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Terça-feira, 25 Julho 2017

Temos que controlar o acesso das mulheres ao Poder político

 

Uma jornaleira do Jornal de Notícias que dá pelo nome de Catarina Pires escreveu esta pérola; e ¿o que são os “discursos de ódio”? São aqueles discursos em relação aos quais ela não concorda: tudo o que ela discorda é “de ódio”.

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Por exemplo, eu também poderia considerar que o discurso da Catarina Pires é “de ódio”; e, já agora: ¿que tal uma guerra civil para limpar o sebo ao esquerdalho inteiro? Por este andar e com esse ódio, lá virá o dia…. já não estamos muito longe: quanto mais não seja, a escumalha decadente de Esquerda será eliminada pela Sharia islâmica que se prepara para tomar conta da Europa. Ainda veremos a Catarina Pires vestida de Burka.

No Irão anterior a 1979, aconteceu um fenómeno político que se caracterizou pela aliança entre a Esquerda (marxista, ou marxista cultural) iraniana, por um lado, e o xiismo islâmico dos Aiatólas, por outro lado. E ambos, coligados, derrubaram o Xá da Pérsia. Depois, surgiu a revolução islâmica que massacrou a Esquerda de uma forma impiedosa: centenas de milhares de militantes da Esquerda (marxista) foram silenciosamente fuzilados ou enforcados sem julgamento.

Uma situação semelhante já está a acontecer na Europa, com a aliança entre Karl Marx e Maomé; e mais uma vez, os marxistas irão dar com os cornos no chão, porque os esquerdistas nunca aprendem com a experiência → o que é próprio dos psicóticos e dos psicopatas.

Reparem no título do textículo da tal Catarina: “Só a educação (e um mundo mais justo) pode salvar-nos”.

Traduzindo: trata-se de uma soteriologia, de uma ideologia de “salvação”, de uma religião imanente. Deparamo-nos com uma doutrina de salvação terrena, com a ideia da construção de um paraíso na Terra que será a “salvação da humanidade”. Para que a humanidade se possa “salvar”, há que classificar as pessoas de boas ou más — o maniqueísmo moral é imprescindível à “salvação”. Estamos perante uma nova espécie de “puritanismo” que necessita da existência dos “maus”, para que possam existir os “bons” que são eles.

Tal como aconteceu com os Quacres (puritanos) ingleses do tempo de Cromwell, a existência dos “maus”, dos “ímpios”, dos “pecadores”, era o combustível soteriológico que impelia o crente para uma superioridade moral e para um exibicionismo moral que o conduzia à “salvação”.

Hoje, ser “mau” ou/e “ímpio” é não concordar com o pensamento único emanado do marxismo cultural — mesmo que nos baseemos na ciência para contestar a sua “doutrina da salvação”. Tal como no tempo dos Quacres, quem pensa cientificamente é “pecador”: a irracionalidade voltou a estar na moda.

Esta irracionalidade (que voltou a estar na moda) deve-se, em grande medida, ao aumento da influência da mulher na sociedade e no Poder político — o que está a criar na Europa uma espécie de matriarcado, e a cultura islâmica imigrante aproveita-se para implantar um patriarcado muitíssimo mais marcante e feroz do que o patriarcado da “família cristã” segundo Karl Marx.

Ou seja, para podermos controlar a influência islâmica na Europa, temos que controlar previamente o acesso das mulheres ao Poder político e limitar a sua influência social — porque é o sentimentalismo feminino, e a sua força social, a principal causa da cedência cultural europeia ao Islamismo (como podemos verificar no caso da Suécia, por exemplo, ou da Alemanha de Angela Merkel).

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Em 1754, Rousseau publicou um ensaio denominado “Discurso sobre a Desigualdade”; nele, afirmou que “o homem é naturalmente bom e só as instituições o tornam mau” — ou seja, a antítese da doutrina do pecado original.

Nos românticos, o erro (o “pecado”) não é do âmbito da psicologia, mas antes é derivado do padrão de valores (meio-ambiente, educação, etc.). Para o romântico, o hábito de renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras é muito penoso (vem daí o dito que está na moda: “carpe Diem”); e quando as paixões despertam, as restrições prudentes do comportamento social são difíceis de suportar.

A revolta dos instintos contra as restrições, é a chave da filosofia, da política, e dos sentimentos, não só do chamado “movimento romântico”, mas também da sua progénie até hoje. Hoje temos românticos da estirpe de Byron (os nietzscheanos ou os anti-semitas, por exemplo), ou românticos da estirpe de Rousseau (os marxistas, igualitaristas): as duas estirpes, cada uma à sua maneira, são uma ameaça à nossa civilização.

Domingo, 23 Julho 2017

Os pretos da Cova da Moura e os brancos da África do Sul : a filha-da-putice comunista

 

A mulher do Frankenstein — à semelhança da Fernanda, a tal que “cansava” o Sócrates — fala de “racismo na Cova da Moura”.

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Diz ela (a mulher do Frankenstein) que ninguém fala da Cova da Moura, e que, por isso, é alegadamente uma manifestação do racismo dos brancos. Mas o racismo contra os brancos já não é mau: até é muito bom porque (alegadamente) ajusta as contas da História, como acontece na África do Sul, onde a minoria branca é tratada de uma maneira tal que faz com os pretos da Cova da Moura sejam uns privilegiados.

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Quando (alegadamente) ninguém fala dos pretos da Cova da Moura, é racismo. Quando ninguém fala dos brancos da África do Sul, que se lixem estes porque merecem ser todos assassinados.

Sábado, 22 Julho 2017

Os dois instrumentos da nova ditadura: a manipulação da ciência pela política, e a redução da ética ao Direito Positivo

 

Se lermos este texto de uma tal Ana Matos Pires, verificamos a manipulação da ciência por parte de uma determinada ideologia política; e se lermos este texto sobre a posição de Isabel Moreira, verificamos a redução da ética (e da moral) ao Direito Positivo.

Em contraponto, sugiro ao leitor um texto do Bernardo Sacadura, por um lado, e por outro lado um texto de José Ribeiro e Castro, acerca do mesmo tema: as afirmações do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

Não sei o que será mais grave: se a redução da ética ao Direito Positivo, ou a manipulação política da ciência (cientismo). O Bernardo Sacadura escreveu, com verdade, o seguinte:

« O argumento para desclassificar os actos homossexuais como uma patologia segue o mesmo racional de revisionismo histórico. Tipicamente é apontado que desde os anos 70 a homossexualidade deixou de ser doença.

Convém recordar que o que aconteceu foi que através de uma votação muito disputada a Associação de Psiquiatras Americanos deixou de classificar a homossexualidade como uma doença (que diria Einstein deste extraordinário método cientifico?). Ou seja, somos obrigados a aceitar que a partir desta decisão tomada por votação tudo o que até então era verdade passou a mentira, e que os próprios que votaram contra esta decisão e continuam a não acreditar devem ser desconsiderados. »

Portanto, a decisão da APA (Associação Americana de Psiquiatria) acerca da “homossexualidade saudável” foi uma decisão política, e não o resultado de uma verificação científica.

A psiquiatria é uma ciência social, ou seja, não é uma ciência da natureza (como são, por exemplo, a biologia, a Física, a bioquímica, etc.: são ciências experimentais ou empíricas); nem é uma ciência matemática (ou ciência formal).

 

A Ana Matos Pires ou é burra, ou faz-se de burra. Não é possível a uma ciência social (ou ciência humana) seguir exactamente o método científico idêntico ao que seguem as ciências da natureza. Que não se engane o povo! A decisão de retirar a homossexualidade da DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi uma decisão política.

 


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Quanto à Isabel Moreira, é uma burra retorcida; já não tem remédio: à medida que envelhece, vai-se assemelhando às bruxas da Baixa Idade Média.

Aquilo que é legal pode não ser eticamente recomendável. Reduzir a ética ao Direito Positivo revela a estupidez malévola da Isabel Moreira.

Por exemplo, os comunistas tornaram legais os Gulag, mas nem por isso esses campos de concentração eram eticamente recomendáveis. E o holocausto nazi era legal, mas não consta que fosse eticamente legítimo. Mas para a bruxa deputada do Partido Socialista, aquilo que é legal é automaticamente legitimado pela ética; ou aquilo que é considerado ilegal, em um determinado momento, já não é eticamente recomendável.

Esta gentalha pretende enganar o povo. E vão pagar por isso; é uma questão de tempo.

Sexta-feira, 21 Julho 2017

O tractor soviético K-701

 

O José Ribeiro e Castro quebra a espiral do silêncio promovida pelo tractor soviético K-701.

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Quarta-feira, 19 Julho 2017

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa

 

Quando emitimos uma opinião, sobre qualquer assunto, é porque queremos que toda a gente concorde connosco.

Mesmo que digamos que não pretendemos obrigar alguém a seguir a nossa opinião, esta nossa pretensão negativa pretende vincular todas as pessoas que nos ouvem: queremos convencer os outros de que “não queremos convencer os outros”. Ou seja, uma opinião é sempre uma forma de coerção através da persuasão.


Este texto da Maria João Marques começa com uma contradição, que consiste em apenas aceitar a liberdade negativa e negar a liberdade positiva, por um lado, e por outro lado, ela nega (pelo menos implicitamente) que a opinião dela pretenda vincular ou persuadir quem a lê — o que é uma contradição em termos.

O problema do libertarianismo, e dos seus promotores com cabeça de alho chocho, é o de que desprezam a liberdade positiva; e depois invocam o Iluminismo para justificar esse desprezo — quando o maior filósofo do Iluminismo, Immanuel Kant, não concebeu a liberdade negativa  sem a liberdade positiva 

É claro que o libertarianismo não tem argumentos para combater a Esquerda, porque a Esquerda actual adoptou uma dialéctica utilitarista (“joga em dois carrinhos, ou em dois tabuleiros”): por um lado, é normativa quando faz uso da liberdade positiva que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do "maior número"; e simultaneamente defende a liberdade negativa (no Direito Positivo) que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista.

Os libertários só defendem a liberdade negativa — ou seja, “cada um é como é, desde que não me chateiem”.

Em suma, quando defendemos a liberdade negativa do indivíduo, temos que ter em conta a liberdade positiva do “cidadão-legislador” — e não fazer de conta que se ignora a liberdade positiva. Ou seja: “o outro é livre, mas eu tenho uma opinião acerca do tipo de liberdade desse outro, e segundo a qual eu quero que se transforme em lei”; e é assim que a Esquerda raciocina. E através da dialéctica utilitarista entre a liberdade negativa e positiva, a Esquerda vai restringindo as liberdades individuais (da maioria) em nome das “liberdades individuais” (de uma pequeníssima minoria).

Por tudo isto é que o tipo de “Direita” a que pertence a Maria João Marques já perdeu a batalha com o marxismo cultural. Ela apenas vive em estado de negação. Como escreveu o poeta, essa Direita “jaz morta e arrefece”. A “Direita” que apoiou (explicita- ou implicitamente) o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos, não tem autoridade de direito — nem autoridade de facto — para se bater contra a ideologia de género, que é a ideologia contra a qual se revolta a Maria João Marques.


Em Portugal, 1 em cada 4.500 crianças nascidas é hermafrodita. Ou seja: 0,02% das crianças nascidas é hermafrodita porque têm os dois sexos. ¿O faz a Esquerda (marxismo cultural)? “Agarra-se” a esses 0,02% e, em nome dos seus alegados “direitos”, impõe uma ditadura da minoria aos restantes 99,98% de pessoas que não são hermafroditas e que têm o sexo biologicamente definido.

Mas a Esquerda (marxismo cultural) vai mais longe: se uma pessoas com cromossomas XY se identifica subjectivamente como sendo mulher, então, segundo a Esquerda, ele deve ser tratado e identificado como mulher. É neste sentido que surgiu a polémica nos Estados Unidos em volta do processo judicial de Yvette Cormier contra o Estado do Michigan, em que ela foi expulsa de um ginásio porque apresentou uma reclamação contra a presença de um homem (que se dizia “transgénero”) no balneário feminino.

 

Ou seja, o transgenderismo é visto pela Esquerda (absurdamente) como uma forma de identidade — ao contrário do que escreveu a Maria João Marques. Seria absurdo, por exemplo, que eu me identificasse subjectivamente como negro, embora eu fosse branco; mas, para a Esquerda, já não é absurdo que alguém com cromossomas XY se identifique subjectivamente como sendo alguém com cromossomas XX (ou vice-versa).


O que está em causa é o ataque do marxismo contra a  família natural; a chamada “super-estrutura”, segundo referido por Karl Marx no seu livro “Das Kapital”, nada mais é do que a moral cristã.

A moral cristã é a “super-estrutura”, segundo o marxismo; a família natural, que é a base da moral cristã (a base da “super-estrutura”) é a inimiga a abater pelo marxismo, mas também pelo libertarismo de Ayn Rand — e por isso é que gente da laia da Maria João Marques já perdeu a guerra: resta-lhes esbracejar antes de se afogarem na corrente de lodo moral que elas próprias ajudaram a fazer correr.

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa.

Domingo, 16 Julho 2017

O doutor Gentil Martins tem razão: a homossexualidade é uma anomalia; e Cristiano Ronaldo é um estafermo moral

 

Em epistemologia (Thomas Kuhn) “anomalias” são falhas na investigação científica que colocam em causa o paradigma. Progressivamente o paradigma entra em crise e inicia-se um período de discussão, denominado ciência extraordinária.


Segundo o dicionário, anomalia é : “o que se desvia da norma, da generalidade”.


gentil-martins-webO Dr. Gentil Martins tem razão nos dois sentidos da palavra “anomalia” quando aplicada à homossexualidade. Por um lado, a homossexualidade “desvia-se da norma, da generalidade”. Aqui, o Dr. Gentil Martins tem razão.

Por outro lado, o problema é que o movimento político LGBTIQWERTY pretende transformar a anomalia em paradigma, ou seja, pretende normalizar a homossexualidade. Ou, por outras palavras, pretende que a anomalia  produza uma ciência extraordinária  que defenda um outro paradigma  segundo o qual a homossexualidade passe a ser a norma natural, biológica e cultural.

Contudo, segundo a Ordem dos Médicos, dizer a verdade científica é ser mal-educado. Só mentindo ao povo somos bem-educados.

Perante a liberdade de expressão do cientista Gentil Martins, a Isabel Moreira, com a sua mentalidade totalitária própria de uma Tia do lupanar político em que vivemos, pretende que o Dr. Martins seja punido pela Ordem dos Médicos por dizer o que é óbvio e evidente.

A verdade científica transformou-se em tabu, e o putedo da laia da Isabel Moreira transforma-se em uma classe de sacerdotisas que promovem o exibicionismo moral que dogmatiza posições anticientíficas através de uma nova Inquisição política. Estamos sob o primado da política sobre a ciência.

O facto de a homossexualidade ser uma anomalia, não significa necessariamente que os homossexuais sejam vítimas de violência. O argumento da Isabel Moreira é non sequitur .

Acredite, caro leitor: a Isabel Moreira tem uma deficiência cognitiva evidente; mas é considerada como “constitucionalista” pelos me®dia.

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade”.

Neste caso concreto, quando se pretende que a anomalia, que é a homossexualidade, se transforme em norma, surge a ilusão da familiaridade: existe uma ilusão psicótica segundo a qual a homossexualidade é normal, e quem disser o contrário é crucificado pelo novo tribunal do santo ofício. O rei vai nu, e quem denunciar a nudez do rei é assassinado politicamente.

O maniqueísmo político da Isabel Moreira revela a estupidez da criatura. É tempo do país colocar a Isabel Moreira ao nível da Fernanda Câncio e deixar de lhe dar crédito — a não ser por pena da imbecilidade que a criatura merece.


« Na entrevista polémica, Gentil Martins considera um “crime grave”, “degradante” e “uma tristeza” o facto do futebolista português Cristiano Ronaldo ter tido filhos recorrendo a uma barriga de aluguer. O médico insulta o internacional e ataca Dolores Aveiro, dizendo que “Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.” »

Assino por baixo (com as duas mãos).

Terça-feira, 27 Junho 2017

Votar no CDS/PP narcísico de Assunção Cristas está fora de questão

 

O cronista António Figueiredo e Silva chama-lhe “umbiguismo”; eu diria que é narcisismo, fruto da preponderância inusitada que a mulher adquiriu na política da Europa actual do matriarcado.

“Existe uma infinidade de palermas que se julgam superiores a tudo e todos, e consagram a vida a olhar para o seu umbigo, deixando que o resto da manada entre em imersão para que ele possa boiar, marejando ao sabor da sua cismática bolina. O lhes interessa é manterem-se no topo do monturo, aquilatando-se como o umbigo principal da récua de que fazem parte integrante”.

UMBIGUISMO AGUDO

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Do ponto de vista racional, as quotas (disto e daquilo) na gestão de empresas não são justificáveis.

selfie-webMas da Assunção Cristas (ou da Fernanda Câncio ou da Catarina Martins, pouca diferença faz) pouco podemos esperar de racional, apesar do alvará de inteligência que lhe foi concedido através de um encornanço próprio do feminino. Conheço uma mulher que tirou um curso de Direito à custa de uma prodigiosa memória, que fazia com que a matéria dada fosse “colada com cuspe”: logo depois das Frequências (dos exames), já se tinha esquecido de tudo o que tinha decorado das sebentas que lhe eram emprestadas.

Não é misoginia. São factos. Se os factos me conduzem à realidade concreta e objectiva, pouco me importam os carimbos de uma súcia de imbecis.

O problema não é apenas o narcisismo individual (de que é exemplo a mulher na política, em juízo universal), mas é principalmente a mudança narcísica nos valores da cultura, nas crenças e nas práticas.

O umbiguismo ou narcisismo cultural promove o incremento de um materialismo de chavascal, a proliferação de sibaritas com privilégios vitalícios adquiridos, aumento da agressão e violência públicas, auto-promoção de asnos a doutorados, e a reivindicação sistémica do direito à diferença 1.

A Assunção Cristas não foge à regra; quer parecer que está na moda, e por isso age com o narcisismo próprio de uma celebridade de um qualquer “reality show” da televisão.

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Nota
1. Hoje afirma-se muitas vezes o “direito à diferença” (principalmente da esquerda que é a paladina dos “Direitos do Homem”). O “direito à diferença” não é a mesma coisa que “respeito pela diferença”.

O conceito de “direito à diferença” refuta-se a si mesmo — porque se os direitos do Homem se fundamentam no princípio da igualdade natural de todos os seres humanos, o “direito à diferença” é a negação dessa igualdade natural fundamental.

Além de ser contraditória em termos, o conceito de “direito à diferença” é radicalmente nocivo à sociedade, na medida em que a reivindicação de direitos especiais e exclusivistas de determinados grupos sociais — por exemplo, o feminismo, ou o homossexualismo —, pode conduzir a um retrocesso do princípio de igualdade natural, não só entre os dois sexos mas também entre os seres humanos em geral.

O “direito à diferença” é um absurdo e um perigo iminente de retorno à barbárie.

Quinta-feira, 22 Junho 2017

O Justin Trudeau sai ao seu pai Fidel, o que faz dele literalmente um filho-de-puta (1)

 

Há quem diga que o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, é filho de Fidel Castro, não só porque a mãe do Justin era muitíssimo promíscua do ponto de vista sexual, mas também porque ela visitou várias vezes (sozinha) o Fidel em Cuba — e já não falando nas evidentes parecenças físicas entre pai e filho.

Os filhos da puta têm normalmente o azar de “sair muito ao lado do pai”.

Na primeira foto em baixo vemos o Fidel Castro na companhia da puta mãe de Justin Trudeau e com o seu filho ao colo. Na segunda foto vemos uma comparação entre o pai e o filho já adultos; e na terceira composição fotográfica vemos três comparações separadas pelo tempo. Quem disser que o Justin Trudeau não é filho de uma puta, é cegueta de todo.

No segundo verbete desta pequena série sobre o filho de uma grande puta promíscua que era a mãe do Justin Trudeau, iremos falar sobre a lei orwelliana C-16 que entrou em vigor no Canadá, que, em nome da liberdade, retira a liberdade ao povo canadiano.

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Se ser etnocêntrico é ser racista, então os negros e os muçulmanos são muito racistas

 

A Esquerda e o politicamente correcto (marxismo cultural) enganam o povo quando confundem propositadamente o racismo, por um lado, e o etnocentrismo e a xenofobia, por outro lado.

welcome-refugeees-gay-webTodavia, o etnocentrismo e a xenofobia são constantes culturais normais e inerentes a qualquer ser humano: todo o indivíduo — repito: todo o indivíduo, seja preto, seja branco, amarelo ou azul — tem uma tendência natural para se identificar com as normas da sua própria cultura, para a valorizar, e para rejeitar o outro nas trevas da barbárie.

Mas a Esquerda diz “que não”: diz que o “etnocentrismo”, quando expresso da parte do europeu, é sinónimo de “racismo”; ou seja, segundo a Esquerda, o europeu etnocêntrico é “racista”; mas (segundo a Esquerda) se o etnocêntrico for preto, já não é racista.

A ideia da Esquerda, ao estigmatizar o etnocentrismo europeu (mas já não o de outras culturas) classificando-o de “racismo”, é o de eliminar as identidades culturais dos povos europeus.


A teoria do racismo é outra coisa, diferente do etnocentrismo e da xenofobia (que é natural em qualquer cultura antropológica); a teoria do racismo apareceu muito recentemente na História do século XIX, por exemplo, com o “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”, de Gobineau (1856) que exalta a raça ariana. 1


Quando a Esquerda portuguesa — por exemplo, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista, o Partido Socialista, e o Partido Social Democrata que fecha a Esquerda à direita — diz que “o etnocentrismo português ou europeu é a mesma coisa que racismo”, o que ela está a fazer é a tornar legítimo o próprio racismo.

Em vez de separar o etnocentrismo natural, por um lado, e o racismo, por outro lado, a Esquerda mistura os dois conceitos de tal forma que o próprio racismo passa a ganhar uma justificação racional na nossa cultura antropológica.

É uma questão de tempo e veremos (aliás, já está a acontecer na Europa!) que o racismo será justificado mediante a legitimação natural do etnocentrismo e da identidade cultural, e isto por culpa da Esquerda e do politicamente correcto em geral, uma vez que se misturam estes conceitos e reduzem todos eles ao “racismo”.


Nota
1. O racismo pode ser de “dominação”, que é aquele que justifica a exploração económica, como por exemplo, o apartheid na África do Sul; ou o racismo “diferencial”, de tipo nazi ou árabe-islâmico, que em que as outras raças não são assimiláveis nem inferiorizáveis e devem ser exterminadas.

Terça-feira, 13 Junho 2017

Quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me muito ser racista

Filed under: Fernanda Câncio,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:20 pm

 

A esmagadora maioria dos jovens do bairro de S. João de Deus, no Porto, não passou do ensino secundário; não chegou à universidade; mas não era constituída por pretos.

E quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me (muito mesmo) ser racista.

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Imagem daqui.

Quarta-feira, 7 Junho 2017

O menino sírio Omran Daqneesh e os me®dia marxistas culturais do Ocidente

 

¿Lembram-se do menino sírio Omran, todo sujo e ensanguentado, dentro de uma ambulância?

A apresentadora da CNN até soltou uma lágrima (snif!) porque “o Omram nem chora” (snif).

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O pai do menino revelou o que se passou: ele foi pago para que o filho fosse maquilhado como sendo vítima de um ataque dos malvados do exército sírio. Ver vídeo abaixo.

Portanto, aconselho o leitor a acreditar sempre nos me®dia — principalmente na RTP3 da Ana Lourenço — para que possa fazer figura de estúpido com a maior dignidade possível. Eu é que já passei o limite temporal de validade para a estupidez natural, e portanto já não acredito nos me®dia.

 

Terça-feira, 6 Junho 2017

Madrid instala semáforos contra a homofobia

 

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