perspectivas

Segunda-feira, 5 Fevereiro 2018

A feminista Germaine Greer acerca do movimento #MeToo

Filed under: #MeToo,A vida custa,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 11:35 am

 

“Subir as saias e abrir as pernas equivale a consentimento sexual” — diz a feminista Germaine Greer.

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Sexta-feira, 2 Fevereiro 2018

No Canadá do radical Trudeau, acabou o estatuto médico de objecção de consciência

 

Depois da legalização da eutanásia no Canadá, os médicos objectores de consciência ou são despedidos, ou são despromovidos na sua carreira profissional.

É esta a “liberdade de decisão e de consciência” que os actuais defensores da legalização da eutanásia em Portugal — que incluem os cabrões Rui Rio e/ou José Pacheco Pereira, do Partido Social Democrata — defendem para os médicos e enfermeiros.

É uma questão de tempo e veremos o inenarrável José Pacheco Pereira defender na televisão a ideia segundo a qual “os médicos objectores de consciência devem mudar de profissão, por exemplo, passar a trolhas ou picheleiros”.

eutanasia-cadeiras

Terça-feira, 30 Janeiro 2018

O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico

 

O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.

nasa-webUm tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.

O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.

O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:

« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »

Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.

 

Quinta-feira, 25 Janeiro 2018

A impiedade do Carlos Fiolhais

 

Animals are FROZEN SOLID as temperatures drop to MINUS 56C in Kazakhstan

O Carlos Fiolhais diz que é amigo da Natureza, mas em vez de pedir aos deuses da ciência que mandem vir um pouco de Aquecimento Global, deixa que os animais morram congelados.

cazaquistao-web

Terça-feira, 2 Janeiro 2018

Contra a igualdade politicamente correcta do merdívoro Luís Aguiar-Conraria

 

“Quem reclama a igualdade de oportunidades acaba exigindo que se penalize quem é bem dotado. A igualdade é a condição psicológica prévia de decapitações científicas e frias.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Só uma estrutura hierárquica é compassiva com os medíocres e com os humildes.

O Ludwig Krippahl faz aqui uma crítica ao alienado, igualitarista, politicamente correcto e merdívoro Luís Aguiar-Conraria. Parece-me extraordinário como uma qualquer publicação dê abrigo à narrativa alienada do Luís Aguiar-Conraria…!

Naturalmente que o Ludwig Krippahl estudou biologia, o que o transforma em uma espécie de “reaccionário” em relação à consensualidade do esquerdalho no respeitante à “igualdade dos géneros”. Mas o Ludwig Krippahl não se refere a “sexos”, mas antes a “géneros” — o que significa que ele não consegue distinguir-se totalmente do ambiente merdícola em que medra a merdalha da laia do merdívoro Luís Aguiar-Conraria.

“Géneros” tem utilização gramatical; “sexos” tem utilização biológica.


igualitarismoDepois, o Ludwig Krippahl entra em contradição em relação à educação das crianças, porque uma criança não pode ter a liberdade que deve ter um adulto. Por isso é que a filha dele não vê certamente filmes pornográficos — embora ele diga que a filha dele vê uma série de desenhos animados em que uma criança tem “dois pais” (dois homens). 
É óbvio que não é a mesma coisa; trata-se de uma analogia: as crianças têm que ser educadas, e não ver filmes pornográficos faz parte de uma boa educação, independentemente de os filmes pornográficos poderem ter, ou não, qualquer influência na dita “orientação sexual” da criança.

A aceitação, desde tenra idade, da ideia da possibilidade de uma criança ter “dois pais” ou “duas mães”, não é educação na tolerância: em vez disso, é educação na permissividade — porque só se tolera aquilo com que se não concorda, e uma criança não tem ainda espírito crítico suficiente para concordar, ou não, em algumas matérias mais complexas. O que o Ludwig Krippahl defende para a filha dele é uma lobotomia cultural homossexualista e politicamente correcta comparável ao igualitarismo defendido pelo merdívoro Luís Aguiar-Conraria.


Em uma sociedade onde todos se crêem iguais, a inevitável superioridade de uns poucos faz com que outros se sintam fracassados.

Inversamente, em sociedades onde a desigualdade é a norma, cada qual se instala na sua própria diferença, sem sentir a urgência nem conceber a possibilidade de se comparar com outros.

Só uma estrutura hierárquica é compassiva com os medíocres e com os humildes.


“Ser esquerdista é crer que os presságios de catástrofe são augúrios de bonança.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Sábado, 23 Dezembro 2017

“Apropriação cultural” só serve para perseguir os brancos e a tradição cristã

Filed under: marxismo cultural — O. Braga @ 6:08 pm

 

Quando é para atacar o Cristianismo e a tradição, já não existe “apropriação cultural” por parte da Esquerda.

É assim que a Esquerda (americana) inventa o Pai Natal Gay montado por um preto, e que aparece um Sherlock Holmes negro; aqui já não existe “apropriação cultural”.

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Quarta-feira, 20 Dezembro 2017

O feminismo é a-científico: não reconhece nexo causal

 

Uma gaja que dá pelo nome de Paula Cosme Pinto escreve contra a “objectivação da mulher”, ou seja, contra o simbolismo cultural que transforma a mulher em um objecto sexual desprovido de dignidade intrínseca.

mulheres-vintage-webMas, no mesmo texto, a referida gaja escreve isto:

“Que fique claro, não estou com isto a dizer que uma mulher em lingerie não é um exemplo de força ou poder. E também nada, mesmo nada contra sensualidade e erotismo, mulheres com a carne que bem lhe apetece e agrada à mostra e demonstrações de liberdade sexual, bem pelo contrário. Mas, por favor, não nos resumam a isso. Convenhamos: há ou não há maneiras tão menos pornificadas de mostrar a força feminina?”

Ou seja, o nexo de causalidade cultural — que deu lugar à objectivação progressiva da mulher ao longo das últimas décadas — não se questiona: a gaja não coloca em causa a Revolução Sexual e marxista cultural que está na origem da generalização do símbolo da “mulher-objecto”; e, simultaneamente, a gaja critica as consequências da Revolução Sexual que ela não coloca em causa.

Seria como se a gaja apanhasse uma bebedeira e depois, no dia seguinte, culpasse o vizinho do lado pelo barulhos que lhe acentuassem a ressaca. Para a gaja, a culpa da ressaca não tem nada a ver com a bebedeira: a ressaca da gaja é (alegadamente) causada pelo vizinho que se peida ostensivamente e fala em voz alta.


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Terça-feira, 19 Dezembro 2017

A RTP é uma vergonha paga com o dinheiro do povo português

 

Jair Bolsonaro começa a entrevista à RTP dizendo que é contra qualquer tipo de ditadura; e os filhos-de-puta dos jornaleiros da RTP, pagos principescamente com o nosso dinheiro, publicam uma parangona que induz o leitor incauto em erro.

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Sexta-feira, 15 Dezembro 2017

A esmagadora maioria dos doentes terminais em cuidados paliativos não sofre com dores

 

Um estudo científico constatou que mais de 85% dos doentes terminais em cuidados paliativos não sofre com quaisquer dores (ler artigo). Dos restantes 15%, uma grande parte não sofre com dores que não sejam suportáveis.

O problema é o de que apenas uma pequena parte da população tem acesso aos cuidados paliativos.


eutanasia-velhariasÉ neste contexto que a “elite” política (a ruling class)   pretende legalizar a eutanásia, como uma estratégia economicista para evitar gastos futuros do Estado com os cuidados paliativos. Senão, vejamos o resumo de um “debate” sobre a eutanásia realizado no hospital Padre Américo, em Penafiel, em que participou o Anselmo Borges.

« Confrontado com a ideia de se a melhoria na qualidade dos cuidados paliativos poderia alterar esta realidade, Miguel Ricou foi peremptório: “Nunca vamos ter excelentes cuidados paliativos para toda a gente. Dizer que só vamos aceitar a eutanásia quando tivermos cuidados paliativos de qualidade é dizer que nunca a vamos aceitar”. »

Ora aqui está! O argumento (absurdo) da cavalgadura é o seguinte:

  1. nunca haverá cuidados paliativos universais;
  2. por isso, mais vale universalizar a eutanásia.

A premissa do Ricou está errada, e portanto o resto do raciocínio também está errado. Os cuidados paliativos universais dependem de decisões políticas, assim como a legalização da eutanásia universal é uma decisão política.

Colocada entre dois caminhos, — ou os cuidados paliativos universais, ou optar por forçar as pessoas a optar pelo suicídio, — a “elite” política (em geral) prefere matar as pessoas, porque sai mais barato ao Estado. O argumento político da “liberdade do indivíduo” é pura retórica.

O que temos que fazer urgentemente é mudar a “elite” política, nem que seja à custa de um golpe-de-estado.

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Ficheiro PDF do estudo científico // Ficheiro PDF da notícia do “debate”

Domingo, 10 Dezembro 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our ‘feminist’ government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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Segunda-feira, 4 Dezembro 2017

Judith Butler não pode ser levada a sério

 

Dei com um texto assinado pelo Padre José Eduardo de Oliveira e Silva (brasileiro) acerca da ideologia de género segundo a americana Judith Butler. Convém dizer que os americanos, em geral e salvo honrosas excepções, sempre foram péssimos em criação filosófica.

Vejamos o que escreveu o Padre acerca da teoria da Judith Butler :

“Como ela mesma afirma, «o meu trabalho consiste em delinear a última etapa da batalha filosófica contra a vida do impulso, o esforço filosófico de domesticar o desejo como uma instância de lugar metafísico, a luta por aceitar o desejo como princípio de deslocamento metafísico e dissonância psíquica e o esforço orientado por deslocar o desejo  com o fim de derrotar a metafísica  da identidade» (Subjects of desire, p. 15).

Obviamente, para ela, como o desejo não se realiza de acordo com um sujeito que lhe dê suporte, o «eu» seria apenas um discurso. Não haveria um “ser” por detrás do desempenho do género. Seriam estes desempenhos, estas acções, que constituiriam a ficção do sujeito, pois esta ficção seria requerida pelo discurso que nós herdamos da metafísica  da substância, discurso que, segundo ela, precisamos superar (Problemas de género, p. 56)”.


judith-butler-webEu nunca li nada escrito por aquela criatura, mas, a julgar pela amostra, ela contradiz-se — porque o conceito de “género” (por contraposição ao “sexo”) baseia-se na cultura narcísica pós-moderna que se apoderou da nossa sociedade, narcisismo esse que pressupõe a absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

A ideia da criatura, segundo a qual “o desejo pode existir sem sujeito”, é um absurdo; e está em contradição com a essência da ideologia de género que, embora considere que os “papéis de género” são construções culturais e sociais, baseia a sua doutrina na absolutização do sujeito e a supremacia da subjectividade.

Se, como escreve o Padre, para a Judith Butler “a feminilidade e a masculinidade são acções desligadas da biologia”, teríamos que saber qual a origem alternativa da feminilidade e da masculinidade — porque se “a masculinidade e a feminilidade não provêm da biologia”, ¿provêm de onde!? ¿qual a sua origem, a sua causa? ¿onde fomos (e ela própria, também) buscar os conceitos de “masculinidade” e de “feminilidade”?

Convém aqui falar novamente do conceito de “ideologia” segundo Hannah Arendt: todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.


“Reduzir a filosofia à análise linguística equivale a assumir que apenas há pensamento alienígena.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Por exemplo, para a Judith Butler (e segundo o Padre), “a linguagem é o conjunto de actos, repetidos ao longo do tempo, que produzem efeitos de realidade que acabam sendo percebidos como ‘factos’.

O nazi Goebbels disse a mesma coisa de outra maneira: “uma mentira mil vezes repetida acaba por se tornar verdade”.

Aqui há (da parte da Butler) uma inversão de valores lógicos: para ela, não são os dados da experiência que determinam os conceitos elaborados pela linguagem, mas antes é a linguagem que inventa a realidade a seu bel-prazer e independentemente de qualquer objectividade. Aqui, a Butler já volta à absolutização do sujeito, quando anteriormente negou ao sujeito a sua ontologia.

O conceito de “construção variável da identidade” (segundo a Butler) é uma contradição em termos — porque se a identidade é variável, deixa de ser idêntica. Ou seja, o princípio axiomático (axioma) sobre o qual a Butler constrói a premissa está logicamente ferido de morte.

O texto é longo e não há paciência para o dissecar aqui. Apenas resta dizer que o que a Judith Butler produz, não é filosofia: é ideologia.

Para que valha a pena falsificar notas de Euro, terá que haver notas legais; de modo semelhante, a noção de “ideologia” carece de fundamento se não houver uma teoria de autenticidade acerca do mundo objectivo. E o relativismo axiológico da Judith Butler (“a verdade não existe”) não é teoria da Razão, mas antes é uma ideologia do orgulho.

Domingo, 3 Dezembro 2017

O puritanismo do feminismo

 

O chamado “discurso feminista” é, do ponto de vista formal, muito semelhante ao velho discurso da crítica marxista à sociedade de classes que ouvíamos e líamos logo a seguir ao 28 de Abril de Troca-o-passo — mas que, à medida em que o tempo foi passando, a experiência foi demonstrando que existe uma Natureza Humana que não podemos eliminar, sob pena de sermos tentados a eliminar o próprio ser humano. Aliás, foi o que fez o marxismo a mais de 100 milhões de seres humanos: eliminou-os em nome de uma utopia e de uma ideologia.

Neste sentido, o discurso feminista é extremamente perigoso, porque coloca em causa a natureza do ser humano enquanto tal, sem oferecer alternativas comportamentais que não se baseiem na repressão e no totalitarismo em nome de um ideal.

gorda_gay-webQuando lemos este texto publicado no jornal Púbico e escrito por uma tal Mariana Duarte, verificamos que o politicamente correcto actual tem uma visão extremamente negativa da sexualidade masculina, porque esta é (alegadamente) um impedimento ao ideal da igualdade literal entre os sexos — na medida em que a sexualidade masculina torna impossível a conciliação entre o ideal de “igualdade de género”, por um lado, e os mecanismos do desejo sexual humano, por outro lado. O corolário desta inconciliação é uma forma de puritanismo anti-masculino (e é anti-masculino porque o assédio sexual lésbico, por exemplo, é tolerado pelo politicamente correcto).

Depois da revolução sexual protagonizada pela Esquerda da década de 1960 e segundo o ideário do feminismo de segunda vaga e dos marxistas herdeiros da Escola de Frankfurt, o feminismo actual é um feminismo puritano e anti-masculino que vê no homem um impedimento ontológico para a “igualdade entre géneros”.

O sexo natural (ou seja, heterossexual) deixou de encaixar no ideal de “igualdade de géneros”.

Isto significa que o feminismo actual está em contradição com o feminismo da década de 1960, uma vez que o feminismo actual coloca em causa a própria revolução sexual — uma vez que defende uma espécie de “moral sexual” que contradiz a revolução sexual pós-moderna.

Perante a impossibilidade de encontrar (uma putativa e alegada) justiça no relacionamento sexual entre os dois sexos, o feminismo actual faz apelo à vergonha e ao controlo sexual primordial (o que é uma nova forma de puritanismo).

Para o feminismo e para a Esquerda em geral, o desejo sexual masculino é demasiado “brutal” para poder ser identificado com as noções esquerdistas de “igualdade sexual”. E a única solução que o feminismo encontra para o problema é exigindo do homem um constante sentimento de culpa em relação à sua própria ontologia — porque, para a Esquerda, não pode existir uma diferença significante entre o homem e a mulher: o sexo (sendo uma qualidade pré-determinada) pode-se tornar irrelevante; segundo o politicamente correcto, os homens podem ver nas mulheres “seres iguais” no sentido em que as mulheres podem ser tratadas pelos homens da mesma forma que os homens tratam outros homens.

“É preciso deixar bem claro que o assédio sexual pode implicar não só agressão (ou tentativa de agressão) e contacto físico não consensual, como também insinuações, comentários, piadas, olhares intimidatórios, convites e propostas de teor sexual que não são desejados por quem os recebe. É uma invasão do espaço privado da pessoa, reduzindo-a a um objecto pronto a usar. Não é um elogio, é humilhação”.

Ou seja, para o feminismo não há qualquer diferença entre o assédio sexual propriamente dito (que decorre da assimetria de Poder institucional), por um lado, e o simples piropo, por mais singelo que seja, por outro lado.

Reparem no conceito de “olhar intimidatório”, que é puramente subjectivista: qualquer olhar pode ser transformado em um “olhar intimidatório”, dependendo da subjectividade da mulher — salvo o olhar de uma lésbica em relação a uma mulher que nunca é intimidatório nem é assediante, como é o caso o olhar da Ellen DeGeneres em relação a Katy Perry, conforme tuite aqui em baixo: imaginem o que aconteceria, nos me®dia (e no jornal Púbico) se uma figura pública masculina fizesse no Twitter uma observação idêntica à da lésbica Ellen DeGeneres.

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