perspectivas

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Sexta-feira, 30 Junho 2017

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia

 

Um grupo de católicos franceses estava a protestar pelo encerramento de uma igreja local por parte do governo do Partido Socialista — ao que parece, a igreja será entregue pelo Partido Socialista à comunidade muçulmana para se transformar em uma mesquita.

Entretanto, os católicos franceses começaram a rezar o terço no local de protesto, e um muçulmano passou de carro e começou a importunar os católicos. Depois, o muçulmano saiu do carro e foi para o local das orações chatear os católicos …. e levou no focinho.

Pelo facto de se ser católico, não significa que os muçulmanos não levem no focinho.

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia.

 

Sexta-feira, 23 Junho 2017

A regressão do Islão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:01 pm

 

Vemos neste vídeo abaixo o presidente do Egipto, Gamal Abdel Nasser, em um comício em 1958, rindo-se da Lei do Hijab.

 

 

Estamos em 2017 e a lei do Hijab está em vigor no Egipto.

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A única forma de lidar com os muçulmanos é através do puro horror

Filed under: Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Quinta-feira, 8 Junho 2017

O Nuno Melo e terrorismo islâmico

 

Quando a Arábia Saudita (por exemplo) proíbe a construção de templos que não sejam os do Islamismo sunita, não está (principalmente) a discriminar as outras religiões, mas está, em primeiro lugar, a defender a sua identidade cultural e nacional que é fortemente marcada pelo Islão sunita. A discriminação objectiva saudita é uma consequência (negativa) do desiderato (positivo) de defesa da identidade de um povo e de uma cultura (por mais críticas que lhe possamos fazer).

O Nuno Melo escreve aqui sobre os ataques terroristas islâmicos na Europa. Mas em nenhum momento se referiu à questão da identidade dos povos da Europa. A questão da identidade está implícita no texto, talvez; mas não se distingue claramente.

Toda a gente (com dois dedos de testa) sabe que o Brexit teve menos razões económicas do que razões identitárias.

O povo inglês chegou à conclusão de que a União Europeia não era uma “associação de comércio livre” (como era proclamado pela classe política mentirosa), mas antes era um projecto totalitário de construção de um leviatão que ia proibindo progressivamente a expressão livre das identidades nacionais europeias. E o conceito de “multiculturalismo” encaixa perfeitamente nesta política de negação progressiva da expressão das identidades nacionais europeias, na medida em que a cultura de cada povo europeu era considerada igual — perante a lei — a qualquer tipo de comunidade cultural exógena e minoritária instalada em qualquer território nacional europeu.

Por outro lado, o Nuno Melo — tal como acontece com a Esquerda ou com Assunção Cristas — passa-nos (grosso modo) a ideia segundo a qual “o terrorismo islâmico é coisa passageira que pode ser combatido pela União Europeia tomando determinadas medidas policiais”.

Ou seja, a classe política em geral, seja em Portugal ou noutro país da Europa (com excepção dos países faxistas como é o caso da faxista Polónia, da faxista Hungria, faxista Eslováquia, e outros países faxistas que deveriam ser expulsos da União Europeia progressista), já entrou em dissonância cognitiva. Esta dissonância cognitiva revela, de facto, o novo “mundo da pós-verdade”, em que se recusa a verificação dos factos, e prefere-se a supremacia da interpretação subjectiva da realidade por parte das elites políticas.


De certa forma, a Europa voltou ao romantismo do século XVIII — incluindo até a (re)-adopção do Positivismo, que é o romantismo da ciência, e que pode ser observado por exemplo no blogue Rerum Natura em que pontifica o cientista Carlos Fiolhais. Só que, no século XVIII, o romantismo esteve na causa da Revolução Francesa e de Napoleão (que garantiu as nacionalidades), e hoje o romantismo é politicamente invertido, na medida em que pretende a reconstrução de um Sacro Império Romano-Germânico mais abrangente, com capital em Berlim. maomerdas-moderado-web

Para o actual político europeu neo-romântico, o comportamento do indivíduo não depende da psicologia, mas antes depende do padrão de valores (meio-ambiente).

E por isso é que o Nuno Melo, tal como quase todos os políticos europeus, pensa que é possível separar os chamados “muçulmanos radicais”, por um lado, dos “muçulmanos moderados”, por outro lado, mediante uma intervenção no meio-ambiente e no padrão de valores. Mas isso é romantismo puro, porque 1500 anos de História já nos revelaram que o Islão é incompatível (não é possível uma coexistência sem o pagamento humilhante da Jizya) com qualquer outro tipo de cultura — porque o Islamismo é um princípio de uma ordem política totalitária (e fatalista); e porque a cultura da Europa cristã baseia-se no princípio do livre-arbítrio individual (a liberdade do indivíduo), desde Santo Agostinho a S. Tomás de Aquino, e de Leibniz a Kant.

Enquanto os maomedanos são uma pequena minoria em um país — como é o caso de Portugal onde existem apenas cerca de 50 mil maomerdanos —, a coexistência com a cultura dominante é possível. Mas quando a percentagem de maomedanos ultrapassa um determinada valor em relação ao total da população, surge um fenómeno cultural e social a que chamamos de “singularidade islâmica” que torna impossível a paz social na sociedade. MAOMERDAS-RADICAL-web

Em suma: qualquer político lúcido sabe o que há a fazer na Europa: há que colocar os direitos humanos entre parêntesis, e agir. Por isso é que quase ninguém — incluindo os intelectuais conservadores, como por exemplo Roger Scruton — gosta de Donald Trump.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Sábado, 13 Maio 2017

A mente de uma tal Faranaz Keshavjee cristalizou no sistema ortorrômbico

 

Eu não sei quem é essa tal Faranaz Keshavjee, mas parece que é amiga de gente importante na política e na religião. E escreveu esta merda. O leitor tenha paciência e leia; não que eu lhe recomende merda, mas que é preciso ler merda para podermos apreciar qualquer escrito sublime. Sem o vislumbre da merda não podemos dar valor ao que realmente nos transcende em beleza. Por isso é que Deus permitiu a existência do Islamismo: para que possamos dar valor a religiões superiores e mais sublimes como o Budismo ou o Cristianismo.

Segundo a Faranaz Keshavjee (que eu ainda não vi), o profeta Maomerdas “foi um pioneiro do feminismo islâmico” (sic).

O profeta do Islão parece ter tido a inspiração liberal e libertadora, ao falar de Maria como falou, e reconhecer-lhe o protagonismo, dedicando-lhe um capítulo inteiro do Alcorão. Esta minha ideia poderá servir de hipótese de trabalho, a partir da qual se possa investigar sobre os primórdios de uma matrilinearidade islâmica, ou de uma nova ordem social assente numa teologia mais paritária em matéria de género. Independentemente de estar certa ou errada relativamente a uma profecia de paridade de género, o que é certo é que precisamos urgentemente de teólogas e juristas do sexo feminino. Tenho-o dito, por exemplo, a estudantes de direito que me consultam para conhecer a Sharia islâmica”.

Essa senhora Faranaz Keshavjee (que eu não vi) só pode estar a brincar; ou como escreveu o Olavo de Carvalho, ela fala para o imbecil colectivo de que fazem parte as luminárias intelectualóides referidas no texto.

Um indivíduo que tinha nove mulheres, e uma delas apenas com 9 anos de idade, é, segundo a opinião da Keshavjee “que não vi”, é um “pioneiro do feminismo islâmico”. Se o Maomerdas pedófilo é “o pioneiro do feminismo islâmico”, imaginem agora o que será o machismo islâmico!

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“A teologia de tipo matrilinear ausente nas teologias abraâmicas poderá ser tema para debates e tenho a certeza de que produziria novidades interessantes a este mundo (ainda) profundamente misógino”.

Se existe “teologia matrilinear” implícita, é no Judaísmo — onde um filho de uma judia é automaticamente judeu, e um filho de um judeu não é automaticamente judeu. Não há nada de “matrilinearidade” no Islamismo, absolutamente nada.

Terça-feira, 18 Abril 2017

Para além de permitir a pedofilia, o Islamismo permite a zoofilia

 

Um drone americano filma dois muçulmanos a sodomizar cabras, no Afeganistão.

 

Tanto a Sunna como os Hadith permitem a zoofilia, desde que a carne do animal sexualmente violado seja considerado Haraam (ou seja, a carne daquele animal, em particular, deixa de ser Halal ou própria para comer).

Esta é uma das razões por que o macho esquerdista que se preze adora o Islamismo: pode “comer” crianças e ter sexo com cavalos.

Os cintos de castidade voltam a estar na moda

 

¿Lembra-se de ouvir falar dos cintos de castidade da Idade Média?

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Na Europa, com a invasão islâmica, os cintos de castidade voltam agora a estar na moda.

 

Sábado, 15 Abril 2017

O "casamento" gay é mais importante do que o terrorismo

 

A Helena Matos aborrece-se porque os me®dia praticamente não falaram do que aconteceu em Sevilha na Sexta-feira Santa passada — mas não é surpresa nenhuma: para os globalistas que nos comandam (e controlam os me®dia) , é mais importante impôr o "casamento" gay em todo o lado, do que combater o terrorismo islâmico em qualquer sítio.

Maomedanos em acção depois do levanta-cus de Sexta-feira

Filed under: Egipto,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Oriente Médio — O. Braga @ 10:56 am

 

As imagens do vídeo abaixo revelam maomedanos saídos da mesquita, depois das rezas de Sexta-feira, atacando as casas de cristãos no Egipto, no dia 14 de Abril de 2017 (Sexta-feira Santa cristã).

 

Talvez não seja má ideia começar a fazer uma lista de endereços dos maomedanos que vivem em Lisboa.

Sexta-feira, 31 Março 2017

A Grande Substituição Demográfica está em marcha

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Portugal — O. Braga @ 7:06 pm

 

1/ Proibir a imigração islâmica.

2/ Nacionalidade portuguesa atribuída segundo o critério de Jus Sanguinis (em detrimento do Jus Solis). Só depois de 5 gerações, os descendentes de imigrantes islâmicos poderão ter a nacionalidade portuguesa.

3/ O Islão não é uma raça; controlar o Islamismo é controlar uma ideologia política equiparável ao nazismo — e por isso, restringir a imigração islâmica não é “racismo”, ao contrário do que dizem os estúpidos da Esquerda.

4/ Um imigrante muçulmano que cometa um qualquer crime punível com 5 anos de prisão ou mais, deve ser imediatamente repatriado, sem direito a prisão. Não há cá pão para malucos!

5/ Restringir o aborto em Portugal. Quem quiser abortar, que pague do seu próprio bolso.

6/ Incentivar financeiramente (através da redução de impostos) o nascimento de crianças, de tal modo que se torne até “rentável” ter mais de dois filhos.

7/ Se for necessário, e caso não haja possibilidade de diálogo com a Esquerda, impõe-se a instalação de uma ditadura de Direita em Portugal no sentido de se alcançar o desiderato do incremento populacional português.

 

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