perspectivas

Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

Anúncios

Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Devíamos fazer isto ao Xeque Munir

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:10 am

 

Isto passou-se no Paquistão. O homem agredido é cristão, e o seu “crime” foi o de beber água de um chafariz fornecido por uma mesquita.

 

Quinta-feira, 17 Agosto 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda das ‘micro-agressões’ e da moral do genocídio dos brancos

 

shapiraPor dia são publicados 500 milhões de tweets (Twitter), e um judeu que vive na Alemanha e que dá pelo nome de Shahak Shapira, conseguiu a proeza de descobrir 450 tweets contendo aquilo a que subjectivamente chamou de “mensagens de ódio”.

Ou seja, em 500 milhões de tweets diários, o judeu descobriu 450 “mensagens de ódio” subjectivas, e resolveu protestar em frente dos escritórios da empresa Twitter na cidade de Hamburgo.

O Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo), como não poderia deixar de ser, publicou uma longa notícia sobre este assunto.

Entretanto, consegui descobrir a página do judeu no Twitter; ele apresenta-se como tendo um pénis normal — o que é sempre uma boa forma de se apresentar ao público em geral, porque sendo o pénis normal, não implica qualquer micro-agressão, embora não saibamos o que, em termos de pénis, significa “ser normal”.

Seria impensável que o Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo) publicasse, por exemplo, a notícia de um professor islâmico em uma universidade da Califórnia, que publicamente afirmou que “se justifica moralmente um genocídio da raça branca”.

Ou seja, as “mensagens de ódio” ditas “racistas” só são más se não vierem da Esquerda ou dos aliados da Esquerda — como é o caso do Islão.


Vivemos em um tempo muito perigoso de aliança entre a Esquerda radical, o Islão, e os me®dia, em que o totalitarismo é veiculado na comunicação social como sendo um sistema político virtuoso, e quem se opõe a este estado de coisas é diabolizado ou ignorado pelas elites e  pela comunicação social.

genocide-white-people-web

Sexta-feira, 4 Agosto 2017

O Islão vai eliminar o matriarcado sueco

 

Suécia, 2017.

The Swedish Viking, 2017...Isto é o produto de uma sociedade em que a mulher assumiu um Poder político que não poderia, de modo nenhum, ser-lhe concedido.

A feminização do homem é uma consequência de um matriarcado que torna quase impossível a uma sociedade defender-se das ameaças vindas do exterior: as mulheres nunca foram eficientes na função de vigia do perímetro do acampamento.

O homem sueco tradicional está condenado à extinção por culpa das próprias mulheres suecas que educaram os seus filhos de uma forma tal que será impossível evitar a islamização do país.

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Sexta-feira, 30 Junho 2017

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia

 

Um grupo de católicos franceses estava a protestar pelo encerramento de uma igreja local por parte do governo do Partido Socialista — ao que parece, a igreja será entregue pelo Partido Socialista à comunidade muçulmana para se transformar em uma mesquita.

Entretanto, os católicos franceses começaram a rezar o terço no local de protesto, e um muçulmano passou de carro e começou a importunar os católicos. Depois, o muçulmano saiu do carro e foi para o local das orações chatear os católicos …. e levou no focinho.

Pelo facto de se ser católico, não significa que os muçulmanos não levem no focinho.

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia.

 

Sexta-feira, 23 Junho 2017

A regressão do Islão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:01 pm

 

Vemos neste vídeo abaixo o presidente do Egipto, Gamal Abdel Nasser, em um comício em 1958, rindo-se da Lei do Hijab.

 

 

Estamos em 2017 e a lei do Hijab está em vigor no Egipto.

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A única forma de lidar com os muçulmanos é através do puro horror

Filed under: Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:58 pm

 

charles-martel-web
vlad-tepes-web

Quinta-feira, 8 Junho 2017

O Nuno Melo e terrorismo islâmico

 

Quando a Arábia Saudita (por exemplo) proíbe a construção de templos que não sejam os do Islamismo sunita, não está (principalmente) a discriminar as outras religiões, mas está, em primeiro lugar, a defender a sua identidade cultural e nacional que é fortemente marcada pelo Islão sunita. A discriminação objectiva saudita é uma consequência (negativa) do desiderato (positivo) de defesa da identidade de um povo e de uma cultura (por mais críticas que lhe possamos fazer).

O Nuno Melo escreve aqui sobre os ataques terroristas islâmicos na Europa. Mas em nenhum momento se referiu à questão da identidade dos povos da Europa. A questão da identidade está implícita no texto, talvez; mas não se distingue claramente.

Toda a gente (com dois dedos de testa) sabe que o Brexit teve menos razões económicas do que razões identitárias.

O povo inglês chegou à conclusão de que a União Europeia não era uma “associação de comércio livre” (como era proclamado pela classe política mentirosa), mas antes era um projecto totalitário de construção de um leviatão que ia proibindo progressivamente a expressão livre das identidades nacionais europeias. E o conceito de “multiculturalismo” encaixa perfeitamente nesta política de negação progressiva da expressão das identidades nacionais europeias, na medida em que a cultura de cada povo europeu era considerada igual — perante a lei — a qualquer tipo de comunidade cultural exógena e minoritária instalada em qualquer território nacional europeu.

Por outro lado, o Nuno Melo — tal como acontece com a Esquerda ou com Assunção Cristas — passa-nos (grosso modo) a ideia segundo a qual “o terrorismo islâmico é coisa passageira que pode ser combatido pela União Europeia tomando determinadas medidas policiais”.

Ou seja, a classe política em geral, seja em Portugal ou noutro país da Europa (com excepção dos países faxistas como é o caso da faxista Polónia, da faxista Hungria, faxista Eslováquia, e outros países faxistas que deveriam ser expulsos da União Europeia progressista), já entrou em dissonância cognitiva. Esta dissonância cognitiva revela, de facto, o novo “mundo da pós-verdade”, em que se recusa a verificação dos factos, e prefere-se a supremacia da interpretação subjectiva da realidade por parte das elites políticas.


De certa forma, a Europa voltou ao romantismo do século XVIII — incluindo até a (re)-adopção do Positivismo, que é o romantismo da ciência, e que pode ser observado por exemplo no blogue Rerum Natura em que pontifica o cientista Carlos Fiolhais. Só que, no século XVIII, o romantismo esteve na causa da Revolução Francesa e de Napoleão (que garantiu as nacionalidades), e hoje o romantismo é politicamente invertido, na medida em que pretende a reconstrução de um Sacro Império Romano-Germânico mais abrangente, com capital em Berlim. maomerdas-moderado-web

Para o actual político europeu neo-romântico, o comportamento do indivíduo não depende da psicologia, mas antes depende do padrão de valores (meio-ambiente).

E por isso é que o Nuno Melo, tal como quase todos os políticos europeus, pensa que é possível separar os chamados “muçulmanos radicais”, por um lado, dos “muçulmanos moderados”, por outro lado, mediante uma intervenção no meio-ambiente e no padrão de valores. Mas isso é romantismo puro, porque 1500 anos de História já nos revelaram que o Islão é incompatível (não é possível uma coexistência sem o pagamento humilhante da Jizya) com qualquer outro tipo de cultura — porque o Islamismo é um princípio de uma ordem política totalitária (e fatalista); e porque a cultura da Europa cristã baseia-se no princípio do livre-arbítrio individual (a liberdade do indivíduo), desde Santo Agostinho a S. Tomás de Aquino, e de Leibniz a Kant.

Enquanto os maomedanos são uma pequena minoria em um país — como é o caso de Portugal onde existem apenas cerca de 50 mil maomerdanos —, a coexistência com a cultura dominante é possível. Mas quando a percentagem de maomedanos ultrapassa um determinada valor em relação ao total da população, surge um fenómeno cultural e social a que chamamos de “singularidade islâmica” que torna impossível a paz social na sociedade. MAOMERDAS-RADICAL-web

Em suma: qualquer político lúcido sabe o que há a fazer na Europa: há que colocar os direitos humanos entre parêntesis, e agir. Por isso é que quase ninguém — incluindo os intelectuais conservadores, como por exemplo Roger Scruton — gosta de Donald Trump.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.