perspectivas

Domingo, 21 Outubro 2018

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara

 

Se há um me®dia que não tem autoridade moral para criticar as "Fake News", é o Diário de Notícias. Este pasquim consegue ser ideologicamente mais puro do que o jornal Púbico.

orange-man-npc-webA ideia que o Diário de Notícias pretende fazer passar é a de as "Fake News" são um fenómeno de direita — o que é absolutamente falso, não só em Portugal como a nível internacional, e a começar pelo próprio Diário de Notícias que é um pasquim que dá prioridade à narrativa em lugar de factos. (ver ficheiro PDF do artigo do Diário de Notícias).

O Diário de Notícias descobriu que circula na Internet uma mentira descarada sobre um relógio de Catarina Martins; e, vai daí, o Diário de Notícias cria "Fake News" alegando que há muitas notícias falsas como esta, oriundas da Direita — o que é falso. “Bem prega o frei Tomás…!” Chama-se a isto “falácia da generalização”.

O Diário de Notícias assenta a sua propaganda “noticiosa” em falácias.

Se olharmos, por exemplo, para o conteúdo do canal esquerdopata americano CNN, verificamos a propaganda política e ideológica diária, e um constante chorrilho de mentiras — como foi o caso das "Fake News" relativas ao juiz Brett Kavanaugh no intuito de impedir a sua eleição para o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos.

A verdade pura e dura é a de que a Esquerda é campeã das "Fake News".

Os jornalistas do Diário de Notícias deveriam ter vergonha na cara, mas cada mentira que eles publicam é considerada uma medalha pelos globalistas plutocratas que os compraram e os controlam.

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Quarta-feira, 17 Outubro 2018

Por detrás do libertarismo do Ludwig Krippahl, dorme um sargento da polícia

Filed under: Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,PNR — O. Braga @ 9:48 am

 

Disclaimer: eu considero que o PNR (Partido Nacional Renovador) é um partido político tão estatista (defensor de um Estado omnipotente) como é o PSD do Rui Rio, ou como é o Partido Socialista do António Costa. Eu tenho imensa dificuldade em apoiar um movimento político que defenda a ideia de um Estado plenipotenciário que controla as nossas vidas.

Estou totalmente de acordo com Kant neste aspecto:

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

→ Kant [Teoria e Prática, 1793]

Se existisse em Portugal um partido da estirpe do UKIP (do Nigel Farage, mas já não a Front Nationale da Marine Le Pen que é semelhante ao P.N.R.), teria o meu voto; mas não existe tal espécie de partido em Portugal. Eu sou um pária partidário.


Posto isto, vamos a esta anormalidade ideológica do Ludwig Krippahl.

Em primeiro lugar, o conceito de “extrema-direita”.

Se considerarmos (por hipótese absurda) que o Partido Comunista pertence ao centro político, então segue-se que tudo o que estiver à direita de Estaline é de “extrema-direita”. Neste sentido, o presidente G.W. Bush foi considerado de extrema-direita; mas depois a febre esquerdista passou. E seguiu-se o Sarkozy, também considerado de extrema-direita; mas a mania esquerdopata passou. Seguiu-se o senador e candidato presidencial americano McCain (recentemente falecido), que a Esquerda americana apodou de “extrema-direita”; a moda passou, e recentemente já não era considerado de extrema-direita. Seguiu-se o Donald Trump, que passou a ser o novo rótulo de “extrema-direita”; mas agora já existe uma outra coqueluche: o Jair Bolsonaro, que, segundo a Esquerda, é ainda mais extrema-direita do que o Donald Trump!

Ou seja, quem não é da Esquerda marxista (ou marxizante — porque existe outro tipo de Esquerda que não é nem marxista nem marxizante), então é de “extrema-direita”. Só uma besta tem este tipo de raciocínio; aliás, este tipo de arquétipo mental assusta, porque é intrinsecamente totalitário.

Por detrás do libertarismo do Ludwig Krippahl (e o de uma certa Esquerda marxista cultural), lucubra um sargento da polícia.

Em segundo lugar, a ideia do Ludwig Krippahl segundo a qual “o Estado deve oferecer dinheiro às pessoas saudáveis que não gostem de trabalhar”, alimentando assim uma cultura da preguiça.

Para o Ludwig Krippahl, quem não quer trabalhar deve ser premiado pelo Estado, com dinheiro à borla. Para o Ludwig Krippahl, o dinheiro do Estado não é o dinheiro dos contribuintes: é uma espécie de dinheiro que cai do céu, em uma manifestação metafísica de hipostasia dos novos deuses da Esquerda.

Em terceiro lugar, o Ludwig Krippahl vem com o argumento idiota ad Novitatem: “os tempos modernos”. Alegadamente, o que é moderno é que é bom! O antigo não presta!. E o argumento ad Novitatem do Ludwig Krippahl justifica, assim, a existência da classe dos Pneumáticos dos gnósticos modernos, que demonstram uma benevolência virtuosa em relação aos novos Hílicos (que, neste caso concreto, são os ciganos). E dizem os esquerdistas que não são racistas!. A Esquerda abraça a ideia elitista de Platão (na República), segundo a qual o povo é ignaro e, por isso, tem necessidade do poder absolutista do rei-filósofo.

A ideia de sociedade defendida pelo Ludwig Krippahl é assustadora. Não é verdadeira: é assustadora. É assustadora porque pretende impôr uma determinada visão totalitária à própria sociedade — e (pasme-se!) em nome da “liberdade”. Gente como o Ludwig Krippahl tem que ser combatida com todo o tipo de armas. Trata-se de uma guerra total.

A ideia segundo a qual “o trabalho pago irá ficar para uma minoria cada vez mais pequena de especialistas” foi defendida pelo Obama (enquanto presidente dos Estados Unidos) para justificar o globalismo defendido pela plutocracia americana. Ver vídeo abaixo. Atenção! “Globalismo” não é o mesmo que “globalização”!

 

Entretanto, com a política de Donald Trump, não só o desemprego atingiu mínimos históricos, como a economia americana está a crescer a mais de 4% ao ano. Ou seja, o Donald Trump (o tal da “extrema-direita”) está a fazer crescer os salários dos americanos — ai! o fassista! Então ¿fachisto?!

Ou seja, a tese do Obama e do Ludwig Krippahl foi demonstrada ser falsa; e defende uma certa ideia de sinificação do mundo, onde o Poder é negociado entre a Esquerda neomarxista (o internacionalismo trotskista), por um lado, e os mais ricos do mundo (globalismo plutocrata), em uma espécie de partilha do Poder à moda da China mas à escala global.

¿Qual é a ligação entre o Grupo de Bilderberg, por um lado, e, por outro lado, partidos políticos trotskistas e (supostamente) libertários do tipo do Bloco de Esquerda? ¿Qual é a ligação e identificação ideológica entre o Trotskismo e o globalismo plutocrata?

O estudo da vida de personagens políticas como (por exemplo) James Burnham pode ajudar o leitor a compreender melhor a aliança tácita entre o Trotskismo e a plutocracia globalista, entre o Bloco de Esquerda e George Soros. Não é “teoria da conspiração”: são factos.

Sábado, 22 Setembro 2018

Os irmãos Dupont e Dupond, na TSF aos Sábados

 

O Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva fazem lembrar as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin.

Direi mesmo mais !: as figuras dos irmãos Dupont e Dupond, da banda desenhada do Tintin, fazem lembrar o Pedro Marques Lopes e o Pedro Adão e Silva.

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Segunda-feira, 10 Setembro 2018

A Esquerda aliou-se aos mais ricos do mundo para destruir os povos da Europa

 

Renate Künast, do partido “Os Verdes” da Alemanha, e que foi Ministra do Consumo de um governo de Angela Merkel, escreveu o seguinte no Twitter:

“O europeu moderno é o que é por causa dos velhos europeus se misturarem com o povos modernos que vêm de África”.

Reparem que os “velhos europeus” são os brancos alemães; e os “povos modernos” são os pretos imigrantes (tentativa de imposição de uma deriva do sofisma ad Novitatem na cultura antropológica): os europeus são “velhos”; e os “modernos” são os pretos.

Isto é exactamente o que a Esquerda pensa, em toda a Europa, sem tirar nem pôr.

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Estamos a assistir, na Europa, a mais um genocídio massivo, desta vez por via da substituição compulsória da população europeia.

E, mais uma vez, o genocídio resulta de uma aliança entre o movimento revolucionário (a Esquerda), por um lado, e a plutocracia internacional globalista (os mais ricos do mundo), por outro lado.

Já vimos “filmes” parecidos com este, no passado recente — por exemplo: o movimento político eugenista teve origem nos meios académicos de Oxford e Cambridge em finais do século XIX, na sequência da afirmação da moda darwinista nos meios intelectuais (por exemplo, com Bernard Shaw, que defendeu o eugenismo); e, mais tarde, já no princípio do século XX, foi nos Estados Unidos que o eugenismo se afirmou com gente como Margaret Sanger e com o multimilionário John Ford, que serviram de inspiração ao regime nazi (o nazismo fez parte do movimento revolucionário do século XX, e por isso, pertenceu à Esquerda).

Quinta-feira, 6 Setembro 2018

A defesa esquerdista da imigração islâmica é um instrumento de acção política totalitária

Filed under: cultura,cultura antropológica,Esquerda,esquerdalho,totalitarismo — O. Braga @ 6:09 pm

 

¿Quem é que defende a imigração livre de muçulmanos? Resposta: a Esquerda.

¿Quem é que defende a criminalização da misoginia, que é uma das características da cultura islâmica? A Esquerda.

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Aparentemente, quando defende a livre imigração de muçulmanos, a Esquerda não sabe que a cultura islâmica é radicalmente misógina — porque, de outra forma, não se compreende que a Esquerda defenda a entrada em massa de um tipo de população cuja cultura vai contra os princípios elementares defendidos pela própria Esquerda.

Mas não se trata de ignorância, por parte da Esquerda. Esta contradição esquerdista é intencional; a Esquerda entra em contradição propositadamente. A contradição e a incoerência fazem parte da estratégia política da Esquerda (estimulação contraditória).

O ideário político da Esquerda é totalitário por sua própria natureza; os seus princípios mergulham no conceito de Razão de Estado e do Absolutismo régio, por um lado, e, por outro lado, no princípio espartano de “Vontade Geral” de Rousseau.

Qualquer indivíduo que se diga de Esquerda defende (implícita- ou explicitamente) a ideia da construção de um sistema político e social totalitário — mesmo que o libertarismo circunstancial que ele defenda não passe de um meio e de uma forma de desregulamentação (por assim dizer) e de desmantelamento de uma determinada cultura antropológica.

O esquerdista vive fascinado pelo totalitarismo; e acredita que ele próprio foi escolhido (pelo destino) para pertencer à classe social ou elite que conduzirá a sociedade à sua própria salvação sob um indispensável sistema totalitário. Trata-se de uma crença soteriológica que transforma o sentimento de inferioridade endógeno do esquerdista em um complexo de superioridade.

Para conseguir impôr (paulatina- e progressivamente) o ideário totalitário na cultura antropológica, o ideólogo esquerdista necessita de reduzir toda a realidade social e cultural ao Direito Positivo (todas as normas têm que ser traduzidas em leis positivas, fazendo desaparecer as leis não-escritas que compõem a moral, e obnubilar os valores da ética vigente), por um lado; e por outro lado, o esquerdista necessita que os factos passem a ditar a construção do Direito Positivo (que é uma forma de se poder escolher discricionariamente os factos que se mostrem mais relevantes para a construção dessa sociedade totalitária, através da tentativa de legitimação do conceito político falacioso de “Vontade Geral“).

Ou seja, para o esquerdista, os factos fazem o Direito Positivo — excepto aqueles factos que não interessam para a construção do totalitarismo que defendem.

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O exemplo de uma práxis esquerdista deste tipo é protagonizado pela Isabel Moreira (que está no Partido Socialista como poderia estar no Bloco de Esquerda). O aparente “libertarismo” da Isabel Moreira é circunstancial, e existe apenas como um instrumento político de desregulamentação e desmantelamento de um status quo social e cultural: o libertarismo do esquerdista produz a “terra queimada” social e cultural, sobre a qual se construirá a futura sociedade totalitária.

Quando a Esquerda defende a entrada massiva de muçulmanos, por um lado, e por outro lado defende a criminalização da misoginia, o que a Esquerda pretende é impôr, na cultura antropológica, a aceitação unânime do princípio totalitário da Absolutização do Direito Positivo (redução da cultura antropológica e da moral, ao Direito Positivo) — que é o princípio segundo o qual os valores da ética, e a própria moral, desaparecem da cultura antropológica para serem substituídos pela normalização elitista e totalitária imposta através do Direito Positivo.

Ou seja, a defesa esquerdista da imigração islâmica é apenas um instrumento de acção política totalitária.

Comparado com isto, o Bloco de Esquerda é de direita

 

A Esquerda americana pretende descriminalizar o tráfico de drogas (duras e leves) e descriminalizar o roubo em estabelecimentos comerciais (por exemplo, uma pessoa rouba num supermercado e depois não lhe acontece nada).

 

Terça-feira, 21 Agosto 2018

Agora já não se chama “vagina”: passa a ser “buraco frontal”

 

Na sua guerra contra a Natureza, a Esquerda pretende agora abolir o nome “vagina”, porque (alegadamente) o conceito de “vagina” é discriminatório em relação aos transgéneros.

Assim, a Esquerda pretende substituir o nome “vagina” por “buraco frontal”.

É assim que as esganiçadas do Bloco de Esquerda, por exemplo, passam a ter um “buraco frontal”.

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Segunda-feira, 20 Agosto 2018

O conservador Tucker Carlson, e a progressista e feminista Chelsea Clinton

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,Globalismo — O. Braga @ 1:10 pm

 

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Quinta-feira, 19 Julho 2018

Vai abrir a época da “caça ao patrão”

Filed under: Assunção Cristas,Esquerda,esquerdalho,geringonça — O. Braga @ 6:57 pm

 

« A Assembleia da República aprovou esta quarta-feira, em votação final global, uma lei "que aprova medidas de promoção da igualdade remuneratória entre mulheres e homens por trabalho igual ou de igual valor". »

A mulher recebe menos porque tem uma "função diferente". Quais são os critérios?


Estamos a voltar à época do PREC [Processo Revolucionário em Curso], mas desta vez com uma estratégia política diferente, uma estratégia gramsciana [de Gramsci] em lugar da estratégia estalinista do velho Partido Comunista de 1975.

A actual estratégia gramsciana da Esquerda marxista (que inclui uma parte considerável do Partido Socialista) consiste na humilhação política, por parte do Estado, dos detentores de propriedade privada (o “exercício do Poder”, como escreveu a Helena Matos), por um lado, e por outro lado, o ataque soez, no âmbito da cultura, às instituições que não estejam sob tutela directa do Estado (por exemplo, com a política de identidade, como é o caso do feminismo).

Como diz e bem a Helena Matos, esta lei da Esquerda (mas abençoada e santificada pelo CDS da Assunção Cristas) é desnecessária porque “todos os meses as empresas enviam os dados [estatísticos] para pagamento dos seus trabalhadores à Segurança Social”.

O que se pretende com esta lei é a humilhação (do ponto de vista da cultura antropológica e da política) dos detentores da propriedade privada em geral, e dos proprietários das empresas em particular. Isto faz parte da estratégia gramsciana da Nova Esquerda.


A hegemonia [que é hoje a do Estado marxista da geringonça], consiste em criar uma mentalidade uniforme sobre todas as questões, visando anestesiar o senso crítico e uniformizar o senso comum. É a hegemonia [do Estado em relação à sociedade] que leva as pessoas a aceitarem o que lhes dizem sem contestação e a tolerar determinados crimes [por parte do Estado].

Do parágrafo anterior, o que está escrito a itálico é da autoria do próprio António Gramsci; o que está entre parêntesis é adição minha. Vemos como as ideias de Gramsci se viram hoje contra a Esquerda marxista. gramsci-ideias-web


Esta lei vai ser uma espécie de fenómeno cultural #MeToo das empresas privadas.

Irão entrar nos tribunais de trabalho dezenas de milhares de queixas de mulheres que se sentem (subjectivamente) prejudicadas no trabalho; queixas que resultam de juízos subjectivos, de tipo: eu penso que estou a ganhar menos do que o João que trabalha no turno da noite”. E o problema é que o ónus da prova pertence a quem é acusado (o patrão): talvez a maior perversidade desta lei seja a inversão do ónus da prova.

É óbvio que nenhum patrão, no seu perfeito juízo, paga mais a um homem do que a uma mulher para fazer o mesmo trabalho.

É claro, para quem tem dois dedos de testa, que a maioria de Esquerda e o governo da geringonça não pensam que os patrões portugueses são estúpidos ao ponto de perder dinheiro pagando mais a homens do que a mulheres para fazer o mesmo trabalho. Isto não lembraria ao careca!
O que se passa, realmente, é a abertura da estação da “caça ao patrão” que a geringonça já anuncia para breve. Apertem os cintos!

Quarta-feira, 18 Julho 2018

A Revolução devora os seus próprios filhos

 

A actriz americana Scarlett Johansson (que se assume de Esquerda e votante no partido Democrático dos Estados Unidos, como 99,9% de Hollywood) foi recentemente ferozmente criticada pela comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] por ter aceite um papel de transgénero, em um filme a rodar em Hollywood com o título ‘Ghost in the Shell’. Em resposta às críticas, a actriz acabou por recusar o papel.

johansson“Actress Scarlett Johansson has pulled out of acting in a forthcoming movie ‘Rub and Tug’ about a trans man, after facing intense criticism from the LGBT community.

Last week, it was announced that Johansson had accepted the role of Dante ‘Tex’ Gill, a trans man who owned a string of massage parlours in 1970s Pittsburgh.

The film will be directed by Rupert Sanders, the same director that Johansson worked with on the film ‘Ghost in the Shell’, which saw her portray a Japanese person and also garnered extreme criticism for erasure of marginalised groups.

After the announcement, the star faced a major backlash among the trans community, led by actresses Trace Lysette and Jamie Clayton”.


“O locutor de rádio, Rui Maria Pêgo, viu o artigo de opinião que publicou esta terça-feira, no Observador, ser banido da rede social Instagram. O autor do texto escreve sobre homofobia e, em concreto, sobre um caso de agressões contra um casal gay, registado este fim de semana em Coimbra.”

Instagram apaga artigo de opinião de Rui Maria Pêgo sobre homofobia

Jacques Mallet Du Pan

Terça-feira, 17 Julho 2018

“Transição demográfica” — o novo slogan que une os Liberais à Esquerda radical

O Ricardo Paes Mamede (mais um psicopata com os três nomes…!, que estão na moda ) pode perceber muito de economia, mas duvido que perceba grande coisa de História; pelo menos a história que não esteja ao serviço de uma qualquer ideologia.

O Mamede escreveu um texto com o título “¿Queremos mesmo pagar às pessoas para se reproduzirem?”. Eu guardei o texto em ficheiro PDF para memória futura.

No referido texto, o Mamede escreveu o seguinte:

“Há quem pareça acreditar que a existência do país e da sua identidade ficam em perigo se a população diminuir no longo prazo. Quem valoriza a identidade nacional deveria lembrar-se que grande parte da história de Portugal se fez com níveis populacionais muito inferiores aos actuais – e que foi sempre marcada por grandes doses de miscigenação, alimentadas por vagas de pessoas oriundas do exterior”.

O conteúdo ideológico desta citação é falso; o que o Mamede diz é falso. Portugal nunca foi uma espécie de Brasil. Portugal nunca teve “grandes doses de miscigenação”, nem teve “vagas de pessoas oriundas do exterior”. O Mamede mente. Basta termos estudado História no ensinos secundário para sabermos que o Mamede é um mentiroso. Portugal sempre foi um país de emigração, e não de imigração.

IMMIGRANTS-webO referido texto é (em várias partes) auto-contraditório, por exemplo, quando defende a ideia segundo a qual “a imigração é uma via mais adequada do que o aumento da natalidade para enfrentar o desafio da transição demográfica, na medida em que permite arrecadar receitas de impostos e contribuições sociais no curto prazo”, por um lado; e por outro lado quando o Mamede escreve que

“deveríamos preocupar-nos com o que mais conta (e que pesa menos no Orçamento do Estado): estabilidade no emprego, horários de trabalho que permitam aos adultos acompanhar as crianças e os jovens a seu cargo, partilha das tarefas domésticas entre homens e mulheres, um serviço público de ensino pré-escolar desde a primeira infância. Se pensarmos bem, estas são medidas que têm que ver com igualdade de oportunidades, com igualdade de género e com qualificação da população. A natalidade é aqui uma questão de segunda ordem”.

Por um lado, o Mamede diz que a imigração em massa — naturalmente de países de África e de países de cultura islâmica — resolve melhor o problema da “Transição Demográfica”; mas por outro lado fala na necessidade de igualdade entre os sexos. Estamos todos mesmo ver os maomedanos imigrantes (e os africanos também) a obedecer aos critérios de igualdade do Mamede…

O conceito de “Transição Demográfica” não é apenas próprio 1/ da Esquerda utilitarista (Bloco de Esquerda e Partido Socialista): é também 2/ um conceito oriundo do globalismo americano traduzido pelos neocons americanos (desde o tempo do ex-trotskista James Burnham); 3/ pelo actual partido democrático dos Estados Unidos (de Hillary Clinton e de Obama) e da actual deriva “progressista” deste partido, e 4/ de uma charneira política de plutocratas de que George Soros é umas das figuras centrais.

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Uma certa “Direita” está de acordo com uma determinada Esquerda sobre a necessidade de uma política malthusiana aplicável apenas e só no Ocidente (Europa, Estados Unidos e Canadá).

A primeira vez que ouvi falar de “Transição Demográfica” foi da boca de Pinto Balsemão (o “Chico dos Porsches” e do grupo de Bilderberg) em um programa na TV SICn, no princípio da década passada, em que ele afirmou que “se Portugal tivesse metade da população actual, não teria tantos problemas” (sic). Esta frase bem poderia ter sido dita pelo esquerdista malthusiano Ricardo Paes Mamede ou pela bloquista Catarina Martins: Les bons esprits se rencontrent…


 

Outra contradição do Mamede consiste em afirmar que

“quem quiser ter filhos – biológicos ou adoptados – tê-los-á por iniciativa própria. O Estado não precisa de interferir nas escolhas íntimas de cada um”,

por um lado; e por outro lado, o Mamede defende a ideia de que o Estado deve garantir o aborto grátis em hospitais públicos, e que os Centros de Saúde do Estado devem garantir uma distribuição grátis de contraceptivos pela população. Ou seja, para o Mamede, o Estado deve ser neutro apenas no que diz respeito ao fomento da procriação da população autóctone da nação portuguesa. A “neutralidade” do Estado do Mamede não é neutra.

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Gente como o Ricardo Paes Mamede não pode ser levada a sério pela nossa sociedade e pelo nosso escol. Aliás, se levássemos a sério o que o Mamede defende, teríamos que o eliminar fisicamente, para que ele pudesse ser coerente com as suas (dele) próprias ideias… seguindo a lógica do Mamede: não sei por que razão teríamos que dar o direito à vida a pessoas (como ele) que defendem que a vida dos outros deve ser eliminada de raiz. Quid Pro Quo.

O texto de Mamede é “ideológico”, isto é, tem muito pouco a ver com a realidade — por exemplo, quando ele defende que a imigração em massa resolve melhor o problema da baixa natalidade. Esta ideia do Mamede é absolutamente falsa, e essa falsidade é corroborada pelos factos constatados no terreno na Alemanha, por exemplo. O Mamede é perigoso, porque é um mentiroso compulsivo, um psicopata.


Segundo Hannah Arendt, todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.


Pelo menos ¾ dos imigrantes recentemente chegados à Alemanha não trabalham (vivem “à pala” do Estado), e não se espera grande evolução nesta matéria nas próximas décadas, porque estamos a falar de gente que mal sabe ler e escrever a língua do país de origem (e muito menos a língua alemã!).

Portanto, a ideia do Mamede segundo a qual sai mais caro barato ao Estado importar imigrantes desqualificados em massa, do que investir na prole autóctone, é de uma filha-da-putice daquelas que se ouvem apenas uma vez em toda a vida.


Eu consigo estar de acordo com o Mamede no que diz respeito à ideia de que o dinheiro do Estado não resolve o problema da baixa natalidade — porque, antes de mais nada, a baixa natalidade revela um grave problema cultural que o dinheiro do Estado não conseguirá resolver. Não é deitando dinheiro do Estado para cima do problema da natalidade que ele se resolve, como que por milagre. Não há dinheiro que resolva o problema intrínseco de uma sociedade niilista — a sociedade niilista que bestas como o Mamede fomentam e incentivam, sem deixarem impressões digitais.

Chegará o tempo do ajuste de contas; não perdem pela demora.

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