perspectivas

Sexta-feira, 18 Janeiro 2019

A emasculação cultural marxista e a “masculinidade tóxica”

 

Anúncios

Sábado, 29 Dezembro 2018

O CDS da Assunção Cristas e os direitos de braguilha

adolfo-mesquita-nunes-lgbt-bloco-de-esquerda-web


“Se o reaccionário não se desperta dentro do conservador, trata-se então apenas de um progressista paralisado

~ (Nicolás Gómez Dávila)


O CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes (e do João Távora) é o CDS dos “progressistas paralisados” — dos progressistas “direitinhos” campeões dos direitos de braguilha e do politicamente correcto → pois eu prefiro uma bala marxista a uma palmadinha nas costas de um “direitinha” desses (do CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes).

A actual situação política em Portugal induz-me ao voto no PNR (Partido Nacional Renovador) — não porque eu o queira expressamente (o PNR é um partido estatista), mas porque não tenho outra hipótese credível.

O espaço político reduziu-se (encolheu) de tal forma que todos os partidos políticos representados no paralamento são de Esquerda — o CDS de Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes fecha a Esquerda à direita.

Sábado, 1 Dezembro 2018

O pasquineiro Daniel Oliveira, e a islamofobia contra o Daesh

 

Eu não tenho a certeza de que o Daniel Oliveira terá dito (ou escrito) o que está escarrapachado na imagem aqui ao lado; mas acredito que, vindo daquela avantesma, tudo é possível.

daniel-oliveira-daeshSendo verdade que ele escreveu ou afirmou o que está escrito, o Daniel Oliveira incorre na falácia da falsa dicotomia — o que revela, ou uma radical desonestidade intelectual, ou um notável retardamento cognitivo (ou as duas coisas).

Desde logo, o referido estafermo parte do princípio (implícito) de que o Daesh não faz parte do Islão — o que é absolutamente falso; ou seja, os dados da realidade objectiva são negados pelo “dito cujo”.

Poderíamos supôr que a referida cavalgadura de pasquim não conhece suficientemente o Islamismo; sendo assim, ¿por que razão não se cala?!

Qualquer europeu consciente não pretende “uma guerra contra o Islão”; o que pretende (e bem!) é proteger-se do Islão (o Islão é um princípio de ordem política!, ou seja, é uma ideologia política).

“Islamofobia” é o diabo que o carregue!, ¿ouviu?!, seu paspalho da pasquinagem!

Ao criar uma falsa dicotomia entre uma ideologia política (o Islamismo), por um lado, e os que suposta- e alegadamente se opõem a essa ideologia política, por outro lado, o Daniel Oliveira e os seus sequazes pretendem assumir o papel de “moderadores e superiores morais” de uma contenda que, realmente, não existe.

Vou dar um exemplo: imagine o leitor que alguém pega num taco de beisebol contra mim, e eu tento defender-me da agressão. O Daniel Oliveira viria dizer que eu sou parte do problema na medida em que eu me defendo da agressão; o agressor seria, na opinião do paspalhão, um “fundamentalista da paulada”; e eu seria um “agressófobo”.

O grande cabrão coloca na mesmo nível moral, o agressor e a possível vítima.


Como alguém escreveu no FaceBook:

« Os MARXISTAS têm de ser postos fora da vida política. ASSASSINARAM mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças, e querem obrigar a humanidade à sua utopia de mentira, ódio e morte. Até namoram o Islão para crucificar o CRISTIANISMO. »

Quinta-feira, 25 Outubro 2018

Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

 

Eu não simpatizo minimamente com a pessoa de Adolfo Mesquita Nunes. E não é de agora. Adolfo Mesquita Nunes é um “submarino” que, dentro da “Não-esquerda”, cumpre o ideário de Esquerda. Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

Neste artigo, Adolfo Mesquita Nunes distribui as culpas pela “polarização” política, igualmente pelas actuais Esquerda e Direita — como se a responsabilidade da tal “polarização moral” pudesse ser atribuída igualmente aos dois lados da contenda política; como se o patriotismo ou nacionalismo fosse um fenómeno cultural e político tão historicamente recente quanto é o globalismo plutocrata ou o internacionalismo trotskista (não confundir “globalismo” com “globalização”).

tolerant-liberal-webOra, não há nada mais perigoso do que o discurso falsamente conciliatório, que tem como função absolver os verdadeiros culpados mediante a distribuição igualitária de responsabilidades.

O Adolfo Mesquita Nunes faz lembrar a Catarina Martins, que está sempre do lado dos criminosos contra a polícia que mantém a ordem legal. E, para não dar razão à polícia, o Adolfo Mesquita Nunes diz que “toda a gente é criminosa”, e por isso (alegadamente) “ninguém pode falar de tarimba e alegar que tem razão”. Em resumo, é isto que o Adolfo Mesquita Nunes quis dizer no artigo em causa.

Ou seja, para o Adolfo Mesquita Nunes, a Direita também é culpada pela tal “polarização moral”, porque a Direita não aceita (no todo, ou em parte) a estratégia gramsciana e marxista cultural.

A narrativa do Adolfo Mesquita Nunes dirigida à Direita pode ser resumida assim: “Se levas um murro nas trombas, deves procurar apaziguar o agressor, mesmo que continues a levar no focinho”. É fácil percebermos de que lado está o “submarino” Adolfo Mesquita Nunes. Ele só engana quem gosta de ser enganado.

É claro que o Adolfo Mesquita Nunes defende uma estratégia de cedência política ao marxismo cultural.

Aliás, a defesa que o Adolfo Mesquita Nunes fez da legalização da adopção de crianças por pares de invertidos revela até que ponto a agenda política de Adolfo Mesquita Nunes coincide com a do marxismo cultural.

No domínio dos princípios, o conservadorismo é incompatível com o marxismo cultural. Não é possível conciliar, por exemplo, o Jacob Rees-Mogg com Jeremy Corbyn — e escolhi dois nomes ingleses, porque em Portugal não existe conservadorismo.

Não se deixem enganar por falinhas mansas de pseudo-conservadores que se dizem “liberais”, que militam em partidos ditos de “inspiração cristã”, e simultaneamente defendem princípios da agenda política marxista cultural.

Sexta-feira, 14 Setembro 2018

A aliança entre o neomarxismo gramsciano e a plutocracia globalista, espelhada no Vaticano

 

Vivemos (actualmente) num mundo muito estranho, em que, por exemplo (e entre muitos outros), Sergey Brin, um dos fundadores da Google e bilionário com uma fortuna avaliada em cerca de 50 mil milhões de Euros, parece defender o socialismo que a Catarina Martins (Bloco de Esquerda) também defende. Pelo menos, Sergey Brin e Catarina Martins estão de acordo em uma coisa: com o princípio trotskista do internacionalismo militante que conduz à abolição de fronteiras.

Ou seja, entre o Bloco de Esquerda e a plutocracia globalista, existem objectivos políticos em comum.

O conceito de “sinificação” é exactamente a construção política de um novo tipo de fascismo, em que o poder político é estritamente controlado por uma elite plutocrata que concessiona (trata-se de uma partilha de poder tacitamente acordada) a gestão da política totalitária à Esquerda neomarxista local — como acontece, por exemplo, na China; e daí o nome “sinificação”: é a extensão e adaptação do sistema político chinês às diversas regiões do mundo.

A União Europeia é um exemplo de “sinificação”: os plutocratas globalistas (por exemplo, Sergey Brin ou George Soros, entre muitos outros, ou instituições globalistas como por exemplo a Goldman Sachs) controlam a construção paulatina e sistemática de um sistema político que começa por ser não-democrático (o poder político na União Europeia não é eleito), mas que se encontra já em um processo de construção acelerada de um leviatão totalitário e achinesado.

Na Europa, a abertura de fronteiras está ligada ao projecto gramsciano de destruição da cultura cristã ou daquilo que ainda resta dela, que se alia ao projecto plutocrata de sistemática procura de mão-de-obra barata.

Para a marxista Catarina Martins, é essencial a destruição da cultura antropológica fundada no Cristianismo (seguindo o cânone de Gramsci); e para o globalista e plutocrata Sergey Brin, é essencial o suprimento constante de mão-de-obra escrava ou muito barata. Les bons esprits se rencontrent…

E é assim que o Brin e a Catarina estão de acordo com a abolição de fronteiras que tem levado à islamização (e latrinização) de muitos países europeus, por um lado, e por outro lado à diabolização de quem se opõe a uma política latrinária de fronteiras abertas e de corrupção da cultura autóctone (por exemplo, Matteo Salvini, Viktor Órban).

Pope-refugees-web

Neste contexto, vemos a diferença entre as posições do papa Chicozinho, por um lado, e as de Sua Eminência o Dalai-lama, por outro lado.

dalai-lama-refugiados-2-web

Quinta-feira, 23 Agosto 2018

Os Novos Marxistas

Filed under: marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:33 pm

Os novos marxistas têm vozes de Rato Mickey, pintam o cabelo, têm argolas nas orelhas e tomam no cu.

 

Segunda-feira, 20 Agosto 2018

Argentino desmascara Ideologia de Género

 

Sexta-feira, 10 Agosto 2018

Sobre a aliança contra-natura (e contra a liberdade) entre os neoliberais e os marxistas culturais

Quarta-feira, 8 Agosto 2018

Nos Estados Unidos, 1 em cada 5 professores universitários é marxista

Filed under: Comunismo,Estados Unidos,Estaline,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 12:34 pm

 

Terça-feira, 7 Agosto 2018

Make Men Masculine Again

 

Segunda-feira, 6 Agosto 2018

Os “homens feministas” e a “feminização da sociedade”

 

feminist-male-web4Há por aí uma certa confusão entre a ideia de que “Portugal, a Europa e o mundo só têm a ganhar com o aumento da participação do género feminino na vida pública, na vida política, na vida empresarial, na vida académica, na vida cultural e na vida social em geral”, por um lado, e a ideia de feminização da sociedade”, por outro lado.

Dou o exemplo de Esparta, onde as mulheres em geral participavam activamente na vida pública e política, e muitas delas eram proprietárias de terras (o que era inconcebível na Antiguidade, onde a propriedade das terras era exclusiva dos homens), e nem por isso a sociedade espartana era “feminizada”.

Ou seja, não há qualquer relação de nexo causal entre uma coisa e outra — excepto na cabeça de indigentes mentais que escrevem nos me®dia, como é o caso de um tal Feliciano Barreiras Duarte.

feminist-male-web3Não só a “feminização da sociedade” não é condição necessária a uma melhor participação da mulher na vida social e política, como até é prejudicial à sociedade — porque rompe o equilíbrio da influência dos dois sexos na sociedade, e que é naturalmente necessária à sociedade.

Portanto, vamos acabar com essa falsa dicotomia (esse maniqueísmo politicamente correcto) segundo o qual é necessário que a sociedade se “feminize” para que a mulher ganhe importância na vida pública e política.

 

 

 


Cada vez mais me convenço que um social-democrata é um socialista; e que um socialista é um marxista mais ou menos disfarçado ou declarado. E cada vez mais me convenço que Rui Rio é uma charada indecifrável, ou então o superlativo absoluto simples do cinismo.


feminist-male-web2O que indigentes mentais, como é o caso do supracitado, nos querem fazer crer é que o homem e a mulher são intermutáveis [tanto faz ser uma mulher a desempenhar uma determinada função, como um homem] — e por isso é que o homem se quer efeminado, ou, no mínimo, “feminizado”. É nesta premissa fundamental que assenta o conceito da bondade da “feminização da sociedade”.

É baseada neste conceito de “intermutabilidade dos dois sexos” que o próprio sexo biológico (que foi cientificamente verificado e confirmado) é negado pela facção mais radical do politicamente correcto; mas, é óbvio que a defesa da “intermutabilidade dos dois sexos” só poderia conduzir à negação dos dois sexos…!

Ora, o que não é, de modo nenhum, espantoso, é que mentecaptos daquela estirpe (o supracitado) não se tenham dado conta da relação entre as duas coisas: por um lado, o idiota defende claramente a intermutabilidade dos dois sexos, e por outro lado, o burro critica quem nega a existência biológica dos dois sexos. Cretino qb.

Homens e mulheres não são intermutáveis (o neoliberalismo e o marxismo dizem que sim); e a diferença não é sinónimo de hierarquia (o marxismo cultural diz que sim).

feminist-male-web1“Feminização da sociedade” é um conceito que só pode vir da mente de um atrasado mental que “aprendeu umas coisas” que “colou com cuspe” nos dois neurónios que possui.

“Feminização da sociedade” significa “desequilíbrio da sociedade”, e esse desequilíbrio conduz inexoravelmente a um enfraquecimento da sociedade, tornando-a vulnerável a condicionamentos externos, como está a acontecer aos países da Europa ocidental.

E, ademais, é evidente que a defesa política da “feminização da sociedade” é um fenómeno ocidental de cariz marxista (que vem de Engels e do seu conceito de “família”), e não é um fenómeno “mundial”, como afirma o estúpido.

 

 

 


Adenda: temos verificado que os “homens feministas”, que defendem a “feminização da sociedade”, são (em geral) os maiores predadores sexuais das mulheres, como aliás temos visto recentemente com os acontecimentos na Esquerda americana e em Hollywood.

Domingo, 5 Agosto 2018

O que os professores marxistas andam a “ensinar” às nossas crianças

Filed under: educação,Ensino,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:59 pm

 

 

Página seguinte »

Site no WordPress.com.