perspectivas

Domingo, 16 Julho 2017

A política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, tem mais gente a viver à custa do Estado.

 

Não é evidente que, com a actual evolução tecnológica, os países da Europa, em geral, precisem de muitos imigrantes. Ou seja, não é evidente que aquilo a que chamamos de “Inverno Demográfico” na Europa seja um mal irreversível a nível económico.

Porém, mesmo que o chamado Inverno Demográfico europeu fosse nocivo para a economia, é absurdo sacrificar conscientemente a situação de longo prazo de uma sociedade, para resolver problemas de curto prazo. A imigração islâmica e/ou subsariana, em teoria, poderia resolver problemas de curto prazo, mas sacrificaria irremediavelmente a sociedade a longo prazo.


A imigração islâmica e/ou subsariana está a baixar o nível médio do QI dos países europeus, como por exemplo, a Suécia ou a Alemanha. A continuar assim, em breve a Suécia será um país do terceiro-mundo.


angela merkel muslim webSabe-se que metade da população turca imigrante na Alemanha não trabalha, nem pensa em vir a trabalhar; vive à custa do Estado.

Da nova vaga de milhões de imigrantes islâmicos e subsarianos que entraram recentemente na Alemanha, apenas uma ínfima minoria conseguiu arranjar trabalho; ou seja, a política de imigração da Angela Merkel foi um monumental fiasco, porque, em vez de ter mais gente a contribuir para o financiamento do Estado, passou a ter mais gente a viver à custa do Estado.


Se o leviatão da União Europeia pretende seguir a política de imigração de Angela Merkel, então segue-se que países como a Polónia, a República Checa ou a Hungria, estão certos. Importar imigrantes só para que vivam à custa do Estado é suicídio colectivo.

Em contraponto, a Polónia “importou” já cerca de 1 milhão de ucranianos refugiados da guerra civil que assola a Ucrânia por responsabilidade da União Europeia e da OTAN — o que se revelou uma acção acertada por parte da Polónia , uma vez que os ucranianos têm afinidades culturais e linguísticas com o povo polaco.

Mas o politicamente correcto totalitário “europeísta” de Bruxelas não fala do apoio da Polónia à massiva imigração ucraniana: prefere criticar e condenar a Polónia por não “importar” islâmicos e subsarianos que vivem à custa do Estado.

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Sexta-feira, 30 Junho 2017

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia

 

Um grupo de católicos franceses estava a protestar pelo encerramento de uma igreja local por parte do governo do Partido Socialista — ao que parece, a igreja será entregue pelo Partido Socialista à comunidade muçulmana para se transformar em uma mesquita.

Entretanto, os católicos franceses começaram a rezar o terço no local de protesto, e um muçulmano passou de carro e começou a importunar os católicos. Depois, o muçulmano saiu do carro e foi para o local das orações chatear os católicos …. e levou no focinho.

Pelo facto de se ser católico, não significa que os muçulmanos não levem no focinho.

Um bom católico arrebenta sempre as fauces ao muçulmano que chateia.

 

Domingo, 25 Junho 2017

A Alemanha de Merkel transforma-se em uma espécie de Cuba islâmica

 

Angela-Merkel-crazy-WEBA repressão de Angela Merkel em relação à liberdade de expressão é medonha, digna de um regime ditatorial. E é esta Alemanha que pretende guiar a União Europeia.

O regime de Angela Merkel — apoiado pela União Europeia — está a enviar cidadãos alemães para a prisão por simples delito de opinião. E são estes estupores europeístas que criticam Donald Trump.

A simples crítica ao Islamismo é considerada pelo regime de Angela Merkel como “crime de ódio” e passível de prisão preventiva.

Nos últimos dias, o regime ditatorial alemão fez buscas em 36 casas e prendeu outras tantas pessoas por terem feito críticas ao Islamismo no FaceBook. A mera crítica ideológica ao Islamismo é considerada pelo regime europeísta de Angela Merkel como sendo de “extrema-direita” e “crime de ódio”.

Sexta-feira, 23 Junho 2017

A regressão do Islão

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:01 pm

 

Vemos neste vídeo abaixo o presidente do Egipto, Gamal Abdel Nasser, em um comício em 1958, rindo-se da Lei do Hijab.

 

 

Estamos em 2017 e a lei do Hijab está em vigor no Egipto.

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A única forma de lidar com os muçulmanos é através do puro horror

Filed under: Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 6:58 pm

 

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Quinta-feira, 8 Junho 2017

O Nuno Melo e terrorismo islâmico

 

Quando a Arábia Saudita (por exemplo) proíbe a construção de templos que não sejam os do Islamismo sunita, não está (principalmente) a discriminar as outras religiões, mas está, em primeiro lugar, a defender a sua identidade cultural e nacional que é fortemente marcada pelo Islão sunita. A discriminação objectiva saudita é uma consequência (negativa) do desiderato (positivo) de defesa da identidade de um povo e de uma cultura (por mais críticas que lhe possamos fazer).

O Nuno Melo escreve aqui sobre os ataques terroristas islâmicos na Europa. Mas em nenhum momento se referiu à questão da identidade dos povos da Europa. A questão da identidade está implícita no texto, talvez; mas não se distingue claramente.

Toda a gente (com dois dedos de testa) sabe que o Brexit teve menos razões económicas do que razões identitárias.

O povo inglês chegou à conclusão de que a União Europeia não era uma “associação de comércio livre” (como era proclamado pela classe política mentirosa), mas antes era um projecto totalitário de construção de um leviatão que ia proibindo progressivamente a expressão livre das identidades nacionais europeias. E o conceito de “multiculturalismo” encaixa perfeitamente nesta política de negação progressiva da expressão das identidades nacionais europeias, na medida em que a cultura de cada povo europeu era considerada igual — perante a lei — a qualquer tipo de comunidade cultural exógena e minoritária instalada em qualquer território nacional europeu.

Por outro lado, o Nuno Melo — tal como acontece com a Esquerda ou com Assunção Cristas — passa-nos (grosso modo) a ideia segundo a qual “o terrorismo islâmico é coisa passageira que pode ser combatido pela União Europeia tomando determinadas medidas policiais”.

Ou seja, a classe política em geral, seja em Portugal ou noutro país da Europa (com excepção dos países faxistas como é o caso da faxista Polónia, da faxista Hungria, faxista Eslováquia, e outros países faxistas que deveriam ser expulsos da União Europeia progressista), já entrou em dissonância cognitiva. Esta dissonância cognitiva revela, de facto, o novo “mundo da pós-verdade”, em que se recusa a verificação dos factos, e prefere-se a supremacia da interpretação subjectiva da realidade por parte das elites políticas.


De certa forma, a Europa voltou ao romantismo do século XVIII — incluindo até a (re)-adopção do Positivismo, que é o romantismo da ciência, e que pode ser observado por exemplo no blogue Rerum Natura em que pontifica o cientista Carlos Fiolhais. Só que, no século XVIII, o romantismo esteve na causa da Revolução Francesa e de Napoleão (que garantiu as nacionalidades), e hoje o romantismo é politicamente invertido, na medida em que pretende a reconstrução de um Sacro Império Romano-Germânico mais abrangente, com capital em Berlim. maomerdas-moderado-web

Para o actual político europeu neo-romântico, o comportamento do indivíduo não depende da psicologia, mas antes depende do padrão de valores (meio-ambiente).

E por isso é que o Nuno Melo, tal como quase todos os políticos europeus, pensa que é possível separar os chamados “muçulmanos radicais”, por um lado, dos “muçulmanos moderados”, por outro lado, mediante uma intervenção no meio-ambiente e no padrão de valores. Mas isso é romantismo puro, porque 1500 anos de História já nos revelaram que o Islão é incompatível (não é possível uma coexistência sem o pagamento humilhante da Jizya) com qualquer outro tipo de cultura — porque o Islamismo é um princípio de uma ordem política totalitária (e fatalista); e porque a cultura da Europa cristã baseia-se no princípio do livre-arbítrio individual (a liberdade do indivíduo), desde Santo Agostinho a S. Tomás de Aquino, e de Leibniz a Kant.

Enquanto os maomedanos são uma pequena minoria em um país — como é o caso de Portugal onde existem apenas cerca de 50 mil maomerdanos —, a coexistência com a cultura dominante é possível. Mas quando a percentagem de maomedanos ultrapassa um determinada valor em relação ao total da população, surge um fenómeno cultural e social a que chamamos de “singularidade islâmica” que torna impossível a paz social na sociedade. MAOMERDAS-RADICAL-web

Em suma: qualquer político lúcido sabe o que há a fazer na Europa: há que colocar os direitos humanos entre parêntesis, e agir. Por isso é que quase ninguém — incluindo os intelectuais conservadores, como por exemplo Roger Scruton — gosta de Donald Trump.

Terça-feira, 6 Junho 2017

¿Por que é que a chama do bário é verde?

 

“O crer é, por assim dizer, uma necessidade não espontânea, porém criada e alimentada pelo ser Humano como forma de aprovar ou reprovar o incrível, – sendo por isso fé, acreditar no incrível – como forma de alívio para as suas dúvidas e incertezas, para os seus temores ou alegrias. É a maneira mais fácil que encontra para justificar tudo o que lhe possa acontecer no seu decurso de vida, mas que humana ou cientificamente, à luz do conhecimento objectivo não seja explicável”.

A Crença


Normalmente dizemos que “a ciência explica as coisas”, mas a verdade é que a ciência não explica nada: a ciência descreve os fenómenos (conta uma história verídica), mas não os explica — porque a ciência parte de leis cósmicas que não são explicáveis, assim como não podemos explicar os axiomas que não são físicos.

Carl Hempel comentou o fenómeno do remo “encurvado” quando dentro de água. O padrão dedutivo da “explicação” desse fenómeno, por exemplo e entre outros, toma a seguinte forma:

Leis gerais + Enunciados de condições antecedentes ∴ Descrição do fenómeno

No caso da observação do remador, as leis gerais são a lei da refracção e a lei de que a água é opticamente mais densa do que o ar. As condições antecedentes são a do remo ser direito e a de que está imerso na água segundo um determinado ângulo.

Outro exemplo:

Todas as chamas afectadas pelo bário são verdes. Esta chama é afectada pelo bário ∴ Esta chama é verde.

A generalização da cor da chama do bário é uma consequência dedutiva dos postulados da teoria atómica. Mas os postulados da teoria atómica baseiam-se em axiomas; o sistema axiomático é, por assim dizer, uma rede suportada por “vigas” ancoradas no nível observacional da  linguagem científica 1.

É neste sentido que a ciência descreve uma determinada realidade, mas não a explica — porque, de contrário, teria que explicar também os axiomas de que parte para a descrição dos fenómenos.


“A fé do cientista é a maior que existe, porque é inconfessável.”

→ Roland Omnès, físico francês, professor de Física Teórica da Faculdade de Ciências de Orsay, Paris


O termo “crença” remete para o grau mais fraco do assentimento ou opinião (por exemplo, “eu creio que amanhã vai chover”) — ou então para o chamado “conhecimento verdadeiro”, de origem externa e transformado em hábito sem qualquer verificação ulterior → ou seja, a “crença” pode referir-se a uma verdade adquirida (dita “científica”, por exemplo). É o caso daquele texto: reflecte a crítica à “crença” mediante verdades adquiridas que são, em si mesmas, formas de crença.

Não devemos é confundir crença, fé, religião, e ideologia política ou religião política. Segundo Hannah Arendt, todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas, ou religiões políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;
2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;
3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

Uma coisa é uma religião ser instrumentalizada pelo Poder político secular, como aconteceu com o Cristianismo sujeito ao Poder político no mundo luterano europeu, por exemplo.

Outra coisa, bem diferente, é uma religião que transporta consigo as normas e leis do Direito inerentes ao Poder político (Islamismo).

  • Uma coisa é uma religião que apenas recomenda normas éticas, deixando à sociedade a liberdade de as seguir ou não (cristianismo e o livre-arbítrio de S. Tomás de Aquino, ou o Budismo);
  • outra coisa é uma religião que impõe coercivamente leis positivas de Direito à sociedade, assumindo-se como Poder político em si mesmo (islamismo e o determinismo fatalista islâmico).

Ora, o que o escriba daquele texto tenta fazer — ou parece que pretende fazer — é “meter tudo no mesmo saco”, o que significa que não consegue fazer a distinção entre fenómenos semelhantes mas não iguais (ver Síndroma Parasítico da Avestruz) 2


Notas
1. A ciência (positivista) afirma o seguinte: “o critério da significação é a verificação”.

Isto significa que, segundo a ciência, tudo aquilo que não é passível de ser verificado empiricamente não tem significado — tudo isso é considerado pela ciência como uma “falsa questão”, uma proposição ou questão sem sentido decorrente de uma “armadilha da linguagem”.

Porém, esta proposição (“o critério da significação é a verificação”) não é, ela própria, verificável. A ciência positivista parte de um axioma (“o critério da significação é a verificação”) que não é verificável.

2.  O Síndroma Parasítico da Avestruz  (segundo o professor canadiano Gad Saad) consiste em não reconhecer quaisquer diferenças entre objectos ou fenómenos inseridos em uma mesma categoria, o que é uma característica do politicamente correcto.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Segunda-feira, 29 Maio 2017

¿George Soros é sionista? Claro que não! É anti-sionista!

Filed under: Globalismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Israel,Sionismo — O. Braga @ 7:18 pm

 

George Soros é um dos muitos exemplos de “judeus” bilionários que não é sionista.

A elite globalista não é sionista. George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg e outros, não são sionistas. Alguns deles são judeus, mas não são sionistas. O sionismo é o que Theodor Herzl formulou, e não um controle global!

Alguém pode citar os judeus anti-sionistas, mas antes temos que ver quem está por trás deles. George Soros financia um grupo de rabinos em Israel chamados de Neturei Karta. Esses, os Neturei Karta, são anti-sionistas.

O objectivo do anti-sionismo é derrubar Israel, porque com Israel derrubado e não mais soberano, a Nova Ordem Mundial estará implantada. E quem ganhará com isso serão os grandes globalistas como George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg…

Isso é subversão! E todos sabem o que isso quer dizer.”

Em relação a este texto, diz o poeta algarvio António Aleixo: “P’rá mentira ser segura / e atingir profundidade / tem que trazer à mistura / qualquer coisa de verdade.”

E há algumas coisas verdadeiras no texto: por exemplo, Israel aproveita-se da divisão islâmica para reinar.

Uma das estratégias defensivas (ou ofensivas dos Estados Unidos, por causa do petróleo) de Israel é aproveitar as guerras de muçulmanos contra muçulmanos. À volta de Israel é tudo “terra queimada”: a Síria, o Líbano, o Iraque, até mesmo o Egipto da Primavera Árabe, é terra queimada. Líbia, Tunísia e Argélia é “terra queimada”.

A Jordânia (uma monarquia) é um oásis no mundo islâmico, mas está sobrecarregada de refugiados da Palestina e da Síria, e não tem poder económico / financeiro para aguentar com um fardo desses; e a Turquia está perto da criação de uma espécie de califado (teocracia islâmica sunita) com o Erdogan, à semelhança do Irão que é uma teocracia totalitária xiita.

Tudo isto é verdade.

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Mas não é verdade que foi Israel que “criou o Estado Islâmico”. Por amor de Deus, tenham juízo!

Israel aproveita-se da estupidez natural dos muçulmanos cujo QI é baixo devido a séculos de endogamia — mas isso não significa que os sionistas tenham criado o Estado Islâmico. O QI médio dos muçulmanos é o mais baixo do mundo, só comparável aos bosquímanos da Namíbia, devido aos casamentos consanguíneos (por recomendação do profeta Maomerdas) ao longo de 1500 anos.

O erro começa por se confundir “sionismo”, por um lado, com “globalismo”, por outro lado — como consta da citação acima.

Ser “judeu” de raça não significa necessariamente que se seja religioso; a esmagadora maioria dos milionários judeus americanos e europeus não são religiosos, e estão se cagando totalmente para o Judaísmo (é o “baixo Judaísmo”, segundo Fernando Pessoa).

De modo semelhante, ter ascendência judia (de “raça” judia, sejam sefarditas, seja asquenazes) não significa que se seja sionista. O erro do texto começa com a extrema simplificação de conceitos complexos, que é uma das características das ideologias políticas: simplificam, para os burros perceberem alguma coisa.

Nos Estados Unidos, a maioria dos “judeus” é de Esquerda e vota no Partido Democrático; ou seja, a maioria dos judeus americanos não é religiosa e é anti-sionista.

Por exemplo, o bilionário judeu Zuckerberg — o do FaceBook — veio recentemente defender o socialismo globalista mediante o rendimento mínimo universal, ao mesmo tempo que criticou a política de Israel. Zuckerberg é claramente anti-sionista e globalista. O único judeu americano, religioso e sionista, que eu “conheço” é Ben Shapiro.

Sábado, 27 Maio 2017

O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa

 

Ontem sintonizei a TVI24 e estava a dar uma entrevista do Carvalho com a Marisa Matias do Bloco de Esquerda; fugi para a SICN e estava a dar uma entrevista com o Francisco Louçã do Bloco de Esquerda. Desliguei a televisão, com medo de encontrar a Catarina Martins ou o João Semedo noutro canal qualquer.

É evidente que o Bloco de Esquerda é o partido político preferido pelos me®dia. Deve haver uma razão qualquer que eu desconheço — talvez seja o amor, “fogo que arde sem se ver, querer estar preso por vontade; servir a quem vence, o vencedor; ter com quem nos mata, lealdade”.

“Lealdade com quem nos mata”escreveu o Camões; os me®dia têm uma certa lealdade com o Bloco de Esquerda que nos mata. O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa, e os me®dia adoram.


MAOMERDAS-RADICAL-web

Salvador Sobral, o Homem que Salvou a Música, gostaria que não se noticiassem os atentados terroristas.

É uma ideia partilhada por muita gente, aquele tipo de gente que, horas antes do atentado de Manchester, marchara em Lisboa e no Porto contra a “cultura de violação”. Ao saber da marcha, que integrou 40 associações e quase tantas outras pessoas, julguei tratar-se de uma denúncia pública, e inédita por cá, da barbárie a que o Islão submete as mulheres. Erro meu. Afinal, a coisa fora motivada por uma cretinice a cargo de uns burgessos na Queima das Fitas.

Pelos vistos, meia dúzia de burgessos provam que uma sociedade é, toda ela, propensa a abusar de raparigas em autocarros, mas milhões de mutilações genitais, casamentos forçados, apedrejamentos e o genérico desprezo pela humanidade pouco dizem acerca da realidade islâmica. E as matanças cometidas em nome do profeta ainda dizem menos.”

Homem a Dias


Gostaria de dizer aqui o seguinte: nunca ouvi a música do Salvador Sobral, e o personagem causa-me asco; parece ser uma versão soft da Conchita Wurst. Há qualquer coisa nele que é o orgulho do panasca que ainda não declarou publicamente que já “saiu do armário”.


O Alberto Gonçalves também escreve:

É injusto generalizar? Com certeza. Porém, a aversão a generalizações, ou o tal respeito trémulo pelo Islão, não tem corrido bem. Quando o resultado da reverência é este, talvez valesse a pena tentar a desconsideração e a afronta. Não temos nada a perder, principalmente se a alternativa é perder tudo.”

Não. No caso do terror islâmico, não é injusto generalizar. Aliás, sem a generalização não existiria a ciência, por exemplo. Um dos grandes problemas do pós-modernismo é a aversão à generalização, ou aquilo a que podemos chamar de “nominalismo radical”.


A ler: Hannah Arendt e o Islamismo

Sexta-feira, 26 Maio 2017

Hannah Arendt e o Islamismo

 

O Paulo Tunhas escreveu um artigo acerca do xeique Munir (ou xeque Munir) que eu considero (o artigo) benevolente. É compreensível que assim seja, porque ele (o Paulo) não é um bloguista e, portanto, não tem a liberdade que nós temos em dizer a verdade acerca do Islamismo e do xeique de Lisboa.

MAOMERDAS-RADICAL-web

Hannah Arendt escreveu o seguinte (os sublinhados são meus):

«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.

A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »

(“Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)


 


No Islamismo, o “líder”, por assim dizer, é o Alcorão, os Hadith e a Sira (a estória da vida do Maomerdas), por um lado, e, por outro lado, o Islamismo dito “radical” que está no “centro da cebola” da religião política totalitária.

O xeque munir desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces da cebola, ao passo que o radicalismo extremo desempenha outro papel.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações islâmicas de fachada (a que pertence o xeque Munir), cujas convicções só em intensidade diferem das dos radicais islâmicos, rodeiam todo o movimento islâmico e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário islamita, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.


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