perspectivas

Sexta-feira, 10 Março 2017

O Partido Socialista do Monhé quer ser mais fracturante do que o Bloco de Esquerda

 

É impossível erradicar (totalmente) a prostituição; mas em vez de a reduzir ao mínimo possível, o Partido Socialista do Monhé Costa quer aumentar o número de prostitutas em circulação.

giphy_1_20“O PS anda avidamente à procura dos eventuais “temas fracturantes” que o Bloco ainda não tenha capitalizado, e coloca assim em cima da mesa a temática da prostituição. Querem nos fazer crer que se trata da regulamentação de um serviço. Fruto de uma escolha livre de mulheres, fazendo um apagão monumental sobre a realidade vivida pelas mulheres traficadas para este negócio lucrativo para os proxenetas. Mas não nos equivoquemos: não é um serviço. É a regulamentação do corpo da mulher como produto”.

¿Prostituição legalmente assistida?

 

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Quinta-feira, 9 Março 2017

Agora, que já passou o “dia da mulher”…

 

Quando ouço falar em “igualdade”, fico com os cabelos em pé. A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

Quarta-feira, 8 Março 2017

O politicamente correcto também vai acabar com a economia

 

Imaginem um dono de uma empresa que prefere um homem incompetente em determinada função, em vez de uma mulher competente para essa mesma função. ¿Já imaginaram esse patrão? Está falido!

Por isso é que o sistema de quotas defendido pelo gado asinino é um absurdo. Um patrão digno desse nome quer o melhor funcionário para a sua empresa, independentemente de ser homem ou mulher.

O sistema de quotas para mulheres vai dar merda, porque vai reduzir a competitividade das empresas: um estudo publicado pela Forbes revela que homens e mulheres com valor profissional real, preferem trabalhar empresas que não aplicam o sistema de quotas.

“While using a gender quota might seem like an effective way to compete in the war for talent, our research found that it actually drives away the highly talented professionals they were intended to attract”.

Gender Quotas in Hiring Drive Away Both Women and Men

Segunda-feira, 6 Março 2017

A sociedade que a actual Esquerda defende e constrói: em nome da liberdade, vai impondo um novo tipo de opressão

 

O vislumbre da sociedade que a Esquerda (que inclui um determinado Partido Social Democrata politicamente correcto e o CDS/PP de Adolfo Mesquita Nunes) está a construir em Portugal (segundo as tendências ideológicas oriundas do exterior) é aterrador. ID-GENERO-WEB

O que se está a construir em Portugal é um novo tipo de totalitarismo racionalmente escorado em um individualismo radical que legitima esse totalitarismo colectivista. Na base dessa construção totalitária está um falso conceito de “autonomia do indivíduo”, em que a autonomia se reduz à liberdade negativa. 1

cuiadados-paliativos-webPor exemplo, a necessidade da eutanásia começa por ser escorada em um individualismo radical justificado pela autonomia do indivíduo reduzida à liberdade negativa; mas quando a eutanásia for uma prática normalizada e forçada pela deserção da solidariedade da família natural, será então um colectivismo de Estado (do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista) que o imporá ao cidadão, já não em nome da sua autonomia individual, mas em nome dos interesses do Estado.

O que está aqui em causa — para os idiotas úteis do Partido Socialista, para o Bloco de Esquerda, para o Partido Comunista, para algumas avantesmas do Partido Social Democrata, e para um punhado de submarinos do CDS/PP (que inclui o Adolfo Mesquita Nunes) — é a família natural.

A Esquerda odeia a família natural, porque esta (alegadamente) perpetua as “relações de dominação” entre os seus membros. Por isso é que a Isabel Moreira diz o seguinte:

“Muita da evolução das nossas condições de vida, da questão étnica a questões do domínio da sexualidade, deve-se, felizmente, a um olhar do jurídico sobre o real, olhar esse enquadrado no que define o Direito: não se vergar às leis da natureza. A cada discussão acerca de um avanço à conta do olhar informado da realidade, há um regresso ao obscurantismo que matou, negou direitos básicos às mulheres e silenciou abusos em nome do tradicional”.

Eu respondi-lhe aqui.

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico, a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável ter um filho como ter um gato.


O sucesso da eutanásia (como instrumento colectivista de aplicação de uma “pena-de-morte economicista”) depende hoje directamente do individualismo radical que gera o fracasso da família natural. O fracasso da família natural (o fracasso dos laços familiares naturais) depende da desnaturação da sexualidade na cultura antropológica que, por sua vez, é essencial ao feminismo e à ideologia de género que depende da negação institucional e política da ciência (da biologia).

burn_flag_burn_webO aborto pago pelo Estado, eutanásia paga pelo Estado, as questões da sexualidade — "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, ideologia de género, feminismo — estão interligados: por um lado, atacam a família natural, isolando o indivíduo face ao Estado (atomização da sociedade); e por outro lado, quando a ideologia de género entra no nosso ordenamento jurídico (como defende a Isabel Moreira, e já está a acontecer), a ciência biológica é negada em nome de uma fé metastática baseada em uma ideologia doentia e niilista, e entramos em um verdadeiro obscurantismo, que não é o falso obscurantismo que a Isabel Moreira denuncia na Natureza2 .

Com incorporação da ideologia de género no nosso ordenamento jurídico (que já está a acontecer devido à escumalha da laia da Isabel Moreira) a destruição da família natural será inevitável: se cada um pode escolher o seu “género” favorito, ter filhos será considerado uma opção pessoal equivalente a fazer criação de cães de raça; será tão respeitável (nessa sociedade idealizada pela da Isabel Moreira) ter um filho como ter um gato.

Naturalmente que, nessa sociedade atomizada — numa primeira fase por um individualismo radical, e numa segunda fase por um colectivismo imperativo estatal — não há lugar para a democracia, porque se defende uma transferência da responsabilidade social e humana, do indivíduo, para o Estado.


Notas

1. A autonomia não é a mesma coisa que individualismo e/ou colectivismo. A autonomia é uma necessidade psicológica fundamental do organismo humano (a Natureza Humana perene), ao passo que o individualismo e o colectivismo são doutrinas socialmente construídas acerca das relações entre o indivíduo e a sociedade, e que consistem em diversos valores e práticas que podem ser mais ou menos interiorizadas.

Portanto, quando falamos em “autonomia”, não a podemos confundir com individualismo e/ou colectivismo.

2. Desde Aristóteles que existe o conceito de equidade; a Isabel Moreira que vá à merda com a sua teoria “obscurantista”.

Domingo, 5 Março 2017

Não é verdade, Joana Petiz: não é a verdade. Mas podes mentir à vontade.

verdade

“Nunca defendi sistemas artificiais para impor o que me parece natural, que homens e mulheres, sendo diferentes, são igualmente capazes de desempenhar as mesmas tarefas. O que faz a diferença será o feitio de cada pessoa, as competências, as ambições, as capacidades; mas nunca é o género que determina uma maior ou menor aptidão para o que quer que seja.”

Joana Petiz: No mundo dos homens

Não é por dizeres uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade. Aconselho a Joana Petiz a ver esta série de vídeos realizados na Noruega acerca da “igualdade da capacidade de desempenhar as mesmas tarefas”: Brainwash.

Há muitas tarefas que são melhor desempenhadas por uma mulher do que por mim; e nem por isso me sinto “discriminado”: é a natureza das coisas.

Dizer a verdade é o novo “discurso de ódio”. Dizer a verdade desperta o ódio de excrementos existenciais, como é o caso da Joana Petiz. E dizer a verdade — doa a quem doer — é hoje um acto revolucionário.

Por exemplo: eu estou absolutamente convencido — provem-me o contrário! — de que o direito de voto da mulher, em geral (há excepções que confirmam a regra), aumenta o Poder do Estado sobre os cidadãos.

A mulher actual procura no Estado a figura do “marido protector” que ela recusa no homem. E quanto mais forte é o Estado, menor é a liberdade: a mulher prefere a protecção do Estado, em lugar da liberdade. A mulher é, em grande parte, responsável pela dinâmica para-totalitária estatal adoptada pelos estados europeus contemporâneos e pelo leviatão europeísta.

 

Sábado, 4 Março 2017

¿Já avisaram o SOS RACISMO contra o Jean-Claude Juncker?

 

“A Comissão Europeia (o seu presidente, Jean-Claude Juncker) publicou esta semana um documento de reflexão sobre o futuro da Europa a 27, o chamado Livro Branco, que pretende balizar a discussão sobre o formato da UE em 2025.”

Europa, Europa

Chamar-lhe “Livro Branco” é racismo; e se fosse “Livro Negro” também seria racismo. E se lhe chamasse “O Livro Sem Cor” seria racismo encapotado, porque se pretenderia ocultar uma apropriação cultural.

O correcto seria que lhe chamasse apenas “O Livro”; “O Livro” é racialmente neutro.

Não interessa o que está escrito no livro; o que interessa é que não seja racista, homofóbico, sexista, xenófobo, faxista, transfóbico, ableísta, democraticamente maioritário, anti-bloquista primário e secundário, etc..

Sexta-feira, 3 Março 2017

A Esquerda que se divirta com as utopias, enquanto pode e houver dinheiro da União Europeia

 

A Esquerda que aproveite a maré das utopias: "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia, abortar à vontade à custa do dinheiro dos contribuintes, legalização das drogas e da prostituição, etc.. Divirtam-se.

Quando acabar o dinheiro grátis da União Europeia, vai chegar a hora da matança.

Os sinais estão aí, para quem quiser ver. Brexit; a vitória da Marine Le Pen em França vai ditar a quase-certeza da hora da matança.

Quinta-feira, 2 Março 2017

Parece que o Conraria é professor universitário; há que sanear as cátedras dos burros

 

O António Balbino Caldeira destruiu aqui a tese marxista cultural do Conraria (que é professor universitário) sobre a putativa relação directa entre o "casamento" gay e a redução do suicídio adolescente nos Estados Unidos. Se eu estivesse no lugar do Conraria, borrava a cara com esterco.

A burrice do Conraria é a de pensar que as ciências sociais são tão exactas quanto as ciências da natureza; o burro pensa mesmo assim. Burro que nem uma porta. Assim como ele invocou um qualquer “estudo”, eu poderia invocar três ou quatro “estudos” que contradizem o “estudo” que o burro invocou.

“Em política, o que parece, é”. E parece que o Conraria é burrinho.

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