância cognitiva revela, de facto, o novo “mundo da pós-verdade”, em que se recusa a verificação dos factos, e prefere-se a supremacia da interpretação subjectiva da realidade por parte das elites políticas.


De certa forma, a Europa voltou ao romantismo do século XVIII — incluindo até a (re)-adopção do Positivismo, que é o romantismo da ciência, e que pode ser observado por exemplo no blogue Rerum Natura em que pontifica o cientista Carlos Fiolhais. Só que, no século XVIII, o romantismo esteve na causa da Revolução Francesa e de Napoleão (que garantiu as nacionalidades), e hoje o romantismo é politicamente invertido, na medida em que pretende a reconstrução de um Sacro Império Romano-Germânico mais abrangente, com capital em Berlim. maomerdas-moderado-web

Para o actual político europeu neo-romântico, o comportamento do indivíduo não depende da psicologia, mas antes depende do padrão de valores (meio-ambiente).

E por isso é que o Nuno Melo, tal como quase todos os políticos europeus, pensa que é possível separar os chamados “muçulmanos radicais”, por um lado, dos “muçulmanos moderados”, por outro lado, mediante uma intervenção no meio-ambiente e no padrão de valores. Mas isso é romantismo puro, porque 1500 anos de História já nos revelaram que o Islão é incompatível (não é possível uma coexistência sem o pagamento humilhante da Jizya) com qualquer outro tipo de cultura — porque o Islamismo é um princípio de uma ordem política totalitária (e fatalista); e porque a cultura da Europa cristã baseia-se no princípio do livre-arbítrio individual (a liberdade do indivíduo), desde Santo Agostinho a S. Tomás de Aquino, e de Leibniz a Kant.

Enquanto os maomedanos são uma pequena minoria em um país — como é o caso de Portugal onde existem apenas cerca de 50 mil maomerdanos —, a coexistência com a cultura dominante é possível. Mas quando a percentagem de maomedanos ultrapassa um determinada valor em relação ao total da população, surge um fenómeno cultural e social a que chamamos de “singularidade islâmica” que torna impossível a paz social na sociedade. MAOMERDAS-RADICAL-web

Em suma: qualquer político lúcido sabe o que há a fazer na Europa: há que colocar os direitos humanos entre parêntesis, e agir. Por isso é que quase ninguém — incluindo os intelectuais conservadores, como por exemplo Roger Scruton — gosta de Donald Trump.

Domingo, 14 Maio 2017

¿Por que é que o Salvador ganhou o festival da Eurovisão?

 

Há “coisas” que ajudam muito!

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Dantes era a t-shirt do Che; hoje é a t-shirt dos “refugiados” Maomerdas. É chique! Está na moda! Fica bem! Ajuda muito a ganhar a Eurovisão.

Quarta-feira, 10 Maio 2017

A razão por que a China tem um futuro, e a França nem sequer tem passado

 

« Il n’y a pas de culture française. Il y a une culture en France. Elle est diverse. »

Telle est la dernière sortie d’Emmanuel Macron, lors de son meeting dominical, tenu dans la capitale des Gaules. Le personnage étant ce qu’il est, nul doute que cette saillie puisse s’annoncer comme la première d’une longue série. En marche, qu’il est, le Macron…

Pour Macron, la culture française n’existe pas !


« Macau "tem um passado muito especial" e que é preciso "dar a conhecer aos estudantes a história e cultura chinesa, ou seja, o docente, tem que dar a conhecer o patriotismo aos estudantes", considerou.

"Temos de cultivar o amor à pátria, porque o amor à pátria não é só um ‘slogan’, tem de ser implementado", disse. »

"Número três" da China defende reforço da educação patriótica em Macau


A liderança chinesa defende o conceito de “pátria”; o presidente eleito de França renega o conceito de “pátria”.

A França do Macron não tem um futuro civilizado: reserva-se-lhe a barbárie em nome da “diversidade”.

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Segunda-feira, 8 Maio 2017

A vitória de Pirro dos globalistas em França

 

Marine Le Pen teve mais votos dos trabalhadores / operários do que Macron (63/37). Ora, a economia real de um país é feita de produção concreta, e não só de especulação financeira como se está a transformar o Ocidente.

Tendencialmente, os mais pobres votaram em Marine:

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Pergunto-me como é que um candidato dito de “centro-esquerda”, como se diz ser Macron, teve menos votos dos operários do que a candidata que se diz ser de “extrema-direita” que é Marine Le Pen. Coisa estranha. A verdade é que, sendo que Macron serve os interesses dos globalistas plutocratas, a extrema-direita francesa é representada por ele, e não por Marine Le Pen.

Segundo o Wikileaks, George Soros ofereceu à campanha de Macron 2.365.910 Euros; David Rothschild ofereceu a Macron 976.126 Euros; e a Goldman-Sachs ofereceu a Macron 2.145.100 Euros.

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Naturalmente que Marine Le Pen não foi financiada pela plutocracia globalista; e depois, os filhos da puta insurgentes dizem que “o Macron é de centro-esquerda e que a Marine Le Pen é de extrema-direita”.


Os nacionalistas da Front Nationale tiveram 44% dos votos dos jovens franceses entre 18 e 24 anos.

Tenho muitas dúvidas de que o futuro da França (e da Europa) esteja nas mãos dos globalistas antidemocráticos — porque a democracia só é possível no (e com o) Estado-Nação.

Quando nós lemos o Insurgente  ou o Observador, por exemplo, ou ouvimos e vemos os me®dia portugueses em geral — estamos perante os verdadeiros fascistas, que são aqueles que negam a democracia na medida em que se posicionam politicamente contra o Estado-Nação.

Macron ganhou as eleições em França

Filed under: Euro,Europa,França,Macron,União Europeia — O. Braga @ 10:40 am

 

É uma questão de mais 5 anos para que a França expluda; e com ela, vai explodir a União Europeia. Festejem a vitória de Macron — a vitória da utopia — enquanto podem.

 

Sexta-feira, 5 Maio 2017

A Europa está a destruir o chamado “terceiro-mundo”

 

Um dos argumentos dos neoliberais e da Esquerda radical ( Les bons esprits se rencontrent… ) em relação à defesa da imigração irrestrita, é a de que “os que emigram para a Europa são os melhores dos países do terceiro-mundo, e por isso ficamos a ganhar com essa imigração”. Já ouvi este argumento em gente do CDS/PP e do Bloco de Esquerda.

Porém, essa gentinha não têm em conta o Princípio de Pareto: se, dos países africanos, por exemplo, emigram os 20% melhores, ficam lá os 80% que menos produzem e menos criam riqueza; e se desses 80% menos produtivos, emigrarem os 20% melhores, esses países acabam por entrar em uma espiral de auto-destruição.

E, em relação à Europa, chega-se a um ponto em que a qualidade dos imigrantes adultos é de tal forma deficiente que eles não sabem sequer ler e escrever a sua própria língua — como acontece hoje com os imigrantes do Oriente Médio e de África, porque os 20% melhores dos vários países já tinham emigrado para a Europa na “primeira leva”, por assim dizer.

Hoje, a Europa está já a levar com o “refugo”, ou seja, com os 80% do pior que existe nos países de imigração. E, como muito bem demonstrou Hannah Arendt, os adultos não se educam: educam-se as crianças, mas não os adultos. Faz falta, à classe política europeia, ler um poucochinho disto e daquilo.

A imigração em massa está a destruir os países de origem da imigração, graças à enorme ignorância de gente como Ângela Merkel e/ou Catarina Martins. Puta que as pariu!

LOUCURA-DE-MERKEL-web

Terça-feira, 2 Maio 2017

Macron é um algoritmo

 

“Morphopsychology already tells us that Emmanuel Macron is a temperamental, manipulable little thing and incapable of decision. We’ll say he’s an algorithm, a synthetic image, a millionaire from the telecommunication industry, a flute player programmed to lead by the tip of the nose those who do not see further than the end of their nose.

He’s the candidate of the Caste, the candidate of the dominant and the powerful. He’s a libertarian-liberal who conceives France as a “start up” and dreams of the abolition of borders and limits, histories and lineages.

He’s the man of globalization, the man of migratory flows, the man of universal labor instability. The leader of the “progressives” by contrast with those who no longer believe in progress because they noted that it no longer improves their lives, but on the contrary darkens their daily routines”.

ALAIN DE BENOIST: MACRON IS AN ALGORITHM

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Terça-feira, 18 Abril 2017

Os cintos de castidade voltam a estar na moda

 

¿Lembra-se de ouvir falar dos cintos de castidade da Idade Média?

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Na Europa, com a invasão islâmica, os cintos de castidade voltam agora a estar na moda.

 

Sexta-feira, 31 Março 2017

A Grande Substituição Demográfica está em marcha

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Portugal — O. Braga @ 7:06 pm

 

1/ Proibir a imigração islâmica.

2/ Nacionalidade portuguesa atribuída segundo o critério de Jus Sanguinis (em detrimento do Jus Solis). Só depois de 5 gerações, os descendentes de imigrantes islâmicos poderão ter a nacionalidade portuguesa.

3/ O Islão não é uma raça; controlar o Islamismo é controlar uma ideologia política equiparável ao nazismo — e por isso, restringir a imigração islâmica não é “racismo”, ao contrário do que dizem os estúpidos da Esquerda.

4/ Um imigrante muçulmano que cometa um qualquer crime punível com 5 anos de prisão ou mais, deve ser imediatamente repatriado, sem direito a prisão. Não há cá pão para malucos!

5/ Restringir o aborto em Portugal. Quem quiser abortar, que pague do seu próprio bolso.

6/ Incentivar financeiramente (através da redução de impostos) o nascimento de crianças, de tal modo que se torne até “rentável” ter mais de dois filhos.

7/ Se for necessário, e caso não haja possibilidade de diálogo com a Esquerda, impõe-se a instalação de uma ditadura de Direita em Portugal no sentido de se alcançar o desiderato do incremento populacional português.

 

Domingo, 26 Março 2017

Vasco Pulido Valente e a “dor de corno histórica” de Jeroen Dijsselbloem

Filed under: capitalismo,Europa,Holanda,Pedro Arroja,Vasco Pulido Valente — O. Braga @ 3:46 pm

 

Alguém explique ao Vasco Pulido Valente que Calvinismo não é a mesma coisa que luteranismo: ele mistura aqui alhos e bugalhos. E o Pedro Arroja vai logo atrás da “autoridade de direito” do Vasco Pulido Valente que cai na falácia ad Verecundiam.

“José Manuel Fernandes foi o único a perceber que o comentário do sr. Dijsselbloem era um comentário de calvinista. Infelizmente, acabou aí. Mas vale a pena continuar. Garton Ash já pediu em público aos seus amigos Merkel e Schäuble que não tratassem a crise do Euro como “um ramo da teologia” e, para uso dos zoilos, também já explicou que esta perversão vem das profundezas da cultura alemã.”

Ó Vasco: “calvinista” é o caralho! E mesmo que Jeroen Dijsselbloem fosse calvinista, Merkel e Schäuble seriam luteranos (e não calvinistas). E se não sabes a diferença entre Calvinismo e luteranismo, Vasquinho, mete a viola ao saco.

Ó Vasco: não é Calvinismo: é racismo. É uma “dor de corno histórica”.

É, por exemplo, o português e o espanhol como línguas literárias e internacionais, e o holandês que é uma língua de grunho. ¿Alguém fala holandês? Só os grunhos! ¿Que civilização nos têm para oferecer, os holandeses? ¿Tulipas e moinhos de vento? Até a pintura clássica era flamenga (influência belga), e não propriamente holandesa. A Holanda foi uma colónia secundária da Espanha dos Filipes, e só como colónia de Espanha granjeou alguma notoriedade na Europa. E depois foi colónia dos ingleses, no tempo de John Locke e depois da revolução inglesa do século XVII. E a seguir foi submetida sucessivamente pelos franceses (Luís XIV) e pelos alemães. E hoje é uma colónia da Alemanha de Merkel e Schäuble.

Ademais, a tese de Max Weber acerca do capitalismo — “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, 1905 — é apenas uma teoria.

A verdade é esta: na Europa, os Bancos surgiram, em primeiro lugar, no sul católico (em França com os Templários século XIII, e mais tarde, em Itália com os Monti di Pieta, século XIV e XV). Só mais tarde surgiu na Alemanha a Liga Hanseática. O prémio de seguro de risco foi inventado pelos franciscanos menores em Itália do século XII. A renascença italiana não foi outra coisa senão a exuberância capitalista das cidades-estado.

O capitalismo nasceu no sul da Europa, católico.

O que não podemos fazer é confundir capitalismo, por um lado, com revolução industrial, por outro lado. A revolução industrial surgiu em Inglaterra (e não na Holanda) na sequência das guerras civis do século XVII que separaram o Estado, por um lado, e as diferentes religiões, por outro lado (ergo, desenvolvimento da Ciência e da Técnica).

Sábado, 25 Março 2017

O efeito do feminismo na cultura europeia

São os nossos políticos que nos dão o exemplo da emasculação da nossa sociedade: uma sociedade composta por eunucos ou panascas é muito mais fácil de controlar.

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Quinta-feira, 23 Março 2017

A impotência e o terror da classe política europeia face ao Islão

 

Aquilo a que se convencionou chamar de “secularismo” não irá travar a expansão violenta do Islão totalitário na Europa.

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Aquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita”, nada mais é do que a reacção popular (e populista) ocidental à estupidez institucionalizada promovida pela classe política dos países europeus. Como vimos recentemente com as eleições na Holanda, basta que a classe política (em geral) seja realista (olhe para a realidade e para os factos, por um lado, e para a História, por outro lado), para que a chamada “extrema-direita” seja dissipada.

horror-merkel-web

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