perspectivas

Sexta-feira, 20 Julho 2018

Mais um ataque de um daqueles fanáticos da seita Amish

 

Desta vez foi em Lubeck, na Alemanha. A Angela Merkel está de parabéns.

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Quarta-feira, 18 Julho 2018

Richard Dawkins tem razão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:14 am


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“Listening to the lovely bells of Winchester, one of our great mediaeval cathedrals. So much nicer than the aggressive-sounding “Allahu Akhbar.” Or is that just my cultural upbringing?”

Os ateus estão a acordar para o problema do Islamismo, e esperemos que não seja tarde demais.

A reacção da Esquerda ao tuite de Richard Dawkins não se fez esperar. A repórter Ash Sarkar (entre outras avantesmas), uma comunista de alto coturno, chamou Richard Dawkins de “velho racista” — a Esquerda insulta imediatamente as pessoas cujas opiniões não lhe agradam.

O Islão não é só o “Allahu Akbar” dos ataques da Jihad: é sobretudo toda uma mundividência que é absolutamente incompatível com a tradições e culturas europeias.

Segunda-feira, 18 Junho 2018

Mundial no feminino

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:59 am

 

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Quarta-feira, 13 Junho 2018

O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:26 pm

 

"A Eurábia é,simultaneamente, uma ideologia e um sintoma; é uma atitude psicológica colectiva, própria dos povo que se submeteram- por medo e por interesses económicos- aos ditames do totalitarismo islâmico, que engloba, a um tempo, organizações internacionais (…), estados islâmicos e movimentos fundamentalistas com projectos de conquista planetária.

Um dos troféus mais ardentemente cobiçados por este totalitarismo verde, fruto do fracasso do islamismo moderado preconizado pelos estados petro-islâmicos do Golfo nos anos 60, é a Velha Europa, antiga potência colonial, hoje demográfica e psicologicamente enfraquecida e sobretudo dependente dos hidrocarbonetos do mundo islâmico.

Os grandes pólos da nova conquista islâmica (…) compreenderam claramente que chegou o momento de penetrar no Velho Continente, um continente que se encontra em declínio, para o regenerar. Certamente motivada, em grande parte, por um espírito conquistador e imperial inerente a uma leitura radical do Islão ortodoxo, a islamização da Europa é também vista e sentida por muitos fiéis sinceros de Maomé como uma oportunidade única dos europeus descristianizados, ‘imorais’ e desprovidos de coluna vertebral, caírem em si e retomarem o caminho da redenção."

Alexandre del Valle, A Islamização da Europa, p.21-22, Porto, Civilização, 2009.

 


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1/ O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro — a não ser que um muçulmano que não respeite os Hadith, por exemplo, seja considerado muçulmano. Seria como se um “católico” não o deixasse de o ser, se desprezasse as epístolas de S. Paulo.

O que pode existir são regimes políticos moderados em países de população de maioria islâmica — o que é coisa muito diferente. Mas os políticos que sustentam esses regimes moderados não são muçulmanos na verdadeira acepção da palavra (por exemplo, Gamal Abdel Nasser, no Egipto), desde logo porque o Islamismo impõe a lei islâmica (Sharia) como princípio de ordem jurídica, o que não acontece nesses regimes moderados.

Como diz um dos mais importantes representantes políticos actuais do Islão, o presidente Erdogan da Turquia: só existe um Islão:

« The Term “Moderate Islam” is Ugly And Offensive; There Is No Moderate Islam; Islam Is Islam»
Memri Turkish Media Blog (August 21, 2007)

O conceito de “Islão moderado” foi inventado por ocidentais que tentam apaziguar a ferocidade endógena Islão.

Por isso, o trecho supracitado padece do mesmo mal que critica. Quem se refere a um “Islão moderado”, ou não faz a mínima ideia do que é o Islão, ou sabe o que é o Islão mas entrou na política de apaziguamento do Islão. Como dizia Winston Churchill, “um apaziguador é alguém que vai alimentando um crocodilo, na esperança de só ser comido em último lugar”.

Eu comparo o muçulmano à perca-do-Nilo: é um predador que destrói o seu próprio habitat e o dos outros peixes; alimenta-se de indivíduos da sua própria espécie e não deixa que mais nenhuma outra espécie cresça em seu redor.


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2/ Não é verdade que os povos da Europa tenham medo do Islão. O que acontece na Europa é o lado negativo da democracia: os povos elegem os políticos que, por sua vez, atraiçoam os povos mediante o serviço a interesses económicos e financeiros (por exemplo, Bilderberg) que vão contra a vontade dos povos (Inglaterra); e, em outros casos, a confiança da população nos políticos eleitos é de tal forma forte, que os povos seguem caninamente a vontade da classe política (Alemanha).

Na Europa, em geral (salvo honrosas excepções) são as elites políticas que atraiçoam os seus povos, e com a maior desfaçatez. Se mudarmos as elites políticas, verificaremos que os povos não têm medo do Islão.

Segunda-feira, 14 Maio 2018

Os rituais colectivistas islâmicos de auto-sacrifício

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:56 am

 

 

 

O que me impressiona no Islão não são as manifestações religiosas de auto-sacrifício: outras religiões também têm manifestações rituais de auto-sacrifício, por exemplo, o Catolicismo, o Budismo, as várias manifestações religiosas hinduístas, e mesmo o xintoísmo japonês.

O que é único no Islão são os rituais auto-sacrificiais colectivos — o que não existe em mais nenhuma religião universal.

Em todas as outras religiões universais do mundo, e principalmente no Cristianismo, os rituais de auto-sacrifício são predominantemente individuais — cada pessoa assume o seu auto-sacrifício independentemente dos outros.

Ora, esta colectivização dos rituais auto-sacrificiais revelam o Islamismo como uma ideologia política (pura e dura), em contraposição às demais religiões universais.

Terça-feira, 3 Abril 2018

Mutilação genital feminina : não se deixem enganar pelos Maomerdas

 

Encontrei no Twitter um Maomerdas que publicou a imagem abaixo (clique para ampliar), que faz a apologia pseudo-científica da excisão feminina.

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Dado que — em todos os países da União Europeia — a excisão feminina (vulgo “mutilação genital feminina”, ou corte do clitóris) é proibida por lei, fiz uma denúncia à administração do Twitter, no sentido de se proceder à remoção da imagem. A resposta do Twitter foi a de que “a imagem faz parte da liberdade de expressão religiosa islâmica”, e portanto não iria retirá-la da publicação.

Porém, quando (há já alguns meses) eu publiquei no Twitter imagens de fetos humanos e denunciei o aborto, a administração do Twitter apagou a minha publicação, invocando que “a liberdade religiosa não me permitia a publicação de tais imagens”. Ou seja, o Twitter, o FaceBook e o YouTube têm dois pesos e duas medidas: umas aplicam-se aos cristãos, e outras, diferentes, aplicam-se aos Maomerdas.

A extracção do clitóris reduz drasticamente o prazer sexual feminino, e por isso é que os Maomerdas a praticam — porque, segundo a cultura islâmica, a redução do prazer sexual feminino reduz o risco de infidelidade conjugal ou adultério da mulher.


Quando eu fiz a denúncia pública daquela imagem no Twitter, um Maomerdas respondeu-me:

“There is no decree for circumcision in the Quran and it is cultural and any benefits claimed are dubious at best.” (não existe qualquer decreto relacionado com a excisão feminina no Alcorão).

E o mesmo Maomerdas publicou esta outra imagem (clique para ampliar).

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Uma das características permanentes dos Maomerdas é a prática recorrente da Taqiyya  (a dissimulação e a mentira).

De facto é verdade que o Alcorão não decreta a excisão feminina, mas o Islamismo não se baseia apenas no Alcorão: baseia-se também nos Hadith e na Sira.

E nos Hadith está bem patente o decreto da excisão feminina, nomeadamente no Hadith de al-Bukhaari (5889) e no Hadith 257 de Abu Hurayrah, entre muitos outros Hadiths (ver lista de alguns Hadiths que impõem a mutilação genital feminina na cultura antropológica islâmica).

Portanto, não é verdade que “o Islão não impõe a mutilação genital feminina” ! Absolutamente falso, porque os Hadith fazem parte da doutrina islâmica, juntamente com o Corão e a Sira. Não se deixem enganar pelos Maomerdas.

Segunda-feira, 5 Março 2018

É preciso meter os imigrantes na ordem

 

Passa-se na Dinamarca: imigrantes muçulmanos manifestam-se publicamente a favor do terrorismo do “estado islâmico” e do califado.

A tolerância europeia tem limites que já foram largamente ultrapassados por uma grande parte dos imigrantes. Ou os imigrantes aceitam as nossas leis e os nossos costumes, ou vamos ter os devolver à sentina de onde não deveriam ter saído.

 

Sábado, 3 Março 2018

A Suécia dos esquerdistas e das feministas

Sábado, 7 Outubro 2017

A União Europeia e a imigração islâmica

 

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Domingo, 1 Outubro 2017

Europa 2050

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:47 am

 

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Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

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