perspectivas

Sexta-feira, 25 Junho 2021

O relatório Matic adoptado pelo parlamento europeu

Filed under: aborto,União Europeia — O. Braga @ 4:36 pm
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Este tipo de informação não passa nos me®dia portugueses, vendidos ao poder político globalista; e, mais grave: é sistemicamente escondido da opinião pública.


O relatório Matic, aprovado ontem pelo Parlamento Europeu, exige a promoção do aborto em todos os países da União Europeia, como sendo um direito humano fundamental — pasme-se! Abortar é agora um “direito humano fundamental”!

Mas não só: o parlamento europeu exige o acesso à contracepção sexual gratuita por parte de crianças a partir dos 12 anos de idade, e condena (e procura restringir, por via legal) a objecção de consciência (em relação ao aborto) por parte dos médicos.

Procurei saber a orientação dos votos dos deputados portugueses, mas esta informação está “escondida” da opinião pública: quem tem má consciência esconde a sua orientação de voto.


Adenda: a página em português do parlamento europeu está escrita na língua do Brasil (por exemplo: escreve “fato”, em vez de “facto”). Já não bastava termos alienado a nossa soberania; passamos agora, também, a ser obrigados a escrever e a ler em língua estrangeira.

Quinta-feira, 17 Junho 2021

Na Alemanha, o embrião de uma galinha vale mais do que o embrião de um ser humano

Filed under: A vida custa,aborto,Alemanha — O. Braga @ 7:33 pm

O parlamento alemão fez passar uma lei que proíbe que os embriões de galináceos, com 6 dias de existência, sejam mortos — alegadamente porque os embriões são “sensíveis à dor”. A mesma lei proíbe a morte dos embriões por causa da prática de selecção de sexo dos futuros galináceos.

judeus-aborto-web

Na Alemanha, a vida de um embrião de uma galinha está mais protegida do que a de um embrião humano — na Alemanha, o aborto de embrião humano é legal até ao fim do primeiro trimestre de gravidez; e mesmo por outras razões facilmente invocáveis, o aborto pode ser legal, mais tarde durante toda a gravidez.


“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.”

(G. K. Chesterton)

Quarta-feira, 16 Dezembro 2020

Os esquerdistas dizem, amiúde: “ninguém celebra o aborto”

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 10:10 pm

Sexta-feira, 20 Novembro 2020

O filho do Fidel Castro proibiu o aborto… de símios

Filed under: aborto,Canadá,Justin Trudeau — O. Braga @ 10:07 am

O governo do Canadá, cujo primeiro-ministro é o filho de Fidel Castro, decretou a santidade da vida uterina dos macacos — por exemplo, passa a ser proibido por lei a extracção de embriões das macacas, e passa a ser proibido abortar fetos das macacas.

Há muitas crianças (humanas) abortadas no Canadá que certamente gostariam de ter nascido macacas.


“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.” — (G. K. Chesterton)

darwin macaco web

Domingo, 30 Agosto 2020

Isaías 2, 49-15

Filed under: aborto — O. Braga @ 4:34 pm

“¿Acaso pode uma mulher esquecer-se do seu bebé, não ter carinho pelo fruto das suas entranhas?

Ainda que ela se esquecesse dele, Eu nunca esqueceria.”

— Isaías 2, 49-15

feto-web

Quarta-feira, 19 Agosto 2020

O patético Rui Rio deveria meter a viola no saco

Rui Rio é um político que defende abertamente a liberalização da eutanásia; e vem agora a terreiro criticar quem defende a restrição do aborto.

rui-rio-aborto-web

Os liberais, por um lado, e a Esquerda marxista cultural, por outro lado (les bons esprits se rencontrent… ), adoptam — em matéria de ética, moral e costumes — sistematicamente a estratégia política de “negação do universal” ou a afirmação de um nominalismo radical, em uma primeira fase da guerra cultural; porém, em uma segunda fase da guerra aberta contra a cultura cristã, os liberais e os marxistas passam a generalizar aquilo que era anteriormente — alegadamente — um caso particular “não generalizável”.

Primeiro isolam (tratam um caso como sendo “uma excepção”); e depois generalizam.

Por exemplo: o caso do aborto, naquela criança brasileira de 10 anos, será sempre um ponto de partida da estratégia política para a legalização geral do aborto no Brasil : os liberais e os marxistas partem de um caso particular (por mais defensável que seja aquele aborto, em termos éticos), para depois generalizar esse caso e sujeitar a prática do aborto a um critério universal de puro gosto pessoal.

Os liberais e os marxistas misturam (em pura e flagrante contradição), na sua estratégia política e em proporções infinitamente variáveis, uma axiomática do interesse pessoal, por um lado, e uma axiomática sacrificialista colectiva, por outro lado: a primeira, isola o indivíduo do contexto geral (nominalismo radical), e a segunda é, alegadamente, uma apologia do altruísmo no sentido da universalização de uma determinada acção (neste caso, o aborto).

Por isso (e só por isso) é que eu compreendo a atitude dos conservadores brasileiros. A guerra cultural, levada a cabo pela aliança entre liberais e marxistas, é eminentemente irracional; e perante a irracionalidade, é inútil utilizarmos a Razão.

Quinta-feira, 16 Janeiro 2020

O inferno ético idealizado pela Esquerda

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 5:41 pm

“Mais repulsivo que o futuro que os progressistas involuntariamente preparam, é o futuro com que sonham.”

Nicolás Gómez Dávila 


we live in hell web


Imagem daqui

Quarta-feira, 3 Abril 2019

O discurso político da Esquerda é uma fraude


A estratégia do Lula da Silva foi a mesma do Francisco Louçã (Bloco de Esquerda): afirmava que “morrem milhares de mulheres em Portugal por causa do aborto clandestino”, mas nunca explicaram qual era a fonte desse número indefinido .

Mas a verdade é que conseguiram enganar o povo português (com a ajuda da União Europeia), e agora essa mesma Esquerda pretende importar milhões de imigrantes africanos (carne para canhão) porque não nascem crianças portuguesas suficientes.

E o mesmo se passa em Espanha: será necessário importar 260 mil imigrantes por ano para compensar o aborto (utilizado como contraceptivo) e a baixa natalidade em Espanha.

Segunda-feira, 20 Agosto 2018

O conservador Tucker Carlson, e a progressista e feminista Chelsea Clinton

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho,Globalismo — O. Braga @ 1:10 pm

 

Segunda-feira, 4 Junho 2018

O Rui Rio aliou-se à Esquerda na defesa do aborto, e agora diz que defende a natalidade

Filed under: aborto,ética,eutanásia,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:45 pm
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Se há político desprezível, é Rui Rio. Mete nojo aos cães. Consegue ser pior do que o monhé.

Depois de se ter aliado ao Bloco de Esquerda na defesa do aborto, e depois de tornar vender a alma ao diabo na tentativa de legalização da eutanásia, o cabrão vem agora tentar limpar a sua (dele) imagem pública pútrida com uma pseudo campanha de defesa da natalidade.

O cabrão defende o aborto livre (pago com o dinheiro de todos os contribuintes), e depois diz que é preciso mais crianças.

Bardamerda para a avantesma. Puta-que-pariu!

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Sexta-feira, 27 Abril 2018

O discurso bovino do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges foi o primeiro sacerdote “católico” português (senão mesmo o único, até hoje) a defender publicamente a legalização do aborto; e agora vem perorar os seus putativos problemas de consciência em relação à legalização da eutanásia.

É desta massa (para não dizer outra coisa) que é feita docência universitária portuguesa.

anselmo-borges-aborto-web

A legalização da eutanásia é essencial para a nova agenda política totalitária da Esquerda, porque o controlo político sobre a vida e sobre a morte do cidadão é o objectivo estratégico do novo tipo de totalitarismo que se desenha. E o Anselmo Borges, ao sancionar positivamente a legalização do aborto, faz parte desse novo projecto político totalitário.

Veja-se, por exemplo, o caso recente do bebé Alfie Evans que se encontra em um hospital inglês: o Estado — representado pelos juízes — não o deixa sair de Inglaterra, não obstante a Itália lhe ter concedido já a cidadania italiana, e de este país se oferecer para transportar o bebé gratuitamente para um hospital em Roma. Não só o Estado britânico não deixa o bebé sair do hospital e do país, mas também a polícia britânica ameaça perseguir politicamente os cidadãos ingleses que defendam a saída do Alfie de Inglaterra.

Estamos perante a construção política de um novo tipo de fascismo — a que eu chamei, já há alguns anos, de “sinificação” — que surge precisamente do conluio entre a Esquerda local (marxista ou marxizante), por um lado, e a plutocracia internacional, por outro lado.

É neste contexto que devemos compreender a acção política de George Soros, entre outros bilionários e plutocratas. É na construção deste novo tipo de fascismo que participam principalmente o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda (e em menor escala o Partido Comunista, mas também o Partido Social Democrata, porque estes dois partidos não se demarcam claramente dessa estratégia).

A génese evolucionária do novo fascismo é a gradual e inexorável erosão do respeito pela irrepetibilidade de cada vida humana — e o Anselmo Borges é parte responsável por essa erosão. As sociedades laicistas da Europa (a Inglaterra, por exemplo) rejeitam hoje as linhas mestras do comportamento e da moral conforme os ensinamentos judeo-cristãos.

Para o Estado britânico, representado neste caso pelos juízes, o poder sobre a vida e morte do pequeno Alfie é estratégica- e politicamente essencial. A recusa de deixar sair o bebé do hospital e do país não é uma simples birra de um qualquer juiz: faz parte de uma estratégia política tendencialmente fascizante controlada pela Esquerda.

G. K. Chesterton escreveu que “a função da Esquerda é fazer asneiras; e a função da Direita é impedir que essas asneiras sejam corrigidas”.

É o que se passa em quase todos os países da Europa: quem controla o processo de sinificação da sociedade é a Esquerda aliada à plutocracia internacional (“uma mão lava a outra”, diz o povo), e a Direita é apenas uma “direitinha” dialéctica e bem comportada que tem como função validar a acção nociva e fascizante da Esquerda. E, segundo o idiota Marcelo Rebelo de Sousa, quem tem dois dedos de testa e não se enquadra nem na Esquerda e nem nessa “direitinha”, é “populista”; e a Catarina Martins diz que é “fassista”.

A legalização da eutanásia em Portugal faz parte deste processo político gradativo de instalação de um novo tipo de totalitarismo que passa pela insensibilização moral do povo através de uma massiva estimulação contraditória (por exemplo, quando se utilizam eufemismos que transformam um mal moral em um bem) que conduzem a uma dissonância cognitiva geral e colectiva.

A violência da Esquerda

Filed under: aborto,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 6:19 pm

 

Iowa, Estados Unidos.

Um grupo de cristãos mostrava um poster na via pública a criticar o aborto, e uma feminista ataca o grupo e insulta.

Que fique bem claro o seguinte: se eu estivesse naquele local, mandava-a para o hospital de tal forma que ela só teria alta passados três meses.

O tempo da paciência com a Esquerda terminou. É preciso reagir com extrema violência à agressão física do esquerdalho.

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