perspectivas

Sábado, 30 Dezembro 2017

O Anselmo Borges e o diálogo com o Islão

 

1/ É possível diálogo (entre o Cristianismo, o Budismo, o Hinduísmo, o xintoísmo, o Confucionismo, o Judaísmo, etc.) entre todas as religiões universais excepto o Islamismo, porque, em primeiro lugar, o Islamismo é um princípio de ordem política 1  (o que não acontece com nenhuma outra religião universal), e depois porque o Islamismo defende explicitamente (no Alcorão e nos Hadith) o proselitismo2  por intermédio da violência física ou da coacção (por exemplo, através da Jizya).

Qualquer comparação entre o Islamismo, por um lado, e qualquer outra religião universal, por outro lado, é pura estupidez. E por isso é que o Anselmo Borges é estúpido quando defende a ideia de um “diálogo inter-religioso com o Islamismo”. Das duas, uma: ou o Anselmo Borges não faz ideia do que é o Islamismo, ou é estúpido.

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Domingo, 10 Dezembro 2017

A Suécia é um país governado por feministas, e onde crianças se casam com adultos Maomerdas

 

“Sweden must be the only country in the world where you can receive child benefit for your wife. We can thank our ‘feminist’ government and the spineless opposition”.

Stå Upp För Sverige

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Sábado, 9 Dezembro 2017

A Direita que é de Esquerda

 

Há uma certa “Direita” que prefere que sejam os muçulmanos a controlar a cidade de Jerusalém, em vez dos judeus; porque, dizem eles, “o Estado de Israel é sionista”.

Ora, esta Direita é uma espécie de Esquerda. Se ouvirmos o que diz, por exemplo, o MRPP ou o Bloco de Esquerda acerca de Israel, é “papel carbono”. Temos uma “Direita” que é de Esquerda.

Por princípio, e salvo situações excepcionais: entre a liberdade de culto e o totalitarismo religioso, prefiro a liberdade.

Eu prefiro que Jerusalém seja controlada pelos judeus e que toda a gente tenha liberdade religiosa (incluindo os muçulmanos, obviamente), do que a cidade ser controlada pelos muçulmanos que exercem sempre repressão política sobre cristãos e judeus (Jizya).

Isto não significa que eu subscreva (ou apoie) a cultura e os movimentos políticos judaicos através da História da Europa.

Por exemplo, concordo com Fernando Pessoa em relação ao grupo dos trezentos. Mas se tivesse que escolher entre viver em uma sociedade controlada por judeus, ou em uma outra controlada por maomedanos, do mal o menos: prefiro a primeira.

Sexta-feira, 1 Dezembro 2017

A estupidez de Theresa May

 

Não me convencem, as mulheres na política (salvo honrosas excepções). Lamento constatar este facto.


Donald Trump cancelou a sua visita a Londres:

“A planned “working visit” to the United Kingdom by U.S. President Donald Trump has been cancelled following Prime Minister Theresa May’s decision to publicly upbraid him over Twitter retweets.

The prime minister said the president was “wrong” to share videos purporting to show Muslims committing acts of violence while on a visit to the Middle East, where she is attempting to curry favour with local dictators.”

She’s Blown It! POTUS Cancels UK Visit After PM May Grovels to EU, Whines Over Trump Tweets


Donald Trump retuitou três vídeos de crítica ao terrorismo islâmico, publicados por uma militante do partido Britain First, considerado de “extrema-direita”.

Vemos aqui um vídeo de Paul Joseph Watson, que é um jovem conservador que critica o partido Britain First. O vídeo foi censurado pelo YouTube, pelo que é necessário clicar em “proceed” para se poder vê-lo.

Paul Joseph Watson diz o óbvio: quando a censura política entrou no dia-a-dia dos ingleses, as pessoas comuns têm medo e calam qualquer crítica ao terrorismo islâmico. E, por isso, o espaço de crítica ao terrorismo passou a ser monopólio da chamada “extrema-direita”, ou seja, do partido Britain First.

Vemos aqui outro vídeo, desta vez de Pat Condell, que era até há pouco tempo um votante no partido Labour — era de Esquerda, mas deixou de o ser. O sistema político inglês (mas não só) está a criar uma resistência que fará implodir o politicamente correcto. É uma questão de tempo.

 

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

Terça-feira, 14 Novembro 2017

A diferença entre Jesus de Nazaré, e o Maomé

Filed under: cristianismo,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Quarta-feira, 8 Novembro 2017

Vamos ter uma guerra civil em França (e noutros países da Europa)

Filed under: França,Islamismo,islamização — O. Braga @ 9:59 am

 

Vai ser de uma violência extrema.

Domingo, 29 Outubro 2017

França recusa estátua de João Paulo II; e a Polónia quer ficar com ela

 

O Conselho de Estado de França — obviamente controlado pela maçonaria — pretende retirar a cruz a uma estátua do Papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

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Entretanto, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydło, já veio dizer no Twitter que se os franceses não querem o monumento completo (com a cruz), a Polónia está desde já disponível para ficar com o dito (monumento que foi construído pelo artista russo Zurab Tsereteli em 2006).

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A nossa consolação é que os maçons franceses irão em breve andar de cu para o ar, sodomizados pelos maomedanos maioritários: em 2050, a maioria da população em França não será europeia e será muçulmana.

Sábado, 7 Outubro 2017

A União Europeia e a imigração islâmica

 

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Domingo, 1 Outubro 2017

Europa 2050

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 8:47 am

 

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Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

Terça-feira, 12 Setembro 2017

O Islamismo é uma doutrina satânica

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 10:47 am

 

Perante o Islamismo, o chamado Novo Ateísmo está perplexo; por exemplo, Sam Harris deu-se ao trabalho de estudar profusamente o Alcorão e os Hadith, e chegou à conclusão de que o Islão não é uma religião propriamente dita: o Islão é um princípio de Ordem Política.

Uma enfermeira espanhola (Lorena Enebral Perez) ao serviço da Cruz Vermelha no Afeganistão foi assassinada por um muçulmano que se deslocava em uma cadeira de rodas em um centro de reabilitação. O Maomerdas nada mais fez do que o que é recomendado pelo Alcorão, por exemplo, no capítulo 2 (a Vaca) 191:

“Expulsai-os de onde vos expulsaram. A perseguição dos crentes é pior do que o homicídio: não os combateis junto da mesquita sagrada antes de vos terem combatido, mas se vos combatem, matai-os: essa é a recompensa dos incrédulos”.

Ou no capítulo 4 (as Mulheres), 89:

“Os hipócritas [os não-muçulmanos] quereriam que renegásseis como eles renegaram e que [vós] fôsseis seus iguais [a eles]. Não tomeis chefes entre eles até que se afastem pela causa de deus que conduz ao combate: se voltarem as costas, apanhai-os e matai-os onde quer que os encontreis. Não tomeis de entre eles nem chefe nem auxiliar”.

Lorena-Enebral-Perez-webEste versículo é particularmente monstruoso e satânico, porque dá instruções aos Maomerdas no sentido de não distinguirem, por exemplo, uma enfermeira ou uma criança, por um lado, de um general, por outro lado — ambos devem ser tratados da mesma forma: com a violência da morte.

Mas há muitos mais versículos deste teor e calibre no Alcorão; seria prolixo e fastidioso estar aqui a citar mais deles.

Agora, desafio um qualquer ateu ou esquerdista a identificar no Novo Testamento Cristão qualquer ideia violenta deste género. Façam como fez o Sam Harris: vão ler para depois poderem falar. Eu próprio estudei o Alcorão de fio a pavio, e por isso sei do que falo.

Portanto, não me venham com a treta ideológica segundo a qual “todas as religiões são semelhantes ou mesmo idênticas”.

E não me venham com o excremento ideológico segundo a qual “o Cristianismo também já foi violento, e por isso é igual ao Islamismo” — porque uma coisa é aquilo que a política faz de uma determinada religião, e outra coisa (diferente) é aquilo que uma determinada religião faz da política.

A manipulação e instrumentalização políticas de uma religião não significa que essa religião recomende originariamente essas acções políticas: pelo contrário, Jesus Cristo separou claramente a religião e a política (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”).

Não há outra forma de lidar com a violência política do Islão senão com violência política preventiva — por exemplo, a proibição da prática do Islamismo, por um lado, e a expulsão dos Maomerdas do nosso país, por outro lado. É nisto que eu acredito; e não acreditar nisto é ditar uma sentença de suicídio colectivo a médio ou longo prazo (independentemente de se ser de Esquerda ou de Direita).

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