perspectivas

Segunda-feira, 27 Março 2017

A defesa do Alcorão deve dar prisão

Filed under: Canadá,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobia,Islão — O. Braga @ 12:09 pm

 

O parlamento canadiano acaba de decidir, através de lei, que qualquer crítica ao Islão e/ou Islamismo é crime de “islamofobia”. Segundo a nova lei canadiana, todas as religiões (incluindo o Cristianismo) são susceptíveis de crítica, excepto o Islamismo.


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  • Se eu — na minha condição de indivíduo com opinião, e sem qualquer vestimenta religiosa — disser ou escrever publicamente que os grupos de pessoas A, B e C são grupos vis, cujos homens necessitam de ser exterminados, e que as suas mulheres e crianças devem ser transformadas em minhas escravas sexuais, provavelmente terei problemas com a Justiça.
  • Mas se uma religião (como é o caso concreto do Islamismo), enquanto tal, disser ou escrever publicamente que os grupos de pessoas A, B e C são grupos vis, cujos homens necessitam de ser exterminados, e que as suas mulheres e crianças devem ser transformadas em escravas sexuais — neste caso, esta posição da religião enquanto religião, é ignorada, ou justificada e tolerada pela classe política do Ocidente.

Enquanto a Europa ou a União Europeia tiver este duplo critério de juízo, não vai a lugar nenhum.

A liberdade de religião não garante a “liberdade” de pregar publicamente o genocídio de um povo ou de uma cultura, e de defender para si própria uma supremacia grotesca.

Por isso, a simples defesa do Alcorão deve dar prisão — assim como a defesa pública dos campos de concentração nazis ou dos Gulag soviéticos deveriam dar prisão. Há limites para a liberdade de expressão.

Quinta-feira, 23 Março 2017

A impotência e o terror da classe política europeia face ao Islão

 

Aquilo a que se convencionou chamar de “secularismo” não irá travar a expansão violenta do Islão totalitário na Europa.

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Aquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita”, nada mais é do que a reacção popular (e populista) ocidental à estupidez institucionalizada promovida pela classe política dos países europeus. Como vimos recentemente com as eleições na Holanda, basta que a classe política (em geral) seja realista (olhe para a realidade e para os factos, por um lado, e para a História, por outro lado), para que a chamada “extrema-direita” seja dissipada.

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Quarta-feira, 22 Março 2017

Amanhã haverá velas, flores, vigílias e lágrimas em Westminster; e o Islão continuará a matar europeus.

Domingo, 19 Março 2017

O Lutz Brückelmann é um idiota chapado

 

Uma coisa é roubar uma bicicleta; outra coisa, bem diferente, por exemplo, é violar uma mulher; ou arrebentar uma bomba em sítio público.

Penso eu que roubar uma bicicleta não é tão grave como fazer explodir uma bomba em sítio público e matar dezenas de pessoas: mas ele há gente que pensa que não se deve generalizar no que diz respeito aos ladrões de bicicletas (aka, portugueses na estranja) e/ou aos bombistas islâmicos e/ou marroquinos.

Há por aí um inteligente que dá pelo nome de Lutz Brückelmann que diz que a Holanda só deve deportar os marroquinos que se fazem explodir em Allauhakbar , ou que assassinam em nome de uma religião, ou que violam mulheres porque não vestem Burka, etc..

Ou seja, o Brückelmann pensa que há uma cultura islâmica pacífica e compatível com a herança europeia de tradição cristã, por outro lado, e, por outro lado, uma outra cultura islâmica violenta dos marroquinos criminosos que devem ser deportados.

Vemos aqui em baixo um vídeo acerca dos muçulmanos moderados que o idiota Brückelmann não quer deportar da Holanda.

 

É caso para dizer: Lutz Brückelmann: vai à bardamerda!

Quinta-feira, 9 Março 2017

Cambada de idiotas ideólogos à Esquerda

 

Um erro do pensamento político europeu de Esquerda é o de pensar que o “processo histórico” ocidental pode encontrar uma semelhança no mundo islâmico.

Os idiotas ideólogos ocidentais estabelecem um paralelo entre o laicismo do Ocidente, por um lado, e uma futura laicização do mundo islâmico, por outro lado — esquecendo-se de que a separação entre religião e política esteve sempre inscrita na doutrina que surgiu de Jesus Cristo.

A única forma de laicizar uma sociedade islâmica é acabar com o Islão, proibindo a prática da religião. Basta olharmos para a Turquia para vermos que “Islão” e “laicismo de Estado” são contraditórios nos seus próprios termos: de vez em quando, o exército tem que assassinar uns milhares de cidadãos para tentar manter tolerável a contradição entre islamismo e democracia representativa.

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