perspectivas

Quarta-feira, 2 Janeiro 2019

A celebração do Natal (cristão) ofende os muçulmanos

Uma mulher muçulmana (nos Estados Unidos), envergando o Niqab, diz que a celebração do Natal por parte dos cristãos ofende os muçulmanos; e por isso, diz ela, a celebração do Natal deve ser proibida.

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Domingo, 30 Dezembro 2018

Alemanha: os imigrantes muçulmanos preparam a festa de Ano Novo

 

Quarta-feira, 12 Dezembro 2018

Ataque terrorista islâmico em Estrasburgo

 

França, hoje, cidade de Estrasburgo: cidadãos franceses prestam homenagem às vítimas do ataque terrorista islâmico, em um mercado de Natal da cidade.

 

Terça-feira, 4 Dezembro 2018

O taxista muçulmano

 

Um muçulmano taxista está proibido pelo Islão de transportar mulheres no carro; e mesmo sendo o cliente do sexo masculino, um taxista muçulmano está proibido de o transportar a um bar, ou a um clube, ou a uma discoteca, etc..

É disto que o Daniel Oliveira gosta… !

Sábado, 1 Dezembro 2018

O pasquineiro Daniel Oliveira, e a islamofobia contra o Daesh

 

Eu não tenho a certeza de que o Daniel Oliveira terá dito (ou escrito) o que está escarrapachado na imagem aqui ao lado; mas acredito que, vindo daquela avantesma, tudo é possível.

daniel-oliveira-daeshSendo verdade que ele escreveu ou afirmou o que está escrito, o Daniel Oliveira incorre na falácia da falsa dicotomia — o que revela, ou uma radical desonestidade intelectual, ou um notável retardamento cognitivo (ou as duas coisas).

Desde logo, o referido estafermo parte do princípio (implícito) de que o Daesh não faz parte do Islão — o que é absolutamente falso; ou seja, os dados da realidade objectiva são negados pelo “dito cujo”.

Poderíamos supôr que a referida cavalgadura de pasquim não conhece suficientemente o Islamismo; sendo assim, ¿por que razão não se cala?!

Qualquer europeu consciente não pretende “uma guerra contra o Islão”; o que pretende (e bem!) é proteger-se do Islão (o Islão é um princípio de ordem política!, ou seja, é uma ideologia política).

“Islamofobia” é o diabo que o carregue!, ¿ouviu?!, seu paspalho da pasquinagem!

Ao criar uma falsa dicotomia entre uma ideologia política (o Islamismo), por um lado, e os que suposta- e alegadamente se opõem a essa ideologia política, por outro lado, o Daniel Oliveira e os seus sequazes pretendem assumir o papel de “moderadores e superiores morais” de uma contenda que, realmente, não existe.

Vou dar um exemplo: imagine o leitor que alguém pega num taco de beisebol contra mim, e eu tento defender-me da agressão. O Daniel Oliveira viria dizer que eu sou parte do problema na medida em que eu me defendo da agressão; o agressor seria, na opinião do paspalhão, um “fundamentalista da paulada”; e eu seria um “agressófobo”.

O grande cabrão coloca na mesmo nível moral, o agressor e a possível vítima.


Como alguém escreveu no FaceBook:

« Os MARXISTAS têm de ser postos fora da vida política. ASSASSINARAM mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças, e querem obrigar a humanidade à sua utopia de mentira, ódio e morte. Até namoram o Islão para crucificar o CRISTIANISMO. »

Sexta-feira, 20 Julho 2018

Mais um ataque de um daqueles fanáticos da seita Amish

 

Desta vez foi em Lubeck, na Alemanha. A Angela Merkel está de parabéns.

Quarta-feira, 18 Julho 2018

Richard Dawkins tem razão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 7:14 am


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“Listening to the lovely bells of Winchester, one of our great mediaeval cathedrals. So much nicer than the aggressive-sounding “Allahu Akhbar.” Or is that just my cultural upbringing?”

Os ateus estão a acordar para o problema do Islamismo, e esperemos que não seja tarde demais.

A reacção da Esquerda ao tuite de Richard Dawkins não se fez esperar. A repórter Ash Sarkar (entre outras avantesmas), uma comunista de alto coturno, chamou Richard Dawkins de “velho racista” — a Esquerda insulta imediatamente as pessoas cujas opiniões não lhe agradam.

O Islão não é só o “Allahu Akbar” dos ataques da Jihad: é sobretudo toda uma mundividência que é absolutamente incompatível com a tradições e culturas europeias.

Segunda-feira, 18 Junho 2018

Mundial no feminino

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:59 am

 

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Quarta-feira, 13 Junho 2018

O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:26 pm

 

"A Eurábia é,simultaneamente, uma ideologia e um sintoma; é uma atitude psicológica colectiva, própria dos povo que se submeteram- por medo e por interesses económicos- aos ditames do totalitarismo islâmico, que engloba, a um tempo, organizações internacionais (…), estados islâmicos e movimentos fundamentalistas com projectos de conquista planetária.

Um dos troféus mais ardentemente cobiçados por este totalitarismo verde, fruto do fracasso do islamismo moderado preconizado pelos estados petro-islâmicos do Golfo nos anos 60, é a Velha Europa, antiga potência colonial, hoje demográfica e psicologicamente enfraquecida e sobretudo dependente dos hidrocarbonetos do mundo islâmico.

Os grandes pólos da nova conquista islâmica (…) compreenderam claramente que chegou o momento de penetrar no Velho Continente, um continente que se encontra em declínio, para o regenerar. Certamente motivada, em grande parte, por um espírito conquistador e imperial inerente a uma leitura radical do Islão ortodoxo, a islamização da Europa é também vista e sentida por muitos fiéis sinceros de Maomé como uma oportunidade única dos europeus descristianizados, ‘imorais’ e desprovidos de coluna vertebral, caírem em si e retomarem o caminho da redenção."

Alexandre del Valle, A Islamização da Europa, p.21-22, Porto, Civilização, 2009.

 


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1/ O conceito de “Islamismo moderado” é um oxímoro — a não ser que um muçulmano que não respeite os Hadith, por exemplo, seja considerado muçulmano. Seria como se um “católico” não o deixasse de o ser, se desprezasse as epístolas de S. Paulo.

O que pode existir são regimes políticos moderados em países de população de maioria islâmica — o que é coisa muito diferente. Mas os políticos que sustentam esses regimes moderados não são muçulmanos na verdadeira acepção da palavra (por exemplo, Gamal Abdel Nasser, no Egipto), desde logo porque o Islamismo impõe a lei islâmica (Sharia) como princípio de ordem jurídica, o que não acontece nesses regimes moderados.

Como diz um dos mais importantes representantes políticos actuais do Islão, o presidente Erdogan da Turquia: só existe um Islão:

« The Term “Moderate Islam” is Ugly And Offensive; There Is No Moderate Islam; Islam Is Islam»
Memri Turkish Media Blog (August 21, 2007)

O conceito de “Islão moderado” foi inventado por ocidentais que tentam apaziguar a ferocidade endógena Islão.

Por isso, o trecho supracitado padece do mesmo mal que critica. Quem se refere a um “Islão moderado”, ou não faz a mínima ideia do que é o Islão, ou sabe o que é o Islão mas entrou na política de apaziguamento do Islão. Como dizia Winston Churchill, “um apaziguador é alguém que vai alimentando um crocodilo, na esperança de só ser comido em último lugar”.

Eu comparo o muçulmano à perca-do-Nilo: é um predador que destrói o seu próprio habitat e o dos outros peixes; alimenta-se de indivíduos da sua própria espécie e não deixa que mais nenhuma outra espécie cresça em seu redor.


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2/ Não é verdade que os povos da Europa tenham medo do Islão. O que acontece na Europa é o lado negativo da democracia: os povos elegem os políticos que, por sua vez, atraiçoam os povos mediante o serviço a interesses económicos e financeiros (por exemplo, Bilderberg) que vão contra a vontade dos povos (Inglaterra); e, em outros casos, a confiança da população nos políticos eleitos é de tal forma forte, que os povos seguem caninamente a vontade da classe política (Alemanha).

Na Europa, em geral (salvo honrosas excepções) são as elites políticas que atraiçoam os seus povos, e com a maior desfaçatez. Se mudarmos as elites políticas, verificaremos que os povos não têm medo do Islão.

Segunda-feira, 14 Maio 2018

Os rituais colectivistas islâmicos de auto-sacrifício

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 11:56 am

 

 

 

O que me impressiona no Islão não são as manifestações religiosas de auto-sacrifício: outras religiões também têm manifestações rituais de auto-sacrifício, por exemplo, o Catolicismo, o Budismo, as várias manifestações religiosas hinduístas, e mesmo o xintoísmo japonês.

O que é único no Islão são os rituais auto-sacrificiais colectivos — o que não existe em mais nenhuma religião universal.

Em todas as outras religiões universais do mundo, e principalmente no Cristianismo, os rituais de auto-sacrifício são predominantemente individuais — cada pessoa assume o seu auto-sacrifício independentemente dos outros.

Ora, esta colectivização dos rituais auto-sacrificiais revelam o Islamismo como uma ideologia política (pura e dura), em contraposição às demais religiões universais.

Terça-feira, 3 Abril 2018

Mutilação genital feminina : não se deixem enganar pelos Maomerdas

 

Encontrei no Twitter um Maomerdas que publicou a imagem abaixo (clique para ampliar), que faz a apologia pseudo-científica da excisão feminina.

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Dado que — em todos os países da União Europeia — a excisão feminina (vulgo “mutilação genital feminina”, ou corte do clitóris) é proibida por lei, fiz uma denúncia à administração do Twitter, no sentido de se proceder à remoção da imagem. A resposta do Twitter foi a de que “a imagem faz parte da liberdade de expressão religiosa islâmica”, e portanto não iria retirá-la da publicação.

Porém, quando (há já alguns meses) eu publiquei no Twitter imagens de fetos humanos e denunciei o aborto, a administração do Twitter apagou a minha publicação, invocando que “a liberdade religiosa não me permitia a publicação de tais imagens”. Ou seja, o Twitter, o FaceBook e o YouTube têm dois pesos e duas medidas: umas aplicam-se aos cristãos, e outras, diferentes, aplicam-se aos Maomerdas.

A extracção do clitóris reduz drasticamente o prazer sexual feminino, e por isso é que os Maomerdas a praticam — porque, segundo a cultura islâmica, a redução do prazer sexual feminino reduz o risco de infidelidade conjugal ou adultério da mulher.


Quando eu fiz a denúncia pública daquela imagem no Twitter, um Maomerdas respondeu-me:

“There is no decree for circumcision in the Quran and it is cultural and any benefits claimed are dubious at best.” (não existe qualquer decreto relacionado com a excisão feminina no Alcorão).

E o mesmo Maomerdas publicou esta outra imagem (clique para ampliar).

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Uma das características permanentes dos Maomerdas é a prática recorrente da Taqiyya  (a dissimulação e a mentira).

De facto é verdade que o Alcorão não decreta a excisão feminina, mas o Islamismo não se baseia apenas no Alcorão: baseia-se também nos Hadith e na Sira.

E nos Hadith está bem patente o decreto da excisão feminina, nomeadamente no Hadith de al-Bukhaari (5889) e no Hadith 257 de Abu Hurayrah, entre muitos outros Hadiths (ver lista de alguns Hadiths que impõem a mutilação genital feminina na cultura antropológica islâmica).

Portanto, não é verdade que “o Islão não impõe a mutilação genital feminina” ! Absolutamente falso, porque os Hadith fazem parte da doutrina islâmica, juntamente com o Corão e a Sira. Não se deixem enganar pelos Maomerdas.

Segunda-feira, 5 Março 2018

É preciso meter os imigrantes na ordem

 

Passa-se na Dinamarca: imigrantes muçulmanos manifestam-se publicamente a favor do terrorismo do “estado islâmico” e do califado.

A tolerância europeia tem limites que já foram largamente ultrapassados por uma grande parte dos imigrantes. Ou os imigrantes aceitam as nossas leis e os nossos costumes, ou vamos ter os devolver à sentina de onde não deveriam ter saído.

 

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