perspectivas

Domingo, 16 Julho 2017

A política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, tem mais gente a viver à custa do Estado.

 

Não é evidente que, com a actual evolução tecnológica, os países da Europa, em geral, precisem de muitos imigrantes. Ou seja, não é evidente que aquilo a que chamamos de “Inverno Demográfico” na Europa seja um mal irreversível a nível económico.

Porém, mesmo que o chamado Inverno Demográfico europeu fosse nocivo para a economia, é absurdo sacrificar conscientemente a situação de longo prazo de uma sociedade, para resolver problemas de curto prazo. A imigração islâmica e/ou subsariana, em teoria, poderia resolver problemas de curto prazo, mas sacrificaria irremediavelmente a sociedade a longo prazo.


A imigração islâmica e/ou subsariana está a baixar o nível médio do QI dos países europeus, como por exemplo, a Suécia ou a Alemanha. A continuar assim, em breve a Suécia será um país do terceiro-mundo.


angela merkel muslim webSabe-se que metade da população turca imigrante na Alemanha não trabalha, nem pensa em vir a trabalhar; vive à custa do Estado.

Da nova vaga de milhões de imigrantes islâmicos e subsarianos que entraram recentemente na Alemanha, apenas uma ínfima minoria conseguiu arranjar trabalho; ou seja, a política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, passou a ter mais gente a viver à custa do Estado.


Se o leviatão da União Europeia pretende seguir a política de imigração de Angela Merkel, então segue-se que países como a Polónia, a República Checa ou a Hungria, estão certos. Importar imigrantes só para que vivam à custa do Estado é suicídio colectivo.

Em contraponto, a Polónia “importou” já cerca de 1 milhão de ucranianos refugiados da guerra civil que assola a Ucrânia por responsabilidade da União Europeia e da OTAN — o que se revelou uma acção acertada por parte da Polónia , uma vez que os ucranianos têm afinidades culturais e linguísticas com o povo polaco.

Mas o politicamente correcto totalitário “europeísta” de Bruxelas não fala do apoio da Polónia à massiva imigração ucraniana: prefere criticar e condenar a Polónia por não “importar” islâmicos e subsarianos que vivem à custa do Estado.

Sexta-feira, 14 Julho 2017

O Anselmo Borges, o Macron e a certeza do futuro

Filed under: Anselmo Borges,Europa,Macron,papa Chico,União Europeia — O. Braga @ 6:12 pm

 

O Anselmo Borges escreveu mais uma pérola; desta vez é uma apologia à certeza do futuro do Macron (o papa Chico deve estar em férias).

Antes da queda da URSS, o comité central do Partido Comunista da ex-União Soviética decidiu que teria que “haver mais socialismo”; dois anos depois, caiu o muro de Berlim; e o socialismo “foi prá conamaim”.

O Macron e os estúpidos como o Anselmo Borges dizem que “é preciso mais Europa” — alegadamente por causa da economia chinesa, por exemplo. O que o Anselmo Borges não sabe é que o salário médio chinês (em US Dollars) é já comparável ao português (procurem no Google); a diferença está na produtividade do trabalhador, que na China é muitíssimo maior do que em Portugal.

Mas … para a mente esclerosada, esquerdista, alentejana, do Anselmo Borges: “¿Trabalhar?! Tá Queto! Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes… e os chineses!”


trumpA mente totalitária do Anselmo Borges — à semelhança do que está hoje na moda — engendrou uma filha-da-putice (e à semelhança do papa Chico): uma Europa anti-democrática, uma espécie de leviatão ou de uma nova URSS, em que as decisões políticas são tomadas a um nível intangível pelos diferentes povos da Europa que não são tidos nem achados nas decisões políticas realmente importantes, como, por exemplo, o problema da imigração desbragada e descontrolada.

O Brexit aconteceu exactamente porque existe esta clara e evidente tendência totalitária do leviatão de Bruxelas que os estúpidos da laia do Anselmo Borges defendem — incluindo a besta do papa Chiquito.

A contradição do estúpido Anselmo Borges é evidente: por um lado, defende a imigração desregrada, alegadamente em nome dos “direitos humanos”; por outro lado, a invasão islâmica e terceiro-mundista vai transformando a “Europa dos direitos humanos” em mais uma zona do terceiro mundo, onde esses direitos humanos tendem a desaparecer com a substituição étnica e cultural que o estúpido Anselmo Borges defende.

Não tenha dúvida, caro leitor: quando falamos em Anselmo Borges, estamos a falar de um notável burro que se pavoneia com um alvará de inteligência.

Quarta-feira, 10 Maio 2017

Macron e a esposa dele passaram férias no Algarve, no Verão de 1983

Filed under: Esta gente vota,França,Macron — O. Braga @ 1:18 pm

 

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Há dois escolhos da realidade que são intransponíveis: a diferença entre os sexos e a diferença entre gerações.

A razão por que a China tem um futuro, e a França nem sequer tem passado

 

« Il n’y a pas de culture française. Il y a une culture en France. Elle est diverse. »

Telle est la dernière sortie d’Emmanuel Macron, lors de son meeting dominical, tenu dans la capitale des Gaules. Le personnage étant ce qu’il est, nul doute que cette saillie puisse s’annoncer comme la première d’une longue série. En marche, qu’il est, le Macron…

Pour Macron, la culture française n’existe pas !


« Macau "tem um passado muito especial" e que é preciso "dar a conhecer aos estudantes a história e cultura chinesa, ou seja, o docente, tem que dar a conhecer o patriotismo aos estudantes", considerou.

"Temos de cultivar o amor à pátria, porque o amor à pátria não é só um ‘slogan’, tem de ser implementado", disse. »

"Número três" da China defende reforço da educação patriótica em Macau


A liderança chinesa defende o conceito de “pátria”; o presidente eleito de França renega o conceito de “pátria”.

A França do Macron não tem um futuro civilizado: reserva-se-lhe a barbárie em nome da “diversidade”.

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Segunda-feira, 8 Maio 2017

Os franceses já se habituaram a “embutir”

 

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A vitória de Pirro dos globalistas em França

 

Marine Le Pen teve mais votos dos trabalhadores / operários do que Macron (63/37). Ora, a economia real de um país é feita de produção concreta, e não só de especulação financeira como se está a transformar o Ocidente.

Tendencialmente, os mais pobres votaram em Marine:

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Pergunto-me como é que um candidato dito de “centro-esquerda”, como se diz ser Macron, teve menos votos dos operários do que a candidata que se diz ser de “extrema-direita” que é Marine Le Pen. Coisa estranha. A verdade é que, sendo que Macron serve os interesses dos globalistas plutocratas, a extrema-direita francesa é representada por ele, e não por Marine Le Pen.

Segundo o Wikileaks, George Soros ofereceu à campanha de Macron 2.365.910 Euros; David Rothschild ofereceu a Macron 976.126 Euros; e a Goldman-Sachs ofereceu a Macron 2.145.100 Euros.

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Naturalmente que Marine Le Pen não foi financiada pela plutocracia globalista; e depois, os filhos da puta insurgentes dizem que “o Macron é de centro-esquerda e que a Marine Le Pen é de extrema-direita”.


Os nacionalistas da Front Nationale tiveram 44% dos votos dos jovens franceses entre 18 e 24 anos.

Tenho muitas dúvidas de que o futuro da França (e da Europa) esteja nas mãos dos globalistas antidemocráticos — porque a democracia só é possível no (e com o) Estado-Nação.

Quando nós lemos o Insurgente  ou o Observador, por exemplo, ou ouvimos e vemos os me®dia portugueses em geral — estamos perante os verdadeiros fascistas, que são aqueles que negam a democracia na medida em que se posicionam politicamente contra o Estado-Nação.

Macron ganhou as eleições em França

Filed under: Euro,Europa,França,Macron,União Europeia — O. Braga @ 10:40 am

 

É uma questão de mais 5 anos para que a França expluda; e com ela, vai explodir a União Europeia. Festejem a vitória de Macron — a vitória da utopia — enquanto podem.

 

Quinta-feira, 4 Maio 2017

Os me®dia dizem que Macron ganhou o debate com Marine Le Pen

 

São os mesmos me®dia que disseram que o Brexit perdia o referendo no Reino Unido; os mesmos me®dia que diziam que Donald Trump perdia as eleições nos Estados Unidos. E agora dizem que Marine Le Pen perdeu o debate.

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Eu vi o debate no Canal France24, em língua francesa, naturalmente — e não na horrível tradução propositadamente encomendada pela RTP. A minha percepção é a de que Macron jogou quase sempre à defesa — excepto quando insultava Marine Le Pen e assumia uma posição arrogante. E a experiência diz-nos que quem joga à defesa e insulta o adversário, normalmente perde; puro senso-comum.

 mein-jihad

As France Prepares to Vote, Angela Merkel Praises Emmanuel Macron

macron-imprensa-web
Os me®dia são comandados por meia-dúzia de bilionários em todo o mundo, incluindo os Rothschild que foram os patrões de Macron, e são hoje os seus mentores. Quem manda realmente na imprensa portuguesa não vive em Portugal. Pessoas como Pinto Balsemão são uns palhaços; e a televisão do Estado — por exemplo, com a tenebrosa Ana Lourenço — está ao serviço dos interesses de Brochelas e da Ângela Merkel.

Terça-feira, 2 Maio 2017

Macron é um algoritmo

 

“Morphopsychology already tells us that Emmanuel Macron is a temperamental, manipulable little thing and incapable of decision. We’ll say he’s an algorithm, a synthetic image, a millionaire from the telecommunication industry, a flute player programmed to lead by the tip of the nose those who do not see further than the end of their nose.

He’s the candidate of the Caste, the candidate of the dominant and the powerful. He’s a libertarian-liberal who conceives France as a “start up” and dreams of the abolition of borders and limits, histories and lineages.

He’s the man of globalization, the man of migratory flows, the man of universal labor instability. The leader of the “progressives” by contrast with those who no longer believe in progress because they noted that it no longer improves their lives, but on the contrary darkens their daily routines”.

ALAIN DE BENOIST: MACRON IS AN ALGORITHM

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