perspectivas

Segunda-feira, 10 Setembro 2018

A Esquerda aliou-se aos mais ricos do mundo para destruir os povos da Europa

 

Renate Künast, do partido “Os Verdes” da Alemanha, e que foi Ministra do Consumo de um governo de Angela Merkel, escreveu o seguinte no Twitter:

“O europeu moderno é o que é por causa dos velhos europeus se misturarem com o povos modernos que vêm de África”.

Reparem que os “velhos europeus” são os brancos alemães; e os “povos modernos” são os pretos imigrantes (tentativa de imposição de uma deriva do sofisma ad Novitatem na cultura antropológica): os europeus são “velhos”; e os “modernos” são os pretos.

Isto é exactamente o que a Esquerda pensa, em toda a Europa, sem tirar nem pôr.

modernos-europeus-web

Estamos a assistir, na Europa, a mais um genocídio massivo, desta vez por via da substituição compulsória da população europeia.

E, mais uma vez, o genocídio resulta de uma aliança entre o movimento revolucionário (a Esquerda), por um lado, e a plutocracia internacional globalista (os mais ricos do mundo), por outro lado.

Já vimos “filmes” parecidos com este, no passado recente — por exemplo: o movimento político eugenista teve origem nos meios académicos de Oxford e Cambridge em finais do século XIX, na sequência da afirmação da moda darwinista nos meios intelectuais (por exemplo, com Bernard Shaw, que defendeu o eugenismo); e, mais tarde, já no princípio do século XX, foi nos Estados Unidos que o eugenismo se afirmou com gente como Margaret Sanger e com o multimilionário John Ford, que serviram de inspiração ao regime nazi (o nazismo fez parte do movimento revolucionário do século XX, e por isso, pertenceu à Esquerda).

Anúncios

Domingo, 5 Agosto 2018

A falência do Estado de Direito na Europa

 

Por toda a Europa, o Estado de Direito vai sucumbindo ao Poder político islâmico e à lei islâmica (Sharia); e tudo isto em nome da “liberdade” — a liberdade dos liberais, que os muçulmanos organizados politicamente pretendem suprimir.

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder ». [Edgar Morin]


Domingo, 29 Julho 2018

Discriminação da Europa em relação aos cristãos sírios

Filed under: Europa,imigração,Inglaterra,Islamismo,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 1:08 pm

Sexta-feira, 20 Julho 2018

Mais um ataque de um daqueles fanáticos da seita Amish

 

Desta vez foi em Lubeck, na Alemanha. A Angela Merkel está de parabéns.

Quarta-feira, 4 Julho 2018

Hoje, quem se preocupa com o futuro da sua família e do seu país, é “fassista”

Filed under: Europa,imigração,politicamente correcto,União Europeia — O. Braga @ 6:35 pm

 

papa-açorda-africanos-todos-webVemos uma criatura que se diz da Não-esquerda e militante do CDS, Ribeiro e Castro, dizer que o ministro italiano Matteo Salvini é “perigoso” porque se opõe à imigração ilegal em massa. Mas não se trata de uma opinião isolada: vemos por essa Europa fora, gente que se diz da Não-esquerda (a começar por Angela Merkel e Macron, e o próprio papa-açorda) que defende a ideia da liberalização da imigração ilegal em massa.

Parece que quem se preocupa com o futuro da sua família e do seu país, quem pretende preservar (dentro do possível) a cultura antropológica da sociedade em que vive, quem defende os valores que caracterizam o Ocidente — é “fassista”!. E é a própria Não-esquerda que imita a Esquerda mais radical, nesta como noutras áreas. Praticamente já não distinguimos o discurso do Ribeiro e Castro (CDS) do da Catarina Martins (Bloco de Esquerda).

¿O que é que se está a passar?!

Vemos aqui um exemplo do que se está a passar: uma tal Paula Ferreira (aposto que ela não tem filhos) escreve o seguinte no Jornal de Notícias:

“A recusa em prestar apoio humanitário a homens, mulheres e crianças, fugidos da guerra, fugidos da fome, à procura de uma vida digna, devia fazer corar de vergonha as velhas e novas democracias europeias.

Além disso, a recusa de acolhimento contradiz a necessidade de rejuvenescimento de uma Europa envelhecida, sem vontade de contribuir para o aumento da natalidade”.

refugiados-no-presente-webTemos aqui (na citação) condensada a demagogia da “ruling class” actual. São estas as “elites” que pretendem destruir o povo que dizem representar.

Reparem como a dita Paula passa rápida- e sub-repticiamente do “apoio humanitário”, por um lado, ao critério da emigração que “procura uma vida digna” (imigração económica), por outro lado. O critério da “procura da vida digna”, que a criatura defende como critério de entrada na Europa de Schengen, (em tese) legitima a entrada dos actuais 1,2 mil milhões de africanos na Europa — porque a maioria deles poderia encontrar na Europa “uma vida mais digna” (seja o que for o que signifique “uma vida digna”).

Mas o problema não fica por aqui.

A imigração em massa é apresentada, por essa gentalha, como uma solução para o problema da baixa natalidade na Europa — sendo que essa baixa natalidade é produto de décadas de doutrinamento ideológico da ruling class contra a vida humana através de putativos “direitos reprodutivos”, ou seja, “direitos de braguilha”. Andaram décadas a desincentivar a natalidade, e agora preocupam-se com a natalidade dizendo que a imigração em massa vai resolver o problema que eles próprios criaram.

Os factos estão aí, à vista, para quem os quer ver: por exemplo, na Austrália, mais de 50% dos imigrantes muçulmanos em idade activa não querem trabalhar; na Alemanha da Angela Merkel, cerca de 90% dos ditos "refugiados" não trabalham. Ficamos todos sem saber como é que a imigração ilegal e em massa resolverá o problema das reformas dos futuros europeus.

Ademais, a ruling class europeia defende e legitima o tráfico de carne humana e a escravatura que já se provou que existe hoje na Líbia.

Uma “elite” europeia de filhos-de-puta arroga-se no direito de chamar “fassista” ao ministro italiano Matteo Salvini, e simultaneamente comportam-se como ideólogos negreiros que causariam inveja a John Locke.

E vão mais longe!: consideram uma grande parte dos povos da Europa, que não aceitam a imigração ilegal e em massa, como sendo de “extrema-direita”! (“o povo não presta e tem que ser substituído!”).

Finalmente, temos a querela política acerca do Estado-Nação. Tanto o Ribeiro e Castro como a Catarina Martins (para não falar no PSD de Rui Rio, no Partido Socialista e na maçonaria) encarniçam-se contra as fronteiras que delimitam o Estado-Nação. Parece que é um dado adquirido que as fronteiras foram todas abolidas, e em todo o mundo. Ribeiro e Castro parece que sofreu uma lobotomia que lhe tolhe o juízo e o raciocínio, colocando-o ao nível intelectual da Catarina Martins.

Quando a democracia assusta os filhos-de-puta que compõem a ruling class , então dizem que é “populismo”.

Vemos nas fotos em baixo o esquema do tráfico negreiro para a Europa, e na segunda foto, a alemã radical Pia Kempel, a capitã do navio “Iuventa”, um dos que organiza o tráfico negreiro a partir do norte de África.

trafico-humano-web

pia-kempel-web

Segunda-feira, 25 Junho 2018

O “esquerdalho” é um conceito inclusivo e revelador de diversidade

Filed under: Europa,imigração,União Europeia — O. Braga @ 9:03 am

 

A Helena Matos escreve aqui um artigo que atinge certeiro a estratégia do esquerdalho em relação à imigração em massa para Europa. Faz-se da diferença entre o imigrante que vive a mamar nas tetas do Estado — que é o imigrante de Angela Merkel —, por um lado, e o imigrante que procura de facto trabalhar, por outro lado; e para fazer essa diferença, a Helena Matos fala nos emigrantes portugueses das décadas de 1960 e 1970, que saíram de Portugal para trabalhar e não para viver à custa do Estado do país de acolhimento.

Mas, nas décadas de 1960 e 1970, o mercado de trabalho na Europa era diferente; e o português (em geral), quando emigra para um outro país da Europa, pensa sempre em voltar a Portugal logo que possível — o que não se passa com este novo tipo de migração. Só um apedeuta compara a emigração portuguesa e a imigração massiva que ocorre agora.


Hoje, até para trabalhar em uma qualquer fábrica na Europa é preciso ter qualificações técnicas mínimas — o que não acontecia exactamente nas décadas de 1960 e 70. Os tempos mudaram; e a maioria dos imigrantes actuais não sabe sequer ler e escrever a sua própria língua de origem. É praticamente impossível integrar na sociedade europeia a maioria dos imigrantes que dá à costa dos países da Europa do sul: ficarão durante muitos anos como um fardo financeiro que nós (europeus) pagaremos através dos nossos impostos.


Hoje, quando se fala em “esquerdalho”, temos que considerar a frase de G. K. Chesterton :

“A esquerda é eleita para fazer asneiras; e a direita é eleita para impedir que essas asneiras sejam corrigidas”.

Hoje, o problema das “asneiras políticas” é sistémico, faz parte de um regime enfeudado no conceito de "Vontade Geral" de Rousseau que considera que a democracia participativa é um pecado mortal. E quem defende a participação política democrática é hoje considerado “populista”.

Terça-feira, 29 Maio 2018

Londres, Inglaterra. A polícia política prende por delito de opinião.

 

Uma mulher inglesa, que passava pelo Speakers Corner (Hyde Park) em Londres, chamou a polícia porque os Maomerdas estavam a berrar pelo Alá no Speakers Corner (o que vai contra a lei: não é permitido por lei a realização de cerimónias religiosas no Speakers Corner).

No dia seguinte, logo de manhã, foi presa em sua casa pela polícia política inglesa pelo simples facto de ter apresentado queixa contra os Maomerdas.

 

Segunda-feira, 5 Março 2018

É preciso meter os imigrantes na ordem

 

Passa-se na Dinamarca: imigrantes muçulmanos manifestam-se publicamente a favor do terrorismo do “estado islâmico” e do califado.

A tolerância europeia tem limites que já foram largamente ultrapassados por uma grande parte dos imigrantes. Ou os imigrantes aceitam as nossas leis e os nossos costumes, ou vamos ter os devolver à sentina de onde não deveriam ter saído.

 

Sábado, 3 Março 2018

A Suécia dos esquerdistas e das feministas

Domingo, 1 Outubro 2017

Europa 2050

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:47 am

 

EUROPA-2050-web

Domingo, 24 Setembro 2017

A Europa recusa a islamização

Filed under: Alemanha,Europa — O. Braga @ 7:18 pm

Sexta-feira, 21 Julho 2017

O Anselmo Borges e o Ouroboros

Filed under: Anselmo Borges,Europa,imigração,modernidade,niilismo — O. Braga @ 12:42 pm

 

Pela primeira vez, que me lembre, estou parcialmente de acordo com o Anselmo Borges — não pelas múltiplas citações (eu prefiro citar reaccionários, como por exemplo, Nicolás Gómez Dávila ou G. K. Chesterton) que ele introduz o seu (dele) texto, mas pela essência do dito.

O problema é que o Anselmo Borges faz parte da cultura niilista que ele próprio critica; é uma espécie de serpente que morde a sua própria cauda.

“A causa da enfermidade moderna é a convicção segundo a qual o Homem se pode curar a si mesmo.”

— Nicolás Gómez Dávila

Sobre o texto do Anselmo Borges:

Desde logo, Nietzsche não foi um filósofo; foi um literato. Por exemplo, poderíamos também apodar o Antero de Quental de filósofo, mas ele foi mais um literato bipolar do que um filósofo: o seu pensamento tem muitas falhas, baseou-se no panteísmo de Spinoza, e não criou um sistema ou uma doutrina coerentes. E tal como Nietzsche, morreu louco.

Aliás, esta opinião não é só minha: o insuspeito ateu e racionalista Bertrand Russell é da mesma opinião: Nietzsche foi um literato, e não propriamente um filósofo.


Ou seja, a essência do problema da modernidade (ao contrário do que implicitamente parece sugerir o Anselmo Borges) não está no louco literato Nietzsche, mas antes está no Romantismo em geral e, em particular, no Positivismo que é o Romantismo da Ciência.

Ora, o pensamento do Anselmo Borges está eivado de Romantismo — desde Rousseau até Hegel. E a única forma de sairmos da Matrix positivista e/ou romântica que caracteriza a modernidade, é sermos reaccionários — mas isso seria impossível à mente alienada do Anselmo Borges. Um reaccionário é, por exemplo, alguém que não acredita que os problemas humanos tenham (de todo!) soluções humanas; ora, esta ideia reaccionária é, aos olhos do romântico Anselmo Borges, asquerosa. O Anselmo Borges é um progressista, que acredita que o progresso é uma lei da Natureza. Um reaccionário é um eremita moderno que vive no meio da multidão.


“Quem olha sem admirar ou sem odiar, não viu nada.”

— Nicolás Gómez Dávila

ouroborosQuando o Anselmo Borges se refere (neste texto, como em todos os outros textos dele) ao “Outro”, baseia-se em uma visão niilista — na linha do protestante cristão dinamarquês Søren Kierkegaard que se mistura com o sentimentalismo do judeu francês Emmanuel Levinas (“A partir do momento em que o outro olha para mim, torno-me responsável”).

Levinas (assim como Schopenhauer) renunciam a uma fundamentação racional da sua escolha de valores: esta surge, em vez disso, espontaneamente da profundidade dos sentimentos e da (alegada) empatia fundamental. O Anselmo Borges “anda no meio disto”, com as portas abertas à arbitrariedade em nome do sentimento — mas nem todos os seres humanos têm os mesmos sentimentos, e alguns nem sequer são capazes de sentimentos empáticos; e ainda assim, para estes também terá que existir uma ética que seja válida.

Quando o Anselmo Borges defende a substituição da população europeia através da imigração massiva, fá-lo no espírito do niilismo (de Schopenhauer ou de Levinas) que “se torna responsável pelo outro”, mas que abole o princípio humano da auto-conservação. A defesa da imigração massiva na Europa (ao mesmo tempo que se defende a liberalização do aborto nas populações autóctones) é uma forma de niilismo que destrói o espírito de auto-conservação das sociedades (que caracteriza o Anselmo Borges e os chamados “progressistas”): “o racismo branco é mau; mas o racismo contra os brancos é muito bom” — é o lema dos progressistas, que inclui o papa que o Anselmo Borges tanto venera.


“O político de consciência mais delicada apenas consegue ser uma puta pudica.”

— Nicolás Gómez Dávila

Hoje vivemos em uma sociedade em que as elites alinham o seu discurso pelo mesmo diapasão de um exibicionismo moral politicamente correcto, próprio de putas pudicas. O discurso moral das putas pudicas é progressista (no sentido do “progresso” como uma lei da Natureza) e exibicionista. É neste contexto que se insere também o Anselmo Borges — para além de outros, como por exemplo, alguns militantes notáveis do CDS/PP que aparecem amiúde na televisão. Esta metástase cultural proveniente do pudor do putedo elitista apodrece o corpo social, e o Anselmo Borges faz parte dela.


“Daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos. O Homem persegue o desejo mas só captura a nostalgia”

— Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges diz que “Nossa Senhora não apareceu em Fátima e que se tratou de um fenómeno interior subjectivo”, o que ele faz é clamar pelas provas positivas (o Positivismo como uma forma de Romantismo da ciência) e cagar nas testemunhas. Mas “daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos”. Esta é mais uma razão por que o Anselmo Borges faz parte do problema moderno que ele próprio denuncia.

Página seguinte »

Site no WordPress.com.