perspectivas

Sexta-feira, 27 Março 2020

O cinismo do aproveitamento político da crise do covid19 por parte dos socialistas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:18 pm
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Chateia-me o facto de a Esquerda (que inclui o PSD e o CDS de Assunção Cristas) andar há uma década a tentar aprovar os Eurobonds (ou seja, a comunhão socialista das dívidas nacionais dos países da zona Euro), e não o tendo conseguido, aproveitam agora a crise humanitária do covid19 para o conseguir. É de um cinismo próprio de filhos-de-puta.

Com os Eurobonds, um país (como é o caso da Holanda) que tenha uma dívida pública, digamos, de 50% do PIB — e segundo o que os governos socialistas de Portugal, Espanha e Itália pretendem — passará a ser co-responsável pelos desmandos despesistas dos governos socialistas da União Europeia com despesas públicas superiores a 100% do PIB (no caso de Itália, a coisa já anda perto dos 200% do PIB).

Compreendo muito bem a razão por que o Reino Unido se pirou da União Europeia !

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Não obstante a filha-da-putice socialista, concordo com a forma — mas não com o conteúdo — da reacção do socialista António Costa em relação às declarações do ministro holandês.

A forma do discurso de António Costa, contrasta com a forma do discurso de Passos Coelho — e aqui discordo da Helena Matos: Passos Coelho humilhou-se a ele próprio e ao país, ajoelhando-se perante os tigres de papel da União Europeia.

A genuflexão política (de Passos Coelho) é intolerável!

Nenhum país é perfeito, e Portugal tem com certeza os seus defeitos; mas não temos que aturar os flatus vocis de um qualquer ministro de um país que já foi uma colónia espanhola.

Em 2009, a gripe suína matou mais de meio milhão de pessoas, e nenhum país parou

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:20 am
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Quinta-feira, 26 Março 2020

Graças a Deus, ainda há pessoas despertas (nem tudo está perdido)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:32 am
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Aconselho a leitura de uma série de apostilas do Henrique Pereira dos Santos :

Só falta agora que a União Europeia venha decretar o estado-de-sítio, para que o cenário político actual comece a fazer sentido.

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Quarta-feira, 25 Março 2020

Eu não estou disposto a perder a minha liberdade individual

Filed under: liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 10:27 am
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O que me separa da chamada “extrema-direita” (seja o que for que isso signifique, por exemplo, Juan Manuel de Prada, em Espanha) é a ideia (de Prada, nomeadamente) segundo a qual é necessário alienar a nossa liberdade individual em prol de alguma coisa que chamam de “bem-comum”.

liberdade-individual

Eu não estou disposto a perder um milímetro da minha liberdade individual senão por um tempo limitado (Notrecht)— por exemplo, devido a uma possível guerra; mas, do que esta gente (da dita “extrema-direita”) fala, é de perda permanente de liberdade individual em prol de um alegado e chamado “bem-comum”, o que vai de encontro a uma certa mundividência de Esquerda que também sacrifica a liberdade do indivíduo em função de um putativo “superior interesse” colectivista.

Esta é uma das razões por que eu não me considero de “extrema-direita”, mas antes considero-me um “reaccionário” (não são sinónimos).

O reaccionário não procura a glória imanente: em vez disso, procura a ética dos valores e a ordem metapolítica — aquela ordem que está para além da política de cada época ou de cada “espírito do tempo”.

sloterdijk

“O reaccionário é aquele que não só tem um sentido apurado para detectar o absurdo, mas também tem um palato adequado para o saborear.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O filósofo alemão Peter Sloterdijk, em uma entrevista recente ao jornal francês “Le Point”, declarou que — devido (nomeadamente) às medidas securitárias tomadas por quase todos os governos dos países da União Europeia face à epidemia do Coronavirus — “o sistema ocidental irá revelar-se tão autoritário quanto o da China”; e eu concordo que a tendência do leviatão da União Europeia para um autoritarismo de tipo chinês (a que eu chamei de sinificação) é clara e evidente, e é própria da agenda política do globalismo que une a Esquerda internacionalista/ trotskista, por um lado, e a plutocracia anglo-saxónica, por outro lado.

Dois exemplos desta síntese ideológica e política (a sinificação, ou a aliança entre globalistas e trotskistas) são o António Guterres e o papa Chicozinho.

A manutenção da liberdade individual — defendida, por exemplo, por Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, e Kant — não é incompatível com a hierarquização da sociedade: pelo contrário, e dentro da tradição cristã, só pode haver verdadeira hierarquia se for garantida a liberdade do indivíduo (o livre-arbítrio) — a liberdade individual serve de contra-poder em relação à hierarquia (de dominação), porque a hierarquia, per se, não é sinónimo automático de “superioridade moral” e/ou legitimidade política (vide S. Tomás de Aquino).

Estas medidas securitárias — na sequência do Coronavirus — têm-se mostrado muito “convenientes” para uma certa elite política globalista nos países da União Europeia.

Terça-feira, 24 Março 2020

A estória do #Coronavirus está mal contada

Filed under: A vida custa,China — O. Braga @ 4:32 pm
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Em 2018, a China gabava-se de possuir o maior banco de vírus de toda a Ásia (1.500 estirpes diferentes de vírus!), no Instituto de Virologia da cidade de Wuhan. E ainda dizem que o vírus não é chinês !

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Sexta-feira, 20 Março 2020

O politicamente correcto volta a matar

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:07 pm
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Um virologista italiano afirmou que as preocupações com as aparências de racismo (em relação aos chineses residentes em Itália) contribuíram para diminuir a capacidade de prevenção do covid19 em Itália.

«Professor of Virology and Microbiology at the University of Padova Dr. Giorgio Palù told CNN that measures imposing travel restrictions and border controls were taken too late due to fears over political correctness.»

Italian Virologist Says Concerns Over “Racism” Crippled Italy’s Coronavirus Response


Segunda-feira, 16 Março 2020

O vírus da China e discurso apocalíptico dos me®dia

O João Miranda há muito tempo que andava afastado do Blasfémias (graças a Deus!), mas agora apareceu a escrever asneira — mas a culpa não é só dele: a um tal Bruno Arroja, é (desgraçadamente) dado tempo de antena na RTP com um discurso apocalíptico.

Pergunta: ¿a quem serve esta narrativa escatológica dos me®dia?!

Vemos aqui em baixo um gráfico sobre os casos de vírus da China na Coreia do Sul, nos últimos 30 dias: vemos como no espaço de um mês se deu o pico e o decréscimo abrupto de novas infecções com o vírus da China nesse país.

Não há nenhuma razão objectiva e racional para crer que, no país do senhor Bruno Arroja, a evolução da epidemia seja diferente — a não ser que esse senhor (e os me®dia) faça parte de uma agenda política com interesse na propagação do medo na população.

corona-coreia-web

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