perspectivas

Sábado, 11 Julho 2020

E o paspalho José Pacheco Pereira continua a dizer que “o marxismo cultural não existe”

Filed under: José Pacheco Pereira,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 4:43 pm

O discurso marxista cultural é dissolvente, corrosivo — corrói e destrói o tecido cultural.


É um discurso alegadamente realizado em nome da “ciência”, mas que simultaneamente nega as categorias da ciência: é como se a ciência fosse reinventada de acordo com os paradigmas da ideologia.

rapazes q menstruam

Vemos, por exemplo, um comentário no Twitter ao artigo do jornal Púbico (ver imagem abaixo): alegadamente, “quem concorda com a ideia de que existem cromossomas XX e XY, é ignorante”, e “deve ir aprender com a OMS” (Organização Mundial de Saúde).

Há aqui uma tentativa de fundamentar “cientificamente” a negação das categorias da própria ciência (neste caso, da biologia); e este tipo de atitude acientífica não é apenas popular: é oriundo da própria elite de ideólogos neomarxistas.

hons q mentruam web

A dissolução do espírito crítico em circulação na sociedade é um dos instrumentos essenciais para a construção de uma sociedade totalitária.


O médico psiquiatra Theodore Dalrymple escreveu o seguinte acerca do marxismo cultural:

“O politicamente correcto é propaganda marxista cultural em pequena escala.

Nos meus estudos acerca das sociedades marxistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda marxista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto ou marxismo cultural, este tem o mesmo efeito e propósito.”


Por exemplo, quando um cidadão olha para um pau e diz que é uma pedra — porque a elite de ideólogos marxistas (em que se inclui o José Pacheco Pereira) o conseguiu convencer de que “1 pau = 1 pedra”, negando a própria ciência que demonstra que um pau não é uma pedra, — esse cidadão já perdeu o sentido da sua própria dignidade; esse cidadão está pronto a ser controlado pelo Estado totalitário inspirado pelo Bloco de Esquerda (com o apoio ideológico do PSD de José Pacheco Pereira).

Quando os ideólogos marxistas culturais sentenciam (por exemplo) que “um homem é uma mulher” (e/ou vice-versa), e que os cromossomas não têm qualquer valor de categorização da realidade sexual — o que fazem é tentar impôr ao cidadão uma estimulação contraditória que causa exactamente a humilhação do cidadão (um sentimento de vergonha que o indivíduo sente face à autoridade ontológica exercida pela ideologia marxista cultural sobre ele próprio) de que nos fala Theodore Dalrymple; e assim o cidadão é forçado a negar a própria realidade objectiva e auto-evidente: esta estimulação contraditória  tem como consequência a dissonância cognitiva do cidadão que nega a própria realidade que está a ver.


E depois, o paspalho José Pacheco Pereira vem dizer que “o marxismo cultural não existe”.

Sexta-feira, 10 Julho 2020

O Lumpemproletariado é classe revolucionária do marxismo cultural

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 1:03 pm

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O palhaço Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”

Filed under: José Pacheco Pereira,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 12:39 pm

Sábado, 4 Julho 2020

¿O que é o “discurso de ódio”?

Na lei penal portuguesa existe a figura de “incitamento à violência”, que é punível — por exemplo, incitamento à violência contra o Estado de Direito, incitamento à desobediência colectiva, incitamento à guerra civil, incitamento ao suicídio, entre outros.

A injúria também é punível por lei, assim como a calúnia.

Os crimes contra as pessoas também são puníveis — por exemplo, os crimes contra a honra, ou contra a liberdade pessoal (entre estes, o assédio), ou os crimes contra a integridade física, ou contra a liberdade e auto-determinação sexual, ou contra a reserva da vida privada, e contra a vida (intra-uterina ou não), etc.

Neste contexto, não consigo perceber o conceito de “discurso de ódio” de que nos fala aqui o cantarino canhestro Miguel Guedes:

“Desde que a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, avançou com a garantia de que o discurso de ódio nas plataformas online iria ser monitorizado, protofachos e mini-trumps soltaram angústias existencialistas sobre a sua visão da vida em liberdade, para eles um parente próximo da lei da selva”.

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Repare-se que a argumentação do referido “grandoleiro” é, desde logo, ad Hominem; e depois, defende como bom aquilo que ele próprio condena e critica.

A ideia daquela avantesma é a de que “o discurso” (ou seja, a expressão de opinião) “deve ser regulado pelo Estado”; e, segundo o dito cujo, quem não defende a regulação do discurso por parte do Estado é “proto-fassista” e “mini-trump”.

Estamos em presença de um indivíduo com um arquétipo mental totalitário, mas que se considera a si próprio um virtuoso “anti-fascista” (ou seja, trata-se de um puritano do século XXI).

Naturalmente que o referido social-fascista defende a censura na comunicação social — e até menciona abonatoriamente a “censura do Reddit” que permite o bullying e o assédio em relação às maiorias.

Caros leitores: é gente deste calibre que manda em Portugal. É gente que pretende limitar a liberdade de expressão utilizando a força bruta do Estado: hoje é, alegadamente, por “discurso de ódio” (que ninguém sabe bem o que é); amanhã será a censura, pura e dura, por delito de opinião política.

Puta-que-os-pariu!


Ficheiro PDF do texto do cantarino canhestro.

Quinta-feira, 2 Julho 2020

A revolução pequeno-burguesa no seu melhor

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 10:31 am
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Tal como aconteceu em Maio de 68 em Paris, agora nos Estados Unidos, os filhos da burguesia atiram pedras aos filhos dos proletários.

Sábado, 27 Junho 2020

O racismo existe, e vai aumentar de intensidade

Filed under: José Pacheco Pereira,marxismo,marxismo cultural,Racismo — O. Braga @ 5:31 pm

Vivemos numa sociedade em que não basta afirmar que 1 mais 1 é igual a 2; temos que demonstrar essa afirmação; e, ainda assim, estamos sujeitos a que nos chamem de “fassistas”.

Vivemos numa sociedade em que a classe política, em geral, se escandaliza (por exemplo) porque “a Escócia está cheia de brancos!”, e que, por isso, “é uma sociedade racista”. O mesmo critério se aplica a qualquer outro país da Europa: parece que “há brancos a mais”.


Um tal Gabriel Mithá Ribeiro escreveu, entre outras coisas, o seguinte:

“(…) a alienação anti-racista constitua uma das manifestações mais perturbantes da patologia social da relação com o tempo histórico.”

Não, senhor!, não é “patologia social”! Como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma certa ideologia.

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Ora, é a negação desta ideologia que está agora na moda: convém (aos ditos “intelectuais”) dizer que “essa ideologia não existe”, porque esta coloca em causa a racionalidade da guerra ontológica em curso contra a cultura europeia, ou seja, contra o europeu autóctone.

É neste contexto que o José Pacheco Pereira afirma (e jura!) que “o marxismo cultural não existe” — como se Gramsci, Lukacs, a Escola de Frankfurt, os pós-modernistas marxistas franceses, etc, nunca tivessem existido: convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

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O texto do Gabriel Mithá Ribeiro enquadra-se na mesma lógica do José Pacheco Pereira de negação da ideologia — quando tenta fazer de conta que não se trata de uma ideologia, mas antes de uma “alienação” ou de uma “patologia social”.

Convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

Para autorizarmos o niilismo (a utopia negativa), temos que fazer de conta que este não existe — porque, de outra forma, caímos no ridículo.

O “racismo intocável” — que é o racismo contra os brancos, o racismo bom, politicamente correcto — é palpável, concreto, e faz parte de uma determinada ideologia a que se convencionou chamar de “marxismo cultural”.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, etc., fazem o policiamento constante e auto-crítico da ideologia; são os “fiscais da ideologia”, que zelam pela sua pureza, por um lado, e pela sua eficácia, por outro lado.

Pessoas como o Gabriel Mithá Ribeiro perceberam a importância da fiscalização da ideologia; e neste sentido, ele defende a ideia segundo a qual o “racismo intocável” não existe, porque, alegadamente, “o racismo, em geral, já não existe”.

Esta (a do Gabriel Mithá Ribeiro) é outra forma de se chegar à “negação da ideologia” que caracteriza o José Pacheco Pereira — é, porém, uma forma mais inteligente, porque se baseia na necessidade da exigência de uma teoria de autenticidade que fundamente a ideologia: por outras palavras, para que valha a pena falsificar notas (falsificar a racionalidade da constatação dos factos), é necessária a existência de uma emissão legal.

Domingo, 21 Junho 2020

A diversidade da polícia de Los Angeles

Filed under: Estados Unidos,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:21 pm

Há muitas décadas que a Esquerda radical governa o Estado da Califórnia. Finalmente conseguiram que a polícia da cidade de Los Angeles se tornasse etnicamente diversa — como podemos ver (na imagem) os novos polícias provenientes da formação.

Lembrem-se sempre do seguinte: para a Esquerda, “diversidade” é sinónimo de “ausência de brancos”. “Diversidade” significa a afirmação política de um “racismo intocável” contra os europeus.

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Sexta-feira, 19 Junho 2020

O marxismo em acção

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 9:12 am

Quarta-feira, 17 Junho 2020

Se for necessária a violência contra os iconoclastas e contra os indigenistas, teremos que a utilizar

Filed under: censura,Globalismo,marxismo,marxismo cultural,Sinificação — O. Braga @ 10:38 am

1/ Quando — há dias — Nigel Farage fez uma analogia no Twitter entre os Black Lives Matter, por um lado, e os talibãs, por outro lado — foi censurado pela estação de rádio privada londrina LBC que lhe retirou a emissão diária que ele tinha.

A censura de opinião já está a atingir a “caça grossa”; já não são só os pequenos que são vítimas dela.

2/ Há pouco tempo, o Twitter censurou (apagou) uma opinião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vemos aqui como uma empresa privada — e privilegiada, do ponto de vista do enquadramento legal americano — se dá ao luxo de dizer ao presidente dos Estados Unidos aquilo que ele pode, ou não, expressar como opinião política.

Chegamos já a um ponto em que uma empresa privada — o Twitter — manda calar o presidente dos Estados Unidos.

3/ O programa de televisão Tucker Carlson Tonight, da Fox News, é um dos programas com maior audiência na televisão por cabo nos Estados Unidos.

Exactamente no dia (ontem) em que os índices de audiência excederam positivamente todas as expectativas, vários patrocinadores abandonaram o programa — e isto porque o Tucker Carlson criticou a violência do movimento político marxista Black Lives Matter.

4/ Hoje, qualquer crítica à violência dos grupos marxistas Antifa e Black Lives Matter é alvo imediato de censura, vinda da parte de empresas privadas (e já nem se fala da censura vinda de instituições do Estado).

Porém, não se trata apenas de censura: as grandes empresas privadas multinacionais, como por exemplo a NIKE e a ADIDAS (entre dezenas de outras), estão neste momento a financiar directamente (e a patrocinar) a violência do grupo marxista Black Lives Matter.

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O caso do programa Tucker Carlson Tonight revela que as grandes empresas capitalistas multinacionais globalistas privadas preferem apoiar a Esquerda marxista/COMUNISTA, em vez de procurar o lucro.

Isto significa que o grande capital privado globalista apoia claramente a sinificação do mundo — ou seja, apoiam a aliança entre o grande capital globalista, por um lado, e a Esquerda marxista, por outro lado — no sentido da criação de um fascismo global à imagem do sistema político chinês.

5/ Lá dizia o velho António: “em política, o que parece, é!”

E parece que a acção violenta (da Antifa e do Black Lives Matter) é politicamente mais eficaz do que os votos pacíficos em urna da maioria dos cidadãos.

Chegamos a um ponto em que a violência é politicamente mais conveniente e eficaz do que o voto.

Por isso, se for necessário recorrer à violência para responder à violência aliada dos puritanos iconoclastas e dos selvagens indigenistas, devemos estar preparados para tal.

Sexta-feira, 12 Junho 2020

A estupidificação da Esquerda e do jornalismo português (e o Pacheco não tem perdão)

Filed under: Ana Sá Lopes,jornal Público,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 5:19 pm
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Faz falta ler este artigo no Porta da Loja:

«O jornal Público de hoje, a propósito dos acontecimentos de ontem centrados na vandalização da estátua do Pe António Vieira tem um editorial ( de uma tal Ana Sá Lopes [em baixo, na foto] que tem um filho humorista com cara de alface, de Lisboa certamente) e mais três páginas e ainda uma outra assinada por uma tal Suzana Peralta ( doutorada na Bélgica em Economia e portante sabe-tudo como é apanágio dos economistas).

A temática e o modo como é "tratada" é um pequeno compêndio actual do que se passa na sociedade antifa…»

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O problema é o seguinte:

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  • Se um branco diz (dele próprio) que é racista, então o problema está resolvido, porque ele está simplesmente a reconhecer a sua culpa;
  • mas se um branco diz que não é racista, então segue-se que ele é racista porque ele não admite que é racista.

Mas vamos mais longe!:

  • se um branco vê a cor da pele, então é racista;
  • mas se ele não vê a cor da pele, então está a ignorar o racismo — e por isso esse branco é racista.

Ademais,

  • se um branco se concentra na sua própria cultura antropológica, então é “não-inclusivo”; e por isso é racista.
  • Porém, se um branco adopta ou participa em culturas alienígenas, então pratica a “apropriação cultural”, e por isso ele é racista.

Em suma: o branco é sempre racista, mesmo que ele não queira ser racista. Aliás, o facto de o branco não querer ser racista revela a expressão máxima possível de racismo.

E claro que depois vem a terreiro o José Pacheco Pereira para nos ensinar a todos que “não existe tal coisa como ‘marxismo cultural‘”. Eu posso até desculpar a Ana Sá Lopes (perdoem-lhes, porque eles não sabem o que fazem), mas o José Pacheco Pereira não tem perdão.

Quinta-feira, 4 Junho 2020

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

il-lgbt-web

Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

il-amn-web

É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

CONTRA-CULTURA-web

Domingo, 31 Maio 2020

As “elites” exigem um pensamento único, alegadamente em nome do “progresso”

Depois de ouvir ontem (no noticiário da TSF das 12:30 horas) o director da Polícia Judiciária Luís Neves a defender — implícita- mas claramente perceptível — a possibilidade de criminalização da opinião dos cidadãos, leio este artigo acerca da opinião de uma dita “socióloga” Sofia Aboim (ler em ficheiro PDF) que se mostra muito preocupada com as opiniões dos cidadãos que se opõem à agenda política da Esquerda radical.

Para entendermos melhor o que se passa hoje com o movimento dito “da Esquerda progressista”, passo a transcrever uma passagem do livro “¿Porque Está a Falhar o Liberalismo?” de Patrick J. Deneen (2019, página 119):

«[hoje] os filhos dos guerreiros culturais da Esquerda [democrática] dos anos 1980 já não estão preocupados com um cânone mais representativo e inclusivo. Estão mais interessados em defender a causa da autonomia igualitária [individual], agora oposta às velhas normas liberais da liberdade académica e da liberdade de expressão, em nome daquilo a que alguns chamam a “justiça académica” e “maior representação universitária”.

Embora um ponto em comum seja o apelo a maior diversidade, o projecto actual [de Esquerda] de “diversificação” cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica (…).

A coberto das diferenças de raça, de um número explosivo de géneros e da variedade de orientações sexuais, a única mundividência substantiva avançada é a do liberalismo moderno: a ascensão do “indivíduo autónomo”, apoiado pelo Poder e pela ajuda do Estado e o seu controlo cada vez maior [do Estado] sobre as instituições (…).»


Hoje, a dita “Esquerda democrática” já não é a mesma que era na década de 1980; desde finais da década de 1990 que a Esquerda democrática tem paulatinamente “evoluído” para o que se convencionou chamar de “marxismo cultural” (que o José Pacheco Pereira, entre outras bestas esquerdopatas, negam que exista).

censura-gayzista-webHoje, a “Esquerda democrática” é apenas uma parte do Partido Socialista (a outra parte do Partido Socialista é claramente marxista cultural); é também e sobretudo o PSD de Rui Rio; e incluía também o CDS de Assunção Cristas que, com a ascensão do “Chicão”, deixou a área do socialismo democrático — o que preocupa imenso o José Pacheco Pereira e a Sofia Aboim, entre outras avantesmas que defendem a ideia de um “leque alargado de Esquerda” do MRPP ao CDS.

O que preocupa o director da Polícia Judiciária e a Sofia Aboim é (implicitamente) a necessidade urgente de censura política da opinião das pessoas que não se enquadram em uma alegada da homogeneização da opinião (a imposição coerciva de um pensamento único).

É neste sentido que Deneen diz que “o projecto actual [de Esquerda] de ‘diversificação’ cria, na verdade, maior homogeneidade ideológica”.

Para Sofia Aboim (que neste caso representa a opinião maioritária da actual “ruling class”), é preocupante que o cidadão comum português não seja militante do movimento gayzista — bem dia o mestre Nicolás Gómez Dávila : “Já não basta que o cidadão se resigne às imposições arbitrárias progressistas; o Estado moderno exige cúmplices”.

Esta exigência de pensamento único, por um lado, e a ameaça velada de censura de opinião, fazem parte da agenda política do marxismo cultural que os esquerdopatas dizem que não existe.

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