perspectivas

Domingo, 7 Fevereiro 2016

A barbárie dos “pachecos-pereira avant-garde”

Filed under: Europa — O. Braga @ 11:25 am
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Nicolás Gómez Dávila escreveu que “se retirarmos ao europeu a túnica cristã e a toga clássica, o que fica é o bárbaro”.

tunica-togaO temos hoje, nos “pachecos-pereira avant-garde” da Europa, é a evidência da barbárie: por exemplo, ao mesmo que tempo que defendem a legalização da eutanásia, defendem a livre imigração em massa de muçulmanos (o que é uma contradição em termos). Já atiraram fora a túnica cristã e despiram a toga romana. O rei vai nu, mas o povo ainda não viu.

Nos debates nos me®dia, ninguém os confronta com as suas próprias contradições, porque quem se atrever a fazê-lo é banido da intervenção publicada — “ninguém lhes franqueia as portas à chegada / eles comem tudo e não deixam nada”.

Ninguém se atreve a um corte epistemológico com eles; e assim os “pachecos-pereira avant-garde” desta vida vão fazendo o seu caminho, impunes e inimputáveis. A única coisa que os choca é uma qualquer ameaça à sua impunidade adquirida por direito.

O Islão manifesta aquilo a que Nietzsche chamou de “grande saúde”, porque dispõe de jovens soldados dispostos a morrer por ele. Os jovens soldados islâmicos suicidam-se — não para eutanasiar qualquer sofrimento terminal, mas por causa de um ideal (que é também anti-europeu).

Mas os “pachecos-pereira avant-garde” defendem o niilismo da eutanásia, por exemplo, ao mesmo tempo que abrem as portas à “grande saúde” islâmica.

Na origem desta contradição está a “grande recusa” marxista cultural, que fustiga a “pulsão de morte da civilização judaico-cristã mercantil”, por um lado, e por outro lado adopta uma axiomática de submissão ao Islamismo que prefere a escravidão de uma vida apoucada e vazia, à morte aquileana e honrosa do combate nobre por princípios.

Este vídeo foi proibido na Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:55 am
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No vídeo vemos Angela Merkel a dançar (noutros tempos!), durante umas férias na Grécia.

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2016

Portugal vive hoje em uma autocracia

 

É inevitável relacionar este texto de João César das Neves com estoutro que fala do aumento massivo da abstenção na democracia representativa portuguesa — porque a democracia representativa portuguesa nada mais é do que uma sequência de golpes-de-estado, em que o povo não é tido nem achado.

Uma democracia representativa só é legítima quando se baseia em uma Constituição que, por sua vez, se fundamenta em princípios metajurídicos escorados no Direito Natural.

Ora, isto já não se passa hoje com a democracia representativa portuguesa: os fundamentos da Constituição sofreram uma reinterpretação através da qual o Direito Natural foi erradicado; ou seja, os únicos fundamentos metajurídicos que existem hoje realmente na interpretação que é feita da Constituição, são os que decorrem do conceito literal de "Vontade Geral" por parte da classe política controlada pelos globalistas anglo-saxónicos.

Desta forma, o povo alheia-se da democracia representativa; não se sente representado nela, porque ela não passa já de uma expressão arbitrária e discricionária da vontade de Poder da classe política. A classe política portuguesa actua em roda livre, e em vez de democracia temos uma autocracia.

Portugal vive hoje em uma autocracia.

João César das Neves queixa-se daquilo que nos é imposto coercivamente pela ONU que é controlada claramente por uma dúzia de plutocratas anglo-saxónicos (o grupo dos trezentos).

Paradoxalmente, vemos hoje uma Esquerda radical defender, na área da cultura antropólogica, as ideias de Bill Gates, dos Rockefeller, ou dos Rothschild. Estranho mundo em que vivemos hoje, em que alegadas oposições são convergentes. Nunca nos devemos esquecer de que Wall Street apoiou financeiramente os bolcheviques na década de 1920, e que o capitalista eugenista americano Henry Ford apoiou financeiramente o regime de Hitler.

A democracia representativa portuguesa está presa por arames. Ninguém pode ter a certeza do futuro, mas não podemos acreditar que ela dure por muito tempo.

Quinta-feira, 4 Fevereiro 2016

Ex-maçon com o 14º grau confessa a responsabilidade maçónica nas engenharias sociais

Filed under: Europa — O. Braga @ 12:55 pm
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Em um livro publicado recentemente, um ex-maçon francês (Serge Abad-Gallardo) reconhece que as leis francesas do aborto, a eutanásia, o "casamento" gay ou da adopção de crianças por pares de invertidos, foram gizadas pela maçonaria.

Cerca de 20% dos deputados franceses são maçons, embora a maçonaria represente apenas 0,3% da população francesa. Os maçons votam no parlamento enquanto maçons, e independentemente do partido político a que pertencem; ou seja, a maçonaria funciona como um partido político.

As leis contra a família natural, promovidas pela maçonaria, têm como objectivo destruir a influência cristã na cultura antropológica. Por outro lado, a maçonaria é uma aliada formidável da plutocracia globalista: o ser humano sem família, ou com uma família precária, é facilmente manipulável.

Quinta-feira, 28 Janeiro 2016

Um exemplo do totalitarismo da União Europeia: o Bloco de Esquerda e George Soros estão de acordo

 

Muitos “liberais” — no Insurgente, no Blasfémias, etc. — são apoiantes da União Europeia e do Euro, ou seja, vêem na União Europeia um espaço de liberdade, não só na economia como também na política. Se assim fosse, eu também seria apoiante da União Europeia e do Euro, mas a realidade conta-nos uma história diferente.

No vídeo em baixo verificamos a recente criação do Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), sob os auspícios da União Europeia. O vídeo está em francês. O que o C.E.T.R. pretende é impôr, de forma coerciva, a tolerância aos cidadãos da União Europeia servindo-se de Directivas transformadas em leis aplicadas em todos os países.

 

Segundo a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.), o crime de “intolerância verbal” será comparável, em termos penais, à agressão física agravada. Por exemplo, se eu escrever, aqui no blogue, qualquer coisa contra o feminismo, poderei apanhar pena de prisão até cinco anos de cadeia.

Trata-se de uma vigilância oficial dos cidadãos e de organizações privadas — à moda da URSS e do KGB — que são consideradas “intolerantes”. O engraçado é que são esses mesmos “liberais” que dizem que a o KGB ainda existe na Rússia e que a União Europeia é um espaço de liberdade…!

Também é curioso o facto de este tipo de vigilância estatal totalitária do cidadão em nome da “tolerância”, ser defendida simultaneamente pela plutocracia internacional (Bilderberg, etc.) e pela esquerda neomarxista.

Ou seja, George Soros, Rockefeller, por um lado, e Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, por outro lado, estão de acordo em relação àquilo a que eu chamei “sinificação da Europa”.

Está mesmo previsto um programa de reeducação dos cidadãos prevaricadores e recalcitrantes em relação à “tolerância” — semelhante aos programas de reeducação maoístas! ¿Percebem agora por que razão o maoísta Durão Barroso é uma acérrimo apoiante da União Europeia?

O que a União Europeia e o Conselho Europeu da Tolerância e da Reconciliação (C.E.T.R.) pretendem é limitar drasticamente a liberdade de expressão e de opinião, tendo em vista a sinificação da Europa.

Segundo o intelectual liberal suíço Thomas Hürlimann:

“O que a União Europeia pretende é criar o Homem Novo, em que tudo o que é especial no ser humano deve desaparecer, ou seja, o sexo, as crenças religiosas, a cor da pele, etc..

No futuro, apenas será autorizado um estereótipo cinzento da tolerância, ou seja, uma tolerância que se declara universal mas que se inverte e que se transforma em intolerância. E quem assinala hoje esta contradição em termos, arrisca a sua reputação e, dentro de pouco tempo, arriscará mesmo a sua vida. O estereótipo da tolerância vai erradicar, sem apelo, os últimos indivíduos”.

Terça-feira, 26 Janeiro 2016

A Europa das milícias e sem polícia

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:17 pm
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À medida que a polícia cumpre ordens do Poder politicamente correcto e se afasta dos cidadãos (como está a acontecer também na Alemanha: ler artigo), os cidadãos franceses organizam-se na defesa da sociedade contra a acção ilegal e anti-social dos imigrantes.

Podemos ver neste vídeo em baixo, cidadãos franceses organizados a reprimir, em Paris, um assalto a uma loja, por parte de imigrantes.

Sábado, 23 Janeiro 2016

O Islamismo pretende subverter a Europa

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:46 pm
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Estas imagens não são do Iraque ou do Egipto: passam-se no Metro de Paris. Vêem-se nelas uma afronta pública que pretende ser subversiva, não só dos costumes europeus (ninguém berra no Metro), mas sobretudo subversiva no sentido de uma contra-cultura que pretende a supremacia.

Sexta-feira, 8 Janeiro 2016

“É preciso mais Europa”

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:30 pm
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“Temores que dão crédito a quase tudo: desde o apoio a populismos e extremismos (de direita e de esquerda) à insistência de Juncker, presidente da CE, de que a solução, face à intranquilidade reinante e aos desafios que a UE enfrenta, é “mais Europa” e “mais solidariedade”. Ou seja, mais intervenção de cima para baixo e mais políticas irresponsáveis e burocráticas”.

Do temor que nos assola

Na década de 1980, a cúpula do Partido Comunista Soviético também dizia que “é preciso mais socialismo”. E depois foi o que se viu.

Sexta-feira, 1 Janeiro 2016

Les Brigandes: Rêve de Reconquête (Sonho de Reconquista)

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:16 am

 

Segunda-feira, 28 Dezembro 2015

¿Mein Kampf como leitura obrigatória na Alemanha? Contra!

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 10:06 am
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A Europa está a entrar por um caminho muito perigoso:

“Foi na véspera de Natal, num artigo no jornal Passauer Neue Presse: “Em vez de permitir que o encanto do proibido cative os jovens, é muito melhor que os alunos conheçam o texto pela mão de professores de História e Política”, defendeu Johanna Wanke. A ministra alemã da Educação referia-se a Mein Kampf (A Minha Luta), o opus maldito de Aldof Hitler. E o reacender da polémica não se fez esperar, com a comunidade judaica a manifestar-se de imediato”.

Queremos Mein Kampf como leitura obrigatória nos liceus?


« Permitted risks are permitted because it is forbidden to forbid them. To condemn them would be to ‘marginalize’ some valid ‘alternative’ » → Roger Scruton

Condenar o Mein Kampf seria marginalizar uma “alternativa” válida. A ideia politicamente correcta segundo a qual “o proibido pode cativar os jovens” significa a eliminação de um tabu cultural, e, por isso, a permissão do risco, ou a instalação da permissividade na cultura antropológica.

Sexta-feira, 25 Dezembro 2015

O valor do corpo nu na cultura antropológica

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:54 am
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A fotografia em baixo foi tirada recentemente na Suécia e mostra duas jovens mulheres, sensivelmente da mesma idade mas com idiossincrasias culturais diferentes.

choque de culturas web

Em ambas as mulheres, o aspecto sexual é valorizado, embora de maneiras diferentes.

A sueca ruiva mostra o pernão até às cuecas, e ela sabe — pelo menos inconsciente- e/ou intuitivamente — que se trata de uma demonstração de apelo sexual: não passa pela cabeça de ninguém que, com o frio sueco, uma mulher ande com o pernão à mostra senão por razões ligadas à sua própria sexualidade.

Naturalmente que as feministas dirão que “a sueca ruiva apenas afirma a individualidade feminina na cultura antropológica”; mas a verdade é que a morena islâmica também afirma (de forma diferente) a sua individualidade feminina na cultura antropológica — e portanto o argumento das feministas não é válido se for restrito à sueca ruiva.

O que difere, na cultura das duas mulheres, é o tipo de apelo sexual, ou a forma como entendem que a sua sexualidade é mais apelativa: a ruiva sueca entende que a exposição pública dos seus pêlos púbicos é uma forma eficaz de apelo sexual; e a morena islâmica pensa que a cobertura do corpo é uma forma mais eficaz de apelo sexual.

« A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas. » — Fernando Pessoa, “Livro do Desassossego”

Quando uma “raça” — no sentido de “cultura” — deixa de valorizar a vestimenta que cobre o corpo, desvaloriza também a beleza do corpo nu. Mas essa desvalorização do corpo nu não é apenas estética: é também ética — porque uma conduta ética é uma conduta estética satisfatória — e, depois, política.

Quando o corpo nu é desvalorizado (perde valor) na cultura antropológica, a estética é também desvalorizada, e a ética sofre as consequências dessa desvalorização. E toda esta perda de valor tem consequências políticas, na medida em que a forma de afirmação sexual da sueca ruiva tem como consequência exactamente o oposto do que ela pretendia: a perda de valor do corpo nu, e, portanto, a perda de valor do seu apelo sexual. E com a perda de valor do apelo sexual diminui automaticamente a probabilidade de se assegurar a continuidade e o futuro da sociedade através da procriação.

Aquela fotografia mostra-nos duas culturas diferentes num mesmo país: uma cultura moribunda, a da sueca ruiva, que não assegura a sua continuidade geracional porque desvaloriza o corpo nu; e uma cultura viçosa, a da morena islâmica, que encarna uma “raça vestida que aprecia a beleza do corpo nu” (dá valor ao corpo nu), e que será provavelmente a cultura predominante na Suécia em algumas décadas.

Quinta-feira, 24 Dezembro 2015

Assim se compra a elite política burocrática europeísta

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 6:53 pm
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“Tens of thousands of Eurocrats are to receive an inflation-busting pay rise worth €100 million (£74 million), including a bumper Christmas bonus in backpay.

All 55,000 European Union officials will be feeling more than the usual festive cheer when a 2.4 per cent pay rise for the last six months of this year drops as a lump sum into their monthly wage packets in time for the Christmas break. Salaries will be boosted by a further 2.4 per cent over the course of next year”.

Christmas comes early for Brussels bureaucrats

Os burocratas de Bruxelas recebem um aumento salarial de 5% em dois anos, não contando com um bónus especial de Natal. Esta gente é comprada e vendida, e tem que ser combatida.

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