perspectivas

Segunda-feira, 15 Julho 2019

A Esquerda e o racismo

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Racismo — O. Braga @ 2:41 pm
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Quarta-feira, 10 Julho 2019

A Esquerda só protege as famílias dos imigrantes

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,família — O. Braga @ 6:48 pm

« A política económica é anti-família ao provocar o marasmo económico e a escassez de meios.

A política fiscal é anti-família nas tabelas de IRS, do IRC e da própria Segurança Social.

A política cultural é anti-família nos conteúdos, nos apelos, nas seduções que veicula.

A política da educação é anti-família nos programas escolares.

A política de gestão do ensino é anti-família na colocação dos professores.

A política legislativa é anti-família na adopção de conceitos anti-família de minorias activas.

A política de protecção de crianças e jovens é anti-família ao roubar crianças a famílias pobres ou em crise para alimentar uma série de indústrias «sociais», o complexo-social-industrial.

A política moral é anti-família , caindo mesmo na promoção do homossexualismo. »

Sobre a questão de ter filhos apenas aos 40


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A classe política, predominantemente esquerdista e/ou politicamente correcta, só protege as famílias dos imigrantes. As famílias naturais portuguesas passaram a ser perseguidas pela Esquerda no seu próprio país.

Terça-feira, 9 Julho 2019

Devemos generalizar para melhor compreender

O politicamente correcto (a Esquerda, mesmo que seja a “Direitinha”) defende a ideia segundo a qual “não devemos generalizar” (nominalismo radical) — excepto quando se trata da promoção pública de ataques ad Hominem contra quem não alinha com a distopia neomarxista.

Ora, a não-generalização é própria de uma mente acientífica (ou mesmo anticientífica), porque a ciências naturais baseiam-se na indução que é, por sua própria natureza, generalizante.


fatima-bonifacio-webTenho discordado fundamentalmente da Fátima Bonifácio — por exemplo, quando ela escreveu que “é uma condição muito solitária, a do liberal deixado frente a frente com as suas dúvidas e angústias, sem poder refugiar-se na invocação de uma Autoridade, divina ou terrena, apenas entregue à racionalidade dos seus argumentos.”

Ou quando a Fátima Bonifácio não se deu conta de que o liberalismo não poderia levar a outro lado senão à construção de um Estado plenipotenciário (por favor ler o livro “¿Por que falhou o liberalismo?”, de Patrick Deneen), como aliás já tinha sido previsto por Carl Schmitt, ou anteriormente por Alexis de Tocqueville na “Democracia na América”).

Porém, desta vez não discordo fundamentalmente da Fátima Bonifácio — porque ela descreve factos (um facto é um dado da experiência com o qual o pensamento pode contar). Através da indução  (que é também característica da intuição acerca dos factos) que generaliza, podemos chegar à mesma conclusão a que chegou a Fátima Bonifácio neste texto.


O “problema” da actual Esquerda (de que faz parte o Partido Socialista de António Costa, e também o PSD de Rui Rio) é complexo: desde logo, 1/ o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o PSD do Rui Rio participam afanosamente no fenómeno do Imbecil Colectivo português.

Quanto mais imbecil é o colectivo político, mais progressista este se torna.

Depois, 2/ a utopia modernista e esquerdista é uma manifestação actualizada do Romantismo do século XVIII e XIX na cultura contemporânea — o mesmo Romantismo que nasceu com Rousseau no século XVIII e que, já no fim do século XIX, evoluiu para o Niilismo de Schopenhauer, de Byron ou de Nietzsche.

O romantismo é (hoje, como foi no século XIX) a revolta contra os padrões éticos e estéticos tradicionais na Europa, por intermédio da valorização exacerbada da emoção e da desvalorização da razão (o romantismo é feminista). Mas é uma revolta que não nos oferece uma alternativa credível (é a utopia negativa).

Para a Esquerda utópica e romântica, o erro (do indivíduo) nunca é considerado do (seu/dele) foro psicológico, mas antes é atribuído a um qualquer padrão social de valores que (alegadamente) está errado.

Por isso é que, segundo a Esquerda, “a sociedade e a respectiva mentalidade/cultura antropológica podem ser mudadas por decreto” (conforme escreve a Fátima Bonifácio): para a Esquerda, os achaques ou insucessos dos indivíduos (neste caso, os das minorias étnicas) podem ser resolvidos através da mudança por decreto do padrão social de valores em vigor na sociedade em geral: ou seja, a psicologia do indivíduo não conta para nada, a genética não conta também, e a História e a cultura antropológica de origem também não. Tudo se resume ao meio-ambiente.

O romantismo esquerdista é anti-civilização.

O hábito de renunciar aos desejos e satisfações imediatistas (o “carpe Diem” do esquerdopata) — tendo em vista a realização de necessidades futuras — é considerado penoso (pelo esquerdopata romântico); por exemplo, o anti-capitalismo do esquerdista baseia-se na negação do sacrifício de quem prefere “semear hoje para colher amanhã”: quando as paixões do esquerdopata romântico despertam, as restrições prudentes do comportamento social tornam-se insuportáveis.


O problema da integração das minorias étnicas e culturais na sociedade só se revolve através da valorização sistemática da cultura antropológica (portuguesa) tradicional e de origem — que é exactamente o que a Esquerda (portuguesa e ocidental) não quer fazer, porque reconhecer o valor da cultura antropológica tradicional portuguesa é reconhecer a importância do Cristianismo na cultura antropológica e na História europeias.

Ora, é esse legado histórico cristão (que esteve na origem cultural do próprio capitalismo e da ciência) que a Esquerda pretende destruir com toda a violência possível (na esteira do que foi defendido por Gramsci, entre outros).

Por fim, não concordo com a Fátima Bonifácio sobre as quotas para as mulheres. Por exemplo, a Margaret Thatcher não precisou de quotas.

A igualdade não se aplica na realidade concreta; mas o esquerdopata corta as cabeças dos indivíduos em nome da “igualdade” — porque é a cabeça de cada um que faz a desigualdade. O bom esquerdopata que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa esquerdista.

Domingo, 23 Junho 2019

Perante os factos e perante a ciência, a Esquerda recorre ao ataque pessoal

O secretário de Estado da Inducação, um tal João Costa (ver foto), depois de ler um artigo do Padre Portocarrero de Almada acerca da Ideologia de Género, optou por insultar o Padre em vez de rebater as suas (do Padre) ideias.

a merda que alimenta o ps web

O recurso sistemático ao ataque ad Hominem é uma característica da Merda que compõe os quadros do Partido Socialista.

A ler: → O secretário de Estado da (má) Educação

Quarta-feira, 1 Maio 2019

A hipocrisia do CDS da execrável Assunção Cristas e do oportunista Nuno Melo

 

asscristas-mesquita1-webNuno Melo diz que o partido espanhol VOX “não é de extrema-direita” — tentando assim cativar os votos da população portuguesa que é contra a imigração em massa e descontrolada, contra a Ideologia de Género, contra a islamização da Europa.

Porém, por outro lado, o CDS liderado pela execrável Assunção Cristas defende a Ideologia de Género  — nomeadamente quando “alinha” com as iniciativas políticas gayzistas do Bloco de Esquerda, como é o caso desta iniciativa do CDS de Assunção Cristas em Lisboa.

Nuno Melo acaba (sem querer) por ter alguma razão: o VOX não é de extrema-direita: em vez disso, é o CDS que pertence à Esquerda; ou melhor dizendo: o CDS “fecha” a Esquerda à direita.

As posições dos partidos são relativas: quando o CDS da execrável Assunção Cristas “alinha” com as posições do Bloco de Esquerda no que diz respeito à Ideologia de Género, então segue-se que qualquer partido que se oponha à Ideologia de Género passa a ser de “extrema-direita”.

Segunda-feira, 22 Abril 2019

A Esquerda odeia a palavra “Cristãos”

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 1:54 pm

Segunda-feira, 15 Abril 2019

Não lembra nem ao careca: a geringonça do Costa quer modelos masculinos na Guarda

Filed under: António Costa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 6:13 pm
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« Polémica en Portugal por los insólitos requisitos que exige la Administración a los candidatos que quieran presentarse a las oposiciones de guardia forestal. Ni calvos, ni con caries, ni con cicatrices visibles, como si de un concurso de modelos se tratara, el Gobierno luso ha publicado estas exigencias en el Diario de la República.»

Los insólitos requisitos para ser guardia forestal en Portugal: ni calvos, ni con caries

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Domingo, 14 Abril 2019

O que se está a passar em Portugal é assustador !

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:31 pm
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“Está em curso uma autêntica revolução na actividade de liquidação e cobrança de impostos que passa pelo fim de toda e qualquer reserva à intimidade da vida privada perante a Administração Fiscal”.

A nova relação dos contribuintes com a Administração Fiscal

O povo português irá pagar (brevemente) um preço social altíssimo por causa da governança esquerdopata da geringonça.

Quarta-feira, 3 Abril 2019

O discurso político da Esquerda é uma fraude


A estratégia do Lula da Silva foi a mesma do Francisco Louçã (Bloco de Esquerda): afirmava que “morrem milhares de mulheres em Portugal por causa do aborto clandestino”, mas nunca explicaram qual era a fonte desse número indefinido .

Mas a verdade é que conseguiram enganar o povo português (com a ajuda da União Europeia), e agora essa mesma Esquerda pretende importar milhões de imigrantes africanos (carne para canhão) porque não nascem crianças portuguesas suficientes.

E o mesmo se passa em Espanha: será necessário importar 260 mil imigrantes por ano para compensar o aborto (utilizado como contraceptivo) e a baixa natalidade em Espanha.

Segunda-feira, 1 Abril 2019

Como tornear a censura da União Europeia no YouTube (a União Europeia é um fascismo)

 

A União Europeia começou já a censurar opiniões colocadas nas redes sociais — por exemplo, no YouTube.

Se o leitor vive no espaço geográfico conhecido por “União Europeia”, verá (por exemplo) este vídeo de Faith Goldy censurado: trata-se de censura política à moda da PIDE ou da GESTAPO, patrocinada simultaneamente pela Esquerda internacionalista e pela Direita globalista.

No caso do YouTube existe uma solução: utilize um VPN.

Eu utilizo um VPN  grátis incorporado no Chrome (extensão HOXX, mas existem outras aplicações de VPN). Se instalarem a aplicação do VPN no Chrome e declararem que vivem nos Estados Unidos, poderão ver o referido vídeo (o que prova o regime fascista que impera na União Europeia).

Sábado, 30 Março 2019

A guerra do significado das palavras

 

O inglês Douglas Murray escreve aqui um texto acerca da interpretação que é hoje dada ao termo “marxismo cultural”.

A Esquerda inglesa adulterou o significado do termo “marxismo cultural”, e identifica agora esse termo com “anti-semitismo”, e, por isso, diz (ela) que “marxismo cultural” é um termo utilizado pela “extrema-direita” contra os judeus (como se a Esquerda não fosse anti-semita por sua própria natureza: basta ver as posições políticas do Corbyn acerca dos judeus).

Assistimos hoje a uma guerra do significado das palavras, em que “interpretar” significa “deformar”, desfigurar — quando se dá a um conceito um significado que não tem. Afirmar que “marxismo cultural” é sinónimo de “anti-semitismo” é destruir o significado original de “marxismo cultural” (desconstrução ideológica).

A desconstrução ideológica teve origem nos hegelianos alemães do século XX — desde a Escola de Frankfurt (a origem do marxismo cultural), Heidegger e, mais tarde, Gadamer: para este último, “interpretar” é compreender de maneira nova e diferente a cada instante — o que significa, segundo Gadamer, que as interpretações (acerca da realidade) estão sempre a mudar, o que é auto-contraditório, porque se “as interpretações mudam a cada instante” então segue-se que a compreensão da realidade (ou de aspectos parciais da realidade, a que se dedica a ciência) se torna impossível, por um lado, e por outro lado, a própria interpretação do conceito de “interpretação” segundo Gadamer estaria sempre a mudar a cada instante, o que é absurdo.

É óbvio que existe a “semântica” — a mudança mundana (ou seja, a mudança que não é hermenêutica) do sentido das palavras através da História. Mas a mudança dos significados das palavras dentro de uma época estrita (“sincronia”, segundo Saussurre) tem os limites impostos pela própria História e pela cultura antropológica. Por exemplo, se a Esquerda quiser começar a dizer que uma “pedra” se passa a chamar-se agora “pau”, a nova interpretação do significado de “pedra” só pode ser assumida, na cultura popular, através da coacção e da força bruta do Estado, porque viola a semiótica e a herança histórica da linguagem da cultura antropológica.

A guerra do significado das palavras está a levar, por exemplo, a que cidadãos sejam perseguidos (pela Esquerda no Poder) por uma espécie de nova polícia política, por afirmar publicamente que um homem biológico é um “homem biológico”; ou que pessoas sejam perseguidas nas redes sociais por afirmar que um homem não é uma mulher; ou que instituições católicas sejam perseguidas pelo Poder da Esquerda apenas por obedecerem aos princípios mais básicos da Lei Natural.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social; um homossexual é anti-social por natureza.


Naturalmente que o Douglas Murray assumiu (no referido texto) uma posição ambígua  e ambivalente acerca do termo “marxismo cultural” — não fosse ele (o Douglas Murray) homossexual : a homossexualidade militante (e cultural) é um dos instrumentos de acção política do marxismo cultural, no sentido de minar as instituições da família  e do casamento . Aliás, é este um problema (em juízo universal) dos homossexuais ditos de “Direita”: de vez em quando, o marxismo cultural dá muito jeito.

É praticamente impossível ser-se homossexual e não se ser culturalmente permeável à desconstrução da ordem social (qualquer que esta seja); um homossexual é anti-social por natureza. Pessoas como Douglas Murray não se podem queixar da invasão cultural islâmica (anti-gay) na Europa, porque a própria lógica do movimento homossexualista trata espontaneamente da desconstrução da estrutura da sociedade europeia assente na família natural, o que vai de encontro aos desígnios do marxismo cultural.


Woman claiming to be ‘male’ sues Catholic hospital for canceling sex change surgery

Feminist journalist sues Twitter for banning her ‘Women aren’t men’ tweet

UK police investigate Catholic mom of five for ‘misgendering’ trans in tweet

Quinta-feira, 28 Março 2019

O ódio a Portugal: José Eduardo Agualusa é “persona non grata”

Filed under: A vida custa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Esta gente vota — O. Braga @ 10:07 pm
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O Brasil tornou-se independente em 1821 (salvo erro), mas ainda hoje existe um ódio a Portugal na chamada “cultura intelectual” (que, de “intelectual”, tem nada). É um ódio primário, básico, que culpa Portugal por todos os problemas do Brasil — passados, presentes e futuros: daqui a mil anos, Portugal será ainda culpado pela inoperância da “elite” brasileira.


O mesmo se passa com gente estúpida das ex-colónias portuguesas em África, como é o caso do comunista José Eduardo Agualusa:

“O escritor José Eduardo Agualusa veio defender há dias em entrevista ao Público, a propósito da catástrofe provocada pelo ciclone Idai que “os países que mais contribuem para o aquecimento global devem responder pelos estragos causados ao planeta, sobretudo quando atingem os países que menos fizeram por isso, como Moçambique” e que “Portugal não faz o favor de ajudar Moçambique. Portugal tem obrigação de reparar os danos que causou”.

Curioso é ver muitos daqueles que entendem cada fenómeno climático como consequência da acção humana incomodados com estas afirmações que afinal de contas são coerentes com o catastrofismo simplista que esses críticos apregoam na sua terra. Quem faz de assuntos científicos de grande complexidade mera propaganda sujeita-se a isto – agora aturem-no”.

Tragédia da Beira: causa efeito

Eu vivi muitos anos em Moçambique, e fui testemunha de alguns ciclones que atingiram principalmente a área geográfica que vai da cidade de Quelimane à vila do Lumbo (e cidade de Nacala). Naquele tempo, os ciclones não tinham nomes; e não havia estúpidos do calibre do José Eduardo Agualusa.

Os ciclones, em Moçambique, sempre foram devastadores, sempre causaram prejuízos materiais e sacrifício de vidas humanas.

Os ciclones, em Moçambique, não são (como é evidente!) consequência da colonização portuguesa — como afirma a besta humana que é o José Eduardo Agualusa; uma besta que não é bem-vinda a Portugal: um país que se prezasse consideraria o José Eduardo Agualusa como persona non grata.

 


Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

Mayor in Mozambique says negligence led to cyclone deaths

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